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  • 5 REGRAS PARA COMPRA DE SILICONE ESTRUTURAL

    Especialista explica que não vale a pena olhar somente para o preço, é importante se atentar para regras básicas que irão lhe ajudar a comparar o que o mercado oferece *Por Emanuelle Ormiga ddddDe acordo com Mauro Medeiros, gerente de contas da Momentive, fabricante de silicones para a construção, o mercado vem sendo invadido com silicones chamados de estruturais, mas que não podem ser utilizados na colagem de vidros em fachadas.  “É importante que o cliente que irá fazer uso de silicone estrutural para colagem de vidros em fachadas tenha conhecimento das normas abaixo. O intuito dessa matéria é alertá-los para armadilhas, já que existem produtos sendo chamados de ‘silicone estrutural’ sem que atendam os requisitos mínimos de resistência a tração, adesão, módulo, etc”, explica o gerente. Um selante de silicone precisa atender às normas ASTM C1184 e a ABNT NBR 1577 para que possa ser chamado de silicone estrutural. De acordo com a ABNT NBR 1577 parágrafo 3.4, o selante de silicone estrutural é um “produto à base de silicone de cura química, especificamente formulado e ensaiado para colagem estrutural de vidros para aplicação no sistema CEV.” “Não cabe assim que se use os termos ‘silicone estrutural’ ou ‘selante estrutural’ para produtos que não tem essa função sob risco de confundir o mercado e de que se usem produtos que não tem adesão e resistências compatíveis e seguras para a fixação de vidros nas fachadas”, comenta Medeiros. REGRAS BÁSICAS QUE IRÃO LHE AJUDAR A COMPARAR O QUE O MERCADO OFERECE   O gerente da Momentive pontua 5 regras para ajudar na hora de escolher seu silicone estrutural: TRADIÇÃO DO FABRICANTE NO MERCADO - Opte por marcas que tenham tradição e que sejam fabricantes, não somente envasadores, pois empresas de grande porte tem melhores condições de suporte técnico, de fornecer produtos de última geração, e principalmente de ter respaldo para garantias robustas de 20 anos; ATENDIMENTO ÀS NORMAS TÉCNICAS - Silicone Estrutural deve ter em seu boletim técnico descrito que atende às normas técnicas ABNT NBR 15737, ASTM C1184 e ASTM C1401. Se não estiver escrito que atende, não é estrutural; TEMPO DE CURA E DESEMPENHO - Os silicones em bisnagas ou sachês curam de fora para dentro em média 1 mm/dia, logo uma junta de 12x6 mm pode demorar 12 dias para curar. Com o SSG4800J da Momentive, a cura é acelerada de 2 mm/dia em média, o que reduz a espera pela metade; USO DO PRIMER OU PROMOTOR DE ADESÃO -  Enquanto todos os produtos que existem no mercado exigem o uso de primer, o SSG4800J não tem necessidade de uso de primer em nenhum substrato ensaiado nos últimos anos no Brasil. Este é um diferencial que torna o processo mais rápido, mas principalmente mais seguro; LABORATÓRIO PRÓPRIO NO BRASIL -  Empresas sérias fornecem suporte de ensaios de laboratório para qualquer projeto independente do tamanho. Os ensaios demoram no total 28 dias, então para celeridade do processo de ensaios, um laboratório no Brasil é fundamental. ABNT NBR 15737 É importante ressaltar a definição de “selante estrutural” conforme a norma brasileira: Qualquer selante que não se enquadre na definição acima, não pode ser chamado de selante estrutural. Assim, não cabe a utilização do termo selante estrutural para outras aplicações que não as definidas em norma, sob risco de causar confusão e induzir o consumidor ao erro, que pode ser fatal quando se substitui um selante realmente estrutural por outro que não tem resistência e adesão suficientes para sustentar vidros e outros elementos de fechamento nas fachadas-cortina. FRAUDE: Mudar o nome do rótulo de um selante de vedação para selante estrutural é nitidamente uma desonestidade com o consumidor que acredita estar comprando um produto para o fim ao qual o rótulo se propõe; DESLEALDADE: Esse tipo de ação gera concorrência de maneira desleal com produtos de boa procedência e qualidade. É desleal com os concorrentes e com os consumidores que compram "gato por lebre"; SEGURANÇA: O mais grave é que essa prática atenta contra a segurança física de todos e, com uma ação irresponsável, pode colocar em risco toda uma geração de profissionais que de maneira responsável se dedicam ao mercado de fachada-cortina, pois com a aplicação de produtos inadequados e de baixa resistência podem iniciar uma série de incidentes que tirariam a credibilidade de uma tecnologia que vem sendo utilizada no mundo desde 1974 e que chegou no Brasil em 1986 com a primeira fachada-cortina no Citibank da Av. Paulista em São Paulo. DE QUEM COMPRAR Empresas sérias que atuam no mercado de fachada com selante estrutural tem requisitos que precisam ser levados em conta na hora da escolha: CREDIBILIDADE: Marcas de empresas que fabricam selante estrutural costumam ser tradicionais e de grande porte, algumas centenárias, com décadas de existência para suprir 20 anos de garantia formal a um produto tão importante; SUPORTE TÉCNICO:  Laboratório próprio com equipe com capacidade para prover ensaios de adesão e compatibilidade para cada projeto independente do tamanho e para dar suporte em cálculo de junta e revisão de projetos de aplicação; FABRICAÇÃO PRÓPRIA: Ter capacidade de fornecer produtos no mesmo padrão. O consumidor sabe quem está fabricando o produto que vai usar na fachada-cortina e tem certeza que o produto não terá sua formulação alterada.

  • NO OUTUBRO ROSA, GRUPO INNOVA STEEL PROMOVE CAPACITAÇÃO DE MULHERES PARA CONSTRUÇÃO CIVIL

    Valor arrecadado com inscrições no Steel Pro Mulher será revertido para instituição do Rio Grande do Sul de apoio ao câncer de mama Em homenagem à campanha Outubro Rosa, o Grupo Innova Steel, líder em construção a seco no país, preparou um curso especial de capacitação profissional destinado exclusivamente a mulheres. A proposta do Steel Pro Mulher, realizado apenas uma vez ao ano pelo centro de formação Steel Pro, é preparar o grupo para atuar no segmento de construção a seco e com Light Steel Frame.  “O Steel Pro Mulher é uma iniciativa que busca empoderar as mulheres para o trabalho na construção civil. A nossa presença só cresce nesse setor, mas ainda é um ambiente majoritariamente masculino. Então é importante levar capacitação adequada a todas que querem trabalhar na área”, conta Caroline Siqueira, vice-presidente da empresa. Segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), as mulheres representaram cerca de 60% das admissões dentro da construção civil nos primeiros meses de 2023. Por isso, a necessidade de uma mão de obra cada vez mais qualificada.  A turma de 2024 do Steel Pro Mulher formou 15 profissionais em uma experiência completa que combinou teoria e prática em montagem de casa de steel frame, e abordou temas como prevenção de patologias, marketing, gestão de obras 5.0 e até uso das redes sociais. Tudo para ajudar a fortalecer as profissionais dentro do mercado de trabalho e capacitar integralmente as mulheres que participaram do treinamento. No final, as alunas montaram uma casa inteira com o uso da tecnologia aprendida.  O curso, realizado mensalmente, é voltado tanto a homens, como mulheres. No mês de outubro serão duas edições, sendo a primeira dedicada exclusivamente ao público feminino e o valor arrecadado com as inscrições será doado para a ONG de apoio ao câncer de mama IMAMA (Instituto da Mama), do Rio Grande do Sul.  “O Grupo Innova Steel mantém um olhar atento ao Estado desde as enchentes de maio. Doamos 200 casas para famílias que perderam tudo, estamos fomentando mão de obra no local para ajudar na economia e, agora, tivemos essa iniciativa focada no Outubro Rosa. É importante lembrar que os gaúchos ainda precisam da nossa ajuda”, acrescenta Caroline.  As aulas do centro de formação profissional Steel Pro são 100% práticas e contam com instrutores com mais de 10 anos de experiência, que ensinam os profissionais a dominarem o uso do Light Steel Frame, acelerar suas obras e aumentar seu faturamento. Em 12 anos de atuação, o centro já formou mais de 700 alunos na técnica importada dos Estados Unidos pelo Grupo Innova Steel.  A tecnologia Light Steel Frame usa perfis de aço para as estruturas das edificações e um sistema de fechamento com chapas cimentícias e de gesso, que inclui o material responsável pelo aprimoramento acústico e térmico, bem como itens relativos à parte hidráulica e elétrica. “Esse sistema construtivo, que é mais resistente, versátil e permite maior rapidez na construção, também é mais sustentável - um metro quadrado de construção a seco consome cinco litros de água, enquanto uma construção de alvenaria consome 500 litros por m2. Com o Steel Pro, estamos capacitando uma nova geração de profissionais em um modelo construtivo que certamente ainda irá crescer muito no país, que carece de mão de obra qualificada para sua expansão, e o fato do sistema ser dez vezes mais leve que o convencional possibilita o acesso da mão de obra feminina, que também se mostra mais atento aos detalhes e acabamento”, finaliza a VP. Fonte: Grupo Innova Steel/Casa 9 Comunicação

  • PROFISSIONAIS DO PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO DE MÃO DE OBRA DA TRISUL FORMAM-SE NO SENAI-SP

    Incorporadora dribla a escassez do mercado imobiliário oferecendo cursos tanto para colaboradores próprios, como de empresas terceirizadas parceiras no horário de trabalho O mercado imobiliário vive um paradoxo. De um lado, há o aquecimento do setor, que apresenta crescimento nas vendas de imóveis. Somente no primeiro semestre deste ano, o volume de imóveis novos vendidos na cidade de São Paulo subiu 15,3%, segundo pesquisa da consultoria imobiliária Brain, que prevê um segundo semestre ainda mais promissor. Do outro, há a escassez de mão de obra qualificada, mencionada por quase 30% das empresas ouvidas pela Sondagem da Construção, realizada pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV IBRE), como um dos principais desafios enfrentados.  As oportunidades para quem deseja ingressar na construção civil são altas. De acordo com os dados do CAGED, divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego, somente no primeiro trimestre do ano, a construção civil gerou mais 100 mil novos empregos com carteira assinada no Brasil, aumento de quase 17%, em relação ao ano passado. O interesse em iniciar a jornada existe, mas a mão de obra especializada ainda é um desafio.  Prevendo este cenário, desde 2020, a incorporadora Trisul, diante da sua própria solidez e apostando na força do mercado, criou o Programa de Capacitação de Mão de Obra, driblando a escassez de mão de obra. O programa promove condições de ensino prático dentro dos canteiros, em horário de trabalho, para profissionais que tenham interesse em executar as atividades, tornando-se especialistas em novas áreas. Como resultado, mais de 600 horas de cursos foram realizadas, abrangendo 12 especializações, como carpinteiro, armador, eletricista, encanador, pedreiro de vedação, pedreiro de alvenaria estrutural, montador drywall, dentre outras. No total, mais de 100 profissionais foram formados, impactando, positivamente, em mais de 15 obras da incorporadora e construtora. Somente no mês de setembro, mais uma turma composta por 21 profissionais formados pelo Programa de Capacitação da Trisul, em parceria com o SindusCon-SP e o Senai-SP, foi formada em cerimônia, que permitiu o acompanhamento das famílias e convidados no auditório da unidade do Brás do Senai-SP. Stephany Carassoli, gerente de obras da Trisul, valoriza a importância da formação profissional no canteiro de obras. “Notamos que a idade média dos colaboradores passou de 32 para 42 anos em cerca de oito anos e, olhando para o futuro, precisamos de pessoas jovens e capacitadas. Por meio do Programa de Capacitação, qualificamos ajudantes que conseguem aplicar esses ensinamentos na prática e podem se aperfeiçoar. Temos casos de pessoas que entraram na Trisul como auxiliares e hoje são encarregados de obra, o que representa um crescimento significativo na carreira”, exemplifica. Jefferson Conceição, supervisor de hidráulica da Trisul, conta que o grande diferencial do treinamento é que o profissional está na obra atuando, aplicando os novos conhecimentos na prática. “Essa condição é mais eficiente em relação às instituições, em que há uma programação abordada, mas dificilmente se consegue replicar o conhecimento na obra. A oportunidade prática estimula a assimilação rápida dos conteúdos abordados e, principalmente, o entendimento de cada tema abordado no curso”, explica. “O déficit de mão de obra qualificada dentro dos canteiros de obra é uma realidade e, além de resolver esse problema, dar a oportunidade para que um trabalhador possa, a partir do conhecimento, crescer profissionalmente, é uma excelente solução”, afirma Oziel Lima, engenheiro residente da Trisul. Como todos os cursos são oferecidos tanto para os colaboradores da Trisul, como de empresas terceirizadas parceiras, a integração profissional acontece, estimulando um ambiente de trabalho mais harmônico. “Além das aulas e a formação profissional propriamente dita, os laços estabelecidos entre os alunos do curso e a equipe da Trisul promovem bem-estar e o bom convívio no cotidiano, o que impacta positivamente na produtividade da Companhia”, finaliza Carassoli. Fonte: Temp7 Comunicação

  • ACESSIBILIDADE ARQUITETÔNICA: COMO GARANTIR AUTONOMIA, CONFORTO E SEGURANÇA A TODOS OS CIDADÃOS

    A lei visa amparar não só todos os tipos de deficiência, mas também pessoas com outras necessidades, como idosos, gestantes, operados e demais grupos com mobilidade reduzida De acordo com a legislação brasileira, o termo acessibilidade se refere a “condição para utilização, com segurança e autonomia, total ou assistida, dos espaços, mobiliários e equipamentos urbanos, das edificações, dos serviços de transporte e dos dispositivos, sistemas e meios de comunicação e informação, por pessoa portadora de deficiência ou com mobilidade reduzida”. É comum ligar o termo apenas aos deficientes físicos, no entanto, em sua essência, ele é muito mais amplo, visando amparar todos os cidadãos, sem restrições. Portanto, o conceito de acessibilidade é bem mais amplo do que imaginamos e para que sua implementação seja feita de forma efetiva nas empresas, é preciso informação e conhecimento correto sobre o tema. “A acessibilidade arquitetônica deve garantir que todas as pessoas tenham acesso aos recursos do local, de maneira segura e autônoma, sem nenhuma barreira, independente de serem PcDs ou com mobilidade reduzida. Entre os principais exemplos vemos os acessos por rampas, elevadores, entre outras medidas, mas, mais do que ter esses recursos, é necessário que eles estejam nas especificações corretas”, explica Fábio Ramos, diretor-geral da Plenno Arquitetura, empresa especializada em arquitetura legal e Real Estate Compliance. Da mesma forma que existem normas que regulamentam os mais diferentes tipos de assuntos, para o tema de acessibilidade não é diferente. Essas regras estão previstas na NBR 9050, que trata da “acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos” , ela regula com detalhes os diversos aspectos construtivos que orientam os espaços e as estruturas. Segundo levantamento realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) 8,4% da população brasileira acima de 2 anos – o que representa 17,3 milhões de pessoas – têm algum tipo de deficiência. Além disso, o Brasil está seguindo uma tendência mundial que é o aumento da expectativa de vida, o que consequentemente, reflete no envelhecimento da população. A Organização Mundial da Saúde (OMS) prevê que, enquanto em outros países o número de idosos deve duplicar até 2050, ele quase triplicará no Brasil – ou seja, hoje são 12,5%, podendo chegar a 30% em 2050. “Apenas esses dois grupos (PcDs e idosos), somam quase 30% dos brasileiros. Se adicionarmos a eles, gestantes, operados, obesos e demais grupos com mobilidade reduzida, seja ela momentânea ou permanente, podemos ver que é um número muito alto de indivíduos que necessitam que os locais – sejam eles públicos ou privados – estejam seguindo as normas de acessibilidade. Rampas com os níveis adequados, corrimão na altura correta, e outros detalhes que podem parecer mínimos, fazem toda a diferença para esses públicos. E isso não apenas melhora a qualidade de vida desses indivíduos, mas também assegura o cumprimento de direitos fundamentais, como o direito à cidade e à mobilidade. Além disso, ao cumprir os padrões de acessibilidade, conforme a NBR 9050, temos espaços mais funcionais, seguros e confortáveis para todos, independentemente de idade, tamanho ou capacidade física”, ressalta Ramos. Atualizada regularmente para refletir as melhores práticas e as inovações técnicas de mercado, a última atualização da NBR 9050 foi em 2020, onde passou por alterações relacionadas desde as correções gramaticais até alterações conceituais de projeto. O escopo dessa normativa abrange os três pilares da acessibilidade, que são autonomia, conforto e segurança, permitindo assim, que todas as pessoas, independentemente de suas habilidades físicas ou sensoriais, possam participar plenamente da vida social e cultural. Abaixo, o especialista da Plenno Arquitetura, explica melhor cada um deles: Autonomia:  Refere-se à capacidade dos indivíduos de utilizarem espaços, produtos e serviços de forma independente, sem necessidade de assistência, sendo um aspecto crucial da acessibilidade, pois permite que pessoas com diferentes habilidades possam trafegar e interagir com o ambiente ao seu redor sem barreiras. Conforto:  Na acessibilidade, o conforto significa criar ambientes que não apenas atendam às necessidades funcionais, mas também ofereçam uma experiência agradável e livre de estresse. Isso pode incluir aspectos como iluminação, temperatura, redução de ruídos, etc. Segurança:  A segurança na acessibilidade está em prevenir acidentes e garantir que os ambientes e serviços não representem riscos à saúde ou à integridade física de seus usuários. Mesmo não sendo citada nominalmente em textos como o Decreto nº 9.451/2018 e o Decreto nº 9.296/2018, que regulamentam o Estatuto da Pessoa com Deficiência em relação à configuração de espaços, a NBR 9050 é uma das normas técnicas de acessibilidade exigidas por lei. “O descumprimento das especificações da NBR 9050 nos projetos de edificações públicas e privadas pode resultar em penalidades legais, portanto, é imprescindível realizar a correta adaptação dos locais”, finaliza o profissional. Fonte: Plenno Arquitetura/NF Assessoria de Imprensa

  • A EVOLUÇÃO DO ACM NA ARQUITETURA RESIDENCIAL: NOVAS TECNOLOGIAS, PINTURAS E TEXTURAS

    *Por Johnny Vieira de Souza – consultor de ACM, responsável pelo departamento de projetos da Projeto Alumínio, arquiteto e professor universitário Criado na Alemanha em 1960 e trazido para o Brasil nos anos 80, o ACM sempre foi sinônimo de revestimento para fachadas comerciais. Este paradigma era seguido devido à falta de sistemas construtivos que alinhavam uma instalação refinada, além de acabamentos sem texturas, com poucas opções de cores, sendo a maioria vibrantes que não remetiam compatibilidade com o uso residencial. Com o início da fabricação nacional e o desenvolvimento da tecnologia no setor, novos sistemas construtivos, séries (tecnologias de pinturas), cores e acabamentos resistentes a riscos surgiram e tornaram o ACM um material de revestimento totalmente versátil na aplicação ( leia mais aqui ), com sistemas de instalação que promovem bom acabamento (inclusive para uso interno), aplicação facilitada e, consequentemente, o uso se expandiu para outros tipos de construções, principalmente residenciais de classe média e alta. Atualmente, a Projetoal possui mais de 150 cores em seu portfólio, com pintura nacional, a fabricante tem acabamentos similares ao aço corten, madeira, concreto, granito, espelhados, cores com texturas e sólidas com acabamentos fosco, semi brilho, alto brilho, entre diversas outras opções.  No uso residencial, o ACM poderá ser aplicado como revestimento em diversas áreas, sendo elas: forro, paredes externas (fachadas), painéis internos (3D ou liso), móveis (Alusense), luminárias, portas, divisórias, entre outros. A Projetoal lançou, recentemente, na FESQUA 2024, duas linhas de produtos que são de uso voltado para residências, as séries WeatherXL ( leia mais aqui ) e Alusense ( leia mais aqui ). *Os artigos publicados com assinatura são de responsabilidade dos respectivos autores e podem não interpretar a opinião da revista. A publicação tem o objetivo de estimular o debate e de refletir as diversas tendências do mercado, com foco na evolução da indústria de esquadrias e vidro.

  • 10 DICAS PARA SE TORNAR UM EXCELENTE TÉCNICO EM ESQUADRIAS DE ALUMÍNIO

    *Por Rivonio Cordeiro, consultor de esquadrias e CEO na CSA Consultoria e Engenharia O segmento de esquadrias de alumínio está crescendo em ritmo acelerado, impulsionado pela expansão da construção civil. No entanto, esse crescimento vem esbarrando em um desafio sério: a escassez de mão de obra qualificada.  Profissionais sem a formação adequada geram uma série de problemas, como erros de instalação, aumento de retrabalho e perda de competitividade. A falta de qualificação compromete a eficiência e a qualidade das obras, afetando diretamente o desempenho dos sistemas instalados. A oferta de cursos especializados para o mercado de esquadrias de alumínio é limitada. Muitos profissionais aprendem "na prática", sem a base técnica necessária. Isso cria um ciclo de baixa qualificação, onde erros são frequentes e a evolução profissional estagnada. Em várias regiões do Brasil o acesso a programas de capacitação é quase inexistente, o que agrava o problema e afeta principalmente pequenas e médias empresas que não têm acesso a recursos para treinamentos avançados. Para superar esse desafio, é fundamental investir em soluções práticas. Programas de capacitação interna, desenvolvimento de certificações profissionais e incentivos ao ensino técnico são alguns dos caminhos viáveis. Além disso, parcerias entre associações do setor, como a Associação Nacional de Fabricantes de Esquadrias de Alumínio (Afeal) e instituições de ensino, como o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), podem criar um fluxo constante de profissionais qualificados, prontos para atender às demandas crescentes do mercado. A capacitação da mão de obra é uma necessidade urgente para garantir o crescimento sustentável do setor de esquadrias de alumínio no Brasil. A colaboração entre empresas, governo e instituições educacionais é o único caminho para garantir qualidade, inovação e eficiência em um mercado que não para de crescer. E como forma de contribuir com a melhoria deste cenário, escrevo abaixo 10 dicas com as principais habilidades para se tornar um excelente técnico em esquadrias de alumínio. 1. Conhecimento Técnico : compreender os materiais, principalmente o alumínio e o vidro, sistemas e processos de fabricação e instalação de esquadrias de alumínio. 2. Leitura e Interpretação de projetos : ser capaz de ler e interpretar plantas, desenhos técnicos e especificações de projeto. 3.   Habilidades em medição e cálculo : realizar medições precisas e aplicar cálculos para garantir que as esquadrias atendam aos requisitos das normas. 4. Noções de montagem e instalação : conhecimento sobre as melhores práticas de instalação, incluindo o uso de ferramentas adequadas e técnicas de montagem. 5.   Capacidade de resolver problemas : identificar e solucionar problemas durante a instalação ou manutenção das esquadrias. 6.   Comunicação eficaz : habilidade para se comunicar claramente com clientes, engenheiros, arquitetos e outros profissionais envolvidos no projeto. 7. Trabalho em equipe : colaborar eficazmente com outros membros da equipe, como pedreiros e eletricistas, para garantir a integração dos sistemas. 8. Atenção aos detalhes : prestar atenção aos detalhes para garantir que as esquadrias sejam instaladas corretamente e atendam às especificações. 9. Conhecimento de normas e regulamentações : estar atualizado sobre as normas de segurança e regulamentações aplicáveis à instalação de esquadrias. Principais normas: ABNT NBR 10821 — Esquadrias Externas para Edificações; ABNT NBR 14718 — Esquadrias — Guarda-corpos para edificação — Requisitos, procedimentos e métodos de ensaio; ABNT NBR 7199 — Vidros na construção civil — Projeto, execução  e aplicações; ABNT NBR 6123 — Forças devidas ao vento em edificações; e 15575 — Edificações Habitacionais. 10. Habilidades em atendimento ao cliente : ser capaz de lidar com clientes de forma profissional, respondendo a perguntas e resolvendo questões de maneira eficiente. Desenvolver essas habilidades pode ajudar a construir uma carreira sólida e bem-sucedida na área de esquadrias de alumínio. *Os artigos publicados com assinatura são de responsabilidade dos respectivos autores e podem não interpretar a opinião da revista. A publicação tem o objetivo de estimular o debate e de refletir as diversas tendências do mercado, com foco na evolução da indústria de esquadrias e vidro.

  • ISOLAMENTO ACÚSTICO DE VIDROS

    *Por Fernando Simon Westphal, consultor técnico da Abividro, engenheiro civil, professor e pesquisador no Departamento de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), sócio da ENE Consultores e palestrante em eventos do setor No texto deste mês eu gostaria de fazer alguns destaques sobre o desempenho acústico de vidros. Vejo muita confusão acerca de alguns conceitos e estratégias divulgadas no mercado. Muitas vezes a estratégia está correta, mas o conceito por trás dela não. Então eu gostaria de explicar alguns pontos. VIDRO LAMINADO De modo geral, o vidro laminado apresenta maior isolamento acústico do que um vidro monolítico ou até mesmo insulado, com a mesma espessura total de vidro. Isso porque o laminado apresenta maior flexibilidade. O PVB e o EVA garantem maior amortecimento das ondas sonoras na estrutura interna do vidro. Conceitualmente, um sistema de elevado isolamento térmico deve ser: pesado, bem vedado e flexível. Quanto mais flexível, maior amortecimento, e menor será a deficiência no isolamento de materiais homogêneos em torno da frequência crítica, onde eles possuem uma redução no controle do som. O resultado é a melhor performance. Isso vale não apenas para o vidro, mas também para outros materiais homogêneos, como o gesso, a madeira e as chapas cimentícias, por exemplo. O PVB acústico promove melhor desempenho por ser mais flexível, possuindo maior elasticidade do que o PVB comum. Já ouvi comentários tratando o PVB acústico como “mais denso”. Isso não é verdade. Mesmo que fosse mais denso, utilizado numa espessura tão pequena não seria suficiente para incrementar a perda na transmissão sonora do vidro laminado. Na verdade, o que melhora o desempenho, especialmente nas faixas em torno da frequência crítica, é a maior capacidade de amortecimento devido à maior elasticidade do PVB acústico em relação ao PVB convencional. Outra confusão que existe é sobre vidros laminados assimétricos, ou seja, composições com chapas de diferentes espessuras. Quanto à perda na transmissão sonora, não há mudanças significativas entre um vidro laminado assimétrico, por exemplo 5 + 3 mm, contra outro laminado simétrico de mesma espessura final, como um 4 + 4 mm. O que ocorre na prática é que ao se alterar para uma composição assimétrica, geralmente seleciona-se uma combinação com espessura final maior. Por exemplo, uma instalação onde inicialmente era previsto um vidro laminado de 6 mm, sendo formado por 3 + 3 mm, a substituição por vidro assimétrico irá levar a uma composição de no mínimo  4 +3 mm. O resultado é um aumento de 17% no peso do vidro (massa superficial, em kg/m²), e pode resultar numa variação de alguns dB (decibels) na perda de transmissão. VIDRO INSULADO O vidro insulado só irá proporcionar maior isolamento acústico se for composto com uma câmara de ar maior do que 20 mm de espessura e com vidros de espessuras diferentes. O ar não é um bom isolante acústico. Se fosse assim, não teríamos um bom desempenho da fala numa sala de aula, num auditório, ou mesmo dos instrumentos musicais numa sala de espetáculos. O que faz o vidro insulado ter um bom desempenho acústico é o efeito de “desacoplamento”, ou seja, a separação entre as superfícies. Ao criar duas divisórias de vidro, o som precisa vencer a mudança de meio do ar para o primeiro vidro, depois do vidro para a câmara de ar, da câmara para o segundo vidro e, por fim, deste vidro para o ar do outro ambiente. Todas essas transições dificultam a propagação do som, aumentando o isolamento acústico da composição. Mas isso só se torna efetivo se houver uma grande câmara de ar, uma grande distância entre um vidro e outro. Com espessuras abaixo de 20 mm não há um benefício significativo, pois ocorre o “efeito pistão”, e os dois vidros vibram em conjunto transmitindo o som como se fosse uma única peça. Com câmaras de ar mais espessas, os vidros tenderão a vibrar de forma independente, cada um isolando o ruído à sua maneira. Por isso é importante utilizar espessuras diferentes de vidros. Cada um atua barrando as ondas sonoras onde o outro tem dificuldade de se isolar. O efeito de espessuras diferentes não ocorre no vidro laminado porque não há a troca de meio de propagação significativa entre as duas chapas. TAMANHO DA PEÇA Por fim, vale ressaltar que o tamanho da peça é importante. As medições de chapas de vidro feitas em laboratório são para peças relativamente pequenas, da ordem de 1 m² de área, e num ambiente altamente controlado, isento de frestas e pontes acústicas (os chamados flankings ). Na prática, com o uso de peças maiores, seja em grandes janelas ou portas, o isolamento do vidro será menor do que o aferido em laboratório e ainda terá toda a influência da montagem nas esquadrias, frestas e flankings  existentes na edificação. A tabela abaixo apresenta o isolamento acústico de algumas composições de vidro, onde é possível observar o incremento no isolamento acústico do monolítico para laminado, e o benefício do PVB acústico. A última composição da tabela é um vidro insulado de laminados assimétricos, onde um deles possui PVB acústico. Essa composição atinge o isolamento equivalente à uma parede de alvenaria, com Rw de 43 dB (Rw é o índice de redução sonora ponderado). Na prática, a instalação dessas peças em uma esquadria pode resultar em quedas de mais de 10 dB no isolamento dos vidros, aferido em laboratório.  *Os artigos publicados com assinatura são de responsabilidade dos respectivos autores e podem não interpretar a opinião da revista. A publicação tem o objetivo de estimular o debate e de refletir as diversas tendências do mercado, com foco na evolução da indústria de esquadrias e vidro.

  • MAIS ALTO RESIDENCIAL DO MUNDO TERÁ A MARCA SENNA E SERÁ CONSTRUÍDO NO BRASIL

    Especialista em imóveis de luxo de Balneário Camboriú (SC) explica como este ícone da construção civil, com mais de 500 metros de altura, vai transformar o mercado imobiliário e colocar a cidade litorânea na mira de investidores internacionais A gigantesca torre da China “Pérolas do Oriente", que também é um famoso observatório, com impressionantes 468 metros de altura, acaba de perder uma posição entre as mais altas do mundo por conta da novidade brasileira. O recente anúncio da construção do Senna Tower, da construtora FG Empreendimentos, primeiro empreendimento que terá  assinatura do ídolo da Fórmula 1 e que deve se tornar um o mais alto residencial do mundo, com mais de 500 metros de altura, promete revolucionar o mercado imobiliário.  Segundo Bruno Cassola, especialista em imóveis na cidade catarinense de Balneário Camboriú e investimentos imobiliários, o anúncio do gigante Senna Tower vai impactar diretamente o setor como o maior empreendimento imobiliário da história do Brasil e, principalmente, redefinir os conceitos de sofisticação e exclusividade.  Com isso, vai impulsionar ainda mais a valorização imobiliária como um todo.  Balneário Camboriú já lidera o ranking do metro quadrado mais valorizado há mais de dois anos por conta de vários fatores, entre eles os excelentes índices de qualidade  de vida, segurança, atrativos turísticos e também a escassez de terrenos em frente ao mar que faz da orla da Praia Central a mais cobiçada do país. Agora, o município entra em outro patamar, diferente de outros cenários do território brasileiro. Além de manter por anos um alto índice de valorização, o skyline se torna uma atração mundial na arquitetura e na construção civil.  “A cidade já vinha chamando a atenção por concentrar prédios de grifes e que são verdadeiras obras de arte, os que estão entre os mais altos edifícios do Brasil e da América Latina. O início dos saltos de valorização impulsionou empresas da construção civil para inovar ainda mais trazendo diferenciais em termos de moradia como apartamentos quadriplex, com jardins suspensos, áreas de lazer nas alturas, piscinas nas sacadas de borda infinita, assinatura de renomados arquitetos e paisagistas, entre outros. Da mesma forma, o governo se uniu com a iniciativa privada de modo a realizar melhorias constantes na infraestrutura e segurança local, além de muitos projetos que estão sendo desenvolvidos ou que estão por vir. A cidade mantém seu alto valor e tem se dedicado a isso”, explica Cassola.  “O Senna Tower representa uma revolução no mercado imobiliário de luxo não apenas no Brasil mas no exterior. Não é apenas um edifício alto, é um marco no uso da engenharia, da tecnologia e do design em prol a oferecer maior sofisticação e qualidade de vida aos moradores e isso gera reflexos positivos a toda a região. Acredito que a valorização a partir de agora também atrairá mais estrangeiros para cá. Pessoas, por exemplo, da Europa e dos Estados Unidos, que muitas vezes desconheciam o sul, passarão a frequentar mais e a investir. A abertura de linhas aéreas ao exterior também contribui para isso”, conta o especialista. “Além das inúmeras atrações da cidade, Balneário Camboriú está na região de maior desenvolvimento econômico, ao lado do importante polo industrial e portuário de Itajaí que tem um dos maiores PIBs do país e é a mais rica do estado, o que favorece a vinda de muitos executivos de grandes indústrias nacionais e internacionais também”, destaca. “E todos esses fatores com a combinação da marca Senna e o padrão construtivo já conhecido da FG Empreendimentos cria mais um símbolo de inovação e de prestígio. Esse anúncio não apenas reforça a imagem de Balneário Camboriú como um polo de turismo e de imóveis de altíssimo padrão, mas também estabelece novas referências globais. Com o contínuo empenho da iniciativa privada e do poder público, o impacto desse empreendimento no cenário imobiliário será sentido por muitos anos, tanto pela valorização que trará à região quanto pelos investidores que deve atrair”, explica Cassola. VALORIZAÇÃO IMOBILIÁRIA EM ALTA Com o crescimento contínuo do mercado de luxo em Balneário Camboriú, o Senna Tower chega em um momento de grande valorização imobiliária na cidade. Cassola destaca que a localização na prestigiada Barra Sul, aliada à vista panorâmica de 360° das praias e ao fato de ser um dos maiores prédios residenciais do mundo e único com a assinatura Senna, fazem deste empreendimento um símbolo de exclusividade. “O Senna Tower é mais do que um imóvel de alto padrão, é um ícone global. Sua exclusividade e ineditismo não apenas impulsiona o valor dos imóveis na região, mas também cria um novo patamar de referência para investidores que buscam, além de rentabilidade e segurança, o prestígio de estar em um dos endereços mais desejados do mundo”, afirma Cassola. O Senna Tower, conforme informações divulgadas pela construtora, contará com 228 unidades no total, incluindo 18 mansões suspensas com áreas entre 420 e 563 m², 204 apartamentos de até 400 m², 4 coberturas duplex de 600 m², além de 2 coberturas triplex com impressionantes 903 m². O projeto ainda inclui 8 elevadores de alta velocidade e 6 andares dedicados exclusivamente ao lazer privado. Fonte: Bruno Cassola/Rotas Comunicação

  • HABITACIONAL SEHAB HELIÓPOLIS ENTRE OS SELECIONADOS DO PRÊMIO ROGELIO SALMONA 2024

    Único projeto habitacional brasileiro indicado à premiação, o Habitacional Heliópolis traz uma proposta mais humanizada e integrada ao entorno para as habitações de interesse social no país O projeto de autoria do escritório Biselli Katchborian para a Gleba G do Complexo Habitacional Heliópolis está entre os 26 selecionados ao quarto ciclo do Prêmio Latino-Americano de Arquitetura Rogelio Salmona: Espaços Abertos / Espaços Coletivos, uma das principais premiações de arquitetura na América Latina, que reconhece obras que valorizam a criação de espaços significativos para os cidadãos, contribuindo para a consolidação de cidades mais amigáveis. Nomeada em homenagem ao arquiteto colombiano Rogelio Salmona, a premiação busca manter viva a memória e a visão de Salmona da cidade como a grande proposta civilizadora da humanidade. Entre as 42 obras inscritas, o júri de especialistas, composto por Sol Camacho, Nicolás Campodónico, Carlos Campuzano, Carlos Jiménez e Mauricio Rocha, selecionou 26 obras latino-americanas como finalistas. Sendo o único habitacional brasileiro indicado ao prêmio, o Habitacional Heliópolis repensa o modelo padrão desses complexos no país. Indo além das funções de uso e moradia, o projeto estabelece um novo exercício para habitações populares, conectando-as ao contexto e oferecendo espaços de qualidade para o convívio dos moradores. Reprodução: Biselli Katchborian Para isso, o projeto rompe com a configuração típica das torres isoladas, introduzindo um pátio interno para uso dos moradores e da comunidade, e oferece à rua um grande envoltório permeável que convida à passagem e interação entre público e privado. “O maior desafio consistiu na proposição de um modelo de habitação coletiva diferente do que convencionalmente se faz no Brasil, em que as unidades apresentam pouca variação e o conjunto construído não é pensado como parte constituinte e formador da cidade" destacam os sócios arquitetos Mario Biselli e Artur Katchborian. O fluxo entre os condomínios ocorre por meio das passarelas metálicas suspensas, que também conectam os blocos com diferentes níveis de acesso no meio da altura dos edifícios. Essa solução traz maior acessibilidade ao conjunto, permitindo que os moradores desçam ou subam no máximo 12 metros para chegar ao andar de seu apartamento. A cerimônia de divulgação do resultado do prêmio será realizada no dia 24 de outubro nas redes sociais da Fundação Rogelio Salmona. As 26 obras finalistas também serão publicadas em livro e farão parte da exposição dedicada ao prêmio. Fonte: Biselli Katchborian/Cobogó Relações Públicas

  • CONFIRA A PROGRAMAÇÃO DO 7º SIMBRIE

    Este evento exclusivo será realizado de 14 a 17 de outubro, das 18h30 às 21h30, com transmissão ao vivo online O Simpósio Brasileiro da Indústria de Esquadrias (Simbrie) está de volta, oferecendo a mais completa experiência em esquadrias e fachadas envidraçadas na arquitetura residencial. Este evento exclusivo será realizado de 14 a 17 de outubro, das 18h30 às 21h30, com transmissão ao vivo online, conectando especialistas e profissionais de todo o país. Em 2024, o Simbrie busca elevar ainda mais os padrões do setor. A 7ª edição tem o objetivo de integrar a cadeia de esquadrias e fachadas, apresentando palestras interativas que contribuirão para o desenvolvimento do mercado. Confira a programação: DIA 14 DE OUTUBRO “Explorando os diferenciais dos sistemas de esquadrias de alumínio com alta performance” – com André Cardoso, consultor de desenvolvimento de mercado e inovação da CBA Alumínio; “Como explorar as oportunidades e desafios em um mercado em ascensão” – com Wilson Cucchiaratto, diretor comercial da Roto Fermax; “Desvendando as melhores estratégias de divulgação para você alcançar mais clientes no mercado de esquadrias” – com Luis Tavares, diretor comercial da REVISTA CONTRAMARCO; “Como oferecer controle solar eficiente em seus projetos sem custos exorbitantes com vidros em alta performance” – com o engenheiro Frederico Avallone, gerente comercial da Saint-Gobain; PAINEL PROFISSIONALIZANTE: “Formação e desafios dos projetistas no mercado de esquadrias” – com a arquiteta Audrey Dias (Aluparts), engenheira Fabiola Beltrame (IBELQ), engenheiro Fernando Westphal (ENE Consultores), Jefferson Santiago (supervisor de projetos) e Kauê Piozi (gerente comercial). DIA 15 DE OUTUBRO “Entenda às expectativas econômicas e tendências do mercado de esquadrias de alumínio” – com arquiteta Magda Reis, consultora técnica; “Explorando a importância do papel da tecnologia em software para esquadrias e fachadas” – com George Rodrigues, coordenador de implantação da Esquadgroup; “Como ter boas práticas na fixação e vedação de esquadrias com selantes de alto desempenho” – com o engenheiro Rafael Calza, diretor técnico da DXMAX; “Desvendando o sucesso: lições de superação e crescimento empresarial” – com Melissa Capriglione, sócia-diretora da Vidromax; “Entenda como os fixadores com revestimento nano tecnológico aumentam a durabilidade nas esquadrias em ambientes agressivos” – com Valdecir Lourenço, coordenador de treinamento da Ciser. DIA 16 DE OUTUBRO “Como estruturar a gestão técnica de esquadrias com estratégias de gerenciamento de projetos” – com engenheiro Tayara Secco, coordenadora técnica da Perfil Alumínio; “Descubra como a teoria das restrições elimina o gargalo que que impede a sua fábrica de esquadrias de produzir e faturar mais” – com Junior Araujo, professor assistente do Canal do Serralheiro; “Como reduzir custos em 25% na aplicação do silicone estrutural bicomponente em projetos de fachadas envidraçadas” – com engenheiro Luiz Eduardo, sócio-diretor da Dallminas; “Entenda as estratégias para maximizar as vendas na indústria de esquadrias” – com engenheira Viviane Martins, sócia-diretora da Sá Martins Esquadrias; “Como se destacar da concorrência oferecendo componentes que valorizam as esquadrias de alto padrão” – com o engenheiro Clésio Moreira, engenheiro de produtos da Vita Componentes. DIA 17 DE OUTUBRO “Desvendando os segredos dos sistemas de esquadrias: normas, desempenho e riscos de patologia” – com engenheiro Paulo Gentile, gerente desenvolvimento de produtos da Hydro Alumínio; “Descubra como vidros de alta performance valorizam suas esquadrias de alumínio e PVC” – com Leandro Gonçalves, gerente de projetos da Divinal Vidros; “Como reter e engajar colaboradores em um mercado com escassez de mão de obra” – com engenheira Andréa Freitas, sócia-diretora do Grupo APTI; “Desvendando a escolha dos fixadores de aço inoxidável para elevar o padrão das esquadrias de alumínio e PVC” – com Wellington Guedes, gestor de qualidade da Boltinox; PAINEL ASSOCIATIVISTA: “O papel das associações na economia das indústrias” – com Filipe Gattera (Afeal); Rafael Ribeiro (Abravidro), Wandyr Pedão (Siescomet) e Eduardo Rosa (Aspec PVC). INSCRIÇÕES E DETALHES ADICIONAIS Para obter detalhes sobre inscrições, programação completa e informações adicionais sobre o evento, acesse   www.simbrie.com.br . INFORMAÇÕES SOBRE O SIMBRIE O Simbrie é um evento anual que reúne profissionais, especialistas e líderes da indústria de esquadrias e fachadas envidraçadas, apresentando estudos e propostas sobre tendências e inovações em esquadrias na arquitetura brasileira para aprimorar a competitividade das indústrias de esquadrias. Organizado pelo Canal do Serralheiro e sob a coordenação técnica do Prof. Alexandre Araujo, Me. o simpósio deste ano comemora seu 7º aniversário. O evento oferece conhecimentos e troca de experiências para aplicação prática no cotidiano dos participantes, aumentando sua competitividade no mercado de esquadrias. Durante o evento, os participantes terão a oportunidade de interagir com os palestrantes, fazendo perguntas ao final de cada sessão, garantindo uma completa interatividade entre todos. Para consultas da mídia e informações complementares, entre em contato com: Prof. Alexandre Araujo, Me. - diretor técnico do Simbrie alexandre.araujo@canaldoserralheiro.com.br (21) 99369-6998 Fonte: Simbrie/Canal do Serralheiro

  • CBIC DESTACA NORMAS TÉCNICAS EM CONSULTA NACIONAL: ABNT NBR 7212 E ABNT NBR 15873

    A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) disponibilizou para consulta nacional dois importantes projetos de revisão de normas técnicas que impactam diretamente o setor da construção civil.  Uma das normas em consulta é a ABNT NBR 7212, que trata do preparo, fornecimento e controle do concreto dosado em central. O projeto de emenda, disponível para consulta até o dia 30 de outubro de 2024, propõe mudanças no limite de temperatura do concreto no momento da entrega, aumentando de 32 °C para 35 °C. Essa alteração visa adequar a norma às condições climáticas e operacionais do país, permitindo o uso de aditivos ou adições que minimizem problemas como fissuração e variação de resistência mecânica. A participação no processo de consulta pode ser feita clicando aqu i  ou acessando o portal oficial da ABNT. Outra norma importante é o Projeto de Revisão da ABNT NBR 15873, que trata da coordenação modular para edificações. Com consulta aberta até o dia 23 de outubro de 2024, a proposta de revisão altera significativamente a versão de 2010. A nova versão terá cerca de 50 páginas, frente às atuais 9, e define requisitos para a compatibilização de componentes e sistemas construtivos, com base em um módulo padrão de 100 mm. Essa revisão promete otimizar o planejamento e a execução de edificações, ampliando as diretrizes para o projeto e produtos construtivos. Acesse o projeto de revisão da norma clicando aqui  ou acessando o portal oficial da ABNT. Fonte: Cbic

  • FURACÃO MILTON EXPÕE VULNERABILIDADE DE CONSTRUÇÕES NA FLÓRIDA

    Com ventos de mais de 195 km/h e bilhões em prejuízos, fenômeno reacende a discussão sobre a importância de normas rigorosas de construção em áreas sujeitas a desastres naturais O furacão Milton, que atingiu a Flórida, no EUA, em 9 de outubro, deixou um cenário de devastação nas cidades costeiras. Com ventos acima de 195 km/h, segundo o Centro Nacional de Furacões dos EUA, o fenômeno destruiu residências, deixando mais de 3 milhões de pessoas sem energia elétrica. Empresas sofreram grandes perdas e milhares de moradores ficaram desabrigados. Especialistas estimam que os prejuízos ultrapassem bilhões de dólares, reacendendo a discussão sobre a necessidade de construções mais adaptadas para enfrentar desastres naturais extremos. Nos Estados Unidos, regiões sujeitas a furacões, como Flórida e estados ao longo da costa sudeste, têm adotado normas mais rigorosas de construção nos últimos anos, recomendando que edificações sigam padrões específicos de segurança. Entre as áreas mais críticas dessas construções estão as esquadrias – portas, janelas e outras aberturas –, responsáveis por proteger os imóveis contra a entrada de ventos e detritos de alta velocidade. José Netto, especialista em esquadrias, destaca que essas estruturas são fundamentais para evitar danos maiores em casos de furacões "Esquadrias reforçadas com materiais de alta resistência, como alumínio ou PVC, e equipadas com vidros laminados, são essenciais em regiões que enfrentam furacões regularmente. Elas podem evitar o colapso estrutural ao impedir a entrada de ventos e objetos", explica o especialista. As regiões costeiras dos Estados Unidos, acostumadas a enfrentar furacões constantemente, vêm aprimorando suas regulamentações de construção desde a devastação do furacão Andrew em 1992, que destruiu grande parte do sul da Flórida. Desde então, diversas tecnologias e materiais foram desenvolvidos para melhorar a resistência das edificações, especialmente em áreas sujeitas a desastres climáticos. De acordo com José Netto, as construções em áreas propensas a furacões devem ser projetadas para suportar ventos de até 300 km/h. “Além de esquadrias reforçadas, sistemas de ancoragem das paredes e telhados, materiais mais robustos são utilizados para garantir a integridade da estrutura”, afirma. “No caso das janelas e portas, o uso de vidros laminados, que possuem camadas de proteção, evita que objetos sejam arremessados para dentro das casas durante tempestades, preservando a segurança dos moradores”. Com a passagem do furacão Milton, a Flórida enfrenta agora o árduo processo de reconstrução. Além das construções, o preparo da população também tem papel essencial. As autoridades locais têm intensificado campanhas de conscientização, destacando a importância de evacuar as áreas de risco e reforçar a segurança dos imóveis antes da chegada de grandes tempestades. “Uma casa protegida com esquadrias resistentes e outros reforços pode fazer a diferença entre a perda total e a preservação do imóvel”, relata José Netto. “Com o aumento da intensidade dos furacões nos últimos anos, não é uma questão de ‘se’, mas de ‘quando’ uma nova tempestade devastadora atingirá a região. Estar preparado é essencial”, conclui o especialista. Fonte: José Netto/Lucky Assessoria

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