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- INCÊNDIO ATINGE SHOPPING NO BRÁS, EM SÃO PAULO
Na última quarta-feira (30), o Shopping 25, na Rua Barão de Ladário, região do Brás, Centro de São Paulo, pegou fogo. As causas estão sendo investigadas e não há registros de feridos. O incêndio começou por volta das 6h40, pelo menos 24 viaturas da corporação e 76 bombeiros foram ao local para tentar controlar as chamas. Uma fumaça escura de mais de 150 m de altura tomou o lado de fora do shopping. Parte do teto do imóvel desabou por volta das 8h. Segundo o capitão Maycon Cristo, porta-voz do Corpo de Bombeiros, o incêndio foi de grandes proporções e atingiu uma área de 18 mil m². O Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB) do shopping venceu em agosto. “[Sem o AVCB] poderia estar funcionando apenas em fase de regularização. Não é o caso de se fechar imediatamente quando não se tem AVCB. [O prédio precisaria ter bombeiro civil] durante o horário de funcionamento”, informou. “Vale lembrar que o AVCB é uma fotografia que o Corpo de Bombeiros registra em um determinado dia do ano. No momento o estabelecimento pode estar em conformidade, mas após um mês, ou um ano entre as vistorias, muitas coisas podem acontecer e o local pode sair do padrão adequado. Incêndios criminosos, por negligência ou outras causas podem ocorrer. O AVCB é um documento que fornece uma autorização de partida, mas os proprietários e administradores precisam manter o estabelecimento com o sistema de proteção de incêndios em funcionamento ao longo do tempo”, explica Marcelo Lima, consultor do Instituto Sprinkler Brasil e especialista em proteção e combate a incêndios. Algumas ruas da região foram interditadas pela Polícia Militar (PM) para facilitar o trabalho dos bombeiros no combate às chamas. Ao menos sete linhas de ônibus foram desviadas pela SPTrans para não passarem pela região do incêndio. Esse é o segundo incêndio na região do Brás nesta semana. No domingo (27), outro incêndio atingiu um galpão de compras na região, que ficou completamente destruído na rua Doutor João Alves de Lima. Segundo Lima, muitos proprietários e administradores dos estabelecimentos não sabem que o sistema de sprinklers precisa de manutenção. “Eles acreditam que somente precisam instalá-lo. Apesar do histórico excepcional do funcionamento do sistema de sprinklers , sempre é bom ressaltar que a estatística bem-sucedida só vale para os sistemas que são bem instalados, projetados e mantidos”, afirma. Para o especialista, a comparação é sempre com o carro. “Não se pode somente rodar sem fazer a manutenção adequada. Diversos problemas podem ocorrer quando não há manutenção nos sprinklers . Um problema muito comum é a bomba que distribui a água para toda a tubulação não funcionar. Isso pode acontecer por várias razões: não funcionamento da peça, botão que permite o acionamento automático desligado, válvulas fechadas, falta d'água no tanque, entre outros”. Esses são os principais problemas do dia a dia e podem ser resolvidos com programas de inspeção, manutenção e vistorias semanais pelo bombeiro civil. Ainda há uma possibilidade de problemas na projeção e instalação, mas este caso é menos comum do que a falta de manutenção, segundo Lima. “Em shoppings como este do Brás é comum que as pessoas coloquem produtos em uma altura que quase encosta no sprinkler e quase impede o funcionamento por causa do excesso de material. Todas essas questões precisam ser vistas e inspecionadas toda a semana. Caso não sejam verificadas, todo o alto investimento feito no sistema de proteção de incêndio será perdido, pois o sistema não vai funcionar”, observa o consultor. Fonte: G1 e Instituto Sprinkler Brasil/Assessoria Conteúdo Comunicação
- 5 ESTRATÉGIAS PARA IMPLEMENTAR TECNOLOGIAS EM CONDOMÍNIOS CORPORATIVOS
Além de reduzir custos, transformações digitais podem trazer mais segurança e conforto dos ocupantes Nos últimos anos, a tecnologia vem transformando diferentes setores do mercado com sua potência de otimização, e um dos segmentos mais afetados são os condomínios empresariais. Segundo levantamento da Secovi-SP, em parceria com a CBRE Brasil, apenas a cidade de São Paulo registrou um aumento de 39,4% na absorção bruta de escritórios em 12 meses. Diante desse crescimento, para promover eficiência nos processos de gestão, as inovações digitais chegam para garantir segurança, conforto dos ocupantes e redução de custos no setor, sendo cada vez mais demandada por empresas que buscam modernizar seus edifícios. No entanto, para que todo o processo seja feito de modo eficaz, algumas estratégias precisam ser implementadas, e podem fazer a diferença. Para Thais Mendes, Head of Client Experience em Smart Solutions na Pitney Bowes, multinacional especializada em soluções de logística, envio de documentos, encomendas e pacotes, três passos cruciais são: 1. AUTOMAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO: “A adoção de softwares de gestão está em alta. Empresas especializadas em soluções SaaS (Software as a Service) para o gerenciamento de propriedades corporativas estão atraindo mais investimentos. O segmento deve crescer a uma taxa anual de 9,7% até 2026. Na Pitney Bowes, agregamos na gestão de envio e recebimento de encomendas em condomínios, por exemplo”, pontua Thais. 2. SOLUÇÕES DE SEGURANÇA INTELIGENTE: Neste ponto, a especialista da Pitney Bowes ressalta que o uso de tecnologias de segurança avançadas pode ir além de só proteger o patrimônio das empresas, mas também melhorar a experiência dos colaboradores e visitantes. O mercado de segurança inteligente está crescendo. Projeções indicam que o setor pode ultrapassar US$ 60 bi. até 2026 segundo o Intellectual Market Insights. 3. EFICIÊNCIA ENERGÉTICA E SUSTENTABILIDADE: “Outro fator de suma importância é a sustentabilidade, também muito valorizado pelas empresas que ocupam endereços corporativos. Mais de 70% dos administradores de propriedades estão investindo em tecnologia verde, como sistemas de gestão energética e controle automatizado de iluminação e climatização”, diz Thais. 4 - PLATAFORMAS DE COMUNICAÇÃO E SERVIÇOS DIGITAIS: Investimentos em plataformas que facilitam a comunicação entre os gestores e os ocupantes do condomínio são uma tendência crescente, com foco em melhorar a experiência dos usuários e a eficiência da operação. “Quando utilizamos o sistema PB One Tracking, por exemplo, oferecemos mais transparência na comunicação e gestão entre proprietários, administradores e síndicos.”, complementa a Head de Client Experience. 5 – IA E ANÁLISE DE DADOS: O uso de IA e big data está em crescimento, ajudando na análise de padrões de consumo, manutenção preditiva e otimização de recursos em condomínios. Thais destaca que são muitas possibilidades disponíveis no mercado, porém ao investir é preciso contar com profissionais que irão garantir o apoio operacional, a flexibilização de sistemas com base nas necessidades de negócio e um planejamento estratégico da infraestrutura necessária para operar. “A transformação digital na gestão de condomínios corporativos é uma uma necessidade atual. A adoção de ferramentas avançadas permite que os gestores ofereçam um ambiente mais seguro, forte operacionalmente e alinhado às demandas de cada empreendimento. Pesquisar plataformas e escolher sistemas considerando suas funcionalidades, suporte e segurança de dados é primordial”, finaliza. Fonte: Pitney Bowes
- COMO O CRESCIMENTO DO PIB MOVIMENTA O MERCADO DA CONSTRUÇÃO?
*Por Eduarda Tolentino, CEO da BRZ Empreendimentos O PIB do Brasil cresceu 1,4% no segundo trimestre do ano, superando as expectativas do mercado, que projetava um avanço de 0,9%. Esse resultado foi o mais forte desde o quarto trimestre de 2020. Nesse ritmo, as projeções para a expansão do PIB no ano devem se aproximar de 3% contra os 1,59% projetados pelo relatório Focus em janeiro. Assim, trago observações relevantes sobre este tema inspirada em um texto do José Urbano Duarte: “O mercado imobiliário anda de lado há 10 anos. E a razão não é falta de demanda ou incapacidade de produzir e ofertar mais. Nove em cada dez transações imobiliárias de compra e venda regularmente efetuadas no mercado brasileiro são realizadas com financiamentos habitacionais tradicionais. Nesse contexto, é simples afirmar que o mercado não cresce especialmente porque as condições de financiamento impedem.” O CRESCIMENTO DO PIB NA CONSTRUÇÃO CIVIL A atual condição do país que afeta a dinâmica é objetiva e estrutural, diferentemente das anteriores que tinham perfil mais conjuntural. Qualquer medida que não enfrente o desafio estrutural será paliativa. Importante, mas paliativa. Ainda inspirada nas palavras de José Urbano Duarte, a liberação do compulsório é relevante, mas não a solução como um todo. O financiamento da produção com recursos de mercado também é uma medida temporária e arriscada, pois oferece uma solução de curto prazo e exige 1,5 vezes mais financiamento direcionado do que o alocado à produção. Sobre as estruturas, ele cita duas. A primeira é o mercado secundário, que exige a renúncia de algumas premissas exclusivas de rentabilidade, especialmente quando se tem uma visão de curto prazo focada apenas no produto (financiamento/agentes financeiros). Isso pode representar uma mudança importante na maneira como o negócio é visto, principalmente para incorporadoras e construtoras. A segunda é a necessidade de foco no financiamento tradicional, sendo essencial direcionar os dois principais fundos de maneira clara conforme seu propósito principal. O FGTS deve continuar voltado ao público de baixa renda (popular), enquanto a poupança deve atender o segmento de Média e Alta Renda (MAP). COMO O SETOR IMOBILIÁRIO PODE APROVEITAR O AUMENTO DO PIB As vantagens do aumento do PIB são várias, mas só vamos conseguir aproveitá-las se estivermos preparados. Nesse contexto, as empresas devem adotar algumas medidas estratégicas para surfar essa onda, em vez de apenas observá-la. A primeira delas é investir na análise de demanda dos imóveis. Aqui, os comitês de gestão devem abrir o olho para o monitoramento dos indicadores de consumo, intenção de compra e o crescimento populacional das regiões. A partir disso, é possível entender o que o mercado pede: se é habitação popular, médio padrão ou alto luxo. Outro ponto importante é realizar um estudo de viabilidade e preço de insumos. Com a demanda de imóveis aumentando, a busca por materiais de construção acompanha o movimento — o que impacta e muito no preço. O cimento, o aço e o vidro são os primeiros da lista a serem avaliados. Assim, se houver sinais de que o PIB e os preços continuarão crescendo, as construtoras podem decidir antecipar compras de materiais ou adotar práticas que reduzam a dependência de insumos tradicionais. Não podemos esquecer de manter um olhar atento e cauteloso nesses momentos. É interessante fazer uma análise macro de riscos, pois cenários de crescimento do PIB podem vir acompanhados de volatilidade em outras áreas, como inflação, câmbio ou pressões políticas. Então, nada melhor do que se precaver e fazer uma avaliação cuidadosa dos riscos envolvidos nos projetos, considerando tanto o crescimento do PIB quanto outros fatores macroeconômicos. O DESAFIO POR TRÁS DE UM CRESCIMENTO AINDA MAIOR Em relação ao financiamento, um dos pontos principais recai sobre a necessidade de adotarmos uma postura proativa, priorizando planejamento e processos em vez de reagir às emergências previstas. Ainda mais em um contexto que afeta tanto a perenidade do acesso à moradia quanto a previsibilidade do setor. Promover uma ampla discussão sobre medidas estruturais, consistentes e que gerem resultados permanentes é imprescindível. Poucos setores da nossa economia impactam tanto a população quanto a construção civil, seja no ambiente, na inovação ou na geração de empregos em diferentes níveis. Em um país como o Brasil, em que o déficit habitacional é de sete milhões de pessoas, criar mecanismos que reduzam o custo do capital para linhas de crédito imobiliário é uma boa saída. Se quisermos, de fato, mudar o gráfico acima para promover um crescimento significativo, é necessário que as agendas conjunturais sejam priorizadas por todos os envolvidos do setor. Mas, é ainda mais importante que as questões estruturais recebam a devida atenção. Fonte: BRZ Empreendimentos/NB Press Comunicação
- CONSTRUÇÃO CIVIL: DOIS NOVOS EMPREENDIMENTOS DA LOTISA CONQUISTAM SELO OBRA MAIS SEGURA EM ITAJAÍ
Art Tower e Sun Park recebem certificação do SESI SC, reforçando a cultura da construtora focada em saúde e segurança da equipe Reprodução: Lotisa Outras duas obras da Lotisa Empreendimentos, construtora de Itajaí (SC), conquistaram o selo de Obra Mais Segura concedido pelo Serviço Social da Indústria (Sesi). Os empreendimentos Art Tower e Sun Park, localizados no bairro Fazenda, receberam a certificação especial, em um evento promovido na obra. Resultado de uma parceria entre o Sesi, o Sindicato da Indústria da Construção Civil da Foz do Rio Itajaí (Sinduscon) e a Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc), o selo Obra Mais Segura reconhece empreendimentos que adotam práticas de segurança de alto nível em seus canteiros de obra. As duas novas certificações são um marco importante para o setor da construção civil em Itajaí e soma-se a outros 3 já conquistados pela Lotisa. O programa conta com a atuação dos agentes Somas (Supervisores Obra Mais Segura), profissionais treinados para identificar riscos, orientar colegas e promover boas práticas nos canteiros de obras. Além disso, o Sesi realiza inspeções regulares para verificar a conformidade das obras com as normas de segurança. REDUÇÃO DOS RISCOS DE ACIDENTES Ao aderir ao programa, as construtoras também reduzem o número de acidentes e evitam custos com multas e processos trabalhistas. Os operários, por sua vez, têm seus direitos garantidos e podem exercer suas atividades com mais tranquilidade. Para Victor Carvalho Martins, engenheiro da construtora, o selo representa a evolução contínua da marca. "Temos uma cultura de segurança muito forte. A Lotisa foi a primeira empresa do setor em Itajaí a conquistar o selo e isso mostra que estamos no caminho certo. Nosso objetivo é proporcionar um ambiente de trabalho seguro e confortável para toda a equipe, de forma que possam voltar para casa em segurança", pontua. PROGRAMA RIGOROSO A certificação Obra Mais Segura vai além da segurança no ambiente de trabalho. Ao garantir a integridade física de seus colaboradores, a Lotisa também impacta positivamente a vida de suas famílias. Cindy Zanetti, engenheira de segurança do Programa Obra Mais Segura do Sesi, destaca a importância da parceria com as construtoras de Itajaí e região. "A Lotisa é um exemplo para o mercado, mostrando que é possível conciliar qualidade e segurança na construção civil." Para conquistar o selo, a Lotisa segue um rigoroso programa, que inclui treinamentos frequentes para manter seus colaboradores atualizados sobre as normas e procedimentos, a disponibilização e exigência do uso correto de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), como capacetes, luvas e botas, e a supervisão constante por parte de engenheiros e técnicos especializados, visando identificar e mitigar qualquer tipo de risco. Fonte: Lotisa/Buriti
- RECICLAGEM DO ALUMÍNIO: SAIBA MAIS SOBRE O METAL QUE É INFINITAMENTE RECICLÁVEL
Dia Nacional da Reciclagem do Alumínio reforça a importância sobre o material e sua cadeia de reciclagem, considerada referência para o mundo O Dia Nacional da Reciclagem do Alumínio foi comemorado na última segunda-feira (28). A data foi instituída pela Associação Brasileira do Alumínio (Abal), em 2003, com o objetivo de reforçar à sociedade a importância para o país do metal e de sua cadeia de reciclagem, considerada referência para o mundo. No Brasil, atualmente, cerca de 60% do alumínio consumido já provém de fontes recicladas, enquanto a média mundial é de cerca de 30%, conforme dados da Abal. Analisando apenas o desempenho do segmento de latas de alumínio para bebidas, há mais de 15 anos, o índice de reciclagem se mantém acima dos 96%. Dados recém-divulgados pelo International Aluminum Institute (IAI) dão conta que a demanda global por alumínio reciclado pode até quadruplicar até 2050, atingindo cerca de 80 milhões de toneladas. O estudo relaciona o aumento de demanda com a intensidade do avanço do aquecimento global nas próximas décadas. A reciclagem é aliada neste processo também porque propicia inúmeros benefícios ambientais, como conservação de recursos naturais, redução do volume de resíduo sólido, aumento de vida útil dos aterros e contribuição para a transição energética justa. Além disso, provoca benefícios econômicos e sociais, contribuindo com a renda de mais de 800 mil catadores e catadoras no Brasil. Presente nas fachadas de edifícios, panelas, latas para bebidas e na energia elétrica, podemos destacar também o segmento de transporte com blocos de motores e rodas, que podem ser reciclados ao fim de sua vida útil. "O papel da reciclagem do alumínio para o país e para a indústria é de extrema importância. Uma das características que tornam o alumínio o material de escolha na transição para uma economia de baixo carbono, consiste na possibilidade do metal ser infinitamente reciclável, sem perder suas características físicas e químicas. A reciclagem do alumínio brasileiro é um padrão de referência para o mundo”, comenta Janaina Donas, presidente-executiva da Abal. CONFIRA OUTROS DADOS IMPORTANTES ACERCA DO ALUMÍNIO De acordo com a International Aluminium Institute (IAI), o alumínio pode ser reciclado infinitamente sem perder suas propriedades. Também segundo a entidade, o alumínio é um dos materiais mais reciclados no planeta; 75% de todo de alumínio já produzido no mundo continua em uso; A reciclagem do alumínio no país teve salto de 113 vezes desde 1970 (ano de fundação da Abal) para cerca de 904 mil toneladas, de acordo com o levantamento mais recente; A atividade contribui com a geração de emprego e renda para mais de 800 mil pessoas; Cada tonelada de alumínio reciclado economiza a extração de cerca de cinco toneladas de bauxita e 95% do consumo de energia utilizado na produção primária, além do reaproveitamento de outros elementos de liga, como silício, magnésio, manganês, entre outros; Além da alta circularidade conferida ao segmento de embalagens, o metal contribui para a fabricação de veículos mais leves e com menor consumo de combustível; A aplicação do alumínio na construção civil proporciona ganhos de eficiência energética às edificações verdes; No setor elétrico, o emprego do alumínio facilita a expansão dos sistemas de transmissão, distribuição e geração de energia renovável com menor impacto ambiental. Não há sociedade moderna sem o alumínio. As preocupações com as mudanças climáticas têm mobilizado sociedade, academia, indústrias e governos na revisão dos hábitos de consumo, processos produtivos e na construção de políticas de controle e incentivo à redução dos níveis de emissão de gases de efeito estufa (GEE). Fonte: Abal/Assessoria GBR Comunicação
- CONHEÇA A CERTIFICAÇÃO EDGE E ENTENDA COMO OS VIDROS PODEM AJUDAR A CONQUISTÁ-LA
I ncentivos para a construção de edifícios mais eficientes e sustentáveis têm motivado a busca por certificações específicas Divulgação: Divinal Vidros A certificação EDGE (Excellence in Design for Greater Efficiencies) é um sistema de certificação internacional para edificações sustentáveis, desenvolvida pela International Finance Corporation (IFC), membro do Grupo Banco Mundial. O principal objetivo é promover a construção de edifícios mais eficientes em termos de recursos, como água, energia e materiais, ajudando a reduzir a pegada ambiental do setor de construção. Nesse aspecto, o vidro se apresenta com um recurso. A certificação EDGE é uma versão simplificada da certificação LEED (Leadership in Energy and Environmental Design - Liderança em Energia e Design Ambiental). Ela pode ser aplicada a diversos tipos de edificações, incluindo residências, edifícios comerciais e industriais. Ao adotar práticas sustentáveis que atendam aos padrões EDGE, construtoras brasileiras podem não apenas reduzir custos operacionais, mas também contribuir para a sustentabilidade ambiental e obter reconhecimento no mercado. Criado em 2014, o reconhecimento é voltado para construções que atendem a requisitos específicos de eficiência, que incluem economia de três itens básicos: energia, água e materiais. Além de obter economia na construção, os construtores ou incorporadores desfrutam de diversas vantagens, como: Valorização do imóvel com aumento do valor de mercado: edifícios certificados são vistos como mais valiosos pelos compradores e investidores, o que pode resultar em preços de venda mais altos; Diferenciação no mercado: destacando o imóvel da concorrência, como uma construção sustentável e eficiente; Promessa de menores custos para os futuros ocupantes: edifícios com certificação EDGE são projetados para consumir menos energia e água, resultando em menores custos operacionais para os futuros ocupantes. Isso pode ser um atrativo para compradores ou locatários; Acesso a financiamentos verdes: em alguns mercados, edifícios certificados EDGE podem se qualificar para financiamentos com taxas de juros mais baixas ou outras condições favoráveis, oferecidas por instituições financeiras que promovem práticas sustentáveis; Melhoria da reputação da marca: incorporadoras e construtoras que obtêm certificações EDGE podem fortalecer sua imagem como empresas comprometidas com a sustentabilidade e a responsabilidade social; Antecipação a normas e regulamentações: muitos países estão caminhando para regulamentações mais rigorosas em relação à eficiência energética e sustentabilidade. Edifícios certificados EDGE já estão em conformidade com muitas dessas normas, o que pode evitar custos futuros de adaptação. REDUÇÕES IGUAIS OU MAIORES QUE 20% EM ENERGIA E ÁGUA No quesito economia de energia, o edifício deve alcançar o índice mínimo de 20% em comparação com uma construção padrão. Para obter esse quociente, pode incluir o uso de tecnologias de iluminação eficientes, sistemas de climatização avançados, além de materiais de isolamento térmico. O vidro pode entrar no aproveitamento eficiente da luz natural, ao mesmo tempo em que barra a entrada do excesso de calor, retardando o acionamento do sistema de ar-condicionado. Da mesma forma, a construção candidata à certificação EDGE precisa reduzir o consumo de água em pelo menos 20% em relação ao padrão. Isso pode ser feito por meio de instalações hidráulicas eficientes, como torneiras e chuveiros de baixo fluxo, e sistemas de reúso de água. O terceiro quesito para a conquista da certificação EDGE é a utilização de materiais que resultem em uma redução de 20% na energia incorporada, que é a energia gasta na fabricação e transporte dos materiais. Isso pode ser alcançado através do uso de materiais locais, reciclados ou de baixo impacto ambiental como, por exemplo, o vidro, que é 100% reciclável e durável, permanecendo em estado de novo durante décadas sem exigir reparos ou substituições. ESCOLHA VIDROS ECOLÓGICOS A escolha dos vidros das fachadas é crucial para a conquista da certificação EDGE, pois pode impactar diretamente a eficiência energética, a economia de água e o uso de materiais na construção. A seguir, algumas maneiras pelas quais os vidros podem contribuir ou prejudicar essa certificação: Vidros de baixa emissividade (Low-E) Com revestimentos de baixa emissividade, ajudam a controlar o ganho de calor solar sem comprometer a entrada de luz natural. Isso reduz a necessidade de ar-condicionado, contribuindo para a economia de energia, um dos pilares da certificação EDGE. Vidros insulados A utilização de vidros insulados (ou duplos), que possuem uma camada de ar ou gás inerte entre as lâminas de vidro, melhora o isolamento térmico. Isso minimiza a perda de calor no inverno e o ganho de calor no verão, reduzindo a carga de aquecimento e resfriamento. Controle Solar Vidros com propriedades de controle solar, como os modelos refletivos ou com filtros específicos, ajudam a reduzir o ganho de calor solar, mantendo o ambiente interno mais fresco e reduzindo o uso de energia para resfriamento. Fonte: Divinal Vidros
- CBA PARTICIPA DO 5º FÓRUM CONTRAMARCO SUL
Evento é voltado para a transmissão de conteúdos e conhecimentos no segmento de esquadrias, vidros e fachadas Divulgação A Companhia Brasileira de Alumínio (CBA) participou como patrocinadora no 5º Fórum Contramarco Sul, que aconteceu no dia 24 de outubro, em Curitiba (PR), no Viasoft Experience, das 13h às 20h. A presença da CBA se dá por meio da Primora, sua marca exclusiva para a construção civil, em parceria com a Distribuidora Oficial Sublime, que tem como foco soluções personalizadas e se destaca pela versatilidade do alumínio e suas aplicações em fachadas, esquadrias e revestimentos. “Nosso objetivo é consolidar a marca Primora como uma escolha inteligente para a construção civil, apresentando seus produtos inovadores em esquadrias de alumínio com alta performance, que aliam soluções arrojadas e sustentáveis e aproveitam a leveza, durabilidade e sustentabilidade do alumínio. Além disso, os produtos atendem às necessidades de diferentes tipos de projetos, o que os torna, também, versáteis”, destaca André Cardoso, consultor de desenvolvimento de mercado e inovação da CBA. O evento é organizado pela Revista Contramarco e coligado à Feira Internacional da Indústria de Esquadrias - FESQUA, e tem como objetivo elevar o nível do segmento de esquadrias, vidros e fachadas com palestras e apresentações das novas tecnologias e sistemas para a indústria de esquadrias e vidros. São quatro horas de conteúdo, divididas em quatro painéis e dois debates com profissionais importantes do setor. Mais informações pelo site - www.forumcontramarco.com.br Fonte: CBA/Agência FR
- CAU/BR FIRMA PARCERIA COM ABNT PARA OFERECER ACESSO GRATUITO A NORMAS TÉCNICAS A ARQUITETOS E URBANISTAS
O Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil (CAU/BR) firmou uma parceria com a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), oferecendo aos arquitetos e urbanistas de todo o Brasil acesso gratuito às normas técnicas que asseguram a qualidade e segurança jurídica no exercício da profissão. A iniciativa visa contribuir para a segurança jurídica dos profissionais, que passam a ter à disposição critérios técnicos pré-estabelecidos, além de equiparar o CAU às condições oferecidas por outros Conselhos Profissionais. Por meio dessa parceria, além de visualizar as normas sem custo, os profissionais de arquitetura e urbanismo registrados no CAU poderão adquirir e baixar normas técnicas com 66% de desconto. Além disso, terão acesso aos cursos da ABNT com 50% de desconto. “A parceria reforça o compromisso do CAU/BR em ser uma referência na democratização do conhecimento técnico e no incentivo às boas práticas em arquitetura e urbanismo”, afirmou Patrícia Sarquis Herden, presidente do CAU/BR. “Queremos promover a ética e a transparência na profissão, estimulando a aplicação das normas técnicas e facilitando o acesso a ferramentas digitais que otimizem as atividades profissionais”, acrescentou. A iniciativa foi desenvolvida após uma escuta sensível do CAU/BR às demandas da categoria, recebidas por meio das redes sociais, da Rede Integrada de Atendimento, Transparência e Ouvidoria, e pelo engajamento dos CAUs estaduais e da Comissão de Políticas Públicas (CPP) do Conselho. Durante a cerimônia de assinatura, Mário William, presidente do conselho deliberativo da ABNT, destacou: “É uma alegria muito grande trazer de volta essa parceria com o CAU/BR. A assinatura desse convênio vai permitir que todos os arquitetos e urbanistas do Brasil tenham acesso de visualização ilimitada às normas técnicas e, além disso, participar do Sistema de Normalização da ABNT, Cabe ressaltar também que todo o Sistema CAU estará fazendo parte do nosso quadro associativo na categoria Mantenedor, usufruindo de todos os benefícios pertinentes da categoria. dentro das votações do conselho da associação.” Os arquitetos e urbanistas registrados e adimplentes com o CAU/BR podem acessar as normas gratuitamente através do site ABNT Catálogo CAU , utilizando o número de CPF cadastrado no Sistema de Informação e Comunicação do CAU (SICCAU), já integrado ao sistema da ABNT. A consulta é realizada de forma online, garantindo segurança e conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). O acesso é pessoal e intransferível, não permitindo a visualização compartilhada. PARTICIPAÇÃO DO CAU EM ASSEMBLEIAS DA ABNT A parceria também garante ao CAU/BR e aos 27 CAUs estaduais o status de Colaboradores Mantenedores da ABNT. Isso possibilita a participação ativa dos Conselhos nas Assembleias Gerais da Associação, permitindo a indicação de profissionais para os Comitês Brasileiros e Organismos de Normalização Setorial da ABNT. O CAU poderá votar e ser votado para cargos eletivos nos Conselhos Deliberativo e Fiscal, na Superintendência dos Comitês Brasileiros e no Conselho Técnico da ABNT. Além disso, o CAU/BR representará o Brasil em um comitê da Organização Internacional de Normalização (ISO), criado por sugestão da China, que tratará da elaboração de normas para o Patrimônio Cultural. Segundo o CAU/BR, esse movimento visa promover “oportunidades igualitárias aos profissionais do setor de Arquitetura e Urbanismo, Engenharia e Construção Civil, assegurando que a atuação dos arquitetos e urbanistas siga normas técnicas, com foco na qualidade e eficiência dos projetos entregues à sociedade”. Fonte: ABNT/FSB Comunicação
- SILENT S: SISTEMA DE ESQUADRIAS DESLIZANTES DA CDA METAIS
Divulgação: CDA Metais Com desempenho acústico e design sofisticado, o sistema de esquadrias residenciais deslizante Silent S, desenvolvido pela CDA Metais, pode ser complementado com cores atemporais, projetadas para unir estilo e eficiência. Segundo a empresa, a solução une design minimalista e perfis contemporâneos. Entre as características, a marca destaca: alto desempenho acústico; bitola de 45 mm; diversas opções de montagens; trilho embutido; persiana integrada, portas com bandeiras fixas; opções alçantes e slide; e perfis de mão de amigo com 25 mm de vista frontal. A empresa informa que o sistema supera os requisitos de acústica, permeabilidade e estanqueidade conforme as normas ABNT NBR 15.575 — Edificações Habitacionais, e NBR 10.821 — Esquadrias Externas para Edificações. Fonte: CDA Metais
- PATOLOGIAS DAS CONSTRUÇÕES: PRINCIPAIS TIPOS E COMO EVITÁ-LAS
As "doenças" das obras podem aparecer em qualquer momento e comprometer as estruturas das edificações Assim como o corpo humano, as edificações também sofrem de patologias, que podem acometer suas estruturas e comprometer a edificação, essas “doenças” são chamadas de patologias das construções. Uma manifestação patológica é definida pela norma de desempenho NBR 15575 — Edificações Habitacionais — Desempenho como uma irregularidade que se manifesta no produto em função de falhas no projeto, na fabricação, na instalação, na execução, na montagem, no uso ou na manutenção, bem como problemas que não decorram do envelhecimento natural, de acordo com o site Sienge. Segundo o portal Stant, desde os primeiros momentos, logo após a realização da concretagem , a tendência natural é que as partículas sólidas que compõem o concreto comecem a ir para baixo. Ocorre perda de água e ar durante todo o processo, o que provoca uma redução da massa ainda em estado chamado “plástico”, que significa que ainda não está dura. Durante a concretagem e o adensamento do material, caso alguma ação impeça que o concreto vá secando de forma homogênea, podem surgir as patologias que prejudicam a obra e chegam até a inviabilizar a continuidade dos projetos, por exemplo. As patologias podem aparecer em momentos diferentes em qualquer projeto, inclusive anos após a entrega do empreendimento. Entretanto, a atenção e cuidados podem evitar o aparecimento de problemas ou até mesmo possibilitar que sejam resolvidos de modo mais prático. Nesta matéria, será possível entender as principais causas e como evitar as patologias das construções. PRINCIPAIS CAUSAS A elaboração e execução do projeto são as primeiras garantias para que não aconteçam imprevistos na obra. Quando esta etapa do empreendimento é incompleta ou aponta informações incorretas, todas as demais fases da obra ficam comprometidas. A qualidade do material, a forma como é utilizado e armazenado e a falta de supervisão são fatores que influenciam de forma direta se uma obra terá ou não determinadas patologias. É muito importante que todas as leis e normas que determinam padrões de qualidade para construções sejam seguidas, de acordo com o portal Stant . A utilização de uma plataforma de gestão de obras também é fundamental para a garantia de que todos os pontos sobre o projeto , desde a sua elaboração, sejam devidamente analisados e as melhores decisões sejam tomadas por toda a equipe. Felipe Lima Engenheiro civil, professor e consultor em patologia das construções e fundador da Adpat Brasil, menciona cinco manifestações patológicas mais recorrentes em construções, destacam-se: fissuras em alvenarias, revestimentos e estruturas; umidade e infiltração, causadas por falhas de estanqueidade e impermeabilizações; corrosão das armaduras em estruturas de concreto armado; desplacamento de revestimentos cerâmicos; e manchas de mofo e bolor em revestimentos. DIAGNÓSTICO DO PROBLEMA O diagnóstico de manifestações patológicas varia conforme o sistema inspecionado, mas alguns dos principais equipamentos incluem: martelo de percussão para verificar som cavo, câmera termográfica para detectar presença de umidade e deslocamentos, drones para análise de áreas inacessíveis, detectores de umidade, ferramentas de perfuração e corte para abertura de janelas de inspeção, dinamômetro para avaliar resistência de aderência, esclerômetro para avaliar a resistência superficial do concreto, entre outras ferramentas, conforme Lima. No entanto, a inspeção sensorial, conforme descrita na NBR 16747 — Inspeção predial - Diretrizes, conceitos, terminologia e procedimento, também é uma ferramenta importante. “Nossos sentidos — visão, audição e tato — são indispensáveis na detecção preliminar de sinais de manifestações patológicas”, diz. COMO EVITAR AS PATOLOGIAS? “A prevenção das manifestações patológicas começa com a elaboração de projetos bem detalhados, considerando soluções que minimizem o risco de falhas futuras. Durante a construção, a escolha de materiais adequados, com durabilidade e compatíveis com o ambiente é crucial, assim como garantir uma execução correta das técnicas construtivas, atendendo às normas técnicas, boas práticas e especificações dos fabricantes”, afirma Lima. Em sua visão, já na fase de manutenção, é essencial adotar um plano de manutenção preventiva, que inclua inspeções periódicas e correções de pequenas anomalias, antes que se tornem graves, além da atualização constante de um manual de manutenção. “A manutenção preventiva é vital para prolongar a vida útil da edificação e evitar custos elevados de reparos em decorrência de negligências”, analisa. Confira abaixo cinco dicas finais para evitar patologias de obras, segundo o portal Sienge: Projeto – garantir que o investimento seja executado de acordo com todas as normas de construção civil previstas ao tipo de empreendimento; Controle de qualidade – os materiais adotados devem atender às normas técnicas e precisam ser utilizados conforme as orientações do fabricante; Fiscalização – estabelecer uma rotina de fiscalização para que todas as etapas da obra tenham o mesmo padrão de qualidade na execução; Utilização adequada – atenção para que a obra não receba cargas e alterações estruturais que não condizem com o limite suportado no projeto original; Manutenção – a identificação de patologias durante ou após a conclusão da obra demanda medidas imediatas. A correção de um pequeno problema hoje evita danos maiores no futuro. Fontes: Felipe Lima, Stant e Sienge
- SIKA BRASIL CELEBRA 90 ANOS DE HISTÓRIA EM 2024
Empresa comemora trajetória levando inovações e soluções químicas para grandes obras de infraestrutura, como o Cristo Redentor, e até pequenas obras residenciais e comerciais A Sika, desenvolvedora e produtora de sistemas e produtos de fixação, vedação, amortecimento, reforço e proteção no setor de construção, como argamassas e rejuntes, e indústria automobilística, comemora um marco histórico: 90 anos de presença no Brasil. Desde sua fundação em 1934 no Rio de Janeiro, a empresa tem se dedicado a entender e atender as necessidades do mercado brasileiro, destacando-se como líder em soluções químicas em todo o mundo. Durante as nove décadas de trajetória, a Sika Brasil não só consolidou sua posição no mercado, mas também expandiu suas operações, transferindo sua sede para São Paulo na década de 90 e estabelecendo 16 plantas produtivas em diversas regiões do país, como Osasco, Porto Alegre, Joinville, Curitiba, Jandira, Lençóis Paulista, Cravinhos, Pedro Leopoldo, Rio de Janeiro, Salvador, Recife, Belém, São Luís, Manaus e Aparecida de Goiânia. Esta distribuição estratégica permite à empresa atender de maneira eficiente e personalizada as demandas regionais, garantindo a entrega de soluções adequadas para cada mercado local. “ O DNA da Sika Brasil é crescer todos os anos, seja de forma orgânica e através de aquisições e expansões. Então, esse é o nosso grande objetivo nos próximos anos, ao longo dessa década, continuar com esse plano de expansão da companhia”, afirma Romeu Martinelli, gerente geral da Sika Brasil. A Sika Brasil é uma subsidiária da Sika AG, com sede na Suíça. A multinacional está presente em 103 países e opera em mais de 400 fábricas, empregando mais de 33 mil pessoas, cujas vendas anuais geraram 11,2 bilhões de francos suíço em 2023. A empresa valoriza a inovação e a sustentabilidade, oferecendo produtos que vão desde aditivos para concreto em grandes obras de infraestrutura até selantes e impermeabilizantes para pequenas reformas residenciais. Só no ano passado, o grupo desenvolveu 188 soluções inovadoras. “Como parte do grupo Sika, uma empresa presente em mais de 100 países, a Sika Brasil segue com clareza a missão e os valores da companhia, garantindo uma operação alinhada aos padrões globais de excelência e sustentabilidade. Nosso compromisso com a missão e os valores da Sika é o que nos une e nos fortalece, permitindo que continuemos crescendo e inovando no mercado brasileiro”, afirma Martinelli. A história da Sika Brasil é marcada por grandes obras de infraestrutura, como a do Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, no Pará, e da de Santo Antônio, em Rondônia, assim como a da transposição das águas do São Francisco, que percorre vários estados, e dos projetos do metrô de São Paulo e Fortaleza. Além disso, a empresa atende também o mercado de varejo, proporcionando produtos de alta tecnologia para obras residenciais e comerciais. Hoje, a Sika conta com mais de mil produtos em seu portfólio. O Sika-1, aditivo de impermeabilização com rápido tempo de pega para argamassa, foi o primeiro produto desenvolvido. Um dos mais vendidos até hoje, o Sika-1 foi usado para impermeabilizar o túnel de São Gotthard, na Suíça, em 1910, o que permitiu à empresa ferroviária eletrificar a importante conexão entre o Norte e o Sul da Europa. A Sika Brasil foi a primeira fábrica instalada na América Latina, sendo a 7ª inaugurada em todo o mundo. A empresa entende o mercado brasileiro e suas particularidades. Ou seja, o seu propósito é antecipar e responder aos desafios futuros, fornecendo soluções confiáveis, inovadoras, sustentáveis e duradouras nas indústrias de construção, edificação e produção. Todas as linhas de produtos são divididas por mercados-alvo específicos, atendendo às diversas necessidades dos clientes. A celebração dos 90 anos é uma oportunidade para a Sika Brasil agradecer a todos os colaboradores, clientes e parceiros que fizeram parte desta trajetória. "A Sika Brasil é feita de pessoas dedicadas que contribuíram para chegarmos até aqui. Cada colaborador, cliente e parceiro é parte desta história de sucesso. Vamos celebrar juntos essa conquista," acrescentou Martinelli. Fonte: Sika Brasil
- VIVIX CONQUISTA 1° LUGAR NO PRÊMIO DE INOVAÇÃO ABINC DE IOT 2024
Premiação é uma das mais conceituadas da Indústria 4.0 no Brasil A Vivix Vidros Planos, única empresa do setor com capital 100% nacional e do centenário Grupo Cornélio Brennand (GCB), conquistou o primeiro lugar na categoria “Empresas Consolidadas” do prêmio ABINC de Iot 2024, que é um dos mais consagrados da Indústria 4.0 no Brasil, promovido pela Associação Brasileira de Internet das Coisas (ABINC). A premiação visa estimular o mercado a explorar as possibilidades que a IoT – sigla "Internet of Things" que em português significa "Internet das Coisas" – proporciona em qualquer segmento, além de dar visibilidade a casos reais e suas soluções inovadoras através do uso da IoT no universo empresarial. Entre mais de 70 organizações inscritas, a Vivix ganhou destaque com o projeto "DNA do Vidro Integrado com o Engenheiro Virtual". O evento de premiação aconteceu no último dia 10 de outubro, dentro da programação do Futurecom 2024, onde ocorreu o ABINC Summit simultaneamente. A Futurecom é um dos maiores eventos de tecnologia, telecomunicações e transformação digital na América Latina, onde foram debatidos temas como 5G, IoT, inteligência artificial, segurança cibernética e transformação digital, promovendo a integração entre tecnologia e negócios para impulsionar o desenvolvimento das indústrias. O projeto "DNA do Vidro” integrado com o “Engenheiro Virtual" da Vivix Vidros Planos, o qual foi reconhecido no topo do ranking do Prêmio ABINC de IoT 2024, reúne dados de produção, qualidade e processo, que antes eram armazenados em silos e sistemas variados, em uma única plataforma digital. Com isso, melhora-se a rastreabilidade de toda linha de produção da fábrica, o atendimento ao cliente e a eficiência do processo produtivo dos vidros. A solução reduz o tempo de resposta a ocorrências de clientes em mais de 80%, utilizando inteligência artificial e Generative AI. Já o Engenheiro Virtual Vivix automatiza a coleta de dados em diversas fontes e fornece diagnósticos personalizados de forma ágil. “As soluções foram idealizadas pela equipe de tecnologia e melhoria contínua da empresa. O sistema funciona centralizando os dados de produção, qualidade e processo em uma plataforma digital, além do Engenheiro Virtual que através da inteligência artificial fornece respostas personalizadas e precisas”, explica Sergio Cavalcante, líder de Tecnologia & Inovação do Grupo Cornélio Brennand (GCB). Os requisitos para que a Vivix conquistasse o primeiro lugar da categoria “Empresas Consolidadas” do prêmio ABINC de IoT 2024 foi: a facilidade de aplicabilidade do projeto no mercado; a geração de valor para a sociedade e/ou para o mercado; a integração de tecnologias habilitadoras de IoT; a escalabilidade; a clara definição do problema vigente que precisa ser/ou foi resolvido; os indicadores de resultados; o grau de inovação e o desenvolvimento e aplicação da solução no Brasil – no caso, no interior da fábrica da Vivix Vidros Planos. “O prêmio ABINC de IoT 2024 é um reconhecimento importante para a Vivix, pois demonstra nosso comprometimento em promover a inovação no setor vidreiro. O prêmio vem como resultado da dedicação de todos que fazem a Vivix na busca por soluções inovadoras e de alta tecnologia, com foco no aumento da satisfação do cliente, na melhoria da qualidade dos nossos produtos atuais, na oferta de novos produtos, no aumento de produtividade e na mitigação de riscos”, complementa Cavalcante. O sistema "DNA do Vidro” integrado com o “Engenheiro Virtual" executa diversas tarefas de forma prática, como: Monitoramento em Tempo Real : centraliza os dados de produção e qualidade de várias máquinas e os integra em uma única plataforma para visualização em tempo real, permitindo a identificação de desvios no processo assim que ocorrem, de forma intuitiva e prática. Automação de Relatórios : gera relatórios automaticamente, com análises de desempenho e qualidade, o que reduz o tempo de preparação e melhora a precisão apoiando as equipes de qualidade. Diagnóstico Personalizado : o Engenheiro Virtual Vivix usa dados históricos e em tempo real para diagnosticar oportunidades, permitindo uma reação rápida para as equipes de produção, processo e qualidade. Controle Estatístico de Processo (CEP ): utiliza modelos estatísticos, para monitorar a estabilidade dos processos, gerar alertas para instabilidades, e calcular indicadores como CP, CPK, PP e PPK. Interface Conversacional : por meio de um chatbot, permite que técnicos e engenheiros realizem consultas e obtenham informações sobre o processo, qualidade e produção de forma prática, sem a necessidade de navegar em sistemas complexos. Rondas e Checklists Digitais : integrado com nossa solução de digitalização, substitui rondas manuais por checklists digitais integrados ao sistema, melhorando o registro e o acompanhamento dos equipamentos e processos de produção. “A VIVIX está constantemente trabalhando em inovações e melhorias para garantir que estejamos na vanguarda do setor. Continuaremos a investir em tecnologia e desenvolvimento de novos processos e produtos para atender às demandas de nossos clientes e oferecer soluções inovadoras. A inovação é fundamental para o nosso sucesso contínuo e estamos comprometidos em continuar avançando neste caminho. Estou animado para ver o futuro que construiremos para a Vivix”, ressalta o líder. Fonte: Vivix














