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  • “Pavilhões de Vidro”: exposição mostra como vidro mudou a arquitetura

    A iniciativa é aberta ao público gratuitamente e vai até 28 de março de 2025. Livro aprofundando sobre o tema será lançado em dezembro Incentivada pelos associados da  Associação Brasileira das Indústrias de Vidro (Abividro) e  curada pela arquiteta Sol Camacho, a exposição gratuita “Pavilhões de Vidro”, em cartaz na Escola da Cidade, em São Paulo (SP), vai até 28 de março de 2025. A iniciativa explora como a evolução do uso do vidro na arquitetura reflete mudanças culturais, econômicas e políticas ao longo do século 20. A mostra reúne peças e projetos que nunca saíram do papel e projetos reais em uma linha do tempo que apresenta a importância do vidro desde os anos 1853 até 2023.  Com destaque para os pavilhões das Exposições Universais, a exposição destaca como o vidro se tornou um símbolo de inovação e modernidade, desafiando fronteiras entre o interior e o exterior. Além da exposição, um livro será lançado em dezembro, aprofundando a pesquisa sobre este material que revolucionou a arquitetura. Serviço: Mostra “Pavilhões de Vidro” Quando: Seg. a sex., das 10h às 18h. Sáb., das 10h às 12h.  Até 28 de março de 2025 Onde: Escola da Cidade  Rua Gen. Jardim, 65, Vila Buarque, São Paulo Preço: Grátis  Classificação: Livre Lançamento do livro “Pavilhões de Vidro: Uma Tipologia de Vanguarda” Quando: 12/12/2024, às 19h Onde: Escola da Cidade  Preço: Grátis

  • 5 motivos para utilizar o módulo financeiro da W.Vetro

    Com o software desenvolvido pela W.Vetro é possível fazer o controle financeiro da empresa em um único sistema. A marca oferece o Evolution, voltado para vidraçarias e serralherias. A ferramenta executa vendas e orçamentos, financeiro, nota fiscal, estoque, compras, produção e custos. Conheça 5 benefícios da solução, segundo a empresa. Fluxo de caixa: previsão dos recebimentos e pagamentos que a empresa precisa realizar.  O usuário pode fazer a abertura de caixa diariamente, semanalmente ou mensalmente. Possibilita gerar boleto ou PIX para os clientes efetuarem o pagamento do orçamento. Realiza o controle de títulos a pagar e receber. Retira o relatório de Demonstração do Resultado do Exercício ( DRE) por despesas e receitas por centro e grupo de custos. A W.Vetro também oferece o software Smart, pensado para distribuidores, a plataforma que permite aos parceiros da empresa cadastrarem seus produtos e disponibilizarem para os clientes da desenvolvedora. Fonte: W.Vetro

  • 2ª Edição do Prêmio Nelson Firmino: conheça os vencedores!

    Neste ano, 32 obras foram inscritas e distribuídas entre as 5 categorias concorrentes No último dia 21 de novembro, a partir das 19h, o Bisutti Boulevard JK, em São Paulo (SP), recebeu a cerimônia da 2ª edição do Prêmio Nelson Firmino, parceria entre o GRUPO CONTRAMARCO e a Associação Nacional de Fabricantes de Esquadrias de Alumínio (Afeal), com apoio da Aluparts, que atua com revitalização de sistemas de esquadrias de alumínio . O evento, em homenagem ao engenheiro que dá nome ao prêmio, aconteceu durante a festa de confraternização da entidade. Neste ano, 32 obras foram inscritas e distribuídas entre as 5 categorias concorrentes: obras horizontais residenciais, obras verticais comerciais, obras verticais residenciais, obras institucionais e projetos especiais. A votação popular obteve 2.555 votos. Já o júri técnico foi composto por Audrey Dias, arquiteta e diretora técnica na Aluparts; Crescêncio Petrucci, engenheiro civil e sócio-fundador da Crescêncio Consultoria; Henrique do Vale, arquiteto e co-fundador da Vale Ensaios; Luis Cláudio Viesti, tecnólogo em construção civil e diretor técnico da LM Viesti; e Maria Teresa Faria, arquiteta e fundadora da Arqmate Consultoria de Esquadrias. A premiação tem como objetivo reconhecer as obras que se destacaram no período. Envolve toda a cadeia produtiva de esquadrias, vidros, fornecedores, consultores, construtoras e arquitetos. O prêmio avalia a obra como um todo, ou parte dela, como um sistema ou componente, além de logística e inovações no processo ou em parte dele. Vencedores O evento de confraternização foi aberto por Filipe Gattera, presidente da Afeal, que trouxe um panorama sobre as atividades e conquistas da associação durante o ano de 2024, ele enfatizou o lançamento de manuais e da nova Academia Afeal, que ofere cursos de capacitação técnica com contéudo gravado, destacou também a atualização do site da entidade. Em seguida, Luis Tavares, diretor do GRUPO CONTRAMARCO, abriu a cerimônia de entrega do Prêmio Nelson Firmino, destacando o objetivo do reconhecimento e quesitos avaliados. Ele também citou todas as obras concorrentes. Na sequência, foi a vez de Audrey falar sobre o significado da premiação, homenagem ao seu pai, o engenheiro Nelson Firmino, fundador da Aluparts. "O prêmio não é só sobre os feitos de Nelson Firmino, é sobre vocês, que todos os dias com talento, dedicação, trabalho de qualidade e esforço atuam para melhorar a nossa paisagem." Logo após, o público pôde conhecer os vencedores de cada categoria, a apresentação foi feita por Mariana Vidal, diretora de conteúdo da Afeal. O Edifício Salma Tower, localizado no Itaim Bibi, em São Paulo (SP), foi o vencedor da categoria obras verticais comerciais. A obra é da construtora Racional Engenharia, com projeto do escritório Aflalo/Gasperini Arquitetos e consultoria de esquadrias do engenheiro Pedro Martins. A categoria obras verticais residenciais reconheceu o Vitra By Pininfarina, de Balneário Camboriú (SC). A construtora responsável pelo edifício é a Pasqualotto & GT, o projeto é do escritório arquitetônico Pininfarina e contou com consultoria de esquadrias do engenheiro Crescêncio Petrucci. De Nova Lima (MG), a obra VCCR foi a vencedora da categoria obras horizontais residenciais. Participaram do projeto a Privilege Construtora, o escritório Hemisfério Arquitetura e Urbanismo e a empresa Unibox Esquadrias e Decorações. A categoria projetos especiais reconheceu a obra Santa Casa de Misericórdia, de Porto Alegre (RS). A construtora responsável é a Brafer, o projeto é do escritório Seferin Arquitetos e a consultoria de esquadrias é da empresa Avec/SBP. O Hospital Unimed Itajaí (SC) foi o premiado da categoria obras institucionais. A obra é da construtora Unimed Litoral Sul, projetada pelo escritório Idein Ideia + Desenvolvimento Arquitetura. Sobre o engenheiro Nelson Firmino Formado em engenharia mecânica e pedagogia, foi um estudioso com vasta dedicação ao estudo e aplicação do alumínio no Brasil, além de consultor renomado, autor de artigos técnicos e palestrante. Especialista em esquadrias de alumínio, destacou-se como mestre em cálculos estruturais. Com vasta experiência como professor, Nelson Firmino formou e orientou diversos profissionais na área de esquadrias.

  • Especialista destaca tendências no mercado imobiliário para 2025

    Combinação de sustentabilidade, tecnologia e novas formas de viver e trabalhar serão pontos chaves no segmento, segundo Guilherme Sartori, da HM Engenharia O sonho da casa própria está cada vez mais presente entre os brasileiros, trazendo números que ressaltam o crescimento do setor. Conforme levantamento da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), em parceria com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), em 2023, houve um aumento de 32,6% nas vendas de imóveis residenciais novos, em comparação com 2022. O número corresponde a mais de 163 mil unidades.   Com o setor aquecido, especialistas discutem tendências para o próximo ano, destacando transformações impulsionadas pela tecnologia, mudanças no perfil dos consumidores e maior foco em sustentabilidade.   Para o diretor de engenharia, Guilherme Sartori, da HM Engenharia, incorporadora e construtora presente no mercado há 48 anos, as tendências globais e locais apontam para uma nova era na área, visando um setor que exigirá cada vez mais inovação, adaptação e visão de longo prazo pelas empresas.   “Partindo deste princípio, vejo que as tendências para os próximos anos giram bastante na questão de sustentabilidade, desde a construção de edifícios de baixo impacto ambiental até o uso de materiais sustentáveis, incentivando as empresas a incorporarem práticas mais ecológicas em seus processos. A eficiência energética, com o aumento das soluções de energia renovável, como solar e eólica, chama a atenção de compradores e investidores”, aponta Guilherme.   Além disso, o especialista pontua que imóveis compactos e multifuncionais estão ganhando destaque, o que inclui apartamentos menores, mas altamente funcionais, com espaços bem planejados e integrados, sobretudo para os jovens profissionais e famílias pequenas que buscam praticidade. Tal fator também é relacionado aos benefícios apresentados pelos condomínios que aumentam a flexibilidade na rotina, como espaço delivery e minimercado.   “A tecnologia, claro, não poderia ficar de fora. A realidade virtual e aumentada desempenharão um papel importante na forma como os imóveis serão comercializados em 2025. Essas tecnologias estão revolucionando a experiência de compra e venda, permitindo que os clientes explorem virtualmente propriedades à distância e visualizem remodelações antes de serem atualizadas. Isso acelera o processo de tomada de decisão e melhora a experiência do cliente, aproximando-o desde o início do atendimento”, destaca Sartori.   O coworking   também é outro ponto apresentado pelo especialista da HM, onde os modelos de espaços de trabalho estão se tornando mais comuns. Em uma realidade tomada pela jornada de trabalho híbrida, com o  home office , moradores buscam novas opções de ambiente para desempenhar as demandas com o conforto de permanecer em casa, mas não apenas em um local isolado.   “O mercado imobiliário em 2025 será moldado por uma combinação de sustentabilidade, tecnologia e novas formas de viver e trabalhar. As empresas do setor que conseguirem antecipar essas tendências e inovar, oferecendo produtos e serviços ajustados às necessidades futuras, certamente estarão bem posicionadas para crescer num cenário em rápida mudança”, finaliza Guilherme. Fonte: HM Engenharia/MGA Press

  • Conheça as vantagens das conexões de alumínio, da Nopla Metais

    Especializada em conexões de alumínio para fechamento em 45º do contramarco, a Nopla Metais atende a todas as linhas de perfis, inclusive tubos, em todo o Brasil, conforme a empresa. “Nossas conexões têm o objetivo de substituir o tradicional (macho e cunha), tornando a montagem mais rápida e sem estufar (danificar) o perfil. Além de um grande diferencial, ela desmonta, se precisar”. De acordo com a empresa, a conexão de plástico pode quebrar e não adere ao concreto, sendo a opção em alumínio mais resistente. A marca também desenvolve conexões sob medida de acordo com suas especificações, garantindo o encaixe ideal para cada estrutura. Fonte: Nopla Metais

  • GARANTIA X PERFORMANCE: QUAL ATENÇÃO O COMPRADOR DEVE TER NO MOMENTO DA COMPRA DO ACM?

    ACM sem garantia de procedência ou com tecnologia de pintura não adequada às condições climáticas da obra, trará baixa vida útil ao material, com patologias irreversíveis *Por Johnny Vieira de Souza – consultor de ACM, responsável pelo departamento de projetos da Projeto Alumínio, arquiteto e professor universitário Os painéis de ACM ganharam as fachadas do Brasil, principalmente a partir dos anos 2000, quando a utilização começou a se popularizar nos empreendimentos comerciais. Na época, as chapas eram importadas e não havia a quantidade de séries e tecnologias de pintura que existem atualmente. O Brasil é um país de dimensões continentais, que possui características climáticas muito diferentes entre as regiões, estados e até mesmo dentro do próprio município, principalmente nas metrópoles litorâneas. O Rio de Janeiro é um exemplo claro que, dentro da mesma cidade, há cenários de condições climáticas diferentes que influenciarão no tipo de série (tecnologia de pintura) a ser instalada na obra, dependendo da sua localização. Estar atento ao endereço da obra e às condições de aplicação do material (método de instalação e ao projeto técnico) são fatores indispensáveis para a especificação e compra da série de ACM adequada. Desde que começaram a ser fabricados no Brasil e a partir da evolução das tecnologias de fabricação e pintura, houve um aumento vertiginoso tanto no uso do ACM para outras aplicações ( l eia mais aqui )   como na variedade de séries, com características físicas, técnicas e valores diferentes entre si ( leia mais aqui ). CARACTERÍSTICAS FÍSICAS E TÉCNICAS DO ACM As características físicas são mais fáceis de serem identificadas, basta ter um paquímetro, já que são geralmente atribuídas às espessuras das lâminas de alumínio (externa e interna) e à espessura total do painel. Estas características conferem ao material melhores condições mecânicas e interferem, por exemplo, no tamanho dos módulos (paginação) e no método de instalação. Já as características técnicas são difíceis de serem identificadas e necessitam de testes laboratoriais específicos, muitos deles com custo elevado, que podem durar meses para ficar prontos, para atestar a qualidade de desempenho do ACM nos elementos técnicos voltados a pintura, lâminas de alumínio, laminação (fixação das lâminas no núcleo), tipologia e qualidade do núcleo (FR ou LDPE) ( leia mais aqui ). Solicitar atestado ao fabricante de ACM sobre a qualidade da matéria-prima (fornecedores), além dos processos de pintura e laminação (junção das lâminas ao núcleo), são elementos que poderão comprovar melhores ou piores condições de vida útil ao material, principalmente quando estiver instalado, recebendo as intempéries daquela região. QUAL O CUSTO DA CHAPA DE ACM NO VALOR TOTAL DO SISTEMA CONSTRUTIVO? É importante destacar que instalar um ACM de alta ou baixa performance terá o mesmo custo de acessórios, mão de obra e equipamentos. Em instalações no geral, nas quais o ACM tem finalidade de revestimento arquitetônico, o valor da chapa equivale de 20% a 30% do custo total do sistema construtivo pronto, ou seja, economizar na compra do material poderá trazer sérias consequências à obra e não representará grande diferença no custo total do sistema completo (ACM, subestrutura, acessórios, equipamentos e mão de obra). A substituição de uma fachada de ACM com patologia (seja ela qual for), pode se tornar mais cara que a própria instalação inicial do material a ser substituído, isso porque deverá ser incluso a remoção do painel defeituoso, realizar o pré-preparo da subestrutura para receber o novo painel, além de acessórios, equipamentos, mão de obra para reinstalação e beneficiamento do novo ACM, sem contar os transtornos da reforma em uma edificação já em uso. Estes fatores devem ser levados em consideração no momento da aquisição do ACM.   PATOLOGIAS DO ACM É válido destacar que, de todos os possíveis problemas do ACM, 90% estão relacionados com a pintura (processo de aplicação ou a tinta em si) e 10% com a laminação (aderência das lâminas ao núcleo). Diferentemente de outras tintas e processos fabris, a tinta do ACM é específica para aplicação em processo de pintura realizado através de rolos ( coil coating ), por meio de camadas finas ( medidas em micras ), com excepcional desempenho (longa vida útil) na retenção de cor e brilho em condições externas. Para se ter noção, a pintura de um ACM de série de alta performance chega a 50µm (micras), considerando todas as camadas (incluso primer), já uma pintura automotiva pode ser de 2 a 3x mais espessa. Um fio de cabelo tem cerca de 75µm (micras). Um micra é igual a um milésimo do milímetro, ou seja, um milímetro (1 mm) tem mil micras (1.000µm). O custo do fabricante com a tinta que tenha a tecnologia para performance em obras que estão classificadas em regiões com alto índice de corrosão, de C3,0 a CX (ISO 9223), ou em outras regiões, que o ACM necessita de vida útil prolongada (uso externo em fachadas), pode ser alto e requer processo complexo de aplicação, que vai desde a lavagem ao tratamento químico do alumínio, até a etapa de cura da tinta. Já a qualidade da laminação no processo da extrusão, ou seja, que confere performance na aderência das lâminas ao núcleo para evitar a delaminação correspondem aos outros 10% das possíveis patologias do ACM e requer qualidade no controle produtivo, investimento na linha de laminação, principalmente na matéria-prima e no processo que envolve a extrusão. A patologia de pintura é um item levado a sério na Projetoal (maior fabricante nacional de painéis de alumínio composto), a empresa tem parceria exclusiva com diversos produtos da Sherwin Williams no Brasil. Devido a este fator, a fabricante de ACM conta com um técnico da fabricante de tintas dentro de suas dependências, em tempo integral, vistoriando o processo de pintura. Além deste fator, a Projetoal conta com dois laboratórios voltados a processos de aplicação da tinta e controle de qualidade, que inspeciona o processo fabril antes, durante e depois da aplicação. É importante ressaltar que, não basta aplicar uma tinta de qualidade, é necessário atentar-se aos processos de desengraxe, tratamento químico e cura da camada de tinta sobre o alumínio, para conferir qualidade e vida útil do acabamento a longo prazo. A Projetoal possui um sistema de extrusão exclusivo no Brasil, e muito pouco usual no mundo, já que é uma tecnologia de alto custo de implantação. Este processo é chamado de co-extrusão, sendo baseado em cola granulada misturada ao núcleo durante o processo de junção das lâminas. Este sistema confere poder de adesão até 2x superior ao sistema convencional que utiliza cola filme ao invés da granulada. Já na fabricação do painel com núcleo FR (resistente a chamas), o processo da Projetoal poderá ser até 3x superior ao convencional, graças a um segredo industrial incorporado no processo. TERMO DE GARANTIA, GARANTE O QUE? O termo de garantia de um fabricante, seja ele qual for, é um documento que, na maioria das vezes, assegura somente defeitos de fabricação. Por lei, no Brasil, um produto durável deve ter garantia de 90 dias a partir da compra. A partir deste prazo, o fabricante poderá promover a extensão da garantia dentro do prazo e condições que julgar necessárias para tal. Empresas que não possuem seriedade ou que fabricam materiais inferiores, acabam criando regras sem rigidez para manter o produto dentro das condições estabelecidas em prazos estendidos de garantia. Em outras palavras, mesmo estando visualmente danificados, os produtos que estão dentro dos parâmetros da própria fabricante não serão trocados. Neste caso, é importante distinguir o que é performance. Diferentemente da garantia (que pode ser atribuída com regras próprias e flexíveis), a performance pode ser definida como o desempenho mensurável ao longo da vida útil do material. A performance do ACM deve ser traduzida pela qualidade do produto medida ao término da sua garantia. A pergunta que fica é, daqui a vinte anos, como o ACM da sua fachada estará?  A garantia do ACM geralmente é pro rata temporis,  ou seja, proporcional ao tempo de uso, e normalmente está associada a fatores de vão desde a manutenção até a instalação. Embora seja fundamental adquirir a série correta de ACM para a região na qual está a sua obra, a garantia formal (escrita) não é garantia que o produto irá ter vida útil com performance depois do período finalizado. Um elemento importante a destacar é o índice de perda de cor e brilho (desbotamento), que pode ser determinado pelo fabricante (do ACM ou da tinta), ou seja, dependendo da tecnologia de pintura, a chapa poderá ter um desbotamento acentuado, sem que esteja fora dos parâmetros estabelecidos pelo fabricante do ACM, mesmo visualmente não estando agradável. A Projetoal possui parceria exclusiva no país com a Sherwin Williams (fabricante de tintas), nas séries COASTAL ( leia mais aqui ), Weatherxl ( leia mais aqui ) e no sistema de proteção Coat Guard ( leia mais aqui ), com pintura de até 40 anos em alta performance, ou seja, com baixos índices de perda de cor e brilho. MAPA DE CLASSIFICAÇÃO AMBIENTAL PARA TAXA DE CORROSÃO ATMOSFÉRICA (ISO 9223) ELABORADO POR ENGINEERING DIRECTOR INC. (EDI) Conforme discutido, existem diversos tipos de séries de ACM para várias finalidades de aplicação e localidades, que possuem características ambientais diferentes. Acesse o link para o mapa que apresenta os índices de condição ambiental, insira o endereço da sua obra e veja a classificação que varia de C1 (muito baixo) a CX (extremo). Veja aqui . A localização da sua obra, além da utilização do revestimento, projeto e instalação, definirá qual o tipo de série de ACM deverá ser utilizada. Em caso de dúvidas, contate o departamento técnico da Projetoal pelo telefone (17) 4009-8236. *Os artigos publicados com assinatura são de responsabilidade dos respectivos autores e podem não interpretar a opinião da revista. A publicação tem o objetivo de estimular o debate e de refletir as diversas tendências do mercado, com foco na evolução da indústria de esquadrias e vidro.

  • Dicas para aproveitar o espaço com a esquadria de correr

    Com fábrica localizada em Maringá (PR), a Roll Door, fabricante de esquadrias de alumínio de alto padrão, traz dicas para aproveitar o espaço com os modelos de esquadrias deslizantes da marca, que podem integrar ou separar ambientes.  As soluções são opções para quem busca uma maior integração entre ambientes internos e externos, já que elas possibilitam a abertura total, criando um espaço amplo e iluminado, onde a luz natural é melhor distribuída e aproveitada. Essa abertura total também se mostra vantajosa na hora de utilizar o espaço externo, permitindo o acesso fácil e sem empecilhos a varandas, jardins, áreas de lazer, entre outros espaços. Além disso, oferecem maior privacidade e redução acústica com a possibilidade de fechamento do ambiente, garantindo mais tranquilidade e segurança. “Além de todas as possibilidades de otimização e aproveitamento do espaço, a Roll Door se preocupa em entregar qualidade, resistência e durabilidade, mesmo diante do manuseio frequente e ações do tempo, provando ser um investimento duradouro e fazendo valer seu renome no mercado. A empresa é a solução para quem deseja aproveitar melhor os espaços sem abrir mão do minimalismo, elegância e beleza”, garante a marca.  Fonte: Roll Door

  • Vidro Guardian SuperClear se destaca na Casacor RJ, com estética clean e moderna

    Oferecendo mais transparência, o produto da Guardian Glass permite que os elementos do ambiente fiquem mais em evidência  Na busca por soluções que combinam estética e funcionalidade, o uso de vidros incolores mais claros tem se tornado uma escolha estratégica na arquitetura, valorizando a luminosidade e a modernidade dos espaços. Na mostra Casacor RJ, que vai até o dia 24 de novembro, essa tendência ganhou destaque com a utilização do vidro Guardian SuperClear, da   fabricante Guardian Glass, em dois ambientes, proporcionando maior clareza visual e integração entre espaços. “A transparência e a claridade estão transformando a forma como vivemos e interagimos com os espaços. O Guardian SuperClear é uma novidade alinhada à essa tendência para aplicações arquitetônicas e de design  de interiores, oferecendo transparência e ajudando a destacar a presença dos outros elementos”, conta Arthur Lacerda, gerente de marketing da Guardian Glass no Brasil. “O produto possui menos óxido de ferro em sua composição, o que reduz o efeito esverdeado natural do vidro incolor, que muitas vezes pode comprometer o resultado visual de um projeto”, acrescenta. A tonalidade do Guardian SuperClear é 66% mais neutra quando comparada ao vidro incolor comum e possui 90% de transmissão de luz. No Espaço Gafisa, projetado pela arquiteta Gisele Taranto, o vidro da Guardian Glass foi integrado ao projeto como guarda-corpo. “O Guardian SuperClear fez total diferença, pois precisávamos de um elemento que trouxesse segurança e, ao mesmo tempo, transparência. O vidro laminado como guarda-corpo foi fundamental para esse propósito, além de integrar entre os dois espaços”, conta Gisele. Divulgação: Guardian Glass/GPCOM Comunicação Corporativa O projeto celebra os 70 anos da construtora e incorporadora Gafisa, uma das maiores empresas do setor imobiliário no Brasil, e foi pensado pela arquiteta inspirado em quatro pilares da marca: arte e design, localização, vista e biofilia. Já no ambiente Casa Essência, desenvolvido pela PKB Arquitetura, dos arquitetos Pedro Kastrup, Fernanda Carminate e Luiza Baeta, o vidro foi utilizado como elemento de integração entre o interior e o jardim tropical. O espaço foi projetado como um  loft residencial e idealizado para uma personagem fictícia, uma psicanalista de 55 anos, e evoca uma arquitetura com a leveza carioca, aliando elegância e simplicidade na decoração. Divulgação: Guardian Glass/GPCOM Comunicação Corporativa “O vidro é um espetáculo à parte, pois não compromete a estética do espaço e destaca-se pela pureza, limpeza e transparência. Desde o início, nosso objetivo foi utilizar um vidro de alta qualidade para mostrar a exuberância do jardim tropical”, conta Kastrup. O ambiente conta também com uma peça do Espelho Guardian Evolution. “Este é outro produto da Guardian que se destaca no ambiente pela qualidade. Sempre buscamos incluir este produto em nossos projetos, pois ele atende perfeitamente às nossas necessidades”, conclui o arquiteto. Fonte: Guardian Glass/GPCOM Comunicação Corporativa

  • Saint-Gobain é destaque em ranking nacional de inovação aberta

    Líder global em construção leve e sustentável, a Saint-Gobain reafirmou mais uma vez sua posição de destaque no cenário da inovação ao figurar no Top 3 da categoria de materiais de construção no Ranking Top 100 Open Corps 2024, conquistando o segundo lugar. A premiação, organizada pela 100 Open Startups, reconhece as empresas que mais investem em inovação aberta em parceria com startups , e é considerada uma das chancelas mais relevantes do ecossistema de inovação da América Latina.  Segundo Dimitri Nogueira, diretor de Pesquisa e Desenvolvimento da Saint-Gobain, o resultado reflete uma somatória de esforços da empresa guiados pelo seu propósito global - “Making The World a Better Home” (Tornando o mundo um lugar melhor) -, e seu compromisso contínuo com a inovação.  “Valorizamos a inovação e incentivamos todas as equipes a pensarem de maneira criativa e a buscarem soluções inovadoras para os desafios do mercado. Essa mentalidade é parte central do nosso dia a dia, com forte compromisso com a sustentabilidade e o crescimento responsável. Além de reforçar nosso engajamento com a inovação e desenvolvimento sustentável, esta conquista reflete nosso compromisso com o fomento ao empreendedorismo junto ao mercado, à sociedade e, também, internamente em nossa organização”, destaca o executivo. Entre as iniciativas de destaque da empresa está o programa de intraempreendedorismo InPulse, que permite que qualquer colaborador submeta ideias de novos produtos, processos ou soluções, promovendo uma cultura de inovação interna. Além disso, o Programa de Inovação Aberta da Saint-Gobain reforça as conexões entre as empresas do grupo e o ecossistema de startups , mapeando oportunidades de inovação disruptiva que posicionam a organização entre as líderes do setor.  A Saint-Gobain está presente no Ranking Top 100 Open Corps desde 2018, consolidando seu papel como uma referência em inovação aberta. O 100 Open Startups, em sua 9ª edição, atingiu a participação de mais de 7 mil corporações e 13 mil  startups , tornando-se o maior ranking de inovação corporativa da América Latina. A lista é amplamente utilizada como referência por investidores e instituições que buscam identificar empresas e startups  líderes no setor de inovação.  Fonte: Saint-Gobain/Assessoria Weber Shandwick

  • JUNTAS DE MOVIMENTAÇÃO EM REVESTIMENTOS: IMPORTÂNCIA E APLICAÇÕES

    *Por Felipe Lima Engenheiro civil, professor e consultor em patologia das construções e fundador da Adpat Brasil As juntas de movimentação desempenham um papel crucial na preservação da integridade dos revestimentos, especialmente em fachadas. “Elas são projetadas para atuar como juntas de trabalho, cuja função é subdividir o revestimento para aliviar tensões provocadas pela movimentação da base ou do próprio revestimento”, afirmam Luciana Baía e Fernando Sabbatini no livro “Projeto e execução de revestimento de argamassa”. Os revestimentos dilatam e contraem quando submetidos a variações térmicas e de umidade. Além disso, as movimentações diferenciais entre elementos distintos da base, como a estrutura em concreto e as alvenarias, também geram tensões no sistema de revestimento. Caso não haja espaço suficiente para absorver essas variações dimensionais, essas tensões podem resultar em fraturas, manifestando-se na forma de fissuras. As juntas, quando bem projetadas e executadas, induzem o local onde ocorrerá a fratura. Nessas áreas, é fundamental prever dispositivos que impeçam que as fissuras permitam a entrada de agentes deletérios, que podem danificar o revestimento, a base e o interior das edificações. As normas técnicas e as boas práticas recomendam, para revestimentos cerâmicos, a colmatação das juntas com selante elastomérico. Já em revestimentos texturizados, pode-se considerar o uso de juntas abertas, desde que sejam observadas a geometria adequada da junta e sua correta impermeabilização. A Norma Técnica ABNT NBR 13755 é a principal referência que detalha os procedimentos para o projeto e execução das juntas de movimentação em revestimentos. Ela especifica os cuidados necessários quanto à profundidade, largura, posicionamento e fator de forma do selante, com o objetivo de garantir que as juntas sejam projetadas e executadas adequadamente para suportar as movimentações previstas ao longo da vida útil do edifício. A junta de movimentação é o espaço deixado sem a presença de material, incluindo o revestimento argamassado, com altura mínima de 15 mm e profundidade definida conforme o projeto, podendo alcançar até a totalidade da espessura do emboço. No caso das juntas de dessolidarização, a separação pode ser restrita apenas ao revestimento cerâmico, especialmente em interfaces entre diferentes tipos ou cores de revestimentos e nos cantos das fachadas. Os materiais mais comuns para o selamento das juntas são: silicone, poliuretano (PU) e materiais híbridos. É importante considerar características como resistência aos raios UV, capacidade de movimentação, dureza Shore, entre outros. Para garantir estanqueidade, flexibilidade e durabilidade, é essencial aplicar o selante com o fator de forma adequada, que geralmente é 2:1, ou seja, a altura do selante deve ser duas vezes maior que a profundidade. Por exemplo, para uma junta de 20 mm de altura, a espessura do selante deve ser de 10 mm. Para alcançar o fator de forma especificada, deve-se utilizar um corpo de apoio, que além de delimitar a espessura do selante, proporciona uma base para aplicação, evitando a aderência do material no fundo da junta. O selante deve aderir apenas nas laterais, permitindo que trabalhe corretamente em dois pontos. É também fundamental impermeabilizar a junta antes da aplicação do selante e preparar adequadamente as bordas para receber o material elastomérico. O posicionamento das juntas deve ser determinado em projeto. Conforme especificado na Norma Técnica ABNT NBR 13755, o espaçamento máximo para as juntas horizontais é de 3 m, e para as juntas verticais, de 6 m. Na prática, considera-se a execução de, no mínimo, uma junta horizontal por andar, posicionada na região de interface entre a alvenaria e a estrutura, no local de encunhamento/fixação, pois é nessa área que ocorre o maior acúmulo de tensões. No caso de reabilitação de fachadas, a adoção de juntas de movimentação é uma solução viável e amplamente utilizada para o tratamento de fissuras dinâmicas, mitigando seus efeitos a longo prazo. Essas juntas são posicionadas em locais de encunhamento, cantos de janelas e interfaces entre alvenarias e pilares. Se o diagnóstico indicar que as fissuras continuarão presentes ao longo da vida útil da edificação, principalmente devido às movimentações impostas por variações de temperatura e umidade, tratamentos que buscam reforçar o emboço com telas ou utilizar materiais elastoméricos nas fissuras podem não ser eficazes ou duráveis. Assim, a execução do corte do emboço, seguida de impermeabilização e aplicação do selante, induz a fissura a se formar no fundo da junta, que estará devidamente preparada para impedir a exposição da fissura aos agentes deletérios. Assim como qualquer outro componente e elemento da construção, as juntas de movimentação exigem manutenção periódica. A inspeção regular dessas juntas é essencial para identificar desgastes ou falhas que possam comprometer sua função e, consequentemente, a integridade do edifício. A escolha do tipo de material para o selante influencia diretamente a periodicidade da manutenção. Por isso, recomenda-se a utilização de materiais com maior resistência, especialmente aos raios UV, o que aumenta a durabilidade e reduz a necessidade de substituições frequentes. As juntas de movimentação são elementos fundamentais em qualquer edificação. Seu correto dimensionamento, a escolha adequada de materiais e uma execução cuidadosa contribuem significativamente para o desempenho e a durabilidade da construção. O uso de materiais de qualidade, aliado à conformidade com normas técnicas, como a NBR 13755, garante que os desafios decorrentes das movimentações estruturais sejam superados de maneira eficiente. Além disso, a manutenção regular dessas juntas é indispensável para prevenir problemas futuros, como infiltrações e falhas nos revestimentos. A aplicação adequada das juntas de movimentação contribui diretamente para a longevidade e o desempenho dos revestimentos. Fontes: ABNT, livro Projeto e Execução de Revestimento de Argamassa e livro Manual de Engenharia Diagnóstica: Desempenho, Manifestações Patológicas e Perícias na Construção Civil *Os artigos publicados com assinatura são de responsabilidade dos respectivos autores e podem não interpretar a opinião da revista. A publicação tem o objetivo de estimular o debate e de refletir as diversas tendências do mercado, com foco na evolução da indústria de esquadrias e vidro.

  • ABERTURAS: ESCOLHAS PROPORCIONAM CONFORTO AMBIENTAL E ESTÉTICA

    *Por Fernando Simon Westphal, consultor técnico da Abividro, engenheiro civil, professor e pesquisador no Departamento de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), sócio da ENE Consultores e palestrante em eventos do setor Quando especificamos as janelas em um projeto, buscamos aberturas e transparência na fachada, permitindo o contato visual das pessoas com o exterior, o acesso à luz natural e à ventilação. No meio do processo, escolhemos esquadrias e vidros para garantir bons níveis de conforto ambiental – térmico, lumínico e acústico – e composição estética na fachada. O impacto no consumo de energia é consequência, seja pelo aumento na carga térmica devido à insolação, resultando em aumento na demanda de climatização, ou no sentido contrário, a redução no uso do ar-condicionado devido ao aproveitamento da ventilação natural. Adicionalmente, o acesso à luz natural traz como benefício a redução no consumo de eletricidade em iluminação artificial. A eficiência energética da fachada é um requisito, mas não o objetivo primordial das janelas. Assim, para atingir determinadas funções, é possível que haja algum efeito no uso de energia da edificação. Quando falamos no desempenho energético de edificações, as discussões sempre recaem sobre a envoltória, o projeto arquitetônico. Dentro do Comitê Brasileiro da Construção Civil (CB-002) da ABNT, está em desenvolvimento a Norma de Desempenho para as edificações não residenciais. Seria uma versão da NBR 15575 — Edificações Habitacionais voltada aos edifícios comerciais e de serviços. Nesse contexto, as aberturas têm papel preponderante nos climas brasileiros. Se tivermos uma norma que estabeleça os padrões mínimos de desempenho térmico de uma fachada, então qual seria a área de abertura ideal ou mínima necessária? No Brasil, muitos municípios dispõem de códigos de obras que estabelecem áreas mínimas de abertura por cômodo como uma fração da área de piso. Mas o que nunca se discute é: de onde vieram tais valores? Por exemplo, alguns códigos estabelecem a necessidade de janelas que representem 1/6 (16,7%) da área de piso. Outros falam em 1/8 (12,5%), ou até 1/5 (20%). Qual o valor ideal afinal? Será que esses requisitos necessitam de ajustes? Quais indicadores deveriam ser utilizados para avaliar a qualidade do ambiente interno? Seriam horas de sol por ano, trocas de ar por ventilação natural, temperatura máxima, horas de conforto térmico? Talvez a especificação por desempenho seja mais eficaz do que regras prescritivas de projeto. Porém, o projeto guiado por desempenho deve adotar procedimentos claros e mecanismos precisos para garantir a aplicação em todo o país. A NBR 15575 “inaugurou” a especificação por desempenho, avaliado por meio de simulação energética computacional. Assim, pode-se evitar a simples prescrição de uma fração de área de abertura por área de piso, desde que o ambiente se enquadre em uma faixa de temperatura aceitável. A estimativa de temperatura interna ao longo do ano é feita por simulação computacional. Porém, vale lembrar que o processo de simulação energética ainda não é prática comum nos escritórios de arquitetura, sendo aplicado apenas em situações em que o empreendimento busca certificação ambiental, como LEED, AQUA ou etiquetagem do Procel. Seria necessária uma mudança radical na cultura de projetos, da mesma forma que ocorreu com o projeto estrutural, para o qual atualmente é inviável a elaboração sem o uso de ferramentas de cálculo computacional. O setor vidreiro – por meio de representantes da Associação Brasileira das Indústrias de Vidro (Abividro), Associação Brasileira de Distribuidores e Processadores de Vidros Planos (Abravidro) e a Associação Nacional de Fabricantes de Esquadrias de Alumínio (Afeal), CB-248 – tem atuado ativamente nos trabalhos de desenvolvimento da norma de desempenho, buscando estabelecer regras para especificação de vidros e esquadrias com foco no conforto dos ocupantes e consequente uso racional de energia para iluminação e climatização.  O desafio é resumir os requisitos em poucas tabelas e gráficos, considerando um país de dimensões tão extensas e contextos climáticos tão diferentes como o Brasil. Os estudos andam evoluindo e já se discute a definição de requisitos de desempenho mínimo de esquadrias e vidros em função do tipo de edificação, orientação solar da fachada e elementos de sombreamento existentes. Assim, fachadas voltadas às orientações solares e climas mais sujeitos a insolação intensa e altas temperaturas teriam a necessidade de incorporar esquadrias mais eficientes. À medida que sejam adotadas maiores áreas de aberturas, vidros ainda mais eficientes seriam exigidos. Os trabalhos continuam e todo o setor está convidado a participar! A inscrição no grupo de trabalho de desenvolvimento da norma pode ser feita por e-mail para a secretaria do CB-002 ( cb002@sindusconsp.com.br ). *Os artigos publicados com assinatura são de responsabilidade dos respectivos autores e podem não interpretar a opinião da revista. A publicação tem o objetivo de estimular o debate e de refletir as diversas tendências do mercado, com foco na evolução da indústria de esquadrias e vidro.

  • Como aumentar a segurança do box de vidro?

    “Já parou para pensar na segurança que você oferece ao instalar um box de vidro para banheiros?”, este é o questionamento da Divinal Vidros, beneficiadora de vidros com 70 anos de atuação e fabricante do Tempered Plus, vidro para box equipado com película de segurança. A empresa está localizada em Jaguaré (SP). A marca disponibiliza o box padrão com película de segurança PS2, para altura de até 1,90 m, e película de segurança PS4, para peças maiores que 1,90 m. A película de segurança protege o vidro contra impactos e, em caso de quebra, as lâminas de vidro se mantêm em uma única peça. Segundo a empresa, a sua instalação está em conformidade com os padrões de segurança. Vantagens 5X mais resistente que o vidro comum: O box Tempered Plus passa por um processo de têmpera, aumentando sua resistência; Produto certificado pelo Inmetro:   Certificado de acordo com os requisitos exigidos pela portaria 327 do Inmetro; Segurança extra com a película Tempered Plus:   Aplicada direto na fábrica, essa película pode ser utilizada em todas as peças do conjunto do box, tanto fixas quanto móveis, garantindo que o vidro se mantenha em uma peça única em caso de quebra. Fonte: Divinal Vidros

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