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- O que é uma Tela Mosquiteira?
Imagem: Udinese A tela mosqueteira é um produto essencial para proteger ambientes internos contra insetos, sem comprometer a ventilação e a entrada de luz natural. Sua estrutura cria uma barreira física que impede a passagem de mosquitos, pernilongos e outros animais indesejados, tornando os espaços mais seguros e confortáveis. Essas telas são produzidas com materiais leves e resistentes, garantindo durabilidade e eficiência na produção contra pragas. Além disso, podem ser aplicadas em diferentes locais, como janelas, portas e vãos de ventilação. As telas mosquiteiras podem ser fabricadas a partir de diferentes materiais, cada um com suas vantagens específicas. Alguns de seus materiais são: 1. Poliéster • Leve, resistente e durável. • Não sofre deformação com o tempo. • Excelente para ambientes internos e externos. 2. Polietileno • Material plástico leve e discreto. • Resistente à tempestades e de fácil instalação. • Protege contra doenças transmitidas por insetos, como dengue e malária. 3. Fibra de Vidro com PVC • Alta resistência térmica e mecânica. • Permite a passagem de ar e luz. • Material antichamas, seguro para diversos ambientes. 4. Alumínio • Tela metálica leve e resistente à corrosão. • Durável e flexível, adequado para diferentes aplicações. 5. Aço Inoxidável • O modelo mais resistente do mercado. • Altíssima durabilidade e resistência à umidade e corrosão. 6. Aço Galvanizado • Revestido para maior resistência contra corrosão. • Boa durabilidade e excelente custo-benefício. 7. Aço com Epóxi • Revestimento que aumenta a proteção contra corrosão e agentes químicos. • Ideal para ambientes industriais e locais com vapores corrosivos. Modelos de Telas Mosquiteiras Disponíveis Diversas empresas oferecem soluções inovadoras e modelos variados para diferentes necessidades. Confira algumas opções disponíveis no mercado. 1. Udinese Assa Abloy https://www.udinese.com.br/pt/produtos/tela-mosquiteira • Tela Mosquiteira Modelo Recolhível • Tela Mosquiteira Modelo de Correr Smart • Tela Mosquiteira Instala Fácil • Tela Mosquiteira Modelo de Sobrepor Slim • Tela Mosquiteira Modelo de Sobrepor Smart • Tecido Tela Mosquiteira Malha 2. Alumifix https://alumifix.com.br/ • Tela Mosquiteiro Sistema Fixo Sobreposto • Tela Mosquiteiro Sistema de Correr Sobreposto • Tela Mosquiteiro Sistema Recolhível Sobreposto 3. Catumbi Telas https://www.catumbi.com.br/produtos/mosquiteira/index.html • Tela Mosquiteira Fibra de Vidro • Porta Pet Mosquiteira (Grande e Pequena) • Kit Porta Mosquiteira de Abrir • Kit Porta Mosquiteira de Abrir Reforçada • Cortina Mosquiteira Magnética • Mosquiteira Corredeira • Tela Mosquiteira Magnética para Janela • Tela Mosquiteira de Encaixe • Mosquiteira Removível 4. Primatela https://www.primatela.com.br/?srsltid=AfmBOooC1G0PjRbae_JevqCrTdS9FzCj77ZQuFIivWKLd2ygf_hnpP– • Tela Mosquiteira Fibra de Vidro • Tela Mosquiteira Peneira Inox • Tela Maxi Vision Inox • Tela Mosquiteira Peneira Galvanizada • Tela Mosquiteira Peneira Alumínio • Tela Mosquiteira Cinza • Tela Mosquiteira Industrial Cinza • Tela Mosquiteira Polietileno • Tela Mosquiteira Poliéster Pet Screen • Kit Mosquiteira Corredeira • Kit Mosquiteira Recolhível • Kit Mosquiteira Removível Prática Perfil • Kit Porta Mosquiteira de Giro com Tela Fibra de Vidro • Porta Mosquiteira de Segurança 5. Telas MM https://www.telasmm.com.br/ • Tela Mosquiteira Fibra de Vidro • Tela Mosquiteira Magnética para Janela • Tela Soldada e Galvanizada • Tela Soldada Malha • Tela Pet-Shop Revest • Tela Mosquiteira Resistente para Cachorros e Gatos Se você busca uma solução eficiente contra insetos, explore os catálogos das fabricantes mencionadas e encontre o modelo ideal para sua aplicação. Colaborou: Júlia Rebouças (estagiária)
- Indústria de Materiais de Construção projeta crescimento de 2,8% em 2025, aponta Abramat
Foto: Reprodução/Internet A Abramat (Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção) divulgou a nova edição da sua pesquisa Índice, elaborada pela FGV com dados do IBGE, apresentando números de faturamento do setor. O estudo indica que em janeiro, o faturamento das indústrias de materiais deve apresentar retração de 0,2% sob o mês de dezembro. Na comparação com janeiro de 2024, no entanto, deve ocorrer expansão de 0,6%. A projeção de fechamento para 2025 é de crescimento de 2,8%. Em janeiro, estima-se que o faturamento deflacionado dos materiais básicos alcance crescimento de 0,5%, enquanto os materiais de acabamento apresentem expansão de 0,8% em relação a janeiro de 2024. Na comparação com dezembro as estimativas são de aumento de 0,9% e contração de 1,3% respectivamente. Já os dados consolidados de dezembro de 2024 apontam aumento de 3,9% em relação ao mesmo mês de 2023. Na comparação sazonal com novembro houve contração de 2,5%. "O crescimento projetado de 2,8% para 2025 sinaliza um ano de oportunidades para o crescimento sustentável da indústria de materiais de construção, impulsionado por investimentos, novas tecnologias e processos produtivos, além de estímulos a programas de Estado, como habitações de interesse social. Claro que nesse contexto precisamos estar atentos e trabalhar muito para enfrentar os desafios trazidos pela conjuntura econômica envolvendo taxas de juros, inflação e endividamento das famílias, que afeta o consumo e a demanda do mercado imobiliário", aponta Rodrigo Navarro, presidente da Abramat . O Índice Abramat/FGV é um importante indicador do desempenho do setor de materiais de construção no Brasil, e seus dados confirmam um cenário promissor e desafiador, à medida que novos projetos no ecossistema da construção seguem em alta. Para mais informações: https://abramat.org.br/ Fonte: Abramat\A4 & holofote Comunicação
- Inox-Par é especializada em componentes resistentes à corrosão
Empresa brasileira especializada em fixadores e componentes de aço inoxidável desde 1984. Se destaca no mercado por sua linha de produtos 100% passivados, garantindo maior durabilidade e resistência à corrosão. A passivação é um processo que envolve a limpeza de contaminantes da superfície do aço inoxidável, seguido pela formação de uma camada protetora de óxido de cromo. Essa camada atua como uma barreira contra agentes corrosivos, tornando os fixadores ideais para aplicações em ambientes agressivos e sujeitos ao desgaste. A linha de produtos da Inox-Par inclui uma variedade de parafusos e fixadores, todos submetidos ao processo de passivação. A empresa oferece um catálogo completo, atendendo às necessidades de diversos setores da indústria. Com mais de quatro décadas de experiência, a importadora e exportadora continua comprometida em fornecer produtos de alta qualidade, priorizando a satisfação de seus clientes e a excelência em seus processos de fabricação, segundo a Inox-Par. O grande destaque entre as matérias-primas utilizadas na Inox-Par, é o aço inoxidável, que é uma família de aços resistentes ao atrito e à degradação natural, que podem ser encontrados em pias, cozinhas industriais, talheres, equipamentos hospitalares, revestimentos de elevadores e fachadas. Fonte: https://www.inoxpar.com.br/ Colaborou: Júlia Rebouças (estagiária)
- Sika Brasil lança novo selante de alto desempenho no mercado da construção civil com tecnologia exclusiva
Foto: Reprodução\internet A Sika Brasil, uma das líderes mundiais no desenvolvimento e na produção de sistemas e produtos de fixação, vedação, amortecimento, reforço e proteção no setor de construção, lança o Sikaflex -416 Construction PURFORM . O novo selante simboliza a união de dois produtos clássicos e essenciais na construção civil: NP1 e Sikaflex Construction. Amplamente utilizados para garantir a durabilidade de uma construção, os selantes ajudam a absorver a movimentação do piso (proveniente de variações térmicas e/ou outros fatores externos), selam juntas, evitam infiltrações e diversos tipos de avarias em pisos e paredes. “Por décadas, esses produtos estiveram lado a lado, cada um com sua tecnologia, credibilidade e legiões de profissionais fieis. Hoje, a Sika Brasil apresenta um produto que reúne as melhores vantagens para atender às necessidades dos clientes que sempre confiaram no NP1 e no Sikaflex Construction, oferecendo uma alternativa atualizada e eficiente”, afirma Dárcio Beluzi, Gerente Técnico TM Waterproofing e Sealing &Bonding da Sika Brasil. O Sikaflex®-416 Construction PURFORM® combina elasticidade, resistência mecânica e tecnologia de cura que garante um desempenho equilibrado e otimizado para as necessidades das construções modernas. Entre os benefícios da combinação Sikaflex Construction e NP1, estão características que garantem alta performance e segurança, como a elasticidade máxima da nova fórmula, que permite acomodações estruturais de forma eficiente e prolonga a durabilidade da obra. Outro diferencial é a aderência sobre diversos materiais sem a necessidade de primer, o que facilita a aplicação e otimiza os cronogramas de construção, garantindo máxima adesão – com a opção de usar primer em situações específicas para um desempenho ainda maior. Além disso, a cura sem bolhas e o baixo teor de VOCs garantem mais segurança aos aplicadores e um impacto ambiental reduzido. A tecnologia exclusiva PURFORM® da Sika acrescenta a essa solução vantagens de sustentabilidade, além de resistência superior contra intempéries, raios UV e variações térmicas, o que a torna ideal para as demandas atuais e futuras na construção civil. Para mais informações: https://bra.sika.com/pt/home.html Fontes: Sika Brasil Comunic Comunicação Estratégica
- Saint-Gobain desenvolve sistemas que contribuem para o futuro do setor da construção civil e incorporam processos sustentáveis
Soluções da empresa possibilitam, entre outras coisas, a redução de emissões de CO² durante o ciclo de vida do edifício Foto: Reprodução\internet Em um estudo conduzido pela Saint-Gobain, no qual foi comparado o cronograma de execução, custos e redução de impactos no âmbito da sustentabilidade de um mesmo empreendimento com o fechamento externo utilizando blocos de concreto com os sistemas de fachadas leves da Saint-Gobain, concluiu-se que é possível atingir reduções de 12% no volume de materiais utilizados na fundação e estrutura do prédio, além de 32% na geração de resíduos no canteiro e 12% na redução de prazo de conclusão da obra. Entre os resultados observados, o experimento mostra que a construção a seco permite diminuir 100 kg de CO ² equivalente por m² de área construída durante o ciclo de vida da edificação. “É interessante ressaltar que essa redução provém da adoção dos nossos sistemas, que, de forma geral, são mais sustentáveis se comparados aos produtos da construção convencional. Também existem contribuições indiretas, como redução na emissão de gases de efeito estufa gerados nas etapas de produção e construção da fundação e estrutura”, ressalta Guilherme Pinto, chefe de Produto - Fachadas e Construção Industrializada da Saint-Gobain Produtos Para Construção. A industrialização na construção civil oferece diversas simultaneidades que não existem na construção convencional, possibilitando realizar várias etapas ao mesmo tempo, com otimização de tempo e menor demanda por mão de obra. Entre suas principais vantagens, há a redução das emissões de gás carbônico e a garantia de uma melhor utilização dos recursos, diminuindo o desperdício. Além dos benefícios no quesito sustentabilidade, o método também é escolhido por construtoras por aumentar a velocidade da construção, diminuir o número de acidentes em canteiros de obra, garantir melhores condições de trabalho aos instaladores com materiais mais leves e fáceis de instalar bem como melhorar a qualidade do edifício, garantindo mais eficiência e conforto. Uma das pioneiras na adoção deste sistema construtivo no Brasil é a Saint-Gobain, com suas fachadas leves. O sistema funciona a partir de soluções completas que permitem a criação de paineis em ambientes controlados e posteriormente transportadas ao canteiro de obras. Fachadas leves Um exemplo de edificação que utiliza o sistema de fachadas leves é o Moov Belém, uma construção residencial desenvolvida pela Gafisa na zona Leste da cidade de São Paulo. O prédio conta com a maior fachada leve do Estado de São Paulo, em comparação a outras obras semelhantes, o edifício pesa cerca de 20% a menos, além de haver uma redução significativa na necessidade de transporte de materiais e de resíduos da obra. Foto: Reprodução\internet Compatível com os principais sistemas construtivos leves de vedações externas, como o Light Steel Frame, a Glasroc X possui tecnologia especialmente desenvolvida para uso em vedações externas e em áreas sujeitas a ação de intempéries ou sujeitas a altos níveis de umidade. Por ser produzida com aditivos especiais e revestida nas duas faces por véu de vidro e composto polimérico, ela ganha uma alta resistência à umidade, mofo, impactos, fogo e raios UV. Construções modulares Se tornando cada vez mais popular por suas diversas vantagens, como a sustentabilidade, qualidade superior, agilidade e redução de custos, a construção modular apresenta maior potencial do que a construção convencional. “E além de entregar a agilidade que as metrópoles precisam. Também é perfeita para situações que necessitam de cuidados especiais com o impacto ambiental, é o caso do condomínio Alma Maraú.”, explica Guilherme Oliveira, chefe de produtos na Saint-Gobain. “A construção modular é uma técnica inovadora que aplica a lógica da indústria ao mercado de construção civil, garantindo um maior controle da qualidade, além de ser mais limpa, sustentável e agilizar o prazo da obra”, afirma Oliveira. O Alma Maraú é um condomínio de luxo localizado em uma praia em Maraú, Bahia, próximo de uma área de preservação ambiental. Como a sustentabilidade era uma prioridade para o projeto, a F2 Construtora, responsável pela obra, optou pela construção modular, já que ela garante um menor desperdício de materiais e gera menos resíduos. Em parceria com a CMC Modular e Saint-Gobain, o condomínio na Península de Maraú se tornou a maior construção modular da América Latina. Localizado em um terreno de 40 mil m², tem 36 casas que vão de 96 m²a 198 m. Foto: Site Alma Marau A construção do condomínio levou cerca de um ano para ficar pronta, tempo muito inferior ao comparar com a construção de alvenaria tradicional. Os módulos foram desenvolvidos pela CMC Modular, utilizando soluções da Saint-Gobain como o Glasroc X, o drywall e perfis metálicos da Placo, placas cimentícias da Brasilit, lã de vidro da Isover e tintas da Quartzolit. As casas saíram do interior de São Paulo rumo à Península de Maraú (BA) 100% prontas, já com revestimento, pintura, circuito elétrico e hidráulico. Inovação A Saint-Gobain possui em seu portfólio sistemas que podem ser instalados como fachada cortina ou infill . Sistema cortina é aquele onde a estrutura metálica leve é fixada na face externa do edifício enquanto o sistema infill é aquele onde a estrutura metálica leve é instalada diretamente apoiada em lajes ou vigas de borda. Em ambas as opções, podem ser instalados os sistemas Nextera e Glasroc X. O sistema de fachada leve com placa cimentícia Nextera possui em sua vedação externa a chapa cimentícia e sistema de acabamento Brasilit. Já o sistema de fachada leve com Glasroc X, tem vedação externa com a chapa Glasroc X e sistema de acabamento da Placo. Um dos diferenciais da Saint-Gobain são os serviços completos oferecidos para projetos. Com um time especializado e um modelo de negócio diferenciado, a Saint-Gobain Nextera atua focada em grandes contas no Brasil, no mercado de fachadas leves e no mercado horizontal com soluções para o segmento residencial e mais recentemente, com sistemas de soluções pré-fabricadas, entregando o suporte necessário aos clientes. Além de um portfólio completo e sistemas 100% validados pelas normas técnicas brasileiras, a Saint-Gobain Nextera oferece aos seus clientes serviços exclusivos que se apoiam em três pilares de atuação: comercial, consultoria técnica e monitoramento de obra, a fim de apoiar, alavancar e consolidar o mercado de construção a seco no país, com assessoria de profissionais especializados para acompanhar toda a execução da obra, minimizando erros e evitando perdas e retrabalhos Para mais informações: https://www.saint-gobain.com/en Fontes: Luciana Mira e Larissa Almeida - JeffreyGroup
- Cebrace anuncia mudanças na diretoria de marketing
Mônica Caparroz segue para novos desafios e a Cebrace recebe Luiz Carlos Gonçalves Junior. como diretor de marketing A Cebrace, uma das mais renomadas empresas de vidro plano no Brasil, anuncia mudanças na estrutura organizacional de sua diretoria de marketing . Após seis anos à frente da área, a atual diretora de marketing , Mônica Caparroz, segue para novos desafios. Durante sua gestão, esteve à frente de projetos importantes voltados para o fortalecimento da marca, e liderou a implementação de estratégias alinhadas aos objetivos de negócio dentro dos pilares da inovação e da sustentabilidade. Para sucedê-la, a Cebrace recebe Luiz Carlos Gonçalves Junior, atualmente diretor comercial da Saint-Gobain. Com mais de 20 anos de experiência no grupo Saint-Gobain, tem em sua trajetória passagens por vários negócios do grupo no mercado da construção, nas áreas de marketing e comercial. Luiz Carlos assumirá oficialmente o cargo a partir de março de 2025. Fonte: Cebrace
- Portas mimetizadas: Por que elas são um sucesso?
As portas que ‘desaparecem’ valorizam a estética e a funcionalidade dos espaços e resolvem questões de espaço com a abertura. O arquiteto Bruno Moraes revela alguns dos segredos para que a solução transforme ambientes Desde os tempos medievais, onde as passagens secretas eram usadas para proteger tesouros, ou servir de rotas de fuga, até os dias atuais da arquitetura contemporânea, a ideia de ocultar o acesso às portas segue como uma demanda nos projetos. Hoje, esse conceito ganhou uma nova roupagem: as portas mimetizadas que se tornaram elementos que valorizam a harmonia visual e a integração de ambientes, transformando-se em uma solução para projetos residenciais, de escritório e espaços comerciais. “Eu gosto muito delas, principalmente, quando a proposta é agregar ambientes, mas manter uma discrição no acesso a outros. Por exemplo, em um belíssimo living, o lavabo pode ser notado apenas quando necessário. Essa proposta só acontece quando a porta adere ao design do projeto sem comprometer a estética”, relata o arquiteto Bruno Moraes, à frente do BMA Studio. O que são portas mimetizadas? Portas mimetizadas são aquelas que se integram visualmente ao ambiente, ‘camuflando-se’ no contexto em que estão inseridas. “Elas podem ser revestidas com materiais que combinam com as paredes, painéis ou móveis, tornando-se quase imperceptíveis”, explica o profissional. Segundo Bruno, a porta mimetizada se comporta como um coadjuvante que entrega o protagonismo para outros recursos presentes no ambiente e essa técnica é especialmente útil quando a intenção é promover o equilíbrio visual e valorização de detalhes específicos. Outros benefícios elencados pelo arquiteto: Versatilidade: as portas mimetizadas podem ser aplicadas em diversos ambientes de uma residência e se adaptam a qualquer estilo de decoração, desde o moderno até o clássico. Essa polivalência permite respostas personalizadas para cada situação de projeto; Personalização: é possível fazê-la com que os materiais e acabamentos que dialoguem com o projeto, como a execução em MDF ou a pedra natural que pode revestir a porta; Ampliação visual: em ambientes com o pé-direito mais baixo, as portas mimetizadas ajudam na percepção de uma área mais espaçosa e fluída. Isso acontece por conta da eliminação da estrutura padrão como os batentes; Sob medida para espaços pequenos: em plantas compactas, o fechamento mimetizado é uma resposta interessante para camuflar áreas de armazenamento como despensas e lavabos. “Quando é preciso ganhar espaços em imóveis como estúdios, conseguimos aproveitar alguns cantos para oferecer, entre outros, um cantinho para guardar os itens de limpeza na sala de estar. E cá entre nós, não é interessante que essa função seja entendida por outras pessoas, com exceção do morador”, exemplifica Bruno. Onde usar portas mimetizadas? O preço pode variar bastante e se apresentar superior, já que não se trata de uma tipologia produzida em escala, como as portas convencionais. Todavia, quando o projeto de reforma demanda a confecção de uma porta de abertura padrão, executada sob medida, Bruno avalia que os valores são relativamente iguais. Embora não haja regras, o profissional relata que é mais comum adicioná-las em salas de estar, lavabos e cozinhas integradas, uma vez que muitos moradores desejam priorizar a questão da estética na hora de receber convidados. Custo em comparação com uma porta padrão O preço pode variar bastante e se apresentar superior, já que não se trata de uma tipologia produzida em escala, como as portas convencionais. Todavia, quando o projeto de reforma demanda a confecção de uma porta de abertura padrão, executada sob medida, Bruno avalia que os valores são relativamente iguais. Materiais e acabamentos mais utilizados Embora a escolha dos materiais dependa do estilo do projeto e do orçamento disponível, em geral os materiais adotados são: MDF melamínico: ideal para revestimentos que combinam com os painéis de madeira ou marcenaria sob medida. Para Bruno, o material oferece um acabamento liso, uniforme e com boa relação custo-benefício. Pintura: solução simples e acessível para que a porta apresente a mesma cor da parede. Segundo Bruno, é uma saída interessante para quem mora em apartamento alugado ou não quer investir em marcenaria. Estrutura metálica: : resulta em um visual moderno e durável, mas pode ser mais pesada e custosa. “Requer mão de obra especializada para garantir a funcionalidade e o acabamento perfeito”, determina o arquiteto. Pedras: empregada em projetos específicos como alçapões ou portas técnicas. “Há possibilidade de contar com pedra para mimetizar portas de acesso às áreas técnicas como banheiras ou espaços utilitários”, relata. Alumínio e ACM: Leves e duráveis, são indicados para projetos contemporâneos. Ademais, permitem acabamentos personalizados e integração com designs modernos. Outros materiais que podem ser considerados são a madeira maciça, papel de parede, revestimentos têxteis e vidros. Cuidados na Instalação Para garantir a funcionalidade e durabilidade de uma porta mimetizada, é essencial contar com profissionais experientes. Quanto à instalação, o modelo exige cuidado técnico que envolve um nivelamento preciso entre a porta e o painel para que não haja desníveis ou frestas que possam chamar a atenção. “Até a escolha das ferragens é importante: dobradiças ocultas e sistemas de abertura discretos são fundamentais para manter a ilusão de “invisibilidade”, adverte Bruno. Fontes: dc33 Comunicação / Emilie Guimarães – Glaucia Ferreira – Danilo Costa
- Novos acabamentos da Alumiconte: Linha Madlor
Reprodução: Alumiconte Quando se fala em madeira e design de interiores, esse material é frequentemente comparado a projetos sofisticados. Diante disso, os acabamentos amadeirados em alumínio têm ganhado destaque, proporcionando uma estética semelhante à madeira, mas com benefícios adicionais e de alta durabilidade. Nesse contexto, a Alumiconte lançou a sua nova linha de acabamentos amadeirados, a Madlor, que oferece nove opções de acabamentos adequados para diversas aplicações, especialmente na construção civil e no setor moveleiro. A nova coleção foi projetada para atender tanto às necessidades estéticas quanto funcionais de maneira versátil, conforme destaca Maria T. Scalcon, supervisora de marketing da Alumiconte. “Nosso processo de sublimação próprio otimiza a logística e confere não apenas sofisticação, mas também praticidade aos projetos de nossos clientes. O alumínio já chega pronto para aplicação”, explica Maria. A tinta utilizada na coleção é à base de poliuretano (PU), com tecnologia italiana que garante resistência durante o processo de sublimação, assim dando grande destaque à durabilidade do acabamento e à estética desejada para os ambientes. A linha Madlor oferece alumínio com efeito amadeirado em nove cores diferentes: Bétula Marfim, Briar Marrom, Carvalho Branco, Carvalho Verde, Castanha Dourada, Cerejeira Cinza, Cerejeira Negra e Mogno Carmim. As tonalidades variam entre tons claros e suaves até os mais intensos, com o intuito de atender qualquer tipo de demanda. Reprodução: Alumiconte Garantias e Certificações A marca também afirma que a combinação entre a base e o filme é embasada pelo Test in Florida , que atesta a durabilidade do produto final. A empresa destaca que seu sistema de sublimação é o único no mundo que oferece 10 anos de garantia para essa combinação. Além disso, tanto a base quanto o filme utilizados no processo possuem as certificações internacionais Qualicoat e Qualideco, que atestam a qualidade da matéria-prima. Reprodução: Alumiconte Sendo o alumínio um material durável, a linha Madlor requer baixa manutenção e é fácil de limpar, oferecendo aos usuários uma solução confiável e de longa vida útil. Já pensando em sustentabilidade, os produtos são 100% recicláveis, promovendo um ciclo sustentável de recursos. Com seu processo de sublimação otimizado, os acabamentos amadeirados da Alumiconte Madlor garantem não apenas sofisticação, mas também praticidade e durabilidade para diversos tipos de projetos, sendo mais um lançamento inovador da marca, conforme destaca a empresa. Para mais informações: https://www.alumiconte.com.br/pt/ Colaborou: Leonardo Matias Simões (Estagiário)
- Ezy Color e sua variedade de cores em madeira
A Ezy Color é uma empresa de origem italiana que, há mais de uma década, se estabeleceu no Brasil, trazendo consigo a mais avançada tecnologia em acabamentos com efeito madeira. Ao longo desses anos, a organização se estabeleceu como referência no mercado, construindo parcerias sólidas e criando um destaque pela excelência em seus serviços. Um dos principais diferenciais da Ezy Color é o seu exclusivo sistema de pintura, que utiliza a tecnologia “pó sobre pó” para criar acabamentos de alta definição que replicam com precisão as linhas, tonalidades e vãos da madeira. Esse processo inovador proporciona aos materiais metálicos, especialmente o alumínio, uma aparência natural e sofisticada, sem comprometer a durabilidade e a resistência que são características do material utilizado. A linha Ezy Efeito Madeira oferece uma ampla variedade de cores e texturas, e permite que arquitetos e designers incorporem a estética da madeira em projetos contemporâneos, sem abrir mão da sustentabilidade e da resistência do alumínio. Além disso, a pintura aplicada nas esquadrias, forma uma camada extra de proteção, aumentando a resistência a danos e garantindo longa durabilidade. O efeito conta com diversas cores disponíveis para orçamento branco, cerejeira vermelha, cerejeira real, carvalho fiammato , blond ash , nogueira escura, deep dark , cedro colonial, entre outras. Fontes: https://www.ezycolor.com.br/acabamento-efeito-madeira/ Colaborou: Júlia Rebouças (estagiária)
- Você conhece a plataforma Educavidro na internet?
A Educavidro é uma plataforma online e gratuita de ensino à distância (EAD), desenvolvida pela Associação Brasileira das Indústrias de Vidro (Abividro) em parceria com a Associação Brasileira de Distribuidores e Processadores de Vidros Planos (Abravidro), destinada a profissionais do setor vidreiro e da construção civil. Lançada como parte do programa Vidro Certo, a plataforma visa divulgar conhecimento sobre a importância do uso do vidro plano nas construções, na vida social do consumidor final e nas atividades dos profissionais que desejam atuar com esse material. A Educavidro oferece duas modalidades de aprendizado: cursos temáticos que abordam temas específicos relacionados ao vidro, fornecendo informações detalhadas sobre diferentes aspectos do assunto. Trilhas profissionais que são indicadas para perfis especializados que buscam informações necessárias para suas atividades diárias. Ao todo, são oito opções de trilha, incluindo mercado vidreiro, vidraceiros, arquitetos, engenheiros civis, designers , bombeiros, síndicos e estudantes dessas áreas e são divididas entre os níveis introdutório e avançado. Certificação Os alunos têm acesso a um rico material de apoio e, ao concluírem os cursos disponíveis, podem obter uma certificação emitida pela própria plataforma e validada pelas principais entidades vidreiras do Brasil. Lucien Belmonte, presidente-executivo da Abividro, destaca que “o vidro é uma matéria-prima sustentável e versátil, duas das características mais importantes para a construção nos dias atuais. Por isso, o conteúdo técnico oferecido pelo Educavidro vai ajudar a consolidar o vidro como protagonista da arquitetura e construção”. A plataforma surge para suprir a demanda de parte do mercado que ainda desconhece o valor das normas técnicas vidreiras e algumas das principais soluções e produtos disponíveis. É uma opção perfeita para qualquer pessoa interessada em ampliar os conhecimentos sobre vidro plano. Fontes: https://abividro.org.br/projetos/educa-vidro/ http://abravidro.org.br/treinamentos/educavidro/ Colaborou: Júlia Rebouças (estagiária)
- História do Alumínio
FOTO: Reprodução Sendo o segundo metal mais utilizado e o terceiro mais abundante do planeta Terra, o alumínio tem como sua principal fonte a bauxita, que, no Brasil, tem uma produção anual de 37 milhões de toneladas, conforme levantamentos da Associação Brasileira de Alumínio (ABAL). Além de ser um dos metais mais importantes para o país e o mundo, o alumínio também garante o suprimento de vários setores da economia - como a indústria de esquadrias - além de ser essencial para a cadeia produtiva da transição energética. O metal mais jovem Apesar de ser o terceiro elemento mais abundante na crosta terrestre, o alumínio é o metal mais jovem usado em escala industrial. Ainda que a forma pura metálica do alumínio seja encontrada com maior facilidade somente a partir da segunda metade do século XIX, os compostos de alumínio já são utilizados há milhares de anos. Há sete milênios ceramistas da Pérsia já produziam seus vasos com um tipo de barro que continha óxido de alumínio, que hoje conhecemos como alumina. Trinta séculos depois, egípcios e babilônios usaram uma outra substância contendo alumínio na fabricação de cosméticos e produtos medicinais. Dentre a sua cronologia mostra-se que o metal sempre deu um tom de modernidade e sofisticação aos mais diferentes artefatos. Hoje, suas aplicações cresceram ainda mais e são encontrados em vários segmentos, como na indústria têxtil para o tingimento de tecidos, na farmacêutica para produção de medicamentos, também são utilizados no tratamento da água potável, na produção de produtos de higiene, refratários, entre inúmeras outras aplicações. No âmbito industrial é empregado para fabricar latas, usado em tintas na forma de pó de alumínio e por ser um bom condutor de eletricidade é usado em cabos suspensos. Sua leveza, resistência à corrosão e baixo ponto de fusão, lhes dão uma multiplicidade de aplicações, especialmente na aeronáutica. Cronologia Tendo seu primeiro contato com a humanidade cerca de 6000 A.C. os persas foram os primeiros a ter contato com o material, fabricando potes e recipientes de argila que continham óxido de alumínio. Após isso, em 3000 A.C. argilas com alumina eram utilizadas por povos antigos do Egito e Babilônia para a fabricação de cosméticos, medicamentos e corantes de tecidos. Indo depois para 1809, foi quando a sociedade teve, até então, o que mais se aproximava do alumínio, com o químico britânico Humphry Davy (1778-1829) realizando experimentos buscando isolar o alumínio a partir do óxido de alumínio, hoje conhecido como alumina. Embora não tenha êxito ao isolar o alumínio metálico, ele propôs o nome de Aluminium para o metal que pretendia desenvolver, mas que ainda não tinha descoberto. Em 1821, a bauxita, principal minério do alumínio, foi identificada pela primeira vez. A descoberta foi realizada pelo geólogo francês P. Berthier (1782-1861) que descobriu o minério avermelhado que contém 52% de óxido de alumínio. Quatro anos mais tarde, em 1825, o físico dinamarquês Hans Christian Oersted (1777-1851) consegue isolar o alumínio de outra maneira, a partir do cloreto de alumínio na forma como é conhecido hoje, porém, o metal obtido ainda possuía algumas impurezas em sua forma. Anos depois, em 1855, o químico francês Henri Sainte-Claire Deville (1818-1881), que era conhecido por seus trabalhos sobre o alumínio, apresentou na Exposição Universal de Paris, um lingote de alumínio. Com seus experimentos ele desenvolveu e divulgou melhorias nos processos para a obtenção do metal. Entrando para o século XX, a indústria do alumínio como um todo teve um intenso crescimento no mercado. Em que começaram a trabalhar para a produção de ligas de alumínio, explorando novas possibilidades para o metal. Durante a primeira guerra mundial (1914-1918) a alta necessidade de fabricar produtos mais leves e resistentes impulsionou a indústria do alumínio, que desde então, tem ocupado uma posição mundial altamente estratégica ao suprir com o metal praticamente todos os setores da economia. Durante o século passado também cresceu o emprego do alumínio em carros e no transporte público no geral. Nos anos 1960, por exemplo, o alumínio já era encontrado em carros de corrida, utilizado para conferir maior leveza e velocidade aos veículos. O alumínio nas obras A partir de 1930, a construção civil também sofreu uma enorme mudança, com o crescimento do uso do alumínio nas obras. Grandes exemplos do uso do alumínio no século XX são as estruturas geodésicas de Buckminster Fuller , as torres de Norman Foster , ou o famoso Centre Pompidou . FOTO: Reprodução Atualmente, as aplicações e pesquisas sobre o alumínio estão crescendo cada vez mais, tornando-o, atualmente, um dos metais mais conhecidos e utilizados em praticamente todos os segmentos industriais e de construção civil. A alta versatilidade de suas propriedades levam o metal a ter propriedades únicas, como por exemplo: leveza e resistência à corrosão. Ao contrário do ferro e do aço, que desenvolvem ferrugem quando expostos à umidade e oxigênio, o alumínio não segue o mesmo caminho. Em vez disso, ele passa por um processo de oxidação que resulta na formação de uma fina camada de óxido de alumínio na sua superfície. Essa camada é mais do que apenas uma proteção, ela também é a chave para entender por que o alumínio não sofre corrosão da mesma forma que outros metais. A “armadura” invisível do metal (óxido de alumínio) tem propriedades notáveis também. Além de ser aderente à superfície do alumínio, também é altamente resistente à corrosão. Isso significa que, mesmo quando exposto a elementos corrosivos, o óxido de alumínio forma uma barreira protetora que isola o metal “escondido”. Portanto, enquanto outros metais podem ser enfraquecidos e deteriorados pela corrosão, o alumínio mantém sua integridade estrutural graças a essa camada protetora. No âmbito espacial, o alumínio também ajudou a impulsionar as pesquisas e desenvolver tecnologias. Em 1957 a antiga URSS (União Soviética) lançou o Sputinik , satélite artificial em órbita, que possuía alumínio como um material significativo em sua composição. Conhecida como Pittsburg Reduction Company, a Alcoa foi fundada em 1888 por Charles Martin Hall que descobriu o processo de fundição de alumínio usando eletrólise. A empresa tornou-se uma grande participante no mercado de alumínio, produzindo uma ampla gama de itens, incluindo perfis para a produção de esquadrias. Números de Mercado De acordo com informações da Associação Brasileira do Alumínio (ABAL) o ano de 2023 fez o Brasil retomar a autossuficiência em alumínio, na qual viu a produção brasileira do metal avançar 24%, atingindo o patamar de 1,006 milhão de toneladas. O metal está presente em vários setores e, desta forma, tem várias atividades que estão ligadas a ele. Assim, muitos postos de trabalho são gerados. Segundo estimativas da ABAL, em 2021, a cadeia produtiva do alumínio reunia mais de 460 mil empregos diretos e indiretos. De acordo com a Fundação Gorceix, em estudos para o Plano Nacional de Mineração 2050, prevendo o potencial de crescimento do consumo e caso a perspectiva do aumento da economia se mantenha, o número deve dobrar nos próximos 10 a 20 anos. O alumínio é um exemplo de que os metais e minerais que já são muito utilizados na indústria atual também serão importantes para a transição energética. Além disso, a mineração é aliada a todos os setores da economia e tem forte participação no âmbito da construção civil. Fontes: https://revistaaluminio.com.br/ , https://ccaluminio.com.br/oaluminio/ , https://abal.org.br/ Colaborou: Leonardo Matias Simões
- INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL NAS EMPRESAS: CINCO PERGUNTAS FUNDAMENTAIS
* Por Virgílio Marques dos Santos , um dos fundadores da FM2S Educação e Consultoria ( www.fm2s.com.br ) , gestor de carreiras, PhD, doutor, mestre e graduado em Engenharia Mecânica pela Unicamp e Master Black Belt pela mesma Universidade, com especialização em Gestão e Estratégia de Empresas da Unicamp, assim como de outras universidades e cursos de pós-graduação. Virgílio Marques dos Santos, sócio-fundador da FM2S Educação e Consultoria Foto: Isaque Martins Em 2025, a inteligência artificial (IA) deixa de ser um conceito futurista e se torna parte do nosso cotidiano. Ela está nas sugestões de séries da Netflix, nos diagnósticos médicos mais rápidos e até nas ferramentas que ajudam empresas a prever tendências. No entanto, à medida que a tecnologia avança, ela impõe novos dilemas para quem lidera equipes e toma decisões estratégicas. Liderar em um mundo cada vez mais digitalizado significa mais do que apenas entender como a IA funciona. É necessário refletir sobre seu impacto ético, social e humano . Para guiar essa discussão, apresento cinco perguntas que todo líder deveria considerar ao integrar a IA em sua organização. 1 — A TECNOLOGIA ESTÁ SENDO USADA COM RESPONSABILIDADE? Uma das maiores preocupações da IA é sua imparcialidade — ou a falta dela. Pense em um sistema que analisa currículos para uma vaga de emprego. Se ele for alimentado por dados preconceituosos, as decisões podem ser injustas e excluir candidatos qualificados. Para evitar essas armadilhas, líderes devem garantir que os sistemas de IA sejam programados com transparência e revisados regularmente. A tecnologia precisa trabalhar a favor das pessoas , respeitando valores éticos e promovendo equidade, e não reforçando desigualdades . 2 — COMO LIDAREMOS COM ERROS INEVITÁVEIS? Apesar de sua sofisticação, a IA não é infalível. Algoritmos podem interpretar dados de maneira equivocada ou gerar resultados inesperados. Imagine um erro em uma recomendação médica ou na gestão de estoques de uma empresa. Ter um plano de contingência é fundamental. É importante que a liderança crie processos que monitorem os sistemas, revisem as decisões automatizadas e, acima de tudo, assegurem que o controle final permaneça com os seres humanos. A tecnologia pode ajudar, mas a responsabilidade ainda recai sobre as pessoas. 3 — ESTAMOS PREPARADOS PARA QUALIFICAR NOSSA EQUIPE? A integração da IA transforma o mercado de trabalho. Algumas tarefas são automatizadas, enquanto outras surgem, exigindo novas competências. O desafio não é substituir pessoas, mas capacitá-las para trabalhar ao lado da tecnologia. Empresas que investem em treinamento criam profissionais mais confiantes e preparados para lidar com mudanças. Um operador de máquinas, por exemplo, pode se tornar um especialista em interpretar dados gerados por sensores inteligentes, contribuindo de forma ainda mais estratégica para o negócio. 4 — A INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL ESTÁ REALMENTE MELHORANDO VIDAS? Embora a IA traga eficiência e inovação, sua verdadeira força está em criar soluções que beneficiem a sociedade. Um agricultor que usa sensores para otimizar a colheita ou um hospital que diagnostica doenças com mais precisão são exemplos concretos de como a tecnologia pode transformar vidas. Líderes precisam questionar: estamos usando a IA para melhorar a experiência dos clientes, facilitar o trabalho de nossos funcionários e impactar positivamente a comunidade? Se a resposta for "não," talvez seja hora de reavaliar as prioridades. 5 — ESTAMOS PRONTOS PARA O AMANHÃ? A velocidade com que a IA avança exige uma liderança que se reinventa constantemente. O que hoje parece revolucionário pode se tornar obsoleto em poucos anos. Estar preparado para o futuro significa adotar uma postura curiosa e flexível. Líderes devem aprender continuamente, testar novas abordagens e estar abertos a corrigir rotas. O sucesso não vem da certeza absoluta, mas da capacidade de adaptação. Na era da inteligência artificial, a liderança não pode se limitar a entender números ou algoritmos. Ela precisa ser, acima de tudo, humana. A IA é uma ferramenta poderosa, mas sua eficácia depende de como a utilizamos e das escolhas que fazemos . Ao refletir sobre essas cinco questões, os líderes terão melhores condições de integrar a tecnologia de forma responsável, ética e sustentável. Porque, no fim das contas, não é a máquina que define o rumo — somos nós. Fonte: FM2S/Assessoria de Imprensa














