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- Com 5 milhões de imóveis abastecidos pela geração própria nos telhados e solo, energia solar atinge 55 gigawatts como um todo no Brasil
Segundo avaliação da Absolar, setor poderia contribuir ainda mais para a sustentabilidade, se não fossem os cancelamentos de projetos pelas distribuidoras e a falta de ressarcimento pelos cortes de geração renovável FOTO: Reprodução/Internet A fonte solar acaba de atingir a marca de 55 gigawatts (GW) de potência instalada operacional no Brasil, segundo balanço da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), com o somatório da geração própria de pequenos sistemas com as grandes usinas solares conectadas no sistema nacional e espalhadas pelo País. O marco é acompanhado pelos 5 milhões de imóveis (unidades consumidoras) abastecidos pela geração distribuída fotovoltaica nos telhados e pequenos terrenos. No acumulado, atualmente, são cerca de 37,4 GW de potência instalada da fonte solar na geração própria e aproximadamente 17,6 GW de capacidade operacional nas grandes usinas conectadas no Sistema Interligado Nacional (SIN). Pelo balanço da Absolar, a fonte solar já evitou a emissão de cerca de 66,6 milhões de toneladas de CO2 na geração de eletricidade, contribuindo para a transição energética no Brasil. Atualmente, a tecnologia representa 22,2% de toda a capacidade instalada da matriz elétrica, sendo a segunda maior fonte. Desde 2012, o setor fotovoltaico trouxe ao Brasil mais de R$ 251,1 bilhões em novos investimentos, gerou mais de 1,6 milhão de empregos verdes e contribuiu com mais de R$ 78 bilhões em arrecadação aos cofres públicos. Apesar do relevante crescimento da última década, o setor tem enfrentado grandes desafios que prejudicam a aceleração da transição energética sustentável no País. Entre os principais gargalos identificados pela Absolar, estão a falta de ressarcimento aos empreendedores pelos cortes de geração renovável e os obstáculos de conexão de pequenos sistemas de geração própria solar, sob a alegação de inversão de fluxo de potência, sem os devidos estudos técnicos que comprovem eventuais sobrecargas na rede. Na avaliação da Absolar, se não fossem esses entraves, o setor poderia contribuir ainda mais na sustentabilidade e atender um volume maior de consumidores, de todos os perfis, que buscam economia, independência e autonomia. No caso das grandes usinas solares, a ausência de ressarcimento pelas regras da Aneel para os cortes de geração traz insegurança jurídica e maior percepção de risco. Atualmente, a participação da geração própria solar ainda é pequena, de cerca de 5%, frente às 93,9 milhões de unidades consumidoras de energia elétrica no mercado cativo brasileiro. “Com a queda de mais de 50% no preço dos painéis solares nos últimos dois anos, vivemos o melhor momento para se investir em sistemas fotovoltaicos em residências, empresas e propriedades rurais. E ainda há um enorme potencial de crescimento do uso da tecnologia fotovoltaica”, aponta Ronaldo Koloszuk, presidente do Conselho de Administração da Absolar. Já Rodrigo Sauaia, CEO da Absolar, destaca que, ao aproximar a geração de eletricidade dos locais de consumo, a geração própria solar reduz o uso da infraestrutura de transmissão, alivia a pressão sobre a operação e diminui as perdas em longas distâncias, o que contribui para a confiabilidade e a segurança em momentos críticos como verificado neste início de ano, de calor elevado e alta demanda por energia elétrica no Brasil. “O avanço da energia solar também amplia o protagonismo do Brasil na geopolítica da transição energética global, sendo uma das fontes mais competitivas e a mais democrática. E contribui fortemente para o desenvolvimento social, econômico e ambiental, em todas as esferas da sociedade”, acrescenta Sauaia A Absolar ressalta a necessidade de aprovação do Projeto de Lei nº 624/2023, que institui o Programa Renda Básica Energética (REBE), justamente para trazer soluções aos desafios enfrentados pela geração distribuída solar com as alegações de inversão de fluxo de potência, tão prejudiciais aos consumidores e às operações do segmento. “Além de beneficiar famílias em condição de pobreza energética, este PL atualiza a Lei nº 14.300/2022, corrigindo restrições de conexão às redes de distribuição, que atualmente inviabilizam milhares de sistemas de geração distribuída solar e prejudicam o direito do consumidor de investir em seu sistema de geração própria solar”, pontua. Mais indicadores De acordo com a Absolar, a geração própria solar está presente em mais 5,5 mil municípios e em todos os estados brasileiros. E as grandes usinas fotovoltaicas centralizadas também operam em todos os estados do País. Entre as unidades consumidoras abastecidas pela geração própria solar, as residências lideram o uso da tecnologia, com 69,2% do total de imóveis, seguidas pelos comércios (18,4%) e propriedades rurais (9,9%). Nos estados, Minas Gerais aparece em primeiro no volume de unidades atendidas pela geração própria solar, com mais de 900 mil. Na sequência, estão São Paulo, com 756 mil, e Rio Grande do Sul, com 468 mil. FOTO: Divulgação/ Absolar FOTO: Divulgação/ Absolar Nos primeiros 60 dias do ano, período em que o País viveu um onda extrema de calor e o consequente aumento no consumo de energia elétrica, com uso mais intenso de ar-condicionado e equipamentos de refrigeração em geral, a geração própria solar teve papel importante no atendimento da demanda. Entre janeiro e março de 2025, o balanço da Absolar mostra que foram instalados mais de 147 mil sistemas solares pelos consumidores, que passaram a abastecer cerca de 228,7 mil imóveis nestes 60 dias do ano, num total de 1,6 gigawatt (GW) adicionado. Para mais informações: https://www.absolar.org.br/ Fonte: Absolar\TOTUM Comunicação/Thiago Nassa
- Fechaduras digitais: segurança, benefícios e riscos da tecnologia
Foto: Divulgação / Udinese Nos últimos anos, as fechaduras digitais têm ganhado espaço no mercado como uma alternativa moderna e segura às tradicionais fechaduras mecânicas. Com funcionalidades como acesso por senha, biometria e aplicativos móveis, elas prometem mais praticidade e controle para os usuários. No entanto, como qualquer tecnologia, apresentam vantagens e desafios que devem ser considerados antes da adoção. Por que investir em uma fechadura digital? A principal razão para a popularização das fechaduras digitais é a segurança. Diferente das fechaduras convencionais, que podem ser vulneráveis a arrombamentos com chaves falsas ou técnicas como o “ bumping ” (golpe que permite abrir a fechadura com um objeto específico), as versões digitais oferecem camadas extras de proteção. Outro benefício significativo é a praticidade. Com elas, não há necessidade de carregar chaves, reduzindo o risco de perda ou roubo. Além disso, alguns modelos permitem o controle remoto, possibilitando que o usuário trave ou destrave a porta por meio de um aplicativo. Essa funcionalidade é útil para quem recebe visitas ou prestadores de serviço quando não está em casa. Benefícios das fechaduras digitais • Maior segurança: Muitos modelos oferecem criptografia e múltiplas formas de autenticação. • Praticidade: Acesso sem chave, com senha, biometria ou aplicativo. • Registro de acessos: Algumas fechaduras registram quem entrou e saiu, útil para controle residencial e empresarial. • Integração com smart homes : Algumas versões podem ser conectadas a assistentes de voz e sistemas de automação residencial. Possíveis desvantagens Apesar das vantagens, as fechaduras digitais também têm desafios. O custo inicial é geralmente mais alto do que os modelos convencionais, o que pode ser um fator limitante. Além disso, a dependência de energia pode ser um problema - algumas fechaduras exigem baterias ou alimentação elétrica constante, e uma falha pode impedir o acesso ao imóvel. Outro ponto de atenção é a vulnerabilidade cibernética. Modelos que se conectam à internet podem ser alvos de ataques hackers . Por isso, é fundamental escolher marcas confiáveis e manter o software sempre atualizado. Udinext Glass: inovação e design em segurança Entre as opções disponíveis no mercado, a Udinese, uma das referências no setor de ferragens e acessórios para portas e janelas, lançou a Udinext Glass, uma linha de fechaduras especialmente desenvolvida para portas de vidro. Com um design sofisticado e minimalista, os novos modelos visam atender à crescente demanda por soluções seguras e estéticamente elegantes em ambientes corporativos e residenciais. Essa fechadura digital oferece diferentes modos de acesso, como senha e impressão digital, além da função de campainha. Segundo a empresa, além da estética diferenciada, a Udinext Glass conta com alta resistência e um sistema de segurança avançado, dificultando tentativas de arrombamento. O painel sensível ao toque permite um uso intuitivo, e a instalação é compatível com diversos tipos de portas. Especialistas apontam que a busca por fechaduras para vidro tem crescido, impulsionada por projetos arquitetônicos que valorizam ambientes integrados e sofisticados. Nesse cenário, a Udinese reforça sua posição de inovação ao trazer ao mercado um produto que alia estética e funcionalidade. Para mais informações: https://www.udinese.com.br/pt/todos-produtos-2/fechadura-eletronica-udinext-glass Colaborou: Júlia Rebouças (estagiária)
- Mercado imobiliário conectado a "experiências" impulsiona consumo de luxo no litoral norte de SC
A região com as cidades que detém o metro quadrado mais valorizado do país tem atraído um novo perfil de investidor que prioriza, além de um bem de luxo, imóveis que proporcionem melhor qualidade de vida, bem estar e integração com a natureza. Enquanto Itajaí, como polo industrial, se consolida como destino estratégico para executivos e suas famílias, o Estaleiro, praia agreste de Balneário Camboriú, traz refúgios ultra exclusivos aliados a regras urbanísticas que garantem a preservação ambiental a longo prazo. Mercado imobiliário A região com as cidades que detém o metro quadrado mais valorizado do país tem atraído um novo perfil de investidor que prioriza, além de um bem de luxo, imóveis que proporcionem melhor qualidade de vida, bem estar e integração com a natureza. Enquanto Itajaí, como polo industrial, se consolida como destino estratégico para executivos e suas famílias, o Estaleiro, praia agreste de Balneário Camboriú, traz refúgios ultra exclusivos aliados a regras urbanísticas que garantem a preservação ambiental a longo prazo. Empreendimentos como Infinitá Treehouse, Aquos e Monolyt, da Construtora Blue Heaven, refletem essa transformação e elevem o padrão do mercado imobiliário de alto luxo na região. O Brasil junto com a América Latina, Índia, Sudeste Asiático e África, deve adicionar mais de 50 milhões de consumidores de luxo de classe média alta até 2030, conforme 23 edição do Estudo Anual de Luxo da Bain & Company. Enquanto alguns países nas Américas apresentaram desafios na venda de produtos e serviços de luxo em 2024, países como Brasil e o México mostraram tendências positivas de crescimento. Mas o grande destaque global no consumo de luxo está ligado às experiências, as quais impulsionarão o setor neste e nos próximos anos. Esse movimento também se conecta ao mercado imobiliário global de luxo, tanto que o relatório The Wealth Report 2025, da consultoria imobiliária Knight Frank, aponta uma mudança no perfil do consumidor, com investidores de alto padrão que priorizam a sustentabilidade, contato com a natureza e aspectos que vão além da valorização patrimonial. No setor imobiliário do Brasil, essa mudança ganha destaque no litoral norte de Santa Catarina, onde estão três das cinco cidades com maior valorização do metro quadrado do país, de acordo com a FipeZap, e por meio de inovações trazidas por construtoras integrando produtos com experiências focados em valorização, preservação do meio ambiente e melhor qualidade de vida. Destaque para as vizinhas Itajaí e Balneário Camboriú que, apesar da proximidade, atraem públicos de alto padrão, porém distintos, devido às particularidades de cada cidade e até mesmo de bairros específicos, como a Praia do Estaleiro, que se diferencia pelos projetos “ultra exclusivos” ligados às regras de construção que garantem uma maior preservação ambiental a longo prazo. Já Itajaí é evidenciada por sua vocação industrial, portuária e náutica, sendo um dos principais polos econômicos do Brasil. A cidade possui o maior PIB de Santa Catarina, que ultrapassa R$47,7 bilhões, e se tornou estratégica para empresários, CEOs e grandes executivos, que têm escolhido Itajaí para morar e, com isso, impulsionado o mercado imobiliário de alto padrão. A força da economia da cidade também reflete no empreendedorismo: apenas nos dois primeiros meses deste ano, quase 3 mil novas empresas foram abertas. Entre os projetos que refletem essa nova fase do mercado imobiliário, em Itajaí, o Infinitá Treehouse, da Blue Heaven, é um dos empreendimentos mais sofisticados e inovadores da região. Com apartamentos que variam de 254 m² a mais de 800 m², o projeto une sofisticação, qualidade construtiva e conexão com a natureza. Um dos grandes diferenciais é que todas as unidades possuem piscinas suspensas de vidro com lajes inclinadas que desafiam a engenharia. O empreendimento também aposta em materiais nobres, como revestimentos em pedra vulcânica que garantem maior durabilidade e acabamento exclusivo, sem falar na experiência sensorial gerada por suas características que trazem elementos naturais para dentro de casa. As fachadas contam com janelas de vidro do piso ao teto para proporcionar uma melhor iluminação natural e integram o morador ao entorno e às vistas panorâmicas privilegiadas da Marina Itajaí e da Mata Atlântica. “O mercado imobiliário de alto padrão no litoral norte de Santa Catarina passa por uma evolução natural que acompanha as mudanças no perfil do morador e do investidor. Hoje, não basta apenas a valorização do metro quadrado, mas gerar uma personalização ao cliente em todo o processo de vendas. As pessoas estão valorizando cada vez mais a moradia e desejam exclusividade no produto e serviços agregados, integração com a natureza e qualidade de vida. Esse movimento mostra que o alto padrão não está mais apenas na imponência das construções, mas na experiência e no estilo de vida que um endereço pode proporcionar”, avalia Fabrício Bellini, CEO da Blue Heaven Empreendimentos. Exclusividade e novas tendências impulsionam Estaleirinho Com regras urbanísticas que limitam a construção a apenas 40% do terreno e proíbem edifícios altos, a Praia do Estaleiro, em Balneário Camboriú, tem atraído um novo perfil de público. Diferente do centro da cidade, onde a verticalização domina a paisagem, o Estaleiro se tornou sinônimo de privacidade e contato direto com a natureza e palco para refúgios ultra exclusivos. Entre os empreendimentos que consolidam a Praia do Estaleiro como um novo destino do luxo sustentável, o Aquos e o Monolyt, futuros lançamentos da Blue Heaven, se destacam pela criatividade, ineditismo e total integração com a paisagem natural. Ambos assinados pelo arquiteto Greg Bousquet, Architects Office, os projetos foram concebidos para respeitar e se fundir ao ambiente ao redor. O Aquos, que será construído em um terreno de 5 mil m² em frente ao mar, vai utilizar concreto aparente pigmentado e moldado artesanalmente para criar superfícies que remetem às formações rochosas naturais. Com apenas 12 unidades de até 880 m², terá piscinas privativas inspiradas em lagos naturais e coberturas com piscinas suspensas de vidro no teto. Já o Monolyt, vencedor do Urban Design Architecture Awards 2024, foi inspirado na fluidez do rio e do mar, e vai incorporar uma grande rocha natural na área comum. Fonte: Elaine Mafra | Rotas Comunicação
- Maresia: como a Linha Verano pode ajudar a proteger suas esquadrias
FOTO: Reprodução/Internet Em cidades que ficam em regiões à beira-mar, o processo de maresia costuma danificar portas e janelas, entre outras partes das edificações. Isso representa um prejuízo econômico, social e tecnológico muito grande para a população e para obras nessas áreas. Casas, carros, navios, estruturas metálicas de edifícios e pontes, estátuas, entre outros, sofrem corrosão. No caso das esquadrias de alumínio, podem aparecer pontos de ataque, com o surgimento de uma oxidação branca em alguns casos, que indica um desgaste localizado. Nos aços e ligas de ferro, em geral, o ataque é muito mais severo, ocorrendo ferrugens aparentes. A maresia também ataca a composição química do concreto, tornando-o mais poroso e condutor. Assim, as ferragens interiores são igualmente atingidas e enferrujam, aumentando de volume. Isso faz com que partes do reboco se desprendam, podendo provocar acidentes. As madeiras aglomeradas (compensadas) também podem sofrer ataques de microrganismos e apodrecer. Já as madeiras de boa qualidade, como o pinho-de-riga e a maçaranduba, não são afetadas pela maresia. Papéis, borrachas, plásticos e materiais sintéticos também não sofrem corrosão marinha. No entanto, a umidade elevada dos ambientes sujeitos à sua ação causa a deterioração acentuada, e às vezes rápida, das superfícies coladas (tapetes, papéis de parede, junções de piso, etc.). Materiais indicados A maresia, em geral, acaba por degradar todos os tipos de materiais, porém, alguns são mais resistentes que outros, tornando-se ideais para evitar o risco de alta corrosão. O alumínio é amplamente utilizado e recomendado em regiões costeiras, pois sua oxidação não é corrosiva como no aço. Ele forma uma espécie de camada protetora com coloração branca, que pode ser confundida com sujeira. A reparação é simples, removendo a superfície e aplicando um produto reparador. As esquadrias de PVC também são consideradas uma boa opção. Para conseguir a vedação perfeita, as borrachas precisam ser substituídas, em média, a cada três anos, dependendo do desgaste. Por outro lado, os caixilhos de PVC são imunes à corrosão, têm boa vedação e desempenho térmico. O material, porém, não aceita pintura, mas o mercado disponibiliza modelos com padrão amadeirado ou na cor preta. Entre os materiais mais resistentes, a madeira é uma das mais destacadas, podendo ser utilizada como matéria-prima para esquadrias. Nesse caso, as dobradiças devem ser de inox para evitar a corrosão causada pela maresia. Madeiras como teca, ipê, maçaranduba ou pinho-de-riga são boas opções nestes casos. Outro substituto para metais é o aço inoxidável, que já traz em seu nome o seu significado, pois não oxida (enferruja) com o tempo. Ele é geralmente escolhido para áreas externas, principalmente para corrimãos, peitoris de sacadas e escadas. Independentemente do material escolhido, as esquadrias precisam receber lubrificação das articulações pelo menos uma vez por ano. Linha Verano Desenvolvida pela Roto Fermax, a nova linha de ferragens da marca foi criada especialmente para atender às demandas em áreas litorâneas. “Sua alta resistência à corrosão garante grande durabilidade e desempenho contra a maresia, sendo ideal também para ambientes com alta umidade”, informa a empresa. A Linha Verano conta com componentes robustos e funcionais para portas e janelas, compatíveis com uma ampla variedade de aplicações - desde portas e janelas de correr, oscilobatentes, portas de giro, maxim-ar até fachadas. Cada peça é projetada para tentar oferecer proteção superior contra os efeitos severos da maresia, assegurando longa vida útil das instalações e reduzindo a necessidade de manutenções constantes. “Quando se trata de construir ou reformar em regiões litorâneas, o desafio vai além da estética. As ferragens desempenham um papel crucial na durabilidade e no funcionamento adequado de portas e janelas. É por isso que a Linha Verano foi desenvolvida para atender às necessidades específicas de ambientes costeiros, onde a corrosão é um inimigo constante”, destaca a marca em seu site. FOTO: Reprodução/ Site: Roto Fermax Para mais informações: https://www.rotofermax.com.br/ Colaborou: Leonardo Matias Simões (Estagiário)
- Transição energética: o alumínio como um aliado estratégico para uma economia de baixo carbono
Intensidade de carbono do alumínio nacional chega a ser 300% menor que a média global A Associação Brasileira do Alumínio (Abal) destaca o metal como um aliado estratégico para reduzir as emissões de gases estufa e mitigar danos ao meio ambiente, sem comprometer a eficiência de seus mercados consumidores. A Abal também enfatiza que a substituição de fontes e de energia fósseis por alternativas limpas e menos poluentes tem sido uma prioridade global em setores como transporte, eletricidade, embalagens e construção civil. “Não há sociedade moderna sem o alumínio. Ele é considerado globalmente como um material estratégico para a transição para uma economia de baixo carbono, atenta às questões ambientais e sociais. Mas o alumínio do Brasil se destaca ainda mais, uma vez que sua intensidade é de mais 300% inferior à média global, o que nos torna capazes de entregar produtos de valor agregado e leva o país a uma posição de vanguarda no processo de descarbonização”, destaca Janaina Donas, presidente-executiva da Associação Brasileira de Alumínio (Abal). O metal é vantajoso para seu mercado consumidor por motivos variados, como o fato de ser infinitamente reciclável sem perder suas propriedades. Além disso, produzir alumínio a partir da sucata consome apenas 5% da energia e as emissões associadas. Cerca de 60% do alumínio consumido no Brasil é proveniente da reciclagem, demonstrando a eficiência do sistema nacional de coleta e reprocessamento - enquanto a média mundial é de cerca de 30%. O alumínio e seus mercados consumidores Construção Civil O setor utiliza alumínio em janelas, portas, fachadas e estruturas metálicas. A descarbonização na construção civil está diretamente ligada à utilização de materiais mais leves e duráveis. Sua aplicação na construção civil proporciona ganhos de eficiência energética às edificações verdes. Bens de consumo O alumínio desempenha um papel essencial no segmento de Bens de Consumo. Com uma ampla gama de aplicações, o alumínio não apenas impulsiona a inovação e o design , mas também reforça o compromisso da indústria com soluções mais sustentáveis, tornando os produtos do dia a dia aliados da economia circular e da redução de emissões. Para o segmento da refrigeração, sua eficiência na troca térmica contribui para um menor consumo energético, enquanto os eletroeletrônicos e na linha branca, sua leveza torna os produtos mais práticos e sustentáveis. As preocupações com as mudanças climáticas têm mobilizado sociedade, academia, indústria e governos na revisão de hábitos de consumo, processos produtivos e na construção de políticas de controle e incentivo à redução dos níveis de emissão de gases de efeito estufa (GEE). Mas ações já efetivadas, como a transição energética, precisam ser continuadas. Fonte: Luiza Leão - GBR Comunicação
- Conheça alguns dos piores erros da engenharia
Foto: Edifício Lotus Riverside/ Reprodução; internet A engenharia civil é responsável por algumas das construções mais impressionantes da história, como o imponente Burj Khalifa, nos Emirados Árabes, e a icônica ponte Golden Gate, em São Francisco, nos Estados Unidos. Essas obras simbolizam o avanço da engenharia, mas quando falhas ocorrem, as consequências podem ser catastróficas, resultando em prejuízos bilionários e, em casos mais graves, na perda de vidas. De erros de cálculo a falhas estruturais, relembramos alguns dos maiores equívocos da engenharia que transformaram projetos grandiosos em verdadeiros desastres. Quando o erro custa caro Na engenharia, um pequeno deslize pode gerar um grande colapso. Um exemplo clássico é o caso da ponte Tacoma Narrows, nos Estados Unidos. Inaugurada em 1940, ela ficou conhecida como "Galloping Gertie" (Gertie galopando) por oscilar violentamente com o vento. Apenas quatro meses após sua inauguração, a ponte desmoronou devido a um fenômeno de ressonância aerodinâmica, causado por um erro de cálculo na aerodinâmica da estrutura. FOTO: Ponte Tacoma Narrows/ Reprodução; Internet Outro exemplo icônico é o do Edifício Lotus Riverside, na China. Em 2009, um prédio residencial de 13 andares tombou inteiro, sem sequer desmoronar, revelando uma falha grosseira na base de sustentação. A causa? Uma escavação mal planejada para a construção de um estacionamento subterrâneo, que desestabilizou o solo e comprometeu toda a estrutura. Foto: Edifício Lotus Riverside/ Reprodução; internet No Brasil, um dos casos mais trágicos foi o desabamento do Edifício Palace II, no Rio de Janeiro, em 1998. O colapso parcial do prédio, que havia sido entregue há apenas cinco anos, matou oito pessoas. A investigação revelou falhas estruturais graves e o uso de materiais de baixa qualidade, colocando em xeque a fiscalização de obras na época. FOTO: Edifício Palace II/ Reprodução; internet O que leva a esses erros? Os erros de engenharia podem ocorrer por diversos fatores, como falhas de cálculo, má execução da obra, uso de materiais inadequados ou até negligência na fiscalização. De acordo com Ladimir Kriiger Junior, engenheiro civil com vasta experiência na gestão e planejamento de obras, a base de uma construção segura está no planejamento rigoroso e na aplicação correta de normas técnicas. "Uma construção bem-sucedida depende de um conjunto de fatores, desde a qualidade dos materiais até a execução precisa do projeto. Muitas tragédias poderiam ser evitadas com uma supervisão mais rígida e o devido cumprimento das normas técnicas", destaca Kriiger. Como evitar falhas na engenharia? A prevenção de desastres estruturais começa ainda na fase do projeto. Para evitar falhas, engenheiros e construtoras devem seguir rigorosamente as normas vigentes do país e realizar testes rigorosos em todas as etapas da obra. Além disso, o uso de tecnologia, como simulações digitais e materiais de alta resistência, pode ser um diferencial na segurança das construções. A engenharia é uma ciência que une inovação e precisão. Quando bem aplicada, é capaz de transformar sonhos arquitetônicos em realidade. Mas, quando erros acontecem, o luxo pode, literalmente, virar lixo. O aprendizado com falhas passadas é essencial para garantir que os erros do passado não se repitam no futuro. Sobre Ladimir Kriiger Junior é engenheiro civil com experiência na gestão e planejamento de obras, atuando nos setores privados e públicos. Graduado pela Faculdade de Rondônia (FARO), acumula anos de atuação no setor em supervisão de construções residenciais, comerciais e infraestrutura. Especializou-se em Gestão de Obras na Construção Civil e em Orçamento e Projetos aplicados à construção, ambos pela FACUMINAS. Ao longo de sua carreira, trabalhou em empresas como K.V. Engenharia e Terra Forte, desenvolvendo habilidades em análise estrutural, elaboração de projetos e acompanhamento de obras. Para mais informações: https://luckyassessoria.com.br/ Kaísa Romagnoli Fonte: Ladimir Kriiger Junior
- Wind Façade, novo sistema para fachadas-cortina da Hydro
Foto: Hydro / Reprodução O sistema unitizado é um método construtivo utilizado em fachadas envidraçadas, composto por módulos pré-fabricados que são montados e selados em fábrica antes de serem transportados para o canteiro de obras. Esses módulos chegam prontos para instalação, sendo fixados diretamente na estrutura do edifício, reduzindo significativamente o tempo de execução e os riscos associados ao trabalho em altura. A Hydro, multinacional norueguesa uma das líderes em alumínio e energia, oferece soluções inovadoras para fachadas, especialmente através de seus sistemas unitizados de alumínio. Em 2024, na FESQUA, a empresa anunciou o lançamento do sistema Wind Façade de esquadrias de alumínio, voltado para fachadas arquitetônicas. O produto reúne painéis pré-fabricados fora do local de construção, posteriormente instalados na estrutura do edifício com o auxílio de guindastes, permitindo que os trabalhadores realizem a montagem de dentro da edificação. Liberdade criativa O novo sistema se destaca por sua capacidade de otimizar a performance das edificações. Entre as características estão o alto desempenho acústico e a flexibilidade de design , permitindo a criação de fachadas planas, curvas, inclinadas e poligonais. Essas opções oferecem aos arquitetos e engenheiros maior liberdade criativa, sem comprometer a segurança e o conforto dos usuários. Além disso, a Hydro enfatiza que suas soluções são desenvolvidas para promover a valorização dos imóveis, atendendo a diversas solicitações estéticas e estruturais, mesmo nos projetos comerciais mais desafiadores. A empresa reforça seu compromisso em estar próxima dos clientes, oferecendo soluções personalizadas de alta qualidade e suporte local. Para mais informações: https://www.hydro.com/br/br/ Colaborou: Júlia Rebouças (estagiária)
- Baterias com energia solar tornam casas mais inteligentes, valorizadas e contra apagão
FOTO: Painéis Solares Instalados pela Holu na Cidade de São João da Boa Vista – SP/ Reprodução Segundo a especialista Sophia Cavalcanti, head de novos negócios da Holu, há um crescente interesse na tecnologia de bateria solar por clientes com imóveis de alto padrão; e o custo final dos equipamentos começa a partir de R$70 mil, com payback entre quatro e cinco anos. Com a queda no preço das baterias, o barateamento dos kits de energia solar e as frequentes sobrecargas na rede elétrica pelo clima extremo no Brasil, os consumidores passaram a apostar na combinação dessas novas tecnologias para tornar suas casas mais inteligentes, mais valorizadas e mais seguras do ponto de vista do fornecimento de eletricidade e apagões. Crescimento de pedidos A mudança de comportamento dos consumidores e a crescente preocupação com a precariedade da rede elétrica é percebida pelo aumento no interesse nas baterias combinadas com kits fotovoltaicos na Holu, fornecedora de soluções de comercialização e instalação de sistemas de energia solar e tecnologias sustentáveis no Brasil. Nos últimos 12 meses, a empresa registrou um crescimento nos pedidos de orçamentos dessas tecnologias da ordem de 400% em todo o território nacional, sobretudo de clientes com imóveis de alto padrão. Segundo a especialista Sophia Cavalcanti, a maior procura por esses equipamentos concentra-se nos estados de São Paulo, sendo motivada pela busca por mais autonomia, eficiência energética e economia. “Obviamente, há uma grande adesão por parte de clientes que enfrentam quedas frequentes de energia e não querem depender exclusivamente da rede elétrica, mas em linhas gerais, são consumidores que buscam valorizar seus imóveis, tornando-os mais inteligentes, tecnológicos e sustentáveis. Em projetos de alto padrão, a eficiência energética e a independência da rede elétrica vêm se tornando diferenciais cada vez mais desejados, agregando sofisticação e segurança ao imóvel”, explica. Autonomia e tipo de cargas De acordo com a executiva, o custo final dos equipamentos depende de dois fatores principais: o período de autonomia desejado e o tipo de cargas que serão atendidas. “Os valores variam conforme essa necessidade, partindo de cerca de R$70 mil e podendo chegar a até R$500 mil”, comenta Sophia. “Se for um estabelecimento comercial que opera apenas durante o dia, por exemplo, a necessidade de baterias pode ser menor, pois o sistema solar carrega as baterias durante o horário de funcionamento e a energia armazenada será utilizada apenas por algumas horas”, acrescenta a especialista. Já para uma residência que deseja autonomia para o período noturno, a especialista explica que a necessidade de armazenamento pode ser maior, garantindo o funcionamento de iluminação, ar-condicionado, geladeira e outros eletrodomésticos essenciais por até 12 horas. “O tempo médio de retorno do investimento ( payback ) para um sistema de baterias integrado à energia solar varia entre quatro e cinco anos, mas é importante considerar também os benefícios indiretos, como eliminação do risco de apagões que poderiam causar grandes prejuízos em equipamentos queimados, perda de alimentos refrigerados e até impactos financeiros em home offices ou operações comerciais”, pontua. Por exemplo, imagine um cliente que tem uma adega climatizada com rótulos raros e caros: um apagão prolongado pode comprometer completamente sua coleção. Ou ainda, um profissional que trabalha remotamente e perde uma reunião essencial por conta da queda de energia. “Já acompanhamos casos de investidores que perderam milhões no mercado financeiro devido a falhas no fornecimento de energia”, diz Sophia. “Portanto, o retorno desse investimento não é apenas financeiro, mas também imediato e imensurável em termos de conforto, segurança e continuidade das operações. Com a redução progressiva do custo das baterias, o tempo de retorno tende a cair ainda mais nos próximos anos”, conclui a executiva. A Holu trabalha exclusivamente com produtos premium, buscando priorizar a alta segurança e desempenho. Com isso, a EP Cube, desenvolvida pela Canadian Solar, uma das grandes referências em energia solar, é uma solução sempre avaliada por empresas para atender os seus clientes. Com design sofisticado e tecnologia de ponta, oferece autonomia para residências e apartamentos. Para mais informações: https://holu.com.br/ Fonte: TOTUM Comunicação/ Thiago Nassa
- Máquinas da Fom Industrie têm presença internacional
Foto: Fom Industrie/Divulgação A empresa se consolidou como uma das principais fabricantes mundiais de máquinas-ferramentas para o corte e processamento de perfis de alumínio extrudados, após ser fundada em 1972. A Fom Industrie oferece uma das gamas mais completas do mercado, incluindo centros de usinagem de 3 a 5 eixos, serras de uma e duas cabeças e máquinas tradicionais. Expansão global e inovação tecnológica Desde 1989, a Fom Industrie tem investido na ampliação de sua presença global, adquirindo empresas estratégicas e expandindo sua atuação no mercado internacional. Atualmente, o Fom Group é composto por 9 unidades fabris, 10 filiais de vendas e 55 distribuidores oficiais, formando uma rede estruturada para atender todas as fases da cadeia produtiva na indústria de esquadrias. Além das máquinas de corte e usinagem, o grupo oferece soluções complementares, como sistemas de manuseio de materiais e software desenvolvidos internamente para otimizar o controle de produção e o processamento de alumínio e PVC. A pesquisa tecnológica é um dos principais motores de crescimento do grupo, que investe em inovação para atender diferentes setores da indústria. Maquinário de alta precisão para a indústria vidreira A demanda por cortes mais precisos e seguros impulsionou a Fom Industrie a desenvolver soluções para a indústria do vidro. Seus equipamentos combinam automação e tecnologia para realizar cortes limpos e exatos, essenciais para o trabalho em vidraçarias, indústria moveleira, fabricação de escadas de mármore, além da produção de veículos. Entre os principais benefícios das soluções da Fom Industrie para o corte de vidro, a empresa destaca: • Redução de desperdícios: otimização do uso da matéria-prima. • Eficiência e segurança: cortes precisos minimizam riscos de erro e desperdício. • Automação inteligente: integração de software para controle e planejamento da produção. • Versatilidade: máquinas adaptáveis a diferentes necessidades industriais.
- Parafuso sextavado: conheça seus benefícios
FOTO: Divulgação/Pexels Caracterizado por ter uma cabeça com seis lados, o parafuso sextavado permite um melhor torque e facilita o manuseio com ferramentas como chaves de boca ou soquetes, possibilitando o aperto e desaperto em diferentes tipos de superfícies. O parafuso sextavado é um dos itens mais utilizados em projetos que necessitam de uma fixação robusta e eficiente. É amplamente utilizado em diversos setores da indústria da construção, oferecendo resistência e versatilidade essenciais para a montagem e manutenção de estruturas e equipamentos. O melhor material para a fabricação do produto é o aço inoxidável, que proporciona alta resistência à corrosão, tornando-o ideal para aplicações diversas, desde estruturas solares a esquadrias e vidros ou aplicações industriais. O parafuso sextavado deve contar com formato da cabeça com seis lados planos, presença de uma rosca na haste para fixação, dimensões específicas sobre diâmetro da rosca e comprimento total do parafuso, tudo preferencialmente seguindo normas técnicas e padrões vigentes, como a ISO 4014/4017 para dimensões métricas ou ASTM A307 para medidas em polegadas. Tipos de parafusos Podendo ser encontrado em diversos formatos, sua principal vantagem está na durabilidade e na resistência ao torque, o que o torna ideal para projetos que exigem alta pressão de aperto. Para isso, existem diversos modelos de parafusos sextavados, dependendo da necessidade específica do projeto. Alguns exemplos incluem: Rosca Inteira: A haste deste parafuso possui rosca do começo ao fim, ocupando toda a parte que não é a cabeça. É ideal para aplicações que exigem alta resistência e fixação permanente. Rosca Parcial: A rosca do parafuso vai apenas até uma parte da haste. É usado quando é necessário combinar resistência com a possibilidade de desmontagem. Rosca Soberba: Possui filetes de rosca mais espaçados. É utilizado especialmente em buchas, madeiras, cercas e portões. Estrutural A325: Indicado para projetos que necessitam de mais força no suporte. Tem diâmetro maior e haste mais curta. Principais vantagens O parafuso sextavado se destaca principalmente por oferecer: Resistência : Projetados para suportar grandes cargas de tensão, esses parafusos são altamente resistentes, mesmo em condições adversas. Versatilidade : Devido ao seu formato e à variedade de materiais disponíveis, o parafuso sextavado pode ser utilizado em diferentes ambientes, como indústria, construção civil e mobiliário. Fácil manutenção : A cabeça sextavada facilita o aperto e desaperto, mesmo em locais de difícil acesso. Durabilidade : Os parafusos sextavados feitos de aço inoxidável ou com revestimentos específicos são altamente resistentes à corrosão, garantindo uma vida útil mais longa. Materiais presentes no parafuso sextavado O produto é composto por diversos materiais, como por exemplo: Aço Carbono: É o material mais popular para parafusos. Sua resistência mecânica é excelente, tornando-o adequado para uma variedade de aplicações. Ele é frequentemente revestido com zinco para proteção contra corrosão. O revestimento de zinco cria uma barreira física entre o aço e o ambiente, prolongando a vida útil do parafuso. Os parafusos de aço carbono são amplamente utilizados na construção civil, montagem de móveis, estruturas metálicas e muito mais. Aço Inoxidável: Quando se trata de resistência à corrosão, o aço inoxidável é a escolha ideal. Ele é altamente resistente à oxidação e à ferrugem, mesmo em ambientes úmidos ou salinos. Isso o torna perfeito para uso em áreas externas, construção de edifícios, instalação de esquadrias em regiões costeiras, onde a exposição à maresia é constante. Além disso, o aço inoxidável é amplamente utilizado em indústrias químicas e alimentícias, onde a higiene e a resistência à corrosão são fundamentais. Liga de Alumínio e Latão: Em algumas situações específicas, como montagens elétricas ou aplicações em eletrônicos, os parafusos de liga de alumínio e latão tendem a ser a opção mais correta. A liga de alumínio é leve e não magnética, tornando-a adequada para componentes eletrônicos. Já o latão é conhecido por sua resistência à corrosão e sua aparência estética. Ambos os materiais são usados quando a condutividade elétrica, a leveza ou a estética são propriedade. Principais usos do parafuso sextavado Por ser um fixador muito recomendado para áreas com maior perigo de corrosão, o material desempenha um papel fundamental em diversas indústrias e aplicações. Dentre os setores que mais se beneficiam do seu uso estão: Construção Civil: O produto é usado principalmente em estruturas metálicas, pontes, telhados e outras aplicações onde a fixação de peças pesadas é necessária. Indústria automotiva: Eles são empregados na montagem de motores, suspensões e sistemas de freio, onde a resistência à vibração e a fixação firme são fundamentais. Móveis e decoração: Em projetos de móveis, o material é utilizado em peças que demandam alta fixação, como em estruturas de aço e madeira. Indústria naval e petrolífera: Garantem resistência à ferrugem e à deterioração causada por condições climáticas extremas. Instalações Externas: Eles fixam móveis para áreas externas, equipamentos de playground e cercas. Suas propriedades resistentes à corrosão os tornam ideais para enfrentar as condições climáticas. Se você está construindo um deck ou instalando uma placa, os parafusos sextavados garantem conexões duradouras. Alguns fornecedores de destaque no mercado de parafusos sextavados Boltinox: A marca oferece uma linha completa de parafusos sextavados em aço inoxidável, e busca atender a demanda específica de cada projeto. “Os produtos da Boltinox são conhecidos por sua resistência à corrosão, durabilidade e ótimo acabamento. Além disso, todos os parafusos são fabricados com o mais alto padrão de qualidade, garantindo a segurança e a confiabilidade que seu projeto exige” — destaca a empresa em seu site. FOTO: Parafusos sextavado/ Site Boltinox; Divulgação Inox-Par: A linha de produtos da empresa inclui uma variedade de parafusos e fixadores, todos submetidos ao processo de passivação, ou seja, mais resistente à corrosão. A empresa oferece um catálogo completo, atendendo às necessidades de diversos setores da indústria. “Fabricados com aço inox de alta qualidade, nossos sextavados garantem proteção contra corrosão, desempenho mecânico superior e acabamento de excelência. Desde estruturas metálicas até a indústria automotiva, nossos parafusos são indispensáveis para projetos que demandam confiabilidade e precisão” — informa a Inox-Par em suas redes sociais. FOTO: Parafusos sextavado/ Site Inox-Par; Divulgação Para mais informações: https://www.boltinox.com.br/ / https://www.inoxpar.com.br/ Colaborou: Leonardo Matias Simões (Estagiário)
- Conheça as 100 maiores construtoras do Brasil
O “ Ranking Intec das 100 maiores construtoras do Brasil”, realizado anualmente desde 2019, pela Intec Brasil, classifica as construtoras com base na metragem quadrada ativa construída no ano anterior, reconhecendo aquelas que mais contribuíram para o desenvolvimento da infraestrutura nacional. A edição de 2025, com evento previsto para 7 de maio em São Paulo (SP), destaca empresas que, juntas, somaram quase 60 milhões de metros quadrados ativos em 2024, gerando emprego direto para mais de 2,8 milhões de trabalhadores e suas famílias. A Intec Brasil desempenha um papel fundamental no setor da construção civil ao fornecer uma plataforma de prospecção de obras que auxilia empresas a expandirem sua atuação no mercado nacional. Por meio de informações detalhadas sobre grandes obras e construtoras, a Intec Brasil facilita a identificação de oportunidades de negócios, contribuindo para o crescimento e a competitividade das empresas do setor. Volume de obras No ranking atual as dez primeiras posições são ocupadas por empresas que se destacaram pelo volume de obras entregues no último ano. Liderando a lista está a Direcional Engenharia (MG), seguida pela Pacaembu Construtora (SP) e MPD Engenharia (SP). Na quarta posição aparece o Grupo Plaenge (PR), enquanto a Cury Construtora (SP) e a Construtora Tenda (SP) ocupam o quinto e sexto lugares, respectivamente. O ranking segue com a BRNpar Incorporações (SP) em sétimo, a Construtora JL (PR) em oitavo, a FG Empreendimentos (SC) em nono e a Moura Dubeux (PE) fechando o top 10. Ao promover o ranking , a Intec não apenas reconhece o desempenho das construtoras, mas também oferece uma visão abrangente do mercado, servindo como referência para investidores, fornecedores e profissionais da construção civil. Essa iniciativa reforça a importância da transparência e da disseminação de informações qualificadas para o fortalecimento e a evolução contínua do setor no país. Para mais informações: https://100maioresconstrutoras.com.br/ Colaborou: Júlia Rebouças (estagiária)
- Tecnologia V-Perfect ajuda a indústria de esquadrias de PVC
Foto: VETREX/Divulgação Trabalhando com automação há mais de 30 anos, a história da marca começou em 1980, em Modena, considerado berço da mecânica italiana. Ao longo dos anos, foi crescendo e fornecendo para vários setores do mundo mecânico, incluindo o automotivo e alimentício. Durante essas três décadas no mercado, a empresa se especializou no design e construção de máquinas de produção, criando inúmeras instalações e infraestruturas. Por conta da evolução natural, a Graf Synergy, em 2012, projetou e construiu a SL4-FF EVO , a primeira máquina de solda "sem limpeza" do mundo. Esta máquina combina a tecnologia V-Perfect , desenvolvida pela empresa, com a facilidade de uso. Em 2015, a marca italiana deu mais um salto no mercado, adicionando às suas ofertas de produtos o design personalizado de layouts e fluxos de processos e, posteriormente, estabelecendo uma d ivisão de logística de processos . Nos dias atuais, a Graf Synergy está presente em mais de 60 países com suas máquinas. O catálogo da marca inclui diversos equipamentos e soluções para fabricação de esquadrias em PVC e está em constante evolução. Na feira de esquadrias Durante a FESQUA de 2024, a Graf Synergy apresentou em seu estande, durante o evento, as soldadoras para esquadrias de PVC, dos modelos SL4-FF EVO e SL2-FF DIA . Segundo Aline Medeiros de Maria, da área de marketing da empresa, as duas máquinas foram as que mais chamaram a atenção dos visitantes. De acordo com ela, por contar com tecnologia que dispensa a posterior limpeza dos quadros acabados, acabou atraindo muitos olhares do público que estava presente. Máquina de corte de duas cabeças SD 26: Dispõe de uma uma cabeça fixa e de uma móvel, com posicionamento automático do comprimento de corte por meio de eixo controlado, o produto da Graf Synergy é um dos recomendados para produção em série e de peças especiais. A máquina está equipada com duas lâminas frontais retráteis de Ø 500 mm (de diâmetro), com parada pneumática para corte curto na cabeça esquerda, o que permite cortes menores que a distância mínima entre as cabeças. Dentro de suas características estão: possibilidade de corte em ângulos de 22°, 30° e em graus intermediários, presença de morsas pneumáticas verticais e horizontais, estrutura de aço e alumínio extremamente robusta e suporte intermediário para o perfil que está sendo processado. FOTO: Site Graf Synergy/Divulgação GS 225 A: Máquina de corte com dupla cabeça de controle eletrônico óleo-pneumática, usada para corte de perfis de PVC e alumínio, com uma cabeça fixa e uma cabeça móvel com posicionamento automático do comprimento de corte por meio de eixo controlado. O sistema está equipado com 2 lâminas de subida vertical de Ø 500 mm, com inclinação pneumática das cabeças entre 90° e 45° para dentro, o que permite um corte ágil sem a necessidade de correções de comprimento nas passagens entre uma angulação e outra. Graças ao aumento do seu curso e à capacidade de corte das lâminas, é possível o corte simultâneo de 2 perfis. Dentro de suas características estão: estrutura de aço extremamente robusta e de alto padrão, possibilidade de cortar 2 perfis simultaneamente no mesmo comprimento, cortes extremamente ágeis, possibilidade de cortar também perfis de alumínio e possibilidade de obter cortes em graus intermediários com a ajuda de paradas mecânicas. FOTO: Site Graf Synergy/Divulgação Soldadoras da Graf Synergy SL2-FF DIA : A máquina foi desenvolvida para produzir janelas de PVC homogêneas, possibilitando a soldagem simultânea de cantos. A soldadora dupla cabeça computadorizada SL2-FF DIA ajuda a eliminar completamente o cordão de solda do canto, permitindo obter janelas de PVC com qualidade uniforme e estética. A soldagem simultânea de dois cantos oferece superfícies planas e homogêneas também com perfis que, ao invés de reforço de metal, possuem em seu interior produtos não soldáveis, como fibra de vidro, alumínio ou resina. Dentro das suas principais características estão: Versatilidade: possibilidade de soldar perfis revestidos com qualquer tipo de película ou laminação. Redução de tempos e custos: após a soldagem, não é necessário limpar ou retocar. Redução de mão de obra: não sendo necessário o retoque no acabamento dos cantos, apenas um operador é suficiente para carregar os perfis. Sistema de solda ativa: o operador pode intervir antecipadamente no resultado final esperado. Resolve o problema de tolerâncias dos perfis: graças a um sistema especial de calibração automática. Soldagem com acabamento liso ou perfilado: a instalação de um estampo rotativo universal para perfis (branco, colorido, laminado, acrílico, entre outros) permite executar estes tipos de soldagem, variando automaticamente entre as duas opções. Operações necessárias realizadas automaticamente: fresagem com sistema High Speed, posicionamento nas medidas operacionais, fusão cíclica, compressão e resfriamento e, ao final, liberação dos perfis acabados. FOTO: Site Graf Synergy/Divulgação SL4-FF EVO: A máquina soldadora CNC de quatro cabeças elimina completamente o cordão de solda do canto, permitindo obter janelas de PVC de qualidade uniforme e estética superior. Máquina única de sua tipologia, ela realiza soldas com superfícies planas e homogêneas também em perfis que, em vez de reforço de metal, possuem dentro deles produtos não soldáveis. Dentro de suas principais características estão: Possibilidade de soldar: perfis revestidos com qualquer tipo de película ou lâmina como alumínio anodizado, alumínio pintado, PVC pintado, PVC revestido com madeira natural ou com acrílico. Redução de tempo e custo: Após a soldagem, não há necessidade de limpar ou retocar. Redução de mão-de-obra: Não sendo necessário finalizar os cantos, é necessário apenas um operador para carregar os perfis. Economia de espaço: Máquina extremamente compacta (a partir de apenas 20 m2). Resolve o problema das tolerâncias dos perfis: Possui um sistema de calibração automática. FOTO: Site Graf Synergy/Divulgação SL6-FF TR: Sendo uma evolução da SL4-FF Evo de quatro cabeças, por conta de suas duas cabeças a mais, este modelo também permite eliminar completamente o cordão de solda do canto, permitindo obter janelas de PVC de qualidade uniforme e com grande estética. O modelo permite soldar simultaneamente os quatro cantos de um quadro de PVC com um travesso (soldagem frontal) sem a necessidade de limpeza (soldagem sem cordão patenteada) ou retoques sucessivos. Estão entre suas características: Redução de tempos e espaços: Em um único ciclo, solda os 4 cantos a 45° e 1 travesso no modo 90° simultaneamente. Redução de custos: Não é necessário limpar ou retocar e, portanto, a limpadora e a mesa giratória de peças não são necessárias. Redução de mão-de-obra: Não sendo necessário dar acabamento nos cantos, é suficiente apenas 1 operador para carregar os perfis. Possibilidade de soldar: Podendo soldar perfis revestidos com qualquer tipo de película ou laminação como alumínio anodizado, alumínio pintado, PVC pintado ou revestido com madeira natural e PVC revestido com acrílico. FOTO: Site Graf Synergy/Divulgação SL8 FF TR: Evolução natural da SL4-FF Evo de quatro cabeças, graças às quatro cabeças a mais, e do SL6-FF EVO , por conta de suas duas cabeças a mais, permite soldar simultaneamente os quatro cantos de um quadro de PVC com 2 travessos (soldagem frontal) sem a necessidade de limpeza (soldagem sem cordão patenteada) ou retoques sucessivos. A SL8-FF TR conta com oito cabeças CNC e elimina completamente o cordão de solda do canto, permitindo obter janelas de PVC de qualidade uniforme e estética avançada. Entre suas características estão: Redução de tempos e espaços: Em um único ciclo, solda os 4 cantos a 45° e 2 travessos no modo 90° simultaneamente. Redução de custos: Não é necessário limpar ou retocar e, portanto, a limpadora e a mesa giratória de peças não são necessárias. Redução de mão-de-obra: Não sendo necessário dar acabamento nos cantos, é suficiente apenas 1 operador para carregar os perfis. Possibilidade de soldar : Podendo soldar perfis revestidos com qualquer tipo de película ou laminação como alumínio anodizado, alumínio pintado, PVC pintado ou revestido com madeira natural e PVC revestido com acrílico. FOTO: Site Graf Synergy/Divulgação V-Perfect Technology Esta é uma das tecnologias pioneiras no mundo, desenvolvida para eliminar completamente o cordão de solda do canto da esquadria de PVC, permitindo a produção de janelas com qualidade e estética. “Com V-Perfect é possível uma aprimoração da estética da janela em PVC ao ponto de que os próprios produtores de perfis chegam a recomendar a sua utilização, a fim de verem seus produtos valorizados ao máximo.” destaca a marca em seu site. FOTO: Site V-Perfect/ Divulgação Para mais informações: https://www.grafsynergy.com/pt-br/ e https://v-perfect.it/pt/ Colaborou: Leonardo Matias Simões (Estagiário)














