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- Prêmio Nelson Firmino 2024 tem resultado revisado
No início de abril, executivos do Grupo Contramarco, da Aluparts e da Associação Nacional de Fabricantes de Esquadrias de Alumínio (Afeal) se reuniram para efetuar uma revisão do resultado do “Prêmio Nelson Firmino 2024”. Os membros da Comissão Julgadora da premiação marcaram a reunião pela necessidade de reavaliar a conformidade dos projetos vencedores com os critérios do regulamento. De acordo com os organizadores, a mudança não coloca em dúvida a qualidade técnica das obras anteriormente premiadas — mas reforça a necessidade de cumprir os pré-requisitos estabelecidos pelo concurso, garantindo a transparência e a credibilidade da premiação. Elegibilidade dos projetos Entre as exigências fundamentais para a elegibilidade dos projetos, destaca-se a necessidade de conclusão da obra há pelo menos um ano e a posse do habite-se ou comprovação de aceitação pelo cliente. Obras ainda em andamento, portanto, não podem concorrer ao prêmio. Após a revisão dos organizadores, os vencedores do Prêmio Nelson Firmino 2024 foram oficialmente redefinidos: • Categoria Horizontais Residenciais Vencedora: VCCR – Unibox • Categoria Verticais Comerciais Vencedora: Selma Tower – Luxalum • Categoria Verticais Residenciais Vencedora: One Tower – Aluminato • Categoria Obras Institucionais Vencedoras: Laboratório de Hidrogênio Verde Fotovoltaica – UFSC – Esaf Hospital Mater Dei Salvador – Itefal • Categoria Projetos Especiais Vencedora: Rua da Saúde – Santa Casa – Avec Design Prêmio foi entregue à Itefal A equipe organizadora do Prêmio visitou a sede da Itefal, vencedora na categoria Obras Institucionais, para a entrega do prêmio pessoalmente. Ainda em abril, foram realizadas as entregas para a Aluminato (categoria Verticais Residenciais) e para a Esaf (categoria Obras Institucionais). As demais empresas vencedoras receberão o Prêmio em breve. Futuras edições Os organizadores destacam que as obras anteriormente premiadas poderão concorrer em futuras edições, desde que atendam plenamente aos critérios estabelecidos. Além disso, a Comissão Organizadora informou que será criada uma nova comissão para aprimorar as regras do concurso, reforçando a transparência e a equidade na escolha dos vencedores.
- Dia do Serralheiro é comemorado desde 1999
FOTO: Reprodução/ Freepik No dia 23 de abril é celebrado o Dia do Serralheiro, profissional que manuseia e dá formas diferentes ao aço , ferro e alumínio, transformando e idealizando modelos com toques artísticos. Desenvolvendo serviços diversos em ambientes domésticos e profissionais, o serralheiro participa da elaboração de projetos, criação, restauração e instalação de peças para os mais diferentes usos. É ele o responsável por criar esquadrias , portões , janelas, portas, vitrais e grades dos mais diversos formatos, tamanhos e também com materiais que incluem cobre, ferro, alumínio, metal, zinco, latão, dentre outros. Origem da data No ano de 1999, a Gerdau - empresa que produz aço, minério de ferro e outros produtos derivados do aço - lançou o “Programa Profissional do Aço” voltado para incentivar o mercado de serralheria no Brasil. Naquele ano, o marketing da empresa escolheu o dia 23 de abril por coincidir com o Dia de São Jorge, o santo representado com a figura de um guerreiro. Acredita-se que São Jorge era um soldado do império romano que usava armas e espadas forjadas em metal pelos ferreiros da antiguidade, que teriam sido os primeiros serralheiros. Diante dessa tradição secular, existem pelo Brasil muitas serralherias que adotaram o nome de São Jorge em sua razão social. Hoje, os serralheiros são peça fundamental na indústria de esquadrias, sendo essenciais na construção civil e na indústria. Colaborou: Leonardo Matias Simões (Estagiário)
- Construção industrializada (offsite) e a escassez de mão de obra
A construção civil industrializada é conhecida por suas inovações e eficiência, porém se depara com um grande desafio: encontrar mão de obra qualificada suficiente para atender às demandas. Apesar das muitas vantagens, como menor tempo de execução, melhor controle de qualidade e diminuição do desperdício, o setor luta para atrair mão de obra qualificada para viabilizar seu crescimento. É muito importante compreender as razões por trás dessa escassez e explorar possíveis soluções para o futuro da indústria. Consideramos que uma das explicações para a escassez de mão de obra qualificada na construção industrializada é, como o colaborador se vê na própria indústria. Os colaboradores da construção civil tradicional são muito exigidos fisicamente e menos prestigiados em comparação com outras profissões. Apesar dos avanços, a construção industrializada ainda é vista por muitos como uma extensão da construção civil convencional, ao invés de um segmento inovador. Portanto, superar isso é essencial para atrair novos colaboradores. Outro fator que contribui para a escassez de mão de obra é a falta de treinamento, extremamente necessário para as modernas técnicas de construção industrializada. As instituições educacionais não estão preparadas para incorporar métodos desse sistema construtivo em seus currículos, o que resulta na falta de conhecimento e habilidade para os alunos que entram no mercado de trabalho. Isso é particularmente observado em áreas como construção modular, integração de Modelagem de Informações de Construção (BIM) e no uso de materiais avançados, como placas cimentícias e madeira laminada cruzada (CLT). Sem treinamentos e educação adequados, os trabalhadores não estão preparados com as habilidades necessárias para se destacar em funções de construção industrializada. A competitividade do mercado de trabalho também afeta a escassez de mão de obra. As fábricas de construção offsite muitas vezes se encontram competindo com outros setores, como a construção tradicional, de manufatura e até mesmo as indústrias de tecnologia, que oferecem pacotes e benefícios de compensação atraentes. Essa competição torna difícil para as empresas de offsite atrair e reter os colaboradores que precisam. Assim, essas empresas precisam encontrar maneiras para que trabalhadores qualificados façam a opção por carreiras na construção offsite . Tudo isso passa pela necessidade de reavaliar e adaptar estilos de gestão. As abordagens tradicionais de gerenciamento hierárquico podem não combinar com a força de trabalho moderna, que valoriza flexibilidade, colaboração e senso de propósito. Ao promover um ambiente de trabalho mais inclusivo e solidário, as empresas podem tornar seus locais de trabalho mais atraentes para seus colaboradores. Adotar um estilo de gestão que incentiva a inovação e capacita os colaboradores pode ajudar a criar um local de trabalho mais atraente, dinâmico e motivador. Investir em treinamento é fundamental para obter uma força de trabalho eficiente e sustentável. As empresas de construção offsite podem fazer parceria com instituições educacionais para desenvolver programas de treinamento especializados para aprimorar e instruir sobre as novas habilidades necessárias para a construção industrializada moderna. Além disso, oferecer aprendizado e treinamento no trabalho ajuda a preencher o intervalo entre o conhecimento teórico e a aplicação prática. Desse modo, as empresas podem garantir que seu time de colaboradores esteja bem equipado para atender às demandas do setor. Criar planos de carreira claros e oportunidades de desenvolvimento profissional são ações importantes para ter colaboradores motivados. As empresas devem destacar o potencial de crescimento dentro do setor, mostrando como os colaboradores podem avançar em suas carreiras e enfrentar novos desafios. Oportunidades de aprendizado contínuo e reconhecimento das conquistas aumentam a satisfação e a segurança do colaborador. Quando os trabalhadores veem um caminho claro para o seu futuro dentro da empresa, é mais provável que fiquem e invistam em suas carreiras. Todavia, a integração da tecnologia na construção industrializada pode ajudar a absorver o impacto da escassez de mão de obra. Automação, robótica e soluções avançadas de software contribuem para agilizar a produção e diminuir a dependência do trabalho manual. Ao investir em tecnologia, as empresas melhoram a eficiência e tornam a indústria mais atraente para os colaboradores experientes nessa área. É possível transformar a construção industrializada em um campo de alta tecnologia, atraindo a nova geração de trabalhadores entusiasmados com as possibilidades de inovação. Promover a industrialização da construção civil é essencial para mudar a percepção do público e atrair novos talentos. Destacar a inovação, sustentabilidade e eficiência da construção offsite pode ajudar a reposicionar a indústria e tornar a escolha de carreira nesse campo algo desejável. Envolver-se com a comunidade, participar de feiras e mostrar projetos bem-sucedidos colaboram para a imagem mais positiva. Ao promover ativamente os pontos fortes do setor, as empresas podem atrair uma gama mais ampla de talentos. Em resumo, a escassez de mão de obra qualificada na construção offsite é uma questão complexa e com várias perspectivas, requerendo uma abordagem abrangente para resolver, implicando a mudança de estilos de gestão e investimentos em treinamento e educação. Também é preciso dar ênfase ao crescimento da carreira, alavancar a tecnologia e promover o setor. As empresas de construção offsite podem superar esse desafio e construir uma força de trabalho forte para o futuro. O esforço conjunto dos gestores e a capacidade da indústria de se adaptar e inovar são pontos fundamentais para ter sucesso em atrair a mão de obra qualificada de que precisa para prosperar. Fonte: Roberto Paolillo Monay, vice-presidente de Produto, Pesquisa, Desenvolvimento e Aplicação no Grupo SteelCorp
- Automatização de esquadrias: conforto e segurança em projetos arquitetônicos
Foto: windowsdressedup.com /Reprodução A busca por conforto, segurança e eficiência nos ambientes modernos tem impulsionado a adoção de soluções tecnológicas na construção civil. Entre elas, a automatização de esquadrias se destaca como uma inovação que transforma portas, janelas e fachadas em sistemas inteligentes, capazes de se integrar a recursos de automação residencial e predial para oferecer mais praticidade, controle e valorização aos projetos arquitetônicos. Com o uso de sistemas motorizados e controlados por dispositivos eletrônicos, é possível abrir e fechar janelas remotamente, programar a ventilação natural em horários específicos, integrar o acionamento com sensores climáticos e até comandar tudo por meio de assistentes virtuais, como Alexa e Google Home. Essa tecnologia tem ganhado espaço em residências de alto padrão, edifícios corporativos e hotéis, não apenas pelo fator inovação, mas principalmente pelos benefícios práticos. Além disso, há ganhos significativos em acessibilidade, especialmente em projetos voltados para pessoas com mobilidade reduzida. Com o simples toque de um botão, é possível operar esquadrias localizadas em pontos altos ou de difícil acesso sem esforço físico. Do ponto de vista da segurança, os sistemas automatizados podem ser integrados a fechaduras eletrônicas, sensores de presença e alarmes, tornando as esquadrias uma linha ativa de defesa contra invasões. Algumas soluções também oferecem monitoramento remoto, com alertas em tempo real caso haja tentativa de violação. No campo da sustentabilidade, a automação de esquadrias também se destaca. Ao permitir o controle da entrada de luz e ventilação, ela reduz a dependência de sistemas artificiais de iluminação e ar-condicionado, contribuindo para eficiência energética das edificações. Apesar de representar um investimento maior do que os sistemas tradicionais, o custo-benefício da automatização tem se mostrado vantajoso a longo prazo, especialmente quando aliado ao conceito de casa inteligente e à valorização do imóvel. Com a crescente digitalização da arquitetura e a valorização da experiência do usuário, a automatização de esquadrias surge como uma tendência irreversível, moldando o futuro dos ambientes construídos com mais inteligência, conforto e segurança. Colaborou: Júlia Rebouças (estagiária)
- Sika: inovação e sustentabilidade
FOTO: Reprodução/ Sika Como subsidiária da Sika AG, com sede na Suíça, a multinacional está presente em 103 países e opera em mais de 400 fábricas, empregando mais de 33 mil pessoas atualmente. A história da marca no Brasil se destaca por estar presente em grandes obras de infraestrutura, como o Cristo Redentor, as Usinas Hidrelétricas de Belo Monte e Santo Antônio, a transposição das águas do São Francisco e os projetos do metrô de São Paulo e Fortaleza. A empresa atende também o mercado de varejo, proporcionando produtos para obras residenciais e comerciais. Com nove décadas de trajetória, a Sika consolidou sua posição no mercado e expandiu suas operações, transferindo sua sede para São Paulo na década de 1990 e estabelecendo 16 plantas produtivas em diversas regiões do País. Atualmente, a Sika atua no fornecimento de produtos para a construção, desde a fundação até os acabamentos, oferecendo soluções para diversas aplicações de colagem, vedação, acabamentos, reforço, proteção e redução de ruído. Portfólio de fachadas A marca oferece um portfólio amplo e moderno para o mercado de fachadas, atuando em diversos segmentos, incluindo: fachadas pele de vidro; fachadas ventiladas; fachadas de comunicação visual; esquadrias de alumínio e PVC; restauração de edifícios; coberturas de vidro; chumbamento de guarda-corpo autoportante; fachadas de concreto, incluindo texturas, impermeabilizantes, fachadas com paineis e modulares, entre outros. “Nestes segmentos a Sika possui as mais diversas tecnologias, tais como, adesivos e selantes à base de silicones, poliuretanos e produtos híbridos. Além deste produtos a Sika possui os adesivos estruturais para colagens e ancoragens químicas, mantas de impermeabilização, espumas expansivas, e muitas outras aplicações”, afirma Victor Santos, gerente técnico industrial da marca. Ainda de acordo com Victor, a empresa tem um grande diferencial por ser um parceiro com soluções completas, oferecendo diversos produtos e tecnologias com um mesmo fornecedor. Isso permite que a marca forneça produtos e soluções compatíveis entre si, para as mais diversas aplicações e necessidades das fachadas. Soluções sustentáveis da empresa Disponibilizando uma ampla gama de soluções sustentáveis para a construção civil e outros setores, a Sika tem como foco produtos que reduzem o impacto ambiental e aumentam a eficiência energética. Visando proporcionar maior durabilidade e melhorar a facilidade de utilização, além de priorizar a saúde e segurança. “A Sika está comprometida com o futuro das nossas gerações, atuando fortemente na redução de emissão de carbono e em soluções amigáveis ao meio ambiente e aos usuários. Está envolvida com os grandes movimentos globais de sustentabilidade e se auto impõe metas de sustentabilidade bem desafiadoras”, destaca Victor. Lançamento para fachadas Com um portfólio que cresce ano após ano, a Sika busca sempre se atualizar conforme o andamento do mercado, com foco principalmente em atender às necessidades da construção. Ainda em 2025, de acordo com Victor, não será diferente, e a empresa visa lançar novidades no decorrer do ano. “A Sika está atuando fortemente no mercado de construção modular para as construções de sistemas panelizados (que utilizam painéis) e sistemas construtivos em fábrica. O mercado de fachadas para a Sika é tratado como um mercado industrial e cada vez mais veremos obras com sistemas de painéis produzidos em fábrica e instalados na fachada. Com este modelo de construção, novos materiais serão utilizados e instalados nas fachadas, reduzindo tempo de construção, peso das edificações, reduzindo custos de frete e custos de fabricação desses elementos de fechamento, mantendo os mesmos níveis de qualidade de uma obra construída in loco ", finaliza. Fonte: https://bra.sika.com/ / Comunic Comunicação Estratégica Colaborou: Leonardo Matias Simões (Estagiário)
- Trajetória positiva: materiais de construção crescem 7,3% em março
Os dados são de pesquisa da Abramat, FGV e IBGE Foto/Reprodução A Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat) divulgou em 17 de abril de 2025, a nova edição da sua pesquisa Índice, elaborada pela FGV com dados do IBGE, apresentando números de faturamento do setor. O estudo indica que em março, o faturamento das indústrias de materiais teve aumento de 0,4% em comparação com fevereiro. Já em relação com março de 2024 houve aumento de 7,3%. A projeção de fechamento para 2025 é de 2,8%. O estudo também aponta que em comparação com março de 2024, o faturamento deflacionado dos materiais básicos cresceu 5,3% enquanto os materiais de acabamento apresentaram expansão de 10,3%. Na comparação com fevereiro, foi notado aumento de 0,2% e 0,5%, respectivamente. Tendência de crescimento “Os resultados de março reforçam a tendência esperada de crescimento para a indústria de materiais de construção, mesmo com um cenário de vários desafios pela frente, como a necessária redução da taxa de juros, controle da inflação, e redução de gastos públicos. A manutenção da projeção de crescimento para 2025 demonstra a confiança do setor na continuidade dos investimentos e na recuperação gradual da atividade de nosso ecossistema, com a efetivação de projetos em andamento como a nova faixa do Minha Casa Minha Vida e ações de combate à falta de conformidade técnica e fiscal no mercado", explica Rodrigo Navarro, presidente da Abramat. O Índice ABRAMAT/FGV é um importante indicador do desempenho do setor de materiais de construção no Brasil, e seus dados confirmam um cenário promissor e desafiador. Fonte: Abramat/a4&holofote comunicação A Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat) divulgou em 17 de abril de 2025, a nova edição da sua pesquisa Índice, elaborada pela FGV com dados do IBGE, apresentando números de faturamento do setor. O estudo indica que em março, o faturamento das indústrias de materiais teve aumento de 0,4% em comparação com fevereiro. Já em relação com março de 2024 houve aumento de 7,3%. A projeção de fechamento para 2025 é de 2,8%. O estudo também aponta que em comparação com março de 2024, o faturamento deflacionado dos materiais básicos cresceu 5,3% enquanto os materiais de acabamento apresentaram expansão de 10,3%. Na comparação com fevereiro, foi notado aumento de 0,2% e 0,5%, respectivamente. Tendência de crescimento “Os resultados de março reforçam a tendência esperada de crescimento para a indústria de materiais de construção, mesmo com um cenário de vários desafios pela frente, como a necessária redução da taxa de juros, controle da inflação, e redução de gastos públicos. A manutenção da projeção de crescimento para 2025 demonstra a confiança do setor na continuidade dos investimentos e na recuperação gradual da atividade de nosso ecossistema, com a efetivação de projetos em andamento como a nova faixa do Minha Casa Minha Vida e ações de combate à falta de conformidade técnica e fiscal no mercado", explica Rodrigo Navarro, presidente da Abramat. O Índice ABRAMAT/FGV é um importante indicador do desempenho do setor de materiais de construção no Brasil, e seus dados confirmam um cenário promissor e desafiador. Fonte: Abramat/a4&holofote comunicação
- Tecnologia no pós-obra reduz pelo menos 16% de custos na operação das construtoras
Controle eficiente de processos impulsiona a competitividade na construção civil e é fundamental para que empresas do setor tenham mais eficiência em novos projetos e nas ações de manutenção após entrega de imóveis. Plataforma da FastBuilt aponta ganhos da tecnologia nesta etapa O pós-obra é uma das fases mais desafiadoras para as construtoras brasileiras, tanto em termos de custos operacionais quanto em relação à satisfação dos clientes. Especialmente em momentos de desaceleração, estes custos, que segundo a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), podem representar até 5% do total do orçamento de um empreendimento, têm grande impacto nos negócios. Com a projeção de crescimento do setor em 2,3% para este ano – 2% a menos que em 2024 – controlar os gastos é ainda mais urgente. E neste contexto a tecnologia aplicada para o controle de todas as etapas e validação das melhores práticas ganha destaque. A FastBuilt, construtech que desenvolve um hub de soluções para controle do pós-obra e experiência do cliente levantou dados sobre os ganhos da tecnologia para as construtoras. De acordo com a empresa, construtoras que aderiram à sua plataforma conseguem reduzir em 23% a média das demandas do pós-obra, graças à disponibilização de dados personalizados do imóvel ao cliente. Essa prática também diminuiu em 65% o contato por telefone e trouxe uma economia mínima de 16% nos custos operacionais. O CEO da FastBuilt, Jean Ferrari, explica que os ganhos vêm graças à transparência para o cliente, que pode tirar dúvidas sobre o imóvel direto no app , além de haver mais controle sobre assistências técnicas, uma vez que o dashboard permite um deslocamento eficiente e agrupamento de serviços a serem realizados. “Nosso objetivo é transformar a forma como as construtoras gerenciam o pós-obra, trazendo mais transparência, agilidade e redução de custos. Os dados comprovam que a digitalização desse processo é um caminho sem volta para empresas que desejam se destacar no mercado. Um outro exemplo é a vistoria, que manualmente toma várias semanas de trabalho da construtora. Com a nossa solução, o cliente pode fazer a vistoria sozinho, dentro da plataforma, e a etapa pode ser realizada em lote, com todos os imóveis entregues no mesmo dia”, destaca Jean Ferrari, CEO da FastBuilt. A construtora Santo André, de Campinas (SP), é uma das empresas que adotou a plataforma. A empresa reduziu o número de chamados de pós-obra em 35% e em 50% o tempo de atendimento ao cliente. “Nós trabalhávamos com diversas planilhas. O cliente abria um chamado e depois nós tínhamos que entrar em contato com ele pelo telefone, E-mail ou Whatsapp. Era bastante corrido para a equipe de relacionamento com o cliente, porque o foco ficava em agendar horários para visitas de assistência técnica. Era bem difícil conciliar a agenda dos técnicos com os clientes. Agora tudo ocorre dentro da plataforma e podemos focar em realmente melhorar o relacionamento com o cliente. Os próprios técnicos têm mais tempo para pensar também em melhorias para o atendimento de chamados”, conta a engenheira civil e especialista em gestão de qualidade da Santo André, Ludmylla Alves Ribeiro. Com uma base crescente de clientes, a FastBuilt já atua em 16 estados do Brasil, além do Distrito Federal. Para 2025, a empresa planeja expandir sua presença para novas regiões, ampliando ainda mais seu impacto no setor, alcançando a marca de 500 construtoras atendidas e mais de 200 mil lares. Para mais informações: www.fastbuilt.com.br Fonte: Sabrina Hoffmann | Trevo Comunicação
- Verde se torna exigência no mercado imobiliário de alto padrão
Com o crescente foco em preservação ambiental, incorporadoras adotam soluções sustentáveis e promovem a integração de elementos naturais em seus projetos de luxo, atendendo à demanda do mercado por imóveis ecológicos e responsáveis Nos últimos anos, a demanda por imóveis de luxo que ofereçam mais do que sofisticação e conforto têm crescido significativamente. A preocupação com a presença do verde nos empreendimentos, sustentabilidade e com o impacto ambiental tornou-se um fato essencial para consumidores exigentes que buscam, além de luxo, uma conexão real com a natureza; Segundo dados do United States Green Building, o Brasil ocupa a 5ª posição entre 180 países no ranking mundial de sustentabilidade, com mais de 1.500 construções sustentáveis no país. A Consciente Construtora e Incorporadora, conhecida pelo seu compromisso com a qualidade e renovação, está na vanguarda desse movimento, garantindo que seus empreendimentos não apenas atendam aos mais altos padrões de excelência, mas também integrem práticas sustentáveis em sua concepção. A parceria da incorporadora com a Cardim Arquitetura Paisagística, que tem o viés bem brasileiro, é outro destaque, já que faz o uso de plantas nativas principalmente do bioma onde está inserida, neste caso, no Cerrado, com um pouco da Mata Atlântica, e que assina praticamente todos os últimos produtos lançados pela Consciente. O escritório tem sido um grande aliado dessa transformação, auxiliando a incorporadora a desenvolver soluções que atendem tanto às exigências legais como às expectativas de um mercado cada vez mais atento às questões ambientais. “Estamos alinhados com as tendências globais e acreditamos que o verde e a sustentabilidade devem ser um valor agregado fundamental em nossos empreendimentos. Nosso compromisso com o meio ambiente sempre foi primordial, indo além de exigências legais; ele é intrínseco à nossa filosofia de entrega de empreendimentos, que respeitam a natureza e oferecem bem-estar para os moradores”, afirma a diretora de empreendimentos da Consciente, Camila Inácio. Exemplo disso é o empreendimento Botanic Consciente, entregue em 2015, que conta com um bosque próprio, e que teve valorização maior que 100% desde seu lançamento. Além dele, outros empreendimentos da incorporadora que também exemplificam essa filosofia são o Casa Brasileira, projeto com quintais elevados e que integra plantas à sua fachada e possui a primeira praça interna com lago de Goiânia, e o World Trade Center (WTC Goiânia), que também oferece mais de 2.500 m² de área verde. Já o Reserva 27 Consciente conta com mais de 800 m² de paisagismo, envolvendo 100% do projeto em um terreno de mais de 3.000 m². Praça suspensa Do alto do 44º andar, no Platz 36, empreendimento da Brasal Incorporações, o morador pode usufruir de uma praça suspensa, um local para ficar ao ar livre e tocar os pés na grama em um ambiente seguro, com paisagismo e cercado por uma vista deslumbrante da cidade. “A ideia é ter uma área verde para convivência de qualidade, aproximando o morador de elementos naturais, por isso, na praça suspensa do Platz 36 tem um playground , green house , horta, fireplace , redário, espaço de contemplação e espelho de contemplação e espelho d’água”, explica a arquiteta da Brasal Incorporações, Lia Galera. Interação entre a natureza e a vida urbana Levando em consideração a crescente busca do mercado por moradias próximas às áreas verdes, a Terral Incorporadora está investindo em empreendimentos que promovam a interação entre a natureza e a vida urbana. Lançado em setembro, o Serrano terá vista privilegiada para o futuro Parque da Serrinha e está localizado no alto da Avenida T-4, uma das regiões que mais valoriza em Goiânia. Com pista de caminhada e corrida, o Parque da Serrinha será maior que o Vaca Brava, com entrega prevista para ainda este ano. Além de contar com uma das maiores áreas verdes da capital, a região oferece ainda o conforto da vida urbana, sendo rica em comércios e serviços necessários no dia a dia, como supermercados, academia, farmácias, escolas, bares e restaurantes. “O Serrano nasceu em consonância com o surgimento de um novo marco em Goiânia, por isso sua essência se divide entre urbanidade e natureza. Uma mão dupla que vai proporcionar contato com o meio ambiente sem perder a essência e a facilidade de se viver em uma metrópole”, avalia o diretor de incorporação da Terral, Marcelo Borges. Fachada humanizada No projeto Pateo 136, edifício comercial da Opus Incorporadora, localizado na avenida 136, no setor Marista, o paisagismo foi essencial para explorar uma estética diferente do que normalmente se observa em um empreendimento comercial, com fachada envidraçada, explica o arquiteto e urbanista Frederico Bretones. Com aspecto humanizado e uma ambientação quase que residencial, a fachada traz varandas com desenhos alternados, muito paisagismo e elementos tipo “tijolo a vista”, conferindo um caráter mais rústico e natural à torre. “É um projeto que busca explorar uma arquitetura que valoriza a relação do espaço interno com o externo, também através desses terraços com vegetação, que podem ser contemplados tanto na parte interna da sala, pelo paisagismo personalizado, quando faz parte da fachada externa, e que no horizonte da cidade aparece como uma fachada viva, verde, que demonstra cuidado e preocupação com ambiência, com a natureza e com o bem-estar. Tudo isso agrega valor ao edifício como um empreendimento de alto padrão: a originalidade, o design elaborado, a arquitetura inovadora que se destaca na paisagem, que demonstra cuidado com o seu desenho”, analisa o arquiteto. Fonte: Mariana | Kasane
- Guardian Glass abre votação para eleger os vencedores do ‘Top Projects Guardian 2025’
Iniciativa reconhece profissionais responsáveis por projetos de destaque que utilizam os produtos e soluções da marca, diferenciando-se pelo design , tecnologia e inovação Votação popular vai até 16 de maio, pelo site da Guardian Glass A Guardian Glass abriu a votação para eleger os vencedores da terceira edição do Guardian Top Projects 2025, iniciativa que tem como objetivo reconhecer e homenagear os profissionais responsáveis por projetos de destaque na América do Sul que utilizam os produtos e soluções da marca, e se diferenciam em design , tecnologia e inovação. Entre mais de 200 projetos inscritos, três foram selecionados em cada uma das seis categorias, e agora concorrem ao voto popular, que pode ser registrado até o dia 16 de maio, no site da Guardian Glass. “Mais do que reconhecer projetos, o Top Projects reforça nosso compromisso com o desenvolvimento da arquitetura e do design na América do Sul, incentivando o uso criativo e eficiente do vidro”, afirma Betânia Danelon, gerente de Desenvolvimento de Mercado de Arquitetura da Guardian Glass. O evento, que está na terceira edição, homenageará processadores/distribuidores de vidros e espelhos, construtoras, consultores, fabricantes de esquadrias, arquitetos, designers , vidraceiros e fabricantes de móveis de toda a América do Sul. A novidade é a inclusão da categoria SuperClear, na qual concorrem projetos em fase de planejamento, que especificam o recém-lançado Guardian SuperClear, um vidro com tonalidade 66% mais neutra quando comparada ao vidro incolor comum e transmissão de luz de mais de 90%. Categoria Edifício Residencial • Hyde • Pinah • Casa Nor Categoria Edifício Comercial Verticais • HY Pinheiros • Sicredi Dexis • JHA Corporate Boutique Categoria Edifício Comercial Horizontais • Edifício Grupo Aro • Proaço • GRU Vip Categoria Edifício Multiuso • Caporte Valente • Passeio Paulista • Parque do Pontal Categoria Casas • Quarto em meio a Mata Hotel Toriba • F&T • JG Categoria Interiores • Morada Fortaleza • Casa Campo Belo • Espelho Infinito Octagonal Grande com Borda Infinita Categoria SuperClear • Casa Pium-Í • Loja Bontempo • Hard Rock Cafe Itapema Guardian Glass A Guardian Glass, uma importante unidade de negócios da Guardian Industries, é uma das maiores fabricantes mundiais de produtos de vidros float (plano), revestido ( coated ) e transformado. Em suas 24 linhas de vidro float em todo o mundo, a Guardian Glass produz vidros de alto desempenho para uso em aplicações de arquitetura externas (comerciais e residenciais) e interiores, bem como transporte e produtos técnicos. O vidro da Guardian Glass está presente em residências, escritórios, carros e em algumas das mais emblemáticas referências arquitetônicas mundiais. O Guardian Glass Science & Technology Center trabalha para criar novos produtos e soluções de vidro usando a tecnologia avançada para ajudar os clientes a “ver o que é possível” (see what´s is possible™). Para mais informações: https://www.guardianglass.com/la/pt/insights/top-projects-2025
- Uso de EPI é essencial para garantir segurança de serralheiros e vidraceiros
No Brasil, acidentes de trabalho ainda representam uma das principais causas de afastamento e incapacitação profissional. Entre as categorias mais expostas a riscos estão serralheiros e vidraceiros — profissionais que lidam diariamente com ferramentas cortantes, estruturas e materiais pesados. Diante desse cenário, o uso correto dos Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) é mais do que uma obrigação legal: é uma medida essencial para preservar vidas. Serralheiros operam máquinas de solda, lixadeiras, serras manuais e automáticas e outros equipamentos que podem causar cortes profundos, queimaduras e até amputações. Já os vidraceiros manuseiam chapas de vidro que, ao menor descuido, podem se partir e causar acidentes e ferimentos. Além disso, muitas vezes esses profissionais trabalham em altura, o que aumentaria significativamente o risco de quedas. Para evitar problemas desse tipo, é imprescindível o uso de EPIs como luvas resistentes a cortes, óculos de proteção, protetores auriculares, capacetes, botas com biqueira de aço e cintos de segurança. Esses itens, quando usados corretamente, funcionam como uma barreira eficaz entre o trabalhador e os perigos da atividade. A Norma Regulamentadora nº 6 (NR-6) do Ministério do Trabalho obriga as empresas a fornecerem gratuitamente os EPIs adequados a cada função e garantirem que os colaboradores estejam treinados para utilizá-los corretamente. O descumprimento da norma pode acarretar sanções legais e, mais grave, prejuízos irreparáveis à saúde do trabalhador. Portanto, mais do que uma exigência legal, o uso de EPIs representa um compromisso com a vida e a saúde dos trabalhadores. Investir em segurança é investir na valorização do profissional e na eficiência das operações. Para serralheiros e vidraceiros, esse cuidado pode ser o diferencial entre um ambiente de trabalho seguro e um cenário de risco constante. Colaborou: Júlia Rebouças (estagiária)
- Unividros visita a sede da Satinal, na Itália
FOTO: Reprodução/Glass Online Em busca de uma aliança estratégica para o futuro do vidro laminado no Brasil e no exterior, a beneficiadora Unividros visitou recentemente a sede da Satinal S.p.A. em Erba, Itália. A visita representa um passo significativo no fortalecimento da cooperação entre as duas empresas — informa o boletim eletrônico sobre o mercado vidreiro internacional “Glass Online” ( www.glassonline.com ), em 16 de abril de 2025. Durante a estadia, os executivos da Unividros tiveram uma imersão completa no ambiente de produção de última geração da Satinal. A delegação explorou as linhas de produção de ponta da Satinal e os rigorosos processos de controle de qualidade por trás da linha de interlayers Strato para aplicação em vidros laminados, obtendo insights valiosos sobre os sistemas avançados que reforçam a liderança cada vez maior da Satinal neste segmento. Além de percorrer a fábrica, a visita dos executivos da Unividros proporcionou diálogos construtivos sobre projetos conjuntos em andamento, soluções personalizadas para o mercado brasileiro e estratégias de colaboração de longo prazo que visam expandir os limites do que é possível em aplicações de vidro arquitetônico e de segurança. O boletim “Glass Online” salienta que este encontro estratégico também reflete uma tendência crescente: players globais do setor de vidro laminado buscam cada vez mais a Satinal não apenas como fornecedora, mas como uma verdadeira parceira estratégica. “A Satinal teve o orgulho de receber a Unividros e reafirmar seu forte compromisso em apoiar a evolução do dinâmico mercado de vidros do Brasil — um mercado que reconhece o valor da tecnologia de ponta, da flexibilidade operacional e da visão de longo prazo”, completa o boletim. Mais informações: www.glassonline.com/brazils-unividros-visits-satinal
- Porta de entrada: as boas energias da sua casa passam por ela
As arquitetas Belisa Mitsuse e Estefânia Gamez explicam como a porta principal do imóvel influencia no fluxo de energia, no sucesso profissional e até na sensação de segurança – e o que fazer para melhorar esse impacto. Você com certeza já ouviu que "quando uma porta se fecha, outra se abre", que "a felicidade bate à sua porta", entre outros ditados populares que envolvem essa estrutura tão comum no nosso dia a dia. O que talvez você não saiba é que a porta tem muito mais significados do que apenas uma passagem entre ambientes. De acordo com Belisa Mitsuse (Bel) e Estefânia Gamez (Tef), arquitetas especialistas em Feng Shui e fundadoras do BTliê Arquitetura, essa peça é considerada um dos elementos mais importantes de uma casa ou empresa, influenciando diretamente a energia do espaço e até mesmo a vida dos moradores e funcionários. "A porta de entrada não é apenas um detalhe arquitetônico. Ela simboliza a conexão entre o mundo externo e o universo particular de cada um. É por ali que as oportunidades chegam e, se houver bloqueios, a vida pode estagnar", explica Bel. As arquitetas explicam que todos os aspectos envolvendo a porta principal devem ser observados em um imóvel. "Quando uma porta está desalinhada, emperrada ou mal posicionada, isso pode afetar a comunicação, o bem-estar e até mesmo o crescimento profissional dos moradores. No Feng Shui, consideramos a entrada principal como a ‘boca da casa’, por onde tudo flui", complementa Tef. A porta de entrada é a "boca" da casa, por onde entram as boas energias. (Crédito: Guilherme Uemura / BTliê Arquitetura) A porta e seu impacto na energia do ambiente No Feng Shui, a porta principal é a principal via de entrada do "chi", a energia vital que circula pelos espaços. Por isso, deve ser proporcional ao imóvel, estar sempre bem conservado e livre de obstruções. Uma entrada estreita ou entulhada pode dificultar o fluxo energético, enquanto uma porta muito grande para um espaço pequeno pode dispersar a energia, dificultando a sensação de acolhimento e estabilidade. Outro ponto importante é a posição da porta em relação ao ambiente. Segundo Bel e Tef, o ideal é que ela esteja visível e acessível, sem móveis ou plantas bloqueando seu caminho. "Se a porta estiver diretamente alinhada a uma janela, por exemplo, a energia entra e sai rapidamente, sem se espalhar pelo espaço, o que pode gerar instabilidade financeira e falta de foco", alerta Bel. Além disso, a orientação da porta também pode influenciar diferentes áreas da vida, como carreira, saúde e relacionamentos. Cores e materiais fazem a diferença Além da posição e manutenção, a escolha da cor e do material da porta de entrada pode potencializar ou enfraquecer a energia do ambiente. No Feng Shui, tons como vermelho, verde e preto são os mais recomendados. "A sua porta pode ser de qualquer cor, mas de acordo com o Feng Shui algumas cores trazem benefícios para além da estética. Por exemplo, o vermelho é uma cor de proteção, poder e sorte. Já o verde, ou a madeira aparente, está ligado ao crescimento e à renovação, enquanto o preto representa fluxo, trabalho e sabedoria", explica Tef. Em contrapartida, portas de vidro não são bem-vistas na técnica, pois transmitem insegurança e vulnerabilidade. "O vidro pode simbolizar uma entrada frágil, onde a energia não é retida, além de expor demais a vida dos moradores. Por isso, não é incomum que pessoas em ambientes com portas de vidro sintam-se inseguras ou expostas", acrescenta Bel. A conservação da porta também não deve ser negligenciada. Maçanetas frouxas, dobradiças rangendo e tinta descascada podem ser sinais de bloqueios energéticos. "Se a porta não funciona bem, isso pode refletir dificuldades na comunicação, oportunidades que não chegam ou até problemas de saúde relacionados à articulação e movimentação", explica Tef. A cor vermelha nas portas de entrada, segundo o Feng Shui, evoca proteção e prosperidade. (Crédito: Guilherme Uemura / BTliê Arquitetura) Curiosidades sobre a porta de entrada • Uma porta de entrada muito alta pode transmitir arrogância e soberba para os vizinhos • Quando a porta abre sozinha com o vento, o morador perde o controle sobre a energia que entra e sai do espaço • Trabalhar sentado de costas para a porta de entrada pode causar insegurança e impedir o bom desempenho de um colaborador • Maçanetas que saem facilmente indicam falta de controle • Linguetas que não encaixam corretamente podem evocar problemas sexuais aos moradores • Posições de comando (a cadeira do chefe, por exemplo) e lugares de longa permanência (como camas e sofás) devem ser posicionados com uma boa visão da porta de entrada, garantindo o controle do ambiente. Fonte: Paula de Paula | Multiverso Comunicação














