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- Cortinas de vidro: o que observar na instalação
Foto/Reprodução: Divinal Vidros Muitas edificações contam com a instalação de cortinas de vidro, um processo técnico que envolve uma série de etapas determinantes para a segurança, a durabilidade e o desempenho do sistema. De acordo com informações da Divinal Vidros, o envidraçamento de sacadas não se resume ao simples encaixe dos painéis, mas exige análise estrutural, materiais adequados e execução especializada. O primeiro ponto a ser avaliado é a estrutura do vão, com verificação de nível, prumo, resistência da base, presença de lajes ou vigas e capacidade de suportar o peso total do sistema. Em seguida, a fixação dos trilhos superior e inferior deve ser feita com precisão, utilizando buchas e parafusos compatíveis com o substrato e seguindo rigorosamente as orientações do fabricante. As folgas técnicas também são determinantes: as laterais entre os painéis devem ser mínimas, enquanto o espaço entre vidro e trilhos precisa respeitar as especificações para garantir o correto deslizamento e pivoteamento. Quanto às espessuras, a mais comum é a de 10mm, mas vãos maiores ou regiões com ventos intensos podem exigir vidros de 8+8mm ou 12mm, conforme cálculo estrutural previsto na NBR 16259. A qualidade dos materiais influencia diretamente na vida útil do sistema. Perfis, roldanas, escovas e travas devem ser resistentes à corrosão, certificados e adequados ao peso dos painéis. Quando executada corretamente, a instalação garante movimentação suave, estanqueidade, durabilidade e segurança ao usuário. Fonte: divinalvidros.com.br Colaborou: Júlia Rebouças
- AAMA 2605: O Padrão Ouro para Revestimentos Arquitetônicos
Por que a Resina (PVDF 70%) pode não Garantir o Desempenho e Como a Pigmentação e a Certificação por Lote Podem Mudar a Garantia da Sua Obra. Por que a Resina (PVDF 70%) pode não Garantir o Desempenho e Como a Pigmentação e a Certificação por Lote Podem Mudar a Garantia da Sua Obra. *Por Johnny Vieira de Souza – Consultor de ACM, responsável pelo departamento de projetos da Projeto Alumínio, diretor técnico da Móduly Solutions, arquiteto e professor universitário. A AAMA ( Architectural Aluminum Manufacturers Association ) é uma organização sediada nos Estados Unidos que estabelece padrões de desempenho cruciais para revestimentos orgânicos aplicados a perfis e componentes de alumínio, incluindo o ACM ( Aluminum Composite Material ), utilizados na arquitetura. Estas normas são referências globais de qualidade e durabilidade, garantindo que os revestimentos de fachadas e esquadrias suportem as mais diversas condições ambientais ao longo do tempo. A principal contribuição da AAMA é desmistificar a qualidade do revestimento. Em vez de focar apenas na composição química, as normas 2603, 2604 e 2605 estabelecem requisitos mínimos de desempenho em testes acelerados e exposição natural, forçando a indústria a entregar soluções com ciclos de vida previsíveis e de longo prazo. As Três Principais Classificações de Desempenho As normas da AAMA definem o nível de durabilidade e retenção estética do revestimento, sendo diretamente relacionadas à severidade do ambiente e à expectativa de vida útil do projeto. Classificação AAMA Resina Típica Durabilidade Mínima Esperada Requisitos de Desempenho Aplicação Comum AAMA 2603 Acrílico ou Poliéster Standard Curto a Médio Prazo (1 a 5 anos) Bom desempenho inicial. Mínima resistência a intempéries. Revestimentos internos, áreas de baixa exposição, ambientes não agressivos. AAMA 2604 Super Poliéster (SPE) / 50% PVDF Médio a Longo Prazo (5 a 10 anos) Requisitos rigorosos de retenção de cor e brilho após 5 anos de exposição na Flórida. Edifícios de médio porte, áreas costeiras moderadas, projetos que exigem maior longevidade. AAMA 2605 70% PVDF (Kynar 500 ou Hylar 5000) Longuíssimo Prazo (10 a 20 anos ou mais) Requisitos máximos de resistência a intempéries, retenção de cor e brilho após 10 anos de exposição na Flórida. Arranha-céus, edifícios icônicos, ambientes extremos (alta poluição, maritimidade intensa). Tabela de Classificação da AAMA para ACM Detalhamento das Classificações 1. AAMA 2603 - Desempenho Básico (Standard Performance) Definição: Estabelece os requisitos mínimos de desempenho para revestimentos de pintura orgânica em alumínio. Características: Oferece boa resistência a abrasão e química, mas é o padrão com menor resistência à radiação UV e intempéries. Exigências Chave: Resistência à névoa salina de 1.500 horas. Aplicação: Uso interior ou em áreas de baixa exigência estética e ambiental. 2. AAMA 2604 - Desempenho Elevado (High Performance) Definição: Um padrão de desempenho intermediário que representa um salto significativo em durabilidade. Características: Exige resinas mais robustas (Super Poliéster ou 50% PVDF). Diferenciais Chave (vs. 2603): Requer 5 anos de exposição na Flórida (ambiente de alta umidade e UV). Retenção de brilho de no mínimo 30% após o teste. Aplicação: Fachadas de edifícios de médio porte, áreas com exposição solar moderada. 3. AAMA 2605 - Desempenho Superior (Superior Performance) Definição: O padrão mais rigoroso da AAMA para longevidade e resistência a intempéries. Características: Exige no mínimo 70% de resina PVDF (Fluorpolímero) ou FEVE ( Fluoroethylene Vinyl Ether ), proporcionando resistência química e a melhor performance de retenção de cor e brilho. Diferenciais Chave (vs. 2604): Requer 10 anos de exposição na Flórida. Retenção de brilho de no mínimo 50% após o teste. Nuance Crítica: É válido frisar que a AAMA mede desempenho, ou seja, não está associada diretamente à tecnologia da resina. Existem cores, principalmente aquelas que utilizam pigmentação orgânica (cores intensas como vermelho vibrante, laranja, etc.), que, mesmo tendo uma resina de altíssima qualidade como PVDF 70% ou FEVE, podem não passar nos testes de qualidade para se enquadrar na AAMA 2605 (desempenho superior) e podem inclusive ter garantia reduzida ou, em alguns casos, não ter garantia de performance. O pigmento é um fator crucial que pode determinar o desempenho, assim como a qualidade da resina, o processo de aplicação e a laminação do material ( leia mais aqui ). Hospital Mater Dei Salvador utilizou 18 mil m² de ACM PVDF Coastal 4050 FR II-A da Projeto Alumínio (revestimento premium) enquadrado na AAMA2605 com dupla garantia. Foto: Projeto Alumínio O Desafio do ACM no Mercado Brasileiro: Da Especificação à Comprovação Apesar da clareza das normas AAMA, o mercado brasileiro enfrenta um desafio significativo na aplicação e especificação do ACM, o qual está intimamente ligado à qualidade da pintura, que é o principal agente de proteção e estética do painel. A Lacuna de Conhecimento e a Busca por Especialização A complexidade do ACM, que envolve resinas, ligas, o miolo (polietileno ou mineral) e a laminação, exige conhecimento técnico aprofundado para a correta especificação, instalação e manutenção. A busca por informações técnicas sobre o ACM e a especialização sobre o assunto, através de cursos de aperfeiçoamento profissional oferecidos por escolas técnicas sérias, como a Móduly Solutions, tem como objetivo esclarecer questões importantes e fundamentais sobre o material ( leia mais aqui ). A qualificação do especificador é crucial para diferenciar um painel que utiliza pintura classificada pela AAMA 2603 (curta durabilidade) de uma AAMA 2605 (longuíssima durabilidade). A Cultura do Custo Inicial e a Falta de Exigência em Testes O mercado brasileiro de construção civil historicamente privilegia o Custo Inicial Mínimo (LCI - Lowest Initial Cost ) em detrimento do Custo do Ciclo de Vida (LCC - Life Cycle Costing ). A falta de conhecimento técnico de quem compra o revestimento, aliada à baixa exigência de construtoras e incorporadoras em testes laboratoriais com isonomia, traz consequências para o ACM como um todo no mercado. Sem a demanda por laudos de desempenho independentes e específicos, o mercado abre espaço para produtos que não cumprem os requisitos de durabilidade mínima. A Consequência: Genericidade e Insegurança da Qualidade Quando tratado como um material genérico, o ACM se passa por um produto simples, sem variações de insumos e resinas. Isso significa que painéis de diferentes fabricantes, com formulações de pintura radicalmente distintas (Super Poliéster vs. 70% PVDF Kynar500), são colocados no mesmo patamar de preço e expectativa ( leia mais aqui ). Essa genericidade coloca em xeque a qualidade do material, não importando o fabricante, pois a falha estética e funcional de um produto de baixa especificação mancha a reputação de todo o material. A falta de aderência aos padrões rigorosos, como o AAMA 2605, resulta em: Degradação Precoce: O desbotamento (calcinação) e a perda de brilho em 2 a 5 anos, exigindo manutenções caras e complexas. Perda de Valor do Ativo: Comprometimento da integridade estética e da imagem do empreendimento a médio prazo. Ciclo Vicioso: A experiência negativa com ACM barato reforça a crença de que o material é "simples" e pouco durável, desestimulando o investimento em painéis de alta performance. Recomendação de Comprovação da Qualidade Visto que o desempenho final depende não apenas da resina (PVDF 70% ou FEVE) mas também da pigmentação e do processo de aplicação, a simples declaração do padrão AAMA não é suficiente. O único meio de comprovação efetiva é buscar um fabricante sério e solicitar testes laboratoriais realizados por terceiros, do lote produzido para a sua obra. A exigência de laudos de laboratórios independentes e renomados garante a isonomia e a certificação de que o material, com a cor e o processo específicos utilizados na fabricação do seu lote, atende de fato aos critérios rigorosos da AAMA 2605. Ao especificar um revestimento AAMA 2605 (70% PVDF - Kynar 500) e exigir a comprovação do lote da sua obra, o projeto garante um retorno de investimento superior a longo prazo, eliminando custos de repintura e preservando o valor e a estética da edificação por décadas. Hospital Hapvida Ariano Suassuna em Recife PE utilizou 12,7 mil m² de ACM PRO 4050 FR-IIA da Projeto Alumínio enquadrado na AAMA2605, com dupla garantia. Foto: Projeto Alumínio One Residencial é o edifício mais alto de Fortaleza CE e utilizou 12 mil m² de ACM PRO 4050 FR-IIA da Projeto Alumínio enquadrado na AAMA2605 com dupla garantia. Foto: Projeto Alumínio *Os artigos publicados com assinatura são de responsabilidade dos respectivos autores e podem não interpretar a opinião da revista. A publicação tem o objetivo de estimular o debate e de refletir as diversas tendências do mercado, com foco na evolução da indústria de esquadrias e vidro.
- A importância de obedecer normas técnicas: acidente com placa de vidro na Argentina
Foto/Reprodução: R7 Notícias Um incidente chocante ocorreu no bairro de Palermo, em Buenos Aires, no dia 13 de dezembro, mas só veio a público nesta quinta-feira, quando um homem sentado a uma mesa na calçada em frente a um café foi surpreendido pelo impacto de um painel de vidro que se desprendeu da sacada do quarto andar de um prédio e caiu sobre sua cabeça. “No momento do incidente, eu estava conversando com meus colegas de trabalho porque ainda não era meu turno. Eu estava nos fundos [da loja] quando ouvi um barulho alto, como se um pacote de batatas fritas tivesse caído. Vi meus colegas correrem em direção à porta e eu corri também. Quando cheguei lá, vi o homem sentado, coberto de sangue”, disse Lisandro López, de 19 anos, funcionário da Candela Mate y Café, onde o incidente ocorreu, ao jornal La Nacion. Conforme mostram as imagens capturadas pela câmera de segurança do mesmo prédio de onde o painel se desprendeu, a vítima foi atingida por um painel de vidro temperado que caiu de uma altura de vários metros. Fonte: O Globo Placa de vidro cai do quarto andar de prédio sobre cliente de cafeteria na Argentina; vídeo
- Novo componente para esquadrias de canal europeu
Foto/Reprodução: Udinese A Udinese anunciou o lançamento da Cremona Alçante Square Massima, solução desenvolvida para sistemas de esquadrias com canal europeu. Produzida em alumínio a novidade conta com mecanismo de abertura de 180° e proposta voltada ao equilíbrio entre design , desempenho e funcionalidade. O produto apresenta design com linhas retas e ausência de parafusos aparentes. Segundo a empresa, a Cremona Alçante Square Massima foi projetada para oferecer maior robustez, ergonomia e sofisticação, atendendo a projetos que exigem soluções técnicas aliadas a acabamento premium . A novidade é compatível com fechadura Massima Tetra ou pode ser utilizada apenas com um mecanismo que amplia as possibilidades de aplicação. O modelo é indicado para portas de correr e direcionado a serralheiros, fabricantes de esquadrias e revendedores. Para mais informações: udinese.com.br
- O papel da química para a construção de edifícios sustentáveis
Por Aluisio Goulart, diretor de PD&I (Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação) e Qualidade do Grupo Flexível Foto/Reprodução: Grupo Flexível A indústria química está na base de todos os setores de transformação, como agricultura, saúde e higiene, alimentos, transporte, vestuário, mobiliário, eletrodomésticos e eletrônicos, energia, saneamento e construção civil. O setor também é essencial para o desenvolvimento da bioeconomia por ser capaz de agregar valor aos recursos biológicos, desenvolver e implementar tecnologias que transformam a biomassa em produtos, como os bioplásticos, e otimizar resíduos de base biológica, que podem substituir a matéria-prima de origem fóssil. Os produtos e as inovações da química são essenciais para que as demais cadeias produtivas possam produzir e reduzir suas emissões. Isso é fundamental em um setor como a construção civil, que responde por cerca de 40% de todas as emissões de CO2 na atmosfera, consome quase 50% das matérias-primas do mundo e gera 12 toneladas de resíduos por pessoa a cada ano, segundo o World Green Building Council, rede global formada por mais de 70 conselhos de construção verde, incluindo o Brasil. A busca pela descarbonização Os produtos químicos já contribuem para que a construção civil seja mais sustentável. O setor químico tem contribuído para que a construção civil brasileira possa solucionar dois de seus principais desafios, a manutenção do conforto térmico, que demanda alto uso de aparelhos como ventiladores e ar-condicionado, e a necessidade de as construções usarem uma matriz energética renovável ao longo de seu ciclo de vida. O poliuretano (PU), por exemplo, está presente na parte interna de telhas e divisórios e na composição de adesivos, selantes e espumas expansivas. Devido à sua capacidade de atuar como isolante térmico, o que reduz a demanda no uso de aparelhos como ventiladores e ar-condicionado, ser impermeabilizante e proporcionar isolamento acústico, os produtos formulados com PU podem ser aplicados em coberturas, revestimento de tanques, lajes, pisos, entre outros. Outro benefício do poliuretano é sua capacidade de aderir a diferentes materiais, o que possibilita sua aplicação em concreto, pedra, vidro, metal, cerâmica e em uma grande variedade de plásticos. O PU também pode receber tratamento para retardar a propagação das chamas, atendendo as necessidades de segurança de ambientes residenciais e comerciais. A indústria química é essencial para os sistemas fotovoltaicos que crescem no país e fornecem energia sustentável para residências e empresas. Segundo a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), em junho de 2025 o Brasil tinha mais de 3,6 milhões de sistemas instalados em telhados, fachadas e pequenos terrenos, crescimento de 80% em comparação com junho de 2023, quando o número era de 2 milhões de sistemas. As células fotovoltaicas contêm produtos como silício, polímeros, selantes, entre outros. O poliuretano, além ser usado na composição de selantes, pode estar presente na estrutura das placas fotovoltaicas, em substituição ao alumínio, com a vantagem de ser um melhor isolante térmico e mais leve. Por ser um isolante elétrico o PU pode ser usado para colar, proteger e melhorar a interação entre componentes eletrificados como painéis solares e transformadores. Cenário brasileiro de construções sustentáveis O panorama nacional é melhor em comparação à média global dos dados do World Green Building Council. O Brasil está no ranking dos 10 países com mais metragem certificada, superior a 2 milhões de m2, no LEED (Leadership in Energy and Environmental Design), certificação desenvolvida pela U.S. Green Building Council (USGBC) para avaliar o desempenho das construções no uso eficiente de energia, consumo de água, seleção de materiais e impacto ambiental. A química pode ajudar o setor a ser ainda mais sustentável. A maior parte do poliuretano usado na construção civil ainda é produzido com matéria-prima de base petroquímica. Mas por meio da evolução da logística reversa, do processo de reciclagem e de investimentos na bioquímica, também chamada de química verde, o setor já produz formulações de poliol, um dos produtos que compõem o poliuretano, feitos a partir de resíduos do agronegócio. Já os investimentos em reciclagem e na logística reversa possibilitam transformar resíduos de poliuretano da cadeia do frio em novas espumas feitas, exclusivamente, com PU reciclado e poliol de fontes renováveis, que podem ser usados no núcleo de portas ou divisórias. Este produto sustentável tem as mesmas características do PU produzido com matéria-prima de base petroquímica, como leveza, conforto térmico e acústico, além de poder receber tratamento para não propagar chamas. Como o ranking do Green Building Council aponta, a iniciativa privada já investe para aumentar a sustentabilidade de seus edifícios. Mas, para que a sustentabilidade seja uma prática que compreenda toda a sociedade e pessoas com menor poder aquisitivo possam ter acesso a construções mais modernas e sustentáveis, é essencial o avanço do projeto EDinova, lançado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e que tinha previsão de ser iniciado em 2025. O projeto visa promover edifícios com zero emissões de carbono, por meio de quatro ações principais: A primeira é a construção e a adoção de um roadmap com regulamentações que aumentem a coerência das políticas e fortaleçam os ecossistemas de inovação para acelerar a expansão de edifícios sustentáveis. A segunda consiste na sensibilização e demonstração da viabilidade de edificações de baixo carbono, criação de incentivos e instrumentos financeiros e a gestão da informação e conhecimento sobre o processo para tornar as construções mais sustentáveis. A terceira é o fortalecimento de instrumentos inovadores de financiamento para expansão e garantia de investimento de longo prazo. A quarta é a criação de uma plataforma de conhecimento para compartilhar as experiências, difundir as boas práticas e as lições aprendidas. A indústria química já colabora e será essencial para descarbonizar a construção civil. Segundo a Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), a cada R$ 1 milhão de aumento de produção na química, em especial a verde, pode gerar um acréscimo de R$ 1,78 milhão ao PIB nacional e até 30 novos empregos. A implementação de um programa que estimule a adoção de tecnologias para tornar as edificações mais sustentáveis pode promover o ganho de escala, a manutenção da produção e dos investimentos em pesquisa, desenvolvimento e inovação, que possibilitam reduzir o uso de recursos não renováveis e aumentar a sustentabilidade nas edificações brasileiras. Sobre o Grupo Flexível Fundado em 1999, o Grupo Flexível é um dos maiores fabricantes nacionais desenvolvedores de tecnologias em químicas especializadas. Com sede em Jaraguá do Sul (SC) e filial em Extrema (MG), a empresa fornece soluções para diversos segmentos no Brasil e exporta para outros países da América do Sul. A empresa é proprietária da marca Polivedo, que fabrica produtos para as linhas de impermeabilizantes, selantes e pisos vinílicos, atendendo o setor da construção civil. O Grupo também é proprietário da EVO – Soluções Termoacústicas, com sede em São João do Itaperiú (SC), especializada em soluções termoacústicas de alta performance com poliuretano reciclado. A inovação faz parte do DNA do Grupo Flexível, que tem um dos mais completos laboratórios do país no segmento, e desenvolve soluções exclusivas e sob medida para seus clientes. Para saber mais, acesse: https://grupoflexivel.com.br/ Fonte: Intelligenzia | Ricardo Ueno
- A porta de entrada como cartão de visitas da casa
Projetos do escritório Paiva e Passarini Arquitetura e Design demonstram como a sua escolha contribui para definir a identidade dos projetos residenciais A porta de entrada antecipa o que se espera do arquitetura interior com seus diversos formatos, cores e propostas | Projetos Paiva e Passarini Arquitetura e Design | Fotos: Xavier Neto A porta de entrada é o primeiro contato entre a arquitetura e quem chega. Mais do que delimitar o acesso, estabelece expectativas, revela o estilo do projeto e antecipa a linguagem que será encontrada no interior da casa. Materiais, proporções e desenhos se combinam para criar esse impacto inicial que pode variar do rústico ao contemporâneo e do clássico ao minimalista, sempre em consonância. Nos projetos do escritório Paiva e Passarini Arquitetura e Design, liderado pelas arquitetas Vanessa Paiva e Claudia Passarini, a porta de entrada surge como elemento-chave na construção dessa narrativa. Madeira maciça, modelos com linhas mais delicadas, superfícies totalmente envidraçadas ou combinações entre vidro e madeira aparecem como soluções que se adaptam a diferentes propostas arquitetônicas. “Essa diversidade reforça a ideia de que a porta não é um elemento isolado, mas parte integrante do conceito, conectando estética, materialidade e sensação de acolhimento logo no primeiro olhar”, comenta Vanessa. Para entender o protagonismo da porta de entrada na arquitetura, confira como as arquitetas incluem o elemento em seus projetos: Madeira clássica A escolha da madeira como porta de entrada neste projeto foi complementada pela execução dos tijolinhos que revestem o exterior desta casa assinada pelas arquitetas Vanessa Paiva e Claudia Passarini | Projeto Paiva e Passarini Arquitetura e Design | Fotos: Vitor Martins Seja com o aspecto original que denota a tonalidade e os veios da espécie, ou mesmo pintada, a madeira é sinônimo de imponência e alta durabilidade diante do vento, chuva e calor que está exposta na fachada de uma residência. Na versão maciça, no projeto da residência acima, o forro que protege os moradores antes da entrada se traduz como um prolongamento dela. “Junto com a beleza, é inegável que elas valorizam o projeto e se somam com o isolamento termo-acústico”, entregam as profissionais. Nestas residências executadas pelas arquitetas do escritório Paiva e Passarini Arquitetura e Design, o modelo pivotante entrega protagonismo às portas que, ao mesmo tempo, é discreta por estar mimetizada na estrutura de madeira que compreende as fachadas das edificações | Fotos: Xavier Neto Também pivotante e mimetizada na fachada da residência, esta porta se evidencia pelo treliçado característico do muxarabi – recurso que permite a circulação de ar e entrada de ventilação natural | Projeto Paiva e Passarini Arquitetura e Design | Fotos: Xavier Neto Uma aura de entrega e mistério Quando a porta de entrada traz o vidro em sua composição, instiga quem está do lado de fora em ver uma amostra do que está por dentro | Projeto Paiva e Passarini Arquitetura e Design | Fotos: Xavier Neto Neste projeto, Vanessa e Claudia apostaram na transparência como elemento central da composição. Com sua estrutura amadeirada e com vidraçaria fosca, a porta produz uma transição suave entre o exterior e o interior. “A ideia foi pensar a porta como um convite, não como um limite”, explicam elas. Madeira e vidro Para explorar a leveza da arquitetura moderna conferida nesta residência, as profissionais elegeram a solidez da madeira – presente também em todo hall de entrada, como uma ‘caixa’ que acolhe na chegada, com a transparência do vidro. Para a arquitetura contemporânea desta residência, as arquitetas Vanessa Paiva e Claudia Passarini escolheram este modelo pivotante com a estrutura de madeira e vidro | Projeto Paiva e Passarini Arquitetura e Design | Fotos: Xavier Neto Clássico que se mantém atual Com portal curvo e os desenhos arabescos, a porta de entrada desta casa não passa desapercebida no condomínio onde está localizada | Projeto Paiva e Passarini Arquitetura e Design | Fotos: Xavier Neto A chegada à esta residência é constituída como um percurso cerimonial, em que a porta de entrada assume o papel de protagonista. Com a sutileza dos degraus que permitem acessá-la, sua forma ressalta a arquitetura clássica e confere imponência ao conjunto. Fonte: dc33 Comunicação | Henrique Araújo
- Solução para projetos arquitetônicos residenciais e comerciais
Foto/Reprodução: Alutech A Alutech apresenta a linha Infinite, composta por esquadrias de alumínio desenvolvidas para atender projetos arquitetônicos residenciais e comerciais. A linha reúne soluções para portas, janelas e elementos complementares, com aplicações voltadas a grandes vãos e à integração entre estética e desempenho. O portfólio da empresa inclui portas e janelas de correr, sistemas de alçar e correr, esquadrias com folhas dobráveis, suspensas, pivotantes e maxim-ar, além de venezianas, ripados, brises e guarda-corpos com vidro estrutural. A linha também contempla modelos com perfis minimalistas, trilhos embutidos e acessórios, permitindo a padronização visual dos elementos. Entre os diferenciais divulgados pela fabricante está a utilização da câmara europeia, que possibilita o fechamento multiponto das esquadrias, contribuindo para maior segurança, melhor vedação e desempenho acústico. De acordo com a empresa, os perfis tubulares permitem aplicações em grandes dimensões, enquanto o sistema prevê espaço para a utilização de vidros especiais, como laminados, duplos, blindados e soluções integradas. Segundo a marca, a linha também permite a escolha entre diferentes modelos e cores de acessórios e fechos, além de contar com roldanas com rolamentos blindados e trilhos em aço inox, que buscam ampliar a durabilidade e facilitar a manutenção. Para mais informações: alutechsa.com.br Colaborou: Júlia Rebouças (estagiária)
- Dicas de proteção e durabilidade das esquadrias
Foto/Reprodução: Freepik Tintas e sistemas anticorrosivos desempenham papel fundamental na proteção e na durabilidade das esquadrias. Além da função estética, esses revestimentos atuam como barreira contra agentes externos que podem comprometer a integridade do material ao longo do tempo. As esquadrias estão expostas a fatores como umidade, variações de temperatura, poluição e maresia. Nesses contextos, a corrosão pode surgir quando o metal entra em contato prolongado com oxigênio e água, resultando em desgaste. O uso de tintas adequadas e de tratamentos anticorrosivos é uma das principais formas de preservação nesse processo. Os sistemas anticorrosivos envolvem etapas de preparação da superfície, como limpeza, desengraxe e remoção de impurezas, seguidas da aplicação de primers específicos. Esses produtos formam uma camada protetora que dificulta a oxidação do metal. As tintas de acabamento, aplicadas sobre o sistema anticorrosivo, contribuem tanto para a proteção adicional quanto para o aspecto visual das esquadrias. A definição do tipo de tinta e do tratamento anticorrosivo deve considerar fatores como o material da esquadria, o local de instalação e a manutenção prevista. A adoção de sistemas adequados contribui para ampliar a vida útil das esquadrias, reduzir custos de reparo e garantir desempenho consistente ao longo do tempo. Fonte: shop.machinemfg.com Colaborou: Júlia Rebouças (estagiária)
- Bramold: CNC-1000 focado em eficiência industrial
Foto/Reprodução: Bramold De acordo com a empresa, o centro de usinagem CNC-1000, se apresenta como um equipamento voltado para elevar o padrão de precisão e produtividade na usinagem automática de perfis de alumínio e PVC. Projetado para atender demandas industriais, o modelo combina estrutura e tecnologia, incluindo drives e motores de origem alemã. Com capacidade de usinagem de até 1000 mm no eixo X, além de 150 mm nos eixos Y e Z, o CNC-1000 se destaca pela versatilidade em operações de corte e perfuração. Os deslocamentos chegam a 22.000 mm/min no eixo X e contribuem para os ciclos de trabalho, enquanto a interface de operação, equipada com tela de 20 polegadas, foi desenvolvida para facilitar o uso. Segundo informações da Bramold, entre os elementos que reforçam a durabilidade do equipamento estão o sistema pneumático, a lubrificação automática dos barramentos e o enclausuramento da máquina. Recursos adicionais, como o aviso luminoso de status, bandejas coletoras de cavacos, bico de limpeza e morças pneumáticas intercambiáveis. O spindle , com rotação de até 18.000 rpm e potência de 4,7 cv, permite o uso de ferramentas com diâmetro entre 1 mm e 16 mm, suportadas pelas pinças ER25. Há ainda a opção de incluir um 4º eixo, que possibilita a rotação da peça em +90º e -90º, ampliando as possibilidades de usinagem. O equipamento opera em tensões trifásicas de 220 V e 380 V, atendendo diferentes configurações industriais. Mais informações: bramold.com.br Colaborou: Júlia Rebouças (estagiária)
- As principais diferenças entre sistemas de grades e gradis
Grades e gradis são utilizados para proteção e delimitação de espaços, mas apresentam diferenças relacionadas à função, ao tipo de aplicação e ao sistema construtivo. As grades são estruturas feitas sob medida, costumam ser aplicadas diretamente em janelas, portas, sacadas e fachadas, com foco principal na segurança. Por serem personalizadas, permitem maior variedade de desenhos e adaptação específica a cada local. Já os gradis são sistemas modulados e padronizados, instalados em painéis contínuos. São mais comuns no cercamento de áreas amplas, como condomínios, indústrias e escolas. Fabricados em materiais como aço galvanizado ou alumínio, os gradis favorecem montagem mais rápida, maior uniformidade visual e manutenção reduzida. A escolha entre grades e gradis depende das necessidades do projeto, considerando fatores como extensão da área, nível de segurança, prazo de instalação e integração com o entorno. Fontes: sotelas.net.br ; dimatelas.com.br Colaborou: Júlia Rebouças (estagiária)
- Cebrace Mini Canelado: a releitura do vidro clássico
Foto/Divulgação: Cebrace A Cebrace lançou o vidro texturizado Cebrace Mini Canelado, que passa a integrar a linha de produtos da empresa voltados a aplicações em arquitetura, interiores e no setor moveleiro. O lançamento amplia o portfólio de vidros com textura, utilizado em projetos residenciais e corporativos. De acordo com a empresa, o desenvolvimento do novo vidro acompanha tendências observadas em eventos internacionais de arquitetura e design , que indicam a retomada de referências das décadas de 1940 a 1980, reinterpretadas de forma contemporânea. Nesse contexto, o uso de materiais que exploram luz natural e textura tem ganhado espaço em projetos de interiores. O Cebrace Mini Canelado apresenta linhas discretas na superfície, com efeito menos marcado do que o canelado tradicional. Segundo a empresa, essa característica permite a difusão da luz e a criação de diferentes percepções visuais e táteis, sem interferir de forma predominante na composição dos ambientes. O produto é indicado para aplicações em portas, janelas, divisórias, painéis, móveis e outros elementos arquitetônicos e decorativos. Disponível na cor incolor, o vidro atende às normas técnicas nacionais de qualidade e pode ser utilizado em diferentes tipos de projetos, conforme as exigências técnicas de cada aplicação, conforme cita a marca. Para mais informações: cebrace.com.br Colaborou: Júlia Rebouças (estagiária)
- Curiosidade: janelas redondas como elemento estético nas fachadas de edifícios
Foto = www_aikondistribution_com.jpg O formato quadrado ou retangular de janelas tem sido o mais utilizado nas fachadas de residências, empreendimentos comerciais, corporativos, públicos e hotéis, entre outros tipos de edifícios. Por sua vez, o formato redondo costuma ser bastante comum em janelas de navios (recebendo o nome de vigia ou escotilha), assim como em janelas de aviões, junto aos assentos dos passageiros. Pressão da água e do vento Esse formato redondo é utilizado principalmente por questões de engenharia, pelo fato de distribuir melhor a pressão da água (em navios e submarinos) e do vento (em aviões, por exemplo), sendo mais resistente a quebras e deformações — fator que proporciona maior segurança e integridade estrutural à embarcação ou aeronave. Na arquitetura, o uso de janelas redondas na fachada vem marcando presença em diversos projetos mundo afora, se destacando em edifícios residenciais e comerciais. Conheça a seguir alguns exemplos interessantes pelo visual estético incomum. São Sebastião (SP): Foto: archello.com São Paulo (SP): Foto/Reprodução: Hotel Unique Sidney, Austrália: Foto: designskill.org Melbourne, Austrália: Foto/Reprodução : worldarchitecture.org Jacarta, Indonésia: Foto/Reprodução: dezeen.com Viena, Áustria: Foto/Reprodução: Hotel Topazz | BWM Designers & Architects | Archello Hong Kong, China: Foto/Reprodução: Jardine House - Wikipedia Cidade de Ho Chi Minh, Vietnã: Foto: Hiroyuki Oki













