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  • NOVOS EMPREENDIMENTOS APOSTAM EM TELHADO VERDE

    A preocupação com o meio ambiente é uma constante na maioria das grandes cidades brasileiras, e com uma frequência cada vez maior empresas estão investindo em ações com foco na melhoria da qualidade de vida. Um exemplo disso são os telhados verdes. Além de alegrarem o cenário predominantemente cinza dos centros urbanos, eles auxiliam na drenagem da água da chuva e proporcionam isolamento térmico e acústico. Localizado no centro histórico da capital paranaense, empreendimento Green Center, recentemente entregue pelo Grupo Thá, conta com telhado verde em suas duas torres: Office e Residence, e destaca as facilidades da região, como proximidade dos diversos pontos e estabelecimentos comerciais da cidade, com a vantagem de ter a natureza como vizinha. Segundo o engenheiro responsável pela obra, Cesar Pompeu, a finalidade do telhado verde é promover benefício aos moradores e transformar o espaço em área de interação. “Além dos benefícios ambientais e ao próprio imóvel, as áreas verdes vão funcionar como também como espaços de convivência e lazer”, diz. O engenheiro destaca, também, a importância de ter um projeto bem estruturado para poder oferecer esse diferencial. “É necessário ter um projeto que atenda às necessidades da implantação de um telhado verde, verificar quanto a estrutura suporta de peso para evitar rachaduras”. Isso foi um ponto que mereceu atenção durante todo o projeto e a construção do Green Center. Na torre residencial, por exemplo, os espaços de convivência que receberam os telhados verdes estão localizados no 5° e no 23° andar do empreendimento de 23 pavimentos, vizinho ao empreendimento empresarial, que abriga o telhado verde no seu último piso, o 15°. Benefícios Os benefícios da implantação dos telhados verdes são diversos e não estão restritos somente aos moradores e frequentadores dos empreendimentos, mas sim a toda a cidade, entre eles, a diminuição da temperatura, que em um empreendimento de telhado comum chega a ser 5°C maior, e a umidade relativa do ar, que aumenta em 15% em torno dos empreendimentos que adotam esse tipo de vegetação. Além disso, a implantação do telhado verde traz diversas outras vantagens: drenagem da água da chuva; absorção de poeira e poluição; filtragem das partículas suspensas no ar, como a fuligem expelida pela queima de combustíveis fósseis; diminuição do efeito “ilha de calor”; reciclagem dos gases tóxicos do ar por meio da fotossíntese; e a possibilidade de reutilizar a água da chuva ou irrigação, economizando recursos. “Os telhados verdes têm a capacidade de inserir novas áreas verdes onde antes eram impossíveis, melhorando a vida de toda a população urbana”, conclui Pompeu. Foto: divulgação

  • NOVOS EMPREENDIMENTOS APOSTAM EM TELHADO VERDE

    A preocupação com o meio ambiente é uma constante na maioria das grandes cidades brasileiras, e com uma frequência cada vez maior empresas estão investindo em ações com foco na melhoria da qualidade de vida. Um exemplo disso são os telhados verdes. Além de alegrarem o cenário predominantemente cinza dos centros urbanos, eles auxiliam na drenagem da água da chuva e proporcionam isolamento térmico e acústico. Localizado no centro histórico da capital paranaense, empreendimento Green Center, recentemente entregue pelo Grupo Thá, conta com telhado verde em suas duas torres: Office e Residence, e destaca as facilidades da região, como proximidade dos diversos pontos e estabelecimentos comerciais da cidade, com a vantagem de ter a natureza como vizinha. Segundo o engenheiro responsável pela obra, Cesar Pompeu, a finalidade do telhado verde é promover benefício aos moradores e transformar o espaço em área de interação. “Além dos benefícios ambientais e ao próprio imóvel, as áreas verdes vão funcionar como também como espaços de convivência e lazer”, diz. O engenheiro destaca, também, a importância de ter um projeto bem estruturado para poder oferecer esse diferencial. “É necessário ter um projeto que atenda às necessidades da implantação de um telhado verde, verificar quanto a estrutura suporta de peso para evitar rachaduras”. Isso foi um ponto que mereceu atenção durante todo o projeto e a construção do Green Center. Na torre residencial, por exemplo, os espaços de convivência que receberam os telhados verdes estão localizados no 5° e no 23° andar do empreendimento de 23 pavimentos, vizinho ao empreendimento empresarial, que abriga o telhado verde no seu último piso, o 15°. Benefícios Os benefícios da implantação dos telhados verdes são diversos e não estão restritos somente aos moradores e frequentadores dos empreendimentos, mas sim a toda a cidade, entre eles, a diminuição da temperatura, que em um empreendimento de telhado comum chega a ser 5°C maior, e a umidade relativa do ar, que aumenta em 15% em torno dos empreendimentos que adotam esse tipo de vegetação. Além disso, a implantação do telhado verde traz diversas outras vantagens: drenagem da água da chuva; absorção de poeira e poluição; filtragem das partículas suspensas no ar, como a fuligem expelida pela queima de combustíveis fósseis; diminuição do efeito “ilha de calor”; reciclagem dos gases tóxicos do ar por meio da fotossíntese; e a possibilidade de reutilizar a água da chuva ou irrigação, economizando recursos. “Os telhados verdes têm a capacidade de inserir novas áreas verdes onde antes eram impossíveis, melhorando a vida de toda a população urbana”, conclui Pompeu. Foto: divulgação

  • QUER APRENDER A FOTOGRAFAR SEUS PRODUTOS COM MAIS QUALIDADE?

    Esquadrias, perfis, peças e componentes, ambiente da empresa, linha de produção, obras e muito mais. Tudo isso pode ser fotografado com melhor qualidade para servir de divulgação ao mercado. Se você tem interesse em mostrar seus produtos com boas imagens, faça sua inscrição neste CURSO DE FOTOGRAFIA DIGITAL. Informações: tramaphotografia.wordpress.com/cursos/

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    Esquadrias, perfis, peças e componentes, ambiente da empresa, linha de produção, obras e muito mais. Tudo isso pode ser fotografado com melhor qualidade para servir de divulgação ao mercado. Se você tem interesse em mostrar seus produtos com boas imagens, faça sua inscrição neste CURSO DE FOTOGRAFIA DIGITAL. Informações: tramaphotografia.wordpress.com/cursos/

  • CASA DE VIDRO EM SINDHORN, TAILÂNDIA

    O edifício Sindhorn, em Bangcoc, Tailândia, foi construído em 1980, e conta com mais de 80 mil m² de escritórios em uma das ruas mais bonitas de Bangcoc, que foi ampliada várias vezes. O proprietário teve a intenção de renovar a imagem do edifício, criando um novo edifício frente ao antigo com uma nova imagem e programas. Os principais programas do novo edifício, chamado "Casa de Vidro em Sindhorn", são quatro restaurantes de alta culinária com mezanino e um pequeno bar. Além disso, o terreno conta com uma grande árvore que foi preservada. Atualmente, o local conta com uma área total de 1650.0 m². Separado Todos os restaurantes de alta cozinha estão separados para conectar o espaço interior e exterior, criando um melhor ambiente para jantar. No entanto, conectam-se por meio de um grande espaço de convivência exterior. Vistas e Ventilação Ao separar os restaurantes é possível acessar facilmente cada um deles a partir da via pública. Além disso, há mais espaços para vistas e melhor ventilação. Ícone A casa de vidro representa a nova imagem do projeto, pois tem a forma de um cristal e está revestida com vidro para que coincida com seu próprio conceito. Sombra O projeto conta com várias árvores ao redor. O telhado foi desenhado especialmente para refletir a sensação de comer sob a sombra de uma árvore. Estrutura A estrutura especial possui duas divisões. O comprimento de cada uma é de 25 metros e ambos os extremos possuem um balanço de 20 metros, somando uma cobertura total de 90 metros de comprimento. Além disso, a estrutura principal foi desenhada em forma de "X" para preservar a grande árvore do terreno. Ramos Para tornar a cobertura mais atraente, ela foi desenhada para ter outra camada com 31 aletas de aço horizontais que criam uma forma irregular como ramos de árvores, gerando a sensação de estar sob a sombra de uma árvore. Texto original: ArchDaily Brasil

  • CASA DE VIDRO EM SINDHORN, TAILÂNDIA

    O edifício Sindhorn, em Bangcoc, Tailândia, foi construído em 1980, e conta com mais de 80 mil m² de escritórios em uma das ruas mais bonitas de Bangcoc, que foi ampliada várias vezes. O proprietário teve a intenção de renovar a imagem do edifício, criando um novo edifício frente ao antigo com uma nova imagem e programas. Os principais programas do novo edifício, chamado "Casa de Vidro em Sindhorn", são quatro restaurantes de alta culinária com mezanino e um pequeno bar. Além disso, o terreno conta com uma grande árvore que foi preservada. Atualmente, o local conta com uma área total de 1650.0 m². Separado Todos os restaurantes de alta cozinha estão separados para conectar o espaço interior e exterior, criando um melhor ambiente para jantar. No entanto, conectam-se por meio de um grande espaço de convivência exterior. Vistas e Ventilação Ao separar os restaurantes é possível acessar facilmente cada um deles a partir da via pública. Além disso, há mais espaços para vistas e melhor ventilação. Ícone A casa de vidro representa a nova imagem do projeto, pois tem a forma de um cristal e está revestida com vidro para que coincida com seu próprio conceito. Sombra O projeto conta com várias árvores ao redor. O telhado foi desenhado especialmente para refletir a sensação de comer sob a sombra de uma árvore. Estrutura A estrutura especial possui duas divisões. O comprimento de cada uma é de 25 metros e ambos os extremos possuem um balanço de 20 metros, somando uma cobertura total de 90 metros de comprimento. Além disso, a estrutura principal foi desenhada em forma de "X" para preservar a grande árvore do terreno. Ramos Para tornar a cobertura mais atraente, ela foi desenhada para ter outra camada com 31 aletas de aço horizontais que criam uma forma irregular como ramos de árvores, gerando a sensação de estar sob a sombra de uma árvore. Texto original: ArchDaily Brasil

  • VENDAS NO VAREJO DE MATERIAL DE CONSTRUÇÃO CRESCEM 2% EM DEZEMBRO

    As vendas no varejo de material de construção cresceram 2% no mês de dezembro, na comparação com novembro. O desempenho no mês foi 4% superior ao registrado em dezembro do ano passado. Os dados são da pesquisa mensal da Anamaco (Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção), realizada pelo instituto de pesquisas da entidade com o apoio da Abrafati, Instituto Crisotila Brasil e Anfacer. O estudo ouviu 530 lojistas de todas as regiões do país entre os dias 21 a 27 de dezembro. Segundo a pesquisa, as vendas no varejo de material de construção no segundo semestre de 2016 foram 4% superiores ao mesmo período de 2015. O resultado, no entanto, não foi suficiente para reverter o desempenho do setor no ano. “Fechamos 2016 com queda de 6% sobre 2015, quando tivemos um faturamento de R$ 115 bilhões. Tivemos um primeiro semestre muito complicado e isso dificultou uma reação maior do setor”, explica Cláudio Conz, presidente da Anamaco. Ele também ressalta que, desde que a associação passou a acompanhar anualmente a série histórica do varejo, em 1994, esta é a primeira vez que o varejo de material de construção registra retração em dois anos seguidos. “Apesar disso, esperamos que o setor continue reagindo em 2017. A nossa expectativa é de crescermos 3% no primeiro semestre e 6% no segundo, fechado o ano com 5% de crescimento sobre 2016. A tarefa não é fácil, mas os impactos do lançamento do Cartão Reforma e da retomada do Construcard devem começar a serem sentidos já no início do ano. Além disso, estamos trabalhando com os bancos no sentido de aumentar a oferta de crédito e diminuir os juros, o que deve influenciar positivamente as nossas vendas”, completa. Ainda segundo o estudo, os resultados apresentados pelo setor em dezembro também variam de acordo com a região. Enquanto Nordeste e Centro-Oeste apresentaram, respectivamente, crescimento de 6% e 5%, as vendas no Sudeste se mantiveram estáveis. Já Sul e Norte apresentaram queda de -15% e -7%, respectivamente. Cerca de 40% dos entrevistados pretende fazer novos investimentos no próximo ano e 16% têm a intenção de contratar novos funcionários em janeiro. Já o otimismo com relação às ações do Governo nos próximos meses subiu retraiu de 50% para 45%. Fonte: Anamaco

  • VENDAS NO VAREJO DE MATERIAL DE CONSTRUÇÃO CRESCEM 2% EM DEZEMBRO

    As vendas no varejo de material de construção cresceram 2% no mês de dezembro, na comparação com novembro. O desempenho no mês foi 4% superior ao registrado em dezembro do ano passado. Os dados são da pesquisa mensal da Anamaco (Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção), realizada pelo instituto de pesquisas da entidade com o apoio da Abrafati, Instituto Crisotila Brasil e Anfacer. O estudo ouviu 530 lojistas de todas as regiões do país entre os dias 21 a 27 de dezembro. Segundo a pesquisa, as vendas no varejo de material de construção no segundo semestre de 2016 foram 4% superiores ao mesmo período de 2015. O resultado, no entanto, não foi suficiente para reverter o desempenho do setor no ano. “Fechamos 2016 com queda de 6% sobre 2015, quando tivemos um faturamento de R$ 115 bilhões. Tivemos um primeiro semestre muito complicado e isso dificultou uma reação maior do setor”, explica Cláudio Conz, presidente da Anamaco. Ele também ressalta que, desde que a associação passou a acompanhar anualmente a série histórica do varejo, em 1994, esta é a primeira vez que o varejo de material de construção registra retração em dois anos seguidos. “Apesar disso, esperamos que o setor continue reagindo em 2017. A nossa expectativa é de crescermos 3% no primeiro semestre e 6% no segundo, fechado o ano com 5% de crescimento sobre 2016. A tarefa não é fácil, mas os impactos do lançamento do Cartão Reforma e da retomada do Construcard devem começar a serem sentidos já no início do ano. Além disso, estamos trabalhando com os bancos no sentido de aumentar a oferta de crédito e diminuir os juros, o que deve influenciar positivamente as nossas vendas”, completa. Ainda segundo o estudo, os resultados apresentados pelo setor em dezembro também variam de acordo com a região. Enquanto Nordeste e Centro-Oeste apresentaram, respectivamente, crescimento de 6% e 5%, as vendas no Sudeste se mantiveram estáveis. Já Sul e Norte apresentaram queda de -15% e -7%, respectivamente. Cerca de 40% dos entrevistados pretende fazer novos investimentos no próximo ano e 16% têm a intenção de contratar novos funcionários em janeiro. Já o otimismo com relação às ações do Governo nos próximos meses subiu retraiu de 50% para 45%. Fonte: Anamaco

  • 10 ITENS BÁSICOS PARA IMPLANTAÇÃO DE UM PRÉDIO SUSTENTÁVEL

    Dicas sustentáveis são sempre bem-vindas e, por isso, a INK, incorporadora que atua no mercado imobiliário desde 2012, e a Sustentech, empresa parceira da INK em alguns de seus projetos, falam sobre técnicas aplicadas nos empreendimentos que desenvolvem na cidade de São Paulo. - Desconstrução e não demolição Desconstruir, explica Gabriela Coelho, da INK, é um processo que se caracteriza pelo desmantelamento cuidadoso de um edifício, de modo a possibilitar a recuperação de materiais e componentes da construção, promovendo a sua reutilização e reciclagem. “É isso que fazemos, por exemplo, em eventuais construções existentes nos terrenos que compramos para construir e entre o estande e o início da obra. Assim, também diminuímos uma etapa de geração de resíduos”, explica Gabriela. - Escolha de materiais Os materiais utilizados na construção dos prédios da INK são, em sua maioria, recicláveis, menos poluentes (como alguns tipos de colas e tintas), e também os chamados “materiais regionais”, ou seja, produzidos em um raio máximo de 800km da obra. “Além disso, no Tetrys também só foram utilizados materiais rapidamente renováveis e madeira certificada e nunca proveniente de extração ilegal”, conta André Xavier, da Sustentech. - Gerenciamento da Qualidade do Ar Interno Ainda durante a construção, é importante preocupar-se com a baixa emissão de composto orgânico volátil, os VOC’s. Para isso, é preciso pensar na utilização de materiais que produzam menos poeira e, dessa forma, menos acúmulo dela. “A escolha de adesivos e selantes, assim como tintas e vernizes é bastante cuidadosa nesse sentido e sempre à base de água. Os VOC’s, especialmente em ambientes fechados, são prejudiciais à saúde e podem causar irritação em olhos e gargantas, náuseas e vertigens”, comenta André Xavier. - Redução de ilhas de calor Em áreas descobertas, a determinação do sistema de certificação LEED, que é a principal plataforma para implantação de edifícios verdes, é que o prédio deve localizar 50% das vagas para estacionamento no subsolo ou, se em área aberta, que seja sombreada ou apresente grelhas permeáveis. Para áreas cobertas, o projeto deve aplicar na cobertura tinta fria em 75% da área de cobertura livre ou vegetação em 50% dela. Pode, ainda, ser uma combinação das duas anteriores. - Redução do consumo de água Há algumas alternativas para redução do consumo de água potável em até 20% em relação ao consumo padrão. Algumas delas são: escolha de equipamentos sanitários eficientes e de baixo consumo, recolha de águas pluviais, reciclagem de águas cinzas (geradas a partir de processos domésticos como lavar louça, roupa e tomar banho), limitar as vazões de utilização, instalação de redutores de pressão na rede, instalação de restritores de pressão ou reguladores de vazão diretamente nos pontos de consumo. - Redução do consumo de energia “Uma boa solução para economia de energia que implantamos no Tetrys é para aquecimento da água, que será a partir de isolamento da tubulação”, conta Gabriela Coelho, da INK. Esse isolamento é feito a partir de uma proteção térmica que encapa a tubulação por onde passa a água quente, assim perde-se menos calor no caminho entre os reservatórios e o destino final. “Além disso, o sistema de aquecimento será central, mas cada unidade terá trocador de calor, onde a água fria do reservatório é realmente aquecida, localizado embaixo da pia da cozinha”, completa. - Recolha e armazenamento de recicláveis O edifício deve conter um compartimento dedicado à coleta de resíduos que proporcione a correta triagem e destinação dos recicláveis. Orienta-se que ele fique no subsolo ou no pavimento térreo. Além disso, a orientação é que seja feita parceria com cooperativa de resíduos recicláveis para o recolhimento deste material. As áreas para esta central de resíduos deverão possuir revestimentos de fácil limpeza, pontos de luz, água e esgoto dotado de ralo sifonado e ventilação adequada (exaustão, quando necessário). - Acesso à luz do dia As janelas do edifício Tetrys, que fica na Pompeia, são um bom exemplo. “As aberturas bem maiores do que as tradicionais privilegiam iluminação e ventilação naturais”, conta Gabriela Coelho. Isso causa redução do consumo de energia (evita o uso do ar condicionado, por exemplo) e aumenta a qualidade de vida. - Transporte Alternativo e veículos de baixa emissão A preocupação com acesso a transporte público é um item muito importante. O Tetrys, por exemplo, que fica na Rua Dr. Augusto de Miranda, na Pompeia, fica próximo à estação de trem Água Branca e não muito distante da estação Vila Madalena da Linha Verde do Metrô. Próximo ao prédio também passará a estação Pompeia, da futura Linha Laranja do Metrô. Há paradas de ônibus a poucos metros com acesso a mais de duas linhas. “Mas não é apenas essa a preocupação. O prédio oferece bicicletário e vagas exclusivas para veículos de baixa emissão. Para carros elétricos, por exemplo, a garagem do empreendimento terá pontos de recarga”, acrescenta Gabriela. - Energias renováveis Esse item trata de aplicar sistemas de produção de energia renovável "on-site" (painéis PV, turbinas eólicas, etc.) que assegurem uma produção de energia equivalente a 1% do custo anual de energia do edifício até 13%. “Isso não é prática comum porque representa um custo relevante para o projeto, mas os resultados valem a pena. Na obra de arquitetura do Tetrys há painéis de aquecimento solar na cobertura”, afirma André Xavier, da Sustentech. “A INK procura inserir esses itens como padrão de qualidade, por isso eles nascem com o projeto e já fazem parte de seu DNA. Todos esses são itens que oneraram o projeto, mas isso não foi transferido para o comprador. Não temos custo maior que os concorrentes, mas oferecemos tudo isso. É a diferenciação de produto com preço de mercado e preocupação ambiental que é nosso futuro”, encerra Gabriela. Mais informações em www.inkorporadora.com.br

  • 10 ITENS BÁSICOS PARA IMPLANTAÇÃO DE UM PRÉDIO SUSTENTÁVEL

    Dicas sustentáveis são sempre bem-vindas e, por isso, a INK, incorporadora que atua no mercado imobiliário desde 2012, e a Sustentech, empresa parceira da INK em alguns de seus projetos, falam sobre técnicas aplicadas nos empreendimentos que desenvolvem na cidade de São Paulo. - Desconstrução e não demolição Desconstruir, explica Gabriela Coelho, da INK, é um processo que se caracteriza pelo desmantelamento cuidadoso de um edifício, de modo a possibilitar a recuperação de materiais e componentes da construção, promovendo a sua reutilização e reciclagem. “É isso que fazemos, por exemplo, em eventuais construções existentes nos terrenos que compramos para construir e entre o estande e o início da obra. Assim, também diminuímos uma etapa de geração de resíduos”, explica Gabriela. - Escolha de materiais Os materiais utilizados na construção dos prédios da INK são, em sua maioria, recicláveis, menos poluentes (como alguns tipos de colas e tintas), e também os chamados “materiais regionais”, ou seja, produzidos em um raio máximo de 800km da obra. “Além disso, no Tetrys também só foram utilizados materiais rapidamente renováveis e madeira certificada e nunca proveniente de extração ilegal”, conta André Xavier, da Sustentech. - Gerenciamento da Qualidade do Ar Interno Ainda durante a construção, é importante preocupar-se com a baixa emissão de composto orgânico volátil, os VOC’s. Para isso, é preciso pensar na utilização de materiais que produzam menos poeira e, dessa forma, menos acúmulo dela. “A escolha de adesivos e selantes, assim como tintas e vernizes é bastante cuidadosa nesse sentido e sempre à base de água. Os VOC’s, especialmente em ambientes fechados, são prejudiciais à saúde e podem causar irritação em olhos e gargantas, náuseas e vertigens”, comenta André Xavier. - Redução de ilhas de calor Em áreas descobertas, a determinação do sistema de certificação LEED, que é a principal plataforma para implantação de edifícios verdes, é que o prédio deve localizar 50% das vagas para estacionamento no subsolo ou, se em área aberta, que seja sombreada ou apresente grelhas permeáveis. Para áreas cobertas, o projeto deve aplicar na cobertura tinta fria em 75% da área de cobertura livre ou vegetação em 50% dela. Pode, ainda, ser uma combinação das duas anteriores. - Redução do consumo de água Há algumas alternativas para redução do consumo de água potável em até 20% em relação ao consumo padrão. Algumas delas são: escolha de equipamentos sanitários eficientes e de baixo consumo, recolha de águas pluviais, reciclagem de águas cinzas (geradas a partir de processos domésticos como lavar louça, roupa e tomar banho), limitar as vazões de utilização, instalação de redutores de pressão na rede, instalação de restritores de pressão ou reguladores de vazão diretamente nos pontos de consumo. - Redução do consumo de energia “Uma boa solução para economia de energia que implantamos no Tetrys é para aquecimento da água, que será a partir de isolamento da tubulação”, conta Gabriela Coelho, da INK. Esse isolamento é feito a partir de uma proteção térmica que encapa a tubulação por onde passa a água quente, assim perde-se menos calor no caminho entre os reservatórios e o destino final. “Além disso, o sistema de aquecimento será central, mas cada unidade terá trocador de calor, onde a água fria do reservatório é realmente aquecida, localizado embaixo da pia da cozinha”, completa. - Recolha e armazenamento de recicláveis O edifício deve conter um compartimento dedicado à coleta de resíduos que proporcione a correta triagem e destinação dos recicláveis. Orienta-se que ele fique no subsolo ou no pavimento térreo. Além disso, a orientação é que seja feita parceria com cooperativa de resíduos recicláveis para o recolhimento deste material. As áreas para esta central de resíduos deverão possuir revestimentos de fácil limpeza, pontos de luz, água e esgoto dotado de ralo sifonado e ventilação adequada (exaustão, quando necessário). - Acesso à luz do dia As janelas do edifício Tetrys, que fica na Pompeia, são um bom exemplo. “As aberturas bem maiores do que as tradicionais privilegiam iluminação e ventilação naturais”, conta Gabriela Coelho. Isso causa redução do consumo de energia (evita o uso do ar condicionado, por exemplo) e aumenta a qualidade de vida. - Transporte Alternativo e veículos de baixa emissão A preocupação com acesso a transporte público é um item muito importante. O Tetrys, por exemplo, que fica na Rua Dr. Augusto de Miranda, na Pompeia, fica próximo à estação de trem Água Branca e não muito distante da estação Vila Madalena da Linha Verde do Metrô. Próximo ao prédio também passará a estação Pompeia, da futura Linha Laranja do Metrô. Há paradas de ônibus a poucos metros com acesso a mais de duas linhas. “Mas não é apenas essa a preocupação. O prédio oferece bicicletário e vagas exclusivas para veículos de baixa emissão. Para carros elétricos, por exemplo, a garagem do empreendimento terá pontos de recarga”, acrescenta Gabriela. - Energias renováveis Esse item trata de aplicar sistemas de produção de energia renovável "on-site" (painéis PV, turbinas eólicas, etc.) que assegurem uma produção de energia equivalente a 1% do custo anual de energia do edifício até 13%. “Isso não é prática comum porque representa um custo relevante para o projeto, mas os resultados valem a pena. Na obra de arquitetura do Tetrys há painéis de aquecimento solar na cobertura”, afirma André Xavier, da Sustentech. “A INK procura inserir esses itens como padrão de qualidade, por isso eles nascem com o projeto e já fazem parte de seu DNA. Todos esses são itens que oneraram o projeto, mas isso não foi transferido para o comprador. Não temos custo maior que os concorrentes, mas oferecemos tudo isso. É a diferenciação de produto com preço de mercado e preocupação ambiental que é nosso futuro”, encerra Gabriela. Mais informações em www.inkorporadora.com.br

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