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  • USO DO AÇO NA CONSTRUÇÃO CIVIL

    A construção civil é hoje o mais importante setor consumidor de aço no mundo e deve atingir 20% das construções em aço nos próximos cinco anos, segundo o CBCA (Centro Brasileiro da Construção em Aço). A entidade destaca que são muitos os benefícios das construções feitas em aço: edificações duráveis, o ganho alto de produtividade, redução significativa de resíduos, rapidez na execução da construção, dentre outros. Além disso, o aço é 100% reciclável: É possível fazer o aproveitamento de todo o recurso e contribuir com a sustentabilidade do planeta. Entretanto, o aço ainda não teve no Brasil a projeção que conquistou em outros países. Nos Estados Unidos, por exemplo, 50% das construções multiandares comerciais são em aço; na Inglaterra, chegam a 70%. Já no Brasil responde por 37% do total do consumo aparente de aço no país, segundo dados da CBCA. “No entanto, produtividade e sustentabilidade são palavras chaves na área de construção e o aço atende essa expectativa. Por essa razão, acreditamos que o consumo tende a aumentar no setor devido à sua facilidade de aplicação, durabilidade e resistência”, destaca Paulo Seabra, diretor geral da NLMK para América do Sul. A fabricante russa NLMK Group possui aços de alta resistência, indicados para a fabricação de equipamentos da construção civil como, caçambas de escavadeiras, caminhões fora de estrada, revestimento de britadores, além de lanças de guindastes, e em estruturas que demandem redução de espessuras e aumento de resistência. “Quando utilizado este tipo de aço de alta resistência, os fabricantes ganham muita produtividade no equipamento, pois as chapas são extremamente precisas na espessura e apresentam um carbono equivalente muito baixo. Isso facilita o corte, a dobra, a solda e a usinagem. O produto é muito importante, pois reduz o peso do equipamento em 35%, em alguns casos, quando comparado com a versão original toda produzida em aço comum. Já em casos mais avançados, houve redução de peso de até 60%, garantindo mais produtividade”, enfatiza Paulo.

  • USO DO AÇO NA CONSTRUÇÃO CIVIL

    A construção civil é hoje o mais importante setor consumidor de aço no mundo e deve atingir 20% das construções em aço nos próximos cinco anos, segundo o CBCA (Centro Brasileiro da Construção em Aço). A entidade destaca que são muitos os benefícios das construções feitas em aço: edificações duráveis, o ganho alto de produtividade, redução significativa de resíduos, rapidez na execução da construção, dentre outros. Além disso, o aço é 100% reciclável: É possível fazer o aproveitamento de todo o recurso e contribuir com a sustentabilidade do planeta. Entretanto, o aço ainda não teve no Brasil a projeção que conquistou em outros países. Nos Estados Unidos, por exemplo, 50% das construções multiandares comerciais são em aço; na Inglaterra, chegam a 70%. Já no Brasil responde por 37% do total do consumo aparente de aço no país, segundo dados da CBCA. “No entanto, produtividade e sustentabilidade são palavras chaves na área de construção e o aço atende essa expectativa. Por essa razão, acreditamos que o consumo tende a aumentar no setor devido à sua facilidade de aplicação, durabilidade e resistência”, destaca Paulo Seabra, diretor geral da NLMK para América do Sul. A fabricante russa NLMK Group possui aços de alta resistência, indicados para a fabricação de equipamentos da construção civil como, caçambas de escavadeiras, caminhões fora de estrada, revestimento de britadores, além de lanças de guindastes, e em estruturas que demandem redução de espessuras e aumento de resistência. “Quando utilizado este tipo de aço de alta resistência, os fabricantes ganham muita produtividade no equipamento, pois as chapas são extremamente precisas na espessura e apresentam um carbono equivalente muito baixo. Isso facilita o corte, a dobra, a solda e a usinagem. O produto é muito importante, pois reduz o peso do equipamento em 35%, em alguns casos, quando comparado com a versão original toda produzida em aço comum. Já em casos mais avançados, houve redução de peso de até 60%, garantindo mais produtividade”, enfatiza Paulo.

  • PIRÂMIDE DO LOUVRE VENCE O "AIA 25 YEAR AWARD"

    O AIA (American Institute of Architects) selecionou o Grand Louvre - Fase I como vencedor do AIA Twenty-five Year Award 2017. Projetado por I.M. Pei e seu escritório Pei Cobb Freed & Partners, o projeto é notável por sua pirâmide de vidro de 21 metros de altura que, segundo o AIA, "agora compete com a Torre Eiffel como um dos ícones arquitetônicos mais famosos da França." O prêmio é concedido anualmente a um projeto que resistiu ao teste do tempo, incorporando a excelência arquitetônica ao longo de mais de 25 anos. "Recebido com hostilidade e ridicularizado como uma afronta modernista quando foi proposto inicialmente como a entrada principal do Museu do Louvre de Paris, o projeto nasceu da busca do presidente François Mitterrand em modernizar o Louvre no início dos anos 80", comentou o AIA, que complementou: "A pirâmide de Pei impulsionou o complexo do palácio de 800 anos de idade para a era moderna, ao mesmo tempo em que tornava o museu mais acessível a grandes multidões. Para executar o projeto, Pei mostrou um altíssimo grau de sensibilidade cultural, perspicácia política, inovação e habilidade de preservação". Vinte e sete anos depois que o projeto foi concluído, o sucesso de Pei foi reafirmado na visita do museu, que mais do que triplicou desde a expansão. Para acomodar o afluxo, o museu realizou sua primeira renovação da área de recepção diretamente abaixo da pirâmide e recentemente tomou medidas distintas para manter a integridade do projeto de Pei. O projeto será homenageado em abril deste ano na convenção nacional de AIA em Orlando (EUA). Fonte traduzida: AIA Fotos: Koji Horiuch

  • PIRÂMIDE DO LOUVRE VENCE O "AIA 25 YEAR AWARD"

    O AIA (American Institute of Architects) selecionou o Grand Louvre - Fase I como vencedor do AIA Twenty-five Year Award 2017. Projetado por I.M. Pei e seu escritório Pei Cobb Freed & Partners, o projeto é notável por sua pirâmide de vidro de 21 metros de altura que, segundo o AIA, "agora compete com a Torre Eiffel como um dos ícones arquitetônicos mais famosos da França." O prêmio é concedido anualmente a um projeto que resistiu ao teste do tempo, incorporando a excelência arquitetônica ao longo de mais de 25 anos. "Recebido com hostilidade e ridicularizado como uma afronta modernista quando foi proposto inicialmente como a entrada principal do Museu do Louvre de Paris, o projeto nasceu da busca do presidente François Mitterrand em modernizar o Louvre no início dos anos 80", comentou o AIA, que complementou: "A pirâmide de Pei impulsionou o complexo do palácio de 800 anos de idade para a era moderna, ao mesmo tempo em que tornava o museu mais acessível a grandes multidões. Para executar o projeto, Pei mostrou um altíssimo grau de sensibilidade cultural, perspicácia política, inovação e habilidade de preservação". Vinte e sete anos depois que o projeto foi concluído, o sucesso de Pei foi reafirmado na visita do museu, que mais do que triplicou desde a expansão. Para acomodar o afluxo, o museu realizou sua primeira renovação da área de recepção diretamente abaixo da pirâmide e recentemente tomou medidas distintas para manter a integridade do projeto de Pei. O projeto será homenageado em abril deste ano na convenção nacional de AIA em Orlando (EUA). Fonte traduzida: AIA Fotos: Koji Horiuch

  • INDÚSTRIA DE PORTAS DE MADEIRA INVESTE EM GESTÃO DE PESSOAS

    Com oito milhões de unidades anuais produzidas, o setor de portas de madeira no Brasil vem mostrando seu potencial para ganhar qualidade por meio da melhoria de processos produtivos, mas também por um fator comum a muitas empresas do segmento: a valorização do capital humano. Desde a implantação do PSQ-PME (Programa Setorial da Qualidade de Portas de Madeira para Edificações), desenvolvido e coordenado pela Abimci (Associação Brasileira da Indústria de Madeira Processada Mecanicamente), por meio do seu Comitê de Portas, 21 empresas trabalham para aperfeiçoar a produção, a gestão e seus produtos. Dessas, 17 já possuem produtos certificados. Por conta do Programa e da necessidade de aperfeiçoar os produtos, a Reflorestadores Unidos, que está no mercado com a marca Ecoporta, adotou uma política de capacitação e de valorização dos colaboradores, que já rendeu, inclusive, ideias para redução de custos com insumos e aperfeiçoamento de equipamentos. “A partir do PSQ isso se tornou uma constância na empresa. A capacitação começa na admissão do funcionário e é permanente”, explica Cassiano De Zorzi, diretor de Operações. O chamado Grupo de Melhorias Internas se reúnem uma vez por mês para discutir possíveis melhorias no processo produtivo. As informações são repassadas para os líderes de cada departamento e, posteriormente, apresentadas a um conselho e à diretoria. Se validada a proposta após sua implantação, as pessoas envolvidas acumulam pontos para receberem alguma recompensa ao final do ano. Além disso, a indústria possibilita o crescimento dos colaboradores dentro da empresa e tem incentivado a formação por meio de subsídio de 50% para cursos de graduação. Para 2017, a Ecoporta planeja estruturar um departamento de Pesquisa e Desenvolvimento de produtos com vistas a ampliar a participação no mercado de luxo. “O objetivo é voltar 90% da produção para os públicos de alta renda”, afirma De Zorzi. Outra fabricante de portas que conta com uma política de valorização dos funcionários e com o modelo de grupos de melhoria é a Pormade, de União da Vitória (PR). A empresa incentiva uma gestão participativa e investe em formação continuada. Uma vez por semana, os funcionários de cada setor discutem questões relacionadas ao trabalho e levantam sugestões para o aperfeiçoamento da produção e do funcionamento da empresa. A capacitação também faz parte das iniciativas da empresa, que implantou a Unicop, uma universidade corporativa que oferece desde cursos supletivos para quem não terminou as etapas dos ensinos fundamental ou médio a treinamentos para desenvolvimento de líderes. Cursos técnicos, de graduação ou pós, também podem ser subsidiados pela empresa. Apesar das constantes melhorias implantadas nas fábricas para o aumento da qualidade dos produtos e dos recursos destinados à capacitação de pessoas, as empresas que participam do Programa provam que é possível reduzir custos. A Adami/Vert busca constantemente novas tecnologias que resultem em uma relação custo x benefício ajustada às demandas de mercado. “Os investimentos no capital humano são fundamentais para que possamos operar a evolução da tecnologia. Além disso, o contato e a troca de experiências proporcionada pelo PSQ contribuem para a inovação de processos e produtos”, afirma o gerente Industrial, Daniel Pscheidt. A indústria investe ainda em pesquisas de mercado para avaliar tendências e concorrência. Para a empresa Manoel Marchetti, fabricante das Portas Álamo, por meio de um programa estruturado foi possível reduzir os custos na linha de produção em 4,2% em 2016. “Investimos em novos equipamentos e passamos a ter menos desperdícios”, afirmou o vice-presidente da empresa Fábio Ayres Marchetti. Apesar da indústria não ter conseguido concluir os investimentos previstos em inovação, a empresa deu um passo importante com o lançamento de novas linhas – passando a atender obras para as classes C e D – garantindo uma gama maior de opções aos clientes. Além disso, a intenção é concluir a etapa de mudanças e melhoramentos da linha de produção até junho de 2017. “Com isso, teremos um aumento da competitividade do produto, já que será possível garantir mais qualidade no acabamento das portas”, informou Marchetti. Na Famossul, a inovação também passa pela busca da qualidade, premissas estabelecidas pelo PSQ-PME e o desenvolvimento constante de novos produtos. De acordo com Robson Marcon, gerente administrativo da empresa, o Programa ajudou a tornar o processo mais ágil, resultando em produtos seguros e bem acabados. Com essa segurança maior em relação à qualidade do produto atestada pelo sistema de gestão da qualidade do Programa, a indústria pode focar em estratégias que garantam novos padrões de cores aos clientes e desenvolvimento de portas para atender outros públicos. “O PSQ nos proporcionou e assegurou uma evolução constante em todos os processos das empresas, bem como a segurança técnica e jurídica, que temos garantido ao mercado por entregarmos produtos normalizados e certificados”, avalia o diretor da Sincol, Caetano Balvedi Neto. Segundo o diretor, a empresa mantém uma base de Pesquisa e Desenvolvimento, que interage com os clientes. “O objetivo é promover a evolução dos produtos já ofertados e desenvolver soluções inovadoras e sob medida, sempre assegurando segurança, confiabilidade e desempenho”, afirma. O processo de inovação e de desenvolvimento de produtos da Sincol inclui conhecer todas as etapas da vida do produto no mercado. “Dessa forma, compreendemos as expectativas da aplicação, o uso e a vida útil do produto. A porta é compreendida pelo mercado como um bem durável, as pessoas não compreendem que trocar uma porta é algo normal. Assim, buscamos produzir produtos com vida útil assegurada”, completa. PSQ-PME Com abrangência nacional, o Programa reúne e representa os fabricantes de portas de madeira do Brasil, atuando em várias ações que visam o fortalecimento do segmento e o atendimento dos requisitos estabelecidos nas normas brasileiras vigentes. Entre os principais objetivos da iniciativa estão o de promover a isonomia competitiva entre os fabricantes, por meio da conformidade técnica, adequando o desempenho dos produtos às normas existentes, estimular a melhoria continua, agregar valor às marcas e dar garantias ao consumidor final. Desde 2014, é possível encontrar no mercado portas com a certificação da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas). São produtos que atendem à Norma Brasileira NBR 15930. As folhas de portas certificadas passam por um rigoroso controle de qualidade de produção, que inclui testes físicos e mecânicos de avaliação do desempenho realizados pelo IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas) de São Paulo. Fonte: Assessoria de Comunicação Abimci – Interact Comunicação

  • INDÚSTRIA DE PORTAS DE MADEIRA INVESTE EM GESTÃO DE PESSOAS

    Com oito milhões de unidades anuais produzidas, o setor de portas de madeira no Brasil vem mostrando seu potencial para ganhar qualidade por meio da melhoria de processos produtivos, mas também por um fator comum a muitas empresas do segmento: a valorização do capital humano. Desde a implantação do PSQ-PME (Programa Setorial da Qualidade de Portas de Madeira para Edificações), desenvolvido e coordenado pela Abimci (Associação Brasileira da Indústria de Madeira Processada Mecanicamente), por meio do seu Comitê de Portas, 21 empresas trabalham para aperfeiçoar a produção, a gestão e seus produtos. Dessas, 17 já possuem produtos certificados. Por conta do Programa e da necessidade de aperfeiçoar os produtos, a Reflorestadores Unidos, que está no mercado com a marca Ecoporta, adotou uma política de capacitação e de valorização dos colaboradores, que já rendeu, inclusive, ideias para redução de custos com insumos e aperfeiçoamento de equipamentos. “A partir do PSQ isso se tornou uma constância na empresa. A capacitação começa na admissão do funcionário e é permanente”, explica Cassiano De Zorzi, diretor de Operações. O chamado Grupo de Melhorias Internas se reúnem uma vez por mês para discutir possíveis melhorias no processo produtivo. As informações são repassadas para os líderes de cada departamento e, posteriormente, apresentadas a um conselho e à diretoria. Se validada a proposta após sua implantação, as pessoas envolvidas acumulam pontos para receberem alguma recompensa ao final do ano. Além disso, a indústria possibilita o crescimento dos colaboradores dentro da empresa e tem incentivado a formação por meio de subsídio de 50% para cursos de graduação. Para 2017, a Ecoporta planeja estruturar um departamento de Pesquisa e Desenvolvimento de produtos com vistas a ampliar a participação no mercado de luxo. “O objetivo é voltar 90% da produção para os públicos de alta renda”, afirma De Zorzi. Outra fabricante de portas que conta com uma política de valorização dos funcionários e com o modelo de grupos de melhoria é a Pormade, de União da Vitória (PR). A empresa incentiva uma gestão participativa e investe em formação continuada. Uma vez por semana, os funcionários de cada setor discutem questões relacionadas ao trabalho e levantam sugestões para o aperfeiçoamento da produção e do funcionamento da empresa. A capacitação também faz parte das iniciativas da empresa, que implantou a Unicop, uma universidade corporativa que oferece desde cursos supletivos para quem não terminou as etapas dos ensinos fundamental ou médio a treinamentos para desenvolvimento de líderes. Cursos técnicos, de graduação ou pós, também podem ser subsidiados pela empresa. Apesar das constantes melhorias implantadas nas fábricas para o aumento da qualidade dos produtos e dos recursos destinados à capacitação de pessoas, as empresas que participam do Programa provam que é possível reduzir custos. A Adami/Vert busca constantemente novas tecnologias que resultem em uma relação custo x benefício ajustada às demandas de mercado. “Os investimentos no capital humano são fundamentais para que possamos operar a evolução da tecnologia. Além disso, o contato e a troca de experiências proporcionada pelo PSQ contribuem para a inovação de processos e produtos”, afirma o gerente Industrial, Daniel Pscheidt. A indústria investe ainda em pesquisas de mercado para avaliar tendências e concorrência. Para a empresa Manoel Marchetti, fabricante das Portas Álamo, por meio de um programa estruturado foi possível reduzir os custos na linha de produção em 4,2% em 2016. “Investimos em novos equipamentos e passamos a ter menos desperdícios”, afirmou o vice-presidente da empresa Fábio Ayres Marchetti. Apesar da indústria não ter conseguido concluir os investimentos previstos em inovação, a empresa deu um passo importante com o lançamento de novas linhas – passando a atender obras para as classes C e D – garantindo uma gama maior de opções aos clientes. Além disso, a intenção é concluir a etapa de mudanças e melhoramentos da linha de produção até junho de 2017. “Com isso, teremos um aumento da competitividade do produto, já que será possível garantir mais qualidade no acabamento das portas”, informou Marchetti. Na Famossul, a inovação também passa pela busca da qualidade, premissas estabelecidas pelo PSQ-PME e o desenvolvimento constante de novos produtos. De acordo com Robson Marcon, gerente administrativo da empresa, o Programa ajudou a tornar o processo mais ágil, resultando em produtos seguros e bem acabados. Com essa segurança maior em relação à qualidade do produto atestada pelo sistema de gestão da qualidade do Programa, a indústria pode focar em estratégias que garantam novos padrões de cores aos clientes e desenvolvimento de portas para atender outros públicos. “O PSQ nos proporcionou e assegurou uma evolução constante em todos os processos das empresas, bem como a segurança técnica e jurídica, que temos garantido ao mercado por entregarmos produtos normalizados e certificados”, avalia o diretor da Sincol, Caetano Balvedi Neto. Segundo o diretor, a empresa mantém uma base de Pesquisa e Desenvolvimento, que interage com os clientes. “O objetivo é promover a evolução dos produtos já ofertados e desenvolver soluções inovadoras e sob medida, sempre assegurando segurança, confiabilidade e desempenho”, afirma. O processo de inovação e de desenvolvimento de produtos da Sincol inclui conhecer todas as etapas da vida do produto no mercado. “Dessa forma, compreendemos as expectativas da aplicação, o uso e a vida útil do produto. A porta é compreendida pelo mercado como um bem durável, as pessoas não compreendem que trocar uma porta é algo normal. Assim, buscamos produzir produtos com vida útil assegurada”, completa. PSQ-PME Com abrangência nacional, o Programa reúne e representa os fabricantes de portas de madeira do Brasil, atuando em várias ações que visam o fortalecimento do segmento e o atendimento dos requisitos estabelecidos nas normas brasileiras vigentes. Entre os principais objetivos da iniciativa estão o de promover a isonomia competitiva entre os fabricantes, por meio da conformidade técnica, adequando o desempenho dos produtos às normas existentes, estimular a melhoria continua, agregar valor às marcas e dar garantias ao consumidor final. Desde 2014, é possível encontrar no mercado portas com a certificação da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas). São produtos que atendem à Norma Brasileira NBR 15930. As folhas de portas certificadas passam por um rigoroso controle de qualidade de produção, que inclui testes físicos e mecânicos de avaliação do desempenho realizados pelo IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas) de São Paulo. Fonte: Assessoria de Comunicação Abimci – Interact Comunicação

  • NOVO CONCEITO DE AMBIENTES COM PAREDE ACÚSTICA E LOUSA DE VIDRO GANHA PRÊMIO

    A empresa brasileira especializada em arquitetura corporativa, Arealis, recebeu o XIII Grande Prêmio de Arquitetura Corporativa na categoria Escritórios Interiores-Financeiro 2016 pelo projeto Cetelem, em que apresentou um novo conceito para instituições financeiras. O projeto nasceu para ir na contramão da arquitetura normalmente estabelecida em empresas bancárias, caracterizadas por espaços fechados, ambientes compartimentados, impessoais, hierarquizados e monótonos. O objetivo era colocar o design a serviço dos espaços de trabalho funcionais sem perder a essência da empresa, baseada na confiança e segurança indispensáveis no mercado financeiro. O escritório que ocupa dois andares de um edifício comercial em Alphaville, São Paulo, conta com uma área de três mil metros quadrados em um conceito duplex com cerca de 300 funcionários. Nele, surgiram ambientes coloridos, descontraídos e com elementos assimétricos que vão desde espaços de convivência a salas de reuniões informais a tradicionais, separadas por paredes de vidro acústico. Na maioria dos espaços, foram instaladas lousas de vidro Multipainel que favorecem o trabalho colaborativo, fluxo de informação e principalmente a organização, além de trazer beleza e sofisticação ao ambiente. Esses foram alguns pontos fundamentais para conquistar o prêmio. Ponto alto As lousas de vidros são o ponto alto desse projeto, pois vem ganhando espaço em ambientes corporativos por serem práticas, seguras, fáceis de manusear e não mancham. Em diversos tamanhos, lousas brancas, coloridas e personalizadas foram instaladas por todo o escritório da Cetelem, onde será possível anotar as metas pretendidas, reuniões, acontecimentos importantes na empresa e o que mais se queira divulgar e organizar. A responsável por esse material é a Multpainel, que possui a patente do produto no País e traz diversas novidades modernas, sofisticadas e divertidas para o mercado corporativo. “O mercado das lousas de vidro está crescendo a cada dia, isso porque são ótimas ferramentas organizacionais, além de serem bonitas e se enquadrarem aos perfis de arquitetos e de design de interiores, que alia funcionalidade, modernidade e beleza ao ambiente” diz Johnny Macena, diretor da Multpainel, especializada em lousas e painéis de vidro. Mais informações: www.arealis.com.br e www.multpainel.com.br

  • NOVO CONCEITO DE AMBIENTES COM PAREDE ACÚSTICA E LOUSA DE VIDRO GANHA PRÊMIO

    A empresa brasileira especializada em arquitetura corporativa, Arealis, recebeu o XIII Grande Prêmio de Arquitetura Corporativa na categoria Escritórios Interiores-Financeiro 2016 pelo projeto Cetelem, em que apresentou um novo conceito para instituições financeiras. O projeto nasceu para ir na contramão da arquitetura normalmente estabelecida em empresas bancárias, caracterizadas por espaços fechados, ambientes compartimentados, impessoais, hierarquizados e monótonos. O objetivo era colocar o design a serviço dos espaços de trabalho funcionais sem perder a essência da empresa, baseada na confiança e segurança indispensáveis no mercado financeiro. O escritório que ocupa dois andares de um edifício comercial em Alphaville, São Paulo, conta com uma área de três mil metros quadrados em um conceito duplex com cerca de 300 funcionários. Nele, surgiram ambientes coloridos, descontraídos e com elementos assimétricos que vão desde espaços de convivência a salas de reuniões informais a tradicionais, separadas por paredes de vidro acústico. Na maioria dos espaços, foram instaladas lousas de vidro Multipainel que favorecem o trabalho colaborativo, fluxo de informação e principalmente a organização, além de trazer beleza e sofisticação ao ambiente. Esses foram alguns pontos fundamentais para conquistar o prêmio. Ponto alto As lousas de vidros são o ponto alto desse projeto, pois vem ganhando espaço em ambientes corporativos por serem práticas, seguras, fáceis de manusear e não mancham. Em diversos tamanhos, lousas brancas, coloridas e personalizadas foram instaladas por todo o escritório da Cetelem, onde será possível anotar as metas pretendidas, reuniões, acontecimentos importantes na empresa e o que mais se queira divulgar e organizar. A responsável por esse material é a Multpainel, que possui a patente do produto no País e traz diversas novidades modernas, sofisticadas e divertidas para o mercado corporativo. “O mercado das lousas de vidro está crescendo a cada dia, isso porque são ótimas ferramentas organizacionais, além de serem bonitas e se enquadrarem aos perfis de arquitetos e de design de interiores, que alia funcionalidade, modernidade e beleza ao ambiente” diz Johnny Macena, diretor da Multpainel, especializada em lousas e painéis de vidro. Mais informações: www.arealis.com.br e www.multpainel.com.br

  • USO DE NOVAS TECNOLOGIAS REDUZ CUSTOS E PRAZOS DE OBRAS

    Uma tecnologia que reduz em até 15% o valor dos custos e 25% o prazo de entrega de uma obra. Essa é a proposta da BN Engenharia em suas próximas obras. A inovação, de origem sul-coreana, é usada no sistema “Parede de Concreto” com fôrmas mano portáteis que possibilitam a montagem com maior rapidez. Ao importar a tecnologia, a construtora reafirma a busca por soluções que aperfeiçoem o processo construtivo com respeito às demandas socioambientais. O Viva Benx Leopoldina, por exemplo, é um residencial em fase de pré-lançamento na zona oeste da capital paulista que será o primeiro empreendimento a receber a tecnologia. Esta é uma das obras gerenciadas pela BN Engenharia, uma das dez maiores do País segundo o Ranking ITC, voltadas às habitações de mercado popular (HMP). A técnica utiliza painéis de alumínio para erguer paredes de concreto, cujo período de montagem reduzido para 18 horas. Isto é possível pela maior agilidade na armação, instalações, montagens das fôrmas, concretagem, desforma e revestimento. As placas são reutilizáveis ao contrário das fôrmas de madeira. Com isto, os danos ao meio ambiente são reduzidos e evita-se o desperdício do material. A segurança dos trabalhadores é outra vantagem trazida pela novidade. Os painéis mais leves que o tradicional ajudam a prevenir acidentes nos canteiros de obras. A tecnologia A tecnologia é composta por chapas de fechamento para vãos de janelas e portas, personalizadas para as medidas de cada projeto. Os painéis de alumínio já são preparados para o desmonte em um curto espaço de tempo após a concretagem. Após o uso, as chapas são lavadas com jatos d’água para preservar a validade do produto. Os espaçadores são fabricados em aço e fixadas com pinos e cunha, peças reutilizáveis, que servem para definir a espessura da parede. A estrutura ainda tem alumínio reforçado e, no forro, são empregadas chapas planas do material. Dois técnicos da BN Engenharia estiveram na Coreia do Sul, em junho de 2016, para melhor compreender a tecnologia e acompanhar a produção dos moldes de alumínio. A visita ocorreu em duas fábricas da S-Form, companhia que loca as fôrmas mano portáteis tanto para construtoras daquele país quanto estrangeiras. Os profissionais conheceram as instalações das cidades de Anseong, responsável pela extrusão de alumínio, e Jincheon, cuja produção dos painéis destina-se ao mercado externo. A fornecedora informou que a capacidade de exportação pode chegar a 350 mil m² das placas por mês. Assista a tecnologia na prática: https://www.youtube.com/watch?v=tOx5li0RGsg

  • USO DE NOVAS TECNOLOGIAS REDUZ CUSTOS E PRAZOS DE OBRAS

    Uma tecnologia que reduz em até 15% o valor dos custos e 25% o prazo de entrega de uma obra. Essa é a proposta da BN Engenharia em suas próximas obras. A inovação, de origem sul-coreana, é usada no sistema “Parede de Concreto” com fôrmas mano portáteis que possibilitam a montagem com maior rapidez. Ao importar a tecnologia, a construtora reafirma a busca por soluções que aperfeiçoem o processo construtivo com respeito às demandas socioambientais. O Viva Benx Leopoldina, por exemplo, é um residencial em fase de pré-lançamento na zona oeste da capital paulista que será o primeiro empreendimento a receber a tecnologia. Esta é uma das obras gerenciadas pela BN Engenharia, uma das dez maiores do País segundo o Ranking ITC, voltadas às habitações de mercado popular (HMP). A técnica utiliza painéis de alumínio para erguer paredes de concreto, cujo período de montagem reduzido para 18 horas. Isto é possível pela maior agilidade na armação, instalações, montagens das fôrmas, concretagem, desforma e revestimento. As placas são reutilizáveis ao contrário das fôrmas de madeira. Com isto, os danos ao meio ambiente são reduzidos e evita-se o desperdício do material. A segurança dos trabalhadores é outra vantagem trazida pela novidade. Os painéis mais leves que o tradicional ajudam a prevenir acidentes nos canteiros de obras. A tecnologia A tecnologia é composta por chapas de fechamento para vãos de janelas e portas, personalizadas para as medidas de cada projeto. Os painéis de alumínio já são preparados para o desmonte em um curto espaço de tempo após a concretagem. Após o uso, as chapas são lavadas com jatos d’água para preservar a validade do produto. Os espaçadores são fabricados em aço e fixadas com pinos e cunha, peças reutilizáveis, que servem para definir a espessura da parede. A estrutura ainda tem alumínio reforçado e, no forro, são empregadas chapas planas do material. Dois técnicos da BN Engenharia estiveram na Coreia do Sul, em junho de 2016, para melhor compreender a tecnologia e acompanhar a produção dos moldes de alumínio. A visita ocorreu em duas fábricas da S-Form, companhia que loca as fôrmas mano portáteis tanto para construtoras daquele país quanto estrangeiras. Os profissionais conheceram as instalações das cidades de Anseong, responsável pela extrusão de alumínio, e Jincheon, cuja produção dos painéis destina-se ao mercado externo. A fornecedora informou que a capacidade de exportação pode chegar a 350 mil m² das placas por mês. Assista a tecnologia na prática: https://www.youtube.com/watch?v=tOx5li0RGsg

  • ATENUASOM ESTÁ COMPLETANDO 30 ANOS DE ATIVIDADE

    Começando em 1987 como uma simples revenda de esquadrias convencionais sob a marca Trishopping, a empresa mudou sua logomarca para AtenuaSom (atenuasom.com.br), tornando-se uma das mais conhecidas e atuantes na fabricação de janelas e portas antirruído no Brasil. Referência no mercado, sua equipe técnica é especializada no isolamento de ruídos, contando com laboratório de ensaios acústicos de esquadrias desde 2009. A empresa também foi pioneira ao realizar o primeiro ensaio de holografia acústica em esquadrias no Brasil, segundo Nicole Fischer, diretora de comunicação. Em 2009, nasceu o VidroSom – 1º Seminário de Soluções Acústicas em Vidro (vidrosom.com.br), que acontece todos os anos em diferentes cidades brasileiras. Em 2016, foi criada a Universidade do Som (atenuasom.com.br/universidadedosom), que oferece cursos de acústica de esquadrias, inéditos no Brasil, nos quais os participantes podem aprender e ver na prática os conceitos de isolamento acústico no laboratório da AtenuaSom. ENTREVISTA A equipe Contramarco entrevistou por e-mail o engenheiro Aparecido Bonifacio, diretor industrial da AtenuaSom. Abaixo, os principais destaques da entrevista: Contramarco — Conte-nos algumas passagens ou marcos importantes na trajetória da AtenuaSom nessas três décadas. Aparecido Bonifacio — A partir da revenda de esquadrias convencionais, ofertando oportunidades ao mercado a partir de inteligência agregada às negociações, nos tornamos referência no desenvolvimento do mercado brasileiro de esquadrias acústicas, com a oferta de produtos específicos para atenuação acústica, especificamente aquelas voltadas para “vestir” a esquadria original do cliente. Procuramos sempre divulgar os principais conceitos acústicos e consequências práticas, aplicadas às esquadrias. Prestamos assessoria técnica especializada a todo o segmento de esquadrias, incentivamos o processo de normalização acústica para esquadrias; temos uma participação ativa na criação da associação ProAcústica (www.proacustica.org.br), responsável pelo desenvolvimento das questões acústicas no País, e promovemos a divulgação e o incentivo ao desenvolvimento da acústica conforme estágio de aplicação nos países mais avançados. Contramarco — Quais são os planos para este ano de 2017? Aparecido Bonifacio — Consolidação das consultorias especializadas para o desenvolvimento de produtos acústicos de terceiros; lançamentos de produtos especiais para aplicações especiais; suporte técnico especializado ao segmento; contribuir para uma consciência mais técnica (e menos experimental) dos fabricantes de esquadrias nacionais; auxiliar o segmento nas soluções que requerem conhecimento avançado das questões acústicas vigentes; desmistificar o conhecimento acústico. Contramarco — Cite outras informações que merecem destaque nesses 30 anos da empresa. Aparecido Bonifacio — Adquirimos expertise comprovada, e reconhecida, em soluções para residências, indústrias, hotéis, hospitais, aeroportos, shoppings e outros tipos de edificações. VEJA TAMBÉM Reportagem exclusiva na próxima edição impressa de Contramarco (nº123 - janeiro/fevereiro/2016).

  • ATENUASOM ESTÁ COMPLETANDO 30 ANOS DE ATIVIDADE

    Começando em 1987 como uma simples revenda de esquadrias convencionais sob a marca Trishopping, a empresa mudou sua logomarca para AtenuaSom (atenuasom.com.br), tornando-se uma das mais conhecidas e atuantes na fabricação de janelas e portas antirruído no Brasil. Referência no mercado, sua equipe técnica é especializada no isolamento de ruídos, contando com laboratório de ensaios acústicos de esquadrias desde 2009. A empresa também foi pioneira ao realizar o primeiro ensaio de holografia acústica em esquadrias no Brasil, segundo Nicole Fischer, diretora de comunicação. Em 2009, nasceu o VidroSom – 1º Seminário de Soluções Acústicas em Vidro (vidrosom.com.br), que acontece todos os anos em diferentes cidades brasileiras. Em 2016, foi criada a Universidade do Som (atenuasom.com.br/universidadedosom), que oferece cursos de acústica de esquadrias, inéditos no Brasil, nos quais os participantes podem aprender e ver na prática os conceitos de isolamento acústico no laboratório da AtenuaSom. ENTREVISTA A equipe Contramarco entrevistou por e-mail o engenheiro Aparecido Bonifacio, diretor industrial da AtenuaSom. Abaixo, os principais destaques da entrevista: Contramarco — Conte-nos algumas passagens ou marcos importantes na trajetória da AtenuaSom nessas três décadas. Aparecido Bonifacio — A partir da revenda de esquadrias convencionais, ofertando oportunidades ao mercado a partir de inteligência agregada às negociações, nos tornamos referência no desenvolvimento do mercado brasileiro de esquadrias acústicas, com a oferta de produtos específicos para atenuação acústica, especificamente aquelas voltadas para “vestir” a esquadria original do cliente. Procuramos sempre divulgar os principais conceitos acústicos e consequências práticas, aplicadas às esquadrias. Prestamos assessoria técnica especializada a todo o segmento de esquadrias, incentivamos o processo de normalização acústica para esquadrias; temos uma participação ativa na criação da associação ProAcústica (www.proacustica.org.br), responsável pelo desenvolvimento das questões acústicas no País, e promovemos a divulgação e o incentivo ao desenvolvimento da acústica conforme estágio de aplicação nos países mais avançados. Contramarco — Quais são os planos para este ano de 2017? Aparecido Bonifacio — Consolidação das consultorias especializadas para o desenvolvimento de produtos acústicos de terceiros; lançamentos de produtos especiais para aplicações especiais; suporte técnico especializado ao segmento; contribuir para uma consciência mais técnica (e menos experimental) dos fabricantes de esquadrias nacionais; auxiliar o segmento nas soluções que requerem conhecimento avançado das questões acústicas vigentes; desmistificar o conhecimento acústico. Contramarco — Cite outras informações que merecem destaque nesses 30 anos da empresa. Aparecido Bonifacio — Adquirimos expertise comprovada, e reconhecida, em soluções para residências, indústrias, hotéis, hospitais, aeroportos, shoppings e outros tipos de edificações. VEJA TAMBÉM Reportagem exclusiva na próxima edição impressa de Contramarco (nº123 - janeiro/fevereiro/2016).

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