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- MADEIRA SERRADA TERÁ NORMA TÉCNICA
No dia 31 de janeiro, em Curitiba (PR), a Comissão de Estudos (CE) da ABNT para madeira serrada realiza a primeira reunião de 2017 para avançar nas discussões do texto-base da norma técnica. Estarão em pauta terminologia da norma geral, além das partes 1 (requisitos) e 2 (métodos de ensaio) da norma de madeira serrada para construção civil. Os projetos de normas serão desenvolvidos de acordo com o uso, incluindo, além da construção, embalagens, móveis, transportes e uso geral. São convidadas a participar da reunião todas as partes interessadas no tema. Na avaliação da Associação Brasileira da Indústria de Madeira Processada Mecanicamente (Abimci), a consolidação do conteúdo da norma técnica vai proporcionar a necessária padronização do uso da madeira serrada no Brasil, para os diversos fins, em especial na construção civil, principalmente com o desenvolvimento da norma brasileira para o sistema construtivo wood frame, no qual a madeira serrada, seja estrutural ou não, tem fundamental participação. “Daremos um grande passo, porque desde a publicação da norma de desempenho da construção civil, a NBR 15.575, há a necessidade de que todo produto ou componente construtivo seja normalizado. Garantir a conformidade aos produtos contribuirá para o aumento do uso da madeira no mercado nacional e a possibilidade de inserir os produtos madeireiros no escopo de financiamento junto a órgãos oficiais”, afirma Paulo Pupo, o superintendente executivo da Abimci. Da produção nacional, 80% é destinada ao mercado interno, sendo a maior parte utilizada pela construção civil. A partir do alinhamento dessa reunião, a expectativa do setor de madeira é avançar no desenvolvimento da norma. Durante a reunião também será definido um cronograma de trabalho para o ano. Outras informações podem ser obtidas pelo email cb31@abnt.org.br
- MADEIRA SERRADA TERÁ NORMA TÉCNICA
No dia 31 de janeiro, em Curitiba (PR), a Comissão de Estudos (CE) da ABNT para madeira serrada realiza a primeira reunião de 2017 para avançar nas discussões do texto-base da norma técnica. Estarão em pauta terminologia da norma geral, além das partes 1 (requisitos) e 2 (métodos de ensaio) da norma de madeira serrada para construção civil. Os projetos de normas serão desenvolvidos de acordo com o uso, incluindo, além da construção, embalagens, móveis, transportes e uso geral. São convidadas a participar da reunião todas as partes interessadas no tema. Na avaliação da Associação Brasileira da Indústria de Madeira Processada Mecanicamente (Abimci), a consolidação do conteúdo da norma técnica vai proporcionar a necessária padronização do uso da madeira serrada no Brasil, para os diversos fins, em especial na construção civil, principalmente com o desenvolvimento da norma brasileira para o sistema construtivo wood frame, no qual a madeira serrada, seja estrutural ou não, tem fundamental participação. “Daremos um grande passo, porque desde a publicação da norma de desempenho da construção civil, a NBR 15.575, há a necessidade de que todo produto ou componente construtivo seja normalizado. Garantir a conformidade aos produtos contribuirá para o aumento do uso da madeira no mercado nacional e a possibilidade de inserir os produtos madeireiros no escopo de financiamento junto a órgãos oficiais”, afirma Paulo Pupo, o superintendente executivo da Abimci. Da produção nacional, 80% é destinada ao mercado interno, sendo a maior parte utilizada pela construção civil. A partir do alinhamento dessa reunião, a expectativa do setor de madeira é avançar no desenvolvimento da norma. Durante a reunião também será definido um cronograma de trabalho para o ano. Outras informações podem ser obtidas pelo email cb31@abnt.org.br
- NOVOS CRITÉRIOS PARA OBTENÇÃO DE SELO DE SUSTENTABILIDADE LEED
Um workshop sobre construção sustentável e ciclo de vida reuniu especialistas da construção civil, a FEE (Fundação Espaço ECO) e o GBC (Green Building Council) Brasil. Realizado na CasaE, Casa Ecoeficiente da empresa BASF, o evento objetivou debater a aplicação da ACV (Avaliação de Ciclo de Vida) na LEED (Leadership in Energy and Environmental Design), uma das principais certificações para construções sustentáveis que, desde o dia 1° de novembro, considera novos critérios de avaliação. Felipe Faria, diretor executivo do GBC, responsável pela certificação LEED no Brasil, acredita que a gestão baseada no ciclo de vida será crucial para que a indústria da construção civil caminhe para a sustentabilidade. “Os empreendimentos que conquistarem esta nova certificação serão aqueles que, de fato, medem e avaliam suas instalações, buscam a melhoria contínua e gerenciam seu consumo e os impactos ambientais, econômicos e sociais. Ou seja, os benefícios serão para a indústria da construção e toda a sociedade”, avalia. Agora, o selo internacional exige informações sobre a cadeia produtiva de toda a edificação, passando a ser necessária a realização de uma DAP (Declaração Ambiental dos Produtos) que integram a construção. DAP A DAP possibilita uma análise e comparação entre produtos de funções similares, baseada em seu desempenho ambiental durante todo o ciclo de vida. Para obter uma DAP os fornecedores da construção civil terão de desenvolver uma ACV (Avaliação de Ciclo de Vida) de acordo com a regra de sua categoria. Este tipo de ferramenta beneficia a tomada de decisão de clientes, a comunicação com o mercado e a busca pela melhoria contínua do produto. “Apesar de ser referência em outros países, este tipo de rotulagem baseada no Ciclo de Vida ainda é novidade no Brasil. Com ela, evitamos que empreendimentos se autodenominem sustentáveis. Além disso, aqueles que conseguirem tal certificação terão informações consistentes para a sociedade. Acredito que esta seja uma tendência para a construção sustentável”, declara Rafael Vinãs, analista de Socioecoeficiência da FEE. DIFERENCIAIS Um dos diferenciais destas ferramentas é seu caráter imparcial, uma vez que antes da validação, a Declaração Ambiental do Produto é auditada por entidades independentes que garantem a isenção e credibilidade dos resultados, como Inmetro. Outro ponto importante é que elas se baseiam em normas ISO, diferente da autodeclaração - quando o próprio empreendimento se diz sustentável, e de rótulos ou certificações que não têm a lógica de Ciclo de Vida como base. No Brasil, já existe um Programa de Rotulagem Ambiental pelo Inmetro, que poderá ser aplicado em qualquer setor. Por seu caráter inovador, ainda há dúvidas sobre a elaboração das DAPs e das regras de categorias de cada produto, mas diversas organizações têm se unido para buscar soluções. “Esperamos que outros setores sigam este exemplo e busquem as informações necessárias para definir suas regras. Sabendo mais sobre seu setor, as empresas conseguirão atuar ainda mais em sua cadeia de valor. A sociedade só tem a ganhar”, garante Taísa Caires, consultora de Educação para a Sustentabilidade da Fundação Espaço ECO.
- NOVOS CRITÉRIOS PARA OBTENÇÃO DE SELO DE SUSTENTABILIDADE LEED
Um workshop sobre construção sustentável e ciclo de vida reuniu especialistas da construção civil, a FEE (Fundação Espaço ECO) e o GBC (Green Building Council) Brasil. Realizado na CasaE, Casa Ecoeficiente da empresa BASF, o evento objetivou debater a aplicação da ACV (Avaliação de Ciclo de Vida) na LEED (Leadership in Energy and Environmental Design), uma das principais certificações para construções sustentáveis que, desde o dia 1° de novembro, considera novos critérios de avaliação. Felipe Faria, diretor executivo do GBC, responsável pela certificação LEED no Brasil, acredita que a gestão baseada no ciclo de vida será crucial para que a indústria da construção civil caminhe para a sustentabilidade. “Os empreendimentos que conquistarem esta nova certificação serão aqueles que, de fato, medem e avaliam suas instalações, buscam a melhoria contínua e gerenciam seu consumo e os impactos ambientais, econômicos e sociais. Ou seja, os benefícios serão para a indústria da construção e toda a sociedade”, avalia. Agora, o selo internacional exige informações sobre a cadeia produtiva de toda a edificação, passando a ser necessária a realização de uma DAP (Declaração Ambiental dos Produtos) que integram a construção. DAP A DAP possibilita uma análise e comparação entre produtos de funções similares, baseada em seu desempenho ambiental durante todo o ciclo de vida. Para obter uma DAP os fornecedores da construção civil terão de desenvolver uma ACV (Avaliação de Ciclo de Vida) de acordo com a regra de sua categoria. Este tipo de ferramenta beneficia a tomada de decisão de clientes, a comunicação com o mercado e a busca pela melhoria contínua do produto. “Apesar de ser referência em outros países, este tipo de rotulagem baseada no Ciclo de Vida ainda é novidade no Brasil. Com ela, evitamos que empreendimentos se autodenominem sustentáveis. Além disso, aqueles que conseguirem tal certificação terão informações consistentes para a sociedade. Acredito que esta seja uma tendência para a construção sustentável”, declara Rafael Vinãs, analista de Socioecoeficiência da FEE. DIFERENCIAIS Um dos diferenciais destas ferramentas é seu caráter imparcial, uma vez que antes da validação, a Declaração Ambiental do Produto é auditada por entidades independentes que garantem a isenção e credibilidade dos resultados, como Inmetro. Outro ponto importante é que elas se baseiam em normas ISO, diferente da autodeclaração - quando o próprio empreendimento se diz sustentável, e de rótulos ou certificações que não têm a lógica de Ciclo de Vida como base. No Brasil, já existe um Programa de Rotulagem Ambiental pelo Inmetro, que poderá ser aplicado em qualquer setor. Por seu caráter inovador, ainda há dúvidas sobre a elaboração das DAPs e das regras de categorias de cada produto, mas diversas organizações têm se unido para buscar soluções. “Esperamos que outros setores sigam este exemplo e busquem as informações necessárias para definir suas regras. Sabendo mais sobre seu setor, as empresas conseguirão atuar ainda mais em sua cadeia de valor. A sociedade só tem a ganhar”, garante Taísa Caires, consultora de Educação para a Sustentabilidade da Fundação Espaço ECO.
- COMEÇA EM SP OBRAS DO COMPLEXO JÚLIO PRESTES
O governo paulista anunciou o início das obras do Complexo Júlio Prestes em São Paulo (SP), que terá 1.202 apartamentos, a nova sede da Escola de Música Tom Jobim, creche e lojas ao lado da Sala São Paulo — conhecida sala de concertos musicais e sede da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo. Em comunicado à imprensa, o governo paulista informa que a obra tem o objetivo de revitalizar a região com o fluxo de moradores dos oito blocos e dos clientes dos comércios que serão instalados no residencial, que terá fachadas ativas. A previsão de conclusão das obras é de 36 meses. “Já foram mais de meio milhão de casas construídas com investimento do Governo do Estado. Nessas obras de hoje, temos moradia de um, dois ou três quartos, em um prédio que tem mais apartamentos que o Copan. Com isso, vamos trazer de volta as pessoas a morarem no centro expandido”, afirmou o governador paulista Geraldo Alckmin. PADRÃO CONSTRUTIVO O projeto arquitetônico, assinado pelo escritório Biselli & Katchborian, integra o Complexo Júlio Prestes com a Sala São Paulo, preservando as características do Centro Histórico da Capital. Segundo o comunicado à imprensa, o residencial terá um padrão construtivo de alta qualidade, com materiais de primeira linha. “A PPP [Parceria Público-Privada] traz para o Centro um elemento fundamental que faltava para a revitalização: a habitação. A experiência internacional mostra que áreas degradadas só são plenamente recuperadas se as pessoas passam a residir na região. Nos primeiros 18 meses de obra — metade do prazo total —, já haverá entregas parciais. Mesmo nesse momento de crise econômica, conseguimos viabilizar essa obra que integra espaço urbano de qualidade com moradia próxima aos postos de trabalho”, disse o secretário Rodrigo Garcia. O residencial terá um boulevard em continuidade à rua Santa Ifigênia, com 199 árvores, praça de 5.500m² e 3.900m² de áreas verdes. Além disso, terá a nova sede da Escola de Música do Estado de São Paulo Tom Jobim (EMESP Tom Jobim) — que atualmente funciona em espaço alugado — com salas de aula e auditórios preparados para as necessidades de aprendizado dos cerca de 1.300 estudantes, e creche para 200 crianças, com 13 salas de aula em 1.700m². HABITAÇÃO DE INTERESSE SOCIAL O comunicado informa, ainda, que serão 1.130 unidades de HIS — habitação de interesse social subsidiada pelo Governo do Estado — para famílias com renda mensal de até R$4.344, com 902 unidades de dois dormitórios, 216 com um dormitório e 12 com três dormitórios. A menor prestação será de R$239. Além disso, há 72 unidades de habitação de mercado popular (HMP), para famílias com renda entre R$4.344 e R$8.100, que terão dois dormitórios. Cada bloco residencial contará com áreas de lazer internas, além de compartilharem uma quadra esportiva. O Complexo Júlio Prestes será dividido em quatro edifícios de 17 andares, três prédios de 12 pavimentos e um edifício de 13 andares. O residencial terá 94.600m² de área construída. A previsão é de que 600 operários trabalhem na obra.
- COMEÇA EM SP OBRAS DO COMPLEXO JÚLIO PRESTES
O governo paulista anunciou o início das obras do Complexo Júlio Prestes em São Paulo (SP), que terá 1.202 apartamentos, a nova sede da Escola de Música Tom Jobim, creche e lojas ao lado da Sala São Paulo — conhecida sala de concertos musicais e sede da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo. Em comunicado à imprensa, o governo paulista informa que a obra tem o objetivo de revitalizar a região com o fluxo de moradores dos oito blocos e dos clientes dos comércios que serão instalados no residencial, que terá fachadas ativas. A previsão de conclusão das obras é de 36 meses. “Já foram mais de meio milhão de casas construídas com investimento do Governo do Estado. Nessas obras de hoje, temos moradia de um, dois ou três quartos, em um prédio que tem mais apartamentos que o Copan. Com isso, vamos trazer de volta as pessoas a morarem no centro expandido”, afirmou o governador paulista Geraldo Alckmin. PADRÃO CONSTRUTIVO O projeto arquitetônico, assinado pelo escritório Biselli & Katchborian, integra o Complexo Júlio Prestes com a Sala São Paulo, preservando as características do Centro Histórico da Capital. Segundo o comunicado à imprensa, o residencial terá um padrão construtivo de alta qualidade, com materiais de primeira linha. “A PPP [Parceria Público-Privada] traz para o Centro um elemento fundamental que faltava para a revitalização: a habitação. A experiência internacional mostra que áreas degradadas só são plenamente recuperadas se as pessoas passam a residir na região. Nos primeiros 18 meses de obra — metade do prazo total —, já haverá entregas parciais. Mesmo nesse momento de crise econômica, conseguimos viabilizar essa obra que integra espaço urbano de qualidade com moradia próxima aos postos de trabalho”, disse o secretário Rodrigo Garcia. O residencial terá um boulevard em continuidade à rua Santa Ifigênia, com 199 árvores, praça de 5.500m² e 3.900m² de áreas verdes. Além disso, terá a nova sede da Escola de Música do Estado de São Paulo Tom Jobim (EMESP Tom Jobim) — que atualmente funciona em espaço alugado — com salas de aula e auditórios preparados para as necessidades de aprendizado dos cerca de 1.300 estudantes, e creche para 200 crianças, com 13 salas de aula em 1.700m². HABITAÇÃO DE INTERESSE SOCIAL O comunicado informa, ainda, que serão 1.130 unidades de HIS — habitação de interesse social subsidiada pelo Governo do Estado — para famílias com renda mensal de até R$4.344, com 902 unidades de dois dormitórios, 216 com um dormitório e 12 com três dormitórios. A menor prestação será de R$239. Além disso, há 72 unidades de habitação de mercado popular (HMP), para famílias com renda entre R$4.344 e R$8.100, que terão dois dormitórios. Cada bloco residencial contará com áreas de lazer internas, além de compartilharem uma quadra esportiva. O Complexo Júlio Prestes será dividido em quatro edifícios de 17 andares, três prédios de 12 pavimentos e um edifício de 13 andares. O residencial terá 94.600m² de área construída. A previsão é de que 600 operários trabalhem na obra.
- NORMA DE COMPONENTES: TEXTOS ATUALIZADOS EM CONSULTA PÚBLICA
Até meados de fevereiro de 2017, os novos textos que tratam dos requisitos e métodos de ensaio para articulações e fechos de esquadrias a serem incorporados à norma de componentes de esquadrias (ABNT NBR 15969-4) estão em consulta pública — para análise e sugestões dos interessados. O novo texto sobre FECHOS está aberto à consulta e sugestões até o dia 12 de fevereiro, enquanto o novo texto sobre ARTICULAÇÕES está aberto até o dia 16 de fevereiro. Roney Honda Margutti, gerente de tecnologia do Sindicato da Indústria de Artefatos de Metais não Ferrosos no Estado de São Paulo (Siamfesp) e coordenador da Comissão de Estudos de Esquadrias (ABNT/CEE-188 Ferragens), ressalta a importância de o processo estar sendo desenvolvido com a participação dos laboratórios onde serão realizados os ensaios técnicos, isso, segundo ele, evita incompatibilidade entre a norma e os métodos de avaliação. Segundo Margutti, além de conceituar o que são articulações e fechos para esquadrias, o conteúdo da norma traz pontos importantes com relação ao uso, operação e manutenção dos componentes, além da relação deles com a segurança dos usuários. AVALIAÇÃO Após a etapa de consulta pública, que passa pela avaliação das sugestões e possíveis alterações, o texto é encaminhado para a aprovação do documento final pelo CEE 188. Quanto mais ampla a participação, mais benefícios a normalização trará para a sociedade como um todo. PARTICIPE DOS GRUPOS DE TRABALHO A Associação Nacional de Fabricantes de Esquadrias de Alumínio (AFEAL) mantém grupos de trabalho e de discussões, com as Comissões de Estudos na ABNT, sobre as normas que abrangem o universo das esquadrias de alumínio. Confira o calendário de reuniões sobre as normas em revisão em 2017 neste link: www.abntonline.com.br/consultanacional/projetat.aspx
- NORMA DE COMPONENTES: TEXTOS ATUALIZADOS EM CONSULTA PÚBLICA
Até meados de fevereiro de 2017, os novos textos que tratam dos requisitos e métodos de ensaio para articulações e fechos de esquadrias a serem incorporados à norma de componentes de esquadrias (ABNT NBR 15969-4) estão em consulta pública — para análise e sugestões dos interessados. O novo texto sobre FECHOS está aberto à consulta e sugestões até o dia 12 de fevereiro, enquanto o novo texto sobre ARTICULAÇÕES está aberto até o dia 16 de fevereiro. Roney Honda Margutti, gerente de tecnologia do Sindicato da Indústria de Artefatos de Metais não Ferrosos no Estado de São Paulo (Siamfesp) e coordenador da Comissão de Estudos de Esquadrias (ABNT/CEE-188 Ferragens), ressalta a importância de o processo estar sendo desenvolvido com a participação dos laboratórios onde serão realizados os ensaios técnicos, isso, segundo ele, evita incompatibilidade entre a norma e os métodos de avaliação. Segundo Margutti, além de conceituar o que são articulações e fechos para esquadrias, o conteúdo da norma traz pontos importantes com relação ao uso, operação e manutenção dos componentes, além da relação deles com a segurança dos usuários. AVALIAÇÃO Após a etapa de consulta pública, que passa pela avaliação das sugestões e possíveis alterações, o texto é encaminhado para a aprovação do documento final pelo CEE 188. Quanto mais ampla a participação, mais benefícios a normalização trará para a sociedade como um todo. PARTICIPE DOS GRUPOS DE TRABALHO A Associação Nacional de Fabricantes de Esquadrias de Alumínio (AFEAL) mantém grupos de trabalho e de discussões, com as Comissões de Estudos na ABNT, sobre as normas que abrangem o universo das esquadrias de alumínio. Confira o calendário de reuniões sobre as normas em revisão em 2017 neste link: www.abntonline.com.br/consultanacional/projetat.aspx
- ECOEFICIÊNCIA: ESTUDO COMPARA JANELAS DE PVC E DE ALUMÍNIO
O Instituto Brasileiro do PVC (www.pvc.org.br) encomendou uma análise técnica para comprovar que a janela de pvc branca tem eficiência energética duas vezes superior à da janela branca de alumínio, principalmente relacionada ao conforto térmico gerado pelas alternativas analisadas. “Devido a seu isolamento térmico, em temperaturas mais altas, como no verão ou em regiões mais quentes, que requerem maior uso de ar-condicionado, a janela de pvc faz com que a troca de calor entre ambientes interno e externo de uma edificação seja menor”, informa o Instituto. O estudo foi realizado pela Fundação Espaço ECO (FEE, www.espacoeco.org.br) para o Instituto Brasileiro do PVC. Instalada em São Bernardo do Campo (SP), a Fundação foi instituída pela empresa química internacional Basf com o apoio da GIZ, agência de cooperação técnica internacional do governo alemão. PROCESSO DE PRODUÇÃO O estudo revela que, entre as 11 categorias ambientais analisadas, o consumo de energia ao longo do ciclo de vida das janelas é a categoria de maior relevância para esta cadeia produtiva, 31%. “No processo de produção, a janela de pvc apresenta consumo de energia 2,3 vezes menor em relação à produção da janela de alumínio”, destaca o comunicado. “Na montagem, a alternativa em alumínio deve receber a cor branca por meio de pintura eletrostática (processo que consome muita energia elétrica), procedimento não necessário para a alternativa em pvc, pois esta já possui coloração branca”, acrescenta o Instituto do PVC. INFORMAÇÕES PARA O CONSUMIDOR “Com esta pesquisa, abrimos um canal de comunicação com a sociedade, apresentando as reais características dos produtos. É importante que o consumidor tenha, cada vez mais, acesso a informações técnico-científicas podendo tomar a melhor decisão sobre os produtos utilizados no dia a dia e obter o melhor benefício”, afirma Miguel Bahiense, presidente do Instituto Brasileiro do PVC. PREÇO DE MERCADO Segundo o Instituto, na avaliação do impacto econômico, observou-se o preço de mercado mais elevado das janelas de pvc (em média R$407,00 mais cara que a janela de alumínio). “Entretanto, essa variação inicial se dilui durante o tempo de uso do produto, devido à melhor eficiência da janela de pvc”, salienta o comunicado. Na simulação de 40 anos do estudo, a diferença inicial de preço de mercado diminui para R$142,13. “O que os consumidores precisam levar em conta ao comprar um produto não é apenas seu custo, mas os benefícios que ele também irá gerar ao longo do período que pretende utilizar. Chamamos isso de Pensamento do Ciclo de Vida”, afirma Juliana Silva, gerente de Socioecoeficiência da Fundação Espaço ECO (FEE). “À medida que a população consumir levando em conta esta lógica, tomará decisões muito mais assertivas”, METODOLOGIA DO ESTUDO A metodologia utilizada no estudo foi a Análise de Ecoeficiência, ferramenta de aplicação desenvolvida pela FEE na América Latina, que compara processos e produtos baseando-se na Avaliação de Ciclo de Vida (NBR ISO 14040). A Análise considera aspectos ambientais: uso da terra, consumo de energia, recursos naturais, consumo de água e emissões, agregando ainda potencial de toxicidade humana e riscos. Também são avaliados, com a mesma importância, indicadores econômicos como preço, investimentos, manutenção de equipamentos, entre outros. Na Análise de Ecoeficiência das janelas, foram contempladas as fases de produção, montagem, instalação, uso (com ar condicionado), manutenção e destinação final de janelas brancas de pvc e alumínio, considerando variações térmicas diferentes, em cidades como São Paulo (SP), Curitiba (PR) e Natal (RN). A análise passou por uma revisão externa realizada pelo TÜV Rheinland, instituto independente para inspeção técnica e certificação. A janela de pvc apresentou melhor desempenho ambiental em 10 das 11 categorias analisadas em relação à janela de alumínio. Em todo o mundo, já são 630 estudos concluídos com estas metodologias. Na América Latina, região de responsabilidade da FEE, desde 2005 foram realizados 98 estudos para empresas dos segmentos de agronegócio, alimentício, construção, cosméticos, celulose e papel, petroquímico, químico, têxtil, tintas, entre outros.
- ECOEFICIÊNCIA: ESTUDO COMPARA JANELAS DE PVC E DE ALUMÍNIO
O Instituto Brasileiro do PVC (www.pvc.org.br) encomendou uma análise técnica para comprovar que a janela de pvc branca tem eficiência energética duas vezes superior à da janela branca de alumínio, principalmente relacionada ao conforto térmico gerado pelas alternativas analisadas. “Devido a seu isolamento térmico, em temperaturas mais altas, como no verão ou em regiões mais quentes, que requerem maior uso de ar-condicionado, a janela de pvc faz com que a troca de calor entre ambientes interno e externo de uma edificação seja menor”, informa o Instituto. O estudo foi realizado pela Fundação Espaço ECO (FEE, www.espacoeco.org.br) para o Instituto Brasileiro do PVC. Instalada em São Bernardo do Campo (SP), a Fundação foi instituída pela empresa química internacional Basf com o apoio da GIZ, agência de cooperação técnica internacional do governo alemão. PROCESSO DE PRODUÇÃO O estudo revela que, entre as 11 categorias ambientais analisadas, o consumo de energia ao longo do ciclo de vida das janelas é a categoria de maior relevância para esta cadeia produtiva, 31%. “No processo de produção, a janela de pvc apresenta consumo de energia 2,3 vezes menor em relação à produção da janela de alumínio”, destaca o comunicado. “Na montagem, a alternativa em alumínio deve receber a cor branca por meio de pintura eletrostática (processo que consome muita energia elétrica), procedimento não necessário para a alternativa em pvc, pois esta já possui coloração branca”, acrescenta o Instituto do PVC. INFORMAÇÕES PARA O CONSUMIDOR “Com esta pesquisa, abrimos um canal de comunicação com a sociedade, apresentando as reais características dos produtos. É importante que o consumidor tenha, cada vez mais, acesso a informações técnico-científicas podendo tomar a melhor decisão sobre os produtos utilizados no dia a dia e obter o melhor benefício”, afirma Miguel Bahiense, presidente do Instituto Brasileiro do PVC. PREÇO DE MERCADO Segundo o Instituto, na avaliação do impacto econômico, observou-se o preço de mercado mais elevado das janelas de pvc (em média R$407,00 mais cara que a janela de alumínio). “Entretanto, essa variação inicial se dilui durante o tempo de uso do produto, devido à melhor eficiência da janela de pvc”, salienta o comunicado. Na simulação de 40 anos do estudo, a diferença inicial de preço de mercado diminui para R$142,13. “O que os consumidores precisam levar em conta ao comprar um produto não é apenas seu custo, mas os benefícios que ele também irá gerar ao longo do período que pretende utilizar. Chamamos isso de Pensamento do Ciclo de Vida”, afirma Juliana Silva, gerente de Socioecoeficiência da Fundação Espaço ECO (FEE). “À medida que a população consumir levando em conta esta lógica, tomará decisões muito mais assertivas”, METODOLOGIA DO ESTUDO A metodologia utilizada no estudo foi a Análise de Ecoeficiência, ferramenta de aplicação desenvolvida pela FEE na América Latina, que compara processos e produtos baseando-se na Avaliação de Ciclo de Vida (NBR ISO 14040). A Análise considera aspectos ambientais: uso da terra, consumo de energia, recursos naturais, consumo de água e emissões, agregando ainda potencial de toxicidade humana e riscos. Também são avaliados, com a mesma importância, indicadores econômicos como preço, investimentos, manutenção de equipamentos, entre outros. Na Análise de Ecoeficiência das janelas, foram contempladas as fases de produção, montagem, instalação, uso (com ar condicionado), manutenção e destinação final de janelas brancas de pvc e alumínio, considerando variações térmicas diferentes, em cidades como São Paulo (SP), Curitiba (PR) e Natal (RN). A análise passou por uma revisão externa realizada pelo TÜV Rheinland, instituto independente para inspeção técnica e certificação. A janela de pvc apresentou melhor desempenho ambiental em 10 das 11 categorias analisadas em relação à janela de alumínio. Em todo o mundo, já são 630 estudos concluídos com estas metodologias. Na América Latina, região de responsabilidade da FEE, desde 2005 foram realizados 98 estudos para empresas dos segmentos de agronegócio, alimentício, construção, cosméticos, celulose e papel, petroquímico, químico, têxtil, tintas, entre outros.
- SEGURANÇA NO ENVIDRAÇAMENTO DE SACADAS
Para quem possui uma varanda é importante realizar serviços que a mantenham conservada e segura. O envidraçamento é uma solução que prolonga o período de uso da sacada, além de valorizar o ambiente e garantir proteção contra as intempéries e um dos pontos principais é a segurança. Segundo Alexandre Bin, diretor da Balcony Brasil, unidade de Santo André (SP), o sistema de envidraçamento deve oferecer: resistência, travamento dos vidros e perfil de borracha no interior dos trilhos. “É preciso salientar que o envidraçamento com essas características promoverá uma intensa segurança para todos ao redor. Outros detalhes são: duplo travamento, rolamento blindado e dispositivo anti-impacto”, explica. Mais informações: www.balconybrasil.com.br
- SEGURANÇA NO ENVIDRAÇAMENTO DE SACADAS
Para quem possui uma varanda é importante realizar serviços que a mantenham conservada e segura. O envidraçamento é uma solução que prolonga o período de uso da sacada, além de valorizar o ambiente e garantir proteção contra as intempéries e um dos pontos principais é a segurança. Segundo Alexandre Bin, diretor da Balcony Brasil, unidade de Santo André (SP), o sistema de envidraçamento deve oferecer: resistência, travamento dos vidros e perfil de borracha no interior dos trilhos. “É preciso salientar que o envidraçamento com essas características promoverá uma intensa segurança para todos ao redor. Outros detalhes são: duplo travamento, rolamento blindado e dispositivo anti-impacto”, explica. Mais informações: www.balconybrasil.com.br









