BUSCAR
Search this site
Resultados encontrados para busca vazia
- PROGRAMA"VACINA ANTI-VIOLÊNCIA - BALEIA AZUL"
Preocupada com o aumento dos índices de jovens vítimas do Jogo Baleia Azul, por vezes ligado à violência do bullyng, problema encontrado normalmente em escolas, e atendendo a Lei nº 13.185 (Lei Anti-Bullying), a ONG Sustentabilidade Humana (SH11) propôs uma nova maneira de intervenção, em que é explorada e trabalhada a forma lúdica de informar e conscientizar. Por meio de uma palestra show, musical e interativa, assuntos relacionados aos cyber games, bullying e prevenção às drogas são abordados por meio da promoção de debates, orientações, dicas e sugestões preventivas. As dinâmicas musicais contam com a participação dos educadores e seus alunos de forma a valorizar e intensificar esta interação, professor/aluno, estendendo às famílias de ambos, que participam também de dinâmicas musicais que são executadas e realizadas pela equipe da ONG no show. Usando de ferramentas lúdicas, com música e artes cênicas, o tema é inserido de forma leve e descontraído, capacitando e condicionando alunos, pais, educadores e colaboradores, bem como suas respectivas famílias. Cartilha Recentemente, a ONG lançou, por intermédio da Editora Anjo 11, sua mais nova ferramenta, a Cartilha Beabá da Informação, um guia preventivo sobre cyber games, destacando o fenômeno negativo baleia azul (o jogo da morte), na qual em sua edição especial de lançamento traz esclarecimentos, informações, fotos e orientações sobre o assunto. A ONG também lançou junto com a nova cartilha um tema musical exclusivo, composto por “Edu Inox e Guido Jr”, criado com um ritmo juvenil com a finalidade de atingir principalmente os jovens que entram nestes tipos de jogos, considerados mortais. O tema musical é intitulado Baleia da Paz. Gravado em três idiomas (português, inglês, e espanhol), ele expõe os perigos deste jogo, aconselhando a ficar bem atento e tomar a atitude de “ser uma baleia da paz”, com ações benéficas e de valorização a vida. Fundado por Eduardo Lopes, empresário da Inox-Par , a ONG Sustentabilidade Humana atua nas escolas, empresas, associações e prefeituras, com o objetivo principal de instruir e prevenir jovens e crianças quantos aos novas situações negativas que poderão surgir por conta da modernidade e do crescimento da tecnologia, principalmente no setor de Cyber Games. Mais informações: www.sh11.com.br
- PROGRAMA"VACINA ANTI-VIOLÊNCIA - BALEIA AZUL"
Preocupada com o aumento dos índices de jovens vítimas do Jogo Baleia Azul, por vezes ligado à violência do bullyng, problema encontrado normalmente em escolas, e atendendo a Lei nº 13.185 (Lei Anti-Bullying), a ONG Sustentabilidade Humana (SH11) propôs uma nova maneira de intervenção, em que é explorada e trabalhada a forma lúdica de informar e conscientizar. Por meio de uma palestra show, musical e interativa, assuntos relacionados aos cyber games, bullying e prevenção às drogas são abordados por meio da promoção de debates, orientações, dicas e sugestões preventivas. As dinâmicas musicais contam com a participação dos educadores e seus alunos de forma a valorizar e intensificar esta interação, professor/aluno, estendendo às famílias de ambos, que participam também de dinâmicas musicais que são executadas e realizadas pela equipe da ONG no show. Usando de ferramentas lúdicas, com música e artes cênicas, o tema é inserido de forma leve e descontraído, capacitando e condicionando alunos, pais, educadores e colaboradores, bem como suas respectivas famílias. Cartilha Recentemente, a ONG lançou, por intermédio da Editora Anjo 11, sua mais nova ferramenta, a Cartilha Beabá da Informação, um guia preventivo sobre cyber games, destacando o fenômeno negativo baleia azul (o jogo da morte), na qual em sua edição especial de lançamento traz esclarecimentos, informações, fotos e orientações sobre o assunto. A ONG também lançou junto com a nova cartilha um tema musical exclusivo, composto por “Edu Inox e Guido Jr”, criado com um ritmo juvenil com a finalidade de atingir principalmente os jovens que entram nestes tipos de jogos, considerados mortais. O tema musical é intitulado Baleia da Paz. Gravado em três idiomas (português, inglês, e espanhol), ele expõe os perigos deste jogo, aconselhando a ficar bem atento e tomar a atitude de “ser uma baleia da paz”, com ações benéficas e de valorização a vida. Fundado por Eduardo Lopes, empresário da Inox-Par , a ONG Sustentabilidade Humana atua nas escolas, empresas, associações e prefeituras, com o objetivo principal de instruir e prevenir jovens e crianças quantos aos novas situações negativas que poderão surgir por conta da modernidade e do crescimento da tecnologia, principalmente no setor de Cyber Games. Mais informações: www.sh11.com.br
- PERFIL ALUMÍNIO PROMOVEU CURSOS NA ÁREA DE SERRALHERIA
A Perfil Alumínio do Brasil S/A promoveu dois importantes cursos no mês de junho em sua unidade Vila Velha (ES). Nos dias 27 e 28, foi ministrado o “Curso do Sistema Chroma" - um sistema de alto padrão, desenvolvido para trazer harmonia aos projetos e seus elementos construtivos -, conferido pelo professor Alexandre Araujo, do Canal do Serralheiro e colunista da Revista Contramarco. No dia 29, o professor Alexandre Araujo também ministrou o curso “Como Vender Esquadrias de Alto Padrão para o Mercado do Luxo”. O evento teve participação da Style Aluminium e da Ezy Color.
- PERFIL ALUMÍNIO PROMOVEU CURSOS NA ÁREA DE SERRALHERIA
A Perfil Alumínio do Brasil S/A promoveu dois importantes cursos no mês de junho em sua unidade Vila Velha (ES). Nos dias 27 e 28, foi ministrado o “Curso do Sistema Chroma" - um sistema de alto padrão, desenvolvido para trazer harmonia aos projetos e seus elementos construtivos -, conferido pelo professor Alexandre Araujo, do Canal do Serralheiro e colunista da Revista Contramarco. No dia 29, o professor Alexandre Araujo também ministrou o curso “Como Vender Esquadrias de Alto Padrão para o Mercado do Luxo”. O evento teve participação da Style Aluminium e da Ezy Color.
- PKO COMPLETA 19 ANOS COM NOVA LINHA DE PRODUTOS
A PKO do Brasil, empresa beneficiadora de vidros de Mogi das Cruzes (SP), completou recentemente 19 anos. Nesse período mostrou que “reinvenção” é a palavra que descreve sua trajetória. A empresa passou de uma pequena distribuidora de vidros importados para uma referência no País no beneficiamento de vidros especiais e tecnológicos. Aumentou sua estrutura, aprimorou processos internos, inseriu novas linhas de produtos e criou soluções para agilizar o atendimento dos clientes. “A PKO foi ganhando experiência de mercado ao longo dos anos e acabou se tornando uma empresa versátil e competitiva. Tem um portfólio de clientes em diversos segmentos: atende desde indústrias de esquadrias, de aquecimento solar, de elevador e vidraçarias, todas no ramo da construção civil. O portfólio de produtos também mudou para melhor atender esses públicos. Essa capacidade de se reinventar tem ajudado a PKO manter um nível bom de crescimento”, detalha o gerente Comercial, Alexandre Toledo. E as metas continuam ousadas. Para os próximos 10 anos, a PKO vislumbra a expansão fabril para outras regiões, a criação de um Centro de Distribuição e a ampliação do uso de tecnologia para a produção. Isso aliado à meta de deixar a empresa mais responsável socioambientalmente, com contribuição direta a com a comunidade. Desafios A capacidade de se reinventar fez com que a PKO não recuasse, mesmo com a instabilidade da economia nacional. Mesmo com o país em crise, buscou novos desafios, se lançando em novos mercados, implantando técnicas diferenciadas de beneficiamento dos produtos, criando núcleos estratégicos e até revendo processos internos para diminuir desperdícios e aumentar a produtividade. “A PKO sempre buscou ler o mercado antes de dar um passo à frente. Não deixamos de ser distribuidora, mas fazemos em menor quantidade porque temos outros produtos disponíveis. Como o vidro laminado que nos rendeu vários prêmios de excelência e ainda é nosso foco de trabalho porque nos deixou mais competitivos quando entramos no mercado de construção civil. Tivemos a inteligência de mercado em criar o “Núcleo de Obra”, que mais tarde tornou-se um departamento estratégico para o aumento do marketing share da empresa. Hoje, estamos consolidados na área e passamos atender, em todo território nacional, obras de todos os portes. O nosso mais novo desafio é ingressar na área hospitalar, com as nossas soluções para o setor”, relata. Toledo destaca ainda que a leitura correta do mercado também auxiliou a empresa a enfrentar a crise econômica brasileira com otimismo, criando novas perspectivas de negócios. “Nesse momento de retração do mercado percebemos que precisávamos ser cada vez mais eficientes. Revisamos todo o processo de produção, minimizando desperdícios e aumentando o aproveitamento de produto. Com isso, além de passar pela crise de forma tranquila estamos preparados para atender a demanda que hoje está retraída, mas que esperamos que a partir do segundo semestre fique mais confiante e volte a aquecer o mercado. Tudo alinhado para esperar a retração diminuir e os ânimos se animarem”, completa. Ainda neste período, a PKO investiu em tecnologia para desenvolver ferramentas inteligentes, que pudessem auxiliar no dia a dia de seus clientes, como o Portal de Especificação Técnico, o qual é possível inserir ao projeto o vidro que será utilizado na obra, escolhendo as medidas, modelo, tipo de beneficiamento, normais, entre outros, remotamente, pela Internet. “Não existe no mercado outro simulador como o Portal de Especificação Técnica, pois este foi criado com a ajuda de vários profissionais com expertise em vidros. É um diferencial de mercado, que somente a PKO do Brasil tem”, garante.
- PKO COMPLETA 19 ANOS COM NOVA LINHA DE PRODUTOS
A PKO do Brasil, empresa beneficiadora de vidros de Mogi das Cruzes (SP), completou recentemente 19 anos. Nesse período mostrou que “reinvenção” é a palavra que descreve sua trajetória. A empresa passou de uma pequena distribuidora de vidros importados para uma referência no País no beneficiamento de vidros especiais e tecnológicos. Aumentou sua estrutura, aprimorou processos internos, inseriu novas linhas de produtos e criou soluções para agilizar o atendimento dos clientes. “A PKO foi ganhando experiência de mercado ao longo dos anos e acabou se tornando uma empresa versátil e competitiva. Tem um portfólio de clientes em diversos segmentos: atende desde indústrias de esquadrias, de aquecimento solar, de elevador e vidraçarias, todas no ramo da construção civil. O portfólio de produtos também mudou para melhor atender esses públicos. Essa capacidade de se reinventar tem ajudado a PKO manter um nível bom de crescimento”, detalha o gerente Comercial, Alexandre Toledo. E as metas continuam ousadas. Para os próximos 10 anos, a PKO vislumbra a expansão fabril para outras regiões, a criação de um Centro de Distribuição e a ampliação do uso de tecnologia para a produção. Isso aliado à meta de deixar a empresa mais responsável socioambientalmente, com contribuição direta a com a comunidade. Desafios A capacidade de se reinventar fez com que a PKO não recuasse, mesmo com a instabilidade da economia nacional. Mesmo com o país em crise, buscou novos desafios, se lançando em novos mercados, implantando técnicas diferenciadas de beneficiamento dos produtos, criando núcleos estratégicos e até revendo processos internos para diminuir desperdícios e aumentar a produtividade. “A PKO sempre buscou ler o mercado antes de dar um passo à frente. Não deixamos de ser distribuidora, mas fazemos em menor quantidade porque temos outros produtos disponíveis. Como o vidro laminado que nos rendeu vários prêmios de excelência e ainda é nosso foco de trabalho porque nos deixou mais competitivos quando entramos no mercado de construção civil. Tivemos a inteligência de mercado em criar o “Núcleo de Obra”, que mais tarde tornou-se um departamento estratégico para o aumento do marketing share da empresa. Hoje, estamos consolidados na área e passamos atender, em todo território nacional, obras de todos os portes. O nosso mais novo desafio é ingressar na área hospitalar, com as nossas soluções para o setor”, relata. Toledo destaca ainda que a leitura correta do mercado também auxiliou a empresa a enfrentar a crise econômica brasileira com otimismo, criando novas perspectivas de negócios. “Nesse momento de retração do mercado percebemos que precisávamos ser cada vez mais eficientes. Revisamos todo o processo de produção, minimizando desperdícios e aumentando o aproveitamento de produto. Com isso, além de passar pela crise de forma tranquila estamos preparados para atender a demanda que hoje está retraída, mas que esperamos que a partir do segundo semestre fique mais confiante e volte a aquecer o mercado. Tudo alinhado para esperar a retração diminuir e os ânimos se animarem”, completa. Ainda neste período, a PKO investiu em tecnologia para desenvolver ferramentas inteligentes, que pudessem auxiliar no dia a dia de seus clientes, como o Portal de Especificação Técnico, o qual é possível inserir ao projeto o vidro que será utilizado na obra, escolhendo as medidas, modelo, tipo de beneficiamento, normais, entre outros, remotamente, pela Internet. “Não existe no mercado outro simulador como o Portal de Especificação Técnica, pois este foi criado com a ajuda de vários profissionais com expertise em vidros. É um diferencial de mercado, que somente a PKO do Brasil tem”, garante.
- TECNOLOGIAS PARA SAÚDE E SEGURANÇA NA INDÚSTRIA
O Serviço Social da Indústria (SESI) está desenvolvendo inovações para aumentar a segurança no ambiente de trabalho e melhorar a saúde do trabalhador da indústria. Ao todo, há 19 projetos pilotos em andamento em 33 empresas. O investimento é de aproximadamente R$ 35 milhões. As tecnologias, desenvolvidas nos oito Centros de Inovação do SESI, que entraram em operação neste ano em oito estados, devem ser replicadas em escala nacional a partir do próximo ano por meio de uma plataforma a ser lançada no segundo semestre deste ano. Cada Centro de Inovação do SESI trabalha com diferentes linhas de pesquisa em segurança e saúde no trabalho (SST). São elas: prevenção da incapacidade, na Bahia; economia para saúde e segurança, no Ceará; ergonomia, em Minas Gerais; sistemas de gestão de SST, em Mato Grosso do Sul; longevidade e produtividade, no Paraná; higiene ocupacional, no Rio de Janeiro; fatores psicossociais, no Rio Grande do Sul; e tecnologias para a saúde, em Santa Catarina. De acordo com o diretor de operações do SESI, Marcos Tadeu de Siqueira, o objetivo é ampliar o acesso de empresas e trabalhadores a tecnologias e tendências mais avançadas em SST e promoção da saúde. “Os afastamentos dos trabalhadores reduzem a produtividade e podem gerar custos adicionais”, afirma. “Por isso, torna-se imprescindível investir em tecnologias que aumentem a segurança do ambiente de trabalho e melhorem a saúde e bem-estar do trabalhador.” OPORTUNIDADE – Em Santa Catarina, o Centro de Inovação de Tecnologias para a Saúde está apoiando a federação das indústrias do estado (FIESC) na alavancagem do polo industrial de saúde no estado, que hoje conta com 60 empresas e 40 startups. De acordo com o presidente da Câmara de Desenvolvimento da Indústria de Saúde, Luiz Gonzaga Coelho, o setor de saúde tem forte presença na economia brasileira e hoje é responsável por cerca de 10,5% do Produto Interno do Bruto (PIB). “O desafio é que a saúde ainda é vista como custo e a ideia é mudar essa perspectiva, sobretudo, com o desenvolvimento tecnológico e uso de Big Data”, afirma. Entre as apostas do Centro de Inovação catarinense está uma plataforma digital para trabalhadores receberem orientações de saúde a distância, o que reduz custos com consultas médicas. No aplicativo, em fase de testes com 140 trabalhadores de quatro empresas do estado, as pessoas devem inserir metas de saúde e, com auxílio de especialistas, estabelecem ações adequadas a seus gostos e necessidades para atingir os objetivos. "As ações para uma pessoa que queira emagrecer, mas não gosta de academia, poderão ser baseadas em um dieta mais equilibrada”, diz o diretor do Centro de Inovação em Tecnologias para a Saúde, Marcelo Tournier. “Além disso, os especialistas irão monitorar se os trabalhadores estão adotando as ações, atingindo as metas e analisando os impactos sobre a produtividade no trabalho”, destaca. Segundo Tournier, a tecnologia segue uma tendência mundial chamada de telesaúde, bem disseminada em países como Estados Unidos, Índia e Inglaterra. LONGEVIDADE - O Centro SESI de Inovação em Longevidade e Produtividade, localizado no Paraná, desenvolveu um portal na internet que reúne informações sobre o envelhecimento da população e os impactos no ambiente de trabalho. Com o apoio do Centro, a Caemmun Movelaria, indústria de móveis com sede em Arapongas, no interior do Paraná, implementou um programa que prepara a empresa e os trabalhadores para as oportunidades e os desafios decorrentes do envelhecimento da população brasileira. O programa voltado à longevidade segue a metodologia do Instituto Finlandês de Saúde Ocupacional (FIOH) e complementa as ações da Caemmun, que busca a saúde e o bem-estar dos 450 trabalhadores, que atuam nas duas unidades da empresa. "As pessoas estão vivendo mais e ficarão mais tempo no mercado de trabalho. Por isso, é importante que os trabalhadores sejam saudáveis, se sintam felizes e se qualifiquem para acompanhar as mudanças tecnológicas nas empresas", afirma a gerente de Recursos Humanos da Caemmun, Ana Cláudia de Lima. Ela explica que os investimentos no programa trazem resultados positivos. Entre as vantagens está a redução da rotatividade e a retenção dos talentos. A implementação do programa começou no fim do ano passado com a criação do Comitê de Longevidade, com representantes da diretoria, das áreas de Recursos Humanos e de produção. Durante quatro meses, 26 trabalhadores na faixa etária de 30 a 50 anos participaram de uma série de atividades, como palestras sobre saúde, exercícios de fortalecimento muscular e dinâmicas de grupo. Os resultados do piloto mostram que diminuíram as queixas sobre dores e a resistência física aumentou. Também melhorou o índice de capacidade para o trabalho (ICT), que avalia a percepção do trabalhador em relação ao quão bem está ou estará para executar suas tarefas diárias. O índice varia de 0 a 49. Na Caemmun, subiu de uma média de 42,8 antes do programa para 44,6 depois do piloto. ERGONOMIA – Em Minas Gerais, projeto de melhorias ergonômicas feitas pelo SESI na MRS Logística, que conta com seis mil funcionários, já rendeu frutos. Em 2014, a instituição realizou um trabalho de diagnóstico e propostas para melhorar a disposição de equipamentos e ferramentas de trabalho. Ao longo de dois anos, a empresa promoveu modificações desde as mais simples, como colocação de bancos para descanso e prateleiras para evitar que os funcionários abaixem a todo momento para pegar equipamentos, até mais complexas, como a inserção de carros para transporte de materiais mais pesados e equipamentos para substituir alavancas para levantar vagões. De acordo com Valdir Ciossani, gerente da Oficina de Manutenção de Vagões da MRS Logística, onde trabalham 200 pessoas, o projeto contribuiu para reduzir o absenteísmo na área, que era em torno de 8% ao ano, para 3%, em 2016. “O trabalhador com saúde trabalha com mais alegria e disposição, o que melhora o rendimento, fazendo com que a empresa ganhe também”, destaca. A empresa continuará a parceria com o SESI e, com a ajuda do Instituto Holandês de Ergonomia (TNO), fará um trabalho de identificação de gargalos e de riscos ergonômicos no processo produtivo por meio de método que envolve a participação dos trabalhadores. Após essa etapa, serão desenvolvidos planos de ações para melhorar o rendimento, a produtividade e a saúde dos trabalhadores. Além disso, vai estudar tecnologias para substituir a lixadeira elétrica e pneumática usada por trabalhadores para tirar ferrugem de vagões. PREVENÇÃO DA INCAPACIDADE – Os afastamentos ocorridos pelo desenvolvimento de incapacidade nos ambientes de trabalho têm despertado cada vez mais atenção de gestores empresariais pelos aumentos dos custos relacionados ao absenteísmo e a seguros previdenciários de acidentes de trabalho. Na Bahia, o Centro de Inovação em Prevenção da Incapacidade está desenvolvendo soluções que vão da detecção precoce da incapacidade ao trabalho a planos de retorno ao trabalho. Os serviços são compostos de ferramentas gerenciais e de cursos para profissionais de recursos humanos, supervisores de segurança e saúde no trabalho e médico do trabalho, entre outros. Ao todo, são realizados projetos pilotos em dez empresas de diversos setores. Segundo a coordenadora do Centro de Inovação em Prevenção da Incapacidade, Lívia Aragão, entre as principais causas de afastamentos estão os distúrbios musculo-esqueléticos. “Buscamos analisar os obstáculos e facilitadores para indivíduos permanecerem ativos no trabalho, com melhoria da saúde”, destaca. Para disseminar conhecimento sobre o tema, o SESI irá realizar série de conferências via internet com especialistas no tema a partir de agosto. Com informações da Agência CNI de Notícias
- TECNOLOGIAS PARA SAÚDE E SEGURANÇA NA INDÚSTRIA
O Serviço Social da Indústria (SESI) está desenvolvendo inovações para aumentar a segurança no ambiente de trabalho e melhorar a saúde do trabalhador da indústria. Ao todo, há 19 projetos pilotos em andamento em 33 empresas. O investimento é de aproximadamente R$ 35 milhões. As tecnologias, desenvolvidas nos oito Centros de Inovação do SESI, que entraram em operação neste ano em oito estados, devem ser replicadas em escala nacional a partir do próximo ano por meio de uma plataforma a ser lançada no segundo semestre deste ano. Cada Centro de Inovação do SESI trabalha com diferentes linhas de pesquisa em segurança e saúde no trabalho (SST). São elas: prevenção da incapacidade, na Bahia; economia para saúde e segurança, no Ceará; ergonomia, em Minas Gerais; sistemas de gestão de SST, em Mato Grosso do Sul; longevidade e produtividade, no Paraná; higiene ocupacional, no Rio de Janeiro; fatores psicossociais, no Rio Grande do Sul; e tecnologias para a saúde, em Santa Catarina. De acordo com o diretor de operações do SESI, Marcos Tadeu de Siqueira, o objetivo é ampliar o acesso de empresas e trabalhadores a tecnologias e tendências mais avançadas em SST e promoção da saúde. “Os afastamentos dos trabalhadores reduzem a produtividade e podem gerar custos adicionais”, afirma. “Por isso, torna-se imprescindível investir em tecnologias que aumentem a segurança do ambiente de trabalho e melhorem a saúde e bem-estar do trabalhador.” OPORTUNIDADE – Em Santa Catarina, o Centro de Inovação de Tecnologias para a Saúde está apoiando a federação das indústrias do estado (FIESC) na alavancagem do polo industrial de saúde no estado, que hoje conta com 60 empresas e 40 startups. De acordo com o presidente da Câmara de Desenvolvimento da Indústria de Saúde, Luiz Gonzaga Coelho, o setor de saúde tem forte presença na economia brasileira e hoje é responsável por cerca de 10,5% do Produto Interno do Bruto (PIB). “O desafio é que a saúde ainda é vista como custo e a ideia é mudar essa perspectiva, sobretudo, com o desenvolvimento tecnológico e uso de Big Data”, afirma. Entre as apostas do Centro de Inovação catarinense está uma plataforma digital para trabalhadores receberem orientações de saúde a distância, o que reduz custos com consultas médicas. No aplicativo, em fase de testes com 140 trabalhadores de quatro empresas do estado, as pessoas devem inserir metas de saúde e, com auxílio de especialistas, estabelecem ações adequadas a seus gostos e necessidades para atingir os objetivos. "As ações para uma pessoa que queira emagrecer, mas não gosta de academia, poderão ser baseadas em um dieta mais equilibrada”, diz o diretor do Centro de Inovação em Tecnologias para a Saúde, Marcelo Tournier. “Além disso, os especialistas irão monitorar se os trabalhadores estão adotando as ações, atingindo as metas e analisando os impactos sobre a produtividade no trabalho”, destaca. Segundo Tournier, a tecnologia segue uma tendência mundial chamada de telesaúde, bem disseminada em países como Estados Unidos, Índia e Inglaterra. LONGEVIDADE - O Centro SESI de Inovação em Longevidade e Produtividade, localizado no Paraná, desenvolveu um portal na internet que reúne informações sobre o envelhecimento da população e os impactos no ambiente de trabalho. Com o apoio do Centro, a Caemmun Movelaria, indústria de móveis com sede em Arapongas, no interior do Paraná, implementou um programa que prepara a empresa e os trabalhadores para as oportunidades e os desafios decorrentes do envelhecimento da população brasileira. O programa voltado à longevidade segue a metodologia do Instituto Finlandês de Saúde Ocupacional (FIOH) e complementa as ações da Caemmun, que busca a saúde e o bem-estar dos 450 trabalhadores, que atuam nas duas unidades da empresa. "As pessoas estão vivendo mais e ficarão mais tempo no mercado de trabalho. Por isso, é importante que os trabalhadores sejam saudáveis, se sintam felizes e se qualifiquem para acompanhar as mudanças tecnológicas nas empresas", afirma a gerente de Recursos Humanos da Caemmun, Ana Cláudia de Lima. Ela explica que os investimentos no programa trazem resultados positivos. Entre as vantagens está a redução da rotatividade e a retenção dos talentos. A implementação do programa começou no fim do ano passado com a criação do Comitê de Longevidade, com representantes da diretoria, das áreas de Recursos Humanos e de produção. Durante quatro meses, 26 trabalhadores na faixa etária de 30 a 50 anos participaram de uma série de atividades, como palestras sobre saúde, exercícios de fortalecimento muscular e dinâmicas de grupo. Os resultados do piloto mostram que diminuíram as queixas sobre dores e a resistência física aumentou. Também melhorou o índice de capacidade para o trabalho (ICT), que avalia a percepção do trabalhador em relação ao quão bem está ou estará para executar suas tarefas diárias. O índice varia de 0 a 49. Na Caemmun, subiu de uma média de 42,8 antes do programa para 44,6 depois do piloto. ERGONOMIA – Em Minas Gerais, projeto de melhorias ergonômicas feitas pelo SESI na MRS Logística, que conta com seis mil funcionários, já rendeu frutos. Em 2014, a instituição realizou um trabalho de diagnóstico e propostas para melhorar a disposição de equipamentos e ferramentas de trabalho. Ao longo de dois anos, a empresa promoveu modificações desde as mais simples, como colocação de bancos para descanso e prateleiras para evitar que os funcionários abaixem a todo momento para pegar equipamentos, até mais complexas, como a inserção de carros para transporte de materiais mais pesados e equipamentos para substituir alavancas para levantar vagões. De acordo com Valdir Ciossani, gerente da Oficina de Manutenção de Vagões da MRS Logística, onde trabalham 200 pessoas, o projeto contribuiu para reduzir o absenteísmo na área, que era em torno de 8% ao ano, para 3%, em 2016. “O trabalhador com saúde trabalha com mais alegria e disposição, o que melhora o rendimento, fazendo com que a empresa ganhe também”, destaca. A empresa continuará a parceria com o SESI e, com a ajuda do Instituto Holandês de Ergonomia (TNO), fará um trabalho de identificação de gargalos e de riscos ergonômicos no processo produtivo por meio de método que envolve a participação dos trabalhadores. Após essa etapa, serão desenvolvidos planos de ações para melhorar o rendimento, a produtividade e a saúde dos trabalhadores. Além disso, vai estudar tecnologias para substituir a lixadeira elétrica e pneumática usada por trabalhadores para tirar ferrugem de vagões. PREVENÇÃO DA INCAPACIDADE – Os afastamentos ocorridos pelo desenvolvimento de incapacidade nos ambientes de trabalho têm despertado cada vez mais atenção de gestores empresariais pelos aumentos dos custos relacionados ao absenteísmo e a seguros previdenciários de acidentes de trabalho. Na Bahia, o Centro de Inovação em Prevenção da Incapacidade está desenvolvendo soluções que vão da detecção precoce da incapacidade ao trabalho a planos de retorno ao trabalho. Os serviços são compostos de ferramentas gerenciais e de cursos para profissionais de recursos humanos, supervisores de segurança e saúde no trabalho e médico do trabalho, entre outros. Ao todo, são realizados projetos pilotos em dez empresas de diversos setores. Segundo a coordenadora do Centro de Inovação em Prevenção da Incapacidade, Lívia Aragão, entre as principais causas de afastamentos estão os distúrbios musculo-esqueléticos. “Buscamos analisar os obstáculos e facilitadores para indivíduos permanecerem ativos no trabalho, com melhoria da saúde”, destaca. Para disseminar conhecimento sobre o tema, o SESI irá realizar série de conferências via internet com especialistas no tema a partir de agosto. Com informações da Agência CNI de Notícias
- VENDAS DO VAREJO DE MATERIAL DE CONSTRUÇÃO SE MANTÊM ESTÁVEIS
As vendas no varejo de material de construção ficaram estáveis no mês de junho com relação ao mesmo período do ano passado. Já na comparação com maio, o volume de vendas no mês foi 2% inferior. Os dados são da Pesquisa Tracking mensal da Anamaco (Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção), que entrevistou 530 lojistas entre os dias 26 e 30 de junho. "Com estes resultados, as vendas do primeiro semestre de 2017 apresentam um pequeno crescimento sobre 2016, de 4%. Nos últimos 12 meses, no entanto, o setor ainda tem retração de 5%”, comenta Cláudio Conz, presidente da Anamaco. Segundo Conz, mesmo que modesta, a reação do setor indica que o varejo está se recuperando das quedas sofridas nos últimos dois anos. “Os anos de 2016 e 2015 foram muito ruins para o nosso setor, muito afetados pela falta de crédito ao consumidor e pelos problemas econômicos que o Brasil vinha enfrentando. Em situações como essa, de dois anos seguidos de retração depois de mais de 10 anos consecutivos batendo recorde histórico de faturamento, qualquer recuperação precisa ser muito estudada, mas não podemos deixar de ser otimistas, já que o nosso setor sempre melhora quando há uma maior oferta de crédito”, explica. De acordo com a Anamaco, o segundo semestre do ano, tradicionalmente, corresponde a 65% das vendas do varejo de material de construção e a previsão é que até o final de 2017 o setor apresente um crescimento de 5% sobre 2016. “Além da liberação dos recursos das contas inativas do FGTS, o Cartão Reforma é outra medida que deve impactar positivamente o nosso desempenho, afinal o programa deve atingir o teto de R$ 1 bilhão só em 2017. A reforma trabalhista também terá forte influência na intenção de novos investimentos e contratações, pois facilitará, principalmente com o trabalho intermitente, a contratação de pessoas para melhorar o atendimento em horários de maior movimento nas nossas lojas”, completa Conz. A pesquisa da Anamaco ainda destaca quatro regiões do País que apresentaram retração de vendas em junho: Norte e Sul ( -10%) e Sudeste e Centro-Oeste (-6%). Já o Nordeste apresentou um resultado 2% superior ao mês anterior. Para julho, 61% dos lojistas entrevistados esperam que o volume de vendas cresça no mês. O mercado, porém, mostra-se sensível à instabilidade política. O pessimismo do setor com relação às ações do Governo nos próximos 12 meses é de 43%. Apesar disso, 13% dos entrevistados pretendem contratar novos funcionários em julho (aumento de 2% com relação a maio) e 1/3 dos lojistas pretendem fazer novos investimentos ainda em 2017. Fonte: Anamaco
- VENDAS DO VAREJO DE MATERIAL DE CONSTRUÇÃO SE MANTÊM ESTÁVEIS
As vendas no varejo de material de construção ficaram estáveis no mês de junho com relação ao mesmo período do ano passado. Já na comparação com maio, o volume de vendas no mês foi 2% inferior. Os dados são da Pesquisa Tracking mensal da Anamaco (Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção), que entrevistou 530 lojistas entre os dias 26 e 30 de junho. "Com estes resultados, as vendas do primeiro semestre de 2017 apresentam um pequeno crescimento sobre 2016, de 4%. Nos últimos 12 meses, no entanto, o setor ainda tem retração de 5%”, comenta Cláudio Conz, presidente da Anamaco. Segundo Conz, mesmo que modesta, a reação do setor indica que o varejo está se recuperando das quedas sofridas nos últimos dois anos. “Os anos de 2016 e 2015 foram muito ruins para o nosso setor, muito afetados pela falta de crédito ao consumidor e pelos problemas econômicos que o Brasil vinha enfrentando. Em situações como essa, de dois anos seguidos de retração depois de mais de 10 anos consecutivos batendo recorde histórico de faturamento, qualquer recuperação precisa ser muito estudada, mas não podemos deixar de ser otimistas, já que o nosso setor sempre melhora quando há uma maior oferta de crédito”, explica. De acordo com a Anamaco, o segundo semestre do ano, tradicionalmente, corresponde a 65% das vendas do varejo de material de construção e a previsão é que até o final de 2017 o setor apresente um crescimento de 5% sobre 2016. “Além da liberação dos recursos das contas inativas do FGTS, o Cartão Reforma é outra medida que deve impactar positivamente o nosso desempenho, afinal o programa deve atingir o teto de R$ 1 bilhão só em 2017. A reforma trabalhista também terá forte influência na intenção de novos investimentos e contratações, pois facilitará, principalmente com o trabalho intermitente, a contratação de pessoas para melhorar o atendimento em horários de maior movimento nas nossas lojas”, completa Conz. A pesquisa da Anamaco ainda destaca quatro regiões do País que apresentaram retração de vendas em junho: Norte e Sul ( -10%) e Sudeste e Centro-Oeste (-6%). Já o Nordeste apresentou um resultado 2% superior ao mês anterior. Para julho, 61% dos lojistas entrevistados esperam que o volume de vendas cresça no mês. O mercado, porém, mostra-se sensível à instabilidade política. O pessimismo do setor com relação às ações do Governo nos próximos 12 meses é de 43%. Apesar disso, 13% dos entrevistados pretendem contratar novos funcionários em julho (aumento de 2% com relação a maio) e 1/3 dos lojistas pretendem fazer novos investimentos ainda em 2017. Fonte: Anamaco
- VANTAGENS DA UTILIZAÇÃO DE ACM EM PROJETOS DE RETROFIT
Conciliar a técnica de Retrofit na revitalização de prédios e outras construções antigas e, até mesmo, de grandes espaços urbanos, como praças e parques, com a praticidade e beleza do revestimento em ACM (Aluminum Composite Material ou Material de Alumínio Composto) tem sido a opção preferida da construção civil. Capaz de unir o antigo ao moderno por meio de práticas que permitem adequar imóveis antigos às novas exigências da legislação, mas mantendo aspectos originais da edificação, o Retrofit é indicado, entre outras, quando a intenção é alterar 100% da fachada, por exemplo. Por isso, sua combinação com placa de ACM é perfeita. Moldáveis às necessidades do projeto arquitetônico, incluindo a adaptabilidade a estruturas tubulares e curvas, as placas de ACM vêm sendo largamente utilizadas, conferindo modernidade à obra, além de servir como um excelente isolamento termo acústico, protegendo as paredes externas da poluição. Entre as vantagens de sua utilização estão também a praticidade na conservação e na limpeza, o fato de serem recicláveis e de proporcionar economia nos gastos com energia. O painel de ACM pode, ainda, ser combinado com diversos tipos de materiais, como o vidro, o aço e o granito. Leves e de fácil manuseio, as placas de ACM nada mais são que um “sanduíche” formado por duas lâminas de alumínio com núcleo de polietileno de baixa densidade. Em outras palavras, é um material formado por um núcleo termoplástico, de altíssima qualidade, que colabora para compor uma placa durável e leve para revestimentos de diversos tipos de fachadas de estabelecimentos comerciais a residenciais, dentre outros. A composição da placa de ACM confere ao produto a melhor relação entre peso e resistência quando comparada a outros artigos encontrados no mercado para a mesma finalidade. Variedade de cores é uma vantagem Disponível em várias cores, não é por menos que o revestimento em ACM se tornou a opção preferida de arquitetos e designers, podendo ser utilizado também no interior das edificações, bem como para totens e painéis publicitários, a exemplo dos letreiros, sinalização interna de ambientes em prédios corporativos e na decoração de stands em eventos dos mais diferentes portes. As placas de ACM tem sido o material preferido pela rede hoteleira, de comércio em geral, magazines e bancos nos processos de renovação de fachadas, bem como na cobertura de pilastras e varandas. A facilidade de sua aplicação representa ainda ganho significativo de tempo nas intervenções para revitalização de construções mais antigas, permitindo, por exemplo, que os estabelecimentos comerciais não precisem penalizar seus clientes por conta de obras prolongadas. Esse fator é importante quando se considera o uso do Retrofit para que se demande esforço mínimo de intervenção nas edificações antigas, a fim de não comprometer seus aspectos originais. Menos invasiva, mas com grande resultado para a modernização, a utilização das placas de ACM maximizam os resultados, impactando o mínimo possível na realização de obras, como seria uma reforma tradicional, por exemplo. A agilidade da obra colabora, inclusive, para que haja menos prejuízo financeiro para as organizações empresariais em decorrência do tempo necessário para a revitalização, uma vez que intervenções demoradas prejudicam o atendimento aos clientes. Sendo de fácil aplicação, o revestimento em ACM provoca grande impacto na clientela que se sente mais atraída a conhecer o estabelecimento e a frequentá-lo. Pesquisam indicam incremento de até 50% nas vendas em razão da revitalização de fachadas. Dados históricos Os painéis compostos de alumínio foram criados na Alemanha, em 1965 pela empresa Alusuisse Composites, que 35 anos depois seria incorporada pela Alcan. Dada à sua versatilidade, alto grau de resistência em relação ao peso e à corrosão, leveza, durabilidade, facilidade de conformação e condutibilidade térmica, os revestimentos em ACM são alternativa ideal para conciliar praticidade, design e impulso nas vendas. Fonte: Paranashop
- VANTAGENS DA UTILIZAÇÃO DE ACM EM PROJETOS DE RETROFIT
Conciliar a técnica de Retrofit na revitalização de prédios e outras construções antigas e, até mesmo, de grandes espaços urbanos, como praças e parques, com a praticidade e beleza do revestimento em ACM (Aluminum Composite Material ou Material de Alumínio Composto) tem sido a opção preferida da construção civil. Capaz de unir o antigo ao moderno por meio de práticas que permitem adequar imóveis antigos às novas exigências da legislação, mas mantendo aspectos originais da edificação, o Retrofit é indicado, entre outras, quando a intenção é alterar 100% da fachada, por exemplo. Por isso, sua combinação com placa de ACM é perfeita. Moldáveis às necessidades do projeto arquitetônico, incluindo a adaptabilidade a estruturas tubulares e curvas, as placas de ACM vêm sendo largamente utilizadas, conferindo modernidade à obra, além de servir como um excelente isolamento termo acústico, protegendo as paredes externas da poluição. Entre as vantagens de sua utilização estão também a praticidade na conservação e na limpeza, o fato de serem recicláveis e de proporcionar economia nos gastos com energia. O painel de ACM pode, ainda, ser combinado com diversos tipos de materiais, como o vidro, o aço e o granito. Leves e de fácil manuseio, as placas de ACM nada mais são que um “sanduíche” formado por duas lâminas de alumínio com núcleo de polietileno de baixa densidade. Em outras palavras, é um material formado por um núcleo termoplástico, de altíssima qualidade, que colabora para compor uma placa durável e leve para revestimentos de diversos tipos de fachadas de estabelecimentos comerciais a residenciais, dentre outros. A composição da placa de ACM confere ao produto a melhor relação entre peso e resistência quando comparada a outros artigos encontrados no mercado para a mesma finalidade. Variedade de cores é uma vantagem Disponível em várias cores, não é por menos que o revestimento em ACM se tornou a opção preferida de arquitetos e designers, podendo ser utilizado também no interior das edificações, bem como para totens e painéis publicitários, a exemplo dos letreiros, sinalização interna de ambientes em prédios corporativos e na decoração de stands em eventos dos mais diferentes portes. As placas de ACM tem sido o material preferido pela rede hoteleira, de comércio em geral, magazines e bancos nos processos de renovação de fachadas, bem como na cobertura de pilastras e varandas. A facilidade de sua aplicação representa ainda ganho significativo de tempo nas intervenções para revitalização de construções mais antigas, permitindo, por exemplo, que os estabelecimentos comerciais não precisem penalizar seus clientes por conta de obras prolongadas. Esse fator é importante quando se considera o uso do Retrofit para que se demande esforço mínimo de intervenção nas edificações antigas, a fim de não comprometer seus aspectos originais. Menos invasiva, mas com grande resultado para a modernização, a utilização das placas de ACM maximizam os resultados, impactando o mínimo possível na realização de obras, como seria uma reforma tradicional, por exemplo. A agilidade da obra colabora, inclusive, para que haja menos prejuízo financeiro para as organizações empresariais em decorrência do tempo necessário para a revitalização, uma vez que intervenções demoradas prejudicam o atendimento aos clientes. Sendo de fácil aplicação, o revestimento em ACM provoca grande impacto na clientela que se sente mais atraída a conhecer o estabelecimento e a frequentá-lo. Pesquisam indicam incremento de até 50% nas vendas em razão da revitalização de fachadas. Dados históricos Os painéis compostos de alumínio foram criados na Alemanha, em 1965 pela empresa Alusuisse Composites, que 35 anos depois seria incorporada pela Alcan. Dada à sua versatilidade, alto grau de resistência em relação ao peso e à corrosão, leveza, durabilidade, facilidade de conformação e condutibilidade térmica, os revestimentos em ACM são alternativa ideal para conciliar praticidade, design e impulso nas vendas. Fonte: Paranashop









