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  • INSTITUTO BRASILEIRO DO PVC LANÇA LIVRO “TECNOLOGIA DO PVC”

    Com o intuito de apresentar as diversas tecnologias que envolvem o PVC, suas aplicações, reciclabilidade e função socioeconômica, o Instituto Brasileiro do PVC lança a 3ª edição do livro “Tecnologia do PVC”. A publicação traz um amplo conteúdo sobre os principais temas relacionados ao processo evolutivo do PVC, e é destinado aos profissionais que atuam nos diversos setores ligados ao material, como na área médica, setor alimentício, automotivo, construção civil, arquitetura, decoração, design, moda, entre outros. O livro tem o objetivo de promover uma discussão aprofundada sobre aspectos técnicos do PVC, análise de seu ciclo de vida, fabricação, propriedades, características mais relevantes e aplicações, bem como o pós-consumo, descarte correto e seu alto potencial de reciclagem. A publicação “Tecnologia do PVC” ainda destaca o seu ótimo desempenho em situações de incêndio, as propriedades de referência e resistência química dos produtos de PVC, além da preparação de suas formulações e os eficientes mecanismos de estabilização térmica do material. O autor do livro, o engenheiro Antonio Rodolfo Jr., explica que desde a primeira edição, em 2002, o livro se tornou uma referência tanto para a indústria do PVC, ou seja, para quem trabalha com o material, como para quem estuda e quer saber mais sobre suas aplicações e tecnologias. De acordo com o escritor, a nova edição atende a uma crescente demanda, tanto do mercado, quanto da academia, que buscam uma constante atualização. “Nesta terceira edição, todo o conhecimento foi consolidado por diversos profissionais desta indústria, com a inestimável cooperação de docentes da academia. Os conteúdos foram atualizados em relação à 2ª edição, lançada em 2006, com uma diagramação mais moderna”, destaca Rodolfo. O evento oficial do lançamento da 3ª edição do livro “Tecnologia do PVC” aconteceu dia 29 de outubro, na Livraria da Vila, no shopping JK Iguatemi, em São Paulo. Na ocasião, o escritor recebeu os convidados e fez uma sessão de autógrafos. Além disso, estiveram presentes representantes do Instituto Brasileiro do PVC e especialistas do setor plástico. Segundo Miguel Bahiense, presidente do Instituto Brasileiro do PVC, esse tipo de material é de suma importância para atualizar e levar o conhecimento técnico sobre o PVC para especialistas e para a sociedade como um todo. “São publicações como essa que fazem com que consigamos aproximar indústria e academia, oferecendo informações valiosas sobre o PVC e trazendo conhecimento para todos os agentes do setor plástico e de sua cadeia de valor”, afirma Bahiense.

  • KOMMERLING LANÇA SISTEMA DE JANELA DE CORRER

    A empresa kommerling acaba de lançar um sistema de janela de correr com vedação de borracha, ideal para substituição de janelas em prédios que necessitam manter a arquitetura externa original. No sistema PremiSlide, a vedação de borrachas - que faz a janela correr - garante único deslizamento, menor espaço de abertura e fácil utilização em ambientes de pouco acesso. O sistema oferece isolamento térmico, capacidade para vidros de até 50 mm de espessura e sistema de vedação dupla com 76 mm de profundidade. “Ele é ideal para substituição de janelas em prédios que necessitam manter a arquitetura externa original”, informa Tonia Lima, diretora comercial da empresa. Mais informações: www.kommerling.com.br

  • PROFISSIONAL DA CONSTRUÇÃO CIVIL: MUITO ALÉM DO ENGENHEIRO E DO ARQUITETO

    Pedreiros, gesseiros, soldadores, encanadores, ajudantes, mestres de obras, pintores, carpinteiros, ceramistas, azulejistas e marceneiros são alguns dos profissionais que desempenham um papel fundamental na execução de uma boa obra e, consequentemente, colaboram com o desenvolvimento econômico e estrutural do país. No entanto, essa é uma área que ainda sofre com a falta de valorização desses trabalhadores. Por isso, para ressaltar a importância da atividade foi criado o Dia do Profissional da Construção Civil, comemorado em 26 de outubro. De acordo com uma pesquisa realizada pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP), em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), com base em informações do Ministério do Trabalho e do Emprego, em julho deste ano, o nível de emprego na construção civil no Brasil registrou alta de 0,56% em comparação com junho, com a contratação de cerca de 13 mil profissionais. O setor da construção civil possui um grande potencial de crescimento, já que sempre vão existir novas obras para serem realizadas. E, por conta disso, é que o profissional dessa área, que pode trabalhar de forma autônoma ou assalariada, deve estar atento às novidades, tecnologias e sempre realizar cursos de especialização para que o leque de oportunidades seja cada vez maior. Diante de tantos detalhes, nada mais justo do que ter um dia para homenagear todos esses profissionais que trabalham duro em prol do desenvolvimento de uma nação. (*) Joana Carluci - gerente sênior de ativação de marca da Stanley Black & Decker

  • DICAS PARA O ENVIDRAÇAMENTO DE VARANDAS

    A metragem das varandas tem se tornado maior em edifícios novos, se comparada ao tamanho dos outros ambientes do apartamento. “Não por acaso o envidraçamento tem crescido tanto nos últimos anos, pois possibilita aumentar a área interna do imóvel”, conta o arquiteto Pietro Terlizzi, do escritório Pietro Terlizzi Arquitetura. Além da possibilidade de ampliar a área social, o fechamento da sacada reforça a barreira contra intempéries e também o isolamento acústico do apartamento. “Quando fechadas, as lâminas de vidro protegem as sacadas de vento e chuva e diminuem o ruído da rua”, explica Pietro. Antes de contratar uma empresa para envidraçar a varanda é preciso conhecer as regras definidas pelo condomínio e a norma da ABNT específica para os sistemas de fechamento. Regras e normas O fechamento com vidro deve seguir as diretrizes estabelecidas pelo condomínio, que são aprovadas em assembleia pelos moradores. As regras podem definir, por exemplo, desde o tipo de sistema de envidraçamento e de rede de segurança até o modelo e a cor da cortina, com o intuito de manter um padrão na fachada do edifício. No projeto do Loft Faria Lima, por exemplo, o sistema de envidraçamento definido pelo condomínio tinha que vencer os 12 m de extensão da varanda. Por isso, Pietro preferiu dividir a movimentação dos painéis de vidro em dois sentidos. “Metade desliza para a esquerda e a outra metade segue para a direita. Assim, o emparelhamento das lâminas abertas não cria um volume muito grande que possa atrapalhar o uso do ambiente.” O sistema, por sua vez, deve respeitar a NBR 16259, publicada em 2014 pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Ela estabelece critérios técnicos e de segurança para avaliar o sistema como um todo, independente do tipo de abertura – que pode ser deslizante, pivotante ou misto. O conjunto precisa ser aprovado nos testes de resistência à corrosão, esforços repetitivos, pressão do vento e impactos. Além disso, antes do início da obra a empresa responsável pelo fornecimento do sistema deve emitir o Registro de Responsabilidade Técnica (RRT) ou Anotação de Responsabilidade Técnica (ART). Sistemas mais adotados e tipos de vidro Para contratar o serviço de fechamento de varanda, também é importante conhecer os tipos de instalação e de vidro. O fechamento do piso ao teto é o mais usado no Brasil. A versão é instalada sobre a mureta existente do apartamento ou para dentro do guarda-corpo e não exige o laudo de integridade e resistência deste último. O sistema de envidraçamento sobre o guarda-corpo também é um dos mais adotados. Composto por perfis e painéis de vidro, ele é fixado no guarda-corpo e na viga. Porém, essa alternativa depende de um laudo do próprio guarda-corpo. Em relação ao vidro, o laminado é o tipo mais indicado por empresas de envidraçamento. Ele é feito de duas chapas unidas por um elemento entre elas (polímero, EVA ou resina), evitando que os cacos se desgrudem em caso de rompimento. Já o vidro temperado pode ser usado em envidraçamentos, mas não é o preferido dos especialistas. Isso porque, ao quebrar, o painel fragmenta-se em pedaços que poderiam cair para fora da varanda e oferecer riscos ao condomínio. É recomendada uma revisão anual, para verificar todo o sistema e substituir componentes, se necessário. “Por isso é fundamental contratar uma empresa idônea, que preste a assistência correta também na etapa de manutenção”, aconselha o arquiteto.

  • AFEAL TERÁ NOVO PRESIDENTE A PARTIR DE JANEIRO

    Em seção plenária realizada no dia 23 de outubro de 2018, na sede da AFEAL, em São Paulo, o gerente geral da entidade, Fernando Rosa, anunciou os nomes dos empresários que farão parte do Conselho Deliberativo, Fiscal e do novo presidente da entidade. Alberto Henrique Cordeiro (presidente) e os integrantes de sua chapa foram eleitos por meio de votação realizada entre os associados. A posse da nova gestão será no dia 1 de janeiro de 2019 e o mandato se encerrará no dia 31 de dezembro de 2020. Na oportunidade o atual presidente, Antonio Antunes, validou o processo eleitoral e declarou para os presentes a chapa como vencedora. Em seguida, convidou o presidente eleito para que proclamasse as suas primeiras palavras. Cordeiro agradeceu o presidente e associados pela confiança depositada em sua candidatura e da sua chapa; enalteceu o trabalho realizado pela atual gestão; declarou o compromisso de dar andamento aos trabalhos atuais; não se afastar dos objetivos traçados no planejamento estratégico da entidade; e cumprir o propósito de representar e desenvolver o setor de esquadrias de alumínio. O novo presidente anunciou, de acordo com as prerrogativas do estatuto social, os nomes dos vice-presidentes que irão compor a nova Diretoria Executiva da AFEAL. São eles: Lucínio Abrantes dos Santos, vice-presidente de Relações Institucionais; Edison Claro de Moraes, vice-presidente de Comunicação e Eventos; Raul Ferreira da Costa Junior, vice-presidente de Regionais; Wady Abrahão Oliveira, vice-presidente Administrativo Financeiro; Filipe Gattera, vice-presidente de Economia e Estatística; Marcelo Soares da Rocha, vice-presidente Técnico; Antonio Antunes, vice-presidente de Programas da Qualidade. Abaixo, a primeira entrevista concedida por Alberto Henrique Cordeiro, como presidente da AFEAL para a gestão do biênio 2019-20: Qual será a linha de atuação da AFEAL nos próximos dois anos sob a sua gestão? Nosso trabalho na AFEAL terá como base o planejamento estratégico, de 2016 a 2020, que já está mapeado com os nossos valores organizacionais que continuarão norteando as ações da entidade. A nossa gestão vai sempre buscar a transparência, ética, integração, inovação, comprometimento e determinação. Tudo que o nosso presidente Antonio Antunes iniciou no planejamento estratégico na sua gestão em 2016, vamos continuar até 2020, com o desafio de já começar a pensar as novas diretrizes do planejamento após 2020. Com relação ao PSQ, quais são as metas para os próximos anos? Vamos continuar trabalhando forte com o PSQ. Pois entendemos que o programa é um grande vetor para a organização setorial que está alinhada ao planejamento estratégico. O principal ponto é a valorização do fabricante de esquadrias de alumínio. É a valorização da esquadria na sociedade, na construção civil e em todo o mercado. Nossa meta é ampliar a conscientização no segmento para os produtos de qualidade. Engajar mais empresas e sempre aumentar o número de participantes no programa, tanto fabricantes, sistemistas, fabricantes de componentes, toda a cadeia. O PSQ é um instrumento, uma ferramenta para estimular essa melhoria continua dos produtos, processos e pessoas. Além disso, é uma importante ferramenta de combate a não conformidade sistêmica no segmento e que nos permite monitorar o mercado contra essa prática. A AFEAL tem desenvolvido várias ações nesse campo para poder minimizar e buscar tirar o produto não conforme do mercado. Vamos lançar uma nova ferramenta em novembro, deste ano, que serão as FADs, Fichas de Avaliação de Desempenho. Elas estão sendo validadas e serão divulgadas no catálogo do Ministério das Cidades. Vão permitir a divulgação dos sistemas homologados para ajudar a especificação das construtoras, desde o início do projeto, para o atendimento dos requisitos da Norma de Desempenho 15.575. A entidade realizou encontros regionais e formalizou a criação de núcleos fora de SP. Como o Sr projeta as ações institucionais da entidade para ampliar a representação no País? Iremos apoiar a vice-presidência de Regionais para consolidar a presença da AFEAL em todo o território nacional. Isso é uma diretriz da entidade, do seu planejamento estratégico, que diz respeito à representatividade nacional da associação. Então vamos continuar ampliando essas iniciativas, grupos regionais, apoiando os fabricantes de esquadrias nos seus estados, estimulando a criação de novos núcleos. Em 2019, provavelmente, vamos realizar o 3º Encontro Regional, junto com o Salão Itinerante de Esquadrias (SAIE VETRO). Temos uma presença nacional muito forte e sabemos que temos espaço para aumentá-la ainda mais. Os programas de capacitação têm sido uma das principais demandas do setor para aumentar a competitividade das empresas. De que forma o Sr. pretende incentivar a realização de cursos in company, workshops, treinamentos e cursos? A capacitação é fundamental. Sem ela não temos qualidade, valorização das esquadrias no setor. A AFEAL tem que estar presente no dia a dia dos associados com treinamentos in company e outras atividade. Estamos trabalhando muito forte nesse sentido. Isso tem trazido um resultado muito interessante. Temos visitado o Brasil todo com esse programa. Vamos nas regionais e desenvolvemos vários treinamentos. Isso tem que ser cada vez mais ampliado, levando conhecimento para todos. Temos agora novas instalações em SP que possibilitam o aumento da oferta de cursos, palestras, treinamentos. Para 2019, teremos uma programação bastante ampla e buscaremos a realização de cursos on-line para facilitar a participação de associados do Brasil todo. Vamos continuar fortalecendo a nossa parceria com o Senai que é o nosso braço direito. Relações institucionais. A AFEAL vem estabelecendo parcerias com as mais diversas entidades do setor. Atua com participação no Deconcic, no programa “Do mesmo Lado” da Abrainc, no GT Produtividade e GT Inovação, entre outras. De que forma o Sr. enxerga esse trabalho e como Sr. pautará esse tipo de atuação da entidade? A relação institucional da AFEAL já é muito forte com as outras entidades. Isso deriva de um trabalho de anos realizado pelos associados, com destaque para o nosso vice-presidente, Sr. Lucinío Abrantes dos Santos. Temos uma representatividade enorme e parceria com entidades como a Fiesp, Abrainc, Sinduscons, Ademis, Abal, Asbea, Anamaco, entre outras; onde temos realizado palestras e ações com intuito de fortalecer o setor de esquadrias no mercado. Essas práticas fizeram da entidade uma referência no setor da construção civil e vamos buscar ampliar ainda essas atividades que nos ajudam a ser mais fortes no segmento. Fonte: Afeal

  • COM FOCO NO PÚBLICO NACIONAL E INTERNACIONAL, REIKI LANÇA QUATRO PRODUTOS

    A empresa Reiki lançou recentemente na feira FESQUA quatro novos produtos: Reiki Window, Reiki Door, Reiki Slim e Reiki Glazing (Reiki para pele de vidro). De acordo com o setor de Engenharia da marca, o Reiki Slim é uma variação do UP, inicialmente vendido somente no Sul do Brasil, mas que começa a atender todas as regiões do País. O produto busca reduzir ao máximo a interferência visual quando instalado sobre um guarda-corpo, o que não só permite ampliar a criatividade do arquiteto como também a criação de novos conceitos. A instalação é rápida e eficaz, portanto mais econômica, com valores acessíveis a qualquer empreendimento. A Reiki Glazing (Pele de Vidro), para aplicação de vidro em fachadas, é outra novidade da Reiki na feira. Desenvolvido para atender todas as exigências da norma de desempenho (estanqueidade), esta nova linha da marca utiliza exclusivo sistema de instalação, que possibilita a adequação estética da pele de vidro com a funcionalidade de abertura do sistema Reiki. O Reiki Window, que será apresentado ao mercado, buscou inspiração nas grandes referências internacionais de sua categoria que não existem no Brasil, e se caracteriza por possibilitar o aumento da área de circulação de ar em ambientes pequenos. Com isso, o sistema Reiki não está mais vinculado apenas ao fechamento de sacadas, mas também em outros cômodos como quartos ou lavanderias. É perfeito para o melhor aproveitamento de luz em apartamentos, por exemplo, com a possibilidade de envidraçamento com abertura total.. Já o Reiki Door é outra variação do sistema. Além de oferecer a abertura total do vão, a versão de porta proporciona integração dos ambientes, proporcionando leveza e amplitude. Pode ser instalado sem que, para isso, seja necessário cortar a alvenaria para embutir perfis. O Reiki Door usa vidros que variam de 10 milímetros a 12 milímetros e a possibilidade de instalação é de até três metros de altura. Já o sistema de travamento dos painéis, quando abertos, será magnetizado. Um dos objetivos do produto é atender áreas especialmente projetadas, como jardins ou espaços gourmet.

  • VIDROS ESPECIAIS PARA ENGENHARIA E ARQUITETURA

    Em Setembro, a empresa Unividros levou sua linha de vidros especiais para engenharia e arquitetura, para o mais importante evento do mercado de Esquadrias da América Latina, a 12ª FESQUA. A feira tornou-se um poderoso centro gerador de negócios e oportunidades para as empresas expositoras e para os visitantes, potenciais compradores desse mercado. Realizada a cada dois anos, a feira reúne em um único local, inovações em esquadrias e vidros, portas, janelas, fachadas, forros, portões, grades, acessórios e componentes, máquinas e equipamentos para a indústria de esquadrias e vidro. A Unividros participou do tradicional evento expondo sua linha de vidros especiais com destaque para os vidros curvos temperados laminados, utilizados em guarda-corpos e escadas, vidros com composições e tamanhos diferenciados para utilização em fachadas, fechamentos, coberturas e outras aplicações na construção civil. Leva também outros produtos específicos para as áreas de engenharia e arquitetura, peças especiais de vidros curvos e retos, laminados, insulados, com proteção solar, impressão digital e os modernos laminados com OPV, capazes de gerar energia enquanto cumprem suas funções de design e segurança. Juntamente com a Sunew, outro destaque será a apresentação de uma peça de mobiliário urbano a “OPTree”. Trata-se de uma “árvore” com “folhas” produzidas pela Unividros, em vidro curvo temperado, laminado com películas fotovoltaicas orgânicas – OPV (Organic Photovoltaic). Além da Optree as empresas vão mostrar a reprodução de uma fachada em vidro laminado com OPV e SentryGlas. Vidros fotovoltaicos: O vidro fotovoltaico, cuja principal característica é produzir energia a partir dos raios solares, tem sido bastante procurado para substituir o vidro comum na construção civil. Diferentemente da placa fotovoltaica tradicional, que só pode ser utilizada sobre telhados, lajes ou solo, o vidro fotovoltaico pode ser instalado em qualquer posição, seja em janelas, portas, claraboias, marquises e pisos. Além de gerar energia e de valorizar o imóvel, bloqueia os raios ultravioleta (UV) e infravermelhos (IR), responsáveis pelo aquecimento nos ambientes. A energia gerada pode ser utilizada na própria edificação ou então armazenada em baterias ou mesmo interconectada à rede da concessionária de energia elétrica local. Vidros laminados com OPV: O OPV é leve, transparente, flexível, reciclável, tem baixa pegada de carbono e grande apelo para design. Sua aplicação na laminação de vidros tem produzido painéis solares orgânicos, que reduzem o impacto ambiental e os custos de produção. A Unividros produz esse tipo de vidro e é fornecedora da Sunew, que desenvolve projetos nesse setor. “A cada feira que participamos encontramos nossos amigos e clientes e temos a oportunidade de difundir nossos produtos, apresentando-os a novos públicos”, destacou o diretor da Unividros, Orlando Pedro Nascimento.

  • VIDROS ESPECIAIS EMBELEZAM PROJETOS E FACILITAM O DIA A DIA

    Mesmo quem não trabalha nas áreas de arquitetura ou vidreira, provavelmente conhece os vidros temperados e laminados (que auxiliam na segurança) ou mesmo os vidros insulados e refletivos, que auxiliam no controle térmico. Mas, além dos tradicionais, o mercado vidreiro possui diversos produtos especiais, voltados para aplicações específicas e que requerem uma funcionalidade que talvez a maioria das pessoas não tenha pensado que existia ou era necessária. É o caso do vidro antipássaro ou mesmo os vidros antichama e aqueles que mudam de “cor” (passando de transparentes para opacos a partir do acionamento de um botão). “Os projetos atuais, cada vez mais, utilizam vidros, não apenas em fachadas e coberturas, mas também como tela de projeção, proteção contra o calor ou frio e ainda para captar energia solar, usar como forno ou cooktop. Para atender às demandas, o setor tem desenvolvido produtos inovadores e super modernos”, explica a arquiteta e especificadora técnica da PKO do Brasil, Rebeca Andrade. Tipos de vidros especiais Autolimpante O vidro autolimpante é feito com a colocação de uma camada transparente de dióxido de titânio (TiO2) na superfície externa do vidro, que usa os raios UV (ultravioleta) e água para combater os resíduos, que com o tempo ficam acumulados no vidro. Por isso é indicado para uso em locais de difícil acesso, uma vez que não precisam de manutenção constante de limpeza. Resultando ainda na redução de custo, pois dispensa o uso frequente de detergentes e consequentemente a agressão ao meio ambiente. Antirreflexo O vidro antirreflexo, Optview da Cebrace, foi criado para locais que precisam de máxima transparência e baixíssima reflexão, como vitrines, cabines envidraçadas em estádios, ou proteções de quadros e peças em museus. Dentre seus benefícios, está a redução da reflexão em até 5 vezes, quando comparado ao vidro comum, permitindo mais de 90% da passagem da luz e impedindo quase 100% dos raios UV, o que evita o desbotamento de móveis e objetos. Antipássaro Locais que possuem áreas verdes e, em consequência, muitos pássaros costumam ter problemas com a frequente colisão de pássaros com as fachadas de vidro. Por isso, muitos arquitetos têm procurado soluções em vidros “Bird-friendly” como padrões de desenhos ou telas na fachada. Para tentar resolver a questão, uma alemã criou um vidro, chamado de Ornilux, que possui um padrão de desenhos visível somente aos pássaros e não aos humanos. Assim, os animais enxergam muito bem o vidro e as pessoas continuam com a transparência. Antirrisco Todo vidro precisa de cuidado especial para que não risque, seja no transporte, colocação ou mesmo na limpeza. Para evitar essa situação, o fabricante Guardian desenvolveu uma linha de um vidro brilhante de alta durabilidade, chamado Cristal DiamondGuard. Fundido com a força do carbono por meio de um processo patenteado, apresenta uma camada protetora dez vezes mais resistente a riscos e são perfeitos para uso em tampos de mesa e aparadores, que valorizam a criação de ambientes. Antichamas Feito à base de borosilicato, o vidro antichamas e passa pelo processo de têmpera, resultando na função de reter as chamas em caso de incêndio. Pode funcionar por 30, 60, 90 ou 120 minutos a depender da exigência do bombeiro. Além deste produto, existe também o vidro Corta-fogo que tem o poder de manter as chamas e também o calor longe dos usuários, permitindo ser utilizado em rotas de fuga onde haverá proximidade da circulação de pessoas com o vidro. Fotovoltaico O vidro é composto por uma película fotovoltaica orgânica sustentável, também conhecida como célula solar, capaz de gerar energia elétrica por meio da luz do sol. A depender do material e da sua fabricação, cada metro quadrado do vidro será capaz de evitar a emissão de 120 kg de CO2 na atmosfera, por ano. Inteligente O vidro inteligente também é conhecido como vidro polarizado ou vidro dinâmico, e utiliza uma película de LCD (cristal líquido) em sua composição capaz de torná-lo de um vidro opaco em transparente com o apertar de um botão. Há opções como o vidro Privacyglass, que alterna a transparência com a opacidade total, e o Blind Glass, que oferece vários níveis de opacidade, além da formação de diversos desenhos no produto. Essa tecnologia permite a utilização racional dos espaços, criando ambientes tecnológicos, com controle eletrônico de privacidade e facilidade de limpeza. Plumbífero O vidro plumbífero Corning Med-X contém chumbo em sua composição, com o intuito de barrar a radiação de equipamentos de raio-X usados em procedimentos e diagnósticos médicos. Assegura a saúde ocupacional de profissionais, médicos e técnicos de radiologia, com transparência superior à 85%. Termocrômico Também conhecido como eletrocrômico, este vidro se transforma eletronicamente em mais claro ou mais escuro conforme a intensidade do Sol. Um sensor na fachada do edifício, avisa o computador da necessidade de aumentar ou reduzir a luminosidade do ambiente. Isto permite a economia de energia elétrica e o conforto luminoso sem o uso de cortinas, o dia todo. Vitrocerâmico O vidro vitrocerâmico utilizado normalmente em eletrodomésticos como cooktops ou churrasqueiras, por exemplo, é feito a partir de um choque térmico, semelhante ao processo de têmpera, conferindo ao produto maior resistência, baixa condutividade térmica e quase nenhuma dilatação térmica.

  • PLENÁRIAS SOBRE NORMAS TÉCNICAS PARA ESQUADRIAS E COMPONENTES

    Nesta última semana foram realizadas, na sede da Afeal, em São Paulo, duas reuniões plenárias sobre normas técnicas no âmbito da CEE-191 Comissão de Estudos de Esquadrias e CEE-188 – Comissão de Estudo Especial de Ferragens. Na plenária da CEE-191 os assuntos tratados foram sobre o andamento dos projetos de norma e das revisões de que estão sendo tratadas por meio dos GTs, Grupos de Trabalhos, de painéis metálicos, colagem estrutural, Perfis para PVC e ensaios laboratoriais. Além disso, foram tratados o texto da parte 7 da norma, que fala sobre ensaios em obras – fachadas. A discussão abordou as metodologias de ensaios que poderão ser aplicadas em obra e as condições ideais para reproduzi-los in loco, como referência os laboratoriais. Já no âmbito da pauta da CEE-188, o debate se deu sobre a possibilidade de abrirmos uma comissão de estudos sobre componentes estruturais para painéis fotovoltaicos e a continuação do texto base de Palhetas para persianas. Para a elaboração do texto base está sendo trabalhada a identificação da metodologia de alguns ensaios de verificação da resistência do material e flecha, quando submetidos a cargas de vento. Além disso, sobre os tratamentos de superfície utilizados nas palhetas, estão sendo verificados os ensaios a serem estabelecidos na NBR 14125 com relação à pintura, e no âmbito da NBR 12609, sobre anodização. Fonte: Afeal

  • UMA JANELA QUE BARRA RUÍDO MESMO ABERTA

    Já pensou se fosse possível criar um escudo antirruído na sua casa, para usufruir de um bem-vindo silêncio nos momentos de descanso ou concentração? Não se trata de um capricho. Vários estudos já mostraram o impacto que o barulho pode ter sobre nosso bem-estar físico e mental. Ele altera os batimentos cardíacos, por exemplo, e prejudica a qualidade do sono. Sem falar no risco para o próprio sistema auditivo. A OMS (Organização Mundial de Saúde) estabelece como limiar de segurança a marca de 85 decibéis, que pode ser ouvida por até oito horas por dia. De acordo com a entidade, um som de cem decibéis (como o que é produzido pelo trem do metrô) só pode ser escutado por no máximo 15 minutos por dia. Acima disso, oferece riscos de perda auditiva. Para atender essa demanda por silêncio – que virou artigo de luxo em algumas cidades – um grupo de pesquisadores de Singapura desenvolveu um mecanismo que é capaz de bloquear pela metade o barulho que vem do ambiente externo, mesmo que as janelas estejam completamente abertas. A solução criada pela equipe da Nanyang Technological University (NTU Singapore), com o apoio da Universidade de Southampton, no Reino Unido, e da Universidade Tottori, no Japão, consiste em um equipamento que deve ser instalado na grade da janela. A proposta é baseada na tecnologia de controle ativo de ruído – já adotada em muitos fones de ouvido e agora adaptada para funcionar mesmo numa grande área aberta. O controle ativo de ruído segue um princípio básico: o sistema identifica uma onda sonora e emite outra com a mesma amplitude, mas de fase invertida, fazendo com que essas ondas, ao convergirem, acabem se cancelando mutuamente. Esse efeito, chamado interferência, reduz o volume do ruído original. Claro que, quanto maior for o ambiente coberto por esse tipo de sistema, mais complexa precisa ser a solução. O sistema desenvolvido pela NTU conta com um microfone que consegue detectar o barulho antes que ele atinja a janela e analisa, em tempo real, os atributos do som que se aproxima. Esses dados são processados e levam à emissão de um som contrário, capaz de neutralizar o ruído. De acordo com Gan Woon Seng, diretor do centro que conduziu a pesquisa da NTU, não basta calcular a quantidade e o tipo certo de “antirruído” a ser emitido: um aspecto importante do trabalho diz respeito à velocidade com que esse processo todo ocorre, já que as ondas sonoras devem ser anuladas antes de chegarem ao prédio. A equipe conduziu os testes usando uma câmara à prova de som nos laboratórios da universidade, que simula uma sala com portas e janelas, parecida com um cômodo típico de uma residência. Várias unidades do equipamento foram instaladas junto às grades das janelas – cada um deles demanda 8 watts de energia, o que é equiparável ao exigido por uma caixa de som Bluetooth pequena. Associados a uma unidade de processamento, esses equipamentos funcionam como alto-falantes, emitindo as ondas que cancelam o ruído externo. Nos testes, foram utilizados sons de ambientes de construção, de turbinas de avião e de trens. A análise mostrou uma redução de 50% do barulho. Uma das principais vantagens dessa proposta é que ela permite reduzir o som proveniente de avenidas movimentadas, canteiros de obra etc. mantendo as janelas abertas, o que, por sua vez, reduz a necessidade de ar-condicionado para manter o ambiente fresco. O equipamento ainda é um protótipo e faz parte de uma iniciativa mais ampla da NTU, que busca dotar o campus da universidade com soluções tecnológicas inteligentes e sustentáveis, testando ali propostas que possam, posteriormente, ser ampliadas para incrementar a qualidade de vida de toda a população. A meta dos pesquisadores, agora, é aperfeiçoar essa tecnologia, para tornar o equipamento menor, mais eficiente, fácil de instalar e, eventualmente, até integrado às grades da janela. Além disso, a equipe está trabalhando com entidades governamentais para tornar a solução atraente do ponto de vista custo-efetivo, para que ela se torne uma opção viável para estabelecimentos residenciais e comerciais no futuro. Fonte: Época Negócios - Desenvolvimento - 13/09/18

  • VIDROSOM DEBATE SOLUÇÕES ACÚSTICAS DURANTE A FESQUA

    O VidroSom (Seminário de Soluções Acústicas em Vidro), realizado durante a 12ª FESQUA, no São Paulo Expo, apresentou soluções inovadoras e estudos de casos. Destacou também o papel do vidro, da esquadria e os cuidados que devem ser tomados no desenvolvimento de um sistema acústico. O evento reuniu 190 pessoas e consolidou-se como uma das principais ferramentas de informação e troca de conhecimentos entre arquitetos, fabricantes, consultores e profissionais do setor. Nesta edição, o evento trouxe um palestrante internacional: o grego Yannis Papadiotis, gerente de acessórios para esquadrias da SchlegelGiesse, que chamou a atenção para diversos pontos que devem ser observados na fabricação e instalação das esquadrias. Além disso, destacou cases de sucesso em obras na Europa. Em sua palestra, Roberto Papaiz, presidente da Screenline e do ITEC (Instituto Tecnológico da Construção Civil) destacou aspectos sobre o desempenho, estética, conforto acústico e sustentabilidade da “janela do futuro”. O gerente de Desenvolvimento de Mercado da CEBRACE, Remy Dufrayer, mostrou como o vidro isola o ruído e as vantagens dos vidros laminados. Citou, como exemplo, o vidro laminado de 11mm de proteção solar Cool Lite Linha S aplicado no Hotel Grand Meliá (RJ); e Luciana Teixeira, também da CEBRACE, detalhou o projeto Habitat e os benefícios do vidro de proteção solar em residências. A engenheira Michele Gleice da Silva, diretora técnica do ITEC, destacou a importância de fornecer, especificar e utilizar esquadrias e guarda-corpos que atendam aos requisitos da Norma de Desempenho Nº 15.575. Já a arquiteta Carolina Monteiro, doutora em acústica e pesquisadora nas áreas de acústica arquitetônica e ambiental, apresentou as ações desenvolvidas pela Pro Acústica para a elaboração do Mapa de Ruído da cidade de São Paulo. Por último, Edison Claro de Moraes, diretor da Universidade do Som e idealizador do VidroSom, trouxe novidades do último Inter Noise realizado recentemente em Chicago (EUA). “Vi que a acústica veicular continua sendo a ‘vedete’ por lá”. Além disso, apresentou um vídeo que expõe os graves problemas acústicos enfrentados pelos vizinhos do Allianz Parque (arena do Palmeiras) em dias de jogos de futebol ou de shows. E conclui: “Quando se fala em desempenho de uma janela, o maior problema é do fabricante e não do instalador”. No encerramento houve um debate entre os palestrantes, coordenado por Fernando Rosa, gerente executivo da AFEAL. Concurso de Desenho As alunas Isabelli Souza (6ª série A), da Escola Estadual MMDC; e Karina Rodrigues, da Nova 4E, venceram o Concurso de Desenhos “A Poluição Sonora e a minha vida” e receberam dois notebooks durante o evento. Também foram homenageados Nickolas Corazza Alves e Herbert Custódio da Silva que venceram o mesmo concurso em sua primeira edição, há 10 anos; e os profissionais eng. Nelson Firmino, do Grupo Aluparts, de 86 anos, especialista em esquadrias especiais; e Fernando Passi, diretor da Divinal, pelos relevantes serviços prestados ao setor. Mais uma vez, o evento teve caráter social: o dinheiro arrecadado com as inscrições foi doado para duas entidades: Nova 4E – que atende 160 pessoas especiais na Mooca; e a creche Paula Maria, que cuida 210 crianças carentes, no Cambuci. O VidroSom contou com patrocínio da CEBRACE e realização da Universidade do Som.

  • NOVOS SISTEMAS HOMOLOGADOS PELO PSQ

    A lista com novos sistemas homologados do Programa Setorial da Qualidade foi atualizada esta semana. Este é o terceiro relatório de sistemistas homologados divulgado pelo Programa. A utilização de sistemas homologados é condição fundamental para a participação ou o atrelamento dos fabricantes de esquadrias ao PSQ, seja como fabricante participante, seja como fabricante multissistema. Foram avaliadas a qualidade e resistência mecânica dos perfis utilizados, o tratamento de superfície dos perfis, a qualidade e vida útil de projeto dos componentes e também foi determinado o desempenho potencial dos sistemas de perfil no processo. Foram homologados os sistemas para as esquadrias-alvo do PSQ com base nos resultados obtidos os ensaios dos perfis, selantes e demais componentes, do confronto de suas partes e da montagem da janela com os projetos, além dos ensaios de desempenhos com janelas construídas a partir dos sistemas. Para estas avaliações, foram utilizadas a normas técnicas ABNT NBR 10.821 – Esquadrias para Edificações e NBR 15.575 (“Norma de Desempenho”). Toda vez que o programa tiver novos sistemas homologados, a lista será atualizada. Clique AQUI para acessar o relatório completo.

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