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  • ENERGIA EÓLICA SERÁ A SEGUNDA MAIOR FONTE ENERGÉTICA DO BRASIL EM 2021

    Em menos de três anos, a energia gerada a partir da força dos ventos deverá ser a segunda principal fonte de energia do Brasil, atrás somente da energia hidrelétrica. De acordo com dados divulgados pela Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica), esta fonte, que já representa 8% da produção de energia do país, deve crescer mais meio ponto percentual em 2019 e ultrapassar a biomassa até 2021. "A eólica tem demonstrado uma vitalidade impressionante em pouco tempo. Todos estes números mostram não apenas um setor consolidado, mas demonstram que a energia eólica tem um futuro promissor no Brasil", afirma Elbia Gannoum, presidente Executiva da ABEEólica, em comunicado. O ano de 2017 foi especialmente positivo para a indústria da energia eólica no Brasil. No período, a infraestrutura instalada gerou a quantidade recorde de 40,46 TWh de energia, o que significou um crescimento de 26,2% em relação ao ano anterior. Este valor atingiu 7,4% de toda geração de energia injetada no Sistema Interligado Nacional e foi responsável pelo abastecimento de cerca de 22 milhões de residências, o equivalente a 67 milhões de pessoas. "No Brasil, apesar de relativamente recente, já que se desenvolveu com mais força nos últimos oito anos, a energia eólica já é uma fonte consolidada, com uma indústria 80% nacionalizada e com ótimas perspectivas de crescimento e investimento. No ano passado [2017], a indústria eólica investiu R$ 11,4 bilhões no Brasil", contextualiza Gannoum. ENERGIA EÓLICA NO BRASIL EM RELAÇÃO AO MUNDO No início de 2018, o país subiu para a oitava posição no ranking mundial do Global Wind Energy Council (Gwec) - até 2012, o Brasil ocupava o modesto 15º posto na lista. Hoje, a capacidade instalada brasileira é de aproximadamente 13 GW, distribuídos em 520 parques eólicos com 6.600 aerogeradores em operação - 80% deste total está instalado no Nordeste. Na distribuição global da produção de energia eólica, o Brasil representa apenas 2%, quantidade similar à da França (sétima colocada no ranking) e à do Canadá (nono colocado). À frente, estão Reino Unido (sexto), Espanha (quinta), Índia (quarta), Alemanha (terceira), Estados Unidos (segundo) e China (líder). A China é, de longe, a que mais produz energia a partir dos ventos. Sua capacidade produtiva foi de 188 GW em 2017, equivalente a 35% de tudo que foi gerado pela matriz eólica no planeta - os EUA produziram 89 GW, ou 17% do total. Além disso, os chineses também são os que mais investem: só no ano passado, foram 19,6 GW instalados, ou 37% de todo o investimento global no setor. FUTURO DA ENERGIA EÓLICA NO PAÍS E NO MUNDO De acordo com o Global Wind Energy Outlook, podemos prever um futuro no qual a energia produzida a partir dos ventos forneça 20% da eletricidade de todo o mundo até 2030. Até lá, esta indústria poderá gerar mais de 2 GW e 2,4 milhões de empregos, além de reduzir as emissões de carbono em cerca de 3,3 bilhões de toneladas por ano. "O Acordo de Paris significa que precisamos produzir uma eletricidade descarbonizada até bem antes de 2050 e a energia eólica será protagonista dessa mudança", afirmou em comunicado Steve Sawyer, secretário geral do Gwec. O crescimento do parque eólico brasileiro é fundamental para que o país cumpra o acordo climático voluntariamente assumido pelo governo federal, em 2009. Na COP-15, em Copenhague, o Estado brasileiro se comprometeu a cortar as emissões de gases de efeito estufa entre 36,1% e 38,9% em comparação com o então cenário até 2020. "A energia produzida pelos ventos é renovável, não polui, possui baixíssimo impacto ambiental e não emite CO2 em sua operação", explica a presidente da ABEEólica. Além do ganho ambiental, a implementação de novas usinas de energia eólica gera fatores positivos para as economias locais. Nas propriedades de terra onde estão instalados aerogeradores, é possível realizar outras atividades produtivas. E também se trata de uma indústria capaz de produzir emprego em regiões mais remotas e menos desenvolvidas do ponto de vista econômico. Entre os estados brasileiros, o maior produtor é o Rio Grande do Norte, com 137 parques e produção de 3.722,5 MW - cada MW instalado representa 15 postos de trabalho. No pico de produção, a soma dos parques eólicos do Nordeste pode abastecer até 70,5% da necessidade energética da região. A expectativa da ABEEólica em cinco anos é instalar mais 200 novos parques eólicos e 4,7 GW de capacidade, levando o setor à marca de 17,8 W - equivalente a 11% da produção total de energia do país.

  • EM CONSULTA NACIONAL: NORMA PARA VIDROS RESISTENTES AO FOGO

    Encontra-se em Consulta Nacional até 7 de janeiro de 2019, no site da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), o projeto de revisão para a norma NBR 14925 — Elementos construtivos envidraçados resistentes ao fogo para compartimentação. A revisão está sendo coordenada pelo ABNT/CB-024 – Comitê Brasileiro de Segurança Contra Incêndio. Leia, faça suas sugestões e participe! — Mais informações: www.abntonline.com.br/consultanacional

  • EM CONSULTA NACIONAL: PROJETO DE REVISÃO DE NORMA DE GUARDA-CORPOS PARA EDIFICAÇÃO

    Está em consulta nacional até o dia 19 de novembro o Projeto de Revisão da ABNT NBR 14718 - Esquadrias - Guarda-corpos para Edificação - Requisitos, procedimentos e métodos de ensaio, elaborado pela Comissão de Estudo Especial de Esquadrias (ABNT/CEE-191). Após aprovada, a revisão cancela e substitui a edição anterior (ABNT NBR 14718:2008). É importante lembrar que até sua aprovação a referida edição continua em vigor. A Norma especifica os requisitos e métodos de ensaio para guarda-corpos para edificação, externos ou internos, para uso privativo ou coletivo, de médio ou alto tráfego, instalados em edificações habitacionais, comerciais, industriais, esportivas, culturais, de saúde e de terminais de passageiros. Além disso, assegura ao consumidor o recebimento dos produtos com condições mínimas de desempenho. O documento não é aplicável à indústria do petróleo e gás natural, bem como às obras de infraestrutura. O Grupo de Acompanhamento de Normas Técnicas (Gant) da Comat/CBIC, por meio do Portal de Normas Técnicas da CBIC, informou aos seguidores o status do projeto e as reuniões que aconteceram para sua revisão. As normas em revisão e em Consulta Nacional do setor da construção podem ser acessadas no site da entidade. As ações do GANT estão contidas no Projeto Gestão das Normas Técnicas do setor, uma iniciativa da CBIC e do Senai Nacional. Veja o Projeto de Revisão da ABNT NBR 14718 e participe da consulta pública. Fonte: CBIC

  • VOCÊ CONHECE OS TIPOS DE PARAFUSOS DE AÇO INOXIDÁVEL?

    Existem diversas ligas de aços inoxidáveis, cada uma com suas características para a produção de parafusos específicos. A norma de fabricação ISO3506 classifica os parafusos como A2, A4, C1, C2 e outras classes menos populares. Você sabe as diferenças entre eles? fonte: Inoxpar

  • PAINÉIS FOTOVOLTAICOS PODEM SER AFETADOS PELA CHUVA DE GRANIZO?

    A tecnologia dos painéis fotovoltaicos é uma das mais resistentes e duráveis da geração de energia limpa. Se o sistema tiver uma manutenção mínima adequada e eficiente, ele pode durar por anos. Com isso, fica evidente que os sistemas de energia solar possuem bastante resistência. Mas, essa resistência também suporta condições climáticas extremas como chuva de granizo? Será que ela pode ser fatal para os painéis? Quando falamos sobre as células fotovoltaicas podemos dizer que elas possuem certa fragilidade. Entretanto, a junção dessas células, que forma os painéis fotovoltaicos, é realmente muito resistente às condições do clima. O que acontece é que não podemos abusar disso. Andar em cima dos painéis, por exemplo, pode ser prejudicial ao sistema. Isso porque o peso em cima das placas pode acabar criando microfissuras diretamente nas células fotovoltaicas. Isso resultará em uma redução de desempenho, ou seja, haverá uma produção de energia solar menor. Painéis solares fotovoltaicos fabricados atualmente possuem vidro temperado de aproximadamente 3.2mm, que serve como uma proteção às células fotovoltaicas presentes ali. Em condições de teste específicas, painéis assim podem aguentar chuvas de granizo de diferentes formas e velocidades. Quando um painel solar é fabricado dentro das normas internacionais (IEC61215) é possível que ele suporte pedras de gelo (granizo) atiradas a 100 km/h. Um granizo grande (aproximadamente 1 cm de diâmetro) pode atingir, no máximo, 50 km/h. Ou seja, podemos dizer que um painel solar raramente será afetado pelas chuvas de granizo. Por se tratar de sistemas que estão sempre expostos eles já são produzidos para aguentar condições extremas do clima. E, para que os painéis apresentem toda sua eficiência, eles precisam ser instalados da maneira certa. Fonte: Cogera Energia

  • VENDAS NO VAREJO DA CONSTRUÇÃO CRESCEM EM OUTUBRO

    O varejo de material de construção cresceu 7% no mês de outubro, em comparação com setembro. Com relação ao mesmo período do ano passado, o setor manteve-se estável. Já no acumulado do ano, o segmento apresenta alta de 5,5% sobre o mesmo período de 2017. Nos últimos 12 meses, há crescimento de 7%. Os dados são da Pesquisa Tracking mensal da Anamaco, que entrevistou 530 lojistas entre os dias 24 a 30 de outubro. Segundo o levantamento, quase todas as regiões do País apresentaram crescimento, com destaque para o Centro-Oeste (18%) e Sul (17%). Norte e Sudeste cresceram 8% e 6%, respectivamente, enquanto o Nordeste apresentou queda de 5%. O aumento de vendas já era esperado no mês e foi influenciado pelo otimismo do mercado financeiro com relação às eleições. Em períodos de decisão, como as eleições de outubro, as pessoas tendem a segurar os gastos até que os rumos da economia estejam mais definidos, mas havia um sentimento de otimismo muito grande por parte do mercado financeiro com a provável, e agora confirmada, eleição do candidato Jair Bolsonaro. Tivemos queda do dólar de mais de 7% no mês e alta de mais de 6% na Ibovespa, principal indicador da bolsa paulista. Esse otimismo refletiu nas lojas, as pessoas voltaram a comprar e a planejar gastos com a casa. O levantamento da Anamaco apontou que o setor de tintas foi o que mais cresceu no mês (10%), seguido de telhas de fibrocimento (5%). Revestimentos cerâmicos, por sua vez, tiveram retração de 5%. A previsão para os próximos meses é ainda mais otimista. A implementação de uma agenda liberal tem agradado não só o mercado financeiro, como dado novo ânimo ao nosso setor. Cerca de 47% dos entrevistados pretendem realizar novos investimentos nos próximos 12 meses e o otimismo do setor com as ações do Governo Federal subiu de 41% para 68% após a eleição. Parte da pesquisa foi feita já após a confirmação de quem seria o nosso novo presidente, por isso acreditamos que o momento atual é de retomada. Entre os entrevistados, 61% acreditam que terão um desempenho de vendas ainda melhor em novembro. A entidade prevê um crescimento de 6,5% para o setor até dezembro, na comparação com 2017.Realizada pelo Instituto de Pesquisas da Anamaco, a Pesquisa Tracking Anamaco tem o apoio da Anfacer, Abrafati e Instituto Crisotila Brasil.

  • PUBLICADO O NOVO RELATÓRIO SETORIAL DO PSQ

    Acaba de ser publicado o Relatório Setorial – Portas e Janelas de Correr de Alumínio n° 002 no site do Ministério das Cidades. O documento aponta a relação de empresas qualificadas pelo Programa Setorial de Qualidade de Portas e Janelas de Correr e é uma ferramenta fundamental para que as construtoras, a indústria, o varejo e o consumidor final conheçam as empresas que produzem dentro de norma e que estão comprometidas com a qualidade e segurança do produto que entregam ao mercado. O relatório avaliou as empresas fabricantes com sistemas próprios, além de 12 empresas multissistemas (atreladas), ou seja, aquelas que são avaliadas obra a obra, desde que as esquadrias sejam produzidas a partir de sistemas homologados pelo programa. “Cumprimos mais uma etapa do nosso programa, que vem tomando corpo e avançando a cada nova etapa. Lembramos que os relatórios para as empresas são trimestrais e, a cada novo relatório, temos novos participantes, o que mostra como nosso programa vem ganhando o reconhecimento do mercado”, diz Antônio Antunes, presidente da AFEAL. Os produtos avaliados pelo PSQ são as janelas de correr em alumínio com duas folhas de vidro, as janelas de correr com três folhas com veneziana e as janelas de correr com duas folhas de vidro e persiana integrada, as três tipologias com dimensões máximas equivalentes a 1,2 m x 1,5 m. Lembramos que as esquadrias de correr correspondem a 58% do mercado organizado de esquadrias. Entre os testes aplicados, estão o de estanqueidade à água, resistência a cargas distribuías, verificação da resistência ao esforço horizontal, verificação de resistência à flexão da esquadria, comportamento sob ações repetidas de abertura e fechamento, índice de redução sonora ponderado. São também avaliados a anodização, pintura, roldanas, fechos, parafusos, gaxetas e escovas. O PSQ de Portas e Janelas de Correr de Alumínio envolve todas as etapas de fabricação das esquadrias – desde a extrusora, o sistemista, passando pelo fabricante de esquadria e os fabricantes de componentes. “Estamos fazendo nossa lição de casa. Este é um trabalho de anos, mas que certamente será fundamental para a organização do nosso setor e a criação de um ambiente de competição justa, com segurança para o consumidor e o reconhecimento do papel essencial que as esquadrias de alumínio têm hoje para a construção civil”, finaliza Alberto Cordeiro, vice-presidente de Programas de Qualidade e novo presidente eleito da entidade. Clique aqui para baixar o novo relatório. Outros materiais também estão disponíveis, como o Resumo Executivo, o Texto Referência e os Fundamentos Técnicos do Programa, clique nos links para acessar.

  • ENERGIA SOLAR FOTOVOLTAICA REDUZ GASTOS COM A CONTA DE LUZ

    De janeiro até julho de 2018, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) já aprovou reajustes e revisões tarifárias de diversas distribuidoras de energia de todas as regiões do país. Os impactos nas contas de milhões de brasileiros variam de 5% a 25,87%. Esse é um dos fatores que tem impulsionado o crescimento do setor de energia solar, que além de gerar economia no bolso, também contribui para o meio ambiente, com a redução de gases do efeito estufa. As residências lideram o ranking de instalações solares, no entanto, comércios, indústrias e prédios públicos também fazem parte e contribuem para essa expansão. De acordo com dados da Aneel, estima-se que, até 2024, mais de 1 milhão de geradores de energia solar estarão instalados em residências e empresas em todo o Brasil. Segundo projeções da Bloomberg New Energy Finance (2016b) apontadas em um estudo realizado pelo Sebrae, juntamente com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e a Organização dos Estados Iberoamericanos (OEI), a energia fotovoltaica representará por volta de 32% da matriz elétrica brasileira, passando da fonte com menor representatividade na matriz em 2016 para a fonte com a maior representatividade em 2040, com capacidade instalada entre 110 e 126 gigawatt. Em termos globais, a energia solar fotovoltaica representará mais de 25% da matriz elétrica. Com 8% do mercado nacional de geração distribuída, a Ilumisol, empresa cuja matriz está localizada na cidade de Cascavel, oeste do Paraná, tem expandido sua área de atuação e já conta com 34 unidades físicas distribuídas em todo o território nacional. A empresa informa que tem em seu portfólio mais de 1.400 obras realizadas, somando mais de 37MWp de potência instalada, contabilizando mais de 115 mil módulos instalados, gerando mais de 4,4 Gigawatts mensalmente. Segundo a direção da empresa, a energia gerada pelos sistemas da Ilumisol possibilita uma economia aos seus clientes de mais de R$2,5 milhões por mês. Conta de luz reduzida Investir na produção de energia solar pode fazer com que a conta de energia elétrica fique até 95% mais barata. E foi pensando nisso que a cooperativa de saúde Unimed Cascavel investiu na instalação de 190 módulos solares e dois inversores que produzem mais de sete mil quilowatts por mês. Segundo o diretor da Controladoria da Unimed Cascavel, Erwin Soliva Junior já nas primeiras semanas de funcionamento do sistema de geração de energia solar foi possível perceber uma economia de R$ 4 mil. “Optamos em implantar o sistema para reduzir custos com energia e também contribuir para a redução da emissão de carbono no meio ambiente”, acrescenta Erwin. Boa parte do volume de instalações dos sistemas de energia solar são em residências, como é o caso do gerente de farmácia Gilmei Raul Rigo, que investiu na instalação de 14 módulos solares em sua casa, isso fez com que a conta de luz reduzisse de R$ 250 para cerca de R$ 60. “Reduzir custos no orçamento da família e poder contar com uma fonte de energia renovável, foi que me levou a investir em um sistema de energia solar”, comenta Gilmei. De acordo com o gerente de expansão da Ilumisol, Julio Cesar, o crescimento do setor vem aumentando também devido aos incentivos com a oferta de linhas de financiamentos com juros e formas de pagamentos facilitados. “Existem linhas de financiamentos em que a parcela pode ser paga com o valor da economia que é feita na conta de luz no final do mês”, destaca Julio, ao acrescentar que em um período de 4 a 5 anos o investimento já estará pago e os módulos solares têm uma garantia de 25 anos de geração de energia. Segundo o presidente executivo da Absolar, Rodrigo Sauaia, somando os segmentos de mercado de geração distribuída e centralizada, os investimentos acumulados no Brasil neste setor fecharam 2017 com R$ 6 bilhões, e este ano devem atingir aproximadamente R$ 20 bilhões até final de 2018. Além de gerar economia e contribuir com a redução de gases do efeito estufa, com a instalação de um sistema de geração de energia solar, caso não consuma toda a energia produzida, é possível usar o crédito excedente para abater o consumo de outros imóveis cuja titularidade esteja no mesmo CPF ou CNPJ da unidade geradora, em qualquer território de abrangência da companhia de distribuição de energia da região. O valor excedido pode ser consumido em um prazo de até 5 anos. E mais: o imóvel se torna mais valorizado para venda ou aluguel. A capacidade solar do Brasil, junto ao constante crescimento, pode levar o país a ser uma referência mundial neste segmento. Fonte: www.ilumisolenergiasolar.com.br

  • SINDUSCON-SP TEM NOVA DIRETORIA ELEITA

    Com 97,2% dos votos válidos, a chapa “Inovar para crescer” venceu a eleição para a diretoria e representantes juntos à Fiesp no biênio 2019-2020, segundo apuração realizada no dia 5 de novembro na sede do SindusCon-SP em São Paulo. Também foram eleitos seis representantes para o Conselho Fiscal (mandato 2019-2020) entre titulares e suplentes e 12 nomes para o Conselho Consultivo (mandato 2019-2022). Os eleitos tomarão posse a partir de 1º de janeiro de 2019. Confira a lista de eleitos: Diretoria (biênio 2019-2020) Eduardo May Zaidan Fernando Paoliello Junqueira Francisco Antunes de Vasconcellos Neto Haruo Ishikawa Jorge Batlouni Neto José Romeu Ferraz Neto Luiz Antônio Messias Maristela Alves Lima Honda Moacir Benvenutti Netto Odair Garcia Senra Paulo Rogério Luongo Sanchez Ricardo Beschizza Ronaldo Cury de Capua Yorki Oswaldo Estefan Representantes junto à Fiesp Titulares: Eduardo Ribeiro Capobianco e João Claudio Robusti Suplentes: Cristiano Goldstein e Sergio Antonio Monteiro Porto Conselho Fiscal (biênio 2019-2020) Fabio Villas Bôas (1º titular) Mauricio Linn Bianchi (2º titular) Carlos Barbara (3º titular) Norton Guimarães de Carvalho (1º suplente) Fernando Rossi Fernandes (2º suplente) Rodrigo Fairbanks Von Uhlendorff (3º suplente) Conselho Consultivo (quadriênio 2019-2022) Alexandre Luis de Oliveira Delfino Paiva Teixeira de Freitas Fabio Lacerda Caldeira Flavio Aragão dos Santos José Batista Ferreira José Edgard Camolese Luiz Claudio Minniti Amoroso Renato Soffiatti Mesquita de Oliveira Roberto Latorraca Lima Stenio Armando Tokumoto de Almeida Tarcisio Paschoalato Victor Bassan de Almeida

  • ABIQUIM APRESENTA DADOS ESTATÍSTICOS DE COLAS, ADESIVOS E SELANTES

    O segmento de colas, adesivos e selantes teve um crescimento de 1,2% na produção, medida em toneladas, em 2017 em relação ao ano anterior, segundo dados do estudo “Estatísticas do Segmento de Colas, Adesivos e Selantes” da Associação Brasileira da Indústria Química – Abiquim, e o consumo aparente nacional (CAN), que mede o resultado da soma da produção mais importação excetuando-se as exportações, em toneladas, acompanhou a tendência e teve um crescimento de 2,4%, em 2017 em relação ao ano anterior. “As vendas totais (internas e externas) do setor alcançaram o valor de R$ 1,9 bilhão em 2017, equivalentes a quase US$ 600 milhões. Esse valor exemplifica a relevância do segmento de colas e selantes para a indústria química brasileira. Esses produtos direta ou indiretamente participam de diversas cadeias industriais”, explica a diretora de Economia e Estatística da Abiquim, Fátima Giovanna Coviello Ferreira, salientando também que: “na comparação com o primeiro ano da série o volume de produção e vendas caiu, mas esse recuo pode ser atribuído ao desenvolvimento tecnológico dos produtos, ou seja, é necessária uma quantidade menor do ingrediente ativo para desempenhar sua função”. Fátima explica que a amostra de produtos e empresas acompanhada no relatório “Estatísticas do Segmento de Colas, Adesivos e Selantes” inclui colas/adesivos, base água, base solvente, hot-melt, outras e selantes/mástiques e representam mais de 75% do mercado. O documento foi elaborado com a Comissão Setorial de Colas, Adesivos e Selantes da associação, que se dedica a analisar os comportamentos do mercado e como tornar a indústria nacional mais competitiva. O estudo “Estatísticas do Segmento de Colas, Adesivos e Selantes” pode ser comprado no Centro de Documentação da Abiquim (https://abiquim.org.br/biblioteca/cedoc).

  • ANÁLISE DE ECOEFICIÊNCIA DE JANELAS DE PVC

    Um estudo foi desenvolvido a partir das informações da Análise de Ecoeficiência de Janelas realizada pela Fundação Espaço ECO (FEE) para o Instituto Brasileiro do PVC, utilizando ferramenta desenvolvida pela BASF, certificada pela TÜV Rheinland do Brasil Ltda e National Sanitation Foundation (NSF) e aplicada pela FEE. Este levantamento passou por revisão externa realizada pela TÜV Rheinland do Brasil Ltda, que concluiu que o estudo cumpre todos os requisitos relevantes do método e normas citadas abaixo: • Protocolo de validação do método pela National Sanitation Foundation (NSF), (BASF’s Eco-Efficiency Analysis Methodology) – May 2013. • ABNT NBR ISO 14040:2009 – Gestão Ambiental, Avaliação do ciclo de vida, Princípios e estrutura – 2ª edição, válida a partir de 21/06/2009. • ABNT NBR ISO 14044:14044 – Gestão Ambiental, Avaliação do ciclo de vida, Princípios e estrutura – 1ª edição, válida a partir de 21/06/2009. Clique aqui para fazer o download Fonte: Instituto Brasileiro do PVC

  • MERCADO PREVÊ RETOMADA GRADUAL PARA 2019

    A indústria espera se beneficiar de uma retomada de grandes obras a partir de 2019. Empresas e entidades acreditam que a troca de governo deve impulsionar investimentos em infraestrutura, uma área considerada como o principal gargalo do País. “Dados do próprio Ministério do Planejamento mostram que há mais de duas mil obras paralisadas no País. Entendemos que a prioridade do governo dever ser a retomada da economia e a construção civil é uma cadeia que gera empregos rapidamente”, avalia o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat), Rodrigo Navarro. De acordo com uma auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU), pelo menos 2,8 mil obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) estão paralisadas. “São cerca de 500 de infraestrutura, incluindo aeroportos, ferrovias, mobilidade, portos e saneamento”, destaca Navarro. O dirigente ressalta que embora a perspectiva seja positiva, não significa que o impacto será imediato. “Temos um otimismo consciente de que se concluam essas obras. Esse cenário não vai trazer uma explosão de consumo instantânea, mas tende a ser melhor que 2018.” De acordo com os indicadores da Abramat, a previsão do setor é de 1,5% de crescimento em 2018, o primeiro resultado positivo após três anos. “A indústria de materiais de construção tem três grandes destinatários: o varejo, que tem puxado o desempenho atual, a construção civil e as grandes obras de infraestrutura. Em 2019, certamente esses outros dois segmentos estarão mais fortes”, esclarece. O gerente-executivo de infraestrutura da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Wagner Cardoso, acredita que o novo governo terá que manter programas de privatização. “Não há recursos, o valor necessário é muito maior que a União dispõe.” Na visão de Cardoso, o País investe pouco em infraestrutura. “Atualmente, são cerca de R$ 132 bilhões, menos de 2% do PIB. Deveria ser ao menos o dobro disso.” Um estudo da CNI aponta que os aportes deveriam ser de no mínimo 4,15% do PIB, o equivalente a R$ 274 bilhões. “Aumentar o investimento privado em infraestrutura é o caminho que acreditamos ser o correto. Já estamos vendo privatizações de aeroportos, leilões de petróleo e gás e de distribuidoras de energia. A questão é continuar nessa rota.” A entidade não tem uma projeção em relação à geração de empregos no País. “É muito complexo mensurar, são muitas variáveis que devem ser consideradas”, diz Cardoso. Investimento prioritário O gerente da divisão de automação industrial da Mitsubishi Electric, Fabiano Lourenço, acredita que os investimentos em infraestrutura vão ocorrer por necessidade do País. “Estava no programa de todos os principais candidatos à presidência. É um consenso.” Ele aponta que a empresa pode se beneficiar pela demanda de soluções em automação voltadas para o setor de água e esgoto. “Atualmente, se usam bombas antigas. Há um viés de investimento nessa área, pensando em automação e controle da vazão.” A empresa projeta dobrar seu faturamento e aumentar em 50% o número de funcionários até 2022. “O mercado de automação cresce de 2% a 3% mais do que o PIB. Temos um escopo grande de produtos para mercados de grande potencial. A indústria conteve muitos gastos nos últimos anos, devido à crise. Com a perspectiva de crescimento, esses aportes serão necessários” Até setembro, a divisão de automação da empresa teve 40% de crescimento. “Entre 2012 a 2017, crescemos 300% no País, apostando em setores onde a queda não foi tão acentuada, como alimentos e bebidas”, assinala. Lourenço revela que a Mitsubishi chegou a avaliar o fornecimento de soluções para o mercado de óleo e gás brasileiro. “A matriz entendeu que esse segmento ainda não estava maduro. Há um viés de médio prazo”, conta. Fonte: DCI

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