top of page

BUSCAR

Search this site

Resultados encontrados para busca vazia

  • VILA ECOLÓGICA TOTALMENTE AUTOSSUFICIENTE

    Ao sul de Copenhague, na Dinamarca, dois escritórios de arquitetura se uniram para criar uma vila ecológica inspirada nos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas (ODS). Com 35 mil metros quadrados e 400 residências, o empreendimento deve começar a sair do papel ao final do ano. A UN17 Village será o lar de 830 pessoas, incluindo idosos e crianças. Concebido pelas empresas Lendager Group e Årstiderne Arkitekter, o projeto prevê a construção de cinco quarteirões de moradias, que serão erguidos com concreto, madeira e vidro reciclados. O objetivo dos dinamarqueses é estabelecer novos parâmetros de sustentabilidade na construção civil. A expectativa é de que o condomínio seja concluído em 2023, embora o início das obras em 2019 possa ser adiado para o início do ano que vem, devido a condições climáticas. Parece oportuno que essa iniciativa esteja sendo levada adiante em Copenhague. Em 2014, a cidade recebeu o título de Capital Europeia Verde. O município almeja neutralizar suas emissões líquidas de carbono até 2025. Soluções sustentáveis Um conjunto de prédios da UN17 Village foi projetado para produzir mais energia do que o necessário, a fim de distribuir a corrente elétrica e aquecimento para outros edifícios. O complexo como um todo, incluindo os apartamentos individuais, está sendo pensado para ter resiliência às mudanças climáticas, com áreas verdes que vão compensar a perda de vegetação e de biodiversidade associada ao crescimento urbano. Estruturas de coleta da chuva permitirão reaproveitar 1,5 milhão de litros de água por ano. A água será tratada e poderá ser usada no banho e em lavabos. O aquecimento da água será feito por meio de energia geotérmica e painéis solares. Cada prédio terá um jardim no telhado. “Os prédios são projetados para limitar o consumo de energia e produzir e reciclar energia”, explica Anders Lendager, CEO do Lendager Group. “Focar no acesso universal à energia, numa maior eficiência e no uso de (fontes) renováveis é crucial para criar resiliência a problemas ambientais como as mudanças climáticas.” Espírito de comunidade O projeto terá três mil metros quadrados de áreas comuns para os residentes e outras pessoas, além de um centro de conferências e um restaurante orgânico. Estufas, hortas e instalações para o compartilhamento de alimentos vão produzir comida suficiente para o fornecimento de 30 mil refeições por ano. “As safras serão servidas no restaurante local, que também ajudará a distribuir as sobras de graça. Também queremos integrar um sistema para lidar com resíduos alimentares, oferecendo uma área determinada onde as pessoas possam compartilhar e recolher excedentes de comida de graça. A produção de vegetais reduz custos de transporte e emissões, mas também desempenha um papel importante na consolidação de comunidades e na educação”, explica Lendager. “60% das moradias necessárias até 2030 globalmente ainda não foram construídas. A UN17 Village mostra como podemos apoiar as populações em crescimento sem comprometer a sustentabilidade”, acrescenta o arquiteto. Como parte de seu compromisso em enfrentar a pobreza, os escritórios responsáveis pelo empreendimento vão oferecer cem vagas de trabalho para profissionais sem capacitação. Os arquitetos vão chamar as empreiteiras e construtoras a incluir esses indivíduos em suas equipes. As empresas Lendager Group e Årstiderne Arkitekter foram as vencedoras de uma competição que elegeu o melhor projeto para a ecovila inspirada nos ODS. “Em termos de escala, o bairro é particularmente adequado para ser um laboratório de inovação e para entregar uma prova de conceito”, afirma a chefe da Unidade de Cidades da ONU Meio Ambiente, Martina Otto. A especialista aponta que a agência das Nações Unidas trabalha para ampliar o alcance de inciativas exemplares, como a UN17 Village. “Na ONU Meio Ambiente apoiamos políticas e soluções técnicas que incentivem uma maior integração entre setores que são normalmente planejados, projetados e operados isoladamente”, completa Martina. Cidades pela regeneração dos ecossistemas Anders Lendager acredita que as cidades têm um papel central na regeneração de recursos hídricos e energéticos, da biodiversidade e da humanidade. “A mudança real no setor de construção civil ainda está por vir, mas a hora da virada está próxima”, afirma o arquiteto. “Precisamos usar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, a economia circular, o upcycling, etc. como ferramentas para criar edifícios e cidades regeneradoras, que devolvam e restaurem o que destruímos ao longo das décadas passadas.”

  • ADESÃO DO BRASIL NA ALIANÇA GLOBAL PARA ENERGIA SOLAR VAI SER ANALISADA POR CÂMARA DOS DEPUTADOS

    Informações recentes mostram que a Câmara dos Deputados está analisando a adesão do Brasil a uma aliança internacional que incentiva a adoção mundial da energia solar. O principal foco da aliança intergovernamental é reduzir o custo da energia solar e dos financiamentos para esta tecnologia, pois esses são os maiores obstáculos no momento. Através de uma mensagem presidencial, o texto do acordo-quadro chegou à Câmara. O termo acordo-quadro é usado em direito internacional para tratados que determinam as regras para cooperação em alguma área. Foi determinado pela Constituição que, antes de entrarem em vigor, os tratados internacionais, que acarretam encargos ou compromissos ao País, devem ser analisados pelas duas Casas do Congresso Nacional (Câmara e Senado). Em 2016, o acordo-quadro sobre a Aliança Solar Internacional (ASI) foi assinado. Atualmente, são 121 países com potencial solar envolvidos e localizados entre os trópicos de Câncer e de Capricórnio. Os integrantes da ASI são: índia, China, México, Nigéria, Argentina e Austrália. O lançamento da ASI aconteceu no ano de 2015, na Conferência do Clima, em Paris (COP 21), porém foi formalizada em 2016, em Nova Delhi, na Índia. A aliança tem como objetivo incentivar investimentos para a fonte de energia solar até 2030, movimentando mais de US$1 trilhão. De acordo com o presidente executivo da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), se o Brasil entrar para ASI, novas portas irão se abrir para o País, como, por exemplo, programas de benefícios, políticas de incentivo, ações multilaterais nas áreas de financiamento, regulação, modelos de negócio, pesquisa e desenvolvimento, entre muitas outras. A solicitação de entrada na ASI foi encaminhada em regime de prioridade e está aguardando análise do Plenário. No comunicado da Presidência foi esclarecido que a adesão do País à ASI não trará gastos ou subsídio de recursos. Os membros da aliança da ASI poderão executar ações inovadoras em parceria e recomendar programas de desenvolvimento da energia solar. Segundo informações da ASI, os programas criados irão contar com a maioria dos membros, além de assegurar a difusão. Os objetivos dos projetos serão simples, porém relevantes, e a implantação será avaliada pela assembleia da ASI. Cada programa terá sua execução, confiabilidade, gastos e desempenho analisados. Na visão do presidente da Absolar, representando todo o seguimento solar fotovoltaico brasileiro, essa questão da adesão pode tramitar de forma ágil junto ao Congresso Nacional devido ao apoio da sociedade e dos parlamentares, que mostram cada vez mais interesse nas fontes sustentáveis. Rodrigo Sauaia diz que o Brasil não deve ficar de fora deste movimento global em busca e benefício de um mundo cada vez mais responsável e sustentável. O setor da energia solar segue em expansão, enquanto aguarda a adesão ser apreciada no Congresso Nacional. De acordo com a Absolar, o Brasil, atualmente, possui 57.153 sistemas solares fotovoltaicos conectados à rede, o que traz uma economia a 70.069 unidades consumidoras, totalizando mais de R$ 3.6 bilhões em investimentos acumulados desde 2012, distribuídos por todas as regiões do País.

  • REGULAMENTAÇÃO DAS ESQUADRIAS PELO INMETRO

    No último dia 29 de janeiro, o INMETRO realizou a reunião de finalização da Análise do Impacto Regulatório de Esquadrias. A AFEAL participou ativamente de todo o processo inicial de análise, contribuindo com informações para o desenvolvimento do trabalho e marcou presença em todas as reuniões. A conclusão do parecer, a ser encaminhado à presidência do INMETRO, será pela publicação de um regulamento técnico sem avaliação da conformidade compulsória. Mas o que significa isso? Significa que o INMETRO, com a participação de todos os agentes interessados (associações representativas do setor, fabricantes de esquadrias, laboratórios, etc.), elaborará um regulamento técnico referente a esquadrias (alumínio, aço, PVC, madeira, etc.). O INMETRO não conduzirá um programa de certificação de esquadrias. A decisão do INMETRO vem ao encontro da proposta da AFEAL para que o Governo Federal não implemente um programa paralelo aos Programas Setoriais da Qualidade desenvolvidos no âmbito do Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade do Habitat – PBQP-H. É importante destacar que: - A publicação do Regulamento Técnico de Esquadrias por parte do INMETRO fortalecerá o combate à não conformidade conduzido pela AFEAL através do Programa Setorial da Qualidade. Vale salientar que a AFEAL já se dispôs a apoiar o INMETRO na fiscalização técnica das esquadrias de alumínio; - O Inmetro não conduzirá um programa de certificação de esquadrias, os fabricantes deverão cumprir o Regulamento Técnico e não poderão inserir a logomarca/selo do INMETRO em seus produtos. Aliás, algumas empresas estão divulgando comunicados induzindo os consumidores a concluírem que a certificação de suas esquadrias é reconhecida pelo INMETRO. Basta consultar o site deste organismo para constatar que estas certificações não têm o reconhecimento do INMETRO. - A AFEAL participará ativamente das discussões para a elaboração do Regulamento Técnico. Defenderemos a necessidade da avaliação da isolação sonora das esquadrias para possibilitar que as habitações atendam à norma técnica ABNT NBR 15.575 - Norma de Desempenho. Também defenderemos que todas as esquadrias sejam entregues com vidro e que tenham a sua durabilidade avaliada. Para finalizar, lembramos que o Programa Setorial da Qualidade de Portas e Janelas de Correr de Alumínio tem o reconhecimento do Governo Federal através do PBQP-H. Os relatórios setoriais emitidos trimestralmente divulgam as relações de empresas qualificadas e atreladas (“multissistemas”). A versão atualizada deste documento está disponível no site www.psqaluminio.com.br. fonte: AFEAL

  • KOMMERLING CRESCE 5% NO ANO DE 2018

    Administrando negócios globais da ordem de 600 milhões de euros, a multinacional alemã Kommerling, empresa com foco em perfis e sistemas para esquadrias de pvc, fechou 2018 contabilizando uma expansão de 5% nas vendas no mercado brasileiro, superando o crescimento de 1,2% registrado, no período, pelo segmento de materiais de construção. “Conquistamos este resultado graças à força dos negócios celebrados nas regiões Sudeste e Nordeste, bem como as demandas para obras residenciais de alto padrão e obras verticais, que contemplam a norma de desempenho NBR 15575”, comemora a diretora geral, Tonia Lima. Segundo a executiva, inicialmente a expectativa para 2018 era efetivar um resultado similar ao registrado no ano anterior. “Colocamos em prática nosso plano de implementação de melhorias, abrangendo desenvolvimento humano, com investimento e qualificação dos nossos colaboradores. Inauguramos nosso centro de treinamento comercial para todos os vendedores dos nossos parceiros. E retomamos o posicionamento da marca na FESQUA com o lançamento de produtos exclusivos para o Brasil”. Mercado em ascensão O setor de esquadrias de pvc movimenta cifras da ordem de R$ 1 bilhão por ano, respondendo por 4% do mercado geral. “Temos um front enorme para crescer”, afirma Tonia Lima, sinalizando a perspectiva de avanço na casa dos 20% em 2019.

  • VENDAS NO VAREJO DE MATERIAL DE CONSTRUÇÃO FICAM ESTÁVEIS EM JANEIRO

    O varejo de material de construção teve desempenho estável no mês de janeiro, na comparação com o mesmo período do ano passado. Já com relação a dezembro, o setor teve queda de 9%. O desempenho já era esperado pela Anamaco (Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção), que tradicionalmente registra um início de ano com pouco movimento. “Início do ano sempre é complicado porque temos o pagamento de IPTU, IPVA, retorno das aulas, férias de janeiro, as contas do cartão de crédito de dezembro (com todos os presentes de Natal). A lista é longa, e começou a faltar dinheiro principalmente no final do mês”, declara Cláudio Conz, presidente da Anamaco. Nos últimos 12 meses, o setor registrou crescimento de 6,5%, lembra ele. “Em 2018 tivemos faturamento recorde de R$ 122 bilhões. Estamos vindo de uma crescente, mas pra gente o ano começa mesmo depois do Carnaval, que é quando as pessoas geralmente voltam a pensar em reforma e construção, porque elas demandam tempo e planejamento”, explica. A Pesquisa Tracking mensal da Anamaco entrevistou 530 lojistas entre os dias 24 e 30 de janeiro. Todas as regiões do país apresentaram resultados abaixo do esperado em janeiro: Nordeste (-26%), Norte (-15%), Sudeste (-12%) , Sul (-9%) e Centro-Oeste (-3%). Entre as categorias pesquisadas, tintas apresentaram a maior retração no período (-40%), seguidas de revestimentos cerâmicos (-17%). Já telhas de fibrocimento cresceram 4% no mês, possivelmente por conta do aumento de volume de chuvas. “Para fevereiro, os lojistas estão mais otimistas. 45% dos entrevistados acredita em recuperação de parte das vendas, mas ainda assim deve ser um mês com pouco volume de vendas, comparado a outros meses do ano. O aumento do volume de chuvas ocasiona obras de reparo, mas as obras mais estruturais acabam ficando pra depois que a época de chuvas passa”, completa o presidente da Anamaco. O levantamento também apontou que 86% dos entrevistados estão otimistas com o novo governo. Enquanto 45% pretendem realizar investimentos nos próximos 12 meses, 20% dos entrevistados querem contratar novos funcionários já em fevereiro. Para 2019, a Anamaco prevê crescimento de 8,5% sobre 2018. Realizada pelo Instituto de Pesquisas da Anamaco, a Pesquisa Tracking Anamaco tem o apoio da Anfacer, Abrafati e Instituto Crisotila Brasil.

  • USO DE ENERGIAS ALTERNATIVAS IMPACTARÁ NEGÓCIO DE CONCESSIONÁRIAS EM MENOS DE 5 ANOS

    Estudo feito pela Accenture revela grande preocupação dos tomadores de decisão do setor elétrico quanto ao comportamento dos consumidores de energia. De acordo com a pesquisa Digitally Enabled Grid, 95% dos executivos concordam que, ao longo dos próximos dois anos, os consumidores de energia elétrica irão optar cada vez mais pelo abastecimento off-grid – energia solar e outras alternativas – e usar a rede apenas em situações de emergência. A implantação de tecnologias de Geração Distribuída (GD), como placas solares em regiões de grande demanda, está crescendo a um ritmo superior à capacidade de construção de novas redes pelas concessionárias, segundo 95% dos 150 executivos entrevistados em 25 países, incluindo o Brasil. Quase metade (48%) dos entrevistados afirma que parte de suas redes de abastecimento chegará à capacidade máxima em até três anos, enquanto apenas 1% acredita que isso levará mais de cinco anos. A proporção de consumidores residenciais e comerciais usando energia solar fotovoltaica nos mercados analisados pode ultrapassar a marca de 15% até 2036 em algumas regiões, como a Califórnia. A tendência provavelmente continuará a afetar o crescimento da demanda líquida de eletricidade no futuro próximo. O estudo também observa que o aumento da implantação de GD irá dificultar as operações das concessionárias, exigindo que as empresas do setor tomem medidas agora para evitar os gastos excessivos de reforço da rede necessários para administrar novos fluxos de energia da GD. De acordo com a modelagem da Accenture, alguns mercados poderiam gerar uma economia de custos significativa para reforço de capital simplesmente por meio de uma melhor identificação das restrições locais na rede de distribuição. Um aumento de 10% na precisão das previsões da GD resultou em uma economia projetada de 15% a 28% em Nova York, 14% a 18% na Califórnia, 14% a 15% na Austrália e 11% a 12% no Reino Unido e na Holanda. A integração da GD aparece como a segunda área de maior prioridade entre diferentes oportunidades de economia de custos e foi citada por 59% dos entrevistados como uma de suas cinco principais opções. A prioridade absoluta, segundo 61% dos entrevistados, é reduzir os custos unitários da cadeia de suprimentos por meio de previsões aprimoradas de materiais e solicitações de serviço. A GD, ao mesmo tempo que representa um desafio para as empresas de distribuição, traz diversas oportunidades. Entre os entrevistados, 95% afirmam que a prestação de serviços de GD e de armazenamento será uma das principais áreas de crescimento de lucros para as empresas de distribuição depois de 2025. Mais da metade dos entrevistados em todo o mundo também identificou os seguintes ativos como uma oportunidade para seus negócios: GD em grande escala; armazenamento conectado à rede; "prosumidores" (produtor + consumidor) de GD em pequena escala; e armazenamento comunitário. A modelagem da Accenture também prevê um crescimento potencial da demanda por eletricidade de até 31% entre os anos de 2026 e 2036, após um período de estagnação. O estudo e a modelagem atribuem, em parte, o crescimento ao impacto significativo dos veículos elétricos (VEs) e da eletrificação do aquecimento de edifícios no aumento da demanda, começando por volta de 2025. Outro dado é o aumento lento da porcentagem de veículos elétricos plug-in em relação ao número total de veículos: de 1% em 2019 para 3% até 2025, podendo chegar a 37% até 2040, liderada por ônibus municipais, scooters e pequenos veículos comerciais. Essa tendência pode resultar em uma demanda significativa por eletricidade. De fato, embora se espere que o consumo de eletricidade dos VEs represente pouco mais de 1% da hora anual de pico de demanda até 2025, esse número deve aumentar até quase quatro vezes nos mercados analisados em 2040, chegando a 4%. Em alguns mercados, como França e Califórnia, as previsões para 2040 são até mais otimistas, chegando a 10% e 8%, respectivamente. A descarbonização dos edifícios também deve aumentar a demanda por eletricidade em longo prazo, com 96% dos executivos de concessionárias concordando que esse processo reduzirá significativamente a demanda residencial e comercial por gás natural até 2040. Apenas os efeitos combinados da eletrificação de transporte e de aquecimento poderiam elevar significativamente a demanda de pico, com os dados da Accenture sugerindo que o consumo médio de eletricidade no horário de pico poderia aumentar aproximadamente 63% em relação a 2016 em 2040.

  • CONHEÇA 5 TENDÊNCIAS TECNOLÓGICAS DA CONSTRUÇÃO CIVIL

    A tecnologia sempre está em constante evolução a todo minuto e invariavelmente entra em cena para solucionar problemas e atender demandas recorrentes de todos os tipos de mercado. Na construção civil, esse movimento ganha aspectos ainda mais grandiosos, já que apresenta soluções de grande escala e que de fato vem revolucionando o modo de estruturar novos empreendimentos. Na prática, algumas tecnologias já vêm se destacando no cenário da construção civil, gerando redução de custos e impactando diretamente na qualidade dos projetos. Veja abaixo cinco tendências que já começam a ser realidade no mercado nacional: 1: IoT A chamada Internet das Coisas, Internet of Things em inglês, ou simplesmente IoT, é uma das maiores promessas do mercado e inclusive já começa a se tornar uma realidade. De maneira resumida, a Internet das Coisas é uma comunicação entre objetos e também com usuários por meio de softwares e sensores inteligentes que transmitem dados por meio de uma rede e as possibilidades são infinitas, já que qualquer “coisa” pode se adaptar a essa tecnologia, ou seja, carros, eletrodomésticos, smartphones, etc. A ideia é fornecer mais praticidade e soluções para problemas do nosso cotidiano, podendo abranger várias áreas como, por exemplo, questões ligadas ao transporte, onde a IoT atua nas informações sobre o trânsito, o tempo que você levará para chegar em determinado local ou até mesmo o número de vagas disponíveis em um estacionamento, o que já acontece em alguns locais hoje. De acordo com a Gartner, empresa americana especializada em infraestrutura digital, a expectativa é que até 2020 haverá mais de 20 bilhões de dispositivos e serviços utilizando a IoT. 2: Bioconcreto O bioconcreto vem ganhando cada vez mais espaço nos últimos anos, não apenas por ser um dos itens mais indispensáveis em uma construção, mas também por apresentar uma solução para um problema comum em todos os empreendimentos: a ação do tempo, ou seja, rachaduras, infiltrações, entre outros tipos de desgastes que fatalmente irão aparecer na estrutura. Criado pelo professor da instituição holandesa Delft University of Technology (TU Delft), Henry Jonkers, em 2009 o bioconcreto foi se aprimorando ao longo do tempo e, apesar de não ser tão novo, continua sendo revolucionário por se tratar de um material auto regenerativo. Isso acontece, pois, a sua composição contém cálcio, que serve de alimento para micro-organismos também presentes nesse concreto, possibilitando a reprodução de bactérias e, consequentemente, a reparação autônoma de rachaduras, que se desenvolvem para infiltrações, sem a necessidade da intervenção humana. 3: Projetos sustentáveis A preocupação com atitudes mais sustentáveis não é novidade, visto que o impacto da degradação ambiental já afeta diretamente a nossa qualidade de vida, porém essa mudança de comportamento também vem atingindo a construção civil. Prova disso são sistemas que visam reduzir os reflexos negativos no meio ambiente como, por exemplo, sistemas de captação de água da chuva, onde ela pode ser reaproveitada para a limpeza e irrigação de jardins, aquecimento através da energia solar, maior incentivo e espaços adequados para a reciclagem do lixo, além de menos desperdício de materiais durante a construção dos empreendimentos. 4: Impressão 3D Outra tecnologia que está bastante avançada em várias partes do mundo dentro do mercado da construção civil é a impressão 3D. Por aqui, essa novidade ainda engatinha, mas dá sinais de que se tornará uma realidade em um futuro bem próximo. Hoje, essa tecnologia é usada apenas para maquetes estruturais ou arquitetônicas, mas há um importante movimento em direção ao uso da impressora 3D e um dos principais benefícios está na redução de desperdício de material, além, é claro, do aumento da produtividade, já que com essa ferramenta a mão de obra é praticamente dispensada, abrindo novos horizontes para que os funcionários atuem em novas funções. 5: Realidade aumentada O conceito de Realidade Aumentada (RA) teoricamente é bastante simples, pois trabalha por meio de dispositivos e softwares que conseguem projetar tridimensionalmente espaços reais com informações precisas de determinado projeto. Porém, essa tecnologia oferece outras vantagens como, por exemplo, evitar erros de elaboração, uma vez que fornecem uma visão muito mais ampla do empreendimento, além de contribuir para a diminuição do desperdício de materiais e possibilitando o acompanhamento por parte dos arquitetos e engenheiros, mesmo que à distância. Essa tecnologia também pode ser utilizada para aprimorar o trabalho, tanto no próprio canteiro de obras, quanto na aproximação com o cliente. No primeiro caso, há a possibilidade de treinamento dos colaboradores, recriando ambientes reais através de simulações, já na outra ponta, o cliente pode ter acesso ao projeto antes mesmo de ser iniciado, podendo visualizar com mais veracidade o resultado final do seu espaço, com isso diminuem-se os atrasos, pois as possíveis mudanças podem ser feitas antes que a obra comece.

  • INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL APRESENTA MAIOR OTIMISMO NO INÍCIO DESTE ANO

    Apesar dos indicadores de atividade e emprego terem encerrado 2018 ainda em queda, a indústria da construção civil apresenta maior otimismo no começo deste ano, de acordo com sondagem divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Em uma escala na qual valores abaixo dos 50 pontos representam retração, o índice de condições atuais chegou a 51,6 pontos em janeiro, ultrapassando a linha divisória dos 50 pontos pela primeira vez desde 2014. De acordo com a CNI, o resultado acompanhou o movimento mais promissor dos indicadores de confiança e expectativas. O índice de expectativas do setor de construção alcançou 69,7 pontos neste mês, sendo que todas as variáveis do indicador ficaram acima dos 50 pontos, mostrando o otimismo dos empresários para este ano. A expectativa com a atividade chegou a 58,4 pontos, sobre novos empreendimentos foi a 58,1 pontos, para a compra de insumos subiu para 56,4 pontos, e sobre a contratação de empregados chegou a 56,1 pontos. Com isso, a intenção de investimentos pela indústria da construção chegou a 38 pontos, o melhor resultado desde janeiro de 2014. "É preciso aproveitar esse momento de otimismo com a economia e facilitar o acesso ao crédito e reduzir os custos dos financiamentos de longo prazo", afirmou a economista da CNI, Dea Fioravante. "O setor precisa de condições melhores de crédito de longo prazo", concluiu. 2018 A atividade no setor fechou dezembro em 44,4 pontos, o pior desempenho no ano passado. Já o índice de número e empregados ficou em 42,8 pontos no último mês de 2018. "O enfraquecimento da atividade neste período do ano é esperado devido ao recesso das festas de fim de ano, que diminui a assiduidade dos empregados e o desempenho das obras do setor", explicou a CNI. "A queda da atividade gera um impacto mais intenso no emprego, que apresenta o pior resultado desde junho de 2017", completou o documento.

  • PESQUISA APONTA TENDÊNCIA DE CRESCIMENTO NA CONSTRUÇÃO CIVIL EM 2019

    O IAMM (Instituto de Assessoria Mercadológica & Mercadométrica) realizou uma pesquisa inédita sobre as estimativas de crescimento de alguns mercados do setor da construção civil para o ano de 2019. O Instituto tomou por base informações obtidas com clientes industriais de materiais para a construção civil e dados secundários. De acordo com a estimativa, as expectativas de evolução dos mercados em 2019 refletem otimismo contido, “porque embora haja um clima econômico positivo, há falta de base concreta que substancie taxas mais agressivas”, informa o Instituto. A partir de março, segundo a pesquisa, o entusiasmo aportado pelo novo governo, poderá (ou não) impactar nas previsões para o ano 2019. Já a aprovação das reformas está com tendência positiva e os demais indicadores principais críticos (câmbio, juros e inflação) tendem a se manter estáveis. As matérias-primas com preços globalizados estarão com pequena espiral ascendente nos seus preços, podendo impactar nos lucros das empresas, mas com pequena influência no movimento da demanda. Ainda, a pesquisa aponta que, apesar do crescimento previsto, a tendência positiva de 2019 contribuirá muito pouco para recuperação das perdas sofridas nos últimos cinco anos. “Isso demandará mais cinco anos a partir de 2020”, esclarece o IAMM.

  • NOVAS EMPRESAS QUALIFICADAS SÃO APRESENTADAS EM RELATÓRIO SETORIAL DO PSQ

    A publicação do Relatório Setorial do pelo Programa Setorial da Qualidade (PSQ) de Portas e Janelas de Correr já está disponível no site do PBQP-H, nesse link: http://pbqph.cidades.gov.br/projetos_simac_psqs2.php?id_psq=118 O documento aponta a relação de empresas qualificadas e é uma ferramenta fundamental para que as construtoras, a indústria, o varejo e o consumidor final conheçam as empresas que produzem dentro da norma e que estão comprometidas com a qualidade e segurança do produto que entregam ao mercado. O relatório avaliou e auditou as empresas fabricantes com sistemas próprios e conta com 13 empresas multissistemas (atreladas), ou seja, aquelas que são avaliadas obra a obra, desde que as esquadrias sejam produzidas a partir de sistemas homologados pelo programa. As avaliações realizadas no âmbito do PSQ de Portas e Janelas de Correr são divididas em duas etapas: homologação dos sistemas de perfis de alumínio e avaliação de conformidade das esquadrias de alumínio. Uma vez homologado o sistema, as empresas participantes passam a ser auditadas regularmente pelo PSQ, para a verificação da conformidade dos componentes e das janelas – montadas a partir de sistemas homologados – em relação às exigências normativas. Para conhecer mais sobre o Programa Setorial da Qualidade acesse o site: http://psqaluminio.com.br/

  • USP TERÁ EDIFÍCIO PARA PROJETOS INOVADORES EM CONSTRUÇÃO CIVIL

    A Escola Politécnica (Poli) da Universidade de São Paulo (USP) dá mais um passo rumo à execução do projeto da nova sede do Centro de Inovação em Construção Civil (CICS), conhecido como CICS Living Lab, liderado pelo Departamento de Engenharia de Construção Civil. No dia 15 de janeiro, a instituição de ensino firmou um convênio com a empresa de aço ArcelorMittal voltado à doação de recursos para a construção do edifício. O acordo incluí a criação da disciplina ArcelorMittal “Construindo o Amanhã”, com investimento total de cerca de R$ 3 milhões para os próximos cinco anos. Vale destacar que a iniciativa consiste em um laboratório que abrigará o Centro de Inovação em Construção Civil, que busca acelerar a inovação e a sustentabilidade do segmento, ao reunir academia, empresas, entidades governamentais e da sociedade civil, em uma ação inovadora. De acordo com os responsáveis, o centro reúne pesquisadores da Poli, Escola de Engenharia de São Carlos (EESC), Instituto de Energia e Ambiente (IEE), Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos (FZEA), Instituto de Arquitetura e Urbanismo (IAU) e Laboratório de Eficiência Energética em Edifícios da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Inovação O CICS Living Lab será o único no Brasil projetado, construído e operado para demonstrar e testar, em condições reais de uso, as soluções inovadoras necessárias para superar os desafios ambientais. O edifício deverá incorporar uma série de soluções para uso sustentável da água, geração descentralizada de energias renováveis, internet das coisas, novos materiais, componentes e soluções construtivas industrializadas e eficientes. Os resultados serão medidos e avaliados em termos de bem-estar dos usuários e por meio de conceitos modernos de ecologia da indústria e economia circular. Para tanto, usuários e os sistemas serão monitorados de forma constante, ao gerar um fluxo constante de dados para o estímulo à pesquisa. “Uma universidade de pesquisa não é apenas uma formadora de mão de obra especializada, mas sim um instrumento de desenvolvimento da sociedade. Um dos nossos desafios é trazer as empresas para dentro da universidade e levar a instituição para dentro das companhias”, destacar o reitor da USP, Vahan Agopyan. Remodelação O projeto está localizado na Cidade Universitária, próximo ao Edifício da Engenharia Civil. A área total de 1,2 mil m2 engloba um novo bloco anexo ao prédio já existente. A parcela existente será remodelada, incorporando soluções mais avançadas. Partes do edifício serão desmontadas e os materiais, reciclados. A nova disciplina, incluída no acordo. deverá colaborar para a formação de recursos humanos, incentivar a pesquisa e identificar oportunidades de inovação para atuação conjunta da USP e ArcelorMittal, em busca da sustentabilidade social, ambiental e econômica na cadeia da construção em geral e do aço, em particular. “Trata-se de uma tradição da escola trabalhar em conjunto com o setor industrial. O formato da disciplina, já consagrado na USP, permite o estabelecimento de um relacionamento ao trazer novas propostas para ensino, pesquisa e inovação”, salienta a diretora da Poli, Liedi Legi Bernucci. “Isso beneficia a comunidade acadêmica, a empresa e a sociedade”, acrescenta.

  • ABIVIDRO EMPOSSA DIRETORIA PARA O NOVO BIÊNIO

    A Associação Brasileira das Indústrias de Vidro (Abividro) empossou no começo do ano sua nova diretoria, que estará à frente da associação até o final de 2020. Rildo Lima (foto acima), presidente da multinacional Owens-Illinois no Brasil, é o novo presidente da entidade, ficando responsável também pela área dedicada aos vidros de embalagem. Leopoldo Castiella, diretor-executivo da Cebrace, será o diretor do setor de vidros planos. Até o ano passado, ele presidia a associação. Lucien Belmonte permanece como superintendente da Abividro. Diretoria Abividro 2019-2020 Presidente Rildo Lima (Owens-Illinois) Diretor – Vidros planos Leopoldo Castiella (Cebrace) Diretor – Vidros transformados Fabio Oliveira (AGC) Diretor – Vidros especiais Thierry Fournier (Saint-Gobain) Diretor – Vidros de embalagem Rildo Lima (Owens-Illinois) Diretor – Vidros tableware Patrício Figueiredo (Nadir Figueiredo) Fonte: Abravidro/ Abividro

WhatsApp.svg.webp
bottom of page