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- KÖMMERLING MODERNIZA FORMATO EM CONVENÇÃO
Com o tema "A sua janela para um mundo melhor", a Kömmerling acaba de promover a 10ª Kömmvenção de Parceiros, no Resort Tivoli, em Salvador (BA). Estrategicamente, o evento foi contextualizado com a introdução de um novo formato de convenção, contemplando uma postura mais moderna, visualizada na troca do nome e, principalmente, pautada por uma metodologia de aprendizado de troca, bem como pelo apoio à expansão do conhecimento e valorização da sustentabilidade. Realizado pela primeira vez na região Nordeste, o evento foi marcado por conteúdos inéditos, premiação, interação e teve a participação do CEO mundial, Peter Mrosik, que fez questão de enfatizar que a companhia aposta nas potencialidades do mercado brasileiro, sinalizando investimentos para o país para os próximos anos, na medida em que a economia se estabilize e volte a ganhar tração. “Os rumos da companhia, no atual exercício, serão pautados por muita inovação, novos produtos e força de atendimento”, ressalta Tonia Lima, diretora da empresa. A executiva explica que a convenção é um momento em que os parceiros recebem todo o planejamento estratégico da Kömmerling para o ano que se inicia. “Assim, eles consolidam seu papel estratégico, mantendo as fábricas em constante evolução, tanto em termos de produto e serviço, quanto em matéria de desenvolvimento de todas as áreas de gestão”.
- AÇÃO PARA PROTEÇÃO AO CONSUMIDOR VERIFICA ESQUADRIAS DE ALUMÍNIO NO MERCADO
O Programa Setorial de Qualidade de Portas e Janelas de Correr de Alumínio está trabalhando ativamente para a implementação de ações que permitam o combate a não conformidade às normas técnicas da ABNT, em especial, a NBR 10.821 – Esquadrias para edificações e a NBR 15.575 – Edificações habitacionais – Desempenho. O acompanhamento da conformidade técnica das esquadrias colocadas no mercado já apresenta os primeiros resultados dos testes e avaliações. Vale destacar que foi avaliada a conformidade das esquadrias fabricadas tanto por empresas participantes quanto por empresas não participantes do Programa. O PSQ de Portas e Janelas de Correr de Alumínio é um programa específico para aferir e assegurar a qualidade das esquadrias e faz parte do Programa Brasileiro da Produtividade e Qualidade do Habitat (PBQP-H), do Governo Federal. Ele tem como entidade mantenedora a AFEAL – Associação Nacional de Fabricantes de Esquadrias de Alumínio, importante entidade representativa do setor. Jairo Cukierman, da TESIS, Entidade Gestora Técnica (EGT) do programa aponta que entre os principais problemas apresentados há muitas esquadrias comercializadas em regiões litorâneas sem o tratamento de superfície especificado na norma. “Estas janelas têm os seus perfis expostos à agressividade do ambiente litorâneo e, consequentemente, a sua durabilidade fica comprometida em pouco tempo de uso”, explica. Outro problema diagnosticado foi que há esquadrias que não apresentam desempenho satisfatório nos ensaios de estanqueidade para as regiões em que são comercializadas. Estas janelas favorecerão a infiltração de água e, consequentemente, poderão causar danos à saúde dos moradores destas residências devido à excessiva umidade dos ambientes. Há ainda esquadrias classificadas pelos fabricantes como apropriadas para serem utilizadas em determinadas regiões do Brasil, mas que são comercializadas em locais em que as exigências são mais severas. “A utilização destas janelas nestas regiões poderá comprometer a habitabilidade das moradias ou pior; poderá implicar no arrancamento das esquadrias. Vale destacar que o Brasil é dividido em 5 regiões, de acordo com a velocidade dos ventos. Por exemplo, a cidade de São Paulo está na Região III, cuja velocidade do vento é inferior à de Porto Alegre que está na Região V. Além disso, dependendo da altura em que a janela for instalada, as pressões a serem atendidas pelas esquadrias também são diferentes. É fundamental que as janelas apresentem as informações necessárias para a escolha adequada por parte dos consumidores”, completa Jairo. Segundo o executivo, o acompanhamento da conformidade dos produtos continuará sendo realizado pela TESIS e, ao longo de 2019, será publicada a primeira relação de empresas que, sistematicamente, comercializam esquadrias de correr de alumínio em não conformidade às normas técnicas da ABNT. É importante destacar que a AFEAL não tem nenhum conhecimento dos resultados individuais dos ensaios realizados. Relatórios trimestrais e homologação de sistemas O PSQ publica trimestralmente a relação de empresas qualificadas e os sistemas avaliados comercializados por estas empresas, além do relatório de empresas multissistemas participantes do programa, as que utilizam produtos de um sistemista homologado e fazem os ensaios por obra. Até o mês de fevereiro de 2019, já há 6 sistemas de janelas disponibilizados por empresas qualificadas no PSQ e 12 sistemas homologados pelo programa. Todos estes sistemas foram aprovados nos ensaios de perfis, tratamento de superfície, câmara (resistência às cargas de vento, estanqueidade à água e permeabilidade ao ar), resistência aos esforços de manuseio (verificação do comportamento sob ações repetidas de abertura e fechamento, resistência ao esforço horizontal com 1 e 2 cantos imobilizados), isolação sonora e resistência à corrosão dos componentes metálicos (fechos, roldanas, trincos e parafusos). Vender produtos fora de norma é crime Alberto Cordeiro, presidente da AFEAL, explica que o programa oferece ferramentas para que revendedores e construtoras tenham segurança em relação ao produto que estão adquirindo. “O uso de sistemas fornecidos pelas empresas qualificadas pelo PSQ ou fornecidos por empresas “multissistemas” (apresentadas nos Relatórios Setoriais) e cujos lotes forem auditados pelo PSQ confere tranquilidade aos revendedores, construtores, etc. de que as esquadrias estão em conformidade com a NBR 10.821 e com a NBR 15.575″, explica. Vale destacar que, de acordo com o Código de Defesa do Consumidor (CDC), a comercialização de produtos em não conformidade às normas técnicas da ABNT é considerada “prática abusiva” e passível da configuração de crime. “O código não faz distinção entre fabricantes, importadores, comerciantes ou construtoras – todos são considerados “fornecedores” e são solidariamente responsáveis pela qualidade dos produtos que colocam no mercado brasileiro”, finaliza Lígia Armani Michaluart, advogada da AFEAL. Mais informações estão disponíveis no site www.psqaluminio.com.br
- REUNIÕES DE NORMAS DE ESQUADRIAS
Serão realizadas duas reuniões importantes para o setor de esquadrias no dia 21/03. A 1ª Reunião será a de Norma de Esquadrias/2019 da ABNT/CEE 191 "Comissão de Estudos Especial de Esquadrias”, das 9h às 12h (Plenária). A segunda reunião da Norma de Componentes/2019 da ABNT/CEE-188, das 13h30 às 16h. Ambos os encontros acontecerão no SIAMFESP (Sindicato da Indústria de Artefatos de Metais não Ferrosos no Estado de São Paulo), localizado na Rua Padre Raposo, 39 – 7º andar – Mooca – São Paulo/SP.
- CUSTO DA CONSTRUÇÃO CIVIL SOBE 0,21% EM FEVEREIRO, DIZ IBGE
O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi), calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), registrou taxa de inflação de 0,21% em fevereiro deste ano. A alta de preços ficou abaixo das registradas em janeiro deste ano (0,42%) e em fevereiro de 2018 (0,30%). O Sinapi acumulado em 12 meses ficou em 4,47%, pouco abaixo dos 4,56% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores. O custo nacional da construção, por metro quadrado, passou de R$ 1.118,60 em janeiro, para R$ 1.120,99 em fevereiro. Os materiais tiveram alta de preços de 0,55% e passaram a custar R$ 583,63 por metro quadrado. A mão de obra teve queda de preços (deflação) de 0,15% em fevereiro. Seu custo por metro quadrado passou a ser de R$ 537,36.
- PAÍS COMEÇA A ARMAZENAR ENERGIA SOLAR EM LARGA ESCALA COM 10 ANOS DE ATRASO
Uma empresa geradora começou a usar uma bateria gigante para armazenar energia solar em larga escala em Uberlândia (MG), no primeiro projeto do tipo em operação no Brasil. Este primeiro passo, no entanto, chega com pelo menos dez anos de atraso em relação a países como EUA, Alemanha, Austrália e Japão, entre outros. A bateria recarregável de íon de lítio tem 3 por 12 metros e capacidade de armazenar 1.360 kWh (quilowatts-hora) ou 1,36 MWh (megawatt-hora) de energia solar fotovoltaica, o suficiente para abastecer 170 casas durante um dia inteiro. Se toda essa energia estocada durante um dia de sol fosse injetada à rede elétrica só no horário de pico de consumo, entre 18h e 21h, seria possível atender o dobro de casas: 340, ao todo. A bateria foi importada da China, já que o Brasil não tem tecnologia para fabricar esse tipo de equipamento com capacidade de armazenamento tão grande. CONTA PODE BAIXAR O sistema, que entrou em operação no final de fevereiro, faz parte de um projeto de pesquisa e desenvolvimento que absorveu R$ 22,7 milhões em investimentos, dos quais R$ 17,5 milhões foram aportados pela Cemig e os R$ 5,2 milhões restantes pela Alsol, idealizadora e executora do projeto. Segundo Gustavo Malagoni, presidente da Alsol, pode haver uma economia de pelo menos 15% por mês no preço do quilowatt-hora. "Sistemas como este que entrou em operação pela primeira vez no país permitem aliviar a sobrecarga na rede de distribuição, com benefícios para o meio ambiente, porque muitos geradores a diesel deixam de ser ligados, e para os consumidores, porque os preços das tarifas também cairão", disse o executivo. TRÊS PROJETOS EM ANDAMENTO A CPFL Energia está com três projetos semelhantes em andamento, nos quais devem ser investidos R$ 60 milhões. Renato Povia, gerente de Inovação da companhia, afirmou que uma das baterias, com capacidade de armazenamento de 1.000 kWh (quilowatts-hora) ou 1 MWh (megawatt-hora), deve ser instalada até dezembro no parque eólico da CPFL Renováveis no Rio Grande do Norte. Outras duas baterias, que ainda estão em processo de dimensionamento, devem ser instaladas em subestações de energia da companhia na região de Campinas (SP), também até o final do ano. ENERGIA SOLAR MAIS ACESSÍVEL O projeto acontece num momento de forte avanço da produção de energia solar fotovoltaica no país. Os preços das baterias de armazenamento em larga escala caíram mais de 75% no mercado internacional, entre 2010 e 2018, e o custo de geração desse tipo de energia despencou 83% nesse mesmo período, com reflexos no Brasil. Rodrigo Sauaia, presidente da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), afirmou que, no último leilão de energia, em abril do ano passado, o megawatt-hora saiu por US$ 35,25, ante pouco mais de US$ 80 um ano atrás. Segundo Sauaia, neste ano o governo federal deve fazer outros dois leilões de energia, com participação da energia solar fotovoltaica. Ele avalia que os preços por megawatt-hora ficarão ainda mais competitivos, o que mostra o forte avanço dessa fonte renovável. Estudo da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) projeta que a participação da energia solar na matriz elétrica do país deve atingir 10% em 2030. Hoje, não chega nem a 0,2% de toda a eletricidade produzida no país, que é aproximadamente 165 gigawatts (165.000 megawatts). O potencial técnico solar fotovoltaico do país é estimado em 28.500 gigawatts (28.500.000 megawatts), mais de 170 vezes a capacidade instalada de todas as fontes da matriz elétrica brasileira. Sauaia informou que, até o final do ano, o setor deve investir R$ 5,2 bilhões em geração de energia solar fotovoltaica, com o qual o acumulado de investimentos até 2022 passará de R$ 20 bilhões. O Brasil possui hoje cerca de 50 mil sistemas fotovoltaicos, incluindo usinas de médio e grande portes. "É apenas o começo. Considerando que existem 84 milhões de unidades consumidoras, os 50 mil sistemas comparado a esse universo é meia gota d'água", disse ele. fonte: UOL Economia/ Vladimir Goitia - Colaboração para o UOL, em São Paulo - 07/03/2019
- DIA INTERNACIONAL DA MULHER: CRESCE A MAIORIA FEMININA NA ARQUITETURA NO BRASIL
O Brasil possui atualmente 167.060 arquitetos e urbanistas ativos e registrados no Conselho de Arquitetura e Urbanismo. A maioria, 63,10% (105.420) são mulheres (105.420), enquanto 36,90% (61.640) são homens (61.400). Em 2018, os percentuais eram respectivamente de 62% e 38%. Essa predominância tende a aumentar nos próximos anos, uma vez que a parcela de mulheres entre estudantes é bem maior: 67%. Para comemorar o Dia Internacional da Mulher de 2019, o CAU presta uma homenagem especial a elas, apresentando trajetórias inspiradoras de arquitetas e urbanistas de todo país. Os perfis estão disponíveis em www.caubr.gov.br. Entre as protagonistas estão a jovem carioca Carla Juaçaba, hoje uma das arquitetas brasileiras mais em evidência no exterior; a paulista Rosa Kliass, autora de projetos paisagísticos de grande escala como o Parque do Anhangabaú (São Paulo) e o Mangal das Garças (Belém); a mineira Carina Guedes, do “Arquitetura na Periferia” de Belo Horizonte ; e os coletivos “Arquitetas Invisíveis” e “Arquitetas Negras”. “Com essas histórias buscamos fazer justiça dando maior visibilidade ao trabalho de nossas colegas. A função social da profissão é um desafio para todos os profissionais da área e o conjunto formado pelo público feminino é essencial para a construção de cidades mais inclusivas”, afirma o arquiteto e urbanista Luciano Guimarães, presidente do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil (CAU/BR). “Não por acaso, a agência Habitat da ONU dá ênfase às mulheres no planejamento urbano, considerando que a cidade segura para as mulheres é segura para todos”, complementa. RADIOGRAFIA O CAU também divulgou uma radiografia mostrando a força feminina na Arquitetura e Urbanismo do Brasil. Na faixa etária até 25 anos, as profissionais representam 79% do total de arquitetos e urbanistas. Ou seja, três em cada quatro. Entre 26 e 30 anos, o percentual é de 72%. A maioria se mantém até a faixa dos 60 anos, acima da qual os homens assumem o posto com 60%. Na distribuição por Estados, São Paulo naturalmente, por ter o maior contingente de profissionais (53.541), possui o maior número de arquitetas e urbanistas: 33.057, em contraposição a 20.484 homens. Em termos percentuais, 11 Estados estão acima da média nacional de arquitetas e urbanistas: RN, AL, ES, MG, PE, GO, PB, SC, MT, PR e RS. O DF e o PA empatam. A menor presença ocorre nos Estados do AC e do AP, com percentuais abaixo de 50%. DIAGNÓSTICO INÉDITO O Conselho de Arquitetura do Brasil divulgou ainda um diagnóstico inédito com outros aspectos da presença feminina no setor. Como reflexo da maior presença feminina no mercado de trabalho, as arquitetas e urbanistas são a maioria entre os profissionais que emitem RRTs (Registros de Responsabilidade Técnica) de projetos ou obras até o número de 50 por ano. Com 47%, quase se igualam aos homens na emissão de mais de 50 RRTs por ano. Em relação às atividades, nos últimos dois anos 34% dedicou-se à concepção de projetos, 16% à construção, 15% à arquitetura de interiores, 5% ao serviço público, 4% ao planejamento urbano e regional e 3,3% à arquitetura paisagística, para citar as seis principais. Esse desempenho, contudo, não tem uma percepção proporcional pela sociedade, situação que se repete em outros países. A historiadora espanhola Beatriz Colomina, professora da Universidade de Princeton, nos Estados Unidos, escreveu muito sobre gênero e arquitetura. É dela a afirmação de que “as mulheres são os fantasmas da arquitetura moderna, sempre presentes, cruciais, mas estranhamente invisíveis”. Não se trata apenas de mercado de trabalho. A busca de melhores condições femininas na profissão passa também pela ocupação de posições de destaque nas organizações do setor, em alguns casos minoritária, o que tem ensejado ações objetivando corrigir o desequilíbrio. O CAU/BR, por exemplo, foi recentemente admitido pela ONU na “Plataforma de Empoderamento das Mulheres” (WEP) e realizará este ano uma série de debates sobre o tema, lembra seu presidente, Luciano Guimarães. A questão não é circunscrita ao interior da profissão. A expectativa é de que à medida em que tenha maior visibilidade a presença majoritariamente feminina no setor colabore para reverter o cenário de produção de cidades sem preocupação com as necessidades das mulheres e das crianças. Para Beatriz Colomina, corrigir esse quadro “não é apenas uma questão de adicionar alguns nomes ou mesmo milhares à história da Arquitetura. Não é apenas uma questão de justiça humana ou precisão histórica, mas uma maneira de entender mais completamente a arquitetura e as formas complexas em que é produzida”. Clique aqui e saiba mais sobre o diagnóstico.
- PAINÉIS DE ALUMÍNIO E O FAMOSO RIO TÂMISA, EM LONDRES
Um projeto capaz de atrair e aumentar o fluxo de pedestres na via que corre paralela à margem norte do Rio Tâmisa, no centro de Londres. Esse foi o desafio proposto aos artistas, designers e arquitetos da cidade pelo Festival de Arquitetura de Londres. O vencedor, o badalado designer inglês Wolfgang Buttres, propôs uma instalação de 4,5 metros de altura, na linha das obras multissensoriais, composta por painéis de alumínio, que refletem imagens do rio conforme as mudanças provocadas pela luz e pelo movimento das águas. A instalação ainda é equipada com um sonar que, segundo Buttres, “expressa os sons do Tâmisa”. Clique aqui e veja a matéria na íntegra (*em inglês)
- TELHADOS SOLARES CRESCEM 139% NO ESTADO DE SÃO PAULO EM 2018
Aproveitar a luz do sol diária para gerar a própria energia elétrica e economizar quase todo o valor gasto com a conta de luz. Nesse sentido, já é possível no Brasil desde 2012, ano em que a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) regulamentou o segmento de geração distribuída, no qual moradores produzem sua energia através de geradores próprios e podem trocar com a energia da rede da distribuidora. Através de um sistema de créditos energéticos, a energia gerada durante o dia compensa o consumo da rede no período noturno, permitindo uma redução de até 95% na fatura e ainda a possibilidade do uso de créditos excedentes em outros imóveis do mesmo titular. Essa possibilidade caiu como uma luva para os brasileiros que pagam a quinta mais cara energia do mundo e, atualmente, mais de 54 mil deles já fazem parte do segmento distribuído, sendo que até 2024 a Aneel estima mais de 886 mil consumidores com placas solares em seus telhados. Somente no Estado de São Paulo, segundo maior do Brasil na utilização de sistemas de placas fotovoltaicas para geração elétrica, o crescimento no número de "telhados solares" em 2018 foi de impressionantes 139%. De acordo com o banco de dados da ANEEL, até o final de 2017 haviam conectados na rede elétrica 4.020 sistemas fotovoltaicos em São Paulo, número que chegou aos 9.639 no final do ano passado e que engloba moradores comerciais, rurais, públicos e, principalmente, residenciais. Um desses moradores é o Ademar Menezes, empresário na cidade de Ribeirão Preto que instalou o sistema em sua farmácia em 2015 e, desde então, já economizou R$44 mil "foi o melhor investimento que fiz na vida", disse Menezes. Entre as cidades do Estado com mais sistemas, Campinas lidera o ranking com 809 conexões, seguida por São Paulo, com 528 e São José do Rio Preto com 285 sistemas fotovoltaicos.
- PETROBRAS INVESTE EM PAINÉIS SOLARES FLEXÍVEIS COMO FORMA DE ENERGIA
A Petrobras trabalha com a perspectiva de entrar no mercado de produção e comercialização de uma nova geração de painéis solares flexíveis. Para isso, a empresa firmou com o Centro Suíço de Tecnologia e Microtecnologia Brasil (CSEM Brasil), sediado em Minas Gerais, cooperação para desenvolvimento de um composto para produção de células fotovoltaicas impressas e flexíveis. Os investimentos são de R$ 23,77 milhões ao longo de dois anos e meio. “Os painéis fotovoltaicos flexíveis são uma solução tecnológica interessante para o futuro da energia”, disse o gerente-geral de Pesquisa e Desenvolvimento em Refino e Gás Natural do Centro de Pesquisas da Petrobras (Cenpes), Oscar Chamberlain. Ele explica que esses painéis são uma nova forma de produção de energia elétrica através da fonte solar e apresentam vantagens, por exemplo, porque são feitos de um material flexível e transparente, que pode ser usado na própria roupa, no celular, no carro, na fachada de prédios. Chamberlain analisa que o CSEM Brasil avançou nessa área e alcançou uma escala que permite desenvolver e colocar painéis flexíveis quase de uso industrial. No caso da Petrobras, o interesse é avançar um pouco mais nessa fronteira do conhecimento e trabalhar no desenvolvimento conjunto de um novo componente desses painéis, feitos com polímeros, onde são colocados compostos orgânicos com capacidade de atuar como célula fotovoltaica (dispositivo para converter a luz do sol em energia elétrica). Estrutura cristalina “A Petrobras quer trabalhar com uma nova estrutura cristalina, que é a perovskita, que pode aumentar sensivelmente a capacidade de absorção e transformação em energia elétrica da emissão solar”, destacou Chamberlain. Isso está sendo desenvolvido tanto para painéis solares rígidos quanto, no caso em questão, para painéis flexíveis. Há estudos de que filmes com perovskita solar podem atingir, ou mesmo ultrapassar, a eficiência dos atuais painéis solares rígidos de silício, com menores custos de produção. Com mais de 30 anos de experiência no desenvolvimento de catalizadores para refino, o Cenpes usa agora conhecimentos para o desenvolvimento de ingredientes inorgânicos. “A gente já trabalha com nanotecnologia há um bom tempo”, lembrou Chamberlain. Segundo ele, o desenvolvimento desses novos ingredientes pode aumentar a eficiência dos painéis fotovoltaicos flexíveis. As energias renováveis, com destaque para a solar e a eólica, são prioridades no plano de investimentos da Petrobras. “Dentro das estratégias em renováveis, [o objetivo] é atuar em negócios de energia renovável de forma rentável”, afirmou. A companhia tem projetos para entrar gradualmente no mercado de geração solar distribuída. “Não é só produção de energia para consumo interno. Dentro da missão de ser uma empresa integrada de energia, a Petrobras quer trabalhar também uma opção de mercado”. No Plano de Negócios e Gestão de 2019 a 2023 não está prevista a entrada da Petrobras no mercado de produção e comercialização de painéis solares flexíveis. Componentes químicos Os componentes químicos que vão ser depositados nos filmes de polímero serão testados e desenvolvidos no CSEM Brasil, podendo evoluir para outras escalas. A Petrobras espera ter os primeiros resultados das pesquisas já no primeiro ano do termo de cooperação. Os filmes obtidos serão produzidos e comparados com os compostos comerciais disponíveis no momento. De acordo com informação da assessoria de imprensa da Petrobras, pesquisas sobre a aplicação do composto perovskita à conversão da energia solar vêm sendo feitas no exterior há cerca de dez anos, em instituições dos Estados Unidos e da Inglaterra. “É um material de ponta que tem grandes esforços para seu desenvolvimento”, disse Chamberlain. O gerente-geral do Cenpes informou que a Petrobras vai buscar parceria com universidades e institutos de pesquisa do Brasil e do exterior para o desenvolvimento desse elemento, como faz habitualmente em outros projetos, atuando junto com 120 universidades do Brasil.
- CASA FLUTUANTE É CONSTRUÍDA COM VIDROS DA GUARDIAN GLASS
O estúdio de arquitetura Mano de Santo e o KM Zero Open Innovation Hub escolheram a Guardian Glass ao projetar a “Punta de Mar”, a primeira casa flutuante, dinâmica e avançada da Espanha, construída com vidros de controle solar. O protótipo foi inaugurado no Club Náutico, em Denia, no Mar Mediterrâneo, e pretende levar o conceito de turismo experiencial para outro nível. Com projeto arquitetônico cuidadoso e minimalista e, ao mesmo tempo, funcional e respeitoso com o meio ambiente, a Punta de Mar promove uma experiência sensorial com tudo que a rodeia. Seu objetivo é proporcionar integração com o ambiente natural com intimidade, conforto, relaxamento e sensação de bem-estar para os convidados. Isto só foi possível devido ao invólucro de vidro fornecido pela Guardian Glass. A estrutura usa vidro triplo - processados pela Control Glass -, e é formada pelo vidro de controle solar Guardian SunGuard SN 70/35 HT, vidro Guardian ExtraClear e o vidro laminado Guardian ClimaGuard Premium2, usado para reforçar a segurança geral e a eficiência energética. A unidade de vidro fornece 61% de transmissão de luz e 32% de fator solar. Isso significa que o vidro permite a entrada abundante de luz solar, bloqueia a maior parte do calor e proporciona à Punta de Mar excelentes níveis de isolamento térmico, controle solar, segurança e isolamento acústico, criando um núcleo com alto desempenho e eficiência energética. O vidro não só facilita uma visão muito mais transparente, vívida e sem obstrução do mar e do ambiente natural, como também permite que os hóspedes experimentem uma integração total com seu entorno em constante mudança. “Tendo em mente as características deste projeto, onde foi necessário resolver demandas extremas, buscamos a excelência dos vidros da Guardian Glass. Além disso, o suporte técnico da empresa também foi fundamental”, diz Francesc de Paula García, arquiteto do estúdio de arquitetura Mano de Santo. Para o design de interiores do projeto foi especificado o vidro Guardian SunGuard HD Silver 20 (em áreas de guarda-roupa, cabeceiras de cama e banheiro), com o objetivo de brincar com diferentes reflexos. Devido aos seus vários efeitos espelhados, a privacidade pode ser melhorada nas áreas mais íntimas, enquanto cria efeitos interessantes e divertidos em outros espaços, proporcionando uma sensação de amplitude e imersão do exterior com o interior. “A importância do vidro, assim como de todos os outros materiais que escolhemos, tem sido essencial para uma conexão total com o entorno. O vidro, em particular, deve ter um desempenho em termos de transparência que permita isso (além do isolamento), assim como assegurar vãos de grandes dimensões para resolver também a questão do conforto. A isto, junta-se o fato do vidro utilizado na sala permitir uma experiência de 360 graus. Os hóspedes se sentem parte integrante da paisagem. É uma experiência de integração total e o vidro é fundamental para conseguir isso”, ressalta García. Como complemento perfeito para o vidro, os fechamentos deslizantes do projeto se destacam, permitindo a máxima abertura de portas e janelas usando perfis de alumínio reduzidos para criar vistas desobstruídas e maximizar a luz natural. Layout e tecnologia para o hóspede Com uma área total de 74 metros quadrados, o espaço foi projetado para o desfrute de duas pessoas e é dividido em dois andares, com design e equipamentos minimalistas. O primeiro andar de 40 metros quadrados tem uma cabine com banheiro e um terraço privado que serve como uma extensão do espaço interior. O segundo andar de 34 metros quadrados é um deck de chill-out, projetado para relaxamento. Ambos os espaços têm iluminação e música de fundo. Outra característica da Punta de Mar é que os hóspedes têm controle contínuo de sua experiência usando um aplicativo de automação residencial que permite tomar decisões sobre aspectos específicos da acomodação, como gerenciar a iluminação, o som, as fragrâncias e o nível de segurança. Esses controles podem ser aplicados a partir da própria plataforma ou remotamente. Vale a pena notar que a iluminação na Punta de Mar é biodinâmica, o que significa que reproduz a luz natural de fora para dentro. À medida que o dia avança, a luz varia seu tom para se assemelhar às variações de luz natural. Compromisso de sustentabilidade A Punta de Mar é uma iniciativa turística sustentável que não gera resíduos porque é uma estrutura modular com um sistema baseado em “Plug & Go”. Além disso, integra-se com o entorno e utiliza materiais com baixo impacto ambiental. Outro benefício é que a estrutura é rebocável por água e facilmente transportada por estrada. Isso significa que pode ser deslocada para diferentes paisagens naturais e cenários que tenham ligações de energia elétrica (como marinas ou praias privadas de hotéis) de forma a oferecer experiências únicas e exclusivas aos hóspedes.
- STAM METALÚRGICA COMEMORA 48 ANOS DE MERCADO
A Stam Metalúrgica, fabricante de fechaduras e cadeados, comemora 48 de anos de atuação e lança a Fortinox 4000 Multiponto, fechadura que oferece mais segurança e proteção através do cilindro multiponto, mais difícil de destravar e dos três pontos de bloqueio (pinos), que tornam o produto ainda mais resistente e seguro. Indicada para áreas de tráfego intenso e empreendimentos de alto padrão, a peça possui design sofisticado e é produzida com aço inox 304, material nobre que possui alta resistência à corrosão. Entre outros atributos da fechadura, destacam-se a exclusiva testa com 3mm de espessura, o trinco e chave em latão e a lingueta reforçada. Disponível em dois acabamentos, a Fortinox 4000 Multiponto possui cilindro monobloco em latão maciço em dois tamanhos: 61mm e 81 mm. Seu mecanismo interno é protegido pela blindagem da máquina, o que garante maior resistência a detritos, sujeira, desgastes e intempéries. Com esse lançamento, a Stam reafirma o compromisso com a qualidade e inovação dos seus produtos. Fundada em 1971 pelo empresário Francisco Faria, a empresa é especializada na produção de fechaduras e cadeados e investe, de forma contínua, na melhoria dos seus processos para tornar seus produtos cada vez mais competitivos. O parque industrial da Stam Metalúrgica, considerado um dos mais modernos da América Latina, tem mais de 40.000m² de área construída e está localizado no município de Nova Friburgo, no Estado do Rio de Janeiro. Atualmente, a unidade emprega cerca de 1.200 colaboradores. Rumo aos 50 anos Presente no mercado há quase 50 anos, a Stam possui um amplo e diversificado portfólio, alinhado com as principais tendências nacionais e internacionais e está em constante evolução para atender todas as necessidades dos seus clientes e parceiros. Além do lançamento da linha Fortinox 4000, a empresa tem como objetivo aumentar sua participação nos segmentos de arquitetura e decoração com a ampliação da Linha Ferraggio e com novos investimentos na Linha Stam by Itec. Cada vez mais sustentável Com uma capacidade produtiva que supera a marca de 130.000 itens/dia, a Stam mantém políticas e programas voltados para a preservação do meio ambiente e dos recursos naturais. A empresa já foi premiada pela FIRJAN pelo projeto de reuso de água na galvanoplastia e vibroacabamento com utilização de resinas de troca iônica. Possui redutores de vazão para otimizar o consumo de água e está na fase final de implantação de um sistema de captação de água da chuva para reuso em processos industriais e esgotamento sanitário. Na Stam, os resíduos gerados pela fábrica seguem a destinação prevista pela legislação ambiental, bem como os resíduos destinados à reciclagem como papel, papelão, plástico, óleos hidráulicos e óleos vegetais. Além da instalação de lâmpadas econômicas, a empresa utiliza painéis solares de células foto voltaicas para redução de gastos com energia elétrica.
- TRATAMENTO DE SUPERFÍCIE
Essencial, não só pelo fator estético, mas pela proteção ao próprio material, (no caso o alumínio), tanto a anodização como a pintura são acabamentos utilizados nos perfis para dar maior durabilidade e vida útil, pois proporciona maior proteção no combate à agressividade promovida pelas intempéries causadas pelo meio ambiente. A eficiência do tratamento de superfície se faz por meio de camadas de proteção, que são especificadas em “MICRAS”. Estas espessuras de camadas estão relacionadas à intensidade da agressividade das intempéries na região onde serão instalados os perfis (Esquadrias). A espessura da camada anódica em relação à agressividade das intempéries em cada região se dá através da TABELA 1 da Norma ABNT NBR 12609. Para que o material possua um desempenho eficaz em sua proteção, é preciso que haja um controle de qualidade em todo o processo, desde o manuseio do material, passando pelos tratamentos em tanques para desengraxamento e limpeza, com banhos sequenciais, para que o perfil receba o acabamento especificado, seja ele anodizado ou pintado. A necessidade de “primers” de adesão se faz para que, no caso da pintura, não haja um descolamento da camada de tinta em relação ao perfil. Caso o processo de tratamento citado acima não seja realizado corretamente, o acabamento final estará comprometido. (Ex. manchas, diferenças de tonalidades, empipocamentos, descolamentos, etc.). O importante é que sejam especificados ao fornecedor, que fará o processo de anodização ou pintura, a região do país onde este material será utilizado, para que a proteção de camadas seja adequada às características ambientais locais. Não esquecendo, é claro, a cor pretendida, pois cores menos usuais demandam mais tempo para serem produzidas e com isso pode afetar o prazo de entrega da obra em questão. Após o tratamento de superfície efetivado, este material é entregue às fabricas para ser beneficiado, ou seja, cortado, usinado e depois montado para que o produto (Esquadria) seja entregue na obra. O correto manuseio deste material nas fábricas, transporte e estocagem nas obras, é essencial para que a camada de superfície não seja danificada (riscos, falhas, ataques por produtos químicos e alcalinos, etc.). Cuidados como selamentos, componentes como fixadores, parafusos, devem ser verificados para que possamos proteger as usinagens e cortes que foram feitos, após o tratamento de superfície, e que, por consequência, estão desprotegidos, para evitar a corrosão filiforme ou por diferença de potencial. A limpeza e manutenção deverão ser seguidas de acordo com Manuais de Uso e Conservação fornecidos pelos Fabricantes, para que a vida útil do produto esteja sempre na garantia pré-estabelecida.















