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- VARANDA GOURMET ESTÁ NO TOPO DA LISTA DE EXIGÊNCIAS EM IMÓVEIS
O espaço, que pode ter utilização variada, gera conforto e torna o imóvel mais ventilado e iluminado As varandas se tornaram tendência no mercado imobiliário, principalmente nos últimos anos, porque o costume do morador contemporâneo está diferente. Nos dias de hoje, as pessoas priorizam por espaços onde consigam receber familiares e amigos e buscam lugares que possuam churrasqueira e espaço para ler, por exemplo. A Danpris, construtora paulista focada em empreendimentos de médio e alto padrão, investe em transformar as varandas em ambientes aconchegantes. "Incluímos varanda gourmet em todos os nossos empreendimentos. Pensamos em construir tudo o que a família busca para viver em um ambiente harmônico. Antes ter uma varanda gourmet era um luxo para poucos, hoje, buscamos entregar essa qualidade de vida em todos os nossos apartamentos, pois valorizamos a modernidade e o conforto da família em primeiro lugar", conta Dante Seferian, diretor executivo da construtora. As varandas gourmet contam com uma boa vista e arquitetura inovadora. Com o isolamento social, o espaço se tornou importante na hora de comprar um imóvel, com mais tempo em casa, as pessoas estão usufruindo mais desses espaços para o home office, prática de atividades físicas e lazer com as crianças. Fica ao critério do condômino decorar o espaço da forma que mais lhe agrada, cumprindo todas as exigências do prédio, sem deixar que o ambiente perca sua estética aconchegante. Na maioria dos imóveis ela está atrelada à sala de estar, o que permite a ampliação do ambiente trazendo a sensação de amplitude, além da liberação de maior entrada de luz natural e ventilação. Fonte: Danpris/Assessoria Digital Trix
- O PAPEL DAS JANELAS GANHA ESPAÇO NA JAPAN HOUSE SÃO PAULO
A exposição “WINDOWOLOGY: Estudo de janelas no Japão” chega na capital paulista no próximo dia 29 Chega na Japan House São Paulo, no próximo dia 29 de junho, a exposição inédita “WINDOWOLOGY: Estudo de janelas no Japão”, que fica em cartaz até 22 de agosto com entrada gratuita, a exposição já foi exibida na Japan House Los Angeles. A exibição foi concebida pelo Window Research Institute, instituição japonesa que realiza pesquisas em torno deste elemento. A exposição também conta com programação paralela online e conteúdos compartilhados por meio das redes sociais da Japan House São Paulo. O seu ponto de partida foi o papel das janelas no design, na construção das relações sociais, nas artes, na arquitetura e na literatura. Por meio de nove categorias, propõe leituras sobre a representação da janela nos vários processos artesanais, em produções audiovisuais, na construção das casas de chás, na arquitetura contemporânea, nos mangás e nas suas diferentes aplicações nos ambientes japoneses e seus múltiplos formatos, que foram se adaptando às necessidades das culturas ao longo da história. Em cartaz no segundo andar da instituição, a “WINDOWOLOGY: Estudo de janelas no Japão” explora a janela por meio de desenhos técnicos, maquetes, fotos, vídeos, mangás e obras literárias, que buscam mostrar aos visitantes as janelas como um dos componentes mais fascinantes da arquitetura e do dia a dia de todos. Para isso, apresenta seus diferentes tipos e movimentos, sua posição de destaque em ambientes e histórias, assim como revela sua potência, capaz de conectar o externo e o interno, permitir entrada de luz e ar nos ambientes, proteger do frio e da chuva e fazer com que seja possível observar o outro, a natureza e o movimento das cidades e das pessoas. No contexto japonês elas são, em sua maioria, feitas em madeira e compostas por colunas e vigas. Os vãos possuem características peculiares: quando se move um "tategu" (portas e janelas), o espaço transforma-se em um ambiente inteiramente ventilado. Um exemplo que reflete esse uso são as salas de chá japonesas, "chashitsu", programa arquitetônico que reúne diferentes tipos de janelas num espaço pequeno, em especial, o Yosuitei, denominado também de "Jûsansonoseki" (sala de 13 janelas), casa de chá que possui o maior número de janelas. Outra perspectiva apresentada na exposição é a relação das janelas com os locais de trabalhos manuais no Japão. Nesses ambientes, elas possuem lugar de destaque, inserindo ou expulsando elementos como a luz, o vento, o calor, a fumaça e o vapor, por exemplo, que alteram características de materiais como argila, madeira, tecido e papel. Fonte: ABC do ABC
- PRÓXIMO TEMA DE CAPA DA SUA REVISTA DE ESQUADRIAS
Enquanto preparamos a edição 150 da CONTRAMARCO — com destaque para a matéria de capa “Retrofit e melhorias em esquadrias residenciais e comerciais” — uma dica que pode ser útil é participar do curso online e ao vivo “Retrofit e Desempenho das Edificações”, a partir de 1º de julho na Faculdade Mackenzie, de Brasília (DF). Inscrições (pagas) neste link: https://www.mackenzie.br/cursos-curta-duracao/faculdade-brasilia/administracao-e-negocios/retrofit-e-o-desempenho-das-edificacoes
- PRODUÇÃO PRÓPRIA DE ENERGIA SOLAR NO RJ CRESCE 14% E ESTADO SOBE NO RANKING DO PAÍS, DIZ WIN
Região representa 4,3% de toda a autoprodução nacional de energia fotovoltaica A geração própria de energia solar no estado Rio de Janeiro cresceu 14% em termos de potência instalada em telhados e pequenos terrenos nos últimos 30 dias. A região saltou de 220 megawatts (MW) de capacidade em abril para 251 MW em maio, o que fez o território fluminense subir uma posição no ranking nacional da modalidade. O mapeamento foi feito pela Win Energias Renováveis, distribuidora de equipamentos fotovoltaicos e pertencente ao Grupo All Nations, com base nos dados da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) e da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL). O crescimento da energia solar no território fluminense fez o estado subir uma posição no ranking nacional da Absolar, saindo da oitava posição em abril para a sétima colocação em maio, ficando atrás de Minas Gerais, São Paulo, Rio Grande do Sul, Mato Grosso, Goiás e Paraná. Os 251 MW em operação nas residências, comércios, indústrias, propriedades rurais e prédios públicos do Rio de Janeiro representam 4,3% de toda a produção nacional da fonte fotovoltaica na geração própria de energia, que hoje possui 5,9 mil MW, um terço da capacidade de Itaipu. Para Camila Nascimento, diretora da Win Energias Renováveis e coordenadora estadual da Absolar no Rio de Janeiro, a tecnologia fotovoltaica representa um enorme potencial de desenvolvimento sustentável. “Trata-se de uma fonte que promove crescimento econômico e social para os fluminenses, com geração de emprego e renda, atração de investimentos privados e colaboração no combate às mudanças climáticas”, comenta. Segundo a executiva, a construção de um marco legal para a geração própria de energia no Brasil, conforme propõe o Projeto de Lei (PL) 5829/2019, atualmente em debate na Câmara dos Deputados, é o melhor caminho para afastar o risco de retrocesso à fonte solar e demais renováveis utilizadas em telhados, fachadas e pequenos terrenos no País. “Por isso, é fundamental o apoio da sociedade organizada e das empresas locais, no sentido de estabelecer um arcabouço legal transparente, justo e que reconheça os benefícios da energia solar na geração própria no País”, acrescenta Camila. Fonte: Absolar/Assessoria Totum Comunicação
- PONTAL ESQUADRIAS E VIDRAÇARIA FALA SOBRE SOLUÇÕES COM PERSIANA INTEGRADA NAS REDES SOCIAIS
A marca cita os benefícios do produto, que garante praticidade e comodidade No momento de reformar ou construir é necessário pensar na praticidade, comodidade e design do projeto. Para quem deseja ir além e ter controle de luminosidade e temperatura, blackout 100%, privacidade e conforto e sofisticação, as janelas com persianas integradas se encaixam em todos esses benefícios, segundo post no Instagram da Pontal Esquadrias e Vidraçaria. O produto garante maior privacidade e contribui para a vedação acústica também. Dessa forma, os moradores ficam mais à vontade para desfrutar do conforto do seu lar. A persiana integrada possui variadas formas de acionamento: automático, por meio de controle de remoto ou botão, e manual, feito com o uso de fita. COMO INSTALAR AS PERSIANAS INTEGRADAS? A partir de encaixes e braços compostos de aço inox, é possível realizar a instalação das portas e janelas com persianas integradas. As esteiras são revestidas com alumínio e complementadas com poliuretano, o que proporciona leveza na abertura e fechamento das persianas. Suas versões automáticas podem ser disponibilizadas em 110 ou 220 Volts. Fontes: Pontal Esquadrias e Inovar Esquadrias de Alumínio
- VIDRACEIROS: COMO REDUZIR SEUS CUSTOS TENDO UMA LOGÍSTICA ORGANIZADA
A Anavidro traz dicas que irão impulsionar sua empresa para o caminho do sucesso Para que você consiga ter uma logística organizada na sua empresa e entender como reduzir seus custos, separamos a seguir uma série de dicas que irão facilitar essa etapa. 1- Conheça os seus custos logísticos A logística é um setor que abrange as atividades de armazenagem, movimentação de materiais, estoque e transporte. Sendo assim, é essencial saber todos os gastos que estarão inclusos na realização dessas atividades, principalmente para ajudar na tomada de decisão. 2- Tenha contatos com diversas transportadoras Com isso, você poderá comparar preços, tempos de entrega, entre outros recursos com maior facilidade, o que pode auxiliar também em situações de emergência, ou quando precisar de algo com maior prioridade. 3- Utilize a tecnologia a seu favor Se sua curiosidade é de como reduzir seus custos na logística, usar a tecnologia é algo que tem inúmeros benefícios, como por exemplo, redução de desperdícios, maior agilidade nas entregas, melhorias nos produtos e no controle de qualidade, entre outros. 4- Faça a previsão da demanda Com base em alguns dados como, por exemplo, o histórico de vendas, análise de comportamento do mercado, giro de produtos e outros, é possível, cruzando essas informações, realizar previsões futuras e melhorar seu planejamento logístico. Fonte: Associação Nacional de Vidraçarias (Anavidro)
- COMUNICADO OFICIAL – NOVA DATA SAIE VETRO
Em razão da continuidade da pandemia no Brasil e no estado de Santa Catarina, os organizadores do SAIE VETRO – Salão da Indústria de Esquadrias e Vidro – informam ao mercado o adiamento da realização do evento presencial para os dias 07 e 08 de abril de 2022. A transferência de data tem o objetivo de atender aos pedidos dos expositores do evento, além das recomendações e diretrizes das autoridades competentes e dos órgãos de saúde. Nesse sentido, os organizadores do SAIE VETRO reconhecem que o período atual é delicado e requer especial atenção e colaboração de todos. Por isso, é imprescindível seguir as medidas de segurança e higiene para evitar aglomerações que possam contribuir para o agravamento da pandemia em curso. Seguiremos acompanhando atentamente as informações e recomendações das autoridades e dos órgãos de saúde do Brasil e do Exterior. Estamos convictos de que, juntos, venceremos os desafios desse cenário completamente atípico e imprevisível, que tem exigido de todos nós uma enorme capacidade de adaptação. Agradecemos a compreensão e o apoio de todos – e acreditamos que reunidos em um objetivo comum, faremos em 2022 um SAIE VETRO excelente e com grandes resultados positivos para todos.
- BOX ATÉ O TETO: ARQUITETAS ABORDAM A NOVA TENDÊNCIA PARA OS BANHEIROS
A opção é ideal para quem busca um banho mais relaxante e quentinho em um ambiente moderno e com ares de spa Com a função de reter a água do banho, isolar a área do chuveiro e não deixar o banheiro molhado, o box é uma das peças indispensáveis para o cômodo e dispõe de grande variedade de modelos e materiais. Geralmente, as estruturas mais comuns são as de vidro e com o tamanho padrão de 1,90m, mas há uma forte tendência ganhando o gosto dos entusiastas da decoração: o box piso-teto. Perfeito para quem é fã do estilo contemporâneo, o item confere ao ambiente uma aparência mais ampla, elegante e sofisticada. “Com o toque clean que as folhas de vidro propiciam ao estender sua altura até o teto, é possível ousar nos acabamentos. Fazer a serralheria em preto ou dourado, por exemplo, traz modernidade e foge do comum”, explica a arquiteta Monike Lafuente, sócia do escritório Studio Tan-gram ao lado de Claudia Yamada. Ela ainda explica que é sempre mais difícil ousar nas cores dos modelos convencionais, pois a barra superior acrescenta informação à decoração e, por isso, na maioria dos casos, acaba recebendo pintura branca. Todavia, antes de aderir ao estilo, é importante observar se o seu banheiro preenche alguns requisitos para evitar problemas futuros. Para descomplicar a escolha, as arquitetas dos escritórios Studio Tan-gram e Oliva Arquitetura esclareceram as principais dúvidas e apresentaram os prós e contras deste tipo de box. Janela dentro da área do box Por vedar a área do banho por completo e reter todo o vapor da água quente, a primeira regra do box piso-teto é que o banheiro disponha de uma janela na área interna. “Precisamos, necessariamente, oferecer um espaço para o vapor sair. Assim, evitamos de ter mofo no teto e nas paredes” , pontua a arquiteta Bianca Atalla, do escritório Oliva Arquitetura. Uma vantagem em relação ao box convencional é que o banheiro não fica úmido e a pintura de teto e paredes da área seca duram muito mais tempo. “Mesmo assim, sempre indicamos que seja utilizado tintas antimofo e nunca falte ventilação natural”, destaca a também arquiteta Fernanda Mendonça, sócia de Bianca no Oliva Arquitetura. Clima de Spa Para quem aprecia os efeitos relaxantes de uma sauna, o box piso-teto proporciona sensações semelhantes. “Por reter o calor, o conforto térmico é muito maior. A estrutura suscita a sensação de aconchego e momentos de relaxamento muito mais intensos”, explica Claudia. É uma opção na medida para os moradores mais sensíveis ao frio. Caso o intuito do morador seja criar um efeito de sauna, é fundamental entender que o processo de instalação é mais complexo por conta da necessidade de uma vedação maior, mas as especialistas ressaltam que a possibilidade também é bastante viável. Atenção com as medidas Por se tratar de uma peça com dimensões personalizadas, as profissionais de arquitetura advertem quanto à necessidade de realizar a medição para a execução do box apenas depois de finalizada a instalação dos revestimentos. O cuidado justifica ao imaginar que qualquer diferença de centímetro – a mais ou a menos –, pode colocar todo o projeto em risco. Ainda sobre o tamanho, as arquitetas não se referem apenas à relação altura x largura, mas também ao tipo de abertura desejada. Quando a preferência é por portas de abrir, deve-se levar em consideração o espaço que o banheiro dispõe para circulação, de forma que o ambiente como um todo não fique apertado e a estrutura não esbarre em nada. Por outro lado, a versão de correr não vem acompanhada por tantas preocupações, uma vez que as folhas se sobrepõem e não demandam espaço. As arquitetas ainda explicam que o box até o teto deve ser utilizado, preferencialmente, em banheiros mais amplos. “Quando o espaço é compacto, o box até o teto pode reverter na impressão de uma área ainda menor, deixando o ambiente claustrofóbico”, diz Monike. Materiais empregados Assim como formato convencional, o material mais indicado continua sendo o vidro temperado, capaz de aguentar altas temperaturas. Em casas com crianças ou idosos, é sempre bom cogitar a possibilidade de investir no uso de uma película de segurança para vidros. Em casos de acidentes, a película impede que cacos de vidro se espalhem e atinjam as pessoas. No caso dos perfis responsáveis pela vedação do box, eles podem ser de alumínio com pintura eletrostática. Para quem pode gastar um pouco mais, uma outra opção são as peças em inox com roldanas aparentes, que deixam a decoração mais interessante. Fontes: Studio Tan-Gram e Oliva Arquitetura/Assessoria Dc33 Comunicação
- BROTO DE BAMBU INSPIRA OBRA ICÔNICA NA CHINA
O projeto do arranha-céu China Resources Headquarters foi desenvolvido pelo escritório Kohn Pedersen Fox Com formas geométricas distintas e impactantes, a torre da China Resources Headquarters, entregue em 2016, transmite uma mensagem cultural sobre a história e o crescimento da empresa situada no bairro Shenzhen, na China. O projeto de 400 m de altura do escritório Kohn Pedersen Fox (KPF) se inspirou no broto de bambu, gerando uma forma cônica. A obra trabalhou o uso de colunas pré-fabricadas e unidades de aço. As 56 colunas verticais convergem em 28 colunas nas seções inferior e superior da torre, formando uma série de portais de entrada na base da torre e se fundindo em um ponto no seu pico. Os painéis de vidro iluminam a noite com um brilho semelhante a uma joia. Esse é um dos poucos arranha-céus no mundo em que as pessoas podem ocupar seu ponto mais alto. Nesse sentido, a obra une comodidades de varejo, residenciais e escritórios, ao todo, são 2 mil m² de espaço público.
- OBRAS DE 2.159 MORADIAS NO NOVO FORMATO DO NOSSA CASA - CDHU SERÃO ANUNCIADAS EM 21 MUNICÍPIOS
A Secretaria de Estado da Habitação anuncia, em breve, o início das obras de urbanização de 2.159 lotes do empreendimento do Programa Nossa Casa - CDHU, em 21 municípios paulistas. A Companhia de Desenvolvimento Urbano (CDHU), empresa estatal ligada à Secretaria de Estado da Habitação, já realizou as licitações e contatou as empresas vencedoras dos certames. A previsão é que as ordens de início de serviço sejam emitidas agora em junho. Os municípios comtemplados são: Alfredo Marcondes (9 unidades habitacionais), Caconde (33), Campos Novos Paulista (43), Canitar (121), Casa Branca (189), Castilho (128), Corumbataí (46), Cristas Paulista (149), Estrela d’Oeste (53), Guaíra (232), Guará (174), Guaraci (225), Guaratinguetá (36), Herculândia (52), Icem (140), Indiaporã (10), Nova Europa (67), Nova Independência (30), Pontal (205), Porto Feliz (197) e Sales (20). Essas contratações já fazem parte do novo formato da modalidade Nossa Casa - CDHU. A previsão anterior era de que a Caixa Econômica Federal seria responsável pela construção e pelo financiamento das unidades habitacionais do Programa Nossa Casa - CDHU. Para conferir mais agilidade na produção dos empreendimentos, a CDHU, está assumindo a construção de 6.600 unidades no estado. Os empreendimentos serão executados em duas etapas. Na primeira fase, será realizada a urbanização dos lotes com pavimentação e implantação de água, esgoto, iluminação e outros itens. Na sequência, será feita a edificação das unidades habitacionais. As casas terão dois dormitórios, sala, cozinha, banheiro e área de serviço. Os sorteios para a seleção das famílias foram realizados e serão mantidos para este novo formato. O financiamento dos imóveis seguirá os critérios da CDHU e as novas diretrizes da Política Habitacional do Estado, que preveem juros zero para famílias com renda mensal de até cinco salários mínimos. Assim, as famílias pagarão praticamente o mesmo valor ao longo dos trinta anos de contrato, que sofrerá apenas a correção monetária calculada pelo IPCA, o índice oficial do IBGE. Fonte: CDHU
- SC É DESTAQUE NA GERAÇÃO DE EMPREGOS NA CONSTRUÇÃO CIVIL
Foram mais de 35 mil empregos gerados entre os meses de janeiro e outubro de 2020 Responsável por mais de 6% do PIB nacional, a construção civil é destaque na geração de empregos em SC. Segundo Carlos Alberto Kita Xavier, presidente do CREA-SC, a construção civil envolve uma cadeia produtiva que vai desde a extração de recursos, passando pela produção de insumos e matérias pela indústria, tais como ferro, cimento, vidros e outros, até grandes obras de infraestrutura nas áreas de saneamento, água e energia, mobilidade e, sobretudo, habitação. Em Santa Catarina, o saldo de contratações foi maior do que o esperado. De acordo com dados de 2020, fornecidos pelo Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Santa Catarina (CREA-SC), de janeiro a outubro a construção civil e o setor industrial contrataram 48.907 colaboradores, atingindo a marca de 35.210 novos empregos, maior número de contratação dos estados brasileiros. De acordo com o economista e professor Márcio da Paixão Rodrigues, apenas nos quatro primeiros meses de 2021 foram gerados no setor, cerca de 9.500 empregos formais, representando 10% das vagas abertas no Estado neste ano, 489% a mais que na mesma época do ano anterior. Para Rodrigues , três fatores são essenciais para explicar o crescimento: a economia local, a capacidade do setor em se reerguer e adaptar-se às novas situações em um cenário de pandemia e as reduções de juros e facilidades de financiamentos imobiliários, impulsionando as vendas. Santa Catarina, atualmente, possui uma das menores taxas de desemprego, um dos melhores índices de geração de emprego e uma das melhores rendas médias do país. Esses fatores acabam impulsionando de forma diferenciada o mercado consumidor por imóveis, especialmente na construção civil, relata o economista. Para toda obra realizada no Estado, os responsáveis precisam emitir Anotações de Responsabilidade Técnica (ART), desta forma, o CREA-SC pode controlar quem são os responsáveis técnicos e, também, identificar os tipos de obras realizadas. No ano de 2020, foram 47% ARTs emitidas em Santa Catarina, destas, 42,5% foram emitidas por profissionais da engenharia civil. Comparando o acumulado de ARTs de janeiro a abril com anos anteriores, tivemos crescimento de 18,16% em relação a 2020 e 5,47% em relação a 2019. Em março de 2021, também batemos recorde de ARTs geral. Foi o mês com o maior número já registrado na história, mostrando aquecimento da economia, apesar da pandemia, explica Carlos Alberto, Kita Xavier, presidente do CREA-SC. Fonte: G1
- SAIBA OS BENEFÍCIOS DO REVESTIMENTO EPÓXI PARA O CHÃO DE FÁBRICA
Jorge Fernandes, coordenador técnico comercial da Atrium Pisos, esclarece dúvidas sobre a aplicação do sistema Exemplos de obras com aplicação do produto: Divulgação: Atrium Pisos A utilização de revestimentos epóxi para o comércio e indústrias pode gerar dúvidas, as principais, segundo Jorge Fernandes, coordenador técnico comercial da Atrium Pisos, são com relação a possibilidade de aplicação na empresa, resistência e duração do material, preço, entre outras. O sistema epoxídico possui alta resistência, sendo intitulado Revestimento de Alto Desempenho (RAD), conforme o executivo. “Existem vários sistemas de revestimento epóxi para pisos e pintura, com uma ou mais demãos, entre eles estão o revestimento argamassado, o sistema multilayer ou multicamadas e, o mais nobre, o autonivelante epóxi, que pode ser aplicado com 2 e ou 4 mm”, explica Fernandes. Entre os benefícios do sistema epóxi, estão: resistência mecânica (impacto e abrasão); resistência química; alta durabilidade; acabamento perfeito dos detalhes; variadas opções de textura e antiderrapância, dentre outros. Para uma melhor especificação do sistema que será aplicado, ele comenta que o especificador deve observar a temperatura local, resistência do substrato, tráfego da área, manuseio de produtos no espaço, impactos de ferramentas e ou produtos sobre o substrato, utilização da área, entre outros pontos. “Os produtos epoxídicos, por alto, são apresentados com e ou sem solventes. Quando os itens com solventes apresentam odor forte na aplicação, suas características de resistência são reduzidas, pois os polímeros se distanciam e, o solvente sendo volátil no processo de cura evapora. Assim, tornado mais frágil, com menos espessura e tendo uma vida útil reduzida. Enquanto o 100% sólido é muito mais resistente”, detalha Fernandes.














