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  • SETOR DA CONSTRUÇÃO CIVIL POSSUI VAGAS DE EMPREGO, PORÉM FALTAM PROFISSIONAIS QUALIFICADOS

    77% das empresas estão com dificuldades para encontrar novos colaboradores O setor da construção civil está aquecido em todo o País. Como consequência, existem muitas vagas de emprego abertas, porém as empresas estão com dificuldades para encontrar profissionais qualificados, conforme matéria publicada no portal Band Notícias. A indústria da construção tem um dos melhores salários médios de admissão do Brasil (R$ 1.843,79), perdendo somente para o setor de serviços (R$ 1.947,92). Ainda assim, faltam profissionais para preencher os espaços vazios, o problema mais relatado é a falta de mão de obra qualificada e 77% das empresas do setor contam ter dificuldade em contratar. “Principalmente naqueles cargos chamados de gestão de obras: mestre de obras, encarregado de obras, e até algumas funções técnicas que também têm um pouco de gestão, como pedreiro, carpinteiro, o eletricista, o pintor", explicou Fernando Guedes, presidente da comissão de relações de trabalho da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), ao site. Nesse cenário, o Sindicato da Construção Civil de São Paulo criou novos cursos, em parceria com o Sebrae, para trazer profissionais ao setor e evitar a escassez da mão de obra em 2022. Saiba mais em: www.band.uol.com.br/noticias/band-noticias/ultimas/com-vagas-de-emprego-construcao-civil-aponta-falta-de-profissionais-qualificados-16457314

  • É HORA DE INDUSTRIALIZAR A CONSTRUÇÃO CIVIL

    Este conceito beneficia projetistas, incorporadoras, construtoras e adquirentes de moradia Reproduzimos abaixo a íntegra do boletim eletrônico “Entre Aspas”, distribuído em 29 de outubro de 2021 pelo SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo). ---------- O SindusCon-SP e a AsBEA-SP (Associação Brasileira de Escritórios de Arquitetura) entendem ser inadiável intensificar, na construção residencial, a industrialização já adotada com sucesso em obras comerciais, institucionais e de infraestrutura. A construção civil avançou nas últimas décadas, focada na racionalização de custos e prazos. Mas o verdadeiro salto nesta evolução, para atingir outro patamar, somente será possível repensando a construção como um processo de montagem. Entre outros benefícios deste conceito, na fase de incorporação a construção industrializada reduz prazos, otimiza o retorno do investimento, clareia custos de construção, gera menos aditivos, reduz desperdício de mão de obra e materiais. Oferece mais opções de terrenos, por viabilizar canteiros com pouco espaço. Adota sistemas esbeltos que possibilitam maior área útil das unidades habitacionais, layouts mais flexíveis e facilidade de manutenção e reformas. Atuando desta forma, desde o início da fase de projeto, entre outras vantagens figuram maior interação entre as equipes de projeto e obra, claro entendimento dos sistemas e suas interfaces, uso de sistemas modulares com dimensionamento adequado, otimização das soluções de interferências, melhora da garantia de desempenho, maior detalhamento de projetos evitando erros na construção, otimização do uso de ferramentas avançadas aplicadas ao projeto e gestão de obras como BIM e IoT (siglas em inglês para Modelagem da Informação da Construção e Internet das Coisas), e possibilidade de carga menor nas estruturas e fundações. Na obra, serão alcançados maior produtividade, redução de prazos e custos, trabalhadores mais qualificados, ganhos de gestão pela quantidade menor de fornecedores e de contratos. Haverá maior assertividade nos quantitativos e recursos necessários, montagens prévias fora dos canteiros, redução de patologias, otimização da logística e do planejamento da obra. E mais sustentabilidade, com menor geração de resíduos e uso mais eficiente de água e energia. Os consumidores se beneficiarão. O custo final diminuirá, patologias e custos de manutenção se reduzirão, layouts serão mais flexíveis facilitando reformas. O mercado imobiliário se desenvolverá, atraindo novos fornecedores, ganhando escala e reduzindo custos. Para tanto, recomendam-se boas práticas como: • Considerar construção modular, produtos padronizados e repetitividade como premissas de projeto. • Definir os sistemas no início, antes do projeto de fundações e estrutura, para a correta especificação e possibilitando soluções mais esbeltas. • Analisar o custo global, considerando as economias ao longo de toda a vida do empreendimento. • Contratar os fornecedores dos sistemas no início do projeto. • Analisar o cronograma de desembolso antecipado em caso de entregas mais rápidas, ou a postergação de desembolsos para o início das obras, em entregas usuais. • Verificar a necessidade de sistemas específicos de transporte no canteiro e entorno. • Contratar mão de obra treinada pelo fornecedor do sistema. • Privilegiar fornecedores de sistemas com bom histórico. • Adquirir sistemas completos e sem adaptações, testados e certificados. O aspecto social tem relevância significativa neste processo, começando pela maior capacitação e segurança para os colaboradores do canteiro de obra, e finalizando com ambientes de maior conforto aos usuários pela sua qualificada construção. Tanto consumidores finais, como todos os profissionais envolvidos na cadeia produtiva, beneficiam-se deste processo. Ao promover a industrialização nas construções residenciais seremos capazes de incentivar a inovação de forma sustentável com incremento de produtividade e dando maior pujança à produção de habitação no país. Assim, teremos incorporações mais assertivas, projetos mais precisos, execução de obras otimizadas e maior satisfação dos adquirentes. Fonte: SindusCon-SP

  • ALÔ SERRALHEIRO TRABALHA COM SISTEMA DE CÁLCULO DE ESQUADRIAS DE ALUMÍNIO SIMPLES E COMPLETO

    O desenvolvimento do programa uniu profissionais de áreas e gerações diversas "Fazer um sistema de cálculo de portas e janelas de alumínio que fosse simples, permitindo o uso dos iniciantes, mas que também fosse completo, com avançados recursos, atendendo as necessidades dos técnicos experts do setor", conforme o portal Alô Serralheiro, essa foi a missão da marca. A empresa colocou no ar, em junho de 2016, a versão Beta do software e, em menos de 30 dias, reuniu mais de 300 usuários. Para desenvolver o programa, foram colocados lado a lado técnicos de esquadrias com experiência em distribuidoras, serralherias, extrusoras e até em obras e, jovens programadores, com habilidades na área e em design gráfico. "Unimos gerações em torno de um grande desafio: inovar, não perder o que já há de bom e acrescentar novas soluções", segundo o site da marca. FUNCIONALIDADES Atualmente, o programa conta com funções de orçamentos de esquadrias, listas de compras e planos de corte. Ainda de acordo com o site do Alô Serralheiro, toda a semana a marca recebe comentários sobre a solução, assim como sugestões e elogios. "Estamos aprimorando continuamente as funcionalidades, para que você tenha sempre o melhor sistema do mercado na sua serralheria". Fonte: Alô Serralheiro

  • EXPRESSIVA CONSTRUÇÃO DE PRÉDIOS RESIDENCIAIS EM SP

    Número de lançamentos de apartamentos na planta mais que dobrou Reportagem publicada no portal UOL destaca que a cidade de São Paulo está cheia de prédios residenciais sendo construídos, bem no meio da crise da pandemia. O número de lançamentos de apartamentos na planta mais do que dobrou: foram lançadas 41.797 unidades de janeiro a agosto deste ano, 106,5% de alta em relação ao mesmo período do ano passado (20.238). Em comparação com 2019, antes da pandemia, os números também são expressivos: a alta foi de 49% no mesmo intervalo. Os dados são do Secovi-SP (Sindicato da Habitação). COMO ISSO É POSSÍVEL? Segundo especialistas ouvidos pelo UOL, parte das obras foi projetada antes da pandemia, fruto ainda das diretrizes da Lei de Zoneamento, aprovada em 2016. Mas eles também dizem que novos projetos se iniciaram durante a crise mesmo, e a queda forte da taxa de juros no ano passado fez com que o mercado continuasse aquecido. Veja a matéria completa neste link: https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2021/10/27/por-que-tem-tanto-predio-sendo-construido-em-sao-paulo-na-pandemia.htm

  • PRECISÃO PARA CORTE DE ALUMÍNIO É DESTAQUE NA MÁQUINA SC-400 MPI, DA CORTESA

    O equipamento possibilita cortes angulares através do giro da mesa até 45º à direita ou à esquerda e através da inclinação do cabeçote A SC-400 MPi, máquina robusta e precisa para corte de alumínio, da Cortesa, possibilita cortes angulares através do giro da mesa até 45º à direita ou à esquerda e através da inclinação do cabeçote. "Equipada com buchas autolubrificantes nos mancais e rolamentos blindados no eixo, dispensa lubrificação", conforme publicação no Instagram da empresa. A máquina balanceada evita fadiga do operador bem como quedas bruscas da lâmina sobre o material. O equipamento dispõe de três morsas pneumáticas, sendo duas horizontais e uma vertical, bem como de lubrificação automática de corte por spray, capa retrátil de proteção da lâmina, gabinete com reservatório para óleo de corte e filtro regulador de ar. "As morsas e a lubrificação de corte são acionados automaticamente, através do movimento da balança", ainda conforme post da empresa. Entre as características técnicas, estão: diâmetro máximo da lâmina de 400mm; capacidade de corte em 90º: largura máxima 200mm e altura máxima de 120mm; cortes em 45º girando a mesa: largura máxima de 140mm e altura máxima de 120mm; cortes em 45º inclinando o cabeçote: largura máxima: 200mm e altura máxima de 65mm; rotação da lâmina: 3500 rpm (para uso com lâmina de wídia); potência do motor: 3CV 2P trifásico dimensões aproximadas altura total com cabo: 1600mm largura frontal: 610mm largura lateral: 650mm Peso: 135 kg Saiba mais em: www.cortesa.com.br Fonte: Cortesa/Instagram

  • FISE COMPONENTES LANÇA ESQUADRIA QUE MODERNIZA O MODELO GUILHOTINA

    O sistema Vertice FSA - tipologia Oscilo Deslizante permite maior ventilação e melhor contemplação do ambiente externo Modernizando a conhecida janela guilhotina, o sistema Vertice FSA - tipologia Oscilo Deslizante, recém-lançada pela Fise Componentes, na Fesqua Virtual, traz ao usuário maior ventilação e melhor contemplação do ambiente externo. Porém, corrige os pontos fracos do modelo antigo com um sistema de movimentação mais eficiente, onde as folhas param em qualquer ponto da esquadria e, possibilita o tombamento da folha interna, conforme publicação no Instagram da marca. O produto melhora a troca de ar do ambiente e facilita a limpeza. Seu principal destaque é o desempenho acústico nível A, comprovado por dois laboratórios, ainda segundo a publicação da marca paulista. Fonte: Fise Componentes/Instagram

  • 4º SIMPÓSIO BRASILEIRO DA INDÚSTRIA DE ESQUADRIAS ACONTECERÁ DE 23 A 26 DE NOVEMBRO

    O evento será online e ao vivo e terá palestras com profissionais renomados do setor Divulgação: Canal do Serralheiro Com realização do Canal do Serralheiro, sob a coordenação técnica do Prof. Ms. Alexandre Araujo, o 4º Simpósio Brasileiro da Indústria de Esquadrias: Tendências e Inovações das Esquadrias na Arquitetura Brasileira terá sua edição, online ao vivo, de 23 a 26 de novembro de 2021, das 18h30 às 21h30. O evento tem como objetivo reunir uma equipe multidisciplinar de acadêmicos, consultores, empresas fornecedoras, entidades de classe e executivos renomados do mercado de esquadrias, que apresentarão estudos e propostas para uma melhor performance da indústria de esquadrias. Dessa forma, possibilitando aos espectadores consumir conteúdos inspiradores de empresários de sucesso, disponibilizando aos participantes conhecimentos para alavancar o seu negócio. "Você vai passar quatro noites, totalizando 12 horas, do conforto da sua casa, com nomes de destaques no mercado de esquadrias, como a Fernanda Krentkowski, sócia administradora da Pádua Esquadrias e Vidros, Felipe Xavier, sócio fundador da Projetta Alumínio, engenheiro Igor Alvim, engenheiro Crescêncio Petrucci, arquiteto Júlio Kochen, professor Alexandre Araujo, entre outros", segundo publicação do Instagram do Canal do Serralheiro. O simpósio permitirá que os participantes interajam com o palestrante, fazendo perguntas ao final de cada apresentação. Para mais informações e inscrições, acesse: www.simbrie.com.br/

  • GERAÇÃO DE ENERGIA SOLAR NO NORDESTE BATE DOIS RECORDES NO MESMO DIA

    Apenas no mês de outubro, a marca mais alta de geração de energia foi superada três vezes A produção de energia solar fotovoltaica no Nordeste bateu dois recordes seguidos na última quarta-feira (27/10). De acordo com a Organização Nacional do Sistema Elétrico (ONS), o primeiro pico foi verificado às 13h19min com geração de 2.649 MW. Menos de uma hora depois, às 13h58min, foi verificada a produção de 2.675 MW, um aumento de 2% em relação ao índice alcançado mais cedo, e o suficiente para abastecer 21,3% da região naquele momento. Esses são o segundo e terceiro recordes do mês. Ainda segundo a ONS, a expectativa é de que a energia solar represente 2,6% da matriz elétrica brasileira até o fim deste ano. Atualmente, ela representa 2,2%. Fonte: CCN Brasil

  • PERFIS DA ALUMAX ESTÃO NAS PORTAS DE PLATAFORMA DA ESTAÇÃO HIGIENÓPOLIS-MACKENZIE, EM (SP)

    A instalação dos equipamentos de segurança em todas as estações do metrô paulista é esperada para o fim de 2023 A Alumax, extrusora de alumínio localizada em Guarulhos (SP), ofereceu perfis de alumínio para as portas de plataforma da estação Higienópolis-Mackenzie, da Linha 4-Amarela do metrô de (SP). Essas esquadrias são equipamentos de segurança, sendo compostas por fachadas e portas automáticas de alumínio e vidro, situadas na borda de uma plataforma. Segundo o portal Metrô CPTM, o fim das plataformas sem fachadas de proteção foi postergado pela gestão do governador paulista, João Doria (PSDB). Antes prometida para o final de 2022, a instalação das esquadrias em todas as estações do metrô agora é esperada para o fim de 2023. Fonte: Alumax/Instagram

  • MRV LANÇA EMPREENDIMENTO NO BAIRRO VILA AUGUSTA, EM GUARULHOS (SP)

    A localização do Terrazo Villa Augusta é apenas um de seus diferenciais; empreendimento terá duas torres e conta com suíte e vaga de garagem coberta para todos os apartamentos A construtora MRV acaba de lançar mais um empreendimento na grande São Paulo. Dessa vez, a aposta é no bairro Vila Augusta, em Guarulhos. O Terrazo Villa Augusta faz parte da linha Class da MRV e tem a proposta de oferecer conforto, praticidade e sofisticação para a melhor experiência do cliente. A apenas 10 minutos do Shopping Internacional de Guarulhos e ao lado da Avenida Guarulhos, que liga o bairro ao centro e à Rodovia Presidente Dutra, o Terrazo Villa Augusta está muito próximo a uma região comercial, com padarias, drogarias, restaurantes, super e hipermercados. O empreendimento fica a exatos 15 minutos da cidade de São Paulo, pela Presidente Dutra. Com valor médio de R$ 350 mil, os apartamentos têm metragem de 52 m² a 63 m² e todos contam com dois quartos, sendo uma suíte, além de varanda gourmet e vagas de garagem coberta. Os principais atrativos e diferenciais para a região são que a suíte tem cerca de 17 m² e algumas unidades têm varanda privativa na suíte, duas vagas na garagem e depósito privativo na garagem de cerca de 4 m², além disso existem nove unidades com giardino, que são apartamentos térreos com área de quintal privativo com 16 m² até 79 m², aproximadamente. A área de lazer do condomínio conta com pet place, playground, academia, quadra poliesportiva, piscina adulto e infantil e área gourmet, além de uma área de convivência entre as torres e uma área interna de preservação de mais de 1.700 m². "No Terrazo Villa Augusta, a ideia é que o conforto, a segurança e a qualidade de vida passem a ser centrais nas vidas de nossos clientes", conta Carlos Bonini, gestor comercial da MRV. "A nossa linha class é totalmente pensada aos clientes que estão conquistando novos passos em suas vidas e desejam viver seu lar ao máximo, com opções conectadas com os desejos da família", afirma Bonini. A construtora programa um Valor Geral de Vendas (VGV) de R$ 117 milhões para esse empreendimento que está inserido em uma das principais linhas de crédito do País, o Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimos (SBPE), disponível em praticamente todos os sistemas financeiros brasileiros. Fonte: MRV/Máquina Cohn & Wolfe

  • FONTE SOLAR ATINGE MARCA HISTÓRICA DE 11 GW NO BRASIL, CELEBRA ABSOLAR

    Desde 2012, setor já atraiu mais de R$ 57,2 bilhões em novos investimentos e gerou mais de 330 mil empregos acumulados no País O Brasil acaba de ultrapassar a marca histórica de 11 gigawatts (GW) de potência operacional da fonte solar fotovoltaica, em usinas de grande porte e em sistemas de pequeno e médio portes instalados em telhados, fachadas e terrenos. De acordo com a entidade, a fonte solar já trouxe ao Brasil mais de R$ 57,2 bilhões em novos investimentos, R$ 15,2 bilhões em arrecadação aos cofres públicos e gerou mais de 330 mil empregos acumulados desde 2012. Com isso, também evitou a emissão de 12,5 milhões de toneladas de CO2 na geração de eletricidade. Para Rodrigo Sauaia, diretor executivo da Absolar, o avanço da energia solar no País, via grandes usinas e pela geração própria em residências, pequenos negócios, propriedades rurais e prédios públicos, é fundamental para o desenvolvimento social, econômico e ambiental do Brasil. A fonte ajuda a diversificar o suprimento de energia elétrica do País, reduzindo a pressão sobre os recursos hídricos e o risco de ainda mais aumentos na conta de luz da população. “As usinas solares de grande porte geram eletricidade a preços até dez vezes menores do que as termelétricas fósseis emergenciais ou a energia elétrica importada de países vizinhos atualmente, duas das principais responsáveis pelo aumento tarifário sobre os consumidores”, comenta. “Graças à versatilidade e agilidade da tecnologia solar, basta um dia de instalação para transformar uma residência ou empresa em uma pequena usina geradora de eletricidade limpa, renovável e acessível", diz Sauaia. Já para uma usina solar de grande porte, são menos de 18 meses desde o leilão até o início da geração de energia elétrica. Assim, a solar é reconhecidamente campeã na rapidez de novas usinas de geração, acrescenta. O Brasil possui 3,8 GW de potência instalada em usinas solares de grande porte, o equivalente a 2,0% da matriz elétrica do País. Desde 2012, as grandes usinas solares já trouxeram ao Brasil mais de R$ 20,8 bilhões em novos investimentos e mais de 114 mil empregos acumulados, além de proporcionarem uma arrecadação de R$ 6,3 bilhões aos cofres públicos. Atualmente, as usinas solares de grande porte são a sexta maior fonte de geração do Brasil, com empreendimentos em operação em nove estados brasileiros, nas regiões Nordeste (Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí e Rio Grande do Norte), Sudeste (Minas Gerais e São Paulo) e Centro-Oeste (Tocantins). No segmento de geração própria de energia, são 7,2 GW de potência instalada da fonte solar. Isso equivale a mais de R$ 36,4 bilhões em investimentos e R$ 8,9 bilhões em arrecadação acumulados desde 2012, espalhados pelas cinco regiões do Brasil. A tecnologia solar é utilizada atualmente em 99,9% de todas as conexões de geração própria no País, liderando com folga o segmento. Ao somar as capacidades instaladas das grandes usinas e da geração própria de energia solar, a fonte solar ocupa, agora, o quinto lugar na matriz elétrica brasileira. Recentemente, a solar ultrapassou a potência instalada de termelétricas movidas a petróleo e outros fósseis, que representam 9,2 GW da matriz elétrica brasileira. Para Ronaldo Koloszuk, presidente do Conselho de Administração da Absolar, além de competitiva e acessível, a energia solar é rápida de instalar e ajuda a aliviar o bolso dos consumidores, reduzindo em até 90% seus gastos com energia elétrica. “Energia elétrica competitiva e limpa é fundamental para o País recuperar a sua economia e conseguir crescer. A fonte solar é parte desta solução e um verdadeiro motor de geração de oportunidades, novos empregos, renda aos cidadãos”, conclui Koloszuk. Fonte: Absolar/Assessoria Totum Comunicação

  • RUÍDO E VIBRAÇÃO EM INSTALAÇÕES PREDIAIS SERÁ TEMA DE WORKSHOP GRATUITO DA PROACÚSTICA

    A Associação Brasileira para a Qualidade Acústica (ProAcústica), referência no Brasil na produção de conteúdo sobre o mercado de atenuação sonora no País, organizará no dia 29 de outubro (sexta-feira), das 16h às 17h, o workshop online e gratuito "Ruído e Vibração em Instalações Prediais". De acordo com o arquiteto José Augusto Nepomuceno, um dos organizadores e palestrantes do evento, a ideia é apresentar temas pouco explorados até mesmo no universo da acústica. "Embora o ruído e a vibração sejam assuntos comentados, a união vibro-acústica é pouco abordada em eventos do setor e quando abordada em congressos é feita de forma complexa, o que torna o assunto restrito ao entendimento de poucos", explica ele. Além de Nepomuceno (Acústica & Sônica), o evento contará com a participação do engenheiro Fernando Diaz (HBK) e do engenheiro Juan Frias (Bracústica) fazendo a mediação. O público-alvo do workshop são estudantes, pesquisadores e profissionais em geral com atuação na área de acústica, arquitetura e engenharia. O objetivo é abrir a oportunidade de mentoria onde os apresentadores vão trazer a sua visão sobre o tema e abrirão a discussão com os participantes interessados em questões práticas, abordadas por quem tem a acústica como ofício. Inscrições: https://www.sympla.com.br/workshop-proacustica--ruido-e-vibracao-em-instalacao-predial-291021__1382928 Fonte: ProAcústica/Assessoria Ateliê de Textos

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