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- SIKA LANÇA CAMPANHA QUE INCENTIVA O USO DE LUVAS DE PROTEÇÃO
O Projeto Proteção das Mãos procura conscientizar os colaboradores para evitar acidentes de trabalho De acordo com dados divulgados no primeiro semestre pelo Observatório de Saúde e Segurança do Trabalho, desenvolvido e mantido pelo Ministério Público do Trabalho (MPT), em cooperação com a Organização Internacional do Trabalho (OIT), só em 2021, 2,5 mil pessoas morreram em acidentes de trabalho e 571,8 mil Comunicações de Acidente de Trabalho (CATs) foram registradas no Brasil. Os números representam um acréscimo de 30% em relação ao ano de 2020 e servem de alerta para a necessidade de promover uma cultura de segurança preventiva. A Sika, empresa especializada em produtos químicos para construção civil e indústria, instituiu o Projeto Proteção das Mãos, conforme publicação no site da empresa no último mês de agosto. A ação tem como objetivo levar uma mensagem de prevenção aos colaboradores da companhia, chamando atenção para a importância do uso de luvas de proteção. Conforme explica Adrison Souza, gerente de saúde e segurança da Sika e idealizador do projeto: “atualmente, a maior parte dos acidentes de trabalho ocorrem na área de operações das fábricas. Por isso, é fundamental reforçar a importância do uso das luvas pelos colaboradores responsáveis por manipular o maquinário. Para atingir esse objetivo, nossa ideia foi investir em uma ação emocional, relacionando o formato das luvas à pintura das mãos dos familiares de cada colaborador”. “Em termos práticos, enviamos um kit com tinta e papel para as famílias dos nossos colaboradores, além de uma cartinha, convidando cada um a ‘carimbar’ as palmas das mãos, para que, a partir daí, fosse confeccionada uma placa, posteriormente instalada em um display, ao lado do maquinário ou do armário do colaborador”, detalha o especialista. PROJETO VISÃO ZERO-SIKA 10 A iniciativa de Proteção das Mãos integra o Projeto Visão Zero-Sika 10, desenvolvido com o intuito de fortalecer a cultura e o desempenho do setor de saúde e segurança ocupacional em todos os níveis da empresa. Ainda de acordo com Adrison Souza, a principal proposta do Visão Zero-Sika 10 é, ao mesmo tempo, reduzir a zero o número de acidentes, mas também valorizar o trabalho em equipe dos colaboradores da companhia. “Sabemos que o jogador que veste a camisa de número 10 da seleção é o responsável por liderar o time em campo para alcançar a vitória. Baseados nessa ideia, entendemos que cada um dos nossos colaboradores são ‘camisas 10’, já que sem eles nossa empresa não só não estaria tão bem posicionada no mercado, como também não conseguiríamos implementar com tanto sucesso todas essas medidas de conscientização e prevenção”, finaliza. Fonte: Sika
- USO DE SOFTWARE PARA VIDRAÇARIA: 6 VANTAGENS
A W.Vetro, desenvolvedora de sistemas para cálculo e gestão de vidraçaria e serralheria, destaca os benefícios Ter um software que faz os cálculos, projetos e orçamentos de uma vidraçaria de maneira simples e rápida poupa tempo e agiliza o negócio. Fazer cálculos à mão leva tempo, ainda mais quando se tem muita demanda, e ainda há riscos de erros. Para mostrar quais são as vantagens de utilizar um sistema, a W.Vetro, desenvolvedora de soluções de cálculo e gestão para vidraçaria e serralheria, separou alguns pontos. Confira abaixo seis vantagens que os programas oferecem aos negócios: 1 - ORÇAMENTOS MAIS RÁPIDOS Com a tecnologia, é possível fechar o orçamento dos clientes de forma mais rápida, pois o sistema realiza os cálculos economizando tempo. Além disso, os usuários podem fazer os cálculos a qualquer momento e até mesmo no local da obra, basta ter o aplicativo no celular. 2 - CÁLCULOS E PROJETOS Nas obras, o software também auxilia para que o projeto de vidros não fique com erros de cálculo, o que poderia causar grandes prejuízos no final. 3 - ORGANIZAÇÃO NO SEU NEGÓCIO A organização é um fator essencial na empresa e, com o software, os usuários terão seus orçamentos, projetos, clientes, nota fiscal e financeiro organizados e concentrados em um único local, de uma maneira que facilite o dia a dia do negócio. 4 - APROVEITAMENTO DE MATERIAIS Quando o sistema consegue fazer os cálculos exatos com 100% de acertos, as empresas não saem no prejuízo, assim tendo um maior aproveitamento dos materiais que utilizam nos seus projetos. 5 - AGILIDADE PARA FAZER TUDO O QUE TEM QUE SER FEITO Todas as modalidades necessárias serão feitas de forma ágil e com mais segurança. Portanto, é uma ferramenta que vai ter muita utilidade para otimizar o trabalho e aumentar a produtividade. 6 - TEMPO PARA VENDER E PARA ATENDER OS CLIENTES Contratando um sistema, o empresário terá mais tempo para vender os seus serviços e atender com tranquilidade e dedicação os seus clientes, melhorando a qualidade do atendimento e a agilidade no processo de orçamento. PRODUTOS W.VETRO O programa Evolution, desenvolvido para vidraçarias e serralherias, realiza cálculos para vendas e orçamentos, financeiro, nota fiscal, estoque, compras, produção e custos. Já o software Smart é voltado para distribuidores, os parceiros da marca podem cadastrar os seus produtos e disponibilizar para os clientes da W. Vetro, aumentando sua lucratividade. Fonte: W.Vetro
- 5º CICLO DO VETOR AG BUSCA SOLUÇÕES QUE POSSIBILITAM CONEXÃO COM O 5G
Startups interessadas em participar do programa podem se cadastrar até o dia 25 de setembro, com sete desafios voltados para tecnologia e uma opção com tema aberto O programa de inovação aberta da construtora Andrade Gutierrez, o Vetor AG, lançou seu 5º ciclo. Ao todo, serão sete desafios voltados a startups , nacionais e internacionais. A primeira etapa do ciclo de inovação é a inscrição de soluções alinhadas aos desafios, aberta até o dia 25 de setembro, no site Vetor AG . Na sequência, apresentarão os seguintes temas: 5G - Conectividade no canteiro de obras; Canteiro Verde; RH 4.0; Produtividade de Equipamentos; Treinamento e Comunicação; Gestão de Escopo; e Cadeia de Suprimentos e Estoque. Há ainda uma opção de inscrição aberta àquelas empresas que acreditam terem sintonia com a AG em outros setores de atuação. Um dos destaques é o desafio voltado para a tecnologia do 5G, recém-chegada ao Brasil. O objetivo é encontrar soluções que possibilitem a conexão à rede 5G em toda a extensão das obras da AG, geralmente localizadas distantes de grandes centros urbanos, além de viabilizar a exploração de tecnologias como Internet das Coisas (IoT), Inteligência Artificial (AI) e Realidade Aumentada. As soluções serão grandes facilitadoras para uma análise de dados mais precisa e uma comunicação interconectada. Serão selecionadas as empresas que passarão pelo Pitch Day , quando cada uma delas apresentará sua solução para os profissionais da Andrade Gutierrez avaliarem. Por fim, na última etapa, até oito empresas irão testar suas soluções nas obras da AG durante um período de seis meses. “Temos orgulho em dizer que o Vetor AG é o 1° programa de inovação aberta do setor de Engenharia e Construção no Brasil. Desde então, conseguimos adaptar para a nossa realidade diversas soluções do mercado que estão acelerando a Engenharia 4.0 e tornando o setor mais inovador”, explica André Medina, gerente de inovação da AG e responsável pelo Vetor AG. Desde sua primeira edição, em 2018, o Vetor AG se conectou com mais de 1.500 startups e 29 delas tiveram seus projetos pilotos aplicados em obras da Andrade Gutierrez. A empresa, idealizadora do Vetor AG, é reconhecida pela excelência operacional, BIM (Building Information Modeling - Modelagem de Informação da Construção, em tradução literal) e inovação. Neste ano, conquistou o 1º lugar setorial em Construção e Engenharia pela terceira vez, sendo o segundo ano consecutivo, no Prêmio Valor Inovação Brasil. Para inscrições e mais informações, acesse: https://s2209.imxsnd18.com/link.php?code=bDpodHRwcyUzQSUyRiUyRnZldG9yYWcuY29tLmJyJTJGOjcyNjI1Mzk0NDpyZXBvcnRhZ2VtMUBjb250cmFtYXJjby5jb20uYnI6NWNmYzI0OjI0 CONHEÇA 5 STARTUPS QUE ESTÃO REVOLUCIONANDO A ENGENHARIA A Engenharia 4.0 vem provocando uma revolução no setor da construção, otimizando processos nos canteiros de obras, que vão de aspectos operacionais à gestão. Diversas soluções e inovações são responsáveis por automatizar tarefas, reduzir custos e aumentar a eficiência. Programas de inovação representam a porta de entrada para muitas dessas soluções que buscam se estabelecer no mercado. É o caso do Vetor AG, programa de inovação aberta da Andrade Gutierrez, que já estabeleceu mais de mil conexões com startups e acelerou 30 soluções que estão sendo aplicadas em obras da construtora. Conheça algumas startups que passaram pelo Vetor AG: 1- MENTOR CONSTRUÇÃO Disponível em versão web e mobile, a plataforma da Mentor Construção possibilita digitalizar a programação semanal das obras, automatizar a geração de KPIs, relacionados a mão de obra e equipamentos, e centralizar ocorrências e relatórios de plano, causa e ação. Com isso, aumenta a produtividade dos canteiros e a startup estima uma redução de até 70% nos desperdícios de mão de obra. 2- RASTREABILIDADE DE PEÇAS DE CONCRETO A plataforma da SGP+ centraliza as informações sobre pré-moldados, facilitando a rastreabilidade e garantindo informações para investigações de falha. Ela gera, automaticamente, para cada peça de concreto, um databook (um livro das informações sobre diferentes aspectos de sua obra) com todo o histórico de informações e documentos gerados. Com isso, reduz em até 40% o tempo gasto na busca de dados e eles não se perdem. 3- EXOESQUELETO A solução da startup Exy é um exoesqueleto para ser usado nos membros superiores dos trabalhadores, reduzindo problemas de ergonomia em atividades repetitivas, como é o caso, entre outras, da montagem de painéis em uma obra de usina fotovoltaica. Seu uso foi pensado para trazer mais conforto e saúde aos montadores e, consequentemente, favorece o ganho de produtividade. O equipamento, apesar de ser originalmente criado para outros setores, como o automobilístico, está sendo adaptado e testado para a realidade da construção civil. 4- PWTECH A startup , participante do 4º ciclo do Vetor AG , desenvolveu um equipamento modular purificador de água de alta vazão e baixo custo, capaz de tornar águas não potáveis e até contaminadas próprias para o consumo humano. A tecnologia inclusive foi comprada pela Unops, braço da ONU para implementação de serviços de ajuda humanitária, e ajudará cerca de 10 mil ucranianos. A solução também está sendo implementada em uma das obras da Andrade Gutierrez. 5- GESTÃO ENGENHARIA A tecnologia Lidar busca maior precisão nos dados e informações a respeito da topografia da região onde ocorrerá a obra. Por meio de um sistema móvel e automatizado, realiza a coleta e a análise de informações topográficas, mesmo em ambientes com vegetação densa e minas subterrâneas, onde não há sinal de GPS. Sua utilização aumenta a precisão de dados e traz insights operacionais para mineração subterrânea, indústrias e áreas de difícil acesso, usando a autonomia de drones, mapeamento baseado em SLAM (Simultaneous Localization and Mapping - Localização e Mapeamento Simultâneos em português) e análise de dados. Fonte: Vetor AG/Agência NoAr
- CENTRO DE CORTE E USINAGEM VEGAMILL PRODUZ SOLUÇÕES EM UM ÚNICO PROCESSO, SEGUNDO A EMMEGI
De acordo com a Emmegi, produtora e comercializadora italiana de sistemas para usinagem de perfis em alumínio, ligas leves, PVC e aço, o centro de corte e usinagem CNC Vegamill, de 8 a 12 eixos, permite a produção em massa de suportes, dobradiças e peças curtas. A máquina fabrica da barra à peça acabada em um processo único e contínuo. Graças à interatividade com o operador e à interface inovadora, seu uso é facilitado. “O design funcional e atraente torna a máquina única e icônica”, conforme o site da empresa. Entre as características do equipamento, estão: Carregador de alta precisão e velocidade com sistema de posicionamento de barra CN; Sistema de extração automática para peças usinadas; Seção usinável de três lados largos e lâmina máxima de 600 mm; Design, ergonomia e alta interação homem-máquina; Proteção e insonorização completas para garantir a máxima segurança; Preparado para a Indústria 4.0. Reprodução: Emmegi Mais informações: www.emmegi.com/en/product/machining-centres/vegamill-hb Fonte: Emmegi
- DIVINAL VIDROS LANÇA PROMOÇÃO QUE LEVARÁ CLIENTE VENCEDOR E ACOMPANHANTE PARA A VITRUM, NA ITÁLIA
A campanha foi anunciada durante a participação da empresa na 14ª edição da FESQUA José Antônio Passi, diretor da Divinal Vidros, anunciou em 17 de setembro, durante a participação da distribuidora de vidros e espelhos na 14ª edição da Feira Internacional da Indústria de Esquadrias (FESQUA), o lançamento da campanha: “Divinal leva você, nosso cliente, e um acompanhante para conhecer a feira Vitrum 2023, em Milão, na Itália!”. A empresa oferece passagem aérea para o vencedor e um acompanhante, translado para aeroporto e hotel, quatro diárias de hotel com café da manhã incluso, dois ingressos para a feira Vitrum, jantar com um dos diretores da Divinal Vidros e voucher diário de alimentação. Para participar e concorrer, os interessados precisam acessar o site (https://www.divinalvidros.com.br/promocao-vitrum-milao ), conhecer as regras e produtos participantes e efetuar a inscrição até 14 de outubro de 2022. O sorteio será realizado através da Loteria Federal – Certificado de Autorização SEAE/ME Nº04.022360/2022. Fonte: Divinal Vidros
- QUAL É O REAL PAPEL DO ESG NA CONSTRUÇÃO?
*Por Vinicius Callegari A já conhecida sigla ESG ( Environmental, Social and Corporate Governance, traduzida como ASG, que corresponde às práticas Ambientais, Sociais e de Governança) se trata, de forma genérica, da reunião de práticas das empresas em relação ao meio ambiente, responsabilidade social e governança dentro das empresas. Segundo a Pesquisa Anual da Indústria da Construção (PAIC), o setor de construção (um dos pilares da economia nacional) movimentou, em 2020, mais de R$344 bilhões. Diante desse cenário, vemos os olhares atentos de gestores do setor para entender melhor o ESG e qual é seu real papel na construção. Um dos “enganos” mais comuns é imaginar que o ESG só se aplica em grande escala. Muitas vezes, bastam pequenas mudanças de processos e estruturais para que a transformação comece a acontecer dentro da indústria de base. Um exemplo é a digitalização de documentos, reduzindo drasticamente o volume de papéis utilizados e, consequentemente, a necessidade do corte de novas árvores. Além disso, quando as indústrias do segmento apostam na automação, muitas vezes por meio de IoT (internet das coisas é um conceito que se refere à interconexão digital de objetos cotidianos com a internet, conexão dos objetos mais do que das pessoas) e geoprocessamentos, conseguem diminuir o índice de erros humanos, gerando insights mais assertivos para tomadas de decisões e, claro, ganho de performance e escala em campo. Outra mudança que pode ser implementada, ainda seguindo a linha de aplicar tecnologias na construção, é o monitoramento em tempo real das máquinas em campo, com a possibilidade de observar índices importantes, como queima de combustíveis, ociosidade das máquinas e até mesmo a forma de direção de cada motorista. Como comentei anteriormente, é preciso que os gestores da cadeia industrial voltada para construção ampliem seus pontos de vista sobre ESG e entendam que o importante é começar com pequenas mudanças, para gerar grandes impactos em todo esse ecossistema. Pode ter certeza que todos sairão ganhando. *Vinicius Callegari é Co-Fundador da GaussFleet, plataforma de gestão de máquinas móveis para siderúrgicas e construtoras. Fonte: Piar Comunicação
- ABRAINC: 5ª EDIÇÃO DO INCORPORA ACONTECERÁ EM SETEMBRO
O Fórum Brasileiro de Incorporadoras terá formato 100% presencial, no dia 29 de setembro, e discutirá os principais desafios do setor e as perspectivas para 2023 A Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) realiza, em 29 de setembro, a partir das 10h, a 5ª edição do Incorpora, Fórum Brasileiro de Incorporadoras. O evento vai reunir, em formato 100% presencial, as principais empresas e diretores executivos do mercado imobiliário, representantes das principais instituições financeiras do Brasil e outras personalidades do setor. O evento será realizado no Hotel Unique, em São Paulo. Haverá três painéis temáticos com relevantes debates sobre os grandes desafios do setor e as perspectivas para o ano que vem. Será uma oportunidade para representantes dos mais variados setores que atuam diretamente no mercado imobiliário analisarem quais caminhos e oportunidades de negócios se abrem no segmento, além de um momento para que investidores e empresários possam debater o ambiente de negócios. Luiz França, presidente da Abrainc, destaca a importância do Incorpora, um dos fóruns de debate sobre temas voltados à indústria da construção civil. “É fundamental reunir players importantes do setor para debatermos soluções que beneficiem o consumidor, abram portas para novos investimentos e gerem empregos e dividendos para o Brasil”, afirma. Confira os palestrantes confirmados para o Incorpora 2022: 09h10 - MERCADO IMOBILIÁRIO, INDUTOR DO CRESCIMENTO DO PAÍS Luiz França, presidente da Abrainc; Rubens Menin, presidente do Conselho do Grupo MRV; Gilson Finkelsztain, presidente da B3; Milton Maluhy Filho, presidente do Banco Itaú; Daniella Marques, presidente da Caixa Econômica Federal; Daniel de Oliveira Duarte Ferreira, ministro do Desenvolvimento Regional (MDR); Paulo Guedes, ministro da Economia; 10h - ASSINATURA DO TERMO DE INTENÇÃO DO COMBATE À VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES 10h10 - LANÇAMENTO DA PESQUISA "TENDÊNCIAS DO SETOR” Fabio Tadeu, sócio-diretor da Brain Inteligência Estratégica; 10h25 - OS DESAFIOS DO SETOR DE INCORPORAÇÃO William Waack, jornalista; Leandro Melnick, diretor executivo da Even; Ricardo Gontijo, diretor executivo da Direcional; Diego Villar, diretor executivo da Moura Dubeux; 11h15 - OS DESAFIOS DO SETOR FINANCEIRO José Ramos Rocha Neto, diretor do Banco Bradesco; Bruno Bianchi, diretor Comercial do Banco Itaú; Marcos Caielli, diretor da B3; 12h05 - PITCH - TRANSFORMAÇÃO DIGITAL Cristina Della Penna, diretora executiva da Dataland - A importância dos dados para um planejamento mais estratégico; Flaviano Galhardo, presidente da ARISP - Desburocratização e digitalização dos cartórios; Sênior System - Processos, procedimentos e integração da empresa; Infiniti Bank - Quais os benefícios de um banco digital? 12h45 - COMPROMISSO DO SETOR COM O BRASIL Luiz França, presidente da Abrainc; Carlo Pereira, presidente do Pacto Global Brasil; 13h10 - ENCERRAMENTO *Os jornalistas interessados na cobertura do evento devem se cadastrar diretamente com a assessoria da ABRAINC. Fonte: Abrainc/FSB Comunicação
- ENGENHARIA CIVIL: CONHECIMENTO, TECNOLOGIA E BOA TÉCNICA EXPLICAM OS EDIFÍCIOS SUPERALTOS
O que há em comum entre os edifícios com quase um 1km de altura em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, e os edifícios altos de Balneário Camboriú, em Santa Catarina, que ganharam a atenção da sociedade ao serem “flagrados” balançando com a força do vento? De acordo com o professor João Carlos de Campos, em comum há a aplicação de boas técnicas de engenharia civil, pautadas por normas rigorosas e elaboradas com o suporte de tecnologia avançada. “Além, claro, de um certo fascínio do homem pelo que é considerado ‘impossível’ de se realizar”, afirma o professor. “Todo aquele balanço é normal”, garante. João Carlos, que leciona em cursos de pós-graduação com ênfase em estruturas, é também autor do livro “Elementos de fundações em concreto”, cuja segunda edição foi recentemente lançada pela Editora Oficina de Textos. Em conversa à equipe de comunicação, o autor esclarece como são projetados os edifícios altos e comenta também o caso dos edifícios “tortos” da Baixada Santista, em São Paulo. EDIFÍCIOS QUE ‘BALANÇAM’ SEGUEM AS NORMAS TÉCNICAS No caso de prédios muito altos como os de Balneário Camboriú (SC), João Carlos explica que, em função das elevadas alturas dessas obras, são feitos ensaios em túneis de vento. “A equipe envolvida nesse tipo de obra monta um protótipo em um edifício, aplica um efeito de vento especificado pelas Normas Técnicas, para que depois se possa desenvolver o dimensionamento estrutural e das fundações desses prédios”, diz. “É semelhante ao que se fez em relação aos grandes edifícios em Dubai, em que alguns contam com 800 metros de altura, outros com 1 quilômetro de altura”, afirma João Carlos. O professor lembra ainda que alguns edifícios considerados altos, como o Taipei 101 (Taiwan) foram construídos com um “contrapeso” aplicado à estrutura. “Na hora que um prédio movimenta para um lado, o contrapeso movimenta para o outro lado”. A diferença é que as técnicas e os métodos de cálculo se sofisticaram com o passar do tempo, conferindo mais segurança e mais precisão na elaboração desse tipo de obra de engenharia. “Hoje temos softwares, laboratórios com grande capacidade de pesquisa, ferramentas tecnológicas para fazer simulações”, salienta João Carlos. “Ainda pode acontecer um acidente relacionado à força dos ventos? Sim. Mas o evento que ocorrer tem que ter força muito maior do que aquele em que a Norma especifica hoje”. Ele pontua, ainda, que o caso dos prédios “que balançam” em Balneário Camboriú é diferente do que ocorre com os edifícios “tortos” da Baixada Santista, em São Paulo, que impressionam igualmente a população local. “Os prédios de Santos foram recalcando ao longo das décadas em razão do solo argiloso sob a camada superficial arenosa em que foram construídos, mas já existem tecnologias desenvolvidas para ‘levantar’ os prédios, ou seja, colocá-los na vertical novamente”, adianta o professor. É possível que novos prédios deformem ao longo das próximas décadas pelo mesmo motivo. Entretanto, as soluções de engenharia já dão conta de evitar situações graves como as dos prédios antigos. “Já se consegue executar estacas em grandes profundidades, muito superiores àquelas que foram feitas no passado”, garante João Carlos. O CÉU É O LIMITE Não existe um limite de altura para a construção de edifícios, segundo João Carlos. “A única imposição da engenharia é que um prédio atenda os limites impostos pelas normas, quanto a cargas, deformações etc., dando aos usuários as condições de conforto e segurança necessários”, explica o professor. Ele conta que, se o prédio deformar além daquilo que especifica a Norma Técnica, é preciso ‘enrijecê-los’ – ou seja, criar estruturas mais robustas. “Quanto mais robusta for a estrutura, menor essa movimentação”, esclarece. “De forma geral, acredito que a vontade de se construir edifícios cada vez mais altos vem puramente do desafio. O limite apenas se encontra quando o homem não tem condições seguras para desenvolver e realizar empreendimentos cada vez mais sustentáveis e impressionantes”, conclui João Carlos. “Isso se supera com conhecimento, pesquisa. Por isso a engenharia é fantástica, pois ela evolui de forma cada vez mais interessante e segura”. Fonte: www.ofitexto.com.br/comunitexto/edificios-joao-carlos/
- O QUE É STEEL FRAME?
O Steel Frame ou Light Steel Frame é um sistema construtivo industrializado e altamente racionalizado, formado por estruturas de perfis de aço galvanizado. Seu fechamento é feito por placas, podendo ser de madeira, cimento, drywall (gesso acartonado), entre outros materiais. Sua estrutura é composta basicamente por: fechamento externo, isolantes termoacústicos e fechamento interno. A principal diferença é a limpeza do canteiro de obras que a solução proporciona, pois não há necessidade do uso de água, obtendo, assim, uma construção seca. Outra característica é a precisão do sistema, tanto dos cálculos quantitativos (quantidade de material que será utilizado) quanto da execução. A geração de resíduos é praticamente zero, já que a estrutura é fabricada com as dimensões definidas em projeto, dispensando o corte de peças, o que proporciona uma construção mais barata, rápida e limpa. Quando há mais de um pavimento na edificação, a separação é feita por lajes leves, que são perfis de aço galvanizado revestidos por madeira, placa cimentícia ou outro tipo de placa, e forros leves, que podem ser forros de drywall, pvc,entre outros. Também podem ser utilizadas lajes pré-moldadas de concreto. VANTAGENS Agilidade na construção: possibilita que uma construção seja executada de forma rápida, já que a maioria dos seus componentes são pré-fabricados. Algumas casas podem ser finalizados em 15 dias ou menos; Redução do peso da estrutura: os perfis são leves e não geram grandes esforços de carga na estrutura. Por isso, normalmente, são utilizadas as fundações superficiais do tipo radier (fundação rasa que se assemelha a uma placa ou laje que abrange toda a área da construção); Maior precisão na execução: por serem fabricados por meios industriais, a precisão e a redução de erros faz com que o steel frame seja um sistema construtivo mais confiável; Edificação sustentável: já que não é necessário o uso de recursos naturais, como água, para a execução. Além disso, gera-se muito pouco lixo e resíduo na sua construção; Melhor isolamento térmico e acústico; Várias opções de acabamento; Menor custo: se comparado com o sistema convencional de concreto e estruturas metálicas, principalmente em edificações menores, pois o custo com materiais e mão de obra acabam sendo menores devido ao curto tempo de execução da obra. DESVANTAGENS Limite de pavimento, que embora existam alguns exemplos de prédios de vários pavimentos sendo construídos, é mais comum encontrar edificações térreas construídas em steel frame ou edifícios com até 5 pavimentos; Dificuldade de encontrar mão de obra especializada para que o sistema seja mais barato e rápido do que outros métodos construtivos, deve-se realizar treinamentos constantes dos profissionais. COMPONENTES Para o fechamento externo, a estrutura é composta pelos perfis de aço galvanizado, painel estrutural de OSB (Oriented Strand Board ou Placa de Vertente Orientada - em tradução literal. A placa é composta por tiras de madeira prensadas dispostas na mesma direção), isolante termo-acústico e placa cimentícia. Após a aplicação da placa, é possível adicionar o tipo de acabamento desejado. O fechamento interno é composto pelos perfis de aço galvanizado, isolante termo-acústico, placa de drywall e revestimento de acabamento (pintura, cerâmica, entre outros). A fundação, normalmente, é do tipo radier já que o steel frame é uma estrutura leve, porém o cálculo estrutural deve ser feito pelo engenheiro para analisar qual é o tipo mais adequado para a edificação. No radier, as tubulações de instalações elétricas e das instalações hidráulicas já são instaladas. Fonte: Escola Engenharia
- INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL TRAZ DADOS APURADOS DO MERCADO IMOBILIÁRIO DE SP
Proptech israelense consegue precificar imóveis e prever seus valores no futuro com 99,6% de precisão Presente em todos os setores, as soluções inovadoras e tecnológicas chegaram ao mercado imobiliário e vão além da otimização de serviços de conteúdos e plataformas de venda e aluguéis de imóveis. Desenvolvida pela Propdo, proptech israelense que fornece soluções em software para tomada de decisão no mercado imobiliário, acabou de chegar ao Brasil com um investimento de U$3 milhões, a ferramenta de Inteligência Artificial (IA) apresenta dados mais apurados, não só sobre valores de imóveis no presente, mas também futuros, chegando a uma precisão de 99,6%. “Criamos serviços que misturam uma compreensão profunda do imóvel vertical e horizontalmente. Por exemplo, quando você quer avaliar ativos, é preciso dados mais atualizados para definir os preços atuais, mas isso requer uma gama muito grande para se ter a comparação. Caso contrário, não haverá uma amostra representativa eficiente”, explica Nathan Varda, diretor da Propdo no Brasil. “Por isso, desenvolvemos um modelo inovador que atualiza os preços antigos, além de prever valores futuros com base nas variações do mercado. Dessa forma, nossos clientes estariam atualizados durante a pesquisa no mercado, como também poderiam ter milhares de produtos comparáveis para ajudá-los a tomarem decisões responsáveis”, completa. A tecnologia foi desenvolvida em Israel por mais de 30 profissionais das áreas de IA, Ciência de Dados, além de avaliadores imobiliários, urbanistas, corretores e outros profissionais da área. Ao mesmo tempo, o líder da empresa Peleg Davidovitzt é um empreendedor imobiliário que possui vasta experiência em diversos mercados ao redor do mundo. Atraindo grandes investimentos atualmente, o mercado imobiliário é um dos últimos a aderir a tecnologia e inovação no levantamento de seus dados. “Acredito que os profissionais do setor podem realizar avaliações sozinhos se tiverem experiência suficiente, mas quanto tempo essa análise levaria e quão precisa ela seria? Essas são variáveis muito importantes, já que este é um mercado em que a competição é acirrada. A nossa plataforma de compras, nossos relatórios completos e o serviço de geração de leads não só os ajuda a economizar tempo e dinheiro, mas também os destaca dentro do mercado”, completa Nathan. Fonte: CDI Comunicação
- METAVERSO E AS OPORTUNIDADES PARA ARQUITETOS E ENGENHEIROS
Desde que Mark Zuckerberg, diretor executivo da Meta (plataforma que gere alguns dos aplicativos mais usados do mundo, como Facebook, Instagram e WhatsApp), mudou o nome da sua empresa e anunciou um maior investimento no chamado “metaverso”, as buscas por esse termo aumentaram consideravelmente. Apesar de não ser um conceito novo, os temas da tecnologia que margeiam o assunto explodiram nos últimos anos. Criptomoedas, NFTs (Non-Fungible Token - Token Não-Fungível, em português), termo dado a um ativo digital que representa objetos do mundo real, e toda a criação de um mundo econômico virtual ajudam a dimensionar como o metaverso vem se impondo no cotidiano. No entanto, as oportunidades não param nas mudanças financeiras, vêm se mostrando um espaço importante também para os engenheiros e arquitetos. O QUE SIGNIFICA METAVERSO? De maneira simplificada, pode-se dizer que é um mundo virtual. É um espaço completamente digital, que existe graças ao uso de ferramentas tecnológicas, onde se replica a realidade com o objetivo de melhorar ainda mais a conexão social. O principal foco dessa tecnologia é que, um dia, a sociedade possa trabalhar, estudar e mesmo conviver uns com os outros sem que seja necessário sair de casa. De acordo com especialistas da área da tecnologia, o metaverso é o avanço natural da internet e promove mudanças significativas na maneira como se pensa e se interage. O conceito ainda precisa avançar, mas já é possível ter uma ideia de como será viver nesse novo mundo. Os videogames que usam a realidade aumentada são uma ótima porta de entrada para quem deseja entender melhor como será a convivência no metaverso. As fronteiras entre o mundo virtual e o real são reduzidas, a tecnologia permite interagir com objetos e pessoas que, na realidade, sequer existem. COMO O METAVERSO IMPACTA ENGENHEIROS E ARQUITETOS? No metaverso, arquitetos e engenheiros podem usar seus conhecimentos e ferramentas tecnológicas para auxiliar na criação de espaços virtuais compartilhados. Com isso, ambas as profissões passam a ter mais espaço e oportunidades para se expandir. Os impactos do metaverso para ambas as áreas são: Projetos em 3D As modelagens em 3D já são uma realidade para diversas empresas de arquitetura e engenharia civil, principalmente no momento de apresentação de projetos de engenharia ou arquitetura. No contexto do metaverso, novas tecnologias podem ajudar a criar espaços ainda mais detalhados. É o caso, por exemplo, do BIM (Building Information Modeling - Modelagem de Informação da Construção em português), uma ferramenta que possibilita o processo de integração de dados estruturados e multidisciplinares. Com eles, é possível criar uma representação de um projeto ou recurso desde o seu planejamento até a sua execução. Novas formas de negócio Com o metaverso e as novas ferramentas de tecnologia que estão surgindo, engenheiros e arquitetos precisarão lidar com novas maneiras de pensar e apresentar aos clientes uma realidade que talvez não consigam imaginar. Significa, também, que é preciso pensar em soluções que atendam a milhares de pessoas ao redor de todo o mundo. Afinal, as barreiras geográficas são destruídas e um espaço no metaverso deve conversar com diversas culturas e estilos de vida. Economia digital Um dos impactos do metaverso que já podem ser sentidos atualmente é a criação e a solidificação de uma economia digital, a partir de soluções como as criptomoedas e as NFTs. No contexto da engenharia e da arquitetura, essa mudança pode se refletir na criação de designs digitais inovadores, que também poderão passar a ser comercializados como NFTs, ou adquiridos através das criptomoedas. Essa nova monetização impacta os negócios da área, tornando-os mais ou menos significativos para o espaço virtual. BENEFÍCIOS Além das mudanças que podem ser observadas na engenharia e na arquitetura com o avanço do metaverso e de novas tecnologias, há também os benefícios que esse novo cenário traz para essas profissões. Melhor dimensionamento de projetos: Com o metaverso, se tornou mais fácil mostrar aos clientes como os projetos serão executados, desde o planejamento até a fase final. Isso gera um melhor dimensionamento porque possibilita maior previsibilidade e melhor alinhamento de expectativas. Assim, tanto os engenheiros e arquitetos quanto os clientes sabem exatamente em que fase o projeto está, para onde deve-se seguir e quais serão os resultados finais. Essa transparência aumenta a satisfação e as chances de contratação. Comunicação facilitada Também possibilita o alinhamento mais fácil com os clientes. Com a comunicação virtual, é mais simples entrar em contato com essas pessoas, indicando a conclusão de etapas e recebendo a confirmação para a continuação do projeto. Isso pode representar uma redução do prazo final da obra, além de fazer com que a resolução de problemas aconteça de maneira mais rápida e assertiva. Reforça o valor dessas profissões Por serem profissões antigas, a sua importância é, muitas vezes, deixada de lado no dia a dia. Com a era digital, é possível recuperar esse valor e também redefini-lo, ajustando-o às expectativas e funcionalidades do mundo virtual. Fontes: Blog Responde Aí/ArchDaily
- RETROFIT DO EDIFÍCIO BRAVO PAULISTA BUSCA REABILITAR, RECICLAR E RECRIAR O CICLO VITAL DA OBRA
Localizado perpendicular à Alameda Santos, na região dos Jardins, em São Paulo (SP), o projeto do escritório de arquitetura Dal Pian Arquitetos para o retrofit do Edifício Bravo Paulista teve o desafio de transformar, valorizar e dotar de novas infraestruturas uma obra de serviços existente. Sua implantação se compõe em sequência com o Edifício Scarpa, na Avenida Paulista. Os térreos desses dois prédios abrigam espaços comerciais, que são acessados por um percurso linear e público de pedestres que conecta essas duas importantes vias de São Paulo. A intervenção no edifício foi integral. Um novo invólucro no corpo destaca sua presença urbana, enquanto novos revestimentos (externos e internos), elementos de proteção solar e a integral reformulação das infraestruturas técnicas e de comunicação permitem que seus espaços respondam às necessidades de ocupação e uso que o tempo e as novas relações de trabalho impõem. Fotos: Nelson Kon e Pedro Mascaro De modo a adequar o edifício às novas necessidades de ocupação e contribuir para o aumento da qualidade ambiental interna, foram priorizadas estratégias passivas e bioclimáticas, como o aproveitamento da ventilação natural e da boa luminosidade com o controle da incidência solar direta. Estabelecendo uma nova volumetria externa que valoriza e destaca o edifício são acrescidos ao seu embasamento e ao seu corpo da torre novos invólucros de proteção solar e controle climático. No embasamento do edifício, as áreas de janela, com seus vãos de abertura ampliados, se protegem por uma “pele bioclimática”, destacada da fachada. Esta pele é composta por montantes metálicos fixados aos elementos estruturais de fachada, que suportam painéis em alumínio com perfurações randômicas, que não interferem nas perspectivas visuais que as zonas de trabalho oferecem. O sistema do embasamento, quando iluminado no período noturno, compõe um “rendilhado” de forte expressão arquitetônica que destaca o edifício no seu entorno. No corpo da torre, as fachadas, frontal e de fundos, recebem proteção ambiental em perfis horizontais de alumínio que, fixados também em montantes metálicos destacados do edifício, unificam visualmente os pavimentos. Os novos e ampliados caixilhos, com vidros de alto desempenho térmico e baixa refletância solar, ampliam as vistas, promovem a ventilação natural cruzada e valorizam o edifício. Fonte: Assessoria Cobogó Relações Públicas














