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  • PADO FORMA ALIANÇA COM O “PARCEIRO DA CONSTRUÇÃO”

    Empresa se junta à joint-venture fundada pela ArcelorMittal e Saint-Gobain para impulsionar a qualificação e a transformação digital do setor A Pado, especialista em cadeados de latão e fechaduras, com o objetivo de se aproximar ainda mais de seu público-alvo, promover a transformação digital e incentivar a qualificação de profissionais se uniu ao “Parceiro da Construção”, uma startup que tem como sócias a ArcelorMittal, líder mundial de aço, e a Saint-Gobain, fabricante de soluções para o mercado de construção leve e sustentável. O “Parceiro da Construção” foi fundado em agosto de 2022 e hoje conta com mais de 130 mil profissionais cadastrados e mais de 160 cursos de capacitação do setor da construção. Para Lucas Pacheco, diretor comercial da Pado, “a busca constante pela excelência no relacionamento está entre os focos da Pado, e acreditamos que a parceria com o ‘Parceiro da Construção’ vai contribuir e fomentar o trabalho de aproximação e de buscar sempre a melhor solução para os nossos clientes”. O modelo de negócios foi desenvolvido para proporcionar esse tipo de parceria entre empresas do setor. A plataforma, de forma inovadora, promove conexões entre diversos atores do segmento da construção civil, tais como: fabricantes; construtoras; revendedores; engenheiros; arquitetos; instaladores; pedreiros; pintores; e demais profissionais especializados, gerando valor para todos por meio da produção, disseminação e troca de conhecimento. “Viabilizar a realização de programas escaláveis de educação continuada é o nosso propósito. Com ajuda de nossos parceiros, estamos abrindo oportunidades de crescimento para os profissionais e gerando um impacto significativo no desenvolvimento da construção civil como um todo”, comenta Roberto Hentzy, presidente executivo do “Parceiro da Construção”. Para mais informações, acesse: www.blog.parceirodaconstrucao.com.br Fonte: JeffreyGroup/Pado/Parceiro da Construção

  • DÉFICIT HABITACIONAL DEVE AQUECER MERCADO DA CONSTRUÇÃO EM 2023

    Apesar da moradia ser um direito assegurado pela Constituição de 1988, assim como a educação e a saúde, o déficit habitacional é um dos principais problemas enfrentados pelo Brasil. A última pesquisa da Fundação João Pinheiro apontou que o país tinha um déficit de 5,876 milhões de moradias, em 2019. Entre esse número, estão pessoas que não têm onde morar, as que vivem em casas em condições precárias e os domiciliados em coabitação e com custo de aluguel elevado, equivalente a mais de 30% da renda familiar. Se o número já era grande – 8% do total de moradias no Brasil – o período da pandemia fez a situação piorar. Houve um aumento de 393% na quantidade de famílias despejadas entre agosto de 2020 e maio de 2022, segundo um levantamento da Campanha Despejo Zero, fazendo com que quase 1 milhão de pessoas se juntassem à estatística. A tendência a partir de 2023, já indicada pela equipe de transição do novo governo, é que haja uma retomada das políticas habitacionais com a recriação do Ministério das Cidades e a reconstrução do Minha Casa Minha Vida para famílias de baixa renda, viabilizando financiamentos habitacionais focados nesse público. Discute-se também a criação de um fundo garantidor de crédito para a parcela da população formada por trabalhadores informais, que em geral têm dificuldade de adquirir a casa própria por não dispor de comprovação de renda. Quem ganha com isso não é apenas a população mais vulnerável, mas o setor de construção, que deve gerar mais empregos e renda. De acordo com Leo Ribeiro, engenheiro civil e especialista em mercado imobiliário, quem se posicionar agora no mercado de construção para venda vai ter, entre o final de 2023 e o início de 2024, um produto pronto para ser vendido em um mercado com muita demanda. “A demanda é mais fomentada quando há maiores incentivos por parte do governo para a aquisição de imóveis. E é o que provavelmente vai acontecer com um governo de esquerda. Eles fomentam muito a aquisição de imóveis populares e o financiamento por parte das incorporadoras. Há um estímulo grande para a construção desse tipo de produto”, ele observa. O especialista tem uma boa perspectiva para um cenário futuro próximo: “A demanda por casas populares já existe e é muito grande, mas vai haver um incentivo para produzir mais – tanto que as grandes incorporadoras já viram suas ações valorizarem na bolsa em virtude disso.” Um dos mercados que deve se aquecer é o da grande São Paulo, onde será necessário construir em média 73 mil moradias por ano até 2030 para suprir a demanda futura e o déficit atual, que é de 369 mil domicílios, de acordo com um estudo da consultoria econômica Econnit, encomendado pela Associação Brasileira de Incorporação Imobiliária (Abrainc). Além das grandes construtoras, o cenário abre oportunidades para pequenos empreendedores e pessoas físicas que investem no nicho construindo casas para vender. “É de senso comum que para investir ou empreender no mercado imobiliário é necessário ter acumulado uma quantia expressiva de capital para começar, mas é pouco difundido que é possível fazer o financiamento de até 80% do custo entre o terreno e a construção”, afirma Ribeiro. “A disponibilidade de valor em caixa do investidor é muito baixa comparada ao lucro que ele terá no final do ciclo de investimento”, finaliza. Fonte: Thomaz Assessoria

  • CONSTRUÇÃO CIVIL INVESTE MAIS DE R$21 MILHÕES PARA EVITAR ACIDENTES DE TRABALHO NO MÊS DE OUTUBRO

    Abrainc informa que os investimentos do setor garantem a proteção de milhares de trabalhadores e mantém segurança nos canteiros de obras A indústria da construção civil aplicou mais de R$21 milhões, durante o mês de outubro, em equipamentos de proteção coletiva e individual para garantir a segurança dos trabalhadores do setor, aponta a 20ª Pesquisa Abrainc (Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias), sobre acidentes de trabalho nas obras. O estudo foi elaborado pela associação e ouviu profissionais da segurança do trabalho em 971 canteiros de obras por todo o Brasil. De acordo com os dados, foram aplicados, em média, mais de R$13 milhões em itens de proteção individual aos mais de 74 mil trabalhadores do setor, uma média de R$179 por colaborador. Por outro lado, cada canteiro de obras fez aportes médios de R$8.803 em equipamentos de proteção coletiva nos 971 canteiros de obras. As aplicações em medidas preventivas não se resumem à aquisição de itens que garantam a integridade física dos funcionários, mas também em orientações ou cursos voltados para o tema. Isto fez com que, em média, cada trabalhador da indústria da construção civil participasse em torno de 5/6 horas de treinamentos preventivos durante o mês de outubro. Graças a estas medidas, apenas 0,1% dos trabalhadores do setor sofreram algum tipo de acidente de trabalho no período. Os números estão em patamares considerados baixos. Por exemplo, a Taxa de Frequência (TF), que é referente ao número de acidentes por milhão de horas trabalhadas, ficou em 13,7. Neste indicador, até 20 é considerado muito bom; de 20,1 a 40, bom; de 40, 1 a 60, regular; e acima de 60, péssimo. Ao tempo, a Taxa de Gravidade (TG), que mensura o número de dias perdidos por acidentes em milhão de horas trabalhadas, ficou em média de 122,9, o que também é considerado muito bom dentro do estudo. Nele, em escalas, até 500 é considerado muito bom, de 500,1 a 1.000, boa; de 1.000,01 a 2.000, regular; e acima de 2.000, péssima. Os resultados indicam que toda a indústria da construção civil segue cada vez mais engajada na manutenção da segurança de seus serviços, garantindo o bem-estar de seus trabalhadores. “Os investimentos refletem cada vez mais nos resultados, com a mitigação de acidentes e prevenção de danos aos nossos colaboradores. A indústria da construção civil segue evoluindo em várias frentes no Brasil, para garantir um bom cenário para investimentos, geração de empregos e trabalhar na diminuição do déficit habitacional”, finaliza Luiz França, presidente da Abrainc. Fonte: Abrainc/Loures Consultoria

  • SINVIDRO-MG E AMVID REALIZAM 13º TECNOVIDRO: VEJA OS DESTAQUES DO EVENTO

    Luis Henrique Tavares, diretor da Revista CONTRAMARCO e das feiras FESQUA e SAIE VETRO, marcou presença no encontro com oficinas e palestras Digulgação: Sinvidro-MG/Amvid A Associação Mineira do Comércio Atacadista, Varejista e dos Beneficiadores do Vidro (Amvid), em parceria com o Sindicato das Indústrias de Beneficiamento e Transformação de Vidros e Cristais Planos do Estado de Minas Gerais (Sinvidro-MG), realizaram, no dia 7 de dezembro, das 8h às 23h, no Centro de Inovação Tecnológica (CIT), em Belo Horizonte (MG), o 13º Tecnovidro. O Tecnovidro é um evento realizado anualmente com o objetivo oferecer oficinas e palestras com temas inovadores para vidraceiros, serralheiros, construtoras, engenheiros civis e arquitetos. Luis Henrique Tavares, diretor da Revista CONTRAMARCO e das feiras FESQUA e SAIE VETRO, marcou presença no encontro, que contou com 222 participações. Segundo Alessandra Rodrigues, executiva de entidade de classe do Sinvidro-MG, o Tecnovidro teve vários momentos importantes, dentre eles a fala do presidente Leonardo Braz, que se despediu do grupo de associados como presidente da entidade. O mandato de Braz acaba no próximo dia 31 de dezembro e contou com vários desafios, pois mais de dois anos de mandato ocorreram durante a pandemia. Ela relembra que o presidente agradeceu a confiança de todos e falou sobre a alegria de, mesmo diante de tantas dificuldades, ter conseguido iniciar o Projeto de Certificação INMETRO, para as indústrias vidreiras com o apoio do programa Fiemg Competitiva, que faz parte do trabalho do Instituto Euvaldo Lodi (IEL). “O projeto teve início em 2022 com consultoria preparatória em 10 empresas associadas. Até 7 de dezembro, 4 delas já estavam certificadas e, até março de 2023, as outras seis também já terão passado pela auditoria de certificação para a conquista do selo”, conta. Fotos: Anderson Costa Gustavo Mascena, superintendente do IEL, também marcou presença no evento e falou sobre a importância dos sindicatos patronais identificarem demandas de impacto que gerem realmente mais competitividade para o segmento. Durante o evento, as empresas Vidraçaria Pestana, Minas Laminação, Vidro Paiva e Polo do Vidro receberam a homenagem por já terem concluído o processo de certificação. Nesta edição, o Tecnovidro contou com três oficinas: “Projeto, normas e montagem prática dos sistemas Max Sistem e envidraçamento de sacada sem rolamento, da AL Indústria”; “Projeto, normas e montagem prática de box sauna, da Sealed Box. O único com vedação total. Produto de alto valor agregado, para profissionais que buscam novidades para o portfólio”; e “Estudo do projeto, normas e realização de atividades práticas de fixação de vidros com produtos Adere em esquadrias. Aprenda a usar de forma adequada para garantir a segurança ao seu cliente”. O encontro também apresentou um ciclo de palestras, foram elas: “ESG: Se você ainda não começou, já está perdendo dinheiro”, ministrada por Aline Azevedo, e “Vidro Duplo: Porque usamos tão pouco?”, com Luiz Barbosa. “Luiz Barbosa que falou sobre porque usamos tão pouco os vidros duplos no Brasil e quais são as possibilidades que o mercado ainda não vislumbrou. A palestrante Aline Azevedo, especialista sobre o tema ESG, chamou a atenção para a mudança de percepção do mundo sobre temas como sustentabilidade, governança e relações entre a empresa e os diversos públicos com quem ela se relaciona”, descreve executiva de entidade de classe do Sinvidro-MG. Segundo Aline, estar atento, atuante e ter transparência nas relações já impacta inclusive no valor econômico de cada negócio. “Por isso, não há tempo para espera. Quem ainda não se planejou, deve começar imediatamente se quiser manter-se no mercado de forma competitiva”, relata Alessandra. Durante o ciclo de palestras, os participantes também conheceram as diretorias da AMVID e do Sinvidro-MG, que vão dirigir a entidade pelos anos de 2013, 2014 e 2015. O encerramento do evento teve a palavra do presidente da AMVID e do Sinvidro-MG eleito para o próximo triênio, Geraldo Vergilino de Freitas Junior. “Em seu discurso, Junior falou sobre a importância do setor se unir para trabalhar em prol de anos de desenvolvimento. Ressaltou que o momento político que vivemos instituiu lados, mas que é importante ter apenas ‘o lado’, que vai trabalhar, participar ativamente, fiscalizar e que vai torcer para que o próximo governo seja bom para todos, inclusive para o ambiente de negócios”, conta a executiva de entidade de classe do Sinvidro-MG. O presidente eleito deixou uma mensagem de esperança para todos e desejou em nome das entidades um natal especial e um ano de 2023 de muito sucesso para todos. “As entidades vidreiras querem agradecer aos parceiros que acreditaram nos projetos realizados em 2022 e, em especial, o Portal Vidro Certo, que foi o patrocinador do Tecnovidro, da ‘Semana do Vidraceiro’ e da exposição ‘O Vidro no Mundo’. Nosso muito obrigada também às empresas apoiadoras: AGC, AL Indústria, Abividro, BendGlass, Reflex Tempervidros, CONTRAMARCO, Gusmão Representações, Perfil, Ideia Glass, Projeção Consultoria, Glasspartes, ECG Sistemas, Soul Tech, Synic Software, Guardiam do Brasil, Vivix, Cebrace e Saint-Gobain”, finaliza Alessandra. Fonte: Sinvidro-MG/Amvid

  • SEGURANÇA DAS FESTAS DE FINAL DE ANO EXIGE ATENÇÃO ÀS FECHADURAS

    Reprodução: Tedee Com as festas de final de ano, aumenta a preocupação com a segurança das casas, principalmente, quando ficam desocupadas. Neste sentido, as esquadrias e fechaduras desempenham um papel fundamental, mantendo os lares protegidos. De acordo com Sebastian Malec, diretor comercial da Tedee, fabricante de fechaduras inteligentes utilizadas em portas na Europa, uma das principais dicas para manter os componentes das esquadrias com desempenho efetivo é realizar a manutenção adequada. “Os clientes muito raramente leem instruções de manutenção e, mais dificilmente ainda, as seguem. Como fabricantes e distribuidores, devemos manter contato pós-venda com os clientes e, pelo menos através de e-mails e mensagens de texto automatizados, lembrá-los da manutenção básica e educá-los”, afirma. Porém, ele observa que ao vender a esquadria, o contato com o cliente, muitas vezes, termina nesse momento. João Vieira, diretor da Udinese Assa Abloy, fabricante de componentes para esquadrias de alumínio, relata que, em primeiro lugar, deve-se utilizar componentes de qualidade, que passam por todos os testes e atendem às normas do setor. Além disso, a instalação adequada do componente e a manutenção periódica da esquadria vão garantir o desempenho esperado por muito mais tempo. “Fazendo a instalação correta e manutenção periódica não há riscos para a segurança do imóvel”, diz. IMPREVISTOS NÃO SÃO MAIS PROBLEMA No momento da escolha de fechaduras eletrônicas, é importante optar por um modelo que possa operar independentemente do fornecimento de eletricidade, internet ou falhas na rede, já pensando em casos de queda de energia. “Tal fechadura inteligente é a Tedee. Ela tem uma bateria integrada, permitindo que funcione por até 12 meses com uma única carga, sem a necessidade de uma fonte de energia externa. Na ausência de internet , ela pode se comunicar via bluetooth . Além disso, a conexão é criptografada na nuvem do Microsoft Azure, conhecida pelos sistemas bancários e governamentais. Este é o mais alto nível de segurança digital”, informa Malec. “Graças à sua interface de programação de aplicação (API, sigla em inglês) aberta, o sistema é compatível com mais de 20 sistemas smart home , permitindo a comunicação com outros dispositivos, tais como câmeras, alarmes e intercomunicadores”, acrescenta. Reprodução: Udinese Assa Abloy Com as fechaduras da Udinese Assa Abloy, a ausência de energia também não compromete o desempenho. “Nossos produtos são alimentados por pilhas AA e avisam quando elas estão fracas. Se ainda assim as pilhas acabarem, uma bateria portátil pode ser conectada na fechadura para fazer a abertura”, conforme Vieira. MODELOS DE FECHADURA RECOMENDADOS Sebastian Malec, diretor comercial da Tedee, recomenda dois cilindros com os quais a marca trabalha. A Dormakaba Expert Plus permite muitas combinações de chaves, codificação fácil do sistema mestre, chave pequena curta, alta classe de proteção contra arrombamentos e possibilidade de automação com Tedee. “O modelo Keso possui todas as vantagens do cilindro mencionado acima e mais um pino universal para automação com a fechadura inteligente Tedee”, aponta. Para Malec, o componente de segurança mais sensível é o cilindro. “Devemos lembrar que ele deve ser de alta qualidade. Com proteção antiroubo, anti-intrusão e contra cópia de chaves. Por esta razão, cilindros de alto padrão europeu, como Dormakaba, Keso ou Gerda, estão sendo cada vez mais utilizados no Brasil com portas de alta qualidade”, diz. Se houver qualquer risco de alguém ter copiado uma chave que tenha sido perdida ou roubada, o morador deve, imediatamente, substituir o cilindro, recomenda. João Vieira, diretor da Udinese Assa Abloy, conta que uma das novidades no portfólio da Udinese é a fechadura 330 Euro, produzida em aço inox 304, garante segurança e resistência à corrosão. Além disso, a lingueta do tipo “tombar” permite maior avanço, aumentando ainda mais a segurança da esquadria. “Para aqueles que desejam utilizar uma fechadura eletrônica, o modelo Udinext-200 é uma excelente alternativa, pois é robusta, conta com diversas funcionalidades e o design discreto agrada a maioria dos clientes”, conclui.

  • FÁBRICAS DO GRUPO PROFINE UTILIZAM ENERGIA SUSTENTÁVEL

    O Grupo profine, de Troisdorf, e o Grupo Wirth, de Waghäusel, ambos na Alemanha, fundaram uma empresa que fornecerá um importante conjunto de serviços de energia: a profine Energy GmbH, conforme divulgação em julho de 2022 no LinkedIn da Kömmerling, desenvolvedora de sistemas para fabricantes de esquadrias de PVC do Grupo. Com sede em Waghäusel, a tarefa da profine Energy é tornar as 29 localidades do grupo profine, em 23 países, independentes do constante aumento dos preços de eletricidade e das grandes empresas de energia, fazendo uso de seus próprios sistemas fotovoltaicos. Essa iniciativa aumenta a confiabilidade do fornecimento e a rentabilidade das fábricas, ao mesmo tempo em que as empresas do Grupo profine contribuem significativamente para a implementação da transição energética e da proteção climática ativa. O objetivo da profine Energy é prestar serviços no campo das energias renováveis na Alemanha e no exterior. Isto inclui o planejamento, desenvolvimento, construção e operação de sistemas fotovoltaicos, juntamente com o armazenamento de baterias e sistemas para a produção de energia regenerativa a partir do vento e da biomassa. Estão planejados projetos e serviços específicos para empresas parceiras. Os clientes do Grupo profine ainda podem se beneficiar do know-how do fornecedor de serviços de energia e projetar seu próprio futuro energético de forma ambientalmente correta com suas empresas em projetos conjuntos com a profine Energy. "O Grupo profine significa sustentabilidade e economia circular. Temos uma atitude e uma visão claras para isso. Portanto, a fundação da profine Energy GmbH e os investimentos em energias renováveis são o passo mais lógico e certeiro. Convidamos todos os nossos parceiros a se unirem a nós em nossa jornada", convida Peter Mrosik, proprietário e CEO do Grupo. Para Markus Wirth, do Grupo Wirth, o objetivo é uma estratégia global com a qual todos os locais internacionais são convertidos em energias verdes. "Para isso, desenvolvemos um plano profissional. Trazemos a experiência de numerosos projetos solares para a parceria e desenvolveremos projetos desafiadores", garante. Fonte: Kömmerling/LinkedIn

  • RAIS & SILIMAQ LANÇA APLICADOR DE SILICONE ESTRUTURAL BICOMPONENTE

    O FA-SIL permite a atuação de controles remotos e monitoramento com seu novo sistema eletropneumático Em setembro deste ano, chegou ao mercado o equipamento aplicador de silicone estrutural bicomponente FA-SIL, da Rais & Silimaq, com braço articulado e giratório, alta produtividade, layout reduzido, fácil deslocamento, sistema “FA-SIL” start e laudo de dosagem. Esta versão atualizada permite a atuação de controles remotos e monitoramento com seu novo sistema eletropneumático. A máquina conta com motores pneumáticos com proteção e reversão automática, proporcionando segurança e consistência no funcionamento. O controle eletrônico do acionamento permite agilidade e durabilidade. O braço articulado e giratório possui raio de aplicação de 4,5m e articulação com regulagem pneumática para reduzir o peso do aplicador. O aplicador FNP. 202 foi pensado para o dia a dia do operador. As mangueiras de produto podem ser instaladas com angulação de 0 a 90º, botão eletrônico de acionamento e sistema de aplicação contínuo (botão de travamento da aplicação). O mix-starter é o iniciador de mistura com bico facilitador do início da mistura, sendo ideal para produtos com diferença de viscosidade alta e eficiência na mistura. Fonte: Rais &Silimaq

  • PREMIAÇÃO DO INSTITUTO DE ARQUITETOS DO BRASIL TEM 25 VENCEDORES DE 8 CIDADES BRASILEIRAS

    Projetos são de Careiro da Várzea (AM), Iguape (SP), Iranduba (AM), Jundiaí (SP), Santo André (SP), Recife (PE), São José dos Campos (SP) e São Paulo (SP) Reprodução: Instituto de Arquitetos do Brasil – Departamento de São Paulo No último dia 15 de dezembro, aconteceu a cerimônia da 24ª Premiação IABsp 2022 – tradicional e reconhecido prêmio da área de arquitetura e urbanismo – quando foram anunciados os vencedores. O evento reuniu participantes e convidados da área em coquetel na Unibes Cultural, em São Paulo (SP). Organizado pelo Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB), entidade com mais de cem anos de existência, o prêmio teve 25 projetos de 8 cidades brasileiras ( Careiro da Várzea, Iguape, Iranduba, Jundiaí, Santo André, Recife, São José dos Campos e São Paulo) premiados. Os vencedores das quatro categorias, divididas em 12 subcategorias, ganharam além de troféu o reconhecimento e a credibilidade que o prêmio carrega. "Este é o prêmio mais longevo da profissão e demonstrou, nas últimas edições, que tem sido capaz de acompanhar as pautas mais importantes de seu tempo", afirma Jaime Solares, coordenador desta edição. Em edificações foram avaliadas obras concluídas e projetos de edificações nas diversas tipologias e programas. Os ganhadores foram: Residencial e habitação de interesse social: Edifício de Apartamentos na Vila Olímpia, em São Paulo, de SPBR Arquitetos; Residência LLF, em São José dos Campos, de Obra Arquitetos. Equipamentos, indústria e serviços: Atelier Pina Cerâmica, em São Paulo, de Alvorada Arquitetos; Livraria Cabeceira, em São Paulo, de Estúdio Guega. Restauro, retrofit e requalificação: Restauro Casa triângulo, Vilanova Artigas, em São Paulo, de Metrópole Arquitetos; Restauro Casa JMTB II, Vilanova Artigas, em São Paulo, de FGGN Arquitetos; Restauro, Modernização e Ampliação do Museu do Ipiranga, em São Paulo, de H+F Arquitetos; Reforma do Casarão Barão de Tatuí, em São Paulo, de Jamelo Arquitetura; Conjunto 07 de Abril, em São Paulo, de Metro Arquitetos; Biblioteca Padre Moreau, em São Paulo, de Carvalho Terra Arquitetos. Na subcategoria Interiores e Design foram avaliadas obras construídas e projetos de interiores ou que agenciam temporalidades e escalas reduzidas. Arquitetura de interiores: Apartamento Bartira, em São Paulo, de Estúdio Guega + Tambori Arquitetura; Purgatório, em São Paulo, de Memola Estúdio + Vitor Penha. Arquitetura efêmera: Construindo Juntos - Building Together, em São Paulo, de Lahayda Lohara Mamani Poma Dreger; Fábrica das Infâncias Japy, em Jundiaí, de Ateliê Navio. Objeto: Linha Mandacaru, em Santo André, de Design AK; Aparador Desvio, em São Paulo, de FGMF. Em Urbanismo, Planejamento e Cidades a avaliação foi de projetos, obras, planos, programas e ações, executadas ou não, voltados ao espaço público ou privado de uso coletivo. Desenho urbano e paisagismo: Plano Integrado de Desenvolvimento Local - RDS Despraiado, em Iguape, de Estúdio Lava; Parque Capibaribe - trechos Caiara e Vintém, em Recife, de Zoom Urbanismo, Arquitetura e Design. Ativismo urbano travessias: Vai no Bixiga pra ver: percursos e cartografias colaborativas na microbacia do Rio Bixiga, em São Paulo, de Coletivo Salve Saracura; Ocupação em ações transversais: Fórum Mundaréu da Luz, em São Paulo, de Fórum Mundaréu da Luz | GT Projeto | EMAU Mosaico Mackenzie. Em Cultura Arquitetônica, foram considerados os produtos de iniciativas artísticas, culturais, acadêmicas e educacionais de difusão, reflexão e ensino pertinentes ao campo da arquitetura e do urbanismo. Publicação: Cidade, gênero e infância, em São Paulo, de Romano Guerra Editora, Pistache Editorial e Instituto Brasiliana, por Rodrigo Mindlin Loeb e Ana Gabriela Godinho Lima (organizadores). Visualidades: Arquiteturas ribeirinhas: a vida sobre as águas da Amazônia, em São Paulo, Careiro da Várzea e Iranduba; Podcast Betoneira - Misturando Ideias, em São Paulo, de Podcast Betoneira. Técnicas e tecnologia: (Des)construir e Ocupar: O reuso como prática social e propositiva, em São Paulo, de Ruína, FAU Mackenzie e MSTC; Demonumenta RA, em São Paulo, de Laboratório para Outros Urbanismos - FAU USP. Desde a primeira edição, em 1967, a Premiação IABsp constituiu-se como uma importante plataforma de promoção da crítica e da divulgação da arquitetura e do urbanismo. A premiação procura contemplar projetos e obras referenciais, ao identificar os avanços e desafios enfrentados na produção da arquitetura. Busca também premiar propostas engenhosas e significativas, principalmente aquelas que contribuem para o desenvolvimento da técnica, do conhecimento e do ambiente construído em diálogo com a natureza, sociedade, economia e cultura em todo o território nacional. JURADOS Multidisciplinar, nacional, internacional, intergeracional e representativo - 50% pessoas negras e 75% mulheres - o júri foi composto por 12 conceituados profissionais da área. Na categoria Edificações, estavam: Gabriela de Matos, Glória Cabral e Roberto Loeb. Em Interiores e Design: Audrey Carolini, Karol Suguikawa e Renata Puig. Na Categoria Urbanismo, Planejamento e Cidades: Lizete Rubano, Louise Lenate Ferreira da Silva e Tainá de Paula. Em Cultura Arquitetônica: José Abilio Ferreira, Marina Grinover e Thiago Iaqeb Ahmose. Fonte: Instituto de Arquitetos do Brasil – Departamento de São Paulo

  • PROTEÇÃO CONTRA VENTO, CHUVA E INSETOS: CONHEÇA O KIT WALL GLASS ORION

    O sistema Wall Glass Orion possui deslizamento telescópico projetado para fechamentos de múltiplas portas, divisões de áreas e grandes vãos. O peso fica 100% no piso, possibilitando a instalação em teto de PVC, gesso, madeira e outros acabamentos. O produto é fabricado pela Orion Box. Ideal para proteger contra vento, chuva e insetos, proporcionando praticidade e conforto, possui facilidade de instalação e fácil regulagem. Entre as características do produto estão: sistema para vidros laminados ou temperados de 8mm, acessórios com corpo em alumínio e parafusos em aço inox, rolamento blindado e roldanas em poliacetal com regulagem. Cada painel suporta peças de até 80 kg, sendo 3m(A) x 1,2m(L) ou 2,5m(A) x 1,5m(L). A empresa oferece garantia de qualidade, kits completos e produtos para pronta-entrega. Mais de 27 anos fabricando kits de acessórios para instalação de vidros. Fonte: Orion Box

  • TECNOLOGIA EMMEGI PRESENTE NO ESTÁDIO LUSAIL, NO CATAR

    A Copa do Mundo de 2022, no Catar, país peninsular árabe, disputada de 20 de novembro a 18 de dezembro, ficou muito marcada pelas grandes construções e luxuosas arquiteturas de seus estádios – muitos deles construídos especificamente para receber o mundial. Os palcos dos jogos são todos modernos e tecnológicos e recebem o que há de mais inovador no mundo da arquitetura e engenharia. O Lusail, principal palco e um dos símbolos da Copa, foi um dos estádios construídos do zero para receber o evento, assim como a cidade onde fica. Altamente luxuoso e tecnológico, sediou alguns dos jogos mais importantes da competição, incluindo a grande final. Este edifício consiste numa base semicircular rodeada por um fosso e ligada aos estacionamentos por seis pontes. O layout interno é inspirado na antiga arte árabe de tecelagem de tigelas, um trabalho de design extremamente complexo e fascinante. O telhado é suportado por um anel de colunas arqueadas e pode ser aberto ou fechado conforme necessário. O equipamento utilizado na construção da fachada do estádio Lusail foi um centro de usinagem de 5 eixos da marca Emmegi, produtora e comerciante italiana de sistemas para usinagem de perfis em alumínio, ligas leves, PVC e aço do grupo Voilàp. O modelo Satellite XTE é associado ao software 3D de usinagem: o Puma Pro, da marca Cameleon, também do grupo. A empresa que desenvolveu esta fachada, que é cliente Emmegi de longa data, pôde programar e desenvolver as usinagens que formaram as aberturas triangulares, como uma tela perfurada que fornece sombra e filtra a luz que entra nos saguões internos. Isso, em combinação com o design da cobertura, representa uma adaptação ao perfil climático do Catar e ajuda a reduzir o consumo de energia. A cobertura, feita de uma rede de cabos de 307m de diâmetro, é uma das maiores de rede de cabos de tração do mundo. O anel de compressão externo se conecta a um anel central tensionado por um complexo sistema de cabos. Tecnologias de refrigeração ao ar livre também são implementadas para maximizar o conforto no estádio. Reprodução: Emmegi SOBRE SATELLITE XTE Centro de usinagem de 5 eixos CNC de cabine móvel, realizado para executar trabalhos de fresagem, furação, roscagem e corte em barras de grandes dimensões em alumínio, PVC, ligas leves e aço. A parte móvel da máquina é constituída por uma cabine dotada de motorização com cremalheira de precisão. O eletromandril de potência elevada (15 kW em S1) com engate de ferramentas HSK-63F permite realizar trabalhos, inclusivamente gravosos, com ótimos resultados de rapidez e precisão. A nova cabina de proteção local foi concebida para conjugar a máxima funcionalidade, acessibilidade, insonorização e luminosidade com as exigências de segurança e ergonomia. O operador dispõe de grandes superfícies vidradas para controlar as execuções das usinagens e, graças ao sistema de total abertura da cabina em duas partes separadas, o acesso é facilitado durante as fases de limpeza e manutenção. O interior da cabina prevê a total segregação da área de trabalho das restantes secções do depósito porta-ferramentas e dos outros acessórios fornecidos no carro, garantindo a máxima recolha da apara para o tapete transportador e, como opção, a aspiração dedicada dos fumos de usinagem. O depósito de ferramentas com 24 alojamentos, no portal móvel, dispõe de um sistema com braço permutador que reduz consideravelmente os tempos de mudança da ferramenta. A lâmina de 500mm está alojada separadamente em um depósito específico. Satellite XTE dispõe de tornos motorizados que, na modalidade pendular dinâmica, se posicionam de modo independente e em tempo mascarado aos processos de usinagem do mandril no campo de trabalho oposto. Os tornos, robustos e de dimensões reduzidas, são facilmente configuráveis sem a utilização de ferramentas para as regulações geométricas. Os novos batentes permitem a total cobertura do campo de trabalho e desbloqueiam a área no caso de usinagens nos topos do perfil. Reprodução: Emmegi Todos os eixos CNC são absolutos e não exigem a reposição a zero ao reiniciar a máquina. Mais informações: https://www.emmegi.com/pt/produto/centro-de-usinagem/satellite-xt e SOBRE O PUMA PRO Puma Pro é a solução, desenvolvida pela CAMaeleon GmbH, para a programação de centros de usinagem multi eixos, permitindo o melhor aproveitamento das características do meio de produção, tipicamente um centro de usinagem de 5 eixos. O gerenciamento de todas as funções necessárias para o fresamento de peças complexas – como o manuseio de 5 eixos interpolados, o manuseio de superfícies de fresagem curvas, o manuseio de peças curvas e o gerenciamento completo do módulo de apalpação, juntamente com o manuseio das características típicas do centros de usinagem utilizados para usinagem de barras em alumínio e ligas leves – faz do Puma Pro uma opção para a movimentação de centros de usinagem de 5 eixos nos setores aeronáutico, ferroviário e industrial em geral. Para mais informações, acesse: www.camaeleon.de SOBRE O LUSAIL STADIUM O Estádio Nacional de Lusail, ou Estádio Icônico de Lusail, é um estádio de futebol localizado em Lusail, no Catar, inaugurado em 22 de novembro de 2022. O processo para construção do estádio se iniciou em 2014, sendo vencido pelo consórcio composto pela HBK Constructing (HBK) e China Railway Construction Corporation (CRCC). O estádio foi desenhado pela firma britânica Foster + Partners, para uma capacidade de 88.966 assentos. Como os demais estádios para a Copa do Mundo de 2022, o espaço foi climatizado utilizando energia solar e tendo pegada de carbono zero. A construção foi iniciada em 11 de abril de 2017, com o fim previsto para 2020, acabou sendo adiado juntamente com os três amistosos que aconteceriam até a Copa. Após o evento, prevê-se uma reconfiguração para 20.000 lugares. O excesso de assentos será removido e as partes liberadas serão ocupadas por espaços comunitários com lojas, cafés, academias, instalações educacionais e uma clínica médica. Com o passar do tempo, o exterior dourado desaparecerá, replicando artesanato de metal envelhecido para criar um local vivo com caráter cultural. Fonte: Emmegi/Goal

  • MAIOR AQUÁRIO CILÍNDRICO DO MUNDO EXPLODE EM HOTEL NA ALEMANHA

    Segundo o portal Vidro Certo, o aquário não foi construído em vidro Um aquário de 14m de altura contendo um milhão de litros de água, onde viviam 1,5 mil peixes tropicais, de 100 espécies diferentes, estourou na manhã desta sexta-feira (16) no saguão do hotel Radisson Blu, em Berlim, na Alemanha, inundando o hotel e as ruas próximas. O incidente com o "AquaDom", descrito pela administração como o maior aquário cilíndrico independente do mundo, deixou duas pessoas feridas por estilhaços — e "danos inacreditáveis”, segundo a polícia. Cerca de cem socorristas foram acionados para se dirigirem ao local, um complexo de lazer que abriga hotel, museu, lojas, restaurantes e o “AquaDom”. Os hóspedes foram retirados do hotel após o incidente, que ocorreu às 5h45 do horário local (1h45 em Brasília). Uma pilha de detritos ficou espalhada na rua, em frente às portas de entrada do hotel, que agora pendem para a rua, retorcidas pela força da explosão do tanque. Franziska Giffey, prefeita de Berlim, foi ao hotel para ver os estragos e descreveu a explosão do tanque como um tsunami. Ela expressou alívio por ter acontecido tão cedo pela manhã, dizendo que cerca de uma hora depois, o saguão e a rua do lado de fora estariam cheios de visitantes, muitos deles crianças. O aquário foi modernizado há dois anos e contava com um elevador panorâmico (com paredes de vidro), construído dentro dele para uso dos visitantes. Alguns dos quartos do hotel são anunciados como tendo vista para ele. A causa da explosão ainda é desconhecida, mas uma das suspeitas das autoridades é de que as baixas temperaturas tenham provocado rachaduras na estrutura, que acabou cedendo à pressão das mil toneladas de água. Os policiais e bombeiros não comentaram o destino dos peixes. A autoridade responsável pelo transporte público da capital alemã informou que a rua Karl-Liebknecht, junto ao hotel, foi fechada devido à "extrema quantidade de água na via". O serviço de bondes na área também foi interrompido. O “AquaDom” foi inaugurado em dezembro de 2003 e entrou para o Guinness Book, o livro dos recordes mundiais, como o maior aquário cilíndrico do mundo. De acordo com notícias publicadas na época da sua construção, custou cerca de 12,8 milhões de euros. EXISTE UM TIPO DE VIDRO IDEAL PARA AQUÁRIO? Os vidros específicos para utilização em piscinas e grandes aquários devem ser projetados para suportarem a pressão hidrostática (que ocorre no interior dos líquidos, sendo exercida pelo peso do próprio líquido). Para suprir essa necessidade, os fabricantes desses vidros especiais costumam ter um departamento específico para orientar os diversos cálculos necessários para determinar a espessura do vidro a ser utilizado e os componentes indicados para suportar a pressão da água. Entretanto, vale lembrar que, apesar de cada projeto possuir suas particularidades específicas que determinarão as espessuras do vidro a ser utilizado, por regra, o vidro laminado é o tipo de vidro indicado para participar desse tipo de projeto. Entre as diversas vantagens que o vidro com laminação pode oferecer, estão a resistência elevada e a habilidade de absorver altas pressões. O seu modo de fabricação garante segurança aos ambientes aquáticos, tendo em vista que, além de resistente, não oferecerá perigo aos usuários em casos raros de acidentes seguidos de quebra. Dessa forma, independente da espessura a ser utilizada, o vidro laminado é o material indicado para compor visores de piscinas e aquários, garantindo, além da segurança, beleza e inovação aos espaços onde for instalado. Vale lembrar que a obrigatoriedade do uso de vidros laminados em projetos desse porte está fundamentada na NBR 7199, da ABNT, que dita as regras para utilização de vidros em locais onde o mesmo será submetido a grandes esforços de resistência, como pisos, escadas, passarelas, fachadas, além de vidros para piscina e aquário. Para a utilização de vidros nessas instalações citadas acima, por exemplo, a NBR 7199 determina cuidados fundamentais, como a utilização de vidros laminados temperados em projetos onde o piso não esteja totalmente apoiado na superfície. Vidros laminados temperados são fabricados utilizando duas (ou mais) placas de vidro temperado unidas através do PVB. Esse modelo garante a união das principais qualidades de dois vidros de segurança – resistência e laminação. Também determina que, em caso de quebra de uma das placas do vidro laminado, as demais peças da composição deverão suportar a carga pelo tempo necessário para um possível evacuamento, isolamento do local e substituição da peça de vidro. Uma particularidade distinta do vidro laminado é a capacidade de manter os estilhaços de vidro presos na película, impedindo a abertura do vão que está fechando, reduzindo enormemente os riscos de acidentes e possíveis ferimentos que poderiam ser causados. Além do mais, a placa de vidro não deve tocar diretamente na estrutura em que será apoiada, dessa forma, é necessária a utilização de calços no fundo e na lateral da estrutura. A NBR 7199 determina também que o apoio das bordas dos pisos devem possuir, no mínimo, uma vez e meia a espessura do vidro. Importante frisar que, além da possibilidade de utilizar folhas temperadas durante a laminação do vidro, os modelos para piscinas e aquários podem ser equipados com películas especiais, que o tornam ainda mais resistentes. Fontes: BBC Brasil, Folha de S.Paulo e Arch Glass

  • VISÕES PARA O MERCADO DO VIDRO EM 2023

    O ano de 2022 foi reconhecido como o Ano Internacional do Vidro, decretado pela Organização das Nações Unidas (ONU), direcionando um olhar mais atento para o material e tudo que o envolve. O objetivo foi mostrar como esse material está associado à sustentabilidade, devido à sua reutilização e reaproveitamento. Mas, ao longo do ano, o mercado vidreiro enfrentou altos e baixos. José Antônio Passi, diretor da Divinal Vidros, testemunha ocular das últimas quatro décadas do setor vidreiro, período de grandes mudanças e crescimento,comenta sobre o mercado e suas expectativas para o próximo ano, além da conclusão do ano que passou, onde cita os problemas enfrentados. REVISTA CONTRAMARCO - COMO VOCÊ AVALIA O MERCADO DO VIDRO EM 2022 NO BRASIL? Passi - O mercado vidreiro nos decepcionou em 2022. Acreditávamos que haveria um crescimento na ordem de 5%, mas o que assistimos foi um mercado retraído, principalmente no segundo semestre. Mesmo assim, o ano de 2022 não foi dos piores. REVISTA CONTRAMARCO - OS VIDROS IMPORTADOS SE TORNAM UMA “AMEAÇA” PARA O SETOR NACIONAL? Passi - Atualmente, a ameaça é para alguns produtos da cadeia vidreira. Para as usinas, enquanto as políticas de Antidumping estiverem em vigor, impedindo os países exportadores de colocarem o vidro no Brasil com preços abaixo dos praticados em seus próprios mercados, não há o que se falar em ameaça. Já nos vidros processados, onde não há proteção por Dumping , os preços em nosso mercado já são muito baixos devido à alta oferta, criando de forma natural uma barreira de entrada para empresas de outros países que queiram trazer seus produtos para o Brasil. REVISTA CONTRAMARCO - DE 2015 ATÉ OS DIAS ATUAIS, QUAIS FORAM AS GRANDES MUDANÇAS NO MERCADO? Passi - O que mais se destacou de 2015 para cá foi a grande quantidade de vidraçarias que viraram processadores de vidros laminados e temperados, aumentando de forma significativa a competitividade do setor e a oferta destes produtos. Além disso, vimos também a transformação das vidraçarias, que saíram em busca de conhecimentos e tecnologia, passando a operar também no mercado de esquadrias de alumínio e afins. Atualmente, uma parcela significativa de empresas, que até então eram somente instaladoras de vidro, estão atuando fortemente no pulsante mercado de esquadrias de alumínio, atendendo clientes do médio até o alto padrão e isso é uma tendência muito forte no mercado de vidraçarias em todo o Brasil. Olhando para o mercado em geral, tivemos a grande evolução dos vidros especiais de proteção solar, onde há um mercado bem promissor para este segmento. Temos que pontuar também que os edifícios passaram a utilizar mais vidros em sua construção, aumentando a área envidraçada. REVISTA CONTRAMARCO - COMO O MERCADO ESTÁ SE MOVIMENTANDO ATUALMENTE? Passi - O mercado está bem disputado, mostrando um equilíbrio de oferta e procura. Na minha visão, não existe falta de matéria-prima e não há projeção para um grande excedente de oferta. Por outro lado, no mercado transformador, principalmente o de vidros temperados, a ociosidade é muito grande. Acredito que, atualmente, temos no Brasil um mercado transformador de vidros temperados com uma ociosidade superior a 50%. REVISTA CONTRAMARCO - A ONU DECRETOU 2022 COMO O ANO INTERNACIONAL DO VIDRO, QUAIS IMPACTOS ESSE RECONHECIMENTO TROUXE PARA O SETOR? Passi - Trata-se de um fato marcante, que ajuda a colocar o vidro ainda mais em evidência, levando o material ao conhecimento geral das pessoas, principalmente daquelas que não estão envolvidas com a área da construção. REVISTA CONTRAMARCO - QUAIS SÃO AS EXPECTATIVAS E TENDÊNCIAS PARA O MERCADO DO VIDRO EM 2023? Passi - Com a instabilidade política deste final de 2022 fica difícil fazer uma projeção para o ano de 2023. Acredito que o mercado vidreiro irá se comportar nos patamares de 2022. Na minha opinião, nada indica que poderá haver um grande crescimento ou que o mercado poderá sofrer uma retração brusca. REVISTA CONTRAMARCO - DE ACORDO COM COMUNICADO DIVULGADO PELO PORTAL ARCH GLASS, O VALOR DO VIDRO AUMENTOU ATÉ 18% NO ANO DE 2022. COMO O MERCADO REAGIU? EM SUA VISÃO, CONTINUARÁ OCORRENDO ESSAS ALTERAÇÕES DE VALORES EM 2023? Passi - Em 2022 o vidro pode ter aumentado em média 18% como mencionado. Porém, não podemos dizer o mesmo para os vidros processados. No caso do vidro temperado, o aumento não foi superior a 10%. Alguns produtos subiram menos e outros mais. O que podemos pontuar é que a cada aumento praticado pelas usinas, provoca-se um desconforto geral no mercado. São altos e baixos que demoram para se estabilizar e encontrar um novo ponto de equilíbrio. Com os sucessivos aumentos, passamos 2022 com os preços bem tumultuados. Para 2023, é bem provável que tenhamos os preços mais estáveis.

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