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  • CONHEÇA AS SOLUÇÕES DA VEDUGAL BRASIL

    “Inovando as esquadrias com as guarnições em PVC e escovas adesivas” Surgindo da iniciativa do empresário Manuel Figueiredo Coelho, que possui mais de 40 anos de experiência no mercado de esquadrias de alumínio, a Vedugal Brasil oferece soluções de vedação para esquadrias, desde 2021. Fundada em Valinhos, no interior do estado de São Paulo, a empresa conta com soluções em fitas adesivas vedadoras, fabricadas em PVC e EVA, que estão disponíveis para todo o Brasil e América Latina. De acordo com a marca, as soluções oferecem vedação contra água, ruídos e poeira. As fitas vedadoras possuem hidrorrepelência, enquanto as espumas são eficientes no isolamento térmico e acústico. Além disso, a empresa informa que as guarnições levam a qualidade PVCdugal, que oferece mais resistência e durabilidade, facilidade de aplicação, sem cheiro e ecologicamente correto, pois gera menos resíduos durante o seu uso e emite menos gases poluentes em sua fabricação. BENEFÍCIOS DAS ESCOVAS DE VEDAÇÃO VEDUGAL Hidrorrepelência; Sem aspecto quebradiço, transparência ou fosqueamento; Disponível em vários modelos e cores; Fios com tratamento para que sejam mais resistentes e duradouros; Opções com barreira adesiva. ESPUMAS FLEXDUGAL Evita corrente de ar em: portas e janelas, cabines, painéis, ar condicionado e balcão frigorífico; Eficiente em: isolamentos térmicos, acústicos, nas divisórias na construção, na umidade em drywall , em condicionadores de ar. GUARNIÇÕES PVCDUGAL Ecologicamente corretas; Sem cheiro; Maior durabilidade; Maior resistência; Fácil aplicação. Para mais informações, acesse: http://vedugalbrasil.com.br/ Fonte: Vedugal Brasil

  • SAINT-GOBAIN ESTÁ ENTRE AS MELHORES EMPREGADORAS DO MUNDO

    Pelo oitavo ano consecutivo, a Saint-Gobain foi certificada como “Top Employer Global” (ou “principal empregador global”, em tradução livre). Apenas 15 empresas em todo o mundo receberam este selo de reconhecimento do Top Employers Institute. Com a inclusão do Peru e de Cingapura no ranking internacional, este ano 40 países onde o Grupo Saint-Gobain atua receberam o selo Top Employer. Claire Pedini, vice-presidente sênior de recursos humanos e responsabilidade social corporativa da Saint-Gobain, explica que esta nova certificação “Top Employer Global” recompensa todas as ações e compromissos implementados pela Saint-Gobain em todo o mundo para ser um ótimo lugar para trabalhar, onde o talento de todos é reconhecido e onde as equipes estão comprometidas. “É a prova de que contribuímos diariamente, enquanto empregadores responsáveis, para a construção de um mundo mais sustentável e inclusivo, em linha com o nosso propósito ‘Making the world better home’ [tornar o mundo um lar melhor] e o nosso plano estratégico ‘Grow & Impact’ [crescimento e impacto]”, disse o executivo. “É uma prova do esforço constante de nossas equipes, principalmente em recursos humanos, para continuar progredindo e alcançar uma pontuação de 90% dos funcionários da Saint-Gobain que dizem ter orgulho de trabalhar para a empresa. Essa conquista é resultado de uma transformação cultural bem-sucedida, baseada na confiança, colaboração e empoderamento”, acrescentou Claire Pedini. Entre os 20 critérios analisados pelo Top Employers Institute ( www.top-employers.com/pt/global-top-employers ), a Saint-Gobain avançou significativamente este ano em 15 deles, especialmente em Sustentabilidade (+6,69%), Diversidade & Inclusão (+3,12%), RH Digital (+3,04%), Bem-Estar (+2,79 por cento) e Aquisição de Talentos (+2,43 por cento). No Brasil, a Saint-Gobain e a Pilkington, marca do grupo NSG, possuem também a Cebrace, marca formada pela joint-venture entre as duas empresas. Ainda em território nacional, a Saint-Gobain detém a divisão de soluções para fixação e vedação Tape Solutions, localizada em Sumaré (SP). Fonte: Glass Online

  • MERCADO DA CONSTRUÇÃO CIVIL DEVE CRESCER 2,5% ESTE ANO, CONFORME PREVISÃO DA CBIC

    Setor aposta em inovações tecnológicas sustentáveis Para este ano, a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) prevê crescimento de 2,5%, considerando o ciclo de negócios do mercado imobiliário em andamento e a demanda habitacional mais sólida em relação aos últimos anos. Com a expectativa positiva, especialistas indicam que o setor deve apostar em novas tecnologias, visando deixar as construções mais sustentáveis. Após os impactos da pandemia na cadeira produtiva, o mercado da construção civil voltou a viver um cenário positivo e segue em expansão na economia. Em outubro do ano passado, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e o Sindicato da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP) já projetavam alta de 7% e 6,1% do setor no ano, respectivamente, acima do percentual previsto para o crescimento do país, de 2,7% segundo Pesquisa Focus. Nos últimos anos, o tema “sustentabilidade na construção civil” tem se tornado pauta dentro das construtoras. Além de contribuírem com o meio ambiente, as inovações tecnológicas que começam a ser empregadas reduzem custos das obras, tornando o projeto mais viável e podendo ser fator decisivo para alguns clientes. Os projetos com certificação de sustentabilidade tendem a ser melhor vistos e projetam a empresa para uma economia mais rentável. Dentre esses avanços tecnológicos, pode-se citar como destaque: a impressão 3D, inteligência artificial, drones, Internet das Coisas (IoT), tijolos ecológicos, realidade aumentada, Modelagem de Informação da Construção (BIM) e lean construction (construção enxuta). Ferramentas em processo de aceitação que possuem potencial para transformar o comportamento do mercado imobiliário e da construção civil. Fonte: CBIC/Assessoria CDI Comunicação

  • NOVA TÉCNICA UTILIZA REPULSÃO ELETROSTÁTICA A SECO PARA LIMPAR AUTOMATICAMENTE

    Sem usar água, a limpeza é feita sem contato, evitando danos ao vidro de cobertura do painel/Imagens: Massachusetts Institute of Technology e Sreedath Panat Pesquisadores calculam que já estejam sendo utilizados 38 bilhões de litros de água por ano apenas para limpar os painéis solares, cuja produção de eletricidade diminui conforme eles são cobertos por poeira — a sujeira pode reduzir a produção dos painéis fotovoltaicos em até 30% em apenas um mês. Pensando nisso, dois pesquisadores do MIT, nos Estados Unidos, desenvolveram uma técnica para limpar automaticamente os painéis solares — ou os espelhos das plantas termossolares — totalmente a seco e, ainda por cima, sem contato, evitando danos aos painéis. O sistema utiliza repulsão eletrostática para fazer com que as partículas de poeira se soltem e praticamente saltem da superfície do painel, sem a necessidade de água ou de escovas. COMO FUNCIONA Para ativar o sistema, um simples eletrodo (uma barra metálica) passa logo acima da superfície do painel, transmitindo uma carga elétrica às partículas de poeira. Enquanto isso, uma carga oposta, liberada por um revestimento condutor transparente de apenas alguns nanômetros de espessura, depositado na cobertura de vidro do painel solar, repele as partículas. Calculando a tensão certa a ser aplicada, os pesquisadores conseguiram encontrar uma faixa de voltagem suficiente para superar a atração da gravidade e as forças de adesão, fazendo com que a poeira se levante. LIMPEZA ELETROSTÁTICA Para que a técnica de limpeza seja adotada em larga escala, cada painel solar pode ser equipado com grades de cada lado, com o eletrodo atravessando o painel. Um pequeno motor elétrico, talvez usando uma pequena parte da energia gerada pelo próprio painel, acionaria um sistema de correia para mover o eletrodo de uma extremidade a outra do painel, fazendo com que toda a poeira caia. Todo o processo pode ser automatizado ou controlado remotamente. Alternativamente, tiras finas de material transparente condutor podem ser dispostas permanentemente acima do painel, eliminando a necessidade de peças móveis, sugerem os pesquisadores. A limpeza com água representa cerca de 10% dos custos operacionais das instalações solares. O novo sistema pode potencialmente reduzir esses custos e melhorar a potência geral, permitindo limpezas automatizadas mais frequentes. Segundo o cálculo dos pesquisadores, levando em conta uma instalação solar de 150 megawatts, mesmo uma redução de 1% na energia gerada pode resultar em uma perda de US$ 200.000 em receita anual. Globalmente, uma redução de 3 a 4% na produção de energia das usinas solares equivaleria a uma perda entre US$ 3,3 bilhões e US$ 5,5 bilhões. Fonte: Inovação Tecnológica *Matéria publicada na edição 157 (set/out - 22) da Revista CONTRAMARCO.

  • VERSATIK DIVISION: A DIVISÃO DE AMBIENTES, DA TEC-VIDRO

    A Tec-Vidro, fabricante de box de banheiro, fechamento de sacada, guarda-corpo e kit pia, lançou um produto projetado para grandes áreas: o Versatik Division, em 2022. A solução suporta peças de vidro de até 160kg e pode ser organizada com quantos painéis de vidro o cliente desejar. O mesmo produto pode ser utilizado para vidros de 8 a 10mm, sendo laminado ou temperado, possui guia inferior com apenas 10mm, além roldana inferior com regulagem, nas cores branco, bronze, champanhe 1002, natural fosco e preto. Apresenta peças de acabamento com design exclusivo, os painéis são independentes e se movimentam para os dois lados e a guia inferior é composta por duas peças clicáveis para ocultar os parafusos de fixação. Para mais informações, acesse: https://www.tecvidro.com.br/produtos/versatik-division/ Fonte: Tec-Vidro

  • PROACÚSTICA LANÇA 2ª EDIÇÃO DO PROGRAMA E SELO QUALILAB 2023

    A Associação Brasileira para a Qualidade Acústica (ProAcústica) lançou a 2ª edição do QualiLab — Programa de Qualificação para Laboratórios de Ensaios de Campo, durante a realização do workshop online da 5ª Edição do Programa InterLaboratorial de Ensaios de Campo e Proficiência para Laboratórios de Acústica (InterLab) 2022, encerrado em 18 de janeiro de 2023. Na ocasião, foram apresentados os relatórios dos ensaios interlaboratoriais e de proficiência 2022. No processo para a obtenção da qualificação, os laboratórios precisam comprovar a participação em um Programa Interlaboratorial e a Proficiência de Ensaios de Campo para Laboratórios de Acústica em Edificação. O processo exige a apresentação de Relatórios Finais do Ensaio Interlaboratorial e Proficiência pelo Método de Engenharia, de acordo com até cinco normas, e pelo Método Detalhado, para até duas normas; e de Certificados de Calibração dos sonômetros utilizados nas medições de campo do ensaio interlaboratorial. Para os laboratórios que realizam ensaios de campo de acústica nas edificações, o programa atribui o Selo QualiLab ProAcústica para até sete normas. Esse é o programa em que o Laboratório de Acústica de Edificações, com base nos resultados de participação em um Programa Interlaboratorial e Proficiência de Ensaios de Campo, tem seus resultados avaliados com o objetivo de qualificar o laboratório para as medições de campo. As regras de aptidão para receber o Selo QualiLab, podem ser observadas no link . O selo passa a ser um grande diferencial de mercado do laboratório no atual cenário do setor da construção civil e das demandas da área imobiliária. Cada ensaio de campo realizado pelo laboratório, pelo Método de Engenharia, deve estar de acordo com as normas ABNT NBR ISO 16283-1:2018 — Isolamento acústico a ruído aéreo entre recintos; ABNT NBR ISO 16283-2:2021 — Isolamento a ruído de impacto de pisos e lajes; ABNT NBR ISO 16283-3:2021 — Isolamento acústico de fachadas a ruído aéreo; ABNT NBR ISO 3382-2:2017 — Tempo de reverberação em salas e ABNT NBR ISO 16032:2020 — Nível de pressão sonora de equipamentos e instalações prediais. E, também, pelo Método Detalhado para as normas ABNT NBR 10151:2019 Errata 1:2020 — Níveis de pressão sonora em áreas habitadas e ABNT NBR 10152:2017 Errata 1:2020 — Níveis de pressão sonora em ambientes internos a edificações. O Programa QualiLab ProAcústica é realizado bianualmente com validade de 24 meses. Para a 2ª Edição QualiLab ProAcústica 2023, a validade do Selo QualiLab será de março/2023 a março/2025. Para participar, os interessados deverão preencher e enviar para a ProAcústica, o Formulário de Inscrição Online, até o dia 27 de março de 2023. Mais informações no site: Link Em 2022, o programa contou com a participação de 30 laboratórios, sendo 21 empresas associadas (70%) e 9 não associadas (30%), o que representa um crescimento de 30% em comparação a 4ª edição de 2020. Foram um total de 214 ensaios realizados. Os estados de Bahia, Minas Gerais, Pernambuco, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Distrito Federal foram representados pelas empresas inscritas. Fonte: ProAcústica/Assessoria Ateliê de Textos

  • GOVERNO FEDERAL RETOMA PROGRAMA MINHA CASA MINHA VIDA

    Objetivo é reduzir o déficit habitacional no Brasil, onde milhares de pessoas ainda não tem moradia Uma das primeiras medidas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na atual gestão do Governo Federal foi anunciar a retomada do programa habitacional Minha Casa Minha Vida (MCMV). Criado em 2009, recentemente passou a se chamar Casa Verde e Amarela, pela Lei 14.118/21. Ao assumir seu terceiro mandato, Lula anunciou a retomada do programa para enfrentar a falta de moradia no país, facilitando o acesso da população ao financiamento residencial. O déficit habitacional é um problema grave no Brasil, com milhares de pessoas sem um local adequado para se viver. Paulo Antonio Kucher, vice-presidente comercial da LYX Engenharia, ressalta que é de fundamental importância que as empresas de engenharia que atendem esse segmento de mercado apoiem o novo formato do programa. “Existem milhares de brasileiros vivendo em condições inadequadas ou ainda gastando com aluguel, sendo que poderiam estar investindo em um imóvel próprio”, pontua. MINHA CASA MINHA VIDA O termo déficit habitacional é usado para se referir a pessoas e famílias que vivem em habitações precárias ou que não possuem um local para viver. De acordo com Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), em 2019, o Brasil contava com mais de 8 milhões de famílias sem casa. Já de acordo com o Instituto Brasileiro de Economia e Estatística (IBGE), existem mais de 5 milhões de moradias que são consideradas irregulares. PANDEMIA Com a falta de pesquisas e relatórios atualizados, o Governo Federal afirma que os números do cenário habitacional podem ser ainda mais preocupantes. Em decorrência da pandemia e do agravamento da crise econômica, principalmente nas camadas mais vulneráveis, o número de pessoas em situação de pobreza e extrema pobreza disparou. Estima-se que, no comparativo dos anos de 2019 e 2022, que a população em situação de rua cresceu 38% no Brasil, segundo o IPEA. Kucher ressalta que é preocupante o número de pessoas que foram afastadas de seus trabalhos ou demitidas durante a pandemia. “Famílias inteiras perderam suas rendas nesses últimos anos. O aluguel já pesava no bolso, aí veio o aumento dos preços, tornando impraticável arcar com as despesas do mês. Por isso essas iniciativas, como o Minha Casa Minha Vida, são essenciais para resgatar a dignidade dessa parcela da população”, observa. MUDANÇAS Agora, o Minha Casa Minha Vida irá privilegiar as famílias com renda total de até R$2.400, consideradas a de menor renda. Kucher explica que essa é a faixa na qual o déficit habitacional é mais concentrado e com o maior número de pessoas que não têm condições de financiar um imóvel. As principais mudanças anunciadas até o momento têm como foco as reformas de residências, facilitação de financiamento para trabalhadores informais, urbanização de favelas e construções mais próximas às regiões centrais, além de entregar as obras atrasadas ou paralisadas. Segundo o Ministro da Casa Civil, Rui Costa, o programa não será relançado em janeiro como era previsto. “A Lyx Engenharia está preparada para qualquer eventual mudança e acredita que as novas regras estarão alinhadas para melhor atender a população ao mesmo tempo que irá colaborar com investimento na construção civil”, salienta Kucher. Fonte: Lyx Engenharia/Assessoria Estilo Editorial Comunicação

  • PREÇO DO ALUGUEL EM SP E RJ TEM A MAIOR ALTA DOS ÚLTIMOS TRÊS ANOS, MOSTRA ÍNDICE QUINTOANDAR

    Retorno ao trabalho e volta ao estudo de forma presencial fizeram dos imóveis de um quarto os mais valorizados de 2022 O ano de 2022 se encerrou com a maior alta dos preços de aluguel dos últimos anos. De acordo com o Índice QuintoAndar, os valores médios no Rio de Janeiro subiram 17,1% em 2022, enquanto São Paulo teve o aumento de 15,5%. Em 2021, no Rio de Janeiro, a oscilação foi de 6,22% e, em São Paulo, 3,16%. Embora o crescimento da capital fluminense seja maior em 2022, São Paulo segue como a cidade com o valor médio do m² mais caro (R$ 42,22), contra R$ 36,20 no Rio de Janeiro. Sobre a diferença entre os preços dos anúncios comparados aos preços dos contratos fechados, o mercado do Rio de Janeiro ficou mais apertado, com uma queda de 3,65 pontos percentuais de janeiro a dezembro. Atualmente, a diferença média entre os valores anunciados e os valores contratados está em 8,6%. Em São Paulo também houve queda deste indicador, que saiu de 12,4% no começo do ano para 10,1% em dezembro. Ainda que mais apertados, os números deixam claro que há espaço para negociação na hora de alugar um imóvel. O ano de 2022 também foi marcado pela valorização dos imóveis de um quarto. De acordo com o levantamento, os imóveis de um dormitório tiveram alta nos preços de quase 20% no Rio de Janeiro e de 17,7% em São Paulo. Esses números são bem diferentes dos registrados no começo de 2021, quando este perfil de imóvel, estava desvalorizado por conta da alta procura por mais espaço, impulsionada pela pandemia. “Percebemos que o mercado de aluguel em 2022 acompanhou o momento da economia brasileira, com crescimento registrado em todos os segmentos”, conta Vinicius Oike, economista do QuintoAndar. “O retorno ao trabalho e ao estudo de forma presencial e a estabilização de modelos híbridos devem ressignificar a moradia. Por enquanto, vemos um aumento de preço significativo nos imóveis bem localizados, próximos de pólos de emprego e com boa acessibilidade.” BAIRROS MAIS VALORIZADOS: EM SP, BOM RETIRO APARECE NO TOPO DO RANKING; NO RJ, LAGOA SEGUE NA LIDERANÇA DE VALORIZAÇÃO A capital paulista segue com bairros valorizados em todas as regiões da cidade. Bom Retiro, no Centro, foi o bairro mais valorizado de 2022 (37%). “É possível visualizar uma valorização em bairros mais próximos ao Centro em 2022, na comparação com o ano anterior. São bairros que já costumam ter um valor alto do metro quadrado, como Pinheiros e, com os recentes lançamentos, tiveram uma valorização ainda maior, acima da média da cidade", afirma Oike. A diversificação dos bairros valorizados também se repete no Rio de Janeiro. Conhecida por ser um bairro nobre da cidade, a Lagoa foi a região mais valorizada de 2022 (42,5%). “A Lagoa foi um dos bairros que mais sofreu durante a pandemia e que, em 2022, teve o mercado reaquecido. Isso aconteceu também em diversas regiões da cidade. Na lista dos dez mais, há bairros na região central, na Zona Oeste e na Zona Sul da capital”, diz Oike. Fonte: QuintoAndar

  • O SAL PODE SER UTILIZADO NA CONSTRUÇÃO CIVIL?

    Fotos: Adrian Deweerdt & Joana Luz Sabe-se que um dos principais desafios para melhorar a eficiência dos recursos na indústria da construção é identificar materiais que possam substituir os recursos naturais raros. Assim como há potencial, existem dificuldades associadas ao sal que limitaram seu uso como material de construção: ele é naturalmente propenso à absorção de umidade, suscetível à erosão pelo vento e pela água e pode causar corrosão aos componentes metálicos usados na construção. Isso implica que uma longa lista de critérios deve ser atendida, mas também oferece a oportunidade de explorar certas aplicações em que o sal pode ser benéfico, apesar dos desafios. Pesquisadores e designers exploraram o sal como material de construção por séculos em algumas partes do mundo, de forma crua, compósita ou processada. Alguns exemplos interessantes incluem um hotel construído a partir de milhões de blocos de sal, um restaurante feito com sal explorado localmente e um pavilhão não construído, no qual os quadros metálicos foram projetados para incentivar o crescimento do sal. Novos usos também surgiram na última década, desde o sal processado usado em painéis de parede flexíveis e nos protótipos de fachada, até objetos impressos em 3D feitos a partir de misturas de sal e amido. CRISTALIZAÇÃO Fotos: Adrian Deweerdt & Joana Luz Há um laboratório de design e pesquisa que deu um passo adiante: "Usando processos de cristalização de sal para desenvolver aplicações inovadoras e fortalecer a histórica indústria de sal local". A água salgada do delta do rio Rhône, na região da Camarga, no sul da França, tem sido historicamente utilizada para produzir sal. Desde 2017, a usina de cristalização do Atelier Luma se concentrou na criação de usos para o sal produzido pelos fabricantes de sal da região, desenvolvendo materiais que apresentam esse recurso local e mostram seus atributos físicos e estéticos. Usando quadros personalizados, a equipe produziu a primeira série de painéis de sal cristalizados cultivados localmente usando um sistema semelhante a uma fazenda, aproveitando a cristalização natural que ocorre nos campos de sal. Os designers Henna Burney e Karlijn Sibbel desenvolveram uma maneira de cultivar os cristais de sal "em uma malha de metal colocada debaixo das águas nas salinas". Pesquisas aprofundadas eram necessárias antecipadamente para determinar de que forma condições externas como vento, chuva, temperatura, fluxo de água e umidade afetariam o processo de cristalização. Para os painéis de sal, era necessário estruturar, delimitar e restringir a cristalização em uma geometria gerenciável. Nesse caso, um quadrado perfeito. Transformando um material naturalmente abundante em uma escala arquitetônica, os profissionais conseguiram encontrar uma configuração para produzir mais de 4 mil painéis exclu sivos que foram usados como um sistema de revestimento em forma de vidro para a torre de Frank Gehry para Luma Arles . Cobrindo uma superfície de 560 m², o projeto " Wall of Salt " representa a primeira aplicação em larga escala de sal como material de revestimento. Como Henna explica, o sal foi escolhido para o projeto "porque é um material naturalmente não inflamável. Esse era um dos requisitos para poder aplicar um material natural nessa área.” E como a cristalização envolve um processo neutro em carbono, os painéis também são altamente ecológicos: "a produção da energia solar (cristalização) não tem impacto negativo no meio ambiente". O projeto estrutural permite que cada painel individual seja removido e substituído quando necessário. Se danificado, eles podem ser recristalizados e restaurados novamente, colocando-os de volta na água das usinas de cristalização. Dessa forma, com uma extensa pesquisa e seguindo restrições específicas, os painéis de sal provaram ser uma solução inovadora capaz de reduzir cargas de calor, resistir ao fogo, adicionando um toque estético exclusivo e contribuindo para a sustentabilidade. Como Henna explica, uma das principais motivações por trás da usina de cristalização é “provar que é possível pensar no sal de maneira diferente, usando-o como material para aplicações de arquitetura e design”, conclui. Fonte: ArchDaily

  • ESCULTURA GIGANTE ADORNA FACHADA DA LOUIS VUITTON, NA FRANÇA

    Uma escultura gigante espia o edifício construído por Georges Vuitton, em 1912, na Avenida Champs-Élysées, França, coberto por bolinhas coloridas que dançam pelos terraços escalonados. A obra é a segunda parceria da grife de luxo Louis Vuitton com a artista japonesa Yayoi Kusama. À esquerda, uma escultura gigante da artista é vista no movimento de plantar as manchas pintadas na fachada e nas janelas do prédio enquanto, no nível do solo, balões de metal flutuantes pairam sobre o hall de entrada e detalhes de esferas mais coloridas decoram do chão ao teto ao redor. As lojas da marca em Nova Iorque, EUA, e Tóquio, no Japão, foram decoradas como se fossem verdadeiras instalações. Em 2012, a artista e a marca de luxo francesa já haviam feito uma colaboração, sob a direção criativa de Marc Jacobs, para a criação de bolsas de edição especial. Já esta segunda união deu origem a mais de 450 peças, que vão de malas a perfumes. Em cima: fachadas da grife de moda em Paris, França, e em Nova Iorque, EUA. Embaixo: fachada da marca em Tóquio, Japão/Fotos: Faye Mcleod, Brad Dickson e Louis Vuitton Fontes: Global Design News e Casa e Jardim

  • OS CAMINHOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL EM 2023

    Segundo a CBIC, o setor surpreendeu em 2022 e foi responsável por grande parte da economia, preservando empregos e progredindo no PIB A construção civil está passando por uma retomada e projeta um cenário positivo para o próximo ano. Segundo a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), a construção civil brasileira surpreendeu em 2022 e foi responsável por grande parte da economia, preservando empregos e progredindo no Produto Interno Bruto (PIB). Para 2023, a expectativa é de novas tendências que proporcionem mais movimentações no setor. De acordo com Tatiana Fasolari, vice-presidente da Fast Engenharia, empresa de overlays (pavimento de concreto) da América Latina, o avanço tecnológico proporciona também evolução na área da construção civil. “Todo processo de construção e planejamento dos nossos projetos depende de internet. Uma conexão de última geração, como o 5G, nos ajuda a melhorar decisões matemáticas do planejamento digital e a captar máquinas e equipamentos utilizados nas construções”, avalia. Outro avanço que deve ganhar mais protagonismo na área são as Construtechs. Segundo dados do Mapa das Construtechs e Proptechs, no Brasil as casas inteligentes (smart homes) cresceram 235% nos últimos 5 anos, projetando tecnologia, sustentabilidade e acessibilidade ao mercado. “As evoluções tecnológicas mescladas com sustentabilidade são o futuro do ramo, sendo necessárias para equilibrar os ambientes modernos em que vivemos, em conjunto com as necessidades sustentáveis atuais”. As cidades inteligentes (smart cities) também estão entre as tendências. O conceito descreve cidades criativas e sustentáveis, onde são utilizadas tecnologias para construir um processo de planejamento que envolve a população. Construções provisórias também são um foco para o próximo ano devido à sua sustentabilidade nos negócios. Elas garantem a reutilização de todo material empregado, sem a produção de resíduos e com uma redução significativa de custos. A tecnologia provisória já esteve presente em inúmeros torneios esportivos como a Copa do Mundo e agora começa a ganhar espaço em outros segmentos do setor. “Ações sustentáveis são um caminho inevitável para o mundo dos negócios. Quanto maior a consciência da mudança, melhor será a imagem da empresa entre seus clientes e a sociedade. Essa tendência é extremamente sustentável já que garante a reutilização de praticamente todo material, redução de custo na construção e facilita a manutenção da equipe após os eventos. O desafio deste modelo de negócio é executar projetos dentro dos prazos estipulados pelos comitês locais, que normalmente são extremamente curtos. A gestão e experiência da equipe é fundamental, afinal, não podemos atrasar nem um segundo sequer”, finaliza Tatiana. Fonte: Fast Engenharia/FB Assessoria e Comunicação

  • VIDRO EM CERCAS E MUROS NO BRASIL

    Antigamente, em um contexto urbano menos populoso, as casas e prédios eram construídas com uma relação direta com a rua, não havendo a necessidade de existir muros e cercas frontais. Com o tempo, a divisão entre espaços públicos e privados se fez cada vez mais evidente e necessária, sob o argumento da segurança pública. De maneira geral, utiliza-se muros, cercas e grades nas fachadas, criando uma espécie de espaço de transição entre a rua e o edifício. Uma alternativa são cercamentos metálicos, com plantas ou ainda, cada dia mais comum, o vidro. O muro alto, fechado, de alvenaria é um dos principais elementos de segurança empregados nos condomínios, casas e edifícios na busca de garantir a segurança de seu espaço. As consequências desses muros são fachadas, ruas e espaços públicos quase inanimados. Em contraposição a esse tipo de vivência na cidade, muitas prefeituras começaram a alterar sua legislação buscando construir alternativas de tecido urbano, como a fachada ativa, sendo uma nova variedade de cercamentos. Ainda que conceitualmente a ideia continue a mesma, estabelecer um limite claro entre o que é público e o que é privado, a materialidade desse limite depende de alguns fatores como a legislação local, mas também o ambiente que se pretende, tanto internamente ao lote quanto na rua, os requisitos de privacidade, as questões econômicas e também de manutenção, resistência e durabilidade. Por um lado, o gradil metálico apresenta uma grande variedade de formas, feitas de chapas dobradas, vergalhões e grelhas, além de poder ser somado a uma proteção vegetal que pode trazer mais privacidade entre a rua e a construção. Por outro lado, o aço é um material que varia muito o custo, o que impacta no preço final. Nos últimos anos, o aço teve altas de preço, o que fez com que boa parte da construção civil buscasse alternativas para seu uso. Além disso, sua manutenção é custosa e exige regularmente pintura para proteger o material da exposição ao tempo. O USO DO VIDRO O vidro é uma alternativa que tem sido cada vez mais utilizada. Apesar de não ser autoportante e, portanto, ser sempre necessário uma estrutura adjunta, como perfis de alumínio, por exemplo, o vidro é um material que pode compensar financeiramente. Com o avanço em sua tecnologia, os modelos hoje em dia são resistentes a impactos e também podem ser reforçados, se tornando alternativas para a segurança interna. Sua permeabilidade visual também é interessante caso haja a necessidade de uma comunicação entre a rua e o edifício, nos prédios de uso misto, por exemplo. Além disso, o vidro apresenta uma manutenção simples e pouco recorrente, em comparação com as cercas e gradis, pois pode ficar exposto ao tempo sem tratamento. Por fim, a partir de mudanças culturais, a estética do vidro, da transparência e fluidez, foi sendo cada vez mais valorizada na nossa sociedade. Os arranha-céus contemporâneos com suas fachadas de vidro, junto da industrialização da construção civil, transformaram o senso estético da sociedade. Onde antes valorizava-se os gradis de ferro desenhados e feitos por artesãos manualmente dos antigos casarões, hoje prima-se pela industrialização e otimização dos materiais e elementos. Dessa forma, ao mesmo tempo que há uma mudança cultural na valorização dos elementos construtivos que impactam nas preferências sociais, há também questões econômicas e de manutenção que colaboram para isso. Ainda que, hipoteticamente, os muros fechados sejam completamente suprimidos, é necessário ressignificar a relação com a rua, com o que é público, para que possa transformar as relações sociais. Fonte: ArchDaily

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