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- MANUTENÇÃO PREVENTIVA NOS PAINÉIS DE ACM: PROCEDIMENTOS PARA LIMPEZA
*Por Johnny Vieira de Souza, arquiteto responsável pelo departamento de projetos da Projeto Alumínio e professor universitário O ACM é um material que se popularizou como revestimento aplicado às edificações em geral. Um dos fatores que contribuiu para isso está na relação custo-benefício, principalmente relacionado a baixa manutenção e a longa vida útil do acabamento. A Projeto Alumínio fabrica e comercializa o ACM com diversos tipos de acabamento na face externa. O acabamento de alumínio pintado é o mais comum (ACM), entretanto há outros tipos, como alumínio anodizado (ACM), lâmina de inox (ICM) e zinco (ZCM). A manutenção de acabamento que não seja pintura, como o painel composto com lâmina externa de inox (ICM), por exemplo, deve seguir as especificidades do acabamento, ou seja, deve-se adotar produtos específicos para limpeza e polimento deste material. Acabamentos de ACM com pintura possuem sistema coil coating (pintura em linha contínua), que são extremamente resistentes e possuem vida útil de acordo com suas propriedades técnicas da resina (leia mais aqui), sendo a limpeza, um método de manutenção preventiva para prolongamento da vida útil da pintura. Embora seja um procedimento relativamente simples, a limpeza dos painéis de ACM pintados deve seguir algumas observações fundamentais, para evitar problemas relacionados a manchas ou ineficiência na remoção da sujidade. A limpeza dos painéis de ACM deve ser realizada com a superfície do painel em temperatura ambiente, ou seja, em período do dia ou noite que não tenha sol incidente diretamente sobre o painel. É recomendável limpar o ACM no período da manhã ou à noite, quando o painel estiver em temperatura ambiente. A utilização de rufos, pingadeiras e inclinação mínima de 10% em instalações horizontais (tampos de avanços ou cobertura de marquises, por exemplo) é outro fator importante para diminuir a incidência de sujeira sobre o painel, consequentemente prolonga o período de manutenção e evita a perda de garantia (leia mais aqui). O intervalo de limpeza varia de acordo com a região de instalação. A Projeto Alumínio sugere que a limpeza deverá ocorrer em um intervalo de um ano, mas, obrigatoriamente, a superfície deve ser limpa imediatamente quando o acabamento estiver visivelmente sujo. Reprodução: FF Madeiras – São José do Rio Preto SP LIMPEZA PREVENTIVA - PROCEDIMENTO PASSO A PASSO Escolha um horário que não tenha sol sobre o painel e que o mesmo se encontre em temperatura ambiente. Este procedimento visa evitar manchas irreversíveis no acabamento através de choque térmico; Faça uma pré-lavagem da superfície com água limpa, utilize certa pressão para remover a sujeira impregnada. Este procedimento visa diminuir o atrito de partículas de sujeira com a esponja, evitando riscos (próximo passo); Após a remoção da sujeira, utilize água limpa, sabão neutro e esponja macia (não abrasiva) para fazer a limpeza total da superfície. É importante fazer a limpeza por módulo, ou seja, não deixe o sabão secar sobre o painel; Como sugestão para prolongamento do período de limpeza, por similaridade, a pintura do ACM deve ser tratada como pintura automotiva, a qual poderá receber como proteção cera líquida siliconada. É importante frisar que a aplicação deverá receber cuidados relacionados à abrasão. Deve ser feito um teste em um pequeno espaço para medir a resistência à abrasão que o painel se encontra e assim evitar possíveis riscos à pintura durante o processo de polimento. PICHAÇÃO Pichações apresentam um problema especial devido aos muitos agentes possíveis a serem utilizados, embora na maioria dos casos são feitas com tintas aerossol. As pinturas PVDF Flurothane Coastal, PVDF Fluropon Kynar 500, FEVE Valflon e PVDF NANO tem ótima resistência à pichação, por se tratar de pinturas com baixa porosidade. É importante frisar que existem vários fatores que contribuem para a remoção ou não da pichação, tais como: Tempo de exposição solar da pichação: a remoção deve ocorrer em até 12 horas após o picho. Com o passar do tempo, a remoção se tornará mais difícil; Mesmo em caso de pichação, nunca utilize produtos à base de solvente, ácido ou alcalino e nenhum tipo de álcool; Deve ser adotado o mesmo procedimento para limpeza. Em casos mais severos, a Projeto Alumínio indica produtos Watts Removal, que têm solução amigável ao meio ambiente, não tóxica, solúvel em água e tem fácil aplicação. A fabricante da Watts Removal cita que a aplicação do produto deve ser feita com cerdas macias (não abrasivas) e com pano úmido, além de recomendar testar uma pequena área antes da aplicação total. É IMPORTANTE OBSERVAR A fabricante Projeto Alumínio ressalta que a limpeza cumulativa de peitoris com detergente, em fachada contínua, em regiões de alta agressão salina (edificações de frente ao mar, ou até 500 m de distância) poderá ocasionar pontos de corrosão filiforme, não cobertos pela garantia da empresa. Todas as limpezas devem utilizar produtos sem quaisquer agentes químicos, portanto não utilizar, em hipótese nenhuma, ácidos, removedores alcalinos, álcool, álcool isopropílico e nenhum produto que possua solvente em sua composição. Caso encontre qualquer resíduo de cola ou sujeira de difícil remoção nos painéis, a Projeto Alumínio recomenda testar a aplicação de gasolina utilizada em aviação. Este produto funciona na maioria das pinturas, mas é recomendável testar antes do uso, uma vez que poderá ainda ocorrer manchas não cobertas pela garantia do fabricante. Com relação à cola, existem produtos específicos para remoção de resíduos, entretanto é necessário verificar se há produtos químicos em sua composição, que possam manchar ou provocar problemas nas pinturas. *Os artigos publicados com assinatura são de responsabilidade dos respectivos autores e podem não interpretar a opinião da revista. A publicação tem o objetivo de estimular o debate e de refletir as diversas tendências do mercado, com foco na evolução da indústria de esquadrias e vidro.
- SISTEMA EVITA QUE PRÉDIOS MAIS ALTOS DO MUNDO DESMORONEM EM CASO DE TERREMOTO
A obra Taipei 101, inaugurada em 2004, se destaca no horizonte de Taiwan, capital Taipei. Em 18 de setembro de 2022, a região, já propensa a terremotos, resistiu ao fenômeno graças ao seu sistema de estabilização. Os engenheiros tiveram que se certificar de que o arranha-céu de 508m de altura estaria seguro. Uma grande esfera está escondida no vão do lado de dentro do edifício. São 41 círculos de ferro soldados que formam uma bola de cinco metros e meio de diâmetro, que pesa 728t, pouco mais do que o Cristo Redentor, que tem 700. A bola vem de cima suspensa por cabos. Nas laterais, há um sistema de amortecedores cheios de óleo. A bola fica no andar 87, 14 andares abaixo do topo, o andar 101, que dá o nome ao prédio. O gerente responsável pelo prédio explica que esse é o único projeto do mundo em que a estrutura é visível, para que todos se certifiquem de que é seguro. O sistema usa a inércia, lei da física criada por Isaac Newton, segundo ela, um objeto parado quer continuar parado. Se estiver em movimento, quer continuar em movimento. Portanto, se o prédio se move para esquerda, a bola suspensa quer permanecer no mesmo lugar e faz força para direita. Quando o prédio se move para direita, a bola suspensa quer permanecer no mesmo lugar e faz força para esquerda. Dessa forma, o peso do prédio é compensado e ele não desaba. Alguns dos maiores arranha-céus do mundo estão equipados hoje com esse tipo de sistema, mas eles não estão abertos ao público. Fonte: G1
- A JORNADA DA METODOLOGIA BIM: DO 3D AOS DADOS COMPLEXOS
*Por Marcus Granadeiro, engenheiro civil formado pela Escola Politécnica da USP, sócio-diretor do Construtivo, empresa de tecnologia com DNA de engenharia Os primeiros passos da digitalização, no início da década de 90, não foram fáceis. Conceitos tecnológicos que hoje não nos parecem tão complexos, para a época, eram quase impossíveis. Por exemplo, ter uma rede interna ou configurar um sistema operacional eram tarefas complicadas. Soma-se à complexidade dos softwares com máquinas que eram montadas de forma amadora e a cultura do uso de plataformas piratas. Além disso, os sistemas eram mais precários, pois, para aprender a desenvolvê-los, não era possível contar com a ajuda de tutoriais no Youtube. O acesso aos livros também ficava restrito às pessoas com maior poder aquisitivo, o que dificultava o processo de aprendizagem dentro das áreas de tecnologia. Com a evolução do desenho, ainda na década de 90, saímos do papel e da prancheta para fazer uso do escaneamento e da vetorização de plantas. A partir daí, começaram a surgir as integrações dos desenhos físicos com a digitalização dos projetos, momento em que a união do físico e do digital dentro da engenharia passou a ser chamada de phydigital. Entre a consolidação dos desenhos assistidos por computador (CADs) e a atual onda do BIM (Building Information Modeling ou Modelagem de Informação da Construção), tivemos o advento da internet. Com a novidade, muitas das barreiras que existiam anteriormente foram derrubadas, cedendo espaço para que novos serviços e aplicações, como as plataformas de colaboração e a digitalização do processo de coordenação, fossem desenvolvidos. Mas, em meio às inovações tecnológicas, o BIM ainda é uma proposta mais audaciosa. Por isso, não se fala em implantar o BIM, mas sim em criar uma jornada sobre essa metodologia. Conceitos como nível de maturidade passaram a ser necessários para a criação de benchmarks (busca das melhores práticas de gestão, visando um desempenho superior) entre empresas, setores e mercados. A parte mais simples de ser implantada em um processo BIM são os desenhos 3D, que podem ser entendidos como uma evolução dos CADs. Além disso, essa é a área mais fácil de se compreender. Antes, os desenhos contavam com apenas duas dimensões. Hoje, já é possível falar em até dez dimensões. Com a evolução, novas variáveis foram acrescidas aos tradicionais eixos cartesianos, como o tempo, o dinheiro ou créditos de carbono, tema tão discutido na era do ESG (Ambiental, Social e Governança). Nessa evolução, a parte mais complexa da jornada de implementação do BIM está nos processos associados ao fluxo de informação ao longo do ciclo de vida de um empreendimento. Existe uma grande inovação em como especificar, contratar, produzir e receber os dados para planejar, projetar, construir e operar uma obra. Em uma jornada rumo à implementação BIM, é preciso mudar algumas peças, como as relações com clientes, propostas de valor, entregas e processos. Neste cenário, os dados se tornam a etapa de maior valor dentro de um negócio. A complexidade aumenta à medida que a adoção de novas ideias tem, como consequência, o envolvimento de toda a cadeia de produção, ou seja, não impacta apenas uma empresa. Portanto, o BIM é um desafio que vai muito além de adquirir uma nova tecnologia ou contratar um serviço. Essa é uma jornada que precisa ser encarada de forma plena, como um processo, dentro do que hoje chamamos de Transformação Digital. Fonte: Image Comunicação
- NOVA SEDE DA ABAL NA CAPITAL PAULISTA
A Associação Brasileira do Alumínio (Abal) inaugurou em 9 de março sua nova sede na Avenida Doutor Cardoso de Melo, 1.308, 4º andar, no bairro da Vila Olímpia, em São Paulo (SP). Reprodução: Denis Davi O evento contou com a presença de inúmeros empresários do setor e representantes de entidades parceiras. O local passa a ser também a nova casa do Centro Cultural do Alumínio (CCAL), que reabre com exposição da artista Lyz Parayzo, que criou a instalação “Vortex” especialmente para celebrar a inauguração. A Abal informa que a nova sede tem o objetivo de aproximar os associados da entidade e incentivar uma maior integração com o CCAL, realizando atividades culturais e educacionais para promover as vantagens, aplicações e benefícios do alumínio no dia a dia das pessoas. A Abal é a representante da indústria brasileira de alumínio, com associados produtores de alumínio primário e transformadores, e atua junto com a Associação Nacional de Fabricantes de Esquadrias de Alumínio (Afeal) como entidade mantenedora do Programa Setorial da Qualidade (PSQ). Mais informações: (11) 5904-6450, www.abal.org.br Fonte: Abal
- TEMAS RELEVANTES NO 2° MEETING ALUFORTE & PERFIL
Fotos: Perfil Alumínio do Brasil e Aluforte No dia 09 de março, fabricantes de esquadrias de Santa Catarina se reuniram no 2º Meeting Aluforte & Perfil, realizado na Aluforte Filial Santa Catarina, empresa distribuidora de alumínio e seus componentes, em Palhoça. O encontro, em parceria com a extrusora, pintora e distribuidora Perfil Alumínio do Brasil, teve como objetivo principal compartilhar conhecimentos técnicos, discutir tendências de mercado e fortalecer o networking entre os participantes. Durante o evento, foram abordados diversos temas relevantes para a indústria de esquadrias, como os “Diferenciais Competitivos do Sistema Chroma”, a apresentação do “Sistema Artus”, disponível agora no portfólio da Aluforte, e o lançamento do primeiro estampo para Fachadas do Brasil, para o Sistema Ecostick, em parceria com a Matrizes Cardeal. O evento contou com apresentação de Ricardo Câmara, fundador da Central do Vidraceiro e Serralheiro, junto com João Benites, responsável técnico da Aluforte, que compartilharam suas experiências e insights com os demais participantes. “Foi uma oportunidade única para os fabricantes de esquadrias trocarem ideias e aprendizados, fortalecerem suas relações comerciais e se atualizarem sobre os sistemas construtivos da Perfil Alumínio do Brasil”, afirma Rodrigo Kadota, coordenador de marketing da extrusora. Ao final das apresentações, foi realizado o sorteio de diversos produtos em parceria com a Udinese Assa Abloy, Esquadgroup, Revista CONTRAMARCO, Matrizes Cardeal e Blindex, que marcaram presença neste evento. “Foi uma noite especial. Os participantes saíram motivados e inspirados para aplicar os conhecimentos adquiridos em seus negócios. Certamente, o encontro será lembrado como um marco importante para a indústria de esquadrias em Santa Catarina, contribuindo para o crescimento e desenvolvimento do setor”, informa Suely Rezende, gerente da Aluforte. O 2° Meeting Aluforte & Perfil foi realizado com o apoio da Revista CONTRAMARCO, da Associação Catarinense das Empresas Vidreiras (Ascevi) e da Associação Nacional de Fabricantes de Esquadrias de Alumínio (Afeal). Fonte: Perfil Alumínio do Brasil e Aluforte
- CONSTRUÇÃO CIVIL: O MOMENTO DE ENTENDER AS DORES DO SETOR E INVESTIR EM INOVAÇÃO
*Por Bernardo Etges, engenheiro civil formado pela UFRGS e co-fundador da Climb Consulting. É mestre em Lean Construction e doutorando em Gestão da Construção no PPGCI-UFRGS Nos últimos anos, a construção civil tem comemorado seu crescimento acelerado. Só em 2022, de acordo com a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), o setor sofreu um aumento de 7% no Produto Interno Bruto (PIB), superando a projeção para o ano e, em paralelo, houve um aumento de novas soluções tecnológicas. As expectativas para este ano são ainda maiores. As novas tecnologias e acesso às plataformas digitais, como o ambiente em nuvens e o BIM, sigla de Building Information Modeling – ou, traduzida, Modelagem de Informações da Construção, deixam de ser o futuro e passam a ser realidades nos canteiros de obra. De uns anos para cá, venho desenvolvendo uma pesquisa com diversas áreas da construção civil buscando entender as relações de causa e efeito na gestão de projetos da construção civil, as dores e necessidades desse mercado, bem como um panorama de novas ideias, hipóteses e soluções. Em uma das fases da pesquisa, entrevistei especialistas em implementação de projeto de inovação na indústria baseada em engenharia, gerentes de programas de aceleração e inovação aberta e CEOs de startups. O objetivo era entender a perspectiva deles sobre o panorama da inovação na construção brasileira. Diante da pergunta do cenário e perspectivas para inovar na construção, todos os respondentes concordaram que a inovação no setor é algo crescente, mas, por outro lado, alguns demonstraram uma certa apreensão quanto a sua banalização e a perda de credibilidade das iniciativas e soluções propostas, justamente pelas implementações não trazerem a percepção de valor pelas empresas da construção. A urgência em “inovar” atropelou o entendimento de onde inovar. De acordo com um dos entrevistados, o nascimento de uma empresa que é em função de um problema vivido, já garante 50% do seu sucesso. Visto que algumas soluções não trazem valor algum para o mercado, comprometendo o objetivo final que é justamente atrelá-la à resolução de um problema ou uma dor que já existe. Após a análise desse estudo, foi possível constatar três principais direcionamentos: o movimento de inovação e acesso a novas tecnologias; há uma clara diferença entre a percepção do valor entregue pelas iniciativas de inovação (startups, centros de pesquisa) e as empresas do setor e, principalmente, se identificou a dificuldade em medir os resultados da inovação; e os impactos proporcionados pela sua implementação no setor. Enxergar esse "boom" de novas tecnologias leva a refletir bastante sobre a oportunidade de conectar os processos de inovação ao conjunto de ferramentas e metodologias do Lean Construction que contribuem a evidenciar os problemas e dores das organizações. Desta forma, viemos testando modelos para apoiar as empresas da construção a mapear e identificar suas dores como base para sua estratégia de inovação. O modelo vem sendo testado e é motivador ver o envolvimento e maior alinhamento empresarial unindo diferentes setores no desenho de soluções que passam por tecnologia, passam por inovação. Ou seja, alinhamos uma metodologia com as necessidades do mercado - Isso, para mim, é inovador! Por fim, fica claro que o cenário para empresas que investem em inovação é bastante promissor, desde que ela esteja inserida na cultura da organização, a começar pela diretoria até os times de produção, e integrando uma visão estratégica de toda a organização. As tecnologias devem solucionar as dores reais das empresas que devem estar atentas para as necessidades das suas equipes. Este é um cenário verdadeiramente inovador e quem aplica, ganha seu merecido destaque. Fonte: Relationow
- MICROAPARTAMENTOS VALORIZAM NAS CIDADES DE SÃO PAULO E RIO DE JANEIRO EM QUATRO MESES
Preço do metro quadrado subiu 1,3% dos compactos em São Paulo de outubro de 2022 a janeiro de 2023, analisado pelo Loft Dados Na cidade de São Paulo, o preço do metro quadrado dos apartamentos de 30m², também chamados de microapartamentos ou compactos, valorizou 1,3% entre outubro de 2022 e janeiro de 2023. Foi o maior crescimento considerando todas as faixas de tamanho de imóveis. A análise é do Loft Dados, núcleo de estudos da startup imobiliária Loft . A mediana do preço – que separa a amostra ao meio – era de R$ 13.900, em outubro e, em janeiro, foi para R$ 14.074, o que dá o preço total de venda de R$ 422 mil para os microapartamentos de 30m². Os valores consideram os preços pedidos pelos vendedores, nas principais plataformas digitais de venda. No Rio de Janeiro, o preço do metro quadrado para venda dos compactos, de até 30m², praticamente não mudou no mesmo período analisado pelo Loft Dados, com uma valorização de 0,1%. Mas foi o melhor desempenho, pois as demais faixas de tamanho tiveram leve queda no preço pedido. Em outubro de 2022, a mediana do preço do metro quadrado dos compactos era de R$ 12.667. Em janeiro de 2023, esse preço foi para R$ 12.679, o que dá o valor total de R$ 380 mil. QUEDA NO PREÇO Já os apartamentos com tamanhos maiores do que 125m² foram os que mais tiveram queda do preço do metro quadrado (-2%) na capital carioca no período analisado, foi de R$ 10.811, em outubro de 2022, para R$ 10.599, em janeiro de 2023. E na capital paulista, os apartamentos que menos se valorizaram no mesmo período foram aqueles com tamanho entre 100 e 125m², cujo preço do metro quadrado teve uma queda de 0,6%, sendo R$10.526, em outubro de 2022, e R$10.459, em janeiro de 2023 Para fazer a análise, elaborada com base no preço nominal do imóvel, o Loft Dados se baseou em cerca de 495 mil anúncios de imóveis nas duas capitais em diferentes portais imobiliários. “Os compactos são uma tendência em ascensão no país, especialmente em grandes metrópoles. Normalmente localizados em áreas centrais, esse tipo de unidade também costuma ser uma porta de entrada para quem deseja comprar um imóvel. Isso porque o preço absoluto de um microapartamento tende a ser menor do que o de apartamentos grandes, mesmo o metro quadrado sendo maior”, afirma Rodger Campos, gerente de Dados da Loft. Fonte: Loft
- A IMPORTÂNCIA DO ESG PARA O DESENVOLVIMENTO DO SETOR DA CONSTRUÇÃO CIVIL
*Por Arthur Patrício, Sales Leader da divisão MTWO, da SoftwareONE Brasil, companhia associada ao Green Building Council Brasil O setor da construção civil é atualmente um dos principais responsáveis pela taxa de crescimento da economia brasileira. De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2022, o segmento registrou uma expansão de 10,5% em relação a 2021 e, hoje, conta com cerca de 23 mil empresas, ocupando direta e indiretamente mais de 3,7 milhões de pessoas. Além disso, a previsão é que, até 2030, a cadeia de construção civil seja responsável por um investimento total de R$2,7 trilhões, movimentando ainda mais o cenário econômico do país. Em um segmento que cresce a cada ano, é evidente que investir em inovação seja imprescindível. Cada vez mais, as empresas deste mercado buscam alternativas procurando mitigar os riscos e garantir a melhor qualidade na entrega das obras. Neste sentido, as práticas do ESG vêm ganhando notoriedade no setor da construção civil e tornando-se uma aliada consistente, proporcionando um desenvolvimento adequado e otimização dos serviços entregues em seus três aspectos: ambiental, social e governança. ENVIRONMENTAL (E): O MEIO AMBIENTE NO SETOR DE CONSTRUÇÃO CIVIL Para entender com mais precisão como o ESG impacta o setor construtivo, é necessário separar cada um de seus conceitos. Iniciando pela primeira letra da sigla, que refere-se às questões ambientais (Environmental, em inglês), um relatório divulgado em parceria pela UNOPS, PNUMA e Universidade de Oxford aponta que o segmento de infraestrutura e construção é responsável por 79% do total das emissões de gases de efeito estufa, reforçando sua relevância para as ações de mudanças climáticas e sustentabilidade. Por outro lado, em 2021, dados apresentados pelo Green Building, organização com o objetivo de promover a sustentabilidade no projeto, construção e operação, indicam que, atualmente, o Brasil ocupa a 7ª posição entre 180 países no ranking mundial de sustentabilidade, reforçando a concepção de que cada vez mais as companhias buscam aplicações ecológicas no setor da construção civil. Pensando em fortalecer ainda mais a adesão às práticas de sustentabilidade promovidas pelo conceito de ESG, o Green Building criou a Certificação LEED (Liderança em Energia e Design Ambiental, em português), a qual classifica e certifica construções energéticamente eficientes. Com isso, em 2021, por exemplo, 89 projetos foram certificados no Brasil, gerando uma redução média de 25% em energia, 40% a 60% em água e mais de 80% em resíduos sanitários, segundo dados do Green Building Council Brasil. Tendo em vista tamanho impacto, é imperativo a implementação de novas práticas, soluções e tecnologias no setor, auxiliando as empresas a projetarem uma arquitetura sustentável e ambientalmente correta. Desta forma, por meio de tecnologias adequadas, já existentes no mercado, é possível monitorar e organizar o cenário para que os projetos tenham menor impacto ambiental, escolhendo, por exemplo, um fornecedor mais próximo do local da construção ou adquirindo materiais com baixa produção de carbono. SOCIAL (S): O CUIDADO COM A COMUNIDADE E OS COLABORADORES A segunda definição do ESG tem como base a questão social, abrangendo tanto os profissionais do setor da construção civil, como também aqueles que são impactados diretamente, a sociedade. O conceito de social visa levar melhores condições de trabalho aos colaboradores da cadeia de construção civil, sempre prezando pelo seu bem-estar e segurança, bem como a qualidade do serviço e a produtividade da empresa. Além disso, um novo projeto de construção também influencia parte da comunidade ao seu redor, impactando, muitas vezes, sua rotina e sua comodidade. Assim, investir em ferramentas tecnológicas que aumentem a eficiência do setor, ajuda a diminuir o tempo de execução dos processos, por meio da padronização e automatização das operações e minimizar os impactos sociais e riscos de acidentes através de um controle maior das obras em tempo real. GOVERNANCE (G): TECNOLOGIA AUXILIANDO AS PRÁTICAS DE GOVERNANÇA NO SETOR DA CONSTRUÇÃO CIVIL Fechando o elo dos conceitos do ESG, a governança (governance, em inglês) é a última letra da sigla e, no caso do segmento da construção civil, é imprescindível para garantir a eficiência das práticas socioambientais, uma vez que contar com uma governança efetiva de indicadores de produtividade na construção civil contribui diretamente com os resultados finais da obra. De acordo com um estudo da Deloitte, uma boa gestão de projeto pode fazer uma empresa economizar entre 5% a 10% de suas despesas de capital. A pesquisa ainda aponta que 80% das empresas de construção civil investem parte de sua receita líquida em tecnologia. Levando em consideração que uma estratégia digital otimiza todas as etapas da gestão de ativos, implementar soluções que auxiliem na governança dos projetos podem trazer maior segurança, redução dos custos e aumento da eficiência e da produtividade do processo construtivo. Com um controle mais assertivo dos contratos, licenças, operações, custos e transparência dos dados, é possível reduzir os desperdícios, os impactos sociais e promover maior consistência com relação ao fluxo de informações em tempo real. ESG: UM DESAFIO REAL, MAS NECESSÁRIO Apesar de ser considerado como uma tendência, o ESG ainda é visto como um grande desafio por diversas companhias do mercado de construção civil, devido, muitas vezes, à imaturidade ou resistência para aderir às tecnologias necessárias para implementar suas práticas. No entanto, é importante enfatizar que a inovação é essencial para um futuro mais sustentável para o setor da construção civil e, sem ela, seria impossível evoluir e contribuir com a evolução econômica do país. Por meio de soluções tecnológicas que permitem o controle, análise e organização de informações, cenários e ativos, as tomadas de decisão tornam-se muito mais assertivas, integradas e garantem não apenas maior eficiência operacional e financeira, como também um acompanhamento socioambiental do projeto. Fonte: EPR Comunicação
- ENERGIA SOLAR ATINGE 26 GW E ULTRAPASSA R$ 128,5 BILHÕES EM INVESTIMENTOS NO BRASIL, INFORMA ABSOLAR
Segundo a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), o Brasil ultrapassou, recentemente, uma nova marca histórica, a de 26 gigawatts (GW) de potência instalada da fonte solar fotovoltaica, somando as usinas de grande porte e os sistemas de geração própria de energia elétrica em telhados, fachadas e pequenos terrenos, o equivalente a 11,6 % da matriz elétrica do país. De acordo com a entidade, desde 2012, a fonte solar já trouxe ao Brasil cerca de R$ 128,5 bilhões em novos investimentos, mais de R$ 39,4 bilhões em arrecadação aos cofres públicos e gerou mais de 783,7 mil empregos acumulados. Com isso, também evitou a emissão de 34,5 milhões de toneladas de CO2 na geração de eletricidade. Na visão de Ronaldo Koloszuk, presidente do Conselho de Administração da Absolar, o crescimento acelerado da energia solar é tendência mundial. “O Brasil possui um dos melhores recursos solares do planeta, o que abre uma enorme possibilidade para a produção do hidrogênio verde (H2V) mais barato do mundo e o desenvolvimento de novas tecnologias sinérgicas, como o armazenamento de energia e os veículos elétricos”, diz. “Segundo estudo da consultoria Mckinsey, o Brasil poderá ter uma nova matriz elétrica inteira até 2040 destinada à produção do H2V. Para tanto, o país deverá receber cerca de US$ 200 bilhões em investimentos no período, como geração de eletricidade, linhas de transmissão, unidades fabris do combustível e estruturas associadas, incluindo terminais portuários, dutos e armazenagem”, acrescenta Koloszuk. “O crescimento da fonte solar fortalece a sustentabilidade e a competitividade dos setores produtivos, além de beneficiar todos os consumidores brasileiros, fatores cada vez mais importantes para a economia nacional e para o cumprimento dos compromissos ambientais assumidos pelo país”, acrescenta Rodrigo Sauaia, CEO da Absolar. Segundo mapeamento da entidade, em um ano, a energia solar cresceu aproximadamente 83%, saltando de 14,2 GW para 26 GW. Desde julho do ano passado, a fonte solar tem crescido, em média, 1 GW por mês (julho: 16,4 GW, agosto: 17,5 GW, setembro: 18,6 GW, outubro: 21,1 GW, novembro: 22 GW, dezembro: 23 GW, janeiro: 24 GW, fevereiro de 2023: 25 GW e março deste ano: 26 GW). No segmento de geração própria de energia, são 18,1 GW de potência instalada da fonte solar. Isso equivale a cerca de R$ 92,1 bilhões em investimentos, R$ 27,4 bilhões em arrecadação e mais de 540 mil empregos acumulados desde 2012, espalhados pelas cinco regiões do Brasil. A tecnologia solar é utilizada atualmente em 99,9 % de todas as conexões de geração própria no país, liderando com folga o segmento. O Brasil possui cerca de 7,9 GW de potência instalada em usinas solares de grande porte. Desde 2012, as grandes usinas solares já trouxeram ao país cerca de R$ 37 bilhões em novos investimentos e mais de 238,2 mil empregos acumulados, além de proporcionarem uma arrecadação aos cofres públicos que supera R$ 12 bilhões. Fonte: Absolar/Assessoria Totum Comunicação
- FESQUA CRESCE 30% E ATRAI NOVOS EXPOSITORES
A 15ª Feira Internacional da Indústria de Esquadrias, marcada para os dias 11 a 14 de setembro de 2024, em São Paulo (SP), traz nesta edição as principais inovações em produtos e serviços na área de esquadrias. O evento cresceu 30% , em relação a 2022, e atrai novos expositores, como a PSA Permetal , AL Indústria e Metaperfil . A expectativa da organização do evento é reunir mais de 700 marcas expositoras, além de receber 48 mil profissionais do setor em uma área de 34 mil m² de exposição, no pavilhão do São Paulo Expo, na capital paulista. Max Del Olmo, diretor da AL Indústria, conhecida também como AL Puxadores e Ferragens, fabricante de puxadores e ferragens para vidro temperado, afirma que as expectativas para o evento são as melhores. “O mercado está aquecido. Acredito que o mundo da construção civil tem muito a fazer ainda. Por isso, a gente vem investindo na FESQUA. É a feira que une o vidraceiro com o serralheiro, o evento que traz mais oportunidades e chances deles se conhecerem e de descobrirem o mercado como um todo.” "Entendemos que a diversificação de nossas atividades, visando o atendimento a um mercado a cada dia mais exigente e segmentado é fator primordial para o sucesso de nosso negócio e a expectativa com a participação no evento é divulgar as ações adotadas pela empresa na ampliação de nossos negócios", adianta Jorge Luiz Leal Filho, gerente comercial da PSA Permetal, fabricante de metais perfurados. Luis Tavares, diretor da Revista Contramarco – organizadora do evento – prevê um grande número de lançamentos nesta edição da feira. A FESQUA traz aos profissionais da indústria de esquadrias muitas novidades e soluções inéditas. A feira presencial é bienal, lembra Tavares. CENTRO GERADOR DE NEGÓCIOS Tendo como público-alvo os fabricantes de esquadrias, vidraceiros, distribuidores, revendedores, profissionais da construção civil, consultores, especificadores, arquitetos e engenheiros, a FESQUA tornou-se, ao longo dos anos, um gigantesco centro gerador de negócios e oportunidades para as empresas expositoras e para os visitantes. A feira, além de reunir inovações em esquadrias e vidros, portas, janelas, fachadas, forros, portões, grades, acessórios e componentes, máquinas e equipamentos para a indústria, também terá muito conteúdo. A Permetal atua na fabricação de metais perfurados e expandidos há 65 anos, sendo referência desta linha no Brasil para as mais diversas aplicações na construção civil, como fachadas, forros, guarda-corpos, cercamentos, pisos, comunicação visual e outros projetos de estruturas metálicas em geral. "Para a FESQUA, estaremos efetuando a exposição desta linha, além de divulgar o lançamento de três novas marcas, A PSA, voltada ao segmento de arquitetura em projetos de fachadas e forros metálicos, com uma linha ampla de fabricação própria destinada a estas aplicações. A PSE, voltada ao segmento de eletrocalhas, leitos, perfilados e outras soluções voltadas ao segmento elétrico, e a Permetal Express, unidade de negócios inaugurada pela Permetal para distribuição para pronta-entrega de toda a sua linha de itens padronizados. Além disso, teremos a exposição de nossa tradicional linha de grades de piso e gradis para cercamentos eletrofundidos da empresa Metalgrade", afirma o gerente da PSA Permetal. O diretor da AL Indústria informa que, em 18 anos de empresa, estará na feira com o maior estande já montado, pela expectativa que possui no evento e no mercado nacional. “Além da expectativa de novos produtos. O ano de 2024 será um divisor de águas e a FESQUA vai de encontro com tudo isso”, finaliza. “Em 12 anos, é a primeira vez em que a Metaperfil expõe em uma feira. Neste ano, estamos apostando em novas tecnologias, ampliação da gama de acabamentos com o foco na excelência dos nossos serviços. Nosso objetivo é a consolidação da marca no mercado. É um momento importante para a Metaperfil, por isso, vamos investir muito forte na divulgação de nossa empresa”, afirma Guilherme Canova, diretor da Metaperfil, empresa especializada em pintura eletrostática, anodização e efeito madeira. ANOTE EM SUA AGENDA 15ª FESQUA - Feira Internacional da Indústria de Esquadrias Data - 11 a 14 de setembro de 2024 Horário - 13h às 20h | Sábado - 11h às 18h Local - São Paulo Expo Exhibition & Convention Center Endereço - Rodovia dos Imigrantes, Km 1,5 – São Paulo/SP Para mais informações, acesse: www.fesqua.com.br
- BALNEÁRIO CAMBORIÚ TERÁ UM DOS EDIFÍCIOS MAIS MODERNOS EM CONSTRUÇÃO NO PAÍS
O litoral norte de Santa Catarina vem ganhando cada vez mais destaque no mercado imobiliário. Além de ter o metro quadrado com maior valorização econômica e ser palco do maior residencial da América Latina, é também o endereço do edifício mais moderno em construção no país, o Boreal Tower, com entrega prevista para o início de 2025. Com alta tecnologia empregada desde a sua fundação até o acabamento, o padrão FG Empreendimentos garante que todos os sistemas foram minuciosamente pensados para atender tecnicamente a demanda do prédio. Além disso, os futuros moradores poderão desfrutar de redução de manutenções e segurança completa, garantindo a tranquilidade de todos. O prédio que terá mais de 240m de altura construído com a tecnologia de construção a seco, que está sendo desenvolvida há mais de 10 anos, com viagens técnicas e visitas a empresas de engenharia. André Bigarella, diretor de engenharia da FG Empreendimentos, relata que esse prédio é o resultado de uma busca constante por inovação e qualidade. “A equipe realiza estudos específicos, como ensaios de túnel de vento e análises dinâmicas, para projetar soluções de fundação complexas e particulares para cada empreendimento. Além disso, são desenvolvidas soluções estruturais e uma ampla gama de sistemas e componentes para garantir que cada empreendimento seja seguro, habitável, confortável e tecnológico. O resultado é o que apresentamos para o público: edifícios que se tornam ícones de engenharia em nível nacional, devido ao alto grau de complexidade que a altura traz”, destaca Stéphane Domeneghini, gerente da área de engenharia aplicada da FG. ESTRUTURA E FACHADA A fundação do edifício Boreal é resultado de uma técnica quase inédita no Brasil, conhecida como "pilled raft" . Essa técnica consiste em um grande bloco de concreto armado assentado diretamente no maciço rochoso, com o auxílio de estacas raízes para garantir sua fixação. Quanto à logística de execução do sistema estrutural, o Boreal Tower conta com sistema de formas de alumínio e proteção de periferia para concretagem das lajes, que eliminou o uso de formas de madeira. "Essa escolha não só garante uma obra mais rápida e limpa, como também a torna mais sustentável. E nesse sistema estrutural, as paredes de periferia são pilares, onde também eliminamos qualquer tipo de alvenaria", explica Bigarella. No que se refere aos revestimentos externos, o Boreal Tower utiliza um sistema de pele de vidro em toda a fachada frontal, bem como vidros laminados nas janelas, que oferecem maior proteção e estabilidade à obra. O restante da fachada é composto por um sistema de fachada ventilada com ACM (Aluminium Composite Material ou alumínio composto, em tradução literal), o que garante maior durabilidade e menor custo de manutenção ao condomínio. Reprodução: FG Empreendimentos O empreendimento conta com um sistema utilizado nos EUA e na Ásia, onde a estrutura do prédio sobe e o serviço subsequente são as esquadrias de alumínio e a fachada ventilada. "Então, erguemos a estrutura, fazemos todo envelopamento do prédio em pele de vidro. Com isso, ganhamos tempo, limpeza e também qualidade na obra, com toda a periferia protegida e fechada, trazendo segurança para os trabalhadores na obra e reduzindo drasticamente o impacto com a vizinhança", relata Bigarella. O edifício apresenta divisórias internas, com um sistema de drywall FG, desenvolvido pela equipe técnica interna em conjunto com consultores externos de maior referência nacional. “Esse sistema, que já tem mais de seis anos de desenvolvimento, apresenta uma estrutura leve, limpa e racional, eliminando a necessidade de reboco na torre”, afirma a empresa. O diretor de engenharia da FG destaca a acústica da edificação do Boreal Tower. “Utilizando um contrapiso zero, a equipe conseguiu assentar o porcelanato em uma manta acústica customizada em colaboração com especialistas renomados. Esse processo garante o desempenho acústico superior da edificação e também absorve as movimentações naturais e normais da estrutura, oferecendo um ambiente silencioso e confortável aos moradores”, afirma. "Com todos os investimentos realizados, o Boreal será um dos edifícios mais inovadores e tecnológicos do país. Estamos orgulhosos de poder entregar mais uma obra prima da engenharia brasileira que traz soluções de ponta em termos de eficiência energética, sustentabilidade, logística de obra, segurança, desempenho acústico, conforto e qualidade de vida para os moradores. Tudo isso aliado a um design sofisticado e c onte mporâneo, que certamente marcará a paisagem urbana da região", conclui Bigarella. Fonte: FG Empreendimentos/Apoio Comunicação
- GI MATOS, INFLUENCIADORA DIGITAL, REALIZA 1º ENCONTRO DE MULHERES DO SETOR VIDREIRO DO NORDESTE
O objetivo do projeto é conectar as mulheres da área, ouvir histórias, compartilhar os obstáculos enfrentados e fazer uma homenagem Divulgação: Gi Matos O 1º Encontro de Mulheres do Setor Vidreiro do Nordeste aconteceu no último dia 11 de março de 2023, no Hotel Golden Intercity, à beira mar em Fortaleza (CE), das 13h30 às 18h, com o tema: “Eu sou o que desejo ser”, frase popular da influenciadora digital do mercado vidreiro e idealizadora do evento Gi Matos. A Vivix, fabricante de vidros planos e espelhos, que está entre as mais modernas e sustentáveis indústrias de vidro plano do mundo, foi a minha patrocinadora do encontro. Ao todo, 20 mulheres foram convidadas pela Gi Matos para participar deste 1º Encontro, “um evento fechado, forte e emocionante!”, afirma a influenciadora. O projeto nasceu com o objetivo de conectar as mulheres do setor vidreiro, ouvir histórias, dar boas risadas, testemunhos emocionantes, descobrir o que cada mulher fazia antes de trabalhar no setor vidreiro, conhecer a história da Gi Matos, compartilhar os obstáculos que enfrentados pelas mulheres e muito mais, mas também foi um dia para honrar, lembrar, homenagear e presentear as mulheres. No final do evento, houve um café da tarde e happy hour com bartender. A ocasião também brindou o lançamento do primeiro produto da influenciadora, um boné de brilho com a frase “Eu sou o que desejo ser”, “para que onde você mulher passar, possa brilhar e impactar!”, diz Gi Matos. Ela confirma que, em breve, irá realizar o 2º Encontro de Mulheres do Setor Vidreiro do Nordeste, desta vez, aberto e com divulgações, o evento será pago. “Todas as mulheres do Brasil já estão convidadas, aguardem por mais informações no meu Instagram @gimatosinfluencer”.














