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  • REGIÃO SUL TEM PRIMEIRO EDIFÍCIO CORPORATIVO COM SELO INTERNACIONAL DE ECO-EFICIÊNCIA

    Primeiro projeto comercial do Grupo A.Yoshii, em Curitiba (PR), atingiu economia de 20,77%, em energia; 21,21%, em água; e 28,22%, em energia incorporada de materiais A Certificação Edge ( Excellence in Design for Greater Efficiencies - Excelência em Design para Maior Eficiência, em português) é uma nova certificação para edifícios sustentáveis que cresce cada vez mais no Brasil. O reconhecimento foi criado pelo International Finance Corporation, membro do Grupo Banco Mundial, a fim de incentivar a sustentabilidade em empreendimentos de diferentes tipologias, em países em desenvolvimento. A essência da certificação avalia três pilares: consumo de energia, consumo de água e a energia incorporada nos materiais. O selo global é concedido aos empreendimentos que apresentam redução de, pelo menos, 20% dos níveis de consumo de água, energia e energias utilizadas na fabricação de materiais empregados no projeto. O projeto do EndeAvour Prime Offices – empreendimento do Grupo A.Yoshii que está sendo erguido na Rua Comendador Araújo, n.º 180, em Curitiba (SC) – ganhou o selo preliminar Edge de construção sustentável. Este é o primeiro edifício corporativo da Região Sul a receber a certificação, reforçando os valores da A.Yoshii em sempre trazer inovação e tecnologia em termos de métodos construtivos, operacionais e de sustentabilidade. Além do título, a certificação trará benefícios aos usuários do edifício, com a valorização do imóvel e redução nos gastos gerados nas áreas comuns, com fachadas e instalações mais sustentáveis, equipamentos de baixo consumo, sistemas de reúso de água e geração de energia fotovoltaica. A redução também estende-se às unidades privativas com sistemas internos de economia de água, com dispositivos redutores de vazão nos metais e vasos, tipologia de vidro e estruturas de paredes que garantem mais iluminação e melhor eficiência térmica, dentre outros. O EndeAvour Prime Offices foi lançado em julho de 2022 e tem entrega prevista para 2026. A A.Yoshii iniciou a construção com eficiência de 20,77%, em energia; 21,21%, em água; e 28,22%, em energia incorporada de materiais. “A redução das despesas com água e luz é um atrativo para o cliente que percebe que terá menos gastos. O EndeAvour representa inovação e tecnologia. O projeto arquitetônico, assinado pelo escritório Baggio&Schiavon, apresenta conceito contemporâneo, dinâmico e que se encaixa idealmente na paisagem urbana da cidade. A construção da fachada garante um menor uso do ar-condicionado, visto que o tamanho de abertura, em comparação com as paredes, faz com que entre a quantidade ideal de luz e mais ar do ambiente externo”, explica o superintendente da A.Yoshii em Curitiba, Ricardo Kitamura. O EndeAvour ainda contará com sistema de reutilização da água, uso de lâmpadas LED em todas as áreas de convivência, materiais inteligentes de combate à evasão de água, instalação de placas fotovoltaicas, que serão responsáveis por suprir 8% do consumo de energia total da edificação, que, por sua vez, foi projetada visando menor consumo de materiais e consequente inferior consumo de energia embutida de materiais. “Delineamos nossos projetos visando oferecer atrativos inéditos e diferenciais exclusivos, com respeito ao prazo de entrega e uma qualidade acima da média do mercado. E, em nosso primeiro empreendimento comercial na capital, não seria diferente. O público curitibano é exigente e quer um projeto completo, que valorize com o passar dos anos”, finaliza o superintendente. Fonte: Grupo A.Yoshii/Central Press

  • CONSTRUÇÃO GERA 38,9 MIL NOVOS EMPREGOS EM JANEIRO

    Total representa 46% das novas vagas abertas no país, destaca o SindusCon-SP A indústria da construção abriu 38.965 postos de trabalho com carteira assinada em janeiro de 2023, aumento de 1,61% em relação ao número de empregados no setor em dezembro de 2022. No acumulado de 12 meses até janeiro, a construção gerou 194.398 novos empregos, um acréscimo de 8,58% sobre o número de empregados em dezembro de 2021. Já o saldo entre admissões e demissões em todos os setores da atividade econômica no país resultou na abertura de 83.297 empregos em janeiro. Os dados são do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), e foram divulgados em 09 de março, pelo Ministério do Trabalho e Emprego. De acordo com Yorki Estefan, presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP), “em janeiro a construção civil gerou nada menos do que 46% dos novos empregos criados no país naquele mês. Em parte são vagas repostas depois da queda no emprego que ocorreu sazonalmente no setor em dezembro. Mas não deixa de ser um fato expressivo, que reforça a importância de que a construção seja estimulada, por seu potencial de criação massiva de postos de trabalho formais.” Em janeiro, a construção foi o segundo setor que mais gerou novos empregos, através de serviços (+40.686 trabalhadores) e na frente da indústria (+34.023) e da agropecuária (+23.147). O comércio registrou queda (-53.524). Nas atividades imobiliárias do setor de serviços (incorporação imobiliária), foram abertos 203 novos empregos em janeiro – aumento de 0,11% na comparação com o número de postos de trabalho com carteira assinada em dezembro. ESTOQUE Ao final de janeiro, a construção empregava 2.459.699 trabalhadores com carteira assinada no país, de acordo com o Novo Caged. POR ESTADOS Das vagas abertas pela construção em janeiro, 15.363 situam-se no Estado de São Paulo. Além de São Paulo, as unidades da Federação em que o setor mais abriu novos empregos foram: Minas Gerais (3.296), Santa Catarina (3.583), Paraná (3.502), Goiás (2.437), Bahia (2.073), Rio de Janeiro (2.198), Rio Grande do Sul (2.190), Mato Grosso do Sul (1.703) e Distrito Federal (1.406). Alguns Estados registraram quedas, como Pará (-1.501), Maranhão (-522) e Amazonas (-385). Fonte: SindusCon-SP

  • INSCRIÇÕES ABERTAS PARA “IMERSÃO EM ARQUITETURA E ENGENHARIA HOSPITALAR”

    Evento de capacitação profissional terá como estudo de caso o Centro de Atenção Integral à Saúde, do Grupo São Cristóvão Saúde A arquitetura e engenharia hospitalares são responsáveis por garantir que tanto o ambiente quanto os equipamentos estejam em conformidade com as normas de segurança. Esse controle é fundamental para a proteção de pacientes, profissionais de saúde e visitantes contra incêndios, infecções, quedas, entre outros riscos, além de ser funcional para o fluxo de pacientes, com fácil acesso à manutenção, e inovador, com ambientes inteligentes e conectados. Pensando nos profissionais que queiram se especializar no tema, o Grupo São Cristóvão Saúde promove, no dia 30 de março, das 10h às 17h, uma “Imersão em arquitetura e engenharia hospitalar”. O evento é voltado a arquitetos, engenheiros, designers de interiores e também a estudantes dessas áreas e outros profissionais interessados em ambientes para a saúde. Como estudo de caso, será analisada a Unidade I do Centro de Atenção Integral à Saúde (CAIS I), do Grupo São Cristóvão Saúde, e seus mais de 4 mil m². O espaço foi idealizado com o intuito de ampliar a área destinada à prevenção, promoção e reabilitação, qualificando, ainda mais, o atendimento multidisciplinar. Além disso, o ambiente reúne o que há de mais atual no setor da saúde, com infraestrutura moderna, áreas exclusivas e equipe especializada para diferentes atividades, tudo para que o paciente seja atendido com total qualidade, conforto e segurança. A imersão contará com a experiência de Cibeli Bagnato Boihagian, arquiteta e urbanista, especialista em arquitetura hospitalar e mestre em arquitetura e iluminação, diretora da Verzino Arquitetura; Ademir Melo Domingues, engenheiro eletricista, pós-graduado em gestão de projetos e coordenador de manutenção do Grupo São Cristóvão Saúde; e Marcelo Sales, engenheiro estrutural, especialista em patologias das obras civis e em tecnologia do concreto, mestre em patologia avançada e diretor da Anker Engenharia. Acompanhe o cronograma: 10h - Estudo de verticalidade; 10h30 - Estratégias projetuais de adaptação da edificação existente para o uso na área da saúde; 11h30 - Intervenções estruturais para adaptação da edificação existente ao uso da área da saúde; 14h30 - Implantação de técnicas de sustentabilidade e rotinas de manutenção pós-obra em unidades de saúde; 15h30 - Debate sobre "integração das disciplinas para adaptações na edificação existente ao uso da área da saúde"; 16h - Visita técnica à unidade. Os participantes receberão certificado por e-mail, com carga horária de 7 horas ao concluírem a palestra. A inscrição pode ser feita pelo site, na página de Ensino e Pesquisa . O investimento é de R$250,00. Serviço: Inscrições abertas para “Imersão em arquitetura e engenharia hospitalar” -- um estudo de caso sobre o Centro de Atenção Integral à Saúde, do Grupo São Cristóvão Saúde. Data: Dia 30 de março, das 10h às 17h. Público : arquitetos, engenheiros ou designers de interiores, estudantes dessas áreas e profissionais interessados em ambientes para a área da saúde. Inscrições: Site do São Cristóvão Saúde, aba Ensino e Pesquisa , com o investimento de R$250,00 e certificado de participação. Fonte: Grupo São Cristóvão Saúde/PR Consulting Americas

  • INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL INVESTE QUASE R$ 170 MILHÕES EM SEGURANÇA DO TRABALHO EM 2022

    Levantamento da Abrainc e pesquisa Acidentes de Trabalho nas Obras mostram que setor atua para garantir a proteção de milhares de trabalhadores nos canteiros de obras A construção civil e a incorporação imobiliária investiram quase R$ 170 milhões durante todo o ano passado para garantir a integridade física de seus colaboradores. Os números fazem parte da pesquisa Acidentes de Trabalho nas Obras, que ouviu profissionais de Saúde e Segurança do Trabalho (SST) em 955 canteiros de obras por todo o Brasil e foi elaborada pela Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc). Segundo o estudo, ao longo dos 12 meses de 2022, a indústria da construção civil e da incorporação imobiliária gastou, mensalmente, para cada funcionário próprio do setor cerca de R$ 185 em equipamentos de proteção individual para garantir a segurança dos 34.789 trabalhadores da construção, totalizando um montante de R$ 77,2 milhões. Ao mesmo tempo, foram investidos nos canteiros de obras mais de R$ 92,1 milhões em equipamentos de proteção coletiva, uma média de recursos aplicados da ordem de R$ 8.045 por mês por obra. O levantamento da Abrainc reforça ainda que, na construção civil, as medidas preventivas nas obras não estão restritas aos itens de segurança individual ou coletiva dos funcionários, mas também são destinadas a cursos sobre as normas técnicas específicas, legislações e demais aspectos que envolvem a saúde e segurança dos trabalhadores. Em média, cada trabalhador da indústria da construção civil foi exposto a 6,6 horas de treinamentos preventivos por mês no ano passado. MENOS ACIDENTES Os investimentos e as medidas aplicadas no setor estão permitindo ótimos resultados ao ponto dos acidentes que resultaram em ferimentos em alguma parte do corpo do trabalhador ter caído para 0,01%. Outro exemplo é a Taxa de Frequência (TF), que funciona como uma estimativa de acidentes por milhão de horas trabalhadas. Em 2022, no setor da incorporação imobiliária e construção civil ela ficou em 8,9, o que é considerado muito bom. Por sua vez, a Taxa de Gravidade (TG), que indica quantos dias de trabalho foram perdidos por afastamento, incapacidade permanente ou morte para cada 1 milhão de horas de trabalho realizadas em função dos acidentes em um determinado período, ficou em 135,6, o que também é considerado muito. Para efeito de comparação, até 500 este indicador é considerado muito bom; de 500,01 a 1.000, boa; de 1.000,01 a 2.000, regular; e, acima de 2.000, péssima. A incorporação imobiliária e a construção civil seguem na busca em manter suas obras como locais de trabalho seguros, seguindo toda a regulamentação, propiciando garantias para que os colaboradores executem suas atividades de forma tranquila. "Todas as nossas ações e investimentos acontecem para que no final do dia os trabalhadores possam retornar para seus familiares em plenas condições de saúde. A indústria da construção civil segue evoluindo em várias frentes no Brasil, para garantir um bom cenário para investimentos, geração de empregos e trabalhar na diminuição do déficit habitacional”, finaliza Luiz França, presidente da Abrainc. SAIBA MAIS Lançada em abril de 2021, a pesquisa Acidentes de Trabalho nas Obras Abrainc é enviada mensalmente aos integrantes do GT Segurança no Canteiro de Obras e aos Diretores Técnicos das associadas entidade.​ Dentre os objetivos, busca diferenciar os índices de sustentabilidade social das associadas em relação aos números globais da categoria, gerando benefícios junto aos colaboradores, associados, sindicatos e governo. Fonte: Abrainc/Loures Consultoria

  • PELÍCULA INTELIGENTE PARA VIDROS: CONHEÇA O EFEITO E SUAS VANTAGENS

    Além de ser um item que traz privacidade ao ambiente, a película inteligente, da PV Beneficiadora, também funciona como uma película antivandalismo, deixando o vidro ainda mais resistente, conforme a marca, que é homologada para laminar ou temperar e laminar essa película. Segundo a empresa, o produto é ideal para quem deseja um ambiente transparente em alguns momentos e com maior privacidade em outros. O acionamento funciona com o controle remoto. “Os parceiros nacionais da PV Beneficiadora podem enviar a película para a empresa, para a realização do trabalho da película dentro do vidro”, afirma a marca. Fonte: PV Beneficiadora

  • CBA DIVULGA MARCA DE ALUMÍNIO PERSONALIZADO: PRIMORA

    Segundo a Companhia Brasileira de Alumínio (CBA), a Primora Sistemas foi criada com o objetivo de aprimorar a construção civil através do alumínio, se relacionando com os profissionais desde o projeto até a sua instalação. Para atender às demandas do setor, a Primora se divide em dois segmentos: Primora Building System e Primora Sistemas. A Primora Building System cuida da personalização do alumínio e dos sistemas em projetos robustos. A Primora Sistemas é focada em projetos de menor complexidade. “Na Primora Building System trabalhamos em parceria com os profissionais para criar soluções que viabilizem o projeto, destacando alguns benefícios, como: fachadas de grandes dimensões acompanhadas de um design moderno e com o uso do melhor alumínio. No caso de Primora Sistemas, oferecemos o alumínio personalizado para os projetos de menor complexidade, mas que também necessitam de algum grau de personalização”, destaca a marca. A CBA afirma que com a Primora a construção civil pode alcançar um novo nível de inovação, além da oportunidade de ter sistemas em alumínio fabricados dentro de rígidos padrões de qualidade, sustentabilidade e responsabilidade com o meio ambiente. Saiba mais em: www.cbaprimora.com.br/

  • FILMES PLÁSTICOS GARANTEM A PROTEÇÃO DE CAIXILHOS DURANTE A OBRA

    A Promaflex Industrial detém de um amplo catálogo de proteção para piso, produtos de isolamento e filmes de proteção Os filmes plásticos de proteção e superfície garantem, além da qualidade no acabamento, a integridade das obras, evitam retrabalhos e possibilitam a inversão de fases, proporcionando economia de tempo e dinheiro às empresas. A fabricante Promaflex Industrial possui diversas soluções de filmes plásticos, contemplando também caixilhos e vidros. Estão no catálogo de proteção de piso da empresa: Promapiso, Promaleve, Obralimpa e Promármore. Na linha de produtos de isolamento: Promalaje e Protelhado. Na linha de filmes de proteção: Probancada, Procaixilho e Providro. “São produtos utilizados por empresas que estão entre as mais conceituadas do mercado e com qualidade comprovada em obras”, conta Marcelo Velletri, diretor da área de construção da Promaflex. Ele explica que as empresas que trabalham com financiamentos oficiais dependem da medição das esquadrias (caixilhos) para a liberação de recursos. “Quanto mais protegida a esquadria, menores serão as perdas e eventuais atrasos. É uma receita que será antecipada, além do grande ganho de qualidade", destaca. “Tais fatores acabam tendo um impacto econômico importante, o que é essencial para empresas que trabalham com custos e cronogramas rígidos. No final, é uma vantagem competitiva para companhias que atuam em mercados altamente disputados”, ressalta o executivo. LANÇAMENTO DO PROTELHADO Neste mês de março, a marca apresentou ao mercado uma nova versão da Protelhado, com uma face branca e outra do tradicional alumínio. “O Protelhado é um produto consolidado, com um nível de eficiência sem similar no mercado global. O lançamento da versão com dupla-face será um grande diferencial. Poderá ser usado, por exemplo, em projetos de estufas, que precisam da parte interna branca, mas, simultaneamente, da proteção térmica”, explica Velletri. “Outro ponto é que o acabamento proporciona um ambiente mais claro e apresentável”, ressalta. Fonte: Promaflex/Assessoria Ricardo Viveiros & Associados (RV&A)

  • POR QUE RECICLAR JANELAS DE PVC? CONHEÇA A VIDA ÚTIL DO MATERIAL NOS PROJETOS

    O Grupo profine, Rehau e Veka trazem curiosidades sobre o reaproveitamento do material, legislação vigente e ações das empresas *Por Stephanie Fazio Uma janela média de PVC tem uma vida útil de 30 a 40 anos. Pode ser reciclada até 10 vezes. Isso permite a utilização efetiva da esquadria de até 350 anos, segundo Telmo Catarina, gerente comercial e técnico da Veka, marca dedicada ao design, fabricação e comercialização de perfis de PVC para portas e janelas. “Graças ao processo inovador, que garante que materiais valiosos não sejam desperdiçados, ao reciclar janelas e portas de PVC antigas, o material é reintroduzido diretamente na extrusão de novos perfis de janelas e portas, sem qualquer perda de qualidade”, afirma o gerente comercial e técnico da Veka. “O PVC pode levar até 400 anos para desaparecer da natureza, se jogado ao léu, por isso, o descarte correto faz com que o meio ambiente não seja afetado", diz Telmo. “O PVC é 100% reciclável, desde que a esquadria seja descartada de maneira adequada para ser reutilizada”, diz Andrei Santos, responsável pela unidade de negócios profine Brasil, fornecedora de sistemas de PVC para janelas e portas. A sustentabilidade da indústria e economia circular e o cumprimento de legislações vigentes são fatos importantes, observa Adalto Campos, técnico de desenvolvimento de produtos da Rehau, marca que trabalha com soluções à base de polímeros. “Do ponto de vista financeiro, o descarte correto significa buscar parceiros locais de reciclagem que compram essas sobras e pode gerar um retorno financeiro para o fabricante. Já no setor comercial, o fabricante oferece um produto sustentável que se insere na economia circular”, explica Campos. Desta forma, o cliente final que se preocupa com essa temática tem um incentivo para escolher o produto. “Saber que a esquadria instalada em sua residência pode ser 100% reciclada após 30 ou 40 anos de uso proporciona um conforto adicional, além dos benefícios decorrentes do uso da própria esquadria.” Para Santos, se tratando de perfis de PVC utilizados para a fabricação de esquadrias, não há descarte deste material nas obras, pois as janelas são transportadas prontas para a instalação. Telmo completa que todo o material que se torna descarte vem da indústria de esquadrias, assim, o PVC é vendido como sucata e reaproveitado para diversos fins, como mangueiras corrugadas, peças injetadas, entre outros produtos. Campos informa que a média de descarte de perfis para a fabricação de esquadrias é muito baixa, devido a eficiência de softwares de aproveitamento de barras. “Com essa tecnologia, aliada ao controle de estoque de retalhos, o descarte diminui muito por conta do aproveitamento de material que vai se transferindo de uma obra para outra.” Se tratando de perfis de PVC utilizados para a fabricação de esquadrias no Brasil, o responsável pela unidade de negócios profine Brasil destaca que deve-se ter um cuidado com separação dos retalhos do material, sem misturar com outros tipos de materiais, para que possam ser vendidos a empresas terceiras, que reprocessam o perfil. Na visão de Telmo, janelas mal isoladas não são sustentáveis. “Com a instalação de novas janelas de PVC altamente isolantes, a demanda por energia de aquecimento pode ser significativamente reduzida e, com ela, as emissões de CO2. As janelas de PVC também são sustentáveis, porque não causam poluição ambiental quando em uso. São extremamente resistentes às intempéries e, ao contrário das janelas de madeira, por exemplo, não precisam ser pintadas. Eles também são muito fáceis de limpar, a água geralmente é suficiente para remover a sujeira”. LEGISLAÇÃO E NORMAS A legislação responsável por regulamentar o descarte de resíduos da construção civil é a Resolução CONAMA (Conselho Nacional do Meio Ambiente) n.º 307, de 05 de julho de 2002. Porém, ainda não há uma legislação específica para o descarte do PVC, seja a janela completa (com perfil de PVC, aço, vidro, entre outros materiais) ou somente o perfil de PVC, segundo Telmo. “Com a normatização dos perfis, como hoje já temos a ABNT NBR 16851 — Esquadrias — Perfis de PVC rígido para a fabricação de esquadrias, acredito que nos próximos anos deveremos ter uma legislação específica”, comenta. O técnico de desenvolvimento de produtos da Rehau afirma que, no Brasil, existe a legislação que trata especificamente do sistema de logística reversa de embalagens de plástico: a Lei nº 12.305, de 2 de agosto de 2010, que instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS). A PNRS estabelece as diretrizes para a gestão integrada e o gerenciamento de resíduos sólidos no país, incluindo o PVC e outros tipos de resíduos gerados na construção civil. A lei estabelece, por exemplo, a responsabilidade compartilhada entre os diversos atores envolvidos na gestão de resíduos, desde o gerador até o destinatário final. AÇÕES DE RECICLAGEM O Grupo profine realiza a reciclagem dos perfis de PVC para janelas e portas, bem como fábrica novas linhas de produtos a partir da reutilização do material. “No caso de perfis fabricados pelo Grupo profine, criamos o Kömmerling ReFrame, que é o nosso primeiro perfil de janela feito de PVC-U 100% reciclado e finalizado com uma superfície colorida proCoverTec. Isso garante excepcional resistência UV e reflexão IR”, conta Andrei Santos, responsável pela unidade de negócios profine Brasil. Janelas antigas e recicladas entram no ciclo do material, são processadas em grânulos de PVC e extrudadas em novos perfis de janelas e portas. “Além disso, as propriedades técnicas, como excelente isolamento térmico e opções de design de cores ainda estão disponíveis sem restrições”. O ReFrame ainda está disponível somente na Europa. A iniciativa tem como objetivo, em parceria com os fabricantes de esquadrias, desenvolver novas janelas de PVC a partir da reciclagem do material, este processo garante que a reciclagem de esquadrias antigas seja feita especificamente para perfis de alta qualidade, impactando em maior economia e um sistema inteligente do ponto de vista autossustentável, de acordo com o profissional. O lançamento mais recente do Grupo profine é a linha EuroFine 58. Desenvolvida especialmente para o Brasil, os perfis possuem 44% de material reciclado na sua composição, “com a mesma alta performance dos produtos Kömmerling que o mercado já conhece”, informa Santos. Adalto Campos, técnico de desenvolvimento de produtos da Rehau, relata que a Rehau tem diversas linhas que utilizam PVC reciclado no processo de extrusão, chamado de co-extrusão, quando o núcleo do perfil é de material reciclado e a parte externa de composto é novo, “hoje temos alguns perfis em nosso portfólio nacional que têm essa composição”, diz. Ele informa que a Rehau monitora o descarte de resíduos de perfis feito pelos seus credenciados em seus respectivos mercados locais. “Nesse sentido, os credenciados vendem esses resíduos para empresas especializadas em reciclagem de PVC, que os transformam em novos produtos, como canos, perfis para pisos, forros, entre outros. No entanto, atualmente não há no Brasil a capacidade de reciclar esses resíduos de forma co-extrudada, como ocorre na Europa, dentro do próprio perfil de esquadria.” A marca Veka reutiliza o perfil de PVC que não passa em seu controle de qualidade, reciclando. “Este é moído e reaproveitado. Não compramos sucata de PVC no mercado para usar em nossa produção”, conta Telmo Catarina, gerente comercial e técnico da Veka. “Nossos produtos de plástico já podem ser reciclados quase completamente e sem perda de qualidade. Como pioneira desse sistema de reciclagem de circuito fechado, a Veka fundou a subsidiária VEKA Recycling , em 1993. Nesse meio tempo, exportamos o conceito de reciclagem para a Inglaterra e a França. Todos os anos, a Divisão de Reciclagem recicla de forma sustentável mais de 100 mil toneladas de janelas, portas, persianas e perfis de plástico velhos em todos os locais”, conforme o gerente comercial e técnico da Veka. Telmo relembra que, em 2008, o Grupo Veka lançou sua iniciativa de reciclagem fora da Alemanha: primeiro na França e, logo depois, no Reino Unido. Na região de Champagne, na França, a Veka Recyclage faz uma importante contribuição para a reciclagem de janelas e portas de PVC descartadas no país e no sudoeste da Europa. Materiais de PVC da França, Bélgica, Espanha e Portugal são processados na unidade. Divulgação: Veka A Veka Latin America também está implantando o Programa de Reciclagem de Resíduos – Veka Mais Sustentável, que no primeiro momento irá contemplar o mercado chileno, coletando os descartes de PVC dos clientes e fabricantes que serão transformados em matéria-prima para novos perfis. O projeto ainda está em estudo no Brasil para a sua implantação. Segundo Santos, o mercado de reciclagem do PVC está em expansão, porém é necessário trabalhar todos os dias para que a informação correta chegue até todas as classes sociais. Telmo relembra que, até 2016, este era um mercado em crescimento acentuado. “Veio a crise e deu uma estagnada. Estamos apostando na retomada do crescimento para este ano e os seguintes.” Por fim, Campos pontua que o tema da reciclagem está sendo discutido de forma mais recorrente, mas sempre esteve presente, então, se afirmar que está se reciclando mais hoje do que anos atrás é um pouco exagerado.

  • PUXADORES OLIMPO, NOVA LINHA DE SOLUÇÕES DA ALUMICONTE

    Divulgação: Alumiconte Em janeiro de 2023, a Alumiconte, fabricante de componentes, perfis e persianas do Rio Grande do Sul, divulgou a Olimpo, nova linha de puxadores da marca. Disponível nas cores preto, branco, bronze e fosco, os puxadores são destinados a portas e janelas de correr, proporcionando conforto de manuseio, além de contar com design moderno, valorizando a esquadria, segundo informações publicadas no Instagram da empresa. Os produtos da linha podem ser aplicados individualmente ou em conjunto com fechos concha. Os itens estão disponíveis com opções em dois tamanhos: PUX-662, 208mm de altura total, e PUX-663, 166mm de altura total. Saiba mais em: https://www.alumiconte.com.br/produtos/puxador-olimpo-pux-662-208mm-2/ Fonte: Alumiconte/Instagram

  • MANUTENÇÃO PREVENTIVA DO BOX DE BANHO: O QUE É, QUANDO E COMO FAZER?

    Para evitar qualquer tipo de problema com o produto e manter os moradores fora de perigo, Érico Miguel, diretor criativo da Ideia Glass, lista os três principais pontos que precisam de atenção Estar em dia com a manutenção do box é essencial para um banho tranquilo e relaxante. Pensando nisso, Érico Miguel, diretor criativo da Ideia Glass, empresa especializada em kits e ferragens para boxes e portas divisórias de ambiente, lista três pontos que necessitam de atenção: periodicidade do produto, bordas do vidro com lascas e vazamento da água para fora da área de banho. PERIODICIDADE DO PRODUTO Mesmo que o box esteja funcionando normalmente, é essencial fazer a manutenção preventiva a cada 12 meses. “O profissional vai analisar todos os itens que compõem o box para verificar a situação de cada componente. Não é somente analisar o estado do vidro, por isso, essa manutenção precisa ser feita por um profissional qualificado”, explica Érico. Problemas podem aparecer antes de um ano, se isso acontecer, o técnico precisa ser chamado imediatamente. “Qualquer coisa que fuja do comum precisa ser levada em consideração, como porta raspando no chão, puxador que encosta na borda do vidro e fixação frouxa das ferragens. São todos indícios que algo está errado”, enfatiza. BORDAS DO VIDRO COM LASCAS Um ponto que precisa de atenção constante é o estado do vidro. “Se as bordas estiverem lascadas, as pessoas que circulam pelo banheiro podem se machucar. Por isso, ao perceber qualquer tipo de irregularidade, é preciso fazer a troca”, explica. De acordo com Érico, o vidro temperado, após ser submetido ao processo de têmpera, não pode ser “retocado”, é preciso fazer a troca de todo o produto. Uma dica do especialista é sempre verificar a procedência do vidro antes da instalação do box. “Sempre indico optar por empr esas que possuem boa reputação no mercado. Dificilmente uma empresa assim irá usar um vidro de má qualidade, o que traz mais segurança para os moradores”, indica. VAZAMENTO DE ÁGUA Se a água do chuveiro começar a vazar para fora do box, é porque algo está errado. “Quando a água começa a sair para fora, provavelmente será necessário refazer a vedação entre o vidro e a ferragem”, comenta. O profissional relata que nem sempre o vazamento será perceptível, mas algumas situações são indícios do problema, como manchas na pintura da parede, tinta com bolhas ou descascando e sinais de bolor ou piso descolando. “É importante que as pessoas fiquem atentas aos sinais e tomem rápidas providências para que um pequeno problema não vire uma grande dor de cabeça”, finaliza Érico. Fonte: Ideia Glass/Agência bcbiz.

  • CBCA ABRE INSCRIÇÕES DE CONCURSO PARA ESTUDANTES DE ARQUITETURA COM PRÊMIO DE R$ 10.000,00

    Este ano, o tema da competição é “Educação de Qualidade” e as inscrições vão até dia 17 de julho O Centro Brasileiro de Construção em Aço (CBCA) abriu as inscrições para o 16º Concurso CBCA/Alacero para Estudantes de Arquitetura 2023. Os interessados podem se inscrever até o dia 17 de julho e enviar os seus trabalhos até o dia 25 de agosto. O primeiro colocado será premiado com R$10.000,00, a serem distribuídos entre equipe e professor orientador. O projeto vencedor ainda participará como representante do Brasil no #desafioALACERO de Diseño en Acero para Estudiantes de Arquitectura 2023, organizado pela Associação Latino-Americana do Aço (Alacero). Baseado no 3º Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS 3), dos 17 anunciados recentemente pela Organização das Nações Unidas (ONU), que foca em assegurar uma vida saudável e promover o bem-estar para todos, em todas as idades, o tema do concurso em 2023 será “Educação de Qualidade”. As equipes inscritas deverão ser formadas por no mínimo dois e no máximo quatro alunos e deverão ser orientadas por um professor de sua escola de arquitetura ou universidade, podendo ter ainda um co-orientador. O objetivo do concurso é oferecer uma oportunidade de mostrar ideias concebíveis para o mercado, além de agregar conhecimento em todo o setor da construção em aço. Para realizar a inscrição ou conferir mais informações, acesse o site: www.cbca-acobrasil.org.br/arquitetura/ Fonte: CBCA

  • POR QUE UM VIDRO DE CONTROLE SOLAR É MELHOR DO QUE UM VIDRO CINZA (FUMÊ)?

    *Por Fernando Simon Westphal, consultor técnico da Abividro, engenheiro civil, professor e pesquisador da UFSC Para responder a esta pergunta, precisamos falar um pouco das propriedades ópticas dos vidros. Por ser um material transparente, o vidro merece atenção especial quanto ao seu comportamento frente à luz e, principalmente, frente à radiação solar, que traz luz e calor infravermelho em ondas curtas. Quando a radiação solar incide no vidro, parte dela o atravessa diretamente (transmissão). Uma outra parcela será refletida de volta para o exterior (reflexão) e a restante será absorvida (absorção). Quanto mais escuro ou mais colorido for o vidro, maior será a parcela absorvida. Porém, toda fonte de luz – ondas eletromagnéticas – também emitem ondas na forma de calor. Mais da metade da energia da radiação solar são ondas infravermelhas, na forma de calor (aproximadamente 55%). A parcela restante é dominada pela energia visível, luz, que corresponde a 42% da radiação, e radiação ultravioleta, com 3% de participação. Por fim, um índice importante, derivado dessas propriedades, é o fator solar, que representa o quanto da radiação do sol é transferida através do vidro na forma de calor, incluindo a parcela transmitida e parte da parcela absorvida e irradiada para dentro do ambiente. O vidro cinza (conhecido popularmente como “fumê”) de 6mm de espessura possui fator solar de 0,61, enquanto o vidro incolor possui fator 0,82. Isso significa que o vidro cinza corta 20% do ganho de calor do sol em relação ao vidro incolor. Porém, sua absorção energética é de 48%, enquanto a do vidro incolor é de apenas 4% (apesar de incolor, o vidro é levemente esverdeado). Os vidros de controle solar são produzidos com diferentes composições de revestimento metálico, de forma que não é possível estabelecer uma regra geral de desempenho. Existem vidros de controle solar que “cortam” o ganho de calor de forma mais eficaz. No exemplo a seguir, selecionou-se uma especificação com fator solar próximo do cinza, chegando a 0,66. Porém, é um vidro com maior transmissão de luz, com 65% de transparência contra 47% do vidro cinza. Isso é possível graças à composição do revestimento metálico, que neste caso bloqueia mais ondas infravermelhas do que luz. Por simulação computacional com o software Energyplus, foi feita a análise do consumo de energia em climatização de um dormitório de 3,5 x 3,5m, com pé-direito de 2,6m e uma janela de 1,5m², voltada para oeste. Representou-se o uso de um ar-condicionado tipo split durante o dia, com uma pessoa trabalhando (em home office, por exemplo) em um notebook. Considerando os dados climáticos representativos da cidade de São Paulo, essa rotina de uso resultaria em quase 400kWh de consumo de energia para climatização, se a janela tivesse vidro incolor. Com vidro cinza há uma economia de energia de 8,6%, ou precisamente, 34kWh. O uso do vidro de controle solar, com fator solar mais alto, resulta em acréscimo de 2kWh em relação ao modelo com vidro cinza (0,5%). Essa simulação demonstra que, para este caso, os dois vidros resultam em desempenho energético equivalente. Mas o grande diferencial está na temperatura do vidro. O gráfico abaixo compara os dados de temperatura superficial para um dia quente de verão. Observa-se que o vidro cinza atinge 42°C quando exposto ao sol direto, entre às 16h e 18h, enquanto o vidro de controle solar atinge o máximo de 32°C nesse período. Essa redução de 10°C na temperatura do vidro tem impacto significativo na sensação térmica no interior do ambiente, porque embora o ar-condicionado mantenha a temperatura do ar sob controle (a 23°C, por exemplo), a exposição de uma pessoa a uma superfície muito quente, com quase 20°C acima da temperatura do ar, ocasiona a sensação de desconforto térmico. Por isso, muitas edificações com vidro fumê não atingem o conforto térmico, mesmo com o ar-condicionado ligado. A substituição por um vidro de controle solar, com maior reflexão e menor absorção, ainda com fator solar semelhante, levaria a melhores percepções de conforto pelos ocupantes. *Os artigos publicados com assinatura são de responsabilidade dos respectivos autores e podem não interpretar a opinião da revista. A publicação tem o objetivo de estimular o debate e de refletir as diversas tendências do mercado, com foco na evolução da indústria de esquadrias e vidro.

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