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- SIKA PROMOVE PROGRAMA DE FORMAÇÃO A PROFISSIONAIS DA CONSTRUÇÃO CIVIL
A “Academia Sika” visa estreitar a relação da marca com parceiros de negócios, além de anunciar novos produtos e soluções A Sika, especializada em produtos químicos para construção civil e indústria, desenvolveu uma iniciativa que possibilita clientes, projetistas e profissionais do segmento, a oportunidade de aprimorar seus conhecimentos, além de ter contato direto com especialistas e soluções da marca. A formação técnica atrelada à inovação é o tema da “Academia Sika”, um programa bimestral de visitas à fábrica da companhia. A primeira edição de 2023 aconteceu no dia 16 de fevereiro e contou com a presença de 11 convidados, entre eles projetistas de impermeabilização de São Paulo. O projeto proporciona aos parceiros de negócios da companhia um momento prático nos laboratórios e nas áreas de aplicação da fábrica. “Esta é uma maneira de entender as demandas deste público. Além de estreitar os laços entre a marca e o mercado, a iniciativa demonstra o compromisso da empresa com o desenvolvimento técnico e profissional. A cada edição, o programa traz uma nova temática e seleciona um grupo de 10 a 20 convidados para conhecer, testar e aplicar as novidades desenvolvidas para o setor”, relata Juliana Santos, responsável pelo projeto na Sika Brasil. A próxima “Academia Sika” está prevista para acontecer em abril. A agenda está sendo desenvolvida de modo a contribuir com a disseminação de conteúdo técnico. Fonte: Sika/Dezoito Comunicação
- COMO LIMPAR (OU PINTAR) CORRETAMENTE JANELAS E PORTAS DE UPVC
Durante os anos 1980, as esquadrias de upvc (policloreto de vinila não plastificado, na sigla em inglês) ganharam a preferência no mercado da construção civil no Reino Unido, como uma alternativa de baixa manutenção às esquadrias de madeira e também pelo fato de durarem muitos anos com pouca necessidade de manutenção. Esta tendência é bastante comum em outros países, quando se fala em esquadrias de upvc de boa qualidade. E se você tem esquadrias com esse material no edifício onde mora ou trabalha, veja nesta página algumas dicas bastante úteis. COMO LIMPAR JANELAS DE UPVC? Vale ressaltar que a limpeza é bem fácil porque essas esquadrias são projetadas para serem à prova d’água. O material também impede que qualquer coisa cresça nelas, então você não precisa trabalhar muito para que as esquadrias valorizem a aparência da fachada do edifício. CONHEÇA ALGUNS PASSOS SIMPLES PARA DEIXAR AS JANELAS DE UPVC BEM LIMPAS • Com um aspirador, comece pelo lado de dentro e abra a janela o máximo possível. Aspire qualquer poeira ou sujeira usando a escova macia do aspirador. • Olhe com atenção e limpe todas as dobradiças, a borda interna e os cantos da esquadria. • Depois de retirar toda a poeira, coloque um pouco de água morna com sabão em um balde (o detergente líquido é perfeito para isso). • Use um pano macio ou esponja macia para limpar a esquadria. • Evite materiais ásperos ou abrasivos, pois isso irá arruinar a aparência do upvc. • Limpe o excesso de água com um pano de microfibra seco ou uma toalha macia. PARA RENOVAR O VIDRO DA JANELA • Pegue seu limpador de janelas e borrife-o no vidro, limpe-o normalmente com outro pano macio. Repita o processo do lado de fora do vidro. COMO LIMPAR PORTAS DE UPVC? • Os procedimentos são muito semelhantes, pois requer apenas água morna e sabão, assim como na limpeza das janelas. • Abra bem suas portas e aspire todos os detritos e a poeira retida nos vãos. Em seguida, pegue um balde com água morna. • Se houver manchas difíceis na porta, use vinagre e água para retirá-las. • Misture partes iguais de vinagre e água morna. • Se você tiver um borrifador à mão, pode despejar a mistura nele e aplicar suavemente a mistura no local manchado. • Continue repetindo este procedimento até que a mancha desapareça. Como opção, você pode deixar a mistura no local manchado por 10 minutos. JANELAS E PORTAS DE UPVC PODEM SER PINTADAS? • Muitas pessoas acreditam que não se pode pintar janelas e portas deste material. Não é verdade — as esquadrias de upvc podem ser pintadas, sim, mas com um pouco de esforço. • Depois de limpar as janelas, se você quiser pintá-las, o próximo passo é lixar a superfície. • Como o upvc é um material plástico e macio, o lixamento deve ser suave para criar uma textura adequada para a tinta aderir à superfície da esquadria. • Em seguida, deve-se revestir o upvc com uma camada de primer, para criar um acabamento de alta qualidade. • Se a pintura for feita na parte externa da esquadria, a tinta em spray é a opção mais rápida e melhor para um acabamento suave. • Tape ou cubra com cuidado qualquer parte da janela que você não queira pintar. • Use máscara para não inalar nenhuma partícula de tinta que sair na aplicação com spray. • Comece a pulverizar a tinta para que a porta ou a janela fiquem novas em pouco tempo. • Se você estiver pintando a parte interna da esquadria, opte por um pincel em vez de tinta com spray, para evitar erros no acabamento. • Deixe a pintura secar — e assim você terá uma janela nova e atualizada! Texto original (em inglês) de Danni Scott, traduzido e adaptado do portal: www.thesun.ie/fabulous/9103813/how-clean-upvc-window-frames-doors *Matéria publicada na Revista Contramarco - edição 158 (nov/dez-22).
- “THE GREEN PAVILION”: ESTUFA DE VIDRO PROJETADA PELO STUDIO ODILE DECQ
Fotos: Stefan Tuchila A pequena estrutura de vidro “The Green Pavilion” foi projetada pelo escritório de arquitetura francês Studio Odile Decq para a Galerie Philippe Gravier, que buscava uma peça de arte funcional e ocupável que seria usada como estufa no Paris+, exposição de arte moderna e contemporânea organizada pelo grupo suíço Art Basel. O evento aconteceu no Grand Palais Éphémère, em Paris, entre os dias 20 e 23 de outubro de 2022. A obra ficou exposta no Jardin des Tuileries, na França, até 5 de novembro de 2022, quando foi disponibilizada para compra. A estufa metálica é ao mesmo tempo o protetor das plantas que requerem condições específicas para crescer e um anfitrião para reuniões festivas. A estufa neste papel festivo incorpora uma mesa central sobre a qual os banquetes são exibidos e apreciados. A equipe conta que: “durante o dia, o vidro com o qual a estufa é feita permite que os espectadores apreciem as plantas que ela nutre. À noite, e com algumas velas colocadas dentro, os transeuntes podem comparar o espaço a uma lanterna.” Fontes: Designboom e The Plan
- PENÍNSULA DE MARAÚ TEM MAIOR CONSTRUÇÃO A SECO DA AMÉRICA LATINA
Fotos: Alexandre Couto As praias exclusivas e paradisíacas da Península de Maraú, na Bahia, foram o cenário escolhido para abrigar a maior construção modular da América Latina, em um terreno de 40 mil m², o Alma Maraú. O condomínio de alto padrão, projetado pela F2 Construtora, tem casas de duas, três e quatro suítes, que vão de 96 m² a 198 m². Além disso, possui apartamentos, piscinas, quadras e restaurantes. São 46 casas localizadas em frente à Praia do Cassange, trinta e seis delas usando a tecnologia Light Steel Frame . Este método de construção modular a seco consiste em estruturas metálicas, placas cimentícias e drywall. As casas são fabricadas em Mirassol, no estado de São Paulo, e chegam prontas para a instalação. No local, são aplicados apenas as esquadrias, as pedras da fachada e os deques de madeira. A solução foi adotada por conta das diretrizes e leis da região para que as novas construções não causem danos ao meio ambiente, uma das grandes vantagens da pré-fabricação, que reduz significativamente a quantidade de resíduos. Fotos: Alexandre Couto A Saint-Gobain, fabricante e distribuidora de materiais e serviços para os mercados de construção e indústria, forneceu diversos produtos ideais para uma obra a seco, como placas cimentícias, lã de vidro, massas e telas de tratamento de juntas, entre outras soluções de fechamento e isolação. Além disso, colaborou no monitoramento do projeto, desde a fabricação até a instalação das casas, garantindo o alto padrão dos empreendimentos. Com a construção modular, houve a redução de entulhos, do desperdício de materiais, dos riscos ao meio ambiente e da perda de tempo, afinal as casas foram levadas de São Paulo à Bahia prontas. Quando chegaram em Maraú – transportadas por caminhões, as construções foram acopladas nos terrenos e, depois, receberam os acabamentos, sem gerar transtornos no local. Fonte: Revista Projeto e Casa e Jardim
- QUEBRA DOS BANCOS SVB E SIGNATURE BANK PREOCUPA MERCADO IMOBILIÁRIO DOS EUA
De acordo com Daniel Toledo, advogado e especialista em Direito Internacional, a atual crise dos bancos americanos não deve afetar economia como em 2008 Nas últimas semanas, o mercado financeiro dos Estados Unidos tornou-se foco das principais discussões ao redor do mundo, principalmente após a recente falência de bancos conhecidos no país norte americano. No dia 10 de março, o Silicon Valley Bank - SVB teve sua falência decretada após mostrar incapacidade de devolver o dinheiro depositado pelos clientes. No dia 12 do mesmo mês, o Signature Bank, que estava prestes a entrar em colapso, foi tomado por controladores e teve a falência decretada. O Silicon Valley Bank era o 16º maior banco dos Estados Unidos, comumente contratado por empresas de tecnologia e startups do Vale do Silício. O Signature Bank, por sua vez, atuava no mercado de criptomoedas. O cenário causou grande preocupação em relação ao mercado imobiliário. No entanto, de acordo com Daniel Toledo , advogado que atua na área do Direito Internacional, fundador da Toledo e Associados e sócio do LeeToledo PLLC, escritório de advocacia internacional com unidades no Brasil e nos Estados Unidos, a atual crise dos bancos americanos não terá o mesmo impacto de outras crises já vividas pelo país. “Essas instituições chegaram a esse ponto porque muitas pessoas deixam de pagar suas hipotecas, e isso afeta diretamente a saúde financeira dessas empresas. Ainda assim, não veremos um cenário parecido com o enfrentado em 2008, por exemplo”, relata. O advogado acredita que, atualmente, a economia dos Estados Unidos é mais bem protegida contra esse tipo de eventualidade. “Em 2008, existia uma legislação completamente diferente, onde os bancos não exigiam tantas garantias e proteções contra esse tipo de situação. Hoje, a falência dessas instituições apresenta um impacto muito pequeno na economia em geral”, pontua. Embora não apresente grandes consequências, esse tipo de incerteza pode ser vantajoso para aqueles que compram e alugam imóveis nos EUA. “Os valores de mercados emergentes, como Texas, Alabama e Flórida, estão se ajustando e diminuindo. Essa queda pode variar de 0,5% até 5% em alguns casos, o que mostra um reequilíbrio econômico no setor imobiliário”, declara Toledo. Diferentemente do que acontece no Brasil, os Estados Unidos possuem uma enorme quantidade de bancos, o que torna o mercado como um todo mais competitivo e volátil. “Existem centenas de bancos pequenos e médios nos EUA. Algumas instituições são passadas de geração para geração e, nos dias de hoje, enfrentam dificuldades por não conseguir operar da mesma forma que os já consagrados no país. Isso, com o tempo, faz com que essas instituições entrem em falência ou, eventualmente, sejam compradas por bancos maiores”, relata. Para Toledo, o pós-pandemia está afetando fortemente algumas empresas. “Muitos tiveram que realizar empréstimos durante o período de alta da covid-19 e, atualmente, não conseguem cumprir suas obrigações financeiras. Esse cenário, infelizmente, será comum não só no Brasil ou nos Estados Unidos, mas em diversos países ao redor do mundo”, finaliza. Fonte: Toledo e Advogados Associados
- BLINDEX RECEBE PRÊMIO DA WARNER BROS. CONSUMER PRODUCTS
A linha Blindex Power Box ganhou na categoria “Inovação” Divulgação: Blindex/Assessoria Alma Gestão No último dia 22 de março, a Warner Bros. Consumer Products (WBCP), uma das principais organizações de licenciamento e merchandising de varejo do mundo, realizou um evento, no cinema Cinepolis, no shopping JK Iguatemi, em São Paulo (SP), para premiar os melhores parceiros do ano de 2022. A Blindex, reconhecida por seus boxes de banho e vidros de segurança, foi premiada na categoria “Inovação”, com a linha Blindex Power Box, que traz os principais personagens da Warner Bros. ilustrando os boxes de banheiro. A categoria mostra o reconhecimento pela descoberta de novos mercados para o licenciamento e novas aplicações para as propriedades da WB. A linha de box de banheiro personalizada com estampas dos super-heróis da DC, como Batman, Mulher-Maravilha, Wizarding World, Harry Potter e Looney Tunes foi lançada há um ano. O processo de personalização do vidro é feito por serigrafia ou impressão digital, o que garante que a estampa não irá descolar, riscar ou apagar. Ou seja, não é um adesivo que com o tempo vai ficando desgastado. Além do box de banheiro, é possível personalizar as roldanas do box, portas de vidro, divisões de ambientes e tampos de mesa. Em 2023, a WB completa 100 anos de história e a premiação chega a sua 20ª edição, aliados aos 72 anos da Blindex, que é referência na indústria brasileira de vidros. “Essa parceria, que nasceu da união de duas empresas que buscam, incansavelmente, superar expectativas, trouxe um produto realmente inovador, que encantou os fãs do Brasil”, comenta Glória Cardoso, gerente de vendas e marketing da Blindex, que recebeu o Prêmio das mãos dos personagens Pernalonga, Frajola e Piu-Piu. Para conhecer o catálogo da nova linha, acesse: https://powerbox.Blindex.com.br Fonte: Blindex/Assessoria Alma Gestão
- GUARDIAN GLASS ABRE INSCRIÇÕES PARA A SEGUNDA EDIÇÃO DO “TOP PROJECTS GUARDIAN”
As inscrições acontecem até o dia 14 de abril e poderão participar os projetos que foram finalizados nos últimos três anos A Guardian Glass, fabricante de vidro, anuncia a segunda edição do “Top Projects Guardian” , que visa reconhecer os profissionais responsáveis por projetos de destaque que utilizam os produtos e soluções da marca e se diferenciam pelo design, tecnologia e inovação. As inscrições devem ser feitas até o dia 14 de abril pelo site do evento . No ato da inscrição, serão solicitados os dados do projeto e o envio de fotos. Poderão participar projetos finalizados nos últimos três anos. “Os vidros e espelhos da Guardian Glass ganham ainda mais vida pelas mãos de profissionais que exploram todas as potencialidades de aplicação dos nossos produtos. Com este reconhecimento, queremos valorizar ainda mais os projetos que se destacam em nosso país e homenagear todos os elos da cadeia”, afirma Viviane Sequetin, gerente sênior de marketing da fabricante. O “Top Projects Guardian” contemplará processadores/distribuidores de vidros e espelhos, construtoras, consultores, fabricantes de esquadrias, arquitetos, designers, vidraceiros e fabricantes de móveis de todo o Brasil. O projeto terá cinco categorias distribuídas em Edifício Residencial, Edifício Comercial, Edifício Multiuso (hotel, hospital, shopping, escolas, uso misto e institucional), Casas (esquadrias/fachadas) e Interiores (aplicação de vidros, espelhos em decoração e móveis). Serão selecionados três projetos em cada categoria para votação popular, que acontece entre os dias 1° e 31 de maio, também pelo site do evento . A cerimônia para homenagear os profissionais será no Palácio Tangará, em São Paulo (SP), no dia 01 de junho. Os finalistas e vencedores poderão usar a logo e o título “Top Projects Guardian 2023” para fins de divulgação. TROFÉU O troféu da homenagem foi criado pelo renomado Estúdio Campana. Cofundado em 1984 pelos irmãos Fernando e Humberto Campana, o Estúdio Campana conquistou reconhecimento internacional pelo design de mobiliário. Com sede em São Paulo, sua prática investiga novas possibilidades em design de produto, arquitetura, paisagismo, moda, entre outros. "Foi uma experiência bacana e desafiadora trabalhar com materiais nobres como o Espelho Guardian Evolution, pois ele me permitiu entrar em outros planos. Ele representa a excelência no setor de arquitetura e construção, reconhecendo profissionais que valorizam o design e a utilização de materiais de qualidade no Brasil”, diz Humberto Campana. SERVIÇO 2ª edição Top Projects Guardian Data das inscrições : Até 14 de abril Votação popular: 01 a 31 de maio Mais informações : guardiannewsbr@guardian.com ou Whatsapp (11) 95640-9512 Para se inscrever, acesse: https://form.jotform.com/studioconnecta/topprojectsguardian23-inscricao Fonte: Guardian Glass/GPCOM Comunicação Corporativa
- BRASIL É 8º NO RANKING MUNDIAL DE PAÍSES COM MAIOR POTÊNCIA SOLAR INSTALADA, INFORMA ABSOLAR
País encerrou 2022 com 24 gigawatts (GW) de potência operacional solar e foi destaque no ranking da Agência Internacional de Energias Renováveis (IRENA) Segundo apuração da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), com base em dados da Agência Internacional de Energias Renováveis (IRENA), o Brasil entrou, pela primeira vez, na lista dos dez países com maior potência instalada acumulada da fonte solar fotovoltaica. O país encerrou 2022 com 24 gigawatts (GW) de potência operacional solar e assumiu, de forma inédita, a oitava colocação no ranking internacional. Os dados consideram a somatória das grandes usinas solares com os sistemas de geração própria solar de pequeno e médio portes, em telhados e fachadas de edifícios e também em pequenos terrenos, com base na potência total acumulada até o final de 2022. De acordo com o mapeamento, a oitava colocação do Brasil é fruto dos cerca de 10 gigawatts (GW) adicionados no ano de 2022. Com isso, apenas no ano passado, o setor solar atraiu mais de R$45,7 bilhões de novos investimentos, crescimento de 64% em relação aos valores financeiros acumulados até o final de 2021 no país. Ao analisar a capacidade instalada acumulada da tecnologia solar entre 2021 e 2022, o Brasil subiu cinco posições no ranking mundial da fonte fotovoltaica no período, saindo da 13ª colocação, em 2021, para a oitava, em 2022. O ranking é liderado pela China (392 GW), seguida pelos Estados Unidos (111 GW), Japão (78,8 GW), Alemanha (66,5 GW) e Índia (62,8 GW). Atualmente, a fonte solar é a segunda maior na matriz elétrica nacional, com 26 GW em operação no Brasil, responsáveis por mais de R$128,5 bilhões em investimentos e mais de 783,7 mil empregos acumulados desde 2012. Com isso, também evitou a emissão de 34,5 milhões de toneladas de CO2 na geração de eletricidade. Para Ronaldo Koloszuk, presidente do conselho de administração da Absolar, a solar fotovoltaica é a fonte renovável mais competitiva do país, sendo uma forte locomotiva para o desenvolvimento sustentável, com geração de emprego e renda, atração de investimentos, diversificação da matriz elétrica e benefícios para toda a sociedade. “Além de competitiva e acessível, a energia solar é rápida de instalar e ajuda a aliviar o bolso dos consumidores, reduzindo em até 90% seus gastos com energia elétrica”, comenta. “O avanço da fonte solar no Brasil fortalece a competitividade e a sustentabilidade dos setores produtivos, fatores cada vez mais importantes para a economia nacional e para o cumprimento dos compromissos ambientais assumidos pelo país. Nosso país ainda possui um imenso potencial para uso desta tecnologia, incluindo em programas sociais, como o Programa Minha Casa Minha Vida e o Programa Luz para Todos, levando eletricidade barata e limpa para quem mais precisa”, acrescenta Rodrigo Sauaia, CEO da Absolar. Fonte: Absolar/Assessoria Totum Comunicação
- O DIA DA ÁGUA: O QUE A INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO PODE FAZER?
*Por Afonso Celso Vanoni de Castro, professor no curso de graduação da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM) Nesse Dia Mundial da Água (22 de março), queremos trazer reflexões sobre a questão do uso e da conservação dos recursos hídricos pela construção civil, analisados não exatamente por meio dos processos construtivos e produtivos aplicados atualmente, mas pelo envolvimento do setor no contexto das políticas de proteção socioambiental. É fundamental reconhecer e mensurar o valor da água, para incorporá-la na tomada de decisões, com vistas a uma gestão sustentável dos recursos hídricos e atingir os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 das Nações Unidas. Entre os setores produtivos, a indústria da construção civil, ao mesmo tempo que promove crescimento econômico, é um grande consumidor de recursos naturais, renováveis e não renováveis (minerais, madeiras e fibras). Seja pelo consumo direto, ou pelo uso de energia elétrica, cuja principal matriz nacional são das hidrelétricas, a Construção Civil (CC) consome muita água em suas diversas etapas, desde a produção de insumos e produtos, passando pela execução das obras e, posteriormente, no uso e funcionamento das edificações. E ademais, é um dos setores que mais gera uma grande quantidade de resíduos. Para promover o desenvolvimento sustentável, o setor da construção, desde os anos 1990, passou a adotar o conceito de sustentabilidade por meio do desenvolvimento de métodos de gestão dos recursos e no desenvolvimento de produtos ambientalmente responsáveis. A fonte de toda a água é o meio ambiente e esse recurso essencial tem seu consumo aumentado e ameaçado pelo comprometimento de sua qualidade e pela redução e desperdício de seus estoques. Segundo dados da The Food and Agriculture Organization (FAO – Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação, em inglês , da ONU), em 2021 havia mais de 2 bilhões de pessoas submetidas a um regime de estresse hídrico, considerando como disponibilidade mínima desse suprimento 50 a 100 litros por dia por pessoa. Portanto, a estreita relação entre os processos produtivos das sociedades humanas e o meio ambiente precisa ser administrada de forma proativa para enfrentar os desafios hídricos por meio das chamadas “soluções baseadas na natureza”, para oferecer segurança hídrica para toda a população. Seus usos nas cidades são múltiplos do abastecimento e saneamento à geração de energia. Para os setores da indústria e empresas, a água é considerada tanto como um recurso que envolve custos de captação e consumo, quanto um passivo que exige tratamento sujeito a penalidades regulatórias. Nesse sentido, as empresas tendem a se dedicar na economia operacional e nos impactos de curto prazo nas receitas, dando menos atenção ao valor da água em termos de capital natural, risco financeiro, crescimento e negócios futuros e inovação. O aumento dos custos, os ganhos e as perdas financeiras relacionadas à escassez hídrica são significativos. Os riscos associados à redução da disponibilidade de água, à ruptura da cadeia de abastecimento, à interrupção do abastecimento e as restrições ao crescimento, estão também relacionados aos efeitos das inundações e das mudanças climáticas. Mas como as ações na escala dos sistemas naturais de recursos hídricos envolvem custos mais altos, as empresas tendem a atribuir exclusivamente ao Estado essas responsabilidades, ainda que seja crescente a conscientização sobre os benefícios potenciais que a gestão sustentável dos processos produtivos promovem nesses sistemas. Para isso, a cadeia produtiva tem que superar essa abordagem essencialmente monetarista dos processos que envolvem o uso e a gestão da água e pensar em previsão, provisão e envolver-se diretamente com ações proativas no que se refere à questão hídrica. Assim, ainda que a cadeia produtiva da construção civil venha desde 2007, com a criação do Conselho Brasileiro de Construção Sustentável, que desenvolve ações e normativas promovendo o uso e o consumo adequados da água pelo setor, por meio das adequações dos processos construtivos preconizados pelo selo de certificação AQUA, e tenha promovido a difusão de guias orientativos com normas de conservação de água, fontes alternativas, dentre outras ações, há muito que se avançar. Sendo o setor que consome grande parte de material inerte de origem minerária e responsável pela construção de grandes infraestruturas de saneamento e de abastecimento de água potável, a indústria da CC tem um compromisso na escala ambiental, muito mais amplo nos processos de transição das tecnologias que envolvem todas as dimensões de sua cadeia de produção. Para se avaliar como há paradigmas tecnológicos básicos a serem explorados, apenas no tocante ao processo de produção do concreto, de longe a tecnologia mais utilizada pela indústria de construção nacional, a produção de cada metro cúbico consome de 160 a 200L de água, ou seja, muito mais que o consumo mínimo previsto para uso humano. No tocante à produção de energia, os vários alertas sobre a ampliação dos episódios de crise hídrica levaram a indústria de produção de energia a investir no desenvolvimento de fontes de energia limpas e renováveis como a eólica e solar, demonstrando como é possível e economicamente viável atuar com a natureza protagonizando esses processos. Que lições a indústria da CC pode extrair dessas experiências? Vemos, especialmente, o segmento de infraestrutura de saneamento e abastecimento com oportunidades históricas de levar à frente processos profundamente transformadores ao aliar-se às chamadas infraestruturas naturais, adotando soluções baseadas na natureza para promover não apenas o abastecimento, mas a conservação dos sistemas produtores e das redes hídricas. Essa gestão deve considerar, nos processos de planejamento e nas tomadas de decisões por parte de concessionárias e poder público, não apenas custos diretos e indiretos, mas os custos sociais e ambientais, grosso modo, tratados como externalidades. Há a necessidade de planejar as obras tradicionais de infraestrutura cinza, considerando também as dinâmicas da natureza incorporadas em infraestruturas verdes, atuando como agente no processo de gestão dos recursos hídricos. É preciso avançar para além dos estudos e cálculos hidrometeorológicos que subsidiam análises econômico-financeiras, ou dão apoio a ações de interesse político imediato – as obras eleitoreiras –, mas participando diretamente da produção natural e da conservação das águas. São inúmeros os estudos e várias as experiências aplicadas que demonstram como a restauração de florestas pode reduzir o estresse hídrico e ainda economizar recursos do Estado a serem investidos no atendimento das amplas demandas das populações urbanas vulneráveis, ao invés de serem destinados às grandes obras de infraestrutura de armazenamento de água ou controle de enchentes. Florestas saudáveis em qualquer parte do mundo filtram a água, reduzem a poluição por sedimentos e servem como um mecanismo tampão contra secas e inundações, e ainda geram processos evaporativos que produzem chuva. Portanto, neste Dia Mundial da Água, convocamos os leitores e gestores da indústria da CC, que reflitam além das lógicas tradicionais ou das soluções padronizadas que já demonstraram seus limites. Precisamos de avanços consistentes e tendo a natureza como parceira e não como uma adversária a ser dominada e subjugada. Fonte: Assessoria de Imprensa Instituto Presbiteriano Mackenzie
- PALÁCIO 29 DE MARÇO PASSA POR RETROFIT E PRESERVA SUA ESSÊNCIA MODERNISTA
O Palácio 29 de Março, endereço da Prefeitura de Curitiba (PR) há 54 anos, no Centro Cívico, desde 2021 se transformou em Palácio Solar – prédio público equipado com painéis fotovoltaicos para ser abastecido por energia renovável. Agora, passa por retrofit , a modernização do espaço sem alteração da arquitetura original. Coordenada pela Secretaria do Governo Municipal (SGM), com projeto contratado, orientado e supervisionado pelo Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (Ippuc), a recuperação do prédio da Prefeitura, que se encontra em andamento, tem foco no conforto para os cidadãos que buscam ali o acesso aos serviços municipais e aos servidores que trabalham no chamado prédio central. “O Palácio 29 de Março é um ícone da arquitetura moderna e sede do Poder Executivo Municipal, uma porta aberta aos cidadãos. A recuperação deste edifício público representa o respeito à cidade e aos seus habitantes”, afirma Luiz Fernando Jamur, secretário do Governo Municipal e presidente do Ippuc. Estima-se que cerca de 600 pessoas circulam por dia pelo Palácio 29 de Março. Deste total, 420 são funcionários. O diretor de Programas e Projetos da SGM, Leandro Fischer, destaca que a intervenção melhora substancialmente a ambiência e a segurança no edifício. RETROFIT No Ippuc, o projeto foi acompanhado pelas arquitetas Daniela Mizuta e Neuza Sugai, da diretoria de Projetos do Instituto. “A proposta do retrofit partiu da Secretaria do Governo Municipal, com a participação das arquitetas Claudia Stachera e Tatiana Marcassa. O Ippuc contribuiu com as decisões para a contratação do projeto orientado ao bom funcionamento do edifício e a abertura de acessos”, explica Daniela. “Propusemos também a troca das esquadrias por um sistema construtivo mais moderno que garanta a durabilidade e estanqueidade. Hoje são de alumínio, mas com dobradiças e outras peças não mais fabricadas, que geram infiltração. A ideia foi produzir uma esquadria com a mesma modulação, dentro da estética original, mas com sistema construtivo mais moderno”, completa a arquiteta. “Procuramos manter as características da edificação como forma de preservar ao máximo, uma vez que se trata de um bem tombado pelo Estado, como parte do Conjunto do Centro Cívico”, frisa a arquiteta Neuza. Uma escada em caracol que liga o subsolo do prédio ao piso térreo, um espelho d’água sob as rampas de acesso da Cândido de Abreu e os pilares em concreto aparente são elementos do projeto original ocultos pelo tempo, tendo sido o espelho d’água aterrado por conta de custos com manutenção, a escada fechada por divisórias e tablados e o pilar encaixotado por placas de madeira. “Trouxemos as características originais do edifício que, nos anos posteriores, acabaram escondidas por conta da cultura da compartimentação de espaços, quando os setores ficavam fechados por divisórias”. PROJETO ORIGINAL O projeto arquitetônico do Palácio 29 de Março é de autoria do arquiteto e engenheiro civil Rubens Meister (1922-2009). Inaugurado em 14 de novembro de 1969, o edifício – feito em estrutura de concreto armado – teve a construção iniciada em 15 de junho de 1961, tendo sido a obra interrompida, entre os anos de 1962 e 1964. O Palácio 29 de Março é um importante exemplar da arquitetura modernista de Curitiba, tombado pelo Patrimônio Estadual, juntamente com todo o conjunto do Centro Cívico. Os três painéis da fachada frontal do prédio foram colocados em 1996 com desenhos de autoria da artista plástica Marilia Kranz (1937-2017) e execução de Adoaldo Lenzi. Fonte: CGN
- DIA MUNDIAL DA ÁGUA: A IMPORTÂNCIA DO RECURSO NOS PROJETOS URBANOS
Entenda por que projetos como o Vivapark Porto Belo, em Santa Catarina, não correm risco de alagamentos e enchentes Os recentes problemas causados pelas alterações climáticas e o volume anormal de chuva em todo o território brasileiro vêm trazendo luz à questão que deve se tornar prioritária nas reflexões do Dia da Mundial da Água, comemorado em 22 de março: a urgência em se repensar o planejamento das cidades. Jaime Lerner, arquiteto e urbanista reconhecido no mundo, criou um dos projetos urbanos mais eficientes do país e que até hoje é considerado um modelo a ser seguido: a cidade de Curitiba (PR). No viés público, a excelência do urbanismo de Lerner resultou na qualidade de vida que até hoje é realidade para os moradores. Os muitos parques e áreas verdes da capital paranaense desempenham um papel maior do que o lazer, protegendo o leito dos rios e funcionando com contentores para cheias causadas por chuvas fortes. No viés privado, entretanto, ainda é necessário avançar, especialmente onde há maior densidade populacional e alta valorização imobiliária. O Vivapark Porto Belo, localizado na região que concentra as cidades de metro quadrado mais caro do Brasil, idealizado por Lerner, é uma espécie de oásis em meio ao mar de concreto e arranha-céus da redondeza. “O olhar de Lerner enxergou o futuro”, reflete Mônica Volaco, vice-presidente da Vokkan, empresa desenvolvedora do projeto. “Temos o privilégio de continuar e materializar seu legado neste empreendimento, mas esperamos que essa premissa seja ainda mais difundida. O resultado é uma vida mais harmoniosa, sem agredir a natureza e tampouco ser agredido por ela”, comenta Mônica. Planejado com base ambiental desde a concepção inicial, o empreendimento mantém intactos 138 mil m² de área verde, o que faz dele o primeiro bairro parque do país. “A região possui um terreno plano, no nível do mar e com lençol freático aflorado. Tivemos uma atenção ainda maior em relação à presença da água ao desenhar o bairro”, comenta Débora Ciociola, umas das arquitetas que lidera o escritório Jaime Lerner Associados. Curitiba e o Vivapark Porto Belo, avalia a arquiteta, têm soluções similares para problemas que podem ser causados pelo crescimento que não respeita os cursos naturais d’água. “O conjunto funciona como um grande sistema de absorção da água da chuva, integrado à paisagem urbana”, diz. “Pensamos numa solução sistêmica e integrada em que diversas áreas permeáveis pudessem absorver a água, além de um grande parque verde central com uma lagoa de contenção para onde o excesso de água é conduzido”. A VEGETAÇÃO COMO ALIADA A vegetação é outro elemento central na concepção do bairro catarinense, uma vez que a cobertura vegetal tem a capacidade de reter parte da água das chuvas, que chegará posteriormente aos lençóis freáticos e rios. A paisagista Juliana Castro, do escritório JA8 Arquitetura Viva, enxerga nas plantas nativas da região o grande trunfo para compor o melhor cenário. “São espécies melhor adaptadas ao microambiente”, diz. No Vivapark, a arborização é composta por plantas nativas da Mata Atlântica, o bioma predominante na costa brasileira. “Incorporar esses elementos naturais é parte do processo de compreensão do meio. Vai além do propósito ornamental no paisagismo, pois também desempenha um papel ecológico”, comenta Juliana. REDUÇÃO DE DESPERDÍCIO DE ÁGUA O aproveitamento correto da água também é uma das premissas do planejamento do Vivapark Porto Belo, segundo Mônica Volaco. “Dados apontam para um desperdício de mais de 39% da água potável no Brasil”, lembra a executiva, referindo-se a dados divulgados pelo Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS) em 2019. Boa parte desse volume é perdido devido à precariedade da infraestrutura de saneamento do país, “isso não é apenas responsabilidade do poder público, são escolhas feitas por empresas privadas em seus próprios empreendimentos", afirma a executiva. No Vivapark Porto Belo foram feitos investimentos em um sistema de tubulação de Polietileno de Alta Densidade, que é capaz de mitigar expressivamente o nível de desperdício, explica. Além disso, todas as casas e empreendimentos do bairro são estimulados a cumprir alguns critérios tidos como essenciais para o manejo adequado dos recursos hídricos. “A captação da água da chuva, por exemplo, é uma medida simples e de baixo custo que gostaríamos de ver em todas as casas e edifícios", conta Mônica. O cuidado ambiental no Vivapark Porto Belo fez dele o primeiro projeto do mundo a atingir o nível platinum no selo LEED for Communities: Plan and Design, a principal certificação global de sustentabilidade e qualidade de vida. O bairro recebeu também o prêmio Architecture, Construction & Design Awards (ACD Awards), na categoria Melhor Design Urbano, realizada pelo Rethinking the Future (RTF), organização internacional que mapeia e premia projetos de arquitetura e design em todo o planeta. Além disso, o projeto foi um dos sete selecionados para representar o país no MIPIM, o maior evento global do setor imobiliário que aconteceu neste mês de março, em Cannes, na França. A seleção é feita pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) e Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura (AsBEA) em setores relacionados à infraestrutura, soluções sustentáveis e mobilidade. “Precisamos repensar nossas cidades e o tipo de vida que queremos ter e oferecer às próximas gerações. Pensar na água e tudo o que envolve um ambiente urbano são questões prioritárias e devem ser debatidas no âmbito individual, público e também privado. Espero que o Vivapark seja apenas o início de novos modelos de urbanismo não só em Santa Catarina, mas em todo o país”, conclui Mônica. Fonte: Vivapark Porto Belo/Agência Casa
- O MERCADO DO VIDRO NA FESQUA
Com o passar dos anos, o vidro foi ganhando espaço e sendo inserido cada vez mais na FESQUA, a maior feira de Esquadrias, Vidros e Fachadas da América Latina A 15ª Feira Internacional da Indústria de Esquadrias e Vidro - FESQUA, marcada para setembro de 2024, em São Paulo (SP), traz nesta edição as principais inovações em produtos e serviços na área de esquadrias e vidro. O evento cresceu 30%, em relação a 2022, e atrai cada vez mais expositores do mercado vidreiro, fato que aumenta as expectativas do público. Veja a seguir algumas opiniões de expositores do mercado vidreiro que participam da FESQUA sobre a importância do evento para esta indústria. UNIVIDROS “Antes da pandemia, quando participamos da FESQUA e de outra feira do setor de vidro, nós entendemos perfeitamente que para o segmento do vidro e de esquadrias, a FESQUA é a grande feira, por isso nós optamos por ela, porque percebemos que é a que dita tendências e movimenta o segmento de esquadrias e vidro”, afirma Orlando Nascimento, da fabricante de vidros curvos e temperados. “Já temos muitas empresas de vidro na FESQUA, mas sinto falta das Usinas na feira”, complementa. “Outra importância da FESQUA é que vemos muitos engenheiros e construtoras, além de muita gente do Mercosul, com bastante projetos em mãos, fazendo contato com Argentina, Paraguai, Uruguai, Peru, enfim, é muito interessante. A FESQUA é uma feira muito importante, estamos desde 2010 e não pretendemos sair, optamos por ela e vamos continuar assim”, finaliza Nascimento. Mais informações: www.unividros.com.br DIVINAL VIDROS “O vidro é o complemento de todo caixilho. É o único produto que funciona como uma barreira e ao mesmo tempo integra as pessoas com o ambiente interno e externo. O vidro é o único produto que deixa o usuário apreciar a exuberância da natureza”, diz José Antônio Passi. Segundo Leandro Gonçalves, “a FESQUA é uma das maiores feiras do setor de construção civil no Brasil, e um dos eventos mais importantes para empresas do ramo de esquadrias, vidros e ferragens no nosso mercado. A feira reúne empresas de diferentes setores, usinas fabricantes de vidros, processadores de vidros, extrusoras de alumínio, PVC e acessórios para esquadrias, além de arquitetos, engenheiros, construtores e profissionais ligados à área de construção civil”. Gonçalves também explica que, para o mercado do vidro, é uma feira importante porque permite a exposição de novas tecnologias, produtos e soluções para o setor, e promove a troca de experiências e conhecimentos entre profissionais e empresas. “Isso gera um ambiente propício para o desenvolvimento de novos negócios, parcerias e networking.” “Em resumo, a FESQUA é um evento importantíssimo para o mercado de vidros em nosso país, porque fomenta o desenvolvimento e a inovação do setor, além de ser uma oportunidade para empresas estabelecerem contatos comerciais e ampliarem sua visibilidade no mercado”, finaliza Gonçalves. Mais informações: www.divinalvidros.com.br TEMPERMAX Nos últimos anos, para Rodrigo Cinti de Lima, da distribuidora e produtora de vidros Tempermax, o mercado vidreiro veio crescendo graças à união com o setor de esquadrias, fazendo o “casamento perfeito” entre o vidro e o alumínio. “Dessa união, saíram produtos novos, tanto de vidros quanto de alumínio. O mercado de vidros laminados cresce a cada ano e tudo isso é o sinônimo do ‘casamento perfeito’ entre o alumínio e o vidro”, completa. Mais informações: www.tempermax.com.br LANDY GROUP Sheila Brandão, grupo empresarial composto pelas indústrias Landy Kits e Landy Perfis, acredita que a FESQUA tem um papel fundamental no mercado do vidro devido a intermediação que executa entre os visitantes e os expositores. “É consolidada como a maior feira do setor e isso atrai um público extremamente qualificado e promove, antes, durante e depois da feira, ricos diálogos que contribuem para o crescimento do mercado”, afirma. Mais informações: www.landygroup.com.br AGMAQ “A FESQUA é um evento internacional de grande abrangência, colocando junto os setores vidreiro e do alumínio, gerando assim a oportunidade para serralheiros, vidraceiros, fornecedores de insumos e máquinas apresentarem suas soluções. Em resumo, a FESQUA é uma grande vitrine para geração de negócios”, explica Marco Kloppel, da fornecedora de máquinas para vidro. Mais informações: www.agmaq.com.br AL INDÚSTRIA Na opinião de Max Del Olmo, da fabricante de ferragens para vidro temperado, a importância da FESQUA para o vidro é permitir que o profissional do setor conheça o mercado da esquadria, e vice-versa, que um complementa o outro. Assim, cada ano que passa vai ficando mais forte essa união. “Acredito que o vidro e o alumínio sempre caminham juntos, obviamente um complementa o outro. O que acontecia, há muitos anos atrás, é que o profissional do vidro era um e o profissional do alumínio era outro. Com isso, a FESQUA ganhou uma importância por ser a maior feira de esquadrias do Brasil”, explica. “É uma feira que realmente tem um conhecimento sobre o alumínio, e com essa fusão dos profissionais, acredito que hoje ela é uma feira ‘Alumínio-Vidreira’. É uma feira que o mercado vidreiro e todos os profissionais do vidro, têm a obrigação de participar, porque vai ter a oportunidade de conhecer um novo mercado e fazer parte dessa fusão entre o vidro e o alumínio”, finaliza. Mais informações: www.alindustria.com.br KRG INDÚSTRIA Para Eduardo Krüger, da fornecedora de sistemas de envidraçamentos, a FESQUA já é uma referência em lançamentos de tendências e novidades tecnológicas no ramo de esquadrias, e por esse motivo é muito atrativa ao ramo vidreiro, sendo um segmento que vem crescendo muito nos últimos anos e que está carente de soluções tecnológicas, técnica e conhecimento. “Na FESQUA, se concentram grandes empresas que estão em constante estudo e desenvolvimento de inovações e networking. A feira é a melhor forma para apresentar novas soluções, novas ideias e firmar ao nosso cliente que atuamos constantemente na criação e aperfeiçoamento dos nossos produtos, sempre buscando a harmonia para o vidraceiro entre segurança, design, praticidade e custo”, afirma. Mais informações: www.krgindustria.com.br TEC-VIDRO “Quando pensamos em esquadrias, pensamos no vidro também, não dá para desassociar uma coisa da outra, seja pela parte técnica, ou seja pela questão comercial”, diz Gabriel Zanatta, da fabricante de box de banheiro, fechamento de sacada, guarda-corpo, etc. “Por exemplo, para nós, como fabricantes, é muito importante entender as tecnologias novas do vidro, como está o mercado em relação a custo e volume, porque a nossa solução compõe com o vidro. Podemos criar uma solução para um vidro laminado em específico, ou fazer alguma parceria com algum laminador de vidro acústico e fazer um produto específico.” Zanatta afirma que, para os profissionais da área, é muito importante entender o que acontece com o vidro, e consequentemente, pela FESQUA ser a reunião desses fabricantes, sistemas e soluções, tem tudo a ver com o vidro também. “Quanto mais oportunidades de players do vidro puderem entrar dentro da feira e pensar junto, no alumínio, no vidro e outros materiais, será legal para a indústria como um todo”, finaliza. Mais informações: www.tecvidro.com.br W. VETRO “Participar da FESQUA para nós é ter a oportunidade de estar sempre próximo de nossos clientes, amigos, parceiros e, claro, proporcionar a novos clientes inúmeras novidades, lançamentos. Desde sempre marcando presença nesta feira que abrange nosso diferencial que é os ramos de vidraceiros, serralheiros e PVC”, afirma Kemilly Aguirre, da desenvolvedora de sistema de cálculo e gestão para vidraçaria e serralheria. “Estamos ansiosos pela próxima em 2024 para rever bons amigos e quero deixar um sentimento de ‘vem novidades por ai’, aguardem. Até breve! Obrigada FESQUA!”, encerra. Mais informações: www.wvetro.com.br ABIVIDRO “A FESQUA é uma oportunidade de estarmos juntos com um elo muito importante da cadeia da construção: as esquadrias. Promover as diversas aplicações e reforçar o valor agregado do vidro”, afirma Maurício Fernandes de Jesus, da Associação Brasileira das Indústrias de Vidro (Abividro). Mais informações: www.abividro.com.br PV BENEFICIADORA Para Vinicius Silveira, da processadora de vidros temperados, laminados e vidros especiais, a FESQUA é muito relevante para o mercado vidreiro, pois é a maior feira do setor de esquadrias e vidro. "A FESQUA, a cada 2 anos, reúne as melhores empresas para exporem seus produtos e é onde nos atualizamos e temos a oportunidade de direcionar ou redirecionar nossos negócios para um futuro em constantes mudanças", completa. Mais informações: www.pvbeneficiadora.com.br PKO DO BRASIL "A PKO do Brasil participa da FESQUA há muitos anos e enxerga esse grande evento como um local de oportunidades para apresentar ao público o seu vasto portfólio de produtos, além da versatilidade do vidro e suas infinitas possibilidades", explica Fernanda Quintas da beneficiadora de vidro. Fernanda acrescenta que o evento é um excelente momento para estreitar e fortalecer relacionamentos comerciais com potenciais compradores do mercado, funcionando como uma grande vitrine de novidades para o segmento vidreiro e de esquadrias. "Por este motivo fazemos questão de estar presente, apresentando tudo que há de melhor quando o assunto é beneficiamento de vidros", finaliza. Mais informações: www.pkodobrasil.com.br ANOTE EM SUA AGENDA 15ª FESQUA - Feira Internacional da Indústria de Esquadrias Data - 11 a 14 de setembro de 2024 Horário - 13h às 20h | Sábado - 11h às 18h Local - São Paulo Expo Exhibition & Convention Center Endereço - Rodovia dos Imigrantes, Km 1,5 – São Paulo/SP Para mais informações, acesse: www.fesqua.com.br














