top of page

BUSCAR

Search this site

Resultados encontrados para busca vazia

  • PRIMORA SISTEMAS: INOVAÇÃO E SOFISTICAÇÃO EM SISTEMAS DE ALUMÍNIO

    Os produtos Primora Sistemas, desenvolvidos pela Companhia Brasileira de Alumínio (CBA), se destacam por sua versatilidade e desempenho. A marca oferece uma variedade de perfis de alumínio projetados para atender aos mais altos padrões de qualidade, durabilidade e sofisticação. Um de seus diferenciais é a completa integração da cadeia produtiva. “Desde a mineração do alumínio primário até a fabricação dos produtos finais, temos controle total sobre o processo, garantindo disponibilidade, entrega e qualidade consistente. Além disso, contamos com um centro próprio de pintura, anodização e acabamento, proporcionando um excelente acabamento aos produtos”, diz a empresa. Visite o site (www.cbaprimora.com.br) para conhecer o portfólio completo de produtos e descobrir como a Primora pode atender às necessidades específicas. “Conte com a Primora Sistemas para oferecer soluções inovadoras e de alta qualidade em sistemas de alumínio para a sua construção!”, convida Fernando Varella, diretor do Negócio Produtos Transformados. A presença de distribuidoras estratégicas é fundamental para a operação da marca em diferentes regiões. A Alcont é a parceira responsável pelo atendimento aos clientes no Rio Grande do Sul. A Sublime Alumínio concentra-se exclusivamente no atendimento ao Paraná, trazendo um diferencial único para a região. Além disso, na região Centro-Oeste, a expertise local da Alubrasa garante a satisfação dos clientes em Goiás e no Distrito Federal. A marca está constantemente expandindo sua rede de distribuidoras para proporcionar uma experiência ainda mais completa aos clientes. Em breve, novas distribuidoras se unirão para enriquecer a oferta de produtos e serviços. Esse compromisso contínuo em fortalecer a presença e o atendimento é um reflexo da dedicação da marca em satisfazer plenamente as necessidades de seus clientes. “Primora Sistemas: Sofisticação e qualidade que você pode confiar!”, finaliza a empresa. Saiba mais em: https://www.cbaprimora.com.br/primora-sistemas/?utm_source=contramarco&utm_medium=segundo_informativo&utm_campaign=primora_sistemas&utm_content=informativo_julho_2023 Fonte: CBA

  • SPECIAL COLORS: O SERVIÇO DE PINTURA PERSONALIZADA DE ACESSÓRIOS DA ROTO FERMAX

    As esquadrias têm um papel fundamental na arquitetura e no design de uma casa ou de um escritório, juntamente com os componentes dão acabamento com um toque de beleza e funcionalidade aos ambientes. A escolha da cor leva em consideração o estilo que o ambiente terá, as sensações que ele irá transmitir, bem como as preferências de quem está contratando o projeto. Visando atender à crescente demanda exigida por projetos arrojados no setor de esquadrias, a Roto Fermax oferece aos seus clientes um serviço exclusivo de pintura personalizada: Special Colors. Com o serviço de pintura personalizada, o cliente possui a liberdade de escolher qualquer cor da cartela RAL1*. Segundo a marca, o intuito é que o cliente se sinta livre para expressar sua personalidade e criar um ambiente que seja verdadeiramente a cara do projeto. “No processo de pintura, realizado na fábrica em Colombo (PR), são utilizadas tintas de qualidade, resultando em um acabamento homogêneo, livre de poeira ou qualquer material que interfira na excelência do produto final. Além disso, não desbotam e são resistentes a riscos, descascamentos ou manchas, mantendo a cor e a vivacidade por longos anos”, detalha a marca. “O serviço Special Colors abre aos clientes várias possibilidades que modernizam e embelezam portas, janelas ou fachadas, sejam elas produzidas em alumínio, madeira ou PVC”. Fonte: Roto Fermax/Instagram

  • PROACÚSTICA E CETESB LANÇAM MANUAL PARA AUXILIAR NA FISCALIZAÇÃO DA POLUIÇÃO SONORA

    A presença excessiva de ruído no ambiente, causada principalmente por fontes como tráfego de veículos, atividades industriais e construções tem causado sérios impactos ambientais. Dessa forma, a Associação Brasileira para Qualidade Acústica (ProAcústica) e a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) lançam o Manual ProAcústica e Cetesb ABNT NBR 10151 — Medição e avaliação de níveis de pressão sonora em áreas habitadas, no próximo dia 15 de agosto, precedido de evento com convidados de entidades do setor. O objetivo do manual é contribuir de forma efetiva para a correta aplicação da norma, auxiliando o poder público e a iniciativa privada em processos de gestão e fiscalização. De acordo com Amarilio Mattos e Eduardo Rottmann, engenheiros e autores do prefácio do manual, “essa ferramenta significa uma conquista de um importante conteúdo de orientação técnica e um avanço para a atividade de avaliações e perícias específicas de engenharia aos quais se situam os profissionais representados pelo Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias de Engenharia (IBAPE)”. O MANUAL Com 132 páginas, o conteúdo aborda temas como instrumentos de medição, conceitos gerais de medição e avaliação, medição e avaliação de ambientes internos e externos, monitoramento de longa duração e relatórios de medição e avaliação. Rico em ilustrações, infográficos, tabelas, boxes explicativos, fotos e mapas, o manual se apresenta com uma linguagem visual bastante didática, intuitiva e facilitadora da compreensão. Principalmente para os profissionais que pretendem utilizá-lo em tarefas de campo. Os textos mesclam abordagem técnica com a clareza e objetividade nas orientações. A ABNT NBR 10151 estabelece procedimentos técnicos de medição de níveis de pressão sonora em ambientes externos e internos às edificações e serve de subsídio para a elaboração de estudos e projetos acústicos de empreendimentos, instalações ou eventos; orientação ao planejamento urbano de uso e ocupação do solo para efeito de controle da poluição sonora. Lançada pela primeira vez em junho de 2000, por meio do projeto NBR 10151:1999, do Comitê Brasileiro de Construção Civil (ABNT/CB-02), pela Comissão de Estudo de Desempenho Acústico de Edificações, a norma passou por vários projetos de revisão. Mas só em 31/03/2020, após 20 anos, é publicada a versão atualizada que, inclusive, resultou na publicação do manual. Além da NBR 10151, o manual utilizou como base as normas ABNT NBR 16313 — Acústica Terminologia; 10152 — Acústica – Níveis de pressão sonora em ambientes internos a edificações; ISO 10052 Acústica – Medições em campo de isolamento a ruído aéreo e de impacto e de sons de equipamentos prediais – Método simplificado; IEC 60.942 Eletroacústica – Calibradores de nível sonoro; IEC 61.672 Electroacoustics – Sound level meters (Eletroacústica – Medidores de nível sonoro); IEC 61.260 Electroacoustics – Octave-band and fractional-octave-band filters (Eletroacústica – Filtros de oitava e fração de oitava); IEC 61.094 Measurement microfones (Microfones de medição); e a Resolução do Conama nº001, de 8 de março de 1990, retificada em 16 de agosto de 1990. A publicação e o evento de lançamento são uma realização da ProAcústica e Cetesb, com o apoio institucional e de divulgação da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias de Engenharia (Ibape Nacional) e Sociedade Brasileira de Acústica (Sobrac). O manual tem patrocínio das empresas associadas Acoem, Bruel & Kjaer HBK, Ecophon Saint-Gobain, GRM Acústica, Harmonia, Knauf, Sonex Saint-Gobain e Trisoft. REALIZAÇÃO | PROACÚSTICA & CETESB Data | 15/08/23 – 3ª feira Horário | das 8h30 às 11h00 Local | Anfiteatro Augusto Ruschi Endereço | Av. Prof. Frederico Hermann Jr nº 345 – Prédio 1 – 1º Andar – Alto de Pinheiros – São Paulo/SP Transmissão ao vivo Youtube | @AssociacaoProAcustica e @CETESB_oficial Confirmação de presença - https://www.sympla.com.br/evento/lancamento-manual-proacustica-e-cetesb-norma-abnt-nbr-10151/2074889 Programação do evento de lançamento 08:30 – 09:30 | Welcome coffee 09:30 – 10:00 | Abertura oficial 10:00 – 10:10 | Formação da mesa com convidados 10:10 – 10:50 | Breve histórico sobre o manual, principais destaques e bate-papo 10:50 – 11:00 | Encerramento PRESENÇAS CONFIRMADAS Thomaz Miazaki de Toledo, diretor-presidente Cetesb; Mayla Matsuzaki Fukushima, diretora de Avaliação de Impacto Ambiental Cetesb; Ricardo Rodrigues Fragoso, diretor-geral ABNT; Eduardo Rottmann, vice-presidente Ibape Nacional; Krisdany Vinícius S. M. Cavalcante, presidente Sobrac e gestor ABNT/CB 196 Acústica; Luciano Nakad Marcolino, presidente Executivo ProAcústica; Lilian Sarrouf, superintendente gestora ABNT/CB 002; Jozemar Barreto Oliveira, gerente do Setor de Apoio em Avaliação de Ruídos e Vibrações da Cetesb; Juan Frías Pierrard, coordenador Comitê Acústica Ambiental ProAcústica; Marcos Holtz, vice-presidente Atividades Técnica ProAcústica. Fonte: ProAcústica

  • EMPRESA BRASILEIRA TRABALHA COM PRODUTOS COMPOSTOS DE FIBRA DE VIDRO

    Com o intuito de trazer tecnologia e inovação para a construção civil no Brasil, Fama FiberGlass trabalha com produtos feitos a partir do vidro e resina O uso da tecnologia na construção civil é capaz de aumentar a produtividade e competitividade no setor. Seguindo esse conceito Diego Medeiros e seus sócios resolveram criar em 2019 a Fama FiberGlass, empresa especializada no ramo de compostos. “Criamos a empresa com a fabricação 100% nacional e, nosso intuito é levar tecnologia e inovação de materiais para a construção civil, pois enxergamos no mercado um déficit neste ramo”, relata Medeiros. Os sócios construíram uma planta na cidade de Vargem Grande Paulista (SP) e atualmente produzem vergalhões e malhas de reforços sob a marca VergaPop. “Esses produtos são fabricados com fibra de vidro reforçada com resina o que proporciona uma resistência superior e maior durabilidade”, afirma Medeiros. “São produtos altamente sustentáveis, resistentes e leves que resultam em mercadorias econômicas ao longo prazo e menor custo de transporte, logística e mão de obra”, explica o profissional. Seus principais clientes são empresas de construção civil, empreiteiras, fabricantes de pré-moldados e construtoras. Além disso, atendem consumidores no ramo corporativo B2B. O objetivo da companhia é ser referência e autoridade no setor de compósitos para construção civil. Com isso, a empresa investe em pesquisa e desenvolvimento, controle de qualidade e parcerias. "Nós temos um compromisso com o controle de qualidade em todos os nossos produtos. Por meio de processos de teste garantimos a qualidade e confiabilidade em cada etapa. Além disso, estamos entusiasmados com a nossa expectativa de crescimento para o ano de 2023’’, finaliza Medeiros. Para mais informações, acesse: www.famafiberglass.com.br Fonte: Fama FiberGlass/MGA Press

  • ROTO FERMAX ANUNCIA NOVOS MODELOS DE ARTICULAÇÕES APR “N”

    Neste dia 24 de julho, a Roto Fermax, fabricante de soluções em ferragens para portas e janelas de alumínio, PVC, madeira e ACM, anuncia mudanças significativas em seus modelos de articulações APR, desenvolvidos para as principais linhas dos sistemistas, são elas: Inova, Produtiva 25, Mater Aglo 2.5 e Módulo Prático. Os novos modelos de APR "N", com maior capacidade de carga e desempenho, foram projetados para proporcionar maior economia e produtividade, sendo devidamente certificados pelo INMETRO e atendendo à norma ABNT-NBR 15969-4:2017 — Componentes para esquadrias - Parte 4: Articulação - Requisitos e Métodos de Ensaio. “A marca está sempre inovando para garantir a segurança e aumentar a produtividade e competitividade dos seus clientes!”, afirma publicação no Instagram da empresa. Para garantir a máxima segurança do usuário, a Roto Fermax recomenda que as folhas com altura superior a 600 mm façam uso do limitador de abertura. Dessa forma, o usuário poderá desfrutar de toda a funcionalidade do produto com tranquilidade. Fonte: Roto Fermax

  • ESPECIALISTA DA HM ENGENHARIA FALA SOBRE INICIATIVAS VOLTADAS PARA A SEGURANÇA NO CANTEIRO DE OBRAS

    Empresa conta com o programa Obra Segura, que visa cuidar da segurança dos seus colaboradores e também dos visitantes As empresas de construção civil vem avançando significativamente em suas iniciativas de segurança. A HM Engenharia, construtora e incorporadora que atua com empreendimentos completos e está presente em mais de 120 cidades do país, conta com o programa Obra Segura, que visa cuidar da segurança dos seus colaboradores e também dos visitantes. “Sabemos que temos papel crucial na prevenção de acidentes nos canteiros de obras. Por isso, estamos constantemente melhorando as medidas e políticas adotadas nesse sentido, tornando-as ainda mais eficazes”, afirma Caroline Garro, gerente de gestão integrada da HM. Segundo ela, o tema segurança está no DNA da empresa. No “Obra Segura”, há o entendimento de que os engenheiros, mestres de obras e encarregados devem ser conscientizados sobre o assunto, para que possam contribuir para a redução dos acidentes. “O programa conta com diversas iniciativas, mas os líderes são preponderantes para que a engrenagem funcione perfeitamente”, afirma ela. Por exemplo, logo na entrada das obras, há o chamado Portal de Segurança, localizado depois da portaria, com as regras de ouro. São regras básicas, desde o cumprimento dos procedimentos, uso de EPI´s, reporte de qualquer ocorrência, etc. Essas regras precisam estar bem visíveis e serem disseminadas adequadamente, de acordo com a porta-voz. O programa prevê também o “Caminho Seguro”, ou seja, depois que o visitante ou colaborador passa pela entrada e se informa sobre as regras, ele passa por um trajeto livre de perigos. “Esse caminho está constantemente sendo modificado, conforme o andamento da obra. Isso é dinâmico”, informa, lembrando o papel que a liderança tem nas inspeções. “Eles precisam realizar check lists a todo momento, para ter certeza de que tudo está sendo feito conforme o recomendado”. Outra prática muito importante do “Obra Segura” é em relação ao trabalho de risco, como, por exemplo, o trabalho em altura a mais de 2 m, içamento de materiais, escavações, entre outros. Nesses casos, a liderança operacional deve ter uma visão macro do que ocorre na semana para se programar e realizar acompanhamento de perto, além do cumprimento dos procedimentos necessários. “Isso evita surpresas, afinal os trabalhadores são seres humanos e podem se descuidar”, disse. No caso de acidentes, o Programa prevê o “Lições Aprendidas”, uma ferramenta criada para, após registrar ocorrências e, assim, possibilitar a abertura de uma investigação para saber o que houve, definir e divulgar as causas e como evitar que o problema se repita. Segundo Caroline, a prática faz com que todos tenham conhecimento das ocorrências e permite que ações de melhoria possam ser implementadas para elevar a segurança. Nos últimos anos, a HM conseguiu reduzir significativamente os índices de acidente de trabalho, buscando sempre a meta zero acidente, oferecendo mais segurança e tecnologia. "Nossos técnicos de segurança nas obras realizam verificações diárias das condições de trabalho dos canteiros de obras, de forma online, trazendo mais agilidade nas informações, possibilitando tomadas de decisão mais assertivas. Por meio dos programas de treinamento, palestras, dinâmicas, materiais de comunicação, campanhas, oficinas e eventos online, nós aproximamos o tema segurança de todos os colaboradores, pois é um valor nosso, e precisa ser cultivado dia a dia", finaliza Caroline. Fonte: HM Engenharia

  • MELHORA NA EXPERIÊNCIA DOS CLIENTES: CORTESA ATUALIZA SITE

    A empresa também conquistou a recertificação ISO 9001 No último dia 08 de julho, a Cortesa, fabricante de máquinas e produtos para corte, usinagem e conformação de perfis e esquadrias, lançou uma atualização do seu site. “Desenvolvemos algo mais intuitivo, moderno e, acima de tudo, que ofereça a melhor experiência para nossos clientes e parceiros. O novo site oferece uma navegação facilitada, conteúdo atualizado e funcionalidades melhoradas”, informa a empresa em publicação no Instagram. A marca passou, recentemente, por um processo de auditoria conduzido pela TECPAR para a recertificação da ISO 9001 e foi aprovada. A versão brasileira da norma internacional ISO 9001 estabelece requisitos para o Sistema de Gestão da Qualidade (SGQ) de uma organização, não significando, necessariamente, conformidade de produto às suas respectivas especificações. “É um verdadeiro testemunho do compromisso com a qualidade e dedicação de toda a equipe. Gostaríamos de agradecer a todos que fazem parte da família Cortesa, por seu esforço contínuo em buscar a excelência, e aos nossos clientes, que nos motivam a melhorar todos os dias”, conclui a marca. Mais informações: www.cortesa.com.br Fonte: Cortesa/Instagram

  • ENTENDA O QUE É CONTRAMARCO E SUAS FUNÇÕES

    Divulgação: AAX Esquadrias de Alumínio e Sua Obra Contramarco é uma moldura de alumínio ou de madeira colocado no vão livre em contato direto com a parede, servindo de base e auxílio à instalação da estrutura de portas e janelas, conforme o dicionário de Engenharia Civil. O contramarco também auxilia na padronização de medidas, na vedação da esquadria e evita danos aos perfis, a utilização do acessório não é obrigatória para a instalação do sistema. De acordo com o portal Casa com Vidro, o espaço entre o contramarco e a alvenaria deve ser de 3cm e 5cm. Se for menor que isso não haverá espaço para a massa e, se for maior, comprometerá a fixação, por isso a necessidade de seguir essa norma. Para uma colocação de chumbador correta é necessário: estar sobre a alvenaria e nunca sobre o reboco; a massa de chumbamento deve ser de cimento e areia com uma proporção de 3X1; e a massa de chumbamento precisa preencher todo o perímetro externo do contramarco, ainda conforme o site. Saiba Mais: www.contramarco.com/post/contramarco-sistema-ainda-utilizado-ou-ultrapassado Fontes: Dicionário de Engenharia Civil e Casa com Vidro

  • MERCADO IMOBILIÁRIO DE ALUGUEL ESTÁ AQUECIDO EM SÃO PAULO

    Cenário é motivado pelas altas nos preços dos imóveis e pelas incertezas dos possíveis compradores quanto à possibilidade de pagar os financiamentos O mercado imobiliário de aluguel está aquecido na cidade de São Paulo. Devido ao aumento nos valores dos imóveis e às incertezas quanto à economia, muitas pessoas estão decidindo alugar casas e apartamentos para morar ao invés de comprar. Um levantamento da Propdo, proptech israelense que fornece soluções em software para tomada de decisões no segmento imobiliário, aponta para uma queda de 10% no número de transações imobiliárias na cidade de São Paulo entre janeiro e abril deste ano em relação ao mesmo período do ano passado. Conforme o documento, esse movimento ocorre ao mesmo tempo em que o preço médio das propriedades cresce em torno de 2% e a taxa SELIC se mantém em 13,75%, o que encarece os financiamentos. Em contrapartida, o Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M), que é popularmente conhecido como a "inflação do aluguel", teve deflação de 1,93% no Brasil em junho, segundo o Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV-Ibre). No acumulado dos últimos 12 meses, o índice teve queda de 6,86%. Desde janeiro deste ano, a redução foi de 4,46%. Em São Paulo, segundo estudo da Propdo, os valores dos alugueis subiram cerca de 10% em média no ano passado, puxado por bairros como Jardim Europa, Pacaembu, Alto de Pinheiros, Jardim Paulistano e Vila Nova Conceição. CENÁRIO TRAZ BOAS OPORTUNIDADES PARA CORRETORES Para Nathan Varda, head da Propdo no Brasil, mesmo com o aumento em São Paulo, esse é um momento oportuno para corretores apresentarem a seus clientes boas oportunidades de negócios no ramo dos alugueis. Segundo ele, “há uma grande demanda de pessoas que buscam imóveis para alugar, principalmente entre os jovens de 24 a 30 anos, casais divorciados, estudantes universitários de outras regiões do país e turistas estrangeiros que trabalham na cidade”. O especialista comenta que as elevações significativas nos preços ocorridos entre 2020 e 2022 e o aumento do desemprego, principalmente em razão da pandemia de Covid-19 e da crise-econômica, afastaram muitas pessoas da possibilidade de adquirir um apartamento ou casa. Além disso, “por conta dessa insegurança e das incertezas quanto à possibilidade de pagar os financiamentos, muitas pessoas alugam um imóvel por dois ou três anos antes de decidirem comprar ou não, pois querem conhecer o bairro, entender a rotina da comunidade, saber mais sobre os vizinhos, entre outras coisas”, acrescenta Varda, que finaliza dizendo que “a principal dica da Propdo é que os interessados em buscar uma nova moradia procurem um com corretor para ser orientado sobre as vantagens de desvantagens de cada tipo de negócio”. PLATAFORMAS DA PROPDO A Propdo lançou a ferramenta “Propdo GO!”. Ela permite que um corretor registrado na empresa receba uma oferta de compra ou venda de um imóvel, conforme a região e especificações elaboradas pelo próprio profissional. O primeiro que aceitar, terá exclusividade para atuar na negociação. “Nossa intenção é fornecer aos profissionais recursos para agirem com mais assertividade e aumentarem suas vendas em até 25%”, comenta Varda. Além disso, a companhia já conta com a “Investire”, ferramenta baseada em inteligência artificial e tecnologia de ponta para auxiliar pessoas que desejam investir no ramo na capital paulista, feita em parceria com a Quick2Sell e Animacasa. Fonte: Propdo/CDI Comunicação

  • CONFORTO TÉRMICO: POR QUE AS PESSOAS PASSAM TANTO FRIO NO BRASIL?

    Profissionais da área de arquitetura e engenharia explicam a importância das esquadrias para a vedação e o isolamento térmico *Por Emanuelle Ormiga, sob supervisão da profissional habilitada Stephanie Fazio Em 25 de junho, no início da onda de frio que percorre o país, uma publicação no twitter de Jefferson Nascimento, doutor em direito internacional pela USP, esquentou a discussão sobre conforto térmico: "Há uns quinze anos, conversando com um professor alemão, natural de Kiel (norte da Alemanha), achei graça quando ele disse que nunca tinha passado tanto frio na vida quanto durante uma visita a Curitiba". Nos comentários, usuários da rede social que moram em diversas cidades do Sul concordaram com o professor alemão. Um deles disse ter passado menos frio nos 12 anos que viveu na Rússia. Outra, que um cunhado suíço sofria mais dentro de casa, em São Paulo, do que em sua terra natal. Outro, ainda, que enfrentou -20ºC em Boston (estado norte-americano), mas congelava mesmo em Florianópolis (SC). O que explica esse desconforto das edificações brasileiras são questões culturais, econômicas e territoriais, percorrendo diversas zonas climáticas. No Brasil, existe uma norma de desempenho, a NBR 15575 – Desempenho de Edificações Habitacionais, atualizada em 2013 e em 2021, que em teoria estabelece diretrizes de conforto térmico que variam de região para região. De acordo com Tânia Nunes Galvão Verri, arquiteta e urbanista, vice-presidente da região Sul do Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB) e presidente do núcleo Maringá do IAB, a norma trata do estabelecimento de regras para garantir o conforto e a segurança de qualquer imóvel residencial. Foram determinadas utilizando como referência a NBR 15220 – Desempenho Térmico de Edificações, norma que apresenta recomendações quanto ao desempenho térmico de habitações unifamiliares de interesse social, aplicáveis na fase de projeto. “O desempenho térmico de edificações é associado ao zoneamento bioclimático brasileiro e às normas, que estão em processo de constante discussão e avaliação, registrando que atualmente encontra-se em revisão o novo zoneamento bioclimático brasileiro”, afirma a arquiteta. Carolina de Rezende Maciel, professora doutora da Universidade Presbiteriana Mackenzie, especialista em sustentabilidade na Arquitetura e Urbanismo, explica que a NBR 15575 é dividida em seis partes, sendo que a parte cinco é a que trata especificamente do desempenho térmico das edificações. Além disso, relata que cada zona bioclimática possui requisitos específicos, como: - Transmitância térmica de elementos construtivos: A norma estabelece requisitos para a transmitância térmica de paredes, coberturas, pisos e esquadrias, que determinam a quantidade limite de calor que pode ser transferida através desses elementos, de acordo com a cor de cada superfície (absortância térmica). Quanto menor a transmitância térmica, melhor será o isolamento térmico e maior será a eficiência energética da edificação. - Capacidade térmica de elementos construtivos: A capacidade térmica de um componente construtivo refere-se à sua habilidade de armazenar calor. Em outras palavras, é a quantidade de calor que um material ou elemento da construção pode absorver e reter quando exposto a variações de temperatura. - Percentual de abertura para ventilação: A norma estabelece um tamanho mínimo de vão livre disponível para a ventilação dos Ambientes de Permanência Prolongada, de acordo com a zona bioclimática onde o projeto está sendo desenvolvido. É necessária atenção ao cálculo para o atendimento deste requisito, haja vista que a área de ventilação normalmente corresponde a uma parcela menor do vão-luz da esquadria, variando conforme o modelo definido em projeto. - Percentual de elementos transparentes: A norma estabelece um tamanho máximo de área de elementos transparentes para Ambientes de Permanência Prolongada, de acordo com a zona bioclimática onde o projeto está sendo desenvolvido. Entende-se, neste caso, que os envidraçados configuram-se como pontos frágeis termicamente da fachada, podendo resultar num ganho de calor excessivo em climas mais quentes ou em uma perda de calor excessiva em climas frios. A professora acrescenta que é possível realizar o atendimento a estes requisitos de duas formas distintas, sendo eles: “Procedimento simplificado”, que avalia o desempenho térmico da Unidade Habitacional por meio de comparação de características geométricas dos Ambientes de Permanência Prolongada e de propriedades térmicas dos sistemas construtivos em relação aos valores de referência destes parâmetros; e “Simulação computacional”, por meio de softwares de simulação termoenergética – no caso do não atendimento de algum critério do procedimento simplificado, por um ou mais Ambientes de Permanência Prolongada, toda a avaliação da Unidade Habitacional deve ser realizada por meio do procedimento de simulação computacional. MATERIAL DAS ESQUADRIAS MAIS INDICADOS “No desenvolvimento do projeto, ao especificar esquadrias, o arquiteto considera inúmeros fatores técnicos e compositivos, e, independentemente do material que a compõe, o dado mais importante é como se dará o conjunto da esquadria e sua montagem”, explica Tânia. Nesse sentido, ela afirma que há dependência de diversos fatores, como: espessura dos materiais; qualidade da execução do conjunto, principalmente eliminando ou evitando frestas; o tipo do vidro; e as interfaces da instalação da esquadria na obra. Para locais mais frios do Brasil, como a região Sul, Carolina conta que, juntamente à escolha do material, é necessário observar os requisitos expostos na NBR 10821 – Esquadrias Externas para Edificações, que especifica as características para fabricação e instalação deste componente. No tocante à escolha do material, são vários os aspectos a serem observados, pois a escolha depende de vários fatores, incluindo o clima, o orçamento disponível, a estética desejada e as necessidades específicas de cada projeto. Abaixo, a especialista elenca pontos positivos e negativos dos principais materiais utilizados nas esquadrias e as características que deve-se considerar para o contexto de regiões com clima mais frio: Alumínio: - Pontos positivos: O alumínio é um material leve, durável e resistente à corrosão, o que o torna ideal para regiões úmidas e com chuvas frequentes. Também é fácil de limpar e possui diversas opções de acabamentos e cores. - Pontos negativos: Em se tratando de um material considerado bom condutor térmico, seu uso pode resultar em pontes térmicas. Este fenômeno caracteriza-se pela transferência de calor entre o ambiente interno e externo, o que pode resultar em desconforto térmico em climas predominantemente frios. PVC (Policloreto de Vinila): - Pontos positivos: O PVC é um material com baixa condutividade térmica, o que ajuda a reduzir as perdas de calor para o exterior e a evitar a formação de condensação nas esquadrias. Além disso, sua boa estanqueidade faz desta uma escolha de componente construtivo com isolamento acústico e boa durabilidade. - Pontos negativos: Dependendo da região do país, esquadrias de PVC podem ser mais caras em comparação com as de alumínio ou madeira, e podem apresentar limitações em termos de cores e acabamentos. Madeira: - Pontos positivos: Por ser um material de baixa densidade, isto é, com ar contido entre a sua estrutura microscópica, a madeira é um excelente isolante térmico, o que ajuda evitar a perda de calor e manter o ambiente interno mais quente em locais frios. Além disso, proporciona um aspecto estético agradável e é um material renovável, o que lhe confere uma característica de baixo impacto ambiental, desde que sejam observados seu adequado cultivo e manejo. - Pontos negativos: A madeira requer mais manutenção e cuidado para evitar danos por insetos, umidade ou deterioração. Em regiões com alta umidade, a madeira pode não ser a melhor opção, a menos que seja tratada adequadamente (impermeabilização, secagem e/ou tratamentos químicos). “Resumindo, em locais mais frios como a região Sul do Brasil, as esquadrias de PVC e madeira são boas opções para proporcionar maior conforto térmico, pois têm baixa condutividade térmica e ajudam a minimizar a transferência de calor entre o ambiente interno e externo”, finaliza Carolina. O VIDRO DUPLO PODE AUXILIAR NO CONFORTO TÉRMICO? Fernando Simon Westphal, consultor técnico da Associação Brasileira das Indústrias de Vidro (Abividro), engenheiro civil, professor, pesquisador e colunista da CONTRAMARCO, explica que a câmara de ar do vidro duplo, também conhecido como insulado, atua como um isolante térmico, diminuindo a troca de calor através da composição de vidro. Dessa forma, em clima frio, o vidro duplo diminui a perda de calor do ambiente interno para o externo. Em clima quente ocorre o contrário, e o vidro duplo atua diminuindo o ganho de calor do ambiente externo para o interno. Como consequência, o vidro interno fica com temperatura mais próxima do ar da edificação. “Isso evita o desconforto térmico das pessoas próximas ao vidro, tanto no verão, quanto no inverno”, afirma o consultor, acrescentando que esse desconforto é explicado pelo fenômeno da assimetria de radiação, que ocorre quando uma das superfícies do ambiente está muito mais quente ou muito mais fria do que as demais. “Mesmo que o ambiente esteja climatizado, se houver o desequilíbrio entre a temperatura das superfícies, ocorrerá a sensação de desconforto. No caso de esquadrias ou fachadas com vidros monolíticos ou laminados, isso pode ocorrer em climas extremos, sejam frios ou quentes. O vidro duplo corrige esse problema”, finaliza Westphal. No entanto, Carolina ressalta que o vidro insulado por si só não é a única solução para melhorar o conforto térmico. Outros fatores, como o projeto arquitetônico, o isolamento das paredes, a vedação adequada das esquadrias e a orientação da edificação em relação ao sol, também influenciam significativamente o desempenho térmico de um ambiente. “O uso adequado de vidros insulados, aliado à uma abordagem integrada de arquitetura bioclimática e eficiência energética, é fundamental para garantir um ambiente interno mais confortável e reduzir o consumo de energia para a climatização”, conclui. COMPONENTES NA VEDAÇÃO DA ENTRADA DE AR Nesse quesito, Tânia, presidente do núcleo Maringá do IAB, pontua que os componentes que fazem parte das esquadrias são fundamentais para garantir o bom isolamento térmico, acústico e proteção contra as intempéries. No que diz respeito à vedação da entrada de ar nas esquadrias, a norma técnica NBR 10821 estabelece alguns itens principais que são fundamentais para garantir o conforto térmico e, consequentemente, a eficiência energética dos ambientes. Carolina, professora da Universidade Presbiteriana Mackenzie, destaca os componentes: borrachas de vedação; batentes; vedantes de EPDM (Etileno-Propileno-Dieno Monômero); barras de apoio ou calços; e trincos, fechos e dispositivos de pressão. POR QUE AS ESQUADRIAS DE PVC SÃO MAIS CARAS NO BRASIL? As esquadrias de PVC podem ser mais caras no Brasil por diversos motivos, e alguns deles estão relacionados a desafios na demanda e produção deste material, de acordo com Carolina. “No passado, as esquadrias de PVC costumavam ser mais caras no Brasil em comparação com as esquadrias de madeira, principalmente devido ao custo da matéria-prima e à tecnologia de produção”, explica. No entanto, ao longo dos últimos anos, com o desenvolvimento da indústria e o aumento da oferta de esquadrias de PVC, os preços podem ter se tornado mais competitivos. Os seguintes fatores explicam esta situação: menor demanda; tecnologia e matéria-prima; importância da matéria-prima; e tecnologia e equipamentos. “É importante ressaltar que esses fatores podem variar ao longo do tempo e de acordo com as condições econômicas do país. Além disso, a escolha de esquadrias deve levar em consideração não apenas o preço, mas também outros aspectos, como a durabilidade, o conforto térmico e acústico, além do design e da estética desejada para o projeto”, completa a professora da Universidade Presbiteriana Mackenzie. AS DIFERENÇAS DE DESEMPENHO TÉRMICO ENTRE UMA OBRA EM ALVENARIA E UMA EM DRYWALL O desempenho térmico depende diretamente das propriedades térmicas dos materiais, como absortividade, refletividade, emissividade e transmissividade, e de seus parâmetros térmicos, entre eles, condutividade térmica, resistência térmica, transmitância térmica e densidade de fluxo de calor. Tânia destaca que a condutividade térmica e a absortância são determinantes para o desempenho dos fechamentos, ou seja, materiais com menor condutividade térmica, como lã de vidro, lã de rocha, poliestireno expandido ou extrudado são muito bons isolantes térmicos, além da aplicação de cores claras que apresentam menores absortâncias para a radiação solar. No que diz respeito à condutividade térmica, as soluções em alvenaria, como tijolos e blocos de concreto, são dotadas de alta condutividade. Isso significa que eles conduzem facilmente o calor, permitindo que o calor externo ou interno passe através das paredes, afetando a temperatura interna. Já as soluções de drywall , por serem compostas por placas de gesso acartonado com núcleo de gesso, apresentam uma condutividade térmica mais baixa em comparação com a alvenaria. “O drywall tem menor capacidade de condução de calor, contribuindo para um melhor isolamento térmico”, acrescenta Carolina. Em relação à inércia térmica, a professora explica que as soluções em alvenaria geralmente possuem alta inércia térmica, ou seja, ela tem a capacidade de absorver e armazenar calor. “Isso pode resultar em um atraso na transferência de calor para o interior da edificação, o que pode ser benéfico por proporcionar temperaturas mais estáveis e amortecer as variações térmicas diárias”, completa. As soluções em drywall possuem baixa inércia térmica, o que significa que elas respondem mais rapidamente às variações de temperatura externa. “Isso pode levar a uma temperatura interna mais próxima à temperatura externa (menor amortecimento), o que pode exigir mais esforço do sistema de climatização para manter o conforto térmico.” Carolina complementa dizendo que as pontes térmicas são importantes pontos a serem considerados em regiões de climas frios. As soluções em alvenaria podem apresentar pontes térmicas devido às juntas de argamassa e detalhes construtivos, que podem permitir a transferência de calor entre o interior e o exterior. Em uma solução em drywall , quando bem executada, pode-se evitar a formação de pontes térmicas significativas, desde que sejam utilizados materiais e técnicas adequadas de construção. Por fim, outro aspecto a ser considerado é a espessura das paredes. As paredes de alvenaria são geralmente mais espessas do que as paredes em drywall , o que pode proporcionar um maior isolamento térmico natural. No entanto, também podem ocupar mais espaço interno. POSIÇÃO DO IMÓVEL EM RELAÇÃO À INCIDÊNCIA SOLAR Para Carolina, a escolha da posição do imóvel em relação à incidência solar é um fator de extrema importância no projeto arquitetônico, pois tem efeitos significativos no conforto térmico e na qualidade de vida dos moradores. “A posição do imóvel em relação ao sol afeta diretamente a quantidade de luz natural que entra nos ambientes, a ventilação e a quantidade de radiação admitida para dentro da edificação e, consequentemente, a temperatura interna resultante”, afirma. Além disso, explica que o consumo de energia para climatização pode variar significativamente de acordo com o posicionamento da edificação em relação à trajetória do sol. “Sobretudo, acho importante destacar o papel dos arquitetos na concepção de edificações ambientes sustentáveis, confortáveis e energeticamente eficientes”, completa a professora. “Para alcançar tal objetivo, é fundamental priorizarmos a adoção das estratégias bioclimáticas, que são abordagens que buscam utilizar as condições climáticas e características naturais do local a favor do projeto, maximizando o aproveitamento de recursos naturais, reduzindo o consumo de energia e minimizando o impacto ambiental”, finaliza. Fonte: Tab Uol

  • EM EVENTO COM CONSTRUTORES, PROMAFLEX APRESENTA SOLUÇÃO PARA LOGÍSTICA REVERSA

    Com patrocínio da empresa de filmes de proteção, encontro realizado pelo Secovi-SP trouxe soluções para gerar eficiência na construção civil O Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP) realizou no mês de julho o “IX Encontro de Construtores e Incorporadores”, que reuniu profissionais e empresas do setor imobiliário para discutir o tema "Construindo o Sucesso: Desenvolvendo Operações Eficientes no Setor Imobiliário". O evento abordou diversos aspectos do processo construtivo, desde a elaboração de contratos até as estratégias de relacionamento com os clientes, além do uso eficiente de energia, água e outros materiais. Um dos destaques do encontro foi a participação da Promaflex, indústria de filmes para proteção e uma das patrocinadoras do evento. Com forte atuação no setor da construção civil, a companhia é conhecida por fornecer soluções de proteção para vidros, pisos, bancadas, caixilhos e esquadrias, além de mantas termoacústicas para contrapisos e telhados. Em linha com o tema do encontro, os produtos da Promaflex podem ser usados pelas construtoras para mitigar custos e dinamizar a entrega das obras. “São soluções que garantem maior eficiência às construtoras, na medida em que reduzem desperdícios e permitem a inversão de fases da obra, acelerando o processo construtivo”, resume Marcelo Velletri, diretor de construção civil da Promaflex. O evento também contou com diversas palestras sobre temas relevantes para o setor imobiliário. O advogado André Abelha, presidente do Instituto Brasileiro de Direito Imobiliário (Ibradim), abordou a “Eficiência nos contratos entre incorporadores e construtores". Em sua fala, o especialista apresentou recomendações para incorporadores na formatação desses documentos. Segundo o especialista, uma das tendências na área jurídica é o advento do “ visual law ", que busca tornar os documentos jurídicos mais compreensíveis por meio de elementos visuais. Outra dica foi a criação de um grupo de mediação e resolução de conflitos, conhecido como " dispute board ", composto por advogados e engenheiros, para evitar litígios e melhorar o relacionamento entre as partes. Em palestra sobre o conceito da “pré-construção”, o engenheiro civil Thiago Rossi, gerente de novos negócios da Racional Engenharia, destacou a importância de envolver a construtora desde a fase de projeto, trazendo um olhar consultivo para garantir um programa mais aderente às expectativas do cliente. Ele ressaltou que a pré-construção permite maior previsibilidade em relação aos custos e riscos da construção, além de proporcionar uma experiência mais positiva entre incorporador e construtor. Em fala sobre o tema "Eficiência nos projetos de edificações", o engenheiro civil Jorge Chaguri Junior, da Chaguri Engenharia, abordou os desafios enfrentados pelas edificações no contexto da demanda crescente por energia e emergência climática. Chaguri ressaltou a importância da eficiência energética na construção civil e a necessidade de pensar em sistemas prediais que promovam o uso consciente de recursos como água, gás e eletricidade. Já Luis Fernando Bueno, diretor da Rocontec Construções e Incorporações, abordou o processo de industrialização da construção civil, enfatizando que se trata de um conceito que veio para ficar e que envolve toda a cadeia produtiva. Nesse contexto, a Promaflex pode ser uma aliada importante, oferecendo soluções de proteção para uma variedade de produtos industrializados utilizados na construção. “A inovação para encontrar soluções que se adaptem às demandas do mercado é parte de nosso DNA. Temos histórico de customizar nossos produtos conforme as necessidades dos clientes e, com a evolução da construção civil no Brasil, isso não será diferente”, resume Márcio Velletri, um dos sócios-fundadores da empresa. LOGÍSTICA REVERSA O IX Encontro de Construtores e Incorporadores também foi palco para que a Promaflex apresentasse ao setor da construção um projeto pioneiro de logística reversa em parceria com a Rafa Resolve. A iniciativa visa a realocação e reutilização de materiais que seriam descartados, em um processo de economia circular. Além de solucionar um antigo problema da indústria, o projeto está alinhado às políticas de resíduos sólidos e reforça o compromisso da Promaflex com a sustentabilidade. “A logística reversa também traz benefícios econômicos, reduzindo os gastos com despejo e proporcionando certificados de destinação final sustentável para as empresas participantes”, afirma Marcelo Velletri. “Não deixa de ser, também, um fator gerador de maior eficiência para a obra.” A parceria com a Rafa Resolve coloca a Promaflex como a única empresa do setor a oferecer esse tipo de solução, transformando a venda de produtos industriais em um serviço de alto valor agregado, alinhado às melhores práticas ESG ( Environmental Social and Governance - Meio Ambiente, Social e Governança, em português). O projeto piloto está sendo implementado em dez canteiros de obra, e os resultados obtidos permitirão avaliar a relação entre a valorização do produto e as despesas com a logística de reciclagem. “Com esse projeto, a Promaflex reforça seu compromisso com a economia circular e contribui para um futuro mais sustentável na indústria da construção civil”, finaliza Márcio Velletri. Fonte: Promaflex/Ricardo Viveiros & Associados - Oficina de Comunicação

  • CONECTADO AO SHOPPING CENTER, EDIFÍCIO SKY GALLERIA ESTABELECE NOVA CENTRALIDADE EM CAMPINAS

    Com projeto da ACIA Arquitetos, a nova torre estabelece novos espaços caminháveis que integram os usos do Complexo Galeria Shopping Implantado dentro do espaço do Galleria Shopping, em Campinas (SP), o Sky Galleria é um edifício comercial de escritórios e serviços que se conecta de forma integral com os usos do shopping por meio de um térreo aberto e um pequeno bosque para momentos de descompressão. Projetado pela ACIA Arquitetos, escritório que tem em seu portfólio projetos que buscam transformar a forma como os usuários interagem com a cidade, ele faz parte do plano de renovação do Complexo Galleria Shopping, que tem o objetivo de estabelecer uma nova centralidade urbana na região. O Sky Galleria foi dividido em duas áreas principais: uma atrás do shopping center e outra em sua área frontal, que abriga a torre principal com 14 pavimentos. O edifício foi pensado para ser um marco referencial dentro do local em que está inserido, um ponto de abertura a este novo centro de uso misto em Campinas. Em relação a sua estrutura, buscou-se minimizar a utilização dos materiais por meio de soluções criativas. Assim, o projeto se estabelece como uma caixa metálica com grandes vidros de proteção solar e alumínio na cor marrom corten, permitindo a permeabilidade entre as áreas, além de chapas de metal para usos diversos – de brises a elemento conector dos edifícios circundantes, trazendo unidade visual harmônica para todo o complexo. Reprodução: Cobogó Relações Públicas O programa do Sky Galleria traz no seu térreo a área de recepção, um business center com salas de reunião e uma sala multiuso que pode ser utilizada como teatro, espaço para eventos e festas e outras utilidades. Nos interiores, o desenho faz uso dos mesmos materiais utilizados na fachada, de forma a gerar uma integração não só visual, mas também estrutural entre o externo e interno. O edifício ainda conta com um subsolo que abriga o estacionamento e o bicicletário com vestiário e um rooftop aberto com espaço de uso VIP e heliponto. Reprodução: Cobogó Relações Públicas Inspirado no conceito de “cidade de 15 minutos”, o maior desafio foi integrar o projeto às áreas de circulação e uso próximas ao shopping, criando um bairro urbano com forte senso de conectividade e escala humana. Desta forma, a ideia de estabelecer uma pequena praça arbórea no embasamento térreo do edifício tem o objetivo de estabelecer um novo espaço caminhável, que funciona como uma área de convivência extremamente agradável para a interação e convívio, e também ser um divisor entre a área de circulação do shopping e a dos escritórios, com o uso das árvores do bosque para camuflar a visão das salas do office. Ainda sobre o paisagismo, um dos pavimentos contou com um corte horizontal em uma de suas laterais para a instalação de floreiras perimetrais, que permitem ao usuário que está dentro de uma sala neste andar, enxergar o entorno através do verde. Planejado para ser um marco, o projeto luminotécnico estabeleceu o edifício como uma grande lanterna, aproveitando a permeabilidade dos prismas de vidro divididos em duas partes, e que compõem a estrutura da torre. Desde as luminárias internas de cada sala comercial até o sistema que acende todo o edifício de forma integrada, tudo foi pensado para criar uma experiência única de iluminação. Além disso, o uso de soluções tecnológicas, como a automação de fachada, permitiu que a iluminação LED de baixo consumo fosse gerenciada de forma eficiente, contribuindo para que o Sky Galleria adquirisse a certificação LEED Gold e para a redução da contaminação luminosa. Assim, a iluminação deste edifício não só destaca a arquitetura, mas também contribui para uma experiência sustentável e consciente. FICHA TÉCNICA Nome: Edifício Sky Galleria Local: Campinas, SP Ano de projeto: 2018 Conclusão da obra: 2022 Área do terreno: 5.400,00 m² Área construída: 28.067,00m² Arquitetura: ACIA Arquitetos Equipe: Fabio Aurichio, Felipe Lopes, Luciana Maki, Rafael Costa, Breno Burrego, Mariana Soares, Priscila Rodrigues, Marcelo Nagai; Incorporadora: Building Empreendimentos Ltda Paisagismo: Cenário Paisagismo; Engenharia: WA Engenharia; Impermeabilização: Proiso Projetos e Consultoria de Impermeabilizacao; Iluminação: Castilha Iluminação; Fundações: Consultrix Automação: Marbie Systems; Ar Condicionado: Willem Scheepmaker & Associados Ltda; Hidráulicas e projeto de bombeiros: Kit Projetos; Fotos: Daniel Ducci Fonte: Cobogó Relações Públicas

WhatsApp.svg.webp
bottom of page