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  • MERCADO IMOBILIÁRIO DE ALUGUEL ESTÁ AQUECIDO EM SÃO PAULO

    Cenário é motivado pelas altas nos preços dos imóveis e pelas incertezas dos possíveis compradores quanto à possibilidade de pagar os financiamentos O mercado imobiliário de aluguel está aquecido na cidade de São Paulo. Devido ao aumento nos valores dos imóveis e às incertezas quanto à economia, muitas pessoas estão decidindo alugar casas e apartamentos para morar ao invés de comprar. Um levantamento da Propdo, proptech (aplicação de tecnologia da informação e economia de plataforma ao setor imobiliário) israelense que fornece soluções em software para tomada de decisões no segmento imobiliário, aponta para uma queda de 10% no número de transações imobiliárias na cidade de São Paulo entre janeiro e abril deste ano em relação ao mesmo período do ano passado. Conforme o documento, esse movimento ocorre ao mesmo tempo em que o preço médio das propriedades cresce em torno de 2% e a taxa selic se mantém em 13,75%, o que encarece os financiamentos. Em contrapartida, o Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M), que é popularmente conhecido como a "inflação do aluguel", teve deflação de 1,93% no Brasil em junho, segundo o Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV-Ibre). No acumulado dos últimos 12 meses, o índice teve queda de 6,86%. Desde janeiro deste ano, a redução foi de 4,46%. Em São Paulo, segundo estudo da Propdo, os valores dos aluguéis subiram cerca de 10% em média no ano passado, puxados por bairros como Jardim Europa, Pacaembu, Alto de Pinheiros, Jardim Paulistano e Vila Nova Conceição. CENÁRIO TRAZ BOAS OPORTUNIDADES PARA CORRETORES Para Nathan Varda, gerente nacional da Propdo no Brasil, mesmo com o aumento em São Paulo, esse é um momento oportuno para os corretores apresentarem a seus clientes boas oportunidades de negócios no ramo dos aluguéis. Segundo ele, “há uma grande demanda de pessoas que buscam imóveis para alugar, principalmente entre os jovens de 24 a 30 anos, casais divorciados, estudantes universitários de outras regiões do país e turistas estrangeiros que trabalham na cidade”. O especialista comenta que as elevações significativas nos preços ocorridos entre 2020 e 2022 e o aumento do desemprego, principalmente em razão da pandemia de covid-19 e da crise econômica, afastaram muitas pessoas da possibilidade de adquirir um apartamento ou casa. Além disso, “por conta dessa insegurança e das incertezas quanto à possibilidade de pagar os financiamentos, muitas pessoas alugam um imóvel por dois ou três anos antes de decidirem comprar ou não, pois querem conhecer o bairro, entender a rotina da comunidade, saber mais sobre os vizinhos, entre outras coisas”, acrescenta Varda, que finaliza dizendo que “a principal dica da Propdo é que os interessados em buscar uma nova moradia procurem um com corretor para ser orientado sobre as vantagens de desvantagens de cada tipo de negócio”. PLATAFORMAS DA PROPDO A Propdo lançou a ferramenta “Propdo GO!”. Ela permite que um corretor registrado na empresa receba uma oferta de compra ou venda de um imóvel, conforme a região e especificações elaboradas pelo próprio profissional. O primeiro que aceitar, terá exclusividade para atuar na negociação. “Nossa intenção é fornecer aos profissionais recursos para agirem com mais assertividade e aumentarem suas vendas em até 25%”, comenta Varda. Além disso, a companhia já conta com a “Investire”, ferramenta baseada em inteligência artificial e tecnologia de ponta para auxiliar pessoas que desejam investir no ramo na capital paulista, feita em parceria com a Quick2Sell e Animacasa. Fonte: Propdo/CDI Comunicação

  • DA FÁBRICA PARA A OBRA: COMO PROTEGER AS ESQUADRIAS?

    Especialistas da Projepack, Promaflex e Sticktape explicam como transportar as esquadrias de forma segura sem danificar o material *Por Emanuelle Ormiga, sob supervisão da profissional habilitada Stephanie Fazio Durante o transporte da fábrica até a obra, os caixilheiros costumavam embalar as esquadrias com plástico bolha, mas somente para mover de um local ao outro. De acordo com Marcelo Velletri, diretor de construção civil da Promaflex, fabricante de soluções sustentáveis no segmento de filmes plásticos e de proteção, essa embalagem não era eficaz, uma vez que só ajudava nesta etapa, sendo retirada na hora da entrega. Atualmente, empresas como a Projepack, fabricante de equipamentos para embalagens, oferecem máquinas especializadas para proteger as esquadrias, sendo focadas em dois tipos principais: máquinas para embalagem termo encolhível, onde um filme é aplicado e aquecido para se ajustar ao produto; e máquinas para embalagem stretch , que envolve a esquadria com filmes, “garantindo uma fixação segura e flexível”, explica Jakson Francisco dos Santos, coordenador de marketing da marca. Santos pontua que a embalagem para o transporte, feita de maneira adequada, é de extrema importância por diversos motivos, como: proteção contra arranhões, impactos ou danos; proporciona estabilidade e fixação; e facilidade de manuseio, carga e descarga. Reprodução: Projepack Além disso, Bruno H. Martins, gerente de operações da Sticktape, fabricante de fitas dupla face e acessórios glazing e ACM, acrescenta que uma boa embalagem previne ataque de agentes corrosivos ou intempéries provenientes dos raios UV, que podem gerar diferença de tonalidade no acabamento final dos perfis (manchas). O gerente comenta que a maioria das empresas utilizam aplicação manual e laminadoras desenvolvidas internamente, com fitas e filmes de polietileno, adesivados ou não. “As proteções de esquadrias ajudam tanto os produtores quanto as construtoras a economizarem recursos financeiros. Um caixilho protegido não risca e não sofre intempéries de tempo. Ainda ajuda na inversão de fases da obra, economizando tempo e dinheiro”, completa Velletri. EXISTEM NORMAS PARA O USO DE EMBALAGENS? Atualmente, não existe uma norma específica regulamentando o uso de embalagens para esquadrias. “É importante ressaltar que as máquinas fabricadas pela Projepack atendem à norma NR12, que estabelece os requisitos de segurança no trabalho em máquinas e equipamentos. Essa conformidade garante que as máquinas de embalagem possuam as proteções necessárias para resguardar a segurança dos operadores durante o manuseio e funcionamento dos equipamentos, garantindo um ambiente de trabalho seguro e adequado”, afirma o coordenador de marketing da Projepack. Por fim, o gerente de operações da Sticktape explica que existem tipos de embalagem com determinados critérios ou necessidades, por exemplo: embalagens somente para transportes e outras com proteção adicional a intempéries. “Esta última varia em função da facilidade de remoção com diversos dias em exposição aos raios UV, pois possuem tecnologia de adesivos especiais até filmes coextrudados possibilitando um efeito black-out impedindo a ação e bloqueando o ataque ao adesivo, impossibilitando que o adesivo ancore permanentemente na esquadria causando manchas e impossibilitando a remoção da fita”, finaliza Martins. Reprodução: Promaflex

  • ABNT/CB-248 - AÇÕES DE NORMALIZAÇÃO

    Na última terça, dia 01, o ABNT/CB-248 – Comitê Brasileiro de Esquadrias, Componentes e Ferragens em Geral, seguindo seu planejamento de estruturação das Comissões de Estudos, realizou a Reunião Especial de Instalação da ABNT/CE-248:004.001 – Comissão de Estudo de Ferragens para Vidro, em parceria com o ABNT/CB-037 – Comitê Brasileiro do Vidro Plano, e contou com a participação de 27 pessoas que representaram 15 entidades/empresas. A comissão de estudos teve como objetivo discutir e estabelecer regras e diretrizes de desempenho para as ferragens para vidro, que compreende molas e dispositivos de fechamento convencional e automático. O primeiro trabalho a ser realizado será prosseguir com o desenvolvimento do 2º Projeto de Norma ABNT NBR 16835. Em breve, o ABNT/CB-248 criará mais comissões de estudos sobre temas ligados ao segmento de esquadrias, fique atento as nossas novas informações. O Sindicato da Indústria de Artefatos de Metais Não Ferrosos no Estado de São Paulo (Siamfesp) é a Entidade de suporte a Secretaria Técnica do ABNT/CB-248. Para mais informações, entre em contato: secretariacb248@siamfesp.org.br Fonte: Siamfesp

  • INOX-PAR PARTICIPA DA INTERSOLAR MUNICH 2023

    No último mês de junho, a fabricante de fixadores Inox-Par participou da Intersolar Munich 2023, na Alemanha, ao lado dos maiores players do setor de energia solar do mundo. “É uma honra para nós participar deste evento tão importante, onde a inovação e as soluções sustentáveis estão em destaque. Estamos animados em apresentar os produtos e tecnologias brasileiras que contribuem para a transição global para uma matriz energética mais limpa e renovável”, afirma a empresa. Durante o evento, Eduardo Bragança, diretor comercial da marca, trocou conhecimentos, discutindo oportunidades de parceria e mostrando como os componentes de fixação são detalhe vital para ajudar a energia solar a transformar o futuro da sociedade. A Intersolar Munich é reconhecida mundialmente como uma plataforma de negócios e networking para profissionais da indústria solar. “A Inox-Par na Intersolar Munich 2023 foi a oportunidade perfeita para explorar o potencial da energia solar e construir um futuro mais verde para todos”, diz a empresa. A marca conta com uma linha de fixadores para painéis fotovoltaicos, como arruelas, porcas, parafusos, grampos, ganchos, hastes, conjuntos haste, entre outros. “Tudo isso com a resistência a altas temperaturas e às intempéries do aço inox 100% passivado, a expertise da Inox-Par e um serviço de entrega para todo o território nacional”, garante a marca. Fonte: Inox-Par/Instagram

  • REDUÇÃO DA TAXA SELIC: ABRAINC CONSIDERA A MEDIDA POSITIVA PARA O MERCADO IMOBILIÁRIO

    A Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) considera positiva a redução em 0,50% na taxa básica de juros (Selic), que foi reduzida de 13,75% para 13,25%, hoje (2/8) pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central. "Entretanto, esperamos que esse seja um movimento continuo de redução e que a Selic possa se estabilizar em um patamar baixo de forma sustentável no longo prazo", afirma a associação. Para o presidente da Abrainc, Luiz França, o corte na taxa básica de juros é essencial para a incorporação imobiliária e construção civil, uma vez que os financiamentos habitacionais de imóveis de médio e alto padrão são os mais impactados pela Selic. “Além da queda nos juros, é essencial que o Banco Central adote medidas que aumentem a oferta de financiamento ao setor. Uma delas é a ampliação dos recursos da poupança que são direcionados obrigatoriamente ao financiamento de imóveis dos atuais 65% para 70%”, explica o executivo. A Abrainc destaca ainda que os juros altos deixam mais caro o custo de capital para as empresas, já que muitas delas dependem de financiamentos para realizar seus projetos e culmina em um aumento nos custos para a população, além de ser um grande entrave para a geração de empregos e crescimento econômico. Fonte: Abrainc

  • BALUSTRÊ, O GUARDA-CORPO CONTÍNUO E EFICIENTE DA BUGAL BRASIL

    Com o uso do alumínio como matéria-prima principal, os produtos da marca permitem a integração com diferentes fechamentos, barras inclinadas, larguras, cores e lâminas Divulgação: Bugal Brasil O guarda-corpo da fabricante Bugal Brasil, modelo Balustrê, combina design e eficiência. A solução não possui emendas no corrimão, permitindo a criação de uma estrutura contínua de até 7 m, seja ela curva ou calandrada. Além disso, o guarda-corpo da Bugal é entregue em módulos pré-montados, facilitando sua instalação e otimizando a eficiência do trabalho. Com o uso do alumínio como matéria-prima principal, os produtos da marca permitem a integração com diferentes fechamentos, barras inclinadas, larguras, cores e lâminas. “O nosso foco é o mercado de alto padrão para obras horizontais e verticais, pois temos soluções customizadas para guarda-corpos, brises e elementos de fechamento de fachadas”, afirma Jorge Ichikawa, diretor de marketing e comercial da Bugal. A marca francesa, lançada no Brasil durante a Feira Internacional da Indústria de Esquadrias – FESQUA 2022, estará presente na 12ª edição do Salão da Indústria de Esquadrias e Vidro ocorrerá nos dias 31 de agosto e 1º de setembro de 2023, no CentroSul, em Florianópolis (SC). Fonte: Bugal Brasil

  • DOWSIL: “MAIS DE 50 ANOS DE DESEMPENHO COMPROVADO COM SILICONE”

    Estudos da European Technical Approval Guideline (ETAG 002) e do Instituto Federal de Pesquisa e Teste de Materiais (BAM) atestaram a durabilidade A linha de produtos de construção à base de silicone da Dow, Dowsil, conta com inovações como os selantes de alta resistência para projetos (que reduzem o tamanho das junções e aumentam a luz natural) e a criação de ligações de ponto fixo para fachadas de vidro (que eliminam o vazamento de gás e pontes térmicas). “Dois diferentes estudos atestaram que os selantes de SSG da marca Dowsil oferecem desempenho e durabilidade de longo prazo”, afirma a empresa, que conta com a AplicSil como distribuidora autorizada. O primeiro, realizado em 2010 pela European Technical Approval Guideline (ETAG 002), constatou que o selante instalado em 1985 na fachada do edifício IFT Rosenheim, na Alemanha, ainda manteria sua eficiência por mais 25 anos, ou seja, teria um total de 50 anos de duração, segundo a empresa. No segundo teste, por sua vez, uma amostra de selante foi exposta, simultaneamente, às intempéries artificiais e cargas mecânicas complexas e multiaxiais pelo Instituto Federal de Pesquisa e Teste de Materiais (BAM), da Alemanha. Esse teste, considerado mais rígido do que o regime de testes da ETAG 002, concluiu um ciclo de vida previsto de 50 anos para o selante da Dowsil. A aplicação dos requisitos de engenharia e os processos de instalação seguem padrões definidos por normas e pela indústria, incluindo diretrizes de controle de qualidade, como o programa Quality Bond da Dow – que controla, monitora e audita a qualidade de aplicações e detalhes de projetos, assegurando o sucesso contínuo do SSG. MARCOS DA EMPRESA Divulgação: Dow “A multinacional Dow, originária dos Estados Unidos, foi pioneira, nas décadas de 1950 e 1960, em soluções com selantes impermeabilizantes de longa duração e, depois, com o envidraçamento estrutural com silicone (silicone structural glazing, SSG)”, afirma a empresa. A imaginação dos arquitetos foi liberada para a criação de estruturas mudando a aparência de importantes cidades no mundo com projetos em diversas escalas com a estética do puro vidro. O sistema de envidraçamento estrutural com silicone SSG permite a execução de fachadas pele de vidro, que utilizam um selante de silicone estrutural para aderir o vidro aos perfis de metal, garantindo elegância e nivelamento e sem fixadores mecânicos aparentes. O SSG conserva sua elasticidade e proporciona capacidade estrutural a longo prazo, já que é projetado para absorver os movimentos produzidos por cargas e transferir a carga de vento sobre o vidro para a estrutura do edifício. “A Dow, no entanto, não foi pioneira apenas no desenvolvimento do produto, mas também em um processo que envolveu esforços significativos de testes e protocolos; estudo de mockups; testes de campo; de aderência; capacidade de movimento, fadiga e falha; e finalmente, um estudo de engenharia para analisar adequadamente projetos, estresses e possíveis falhas”, destaca a marca. Executado até os dias de hoje, esse trabalho gera soluções projetadas e que utilizam técnicas avançadas. Fonte: Dow/AplicSil

  • CONSTRUTIVO LEVA TECNOLOGIAS PARA PROJETO INÉDITO EM BIM NA RECONSTRUÇÃO DO MUSEU NACIONAL/UFRJ

    A companhia de tecnologia fornece sistemas de visualização de nuvem de pontos e modelo, de colaboração e comunicação e de gestão de documentos para a reconstrução do patrimônio Após quatro anos do trágico incêndio, o Museu Nacional/UFRJ, em São Cristóvão (RJ), está sendo restaurado e reconstruído por meio do Projeto Museu Nacional Vive . O Construtivo, companhia de Tecnologia da Informação com DNA em Engenharia, é uma das empresas contratadas pela iniciativa e está apoiando o desenvolvimento de projetos técnicos por meio de um trabalho inédito em BIM (Building Information Modeling - Modelagem de Informação da Construção). Nesta execução, três soluções do Construtivo estão em operação: o Cintoo, o BIM Track e o Colaborativo. A primeira passou a ser utilizada na etapa inicial do projeto, cuja metodologia envolveu o escaneamento a laser e o trabalho de pesquisa e arqueologia para trazer conhecimento dos elementos da construção, como a estrutura e os objetos, ou seja, a representação precisa, que tecnicamente é obtida por meio do escaneamento a laser, gerando arquivos de nuvem de pontos para apoiar as atividades de estudo e desenvolvimento do projeto. Para visualizar todo esse processo, a equipe utilizou o Cintoo, que funciona como uma plataforma streaming para armazenar e suportar o fácil acesso de diferentes partes interessadas à nuvem de pontos e às imagens captadas a partir da realidade. Até o momento, a plataforma recebeu 768 escaneamentos e cerca de 240 GB em imagens. “O Cintoo possibilita que todos os participantes visualizem o material de forma facilitada. Se não fosse ela, seria necessário que todos os envolvidos tivessem computadores com alta capacidade de armazenamento e conhecimento técnico em nuvem de pontos. Além disso, a possibilidade da plataforma de associar modelos à nuvem de pontos dá condições de tomar decisões considerando as condições retratadas nas imagens. Por exemplo, se o objetivo é fazer um furo em determinada parede, a nuvem de pontos associada a este modelo irá mostrar se a intervenção é apropriada”, explica Sérgio Leusin, coordenador BIM do projeto e sócio-gerente da GDP - Gerenciamento e Desenvolvimento de Projetos. Paralelamente ao Cintoo, ocorre o processo de coordenação de projetos, contemplando a comunicação e a colaboração entre os projetistas no BIM Track, que permite acessar o modelo virtual 3D para fazer as análises e a compatibilização das diversas disciplinas existentes. Sem uma ferramenta de apoio como a BIM Track, seria necessário fazer desenhos e sobrepô-los no computador para verificação de incompatibilidades e conflitos, o que traria além do aumento de tempo na comunicação e na interação entre os envolvidos, a ampliação dos riscos e, consequentemente, o custo do projeto. “A discussão via uma plataforma de colaboração é essencial num processo BIM, pois otimiza e agiliza o processo de compatibilização resolvendo os problemas antes da execução da obra, além de diminuir a exposição ao risco de atrasos e retrabalhos. Ao todo, 158 arquivos e mais de 1,8 mil questões são administradas dentro da solução. A previsão é finalizar o projeto com cerca de 5 mil tópicos de discussão solucionados”, comenta Leusin. Com a discussão ocorrendo no BIM Track, o processo administrativo e contratual é gerenciado no Colaborativo, que faz a gestão de aproximadamente sete mil arquivos simultaneamente, entre desenhos 2D, projetos, aprovações dos modelos e documentos em geral. Ou seja, todos os entregáveis são processados e aprovados no Colaborativo e já se sabe que esse volume deve dobrar até o final da obra. O projeto em BIM para a reconstrução do Museu Nacional envolve 21 empresas, entre projetistas, gerenciadoras e consultorias. Ao todo, mais de 100 especialistas em 32 disciplinas atuam no projeto. O desenvolvimento integrado otimiza recursos financeiros e evita conflitos entre as soluções apresentadas para cada área. O mais emblemático resultado deste processo colaborativo em 2022 é o Anteprojeto de Restauração e Arquitetura do Paço de São Cristóvão e de reforma do Anexo Alípio de Miranda Ribeiro, que foi submetido no mês de agosto ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). Para Marcus Granadeiro, sócio-diretor do Construtivo, atender projetos com alta complexidade e necessidade de integração em BIM é um dos diferenciais das ferramentas da empresa. “Um projeto dessa dimensão sem a adoção do BIM seria mais longo, teria menos precisão e a obra seria mais cara. Neste modelo, a quantificação para o orçamento é muito mais precisa. O Museu Nacional/UFRJ será uma referência no Brasil em HBIM (em português, BIM aplicado a edifícios históricos), abrindo precedentes para que mais instituições adotem o modelo para antecipar problemas e economizar tempo de obra”, finaliza Granadeiro. Fonte: Construtivo/Assessoria Image Comunicação

  • CURIOSIDADE: O QUE É UM CURADOR DE ARQUITETURA?

    No seu livro “Curadoria: o poder da seleção no mundo do excesso”, o escritor Michael Bhaskar define curadoria como usar atos de seleção e organização (mas também refinar, reduzir, exibir, simplificar, apresentar e explicar) para agregar valor. Ao longo do tempo, à medida que a definição se transforma, a prática da curadoria continua a evoluir, desempenhando o papel de cuidadora de nosso ambiente construído. No início do século XIX, o Barão Dominique Vivant Denon foi o primeiro diretor do renomado Museu do Louvre. Ele herdou um grande excesso de arte sob o domínio de Napoleão, uma quantidade que não poderia preencher os vastos salões do museu. A primeira tarefa de Denon foi organizar a coleção e, por meio dos temas da cronologia e das escolas nacionais, ele conseguiu encontrar uma lógica para cada obra de arte e seu lugar no museu. Transformando a instituição em um museu de classe mundial, Denon é o primeiro curador como entendemos a palavra hoje. A prática curatorial hoje vai muito além das exposições de arte tradicionais, incluindo formas de eventos e plataformas culturais. Na verdade, a prática da arquitetura se estende para fora de seus limites, transformando-se às vezes em curadoria e vice-versa. Essa visão multidisciplinar da nova era refere-se ao envolvimento de um arquiteto em diferentes campos, desde planejamento urbano, paisagismo, redação, curadoria e papéis que vão muito além dos limites tradicionais da arquitetura. Hoje, a curadoria pode ser vista como uma forma de construir narrativas. Com base na compreensão de Bhaskar sobre o mundo de excesso, a curadoria pode ser entendida como um canal para contar histórias significativas para as massas. Por meio de uma curadoria cuidadosa, o papel pode moldar como os seres humanos contextualizam as histórias. Além disso, a prática pode dar valor a histórias de outra forma negligenciadas ou lançar luz sobre partes de culturas que não foram contadas com cuidado. CURADORES Lesley Lokko Em entrevista ao ArchDaily, Lesley Lokko define a curadoria como uma forma de contar histórias. Como escritora de ficção, ela acredita que “a cultura é a soma de histórias sobre nós mesmos que contamos a nós mesmos”. Lokko é a curadora da La Biennale di Venezia deste ano, uma das mais antigas e prestigiadas exposições internacionais de arte e arquitetura do mundo. Este ano, o tema da Bienal, definido por Lokko, é “O Laboratório do Futuro”. O tema considera o continente africano como protagonista do futuro, “o único lugar onde todas essas questões de equidade, raça, esperança e medo convergem e se unem”. Søren Pihlmann Søren Pihlmann é o fundador e arquiteto-chefe da Pihlmann Architects, um jovem escritório de arquitetura sediado em Copenhague, capital da Dinamarca. Em entrevista ao Louisiana Channel, Pihlmann afirma claramente que sua prática deixou de ser a de um arquiteto tradicional para se tornar um “tipo de curador, selecionando pouquíssimas coisas com grande sensibilidade". Sumayya Vally Este ano foi realizada a primeira Bienal de Artes Islâmicas, dirigida pela arquiteta Sumayya Vally, em Jeddah, na Arábia Saudita. O evento teve curadoria parcial de Vally, ambientado no Terminal Western Hajj do Aeroporto King Abdulaziz, projetado por Skidmore, Owings & Merrill. Em entrevista ao ArchDaily, Vally expressa que “existe uma definição herdada da arte islâmica que vem da França do século XVII, e as artes islâmicas foram continuamente definidas e redefinidas… mas nunca foram realmente definidas por nós, a partir de nossas perspectivas.” Em conclusão, as práticas de curadoria e arquitetura multidisciplinar se cruzam de maneiras poderosas. Os seres humanos podem moldar sua compreensão de si e do mundo por meio das escolhas feitas na curadoria do ambiente construído, reinterpretando narrativas históricas e assumindo posições cautelosas no presente. A prática lança luz sobre nossas narrativas, separando coisas que muitas vezes foram negligenciadas ou encorajando novos métodos de pensar sobre nossas histórias e produção cultural, em geral. O curador pode trabalhar em muitas escalas diferentes, mas o que é comum é uma seleção cuidadosa de expor e explicar conceitos em um mundo de excessos com absoluto cuidado e preocupação. Em pequena escala, arquitetos como Søren Pihlmann demonstram curadoria ao decidir o que é visível ou oculto, o que é o primeiro plano ou o segundo plano de um edifício por meio da contextualização da materialidade. Essa forma de curadoria molda nossa experiência do espaço, afetando nossas percepções e interações dentro dele. Outra escala de curadoria envolve revisitar narrativas passadas, como exemplificado por Sumayya Vally. Por meio de uma curadoria cuidadosa, as histórias podem ser recontadas, reformuladas e explicadas sob novas luzes para modificar e transformar a compreensão atual delas. Fonte: ArchDaily

  • CREA-SP ABRE VAGA DE ESTÁGIO EM ENGENHARIA CIVIL

    Alunos podem fazer suas inscrições conforme Edital de Seleção Pública O Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Estado de São Paulo (Crea-SP) está com inscrições abertas para vaga de estágio para alunos de graduação do curso de Engenharia Civil. Os interessados podem se candidatar pelo site da Super Estágios. Basta se cadastrar no “portal do estudante”, procurar o logotipo do Crea-SP em “processos seletivos em andamento” e seguir as orientações. O processo seletivo segue conforme o Edital de Seleção Pública, que pode ser conferido também no site. As etapas de seleção incluem entrevistas e prova discursiva no Conselho mediante a apresentação do Coeficiente de Rendimento emitido pela instituição de ensino do estudante. Para se candidatar, o aluno deve estar cursando a graduação de Engenharia Civil a partir do 7º semestre no período noturno. A posição da vaga oferece bolsa-auxílio mensal de R$ 1.128,30, Auxílio transporte em forma de créditos no cartão de VT, vale-refeição ou vale-alimentação no valor diário de R$ 56,67, assistência médica e odontológica não extensiva a dependentes, com jornada de seis horas diárias (30 horas semanais), na região da Faria Lima, em São Paulo. Para se candidatar, acesse: www.superestagios.com.br/index Fonte: Crea-SP/CDI Comunicação

  • ARCELORMITTAL COMPLETA 20 ANOS DE ATUAÇÃO EM SANTA CATARINA

    A empresa alcançou a marca de mais de 22,5 milhões de toneladas de aço produzidas A ArcelorMittal Vega, transformadora de aço – que integra o grupo ArcelorMittal, produtora de aço – está completando 20 anos de operação em Santa Catarina. A unidade, localizada em São Francisco do Sul, atua na transformação de aços planos decapados, laminados a frio e revestidos para atendimento dos setores automobilístico, de eletrodomésticos e da construção civil, entre outros segmentos. A empresa gera cerca de 1.200 empregos no condomínio industrial e atingiu a marca de produção de mais de 22,5 milhões de toneladas de bobinas de aço. Considerado um dos maiores investimentos privados da história de Santa Catarina, Vega realiza, desde 2021, a maior obra de expansão da sua trajetória, o Projeto CMC, com investimento de US$ 350 milhões em uma nova linha de galvanização e recozimento contínuo. Com a conclusão da obra, a unidade aumenta sua capacidade de produção de 1,6 milhão para 2,2 milhões de toneladas de aço anuais e amplia seu portfólio de produtos, fabricando pela primeira vez nas Américas o Magnelis. O produto, patenteado pela ArcelorMittal, é produzido atualmente apenas em unidades na Europa e tem grande aplicação nos projetos de geração de energia solar. Desde março de 2023, a ArcelorMittal Vega é uma unidade certificada com o ResponsibleSteel, reconhecimento mundial que estabelece padrões internacionais de processamento e produção responsável do aço. A conquista demonstra o compromisso de Vega em produzir um aço sustentável com respeito às pessoas, através de iniciativas em prol da transformação social, sustentabilidade, diversidade e inclusão, e é um indicativo do alto padrão dos seus processos produtivos. EDUCAÇÃO CIDADÃ E INCLUSÃO FEMININA O Programa Sustentabilidade Técnica, promovido pela ArcelorMittal Vega em parceria com o Senai, tem garantido resultados na educação profissional e na empregabilidade para moradores de São Francisco do Sul. Desde seu lançamento, em 2018, mais de 300 jovens já passaram pelo programa, e 89% deles já estão empregados na própria Vega ou em empresas da região, o que reforça o seu propósito de proporcionar melhores oportunidades para o futuro profissional destes alunos. O programa também tem promovido o aumento da inclusão e equidade de gênero, ampliando a representatividade de mulheres na indústria. Hoje, são 44 empregadas que atuam em Vega retiradas do projeto, que representam 32% do total das mulheres que trabalham na unidade. Pelo programa, Vega passou a contar, em 2020, com as primeiras mulheres atuando nas suas linhas de produção. Em junho deste ano, o programa recebeu mais um importante reconhecimento: conquistou o primeiro lugar no Prêmio IEL de Talentos (Instituto Euvaldo Lodi) na categoria Educação Inovadora - Nível Técnico. Agora, o Programa avança para a etapa nacional da premiação que reconhece as melhores práticas de estágio e projetos inovadores, prevista para outubro deste ano. Além do Prêmio IEL, o curso já foi reconhecido pelo Prêmio Ser Humano 2020, concedido pela ABRH-SC, e obteve em 2022 a segunda melhor nota de Santa Catarina no Sistema de Avaliação da Educação Profissional e Tecnológica (SAEP) entre todos os cursos em eletromecânica dos Senais do estado. Com isto, o Senai de São Francisco do Sul conquistou uma das melhores avaliações de Santa Catarina, ocupando a sexta colocação entre os 38 Senais catarinenses. RESPONSABILIDADE SOCIAL Em 20 anos de operação, os investimentos em ações de Responsabilidade Social da ArcelorMittal Vega ultrapassam a marca de R$ 23 milhões. As áreas que receberam o maior volume de recursos foram saúde e educação, mas a empresa investiu também em cultura, esporte e desenvolvimento comunitário. Por meio de ferramentas de Lei de Incentivo, a ArcelorMittal Vega – através da Fundação ArcelorMittal – já repassou cerca de R$ 19 milhões, recursos que foram destinados a projetos via Lei de Incentivo à Cultura, Lei de Incentivo ao Esporte, Programa Nacional de Apoio à Atenção Oncológica (Pronon), Fundo para a Infância e Adolescência (FIA), e Fundo do Idoso de São Francisco do Sul. COMPROMISSO COM O MEIO AMBIENTE A ArcelorMittal Vega reforça em seus resultados ambientais o compromisso contínuo com a sustentabilidade e as boas práticas. Com um volume de produção expressivo de 1,6 milhão de toneladas de aço ao ano, em 2022, menos de 1% dos resíduos da unidade foram destinados a aterros industriais e sanitários. Mesmo com a ampliação, a unidade tem o compromisso de manter os níveis de geração de resíduos e a produção cada vez mais sustentável. A unidade de São Francisco do Sul conta com uma Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) que ocupa 1/3 da área industrial da empresa. A reserva reúne um fragmento de um dos mais ricos ecossistemas do mundo, a Mata Atlântica, atuando como um importante corredor ecológico para espécies ameaçadas de extinção, como o gato-mourisco, gato-do-mato-pequeno e a lontra. Para contribuir com a manutenção das espécies e promover a preservação da biodiversidade, a empresa monitora periodicamente a flora e a fauna da reserva. Por meio do Programa Verde com Vida, criado em 2007, a RPPN recebe visitas de escolas e instituições da comunidade e da região para potencializarem a sua conexão com a natureza. Desde a criação do Programa, a reserva já recebeu mais de 20 mil visitantes. "Como parte integrante de uma empresa líder mundial na produção de aço, Vega sempre atuou pelo desenvolvimento regional e, por meio dos seus valores e do propósito de produzir aços inteligentes para as pessoas e o planeta, buscou contribuir para o amadurecimento e crescimento das suas relações com a comunidade e a sociedade. Nestes 20 anos, acreditamos que nossa atuação tenha sido positiva, justamente porque acreditamos que não transformamos apenas aço, mas também pessoas", afirma Sandro Sambaqui, gerente geral da ArcelorMittal Vega. Fonte: ArcelorMittal Brasil/InPress Porter Novelli

  • SETOR DA CONSTRUÇÃO CIVIL GANHARÁ GUIAS DE CONTRATAÇÃO BIM

    Com a correalização da ABDI, coletânea terá três volumes e oferecerá gratuitamente orientações sobre contratos, licitação e biblioteca BIM Engajada no processo de digitalização do setor da construção civil e visando a consolidação da metodologia Building Information Modelling (BIM - Modelagem de Informação da Construção em português), a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) é correalizadora do projeto Guias de Contratação BIM, uma coletânea de três volumes direcionada a empresas e ao setor público. O objetivo é disponibilizar orientações práticas e acessíveis de modelagem BIM que contemplem os temas contratação, licitação e biblioteca BIM e que dialoguem com todos os diferentes perfis: gestores públicos e privados, empresas, fabricantes de objetos BIM. O primeiro volume foi lançado, oficialmente, em maio deste ano e já está disponível para download gratuito: “Conceitos básicos e requisitos para contratação BIM”. Conforme sugere o título, trata-se de uma introdução ao tema de contratação BIM: apresenta as diferenças entre os empreendimentos que usam BIM e os que têm por base o CAD (uma tecnologia para design e documentação técnica que substitui o desenho manual por um processo automatizado); o que muda nos processos e entregáveis de uma ferramenta para outra; traça um panorama dos impactos, a depender se o planejamento foi feito em CAD ou BIM, desde a definição dos objetivos, a seleção, concorrência ou licitação, acompanhamento da execução até as entregas e a aceitação dos serviços e produtos contratados. “O material é público, gratuito, trará economicidade para as compras públicas, intensificará a transparência dos processos licitatórios, será uma fonte de conhecimento para o setor e dará segurança aos entes envolvidos”, avalia Leonardo Santana, analista de Produtividade e Inovação da ABDI. É crescente o número de profissionais e empresas que usam a metodologia BIM para o planejamento das atividades da indústria da construção civil brasileira. A última edição da pesquisa Cenário Construtivo Brasileiro, por exemplo, mostra que houve aumento de 14% no uso de BIM em 2023, em relação ao último dado obtido em 2021, de 58% para 64% dos entrevistados. A digitalização da indústria da construção civil é um dos temas prioritários da ABDI e, desde 2016, a Agência está engajada em ações junto ao setor. “A produção dessa coletânea é mais uma contribuição e estamos certos de que ela vai auxiliar gestores públicos e privados na consolidação e execução dos contratos BIM”, destaca Igor Calvet, presidente da ABDI. Os volumes dois e três da coletânea estão em produção e abordarão como executar Contratos em BIM e como participar de Licitações em BIM, respectivamente. Nos sites da ABDI e do BIM Fórum Brasil é possível acompanhar as informações sobre a publicação dos outros guias, que estão previstos para lançamento no final do segundo semestre deste ano. O projeto “Guias de Contratação BIM” é de iniciativa do BIM Fórum Brasil e conta com patrocínio do Conselho de Arquitetura e Urbanismo de Santa Catarina (CAU/SC). BIBLIOTECAS BIM Um outro documento orientativo, dedicado especificamente a objetos BIM, está sendo desenhado: “Guia de Bibliotecas BIM”. O planejamento de um empreendimento em BIM, totalmente digital, requer a previsão da obra do início ao fim e isso inclui a previsão dos materiais que serão necessários, como areia, argamassa, canos para tubulação, portas, janelas, entre outros. Isso significa que esses objetos também devem estar no banco de dados do projeto virtual. Em outras palavras, é preciso transformar o catálogo físico dos produtos em digital. A motivação para a elaboração desse guia é justamente sensibilizar a indústria de material para construção sobre a importância de disponibilizar uma biblioteca online dos objetos que fabricam. Dessa forma é criada uma Biblioteca BIM. BIM NO BRASIL Desde janeiro de 2021, obras e serviços de engenharia contratados por alguns órgãos da Administração Pública Federal devem ser executados no BIM. De acordo com o decreto 10.306/2020, a exigência acontece em três fases, sendo a primeira etapa, iniciada em 2021, dedicada somente a projetos. A partir de 2024, projetos e obras passam a ser incluídos nas exigências de BIM. E a partir de 2028, todas as fases da edificação (projetos, obras e pós-obras) passam a ser consideradas. Além disso, a nova lei de licitações, Lei n. 14.133/21, prevê o uso preferencial de BIM nas licitações para contratação de obras públicas, a partir de abril de 2024. Já alinhada à Estratégia Nacional de Disseminação do BIM e com o objetivo de promover ganhos de produtividade e elevar a competitividade do setor da construção no país, a ABDI lançou, em 2018, em parceria com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), a Plataforma BIMBR, um portal que, além de possuir conteúdo dinâmico sobre BIM, hospeda a Biblioteca Nacional BIM (BNBIM), que é um repositório das bibliotecas de objetos BIM no Brasil. Para receber os avisos dos próximos cursos do Democratizando BIM, basta se inscrever na Plataforma BIMBR e acompanhar a newsletter semanal do portal. Fonte: ABDI

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