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  • TEMPLO DA IGREJA DE JESUS CRISTO DOS SANTOS DOS ÚLTIMOS DIAS ABRE PARA VISITAÇÃO, EM BRASÍLIA

    O design elegante e minimalista utiliza linhas limpas, balanços expansivos, curvas e arcos; construção vai atender cerca de 50 mil membros A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias - décimo templo da Igreja construído do Brasil e o primeiro em Brasília, região Centro-Oeste, abre as portas para todos que tiverem o interesse de conhecer o espaço. A partir do dia 12 de agosto até 02 de setembro (exceto aos domingos), todos poderão percorrer o interior do templo, admirar suas obras de arte e conhecer as salas onde acontecem as cerimônias. O Templo de Brasília foi construído em estilo moderno, intencionalmente inspirado no modernismo brasileiro de meados do século XX, cujo principal expoente foi Oscar Niemeyer. O design elegante e minimalista, que utiliza linhas limpas, balanços expansivos, curvas e arcos foi refletido no projeto construtivo que apresenta uma fachada simétrica revestida em mármore branco brasileiro, que revela austeridade na construção enquanto expressa leveza na forma. Os espelhos d’água, dispostos nos dois cantos da fachada frontal, ampliam a sensação de leveza. Durante a noite, a iluminação decorativa estrategicamente colocada no piso térreo e nos telhados confere ao templo um carácter único. As grandes janelas expansivas trazem um conjunto de vitrais em degradê de azuis. Na área externa, os jardins trazem cerca de 60 espécies de plantas que remetem ao paisagismo brasiliense. O projeto, que também traz espécies do cerrado e de outros biomas brasileiros, está alinhado com a ousadia de Burle Marx, que ampliou a diversidade de plantas presentes nos canteiros e monumentos da capital. A construção, que gerou cerca de 1000 empregos diretos e cerca de 800 indiretos, durou cerca de 26 meses. Todos os três edifícios que envolvem o complexo contam com acessibilidade e estão em conexão. A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias se encontra no Brasil desde meados de 1928 e está presente em todos os estados do país, com cerca de 1 milhão e meio de membros. Outros templos estão localizados em Campinas (SP), Curitiba (PR), Fortaleza (CE), Manaus (AM), Porto Alegre (RS), Recife (PE) e São Paulo (SP). Templos em Belém (PA) e Salvador (BA) estão em construção, enquanto outros três projetos foram anunciados em Belo Horizonte (MG), na região leste de São Paulo (SP) e em Vitória (ES). A abertura para visitação pública é uma tradição na inauguração dos templos da igreja, sempre construídos em harmonia com as características das cidades onde estão localizados. O Templo de Brasília atenderá cerca de 50 mil membros que vivem na região. SERVIÇO: Visitação Pública Templo de Brasília - A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias 12 de agosto a 02 de setembro (exceto aos domingos) De segunda a sexta-feira, das 9h às 21h e aos sábados das 8h às 22h Endereço – SGAN 612, Módulo C - Asa Norte - Brasília, DF – CEP 70830-550 Para mais detalhes da visitação pública e informações sobre os templos, visite: Link Fonte: Giusti Comunicação

  • EVENTO EM FLORIANÓPOLIS TERÁ PALESTRAS SOBRE INOVAÇÕES EM ESQUADRIAS E VIDRO

    12ª edição do Salão da Indústria de Esquadrias e Vidro apresentará as atuais tendências para o setor; evento será no CentroSul nos dias 31 de agosto e 1 de setembro Está se aproximando o evento mais aguardado no cenário da indústria de esquadrias e vidro do Sul do país. Nos dias 31 de agosto e 1º de setembro, a cidade de Florianópolis será o epicentro do conhecimento e inovação no setor, reunindo profissionais, especialistas e empresas de renome para dois dias de intensa troca de experiência e informações. A 12ª edição do Salão da Indústria de Esquadrias e Vidro (SAIE VETRO) será realizada na Av. Gov. Gustavo Richard, no Centro de Convenções de Florianópolis - CentroSul. Com mais de 120 marcas confirmadas, o evento promete apresentar as mais recentes novidades, tendências e tecnologias desenvolvidas pelo setor. A programação abrange uma série de palestras, seminários e eventos simultâneos que abordarão tópicos relevantes para a indústria, desde avanços em materiais e técnicas de produção até tendências de design e sustentabilidade. Os participantes terão uma oportunidade única de conhecer em primeira mão as inovações mais atualizadas do mercado de esquadrias e vidro. Entre as diversas palestras que integram a programação, destacam-se: 1 - Universidade do Som A palestra “Panorama Mundial do Desempenho Acústico das Esquadrias”, promovida pela Universidade do Som, empresa de São Paulo especializada na área de acústica, abordará as últimas tendências no segmento de janelas com alto desempenho. “Estarei voltando do maior congresso sobre o assunto no Japão, trata-se do maior evento de acústica no mundo, com mais de 100 países participantes”, destaca Edison Claro de Moraes, diretor da Universidade do Som. 2 - Jobe Soluções A Jobe Soluções, empresa do Rio de Janeiro especializada na instalação de guarda-corpos, apresentará a palestra intitulada “Guarda-Corpo Autoportante Sistema Side By Side”. De acordo com Vagner Bispo, diretor da Jobe Soluções, a palestra abordará assuntos relacionados à instalação do guarda-corpo, equipamento de segurança e proteção presente em diversas construções como casas, edifícios residenciais e comerciais, e locais públicos. “Falaremos sobre o sistema de ancoragem, estrutura de alumínio e vidro adequados para este nicho”, ressalta Vagner. 3 - Vita Componentes A Vita Componentes, empresa de São Paulo especializada na distribuição e fabricação de componentes para esquadrias de alumínio, apresentará durante a palestra “Inovações em Acessórios e Componentes” as últimas novidades na área de roldanas, contramarcos, telas mosquiteiras e pergolados desenvolvidas pela marca. De acordo com Clésio Moreira, engenheiro de produto da Vita Componentes, “os acessórios e componentes são itens que contribuem para um alto desempenho de portas e janelas”. Além das palestras, o SAIE VETRO 2023 contará com exposições de produtos, oportunidades de negócios e networking e sessões interativas para os participantes trocarem experiências e conhecimentos sobre a indústria de esquadrias e vidro. Para mais informações sobre o evento, programação completa de palestras e inscrições, acesse o site oficial do evento.

  • BAIRRO COM CASAS FEITAS EM IMPRESSORA 3D É INAUGURADO NO TEXAS

    A primeira casa do bairro foi inaugurada em Wolf Ranch, um bairro de Georgetown, capital da Guiana, no dia 21 de julho deste ano. O projeto é feito pelas construtoras Icon e Lennar e o escritório de arquitetura BIG. As paredes da casa 3D são feitas por uma impressora robótica de 14 m que usa material à base de concreto. A partir da estrutura das paredes, são instaladas portas, janelas e os telhados com painel solar. A casa modelo está aberta para visitação de potenciais compradores. Algumas unidades já foram vendidas, afirmou Cara Caulkins, porta-voz da Icon à CNN dos EUA. O bairro está programado para receber moradores a partir de setembro. Mais de um terço das paredes das casas já estão impressas. São oito tipos de plantas e a metragem varia de 150 a 200 m². Segundo o Icon, as casas terão de três a quatro quartos, além de dois a três banheiros. Os valores variam entre US$ 475 mil (R$ 2,2 milhões) e US$ 599 mil (R$ 2,8 milhões). Fonte: Uol

  • SÃO PAULO VAI GANHAR 580 NOVOS CONDOMÍNIOS EM 2023

    Projeção da Lello aponta que novos empreendimentos representam 46 mil apartamentos a mais na capital e 5 fatores que podem ajudar na escolha do novo apartamento De acordo com a projeção da Lello, administradora de condomínios, a cidade de São Paulo deve ganhar 580 novos condomínios residenciais em 2023, com base em informações levantadas junto ao mercado de incorporadoras e construtoras. Segundo a administradora, os novos empreendimentos a serem entregues até o final deste ano representam um total de 46 mil apartamentos a mais na capital paulista. A projeção é de que entre 2023 e 2025 serão entregues 1,7 mil novos prédios, com cerca de 168 mil apartamentos e 650 mil novos moradores nas unidades. Com a ampliação do número de condomínios residenciais, alerta a administradora, é preciso ter atenção na hora de escolher um novo apartamento: o valor de investimento, localização, disposição e conservação dos cômodos e vagas disponíveis na garagem. Porém, o perfil do condomínio também tem sido um ponto crucial para a compra ou aluguel de um imóvel. O bom funcionamento da vida em comum entre os condôminos, a organização dos espaços compartilhados e a praticidade do dia a dia são requisitos essenciais para avaliar a qualidade dos serviços prestados por uma boa administradora. Para Angélica Arbexl, diretora de marketing da Lello Condomínios, o perfil do consumidor atual é diferente comparado há uma década. “As pessoas já entenderam que não é possível viver em uma bolha, uma ilha. Tudo que está em volta do seu apartamento importa tanto quanto o que você tem porta adentro. Escolher o ambiente onde você vai viver é um fator decisivo para o índice de felicidade que você vai ter em sua nova casa. E isto está nos detalhes e muitas vezes no que não pode ser percebido em apenas uma ou duas visitas”, explica. Segundo a executiva, a escolha do condomínio não deve ser mensurada apenas pelo valor que cabe ou não no bolso do consumidor. Segundo Angélica, é preciso ativar o alerta para o que ele oferece e o quanto isso tem afinidade com o seu jeito de viver. “O condomínio deve ser um facilitador na vida do morador. E o quanto ele consegue agregar na rotina dos condôminos, fornecendo soluções para o dia a dia, é o que será levado em conta na hora de escolher o novo apartamento”, observa. Para auxiliar quem está à procura de um novo imóvel, a Lello elencou cinco fatores que hoje são essenciais para a escolha de um condomínio. Dessa forma, os interessados em alugar ou comprar um novo apartamento podem avaliar as opções e tomar uma decisão mais acertada e consciente. 1. Conheça o condomínio O primeiro passo é o mais importante. É preciso conhecer o condomínio e o que ele costuma oferecer aos moradores. Conhecer significa perguntar, principalmente para as pessoas que não têm interesse direto na realização da transação imobiliária. Converse com o zelador do condomínio. Faça perguntas sobre o perfil dos moradores. Descubra se é um condomínio com mais famílias ou com moradores sozinhos. Outra coisa que ajuda é saber se os moradores são unidos, se fazem festas de natal, festas juninas. E observe as áreas comuns. Veja se existem iniciativas contemporâneas como hortas, por exemplo. Tudo isso vai te trazendo pistas sobre como é, de verdade, morar naquele lugar. Se você adora animais, conheça as regras do condomínio. Pergunte sobre os espaços para pets. Você tem crianças, veja quantos espaços comuns são destinados a elas. Assim, combinando a sua expectativa com o que o condomínio oferece, as chances de acertar são muito maiores. 2. Soluções em poucos cliques Na correria do dia a dia, resolver um problema de forma rápida e prática é um diferencial. Por isso, é importante considerar uma administradora que preza por inovação e possa oferecer soluções digitais para questões comuns à rotina de uma vida condominial, como: reserva das áreas comuns; acesso aos boletos e correspondências; participar de assembleias digitais; visualizar comunicados; autorizar entrada de visitantes; cadastrar seus veículos; e se comunicar com a portaria. Pensando na vida corrida que os moradores têm, a Lello lançou um aplicativo que facilita a vida dos condôminos. Atendendo às necessidades mais corriqueiras, além de possibilitar a contratação de serviços de limpeza e lavanderia e um seguro residencial, por exemplo. “O condomínio é um serviço, você precisa que ele seja tão digital quanto todos os outros serviços que você consome”, afirma Angélica. 3. Assembleias Saber como funcionam as assembleias condominiais é um ponto essencial. Quem mora em comunidade compreende a importância democrática de tomar decisões para o bem comum dos moradores. Uma responsabilidade necessária, que muitas vezes não consegue ser adotada por todos os condôminos. Nos últimos dois anos, as reuniões tiveram uma presença maior de moradores. Desde que a Lello adotou as assembleias digitais, a princípio como uma medida emergencial no período de Covid, a presença nas assembléias teve em média 60% de presença dos condôminos, o dobro comparado com o modelo presencial e um registo de 100% das atas. Mais uma dica aqui, leia a última ata de aprovação de orçamento ou eleição de síndico no condomínio que você pretende morar. Esse documento dirá muito sobre o perfil dos moradores e pode te dar uma ideia de como poderá ser a relação com os seus futuros vizinhos. 4. Cotas e boletos As cotas condominiais são valores cobrados mensalmente de cada condômino para arcar com as despesas comuns da vida em comunidade, como os serviços, manutenções e melhorias das áreas comuns do condomínio. As despesas relativas às partes de uso exclusivo de um condômino não entram no rateio. Porém, há condomínios que conseguem unificar algumas despesas comuns como água e gás no valor total das cotas condominiais. Outra maneira de tornar a experiência de viver em um residencial é ter a praticidade de boletos digitais. Desde 2019, a Lello adotou o Papel Zero, um projeto idealizado para diminuir o uso de papel dentro dos condomínios e tornar a vida dos condôminos mais prática. A campanha já gerou benefícios para o meio ambiente e mais de 202,7 mil boletos deixaram de ser impressos mensalmente, representando mais de 2,4 milhões por ano, além de todo volume de impressões na empresa que caiu drasticamente nos últimos 38 meses. 5. Soluções sustentáveis Condomínios que contam com soluções que promovam a qualidade de vida, a formação de comunidades mais fortes e unidas e a responsabilidade ambiental têm ganhado visibilidade. Foi pensando nisso que foi criado a LelloLab, um laboratório da vida comum. Nele, experimentamos soluções para quem vive nos condomínios administrados pela Lello e toda a sociedade no entorno. Um dos projetos, em parceria com o Instituto Muda, é o LelloRecicla, uma forma de promover treinamentos com os colaboradores, condôminos e funcionários do lar para a coleta consciente do lixo. Outras ações como a implementação de hortas urbanas, energia renovável e economia de água também são ações ativas que estão presentes nos residenciais e imóveis administrados pelo Grupo Lello. Esses e outros benefícios podem ser um bom atrativo não só para o dia a dia do morador, mas também um ativo que agrega valor ao imóvel. Fonte: Lello Condomínios/Agência VFR

  • CONHEÇA O SISTEMA DE FONTE SOLAR OFF GRID, QUE NÃO DEPENDE DA ENERGIA ELÉTRICA

    O apagão que afetou parte do Brasil nesta manhã de terça-feira (15) começou a ser registrado nos sistemas do Operador Nacional do Sistema (ONS) exatamente às 8h31 no horário de Brasília. Segundo a Neoenergia, a falta de luz foi causada por uma ocorrência de grande porte no Sistema Interligado Nacional e que afetou quase todos os estados. A queda de luz repentina mostra a importância das energias alternativas ou tecnologias autônomas, como a fonte solar, que possui um sistema independente das redes de concessionárias de energia elétrica, o off grid . Quando há irradiação solar, o efeito fotovoltaico ocorre e tem-se a produção de energia elétrica através dos painéis solares. No entanto, a presença do sol ao longo do dia é inconstante, o que torna a geração de energia intermitente, variando muito ao longo de um dia. A “incerteza” quanto à geração de energia cria a necessidade de utilização de um dispositivo para armazenar a ca rg a p roduzida nos períodos de sol, permitindo ao consumidor utilizá-la em horários em que não há tanta irradiação, ou mesmo durante a noite. Nos sistemas off grid , a energia excedente gerada é armazenada em equipamentos, normalmente baterias, que são dimensionadas para oferecer energia por um período sem irradiação determinado. Esses sistemas podem funcionar de maneira independente da rede da concessionária de energia elétrica. Nos sistemas on grid , o armazenamento não é realizado em nenhum equipamento. A energia gerada durante os períodos com irradiação solar é consumida instantaneamente e o restante é injetado na rede da concessionária. Esse “crédito” gerado pela produção excedente é contabilizado e será descontado do consumo de energia fornecido pela concessionária nos períodos em que não há sol. Fonte: HCC Energia Solar

  • A RELAÇÃO DO USUÁRIO COM AS JANELAS

    *Por Fernando Simon Westphal Quando falamos em eficiência energética nas edificações, o projeto das fachadas recebe atenção na escolha dos materiais, nos elementos de vedação opacos (paredes e coberturas) e transparentes. Esses últimos correspondem às esquadrias e estruturas em pele de vidro e nesses elementos a busca por maior eficiência concentra-se no tipo de vidro e dispositivos de proteção solar. Evidentemente, o padrão de abertura das esquadrias também é importante, pois pode permitir um bom aproveitamento da ventilação natural, que é desejável em todo o território brasileiro, mas nem sempre é fácil de ser incorporada nos projetos de edificações comerciais ou de serviços. Mas outro quesito que vem ganhando espaço nas pranchetas de projeto e discussão acerca da qualidade do ambiente construído é o acesso visual ao exterior e contato com a luz natural. Um estudo recente, publicado em meados de 2022 pelo Lawrence Berkeley National Laboratory (LBNL), da Califórnia, referência em pesquisas sobre vidros e esquadrias, aponta os próximos passos em pesquisa e inovação sobre esses dois critérios de projeto. Os pesquisadores trazem uma série de referências científicas de outros estudos que confirmam a influência positiva do contato visual com o exterior sobre a saúde das pessoas. Não apenas por conta do ciclo circadiano, ou seja, nossa necessidade fisiológica de contato com os ciclos naturais de dia e noite, mas também devido aos benefícios ainda pouco explicados sobre o contato visual com paisagens agradáveis. Algumas pesquisas vão mais fundo e arriscam a buscar a definição matemática de uma “vista agradável”, relacionando fração de área verde, porção de céu e de cidade que estão contempladas numa área visível a um posto de trabalho em um escritório, por exemplo. No meio do caminho, entre o ambiente de trabalho e o exterior, encontramos as esquadrias e seus elementos de proteção solar e controle de ofuscamento. Quem dera o contato visual com o exterior e acesso à luz natural com qualidade fossem alcançados apenas com a instalação de uma janela com vidro na fachada. No passado, isso foi uma grande revolução na arquitetura. Depois, com o advento da energia elétrica, o dimensionamento das aberturas nas fachadas passou a ganhar atenção como uma estratégia para minimizar o uso de iluminação artificial. Atualmente, com componentes de iluminação do tipo LED, de baixa potência instalada e consumo de energia reduzido, o aproveitamento da luz natural volta aos projetos como uma estratégia para promover o bem-estar e a produtividade. Hoje, com todo o conhecimento científico acerca das questões apontadas acima, sabemos que o aproveitamento da luz com qualidade requer boa reprodução de cores, boa distribuição dos níveis de iluminação e controle de ofuscamento. Tudo isso dificilmente será alcançado com uma “simples” janela. A especificação de vidros de controle solar permite melhor balanceamento de luz e calor, especialmente necessário em climas quentes. Já falamos bastante sobre isso nesta coluna. Mas o comportamento do ambiente externo é dinâmico. Então o uso de vidros de controle solar ou elementos de proteção fixos têm seus potenciais limitados. O que se observa é uma tendência para a busca por soluções de automação das fachadas, seja por controle das propriedades ópticas dos vidros, com o uso de vidros eletrocrômicos, ou pela automação do movimento de persianas e cortinas. Os autores da pesquisa citada acima colocam um desafio interessante: como podem os sistemas de ar-condicionado terem evoluído tanto em automação nas últimas décadas, sendo sistemas altamente complexos, e uma simples janela e sua cortina continuam dependendo do controle manual do usuário ao longo do dia? Referência bibliográfica LEE, Eleanor S.; MATUSIAK, Barbara Szybinska; MORODER, David Geisler; SELKOWITZ, Stephen E., HESCHONG, Lisa. Advocating for view and daylight in buildings: Next steps, Energy and Buildings, Volume 265, 2022, 112079, ISSN 0378-7788, https://doi.org/10.1016/j.enbuild.2022.112079 . *Os artigos publicados com assinatura são de responsabilidade dos respectivos autores e podem não interpretar a opinião da revista. A publicação tem o objetivo de estimular o debate e de refletir as diversas tendências do mercado, com foco na evolução da indústria de esquadrias e vidro.

  • PLACO LANÇA PROGRAMA PARA CAPACITAÇÃO PROFISSIONAL SOBRE DRYWALL

    Em parceria com a Academia Saint-Gobain, os treinamentos são práticos e gratuitos A Placo, fabricante de soluções construtivas para ambientes internos, lança o Placo Ensina, programa que visa promover treinamentos presenciais sobre drywall . A iniciativa oferece cursos presenciais nas unidades da Academia Saint-Gobain em todo o Brasil, com certificação e treinamentos divididos em básico, intermediário e avançado, sendo diferentes conteúdos de acordo com cada conhecimento e experiência dos participantes a respeito do sistema drywall . Com vagas limitadas, os cursos são gratuitos e oferecem aos participantes que conheçam melhor as soluções da Placo, as normas vigentes e o passo a passo de montagem. Os treinamentos são realizados em três níveis. O básico é destinado a quem quer conhecer ou reciclar o conhecimento sobre sistema de drywall e suas aplicações, aprendendo sobre instalação de paredes e forro FHP. O intermediário é ideal para quem já trabalha com drywall e quer conhecer outras soluções de maior desempenho, aprendendo sobre instalação de paredes com a placa Performa e forro F530 com a placa LEV. Já o treinamento avançado é voltado para quem já trabalha e conhece soluções de alto desempenho e quer ir além, aprendendo sobre instalação em LSF e vedações externas com Glasroc X. Nas próximas etapas o curso irá viajar o país com aulas em Jandira nos dias 16 e 17 de agosto, 12 e 13 de setembro e 10 e 11 de outubro; em Esteio (RS) nos dias 30 e 31 de agosto, 19 e 20 de setembro e 24 e 25 de outubro; e em Camaçari nos dias 23 e 24 de agosto, 05 e 06 de setembro e 17 e 18 de outubro. Além dos treinamentos presenciais, os profissionais que se interessarem sobre o tema podem realizar os cursos de forma online e também gratuitos, disponíveis no Parceiro da Construção , com aulas desde fundamentos do drywall, até especialistas em drywall. Para inscrições e mais informações, acesse: https://cloud.mkt.placo.com.br/placo-ensina Fonte: Placo e Saint-Gobain/JeffreyGroup

  • OS DIVERSOS TIPOS DE PINTURAS DO ACM

    *Por Johnny Vieira de Souza – responsável pelo departamento de projetos da Projeto Alumínio, arquiteto e professor universitário Saiba os diferenciais das séries que vão muito além de questões estéticas No início dos anos 2000, o ACM começou a ter utilização em maior escala no Brasil. Naquela época existiam basicamente dois tipos de produtos comercializados: os materiais popularmente conhecidos como “3mm”, que eram produtos utilizados para comunicação visual (totens, letreiros, placas, pequenos revestimentos internos, entre outras aplicações); e os materiais de “4mm”, conhecidos popularmente como produtos para revestimento externo de grandes prédios (fachadas em geral). Com o passar dos anos, o ACM passou a ter uma grande diversidade de características, tanto no cenário técnico, como no estético. As características físicas do ACM se diversificaram, como variedade na espessura das lâminas de alumínio, tipos de núcleo (saiba mais aqui) e espessuras total dos painéis (lâminas + núcleo), como também nas características estéticas como a diversidade de cores e acabamentos. Dentre todas as características técnicas, o tipo de pintura é uma das que mais influenciam no custo-benefício do material, está diretamente ligada ao preço final do produto e não possui características físicas visíveis que possam ser identificadas no momento da instalação, entretanto apresentam diferentes desempenhos a médio e longo prazos. ACM DE QUALIDADE, REQUER COMPRA DE FABRICANTE CONSOLIDADO Dentre todas as variáveis existentes no ACM, o tipo de resina (pintura), talvez seja a mais oculta, pois não é possível perceber qual tipo de pintura (qualidade da resina) empregada no painel apenas por observação visual. A documentação na forma de comprovante de compra da resina (pintura), fornecida pelo fabricante das lâminas, não é garantia que a tinta utilizada possui as características desejadas, mas é uma forma de assegurar posteriormente os direitos legais do cliente sobre o fabricante do painel. Os problemas associados a pintura, quando existentes, serão perceptíveis após anos de exposição a intempéries. Quando isso ocorre, a obra estará pronta a certo tempo, e o custo de instalação já absorvido. Além disso, haverá necessidade de troca do ACM, incluindo custo do novo material, acessórios, transporte, usinagem, mão de obra de desinstalação, mão de obra de reinstalação, locação de andaimes e estruturas, além do descarte do produto substituído. A melhor forma de se precaver dos problemas, principalmente associados ao tipo de pintura do painel, é adquirir um ACM de qualidade comprovada, através de uma empresa séria e consolidada, com colaboradores treinados, a fabricante poderá oferecer ao cliente o material ideal para a sua obra, de acordo com os critérios técnicos de localização (saiba mais aqui), tipologia, paginação e tempo de vida útil, o que proporciona uma venda consolidada. A Projeto Alumínio, fabricante de painéis de ACM de alta performance, oferece aos clientes um corpo técnico qualificado, que poderá auxiliar o cliente na escolha do tipo de pintura correto para a obra, além de ter garantia premium nos produtos do seu portfólio, em conformidade com as exigências e características de todos os tipos de obras. COMPOSIÇÃO DA PINTURA A tipologia da pintura, não está associada a questões estéticas (cores e acabamentos), mas sim ao tipo de resina utilizada no painel. A pintura do ACM é composta basicamente por 4 elementos, sendo: I) pré-tratamento (cromatização, anodização, passivação); II) primer (poliéster, epóxi, coastal, PU); III) tinta (poliéster, Super Poliéster, PVDF, FEVE); e IV) verniz (Nano, anti-pichação). A tinta, é composta basicamente por três ingredientes, sendo: - Resina: é o que determina a característica de desempenho associada à abrasão, riscos, intempéries, UV e mecânicas (adesão, dureza e flexibilidade). Existem vários tipos de resinas, sendo as principais do mercado mundial: PVDF, FEVE, Poliéster, Époxi e Acrílica. Os principais fabricantes são: Arkema que produz a resina Kynar, além da Solef e Hylar que produzem a resina PVDF; - Pigmentos: tem como função garantir a capacidade de resistir à descoloração. Existem três tipos, sendo: I) orgânicos: são na sua maioria produzidos via petróleo e o carvão de hulha (ftalocianinas, quinacridonas, dioxazinas, azoicos, hansa, entre outros. São mais suscetíveis a descoloração quando sujeitas à alta incidência solar. As principais cores são: vermelho, amarelo, laranja, azul, verde e variações próximas; II) inorgânicos: são obtidos da prospecção do solo e seus óxidos e sais metálicos. Como exemplo, as terras naturais, os cádmios, cobaltos, zinco, titânio, entre inúmeros outros; - Solventes: são substâncias voláteis e funcionam como meio para promover a facilidade de aplicação na consistência desejada para boa dispersão. Não possui nenhum efeito na propriedade final da tinta. Em resumo, a tinta para ter qualidade, deve conter resina e pigmento de procedência. Tintas com resina de qualidade e pigmento ruim, tem como resultado uma tinta ruim. Tintas de baixa qualidade, possuem mal desempenho de vida útil, com grande desgaste em um curto espaço de tempo, principalmente em instalações externas (intempéries). Uma pintura de baixa qualidade e ou instalada em local inapropriado, gera perda de brilho e tonalidade, pode ter calcinação, além do efeito giz (branqueamento), fatores que trazem aspectos visuais não desejados ao painel. OS DIFERENTES TIPOS DE PINTURAS, CONFEREM DIFERENTES PREÇOS E GARANTIAS VARIADAS A tipologia da resina (pintura) confere diferentes tipos de garantia (saiba mais aqui) e performance na vida útil do produto. As séries possuem pinturas com camadas e espessuras diferentes, de acordo com a finalidade para qual foi desenvolvida. Abaixo foi relacionado as séries que possuem os principais tipos de resinas (pintura), da fabricante Projeto Alumínio, uma das maiores do Brasil. Série COASTAL Utiliza a resina (pintura) PVDF Flurothane Coastal importado através da Sherwin Williams dos Estados Unidos, trata-se de um fluoropolímero premium, desenvolvido para ambientes costeiros mais extremos (0 a 1500 m do mar). Trata-se de um sistema único, formado pela composição de um primer de alta camada e um PVDF específico para regiões beira mar. Possui excelente desempenho aos raios ultravioletas (UV), excepcional retenção de brilho, estabilidade de cor e alta resistência à calcinação a partir de névoa salina. Esta série possui opção de núcleo FR (Fire Resistant – Resistente ao Fogo), classe IIA. Série KYNAR Utiliza PVDF premium, marca Fluropon fabricado pela Sherwin Williams, trata-se do tradicional sistema de PVDF que é a composição mais pura e de alta performance. O PVDF é reconhecido a mais de 30 anos nos Estados Unidos, pela excepcional resistência a sujeira, manchas, resistência aos raios ultravioleta (UV), estabilidade de cor, brilho, flexibilidade, formabilidade, além de resistência à calcinação, degradação química e efeito giz. Esta série possui opção de núcleo FR (Fire Resistant – Resistente ao Fogo), classe IIA. Série FEVE Trata-se de uma resina específica para utilização em cores vibrantes e de alto brilho, possui extrema retenção de brilho, além de uma estabilidade de cor e performance superior para cores primárias, é uma tecnologia fabricada nos Estados Unidos e Europa com a marca Illumipon da Sherwin Williams. Ideal para uso em ambientes externos, sendo utilizada em acabamentos de alta performance, ultra resistentes a intempéries, e mantém excelente aparência com longa vida útil. Esta série possui opção de núcleo FR (Fire Resistant – Resistente ao Fogo), classe IIA. Série SUPER POLIÉSTER Trata-se de uma resina de Poliéster de alta performance aplicada com primer, conhecida como VHDPE. É um revestimento indicado para todos os tipos de aplicações internas e externas, com garantia para uso externo de 7 anos. Esta série possui opção de núcleo FR (Fire Resistant – Resistente ao Fogo), classe IIA. Série ALUSIGN (Poliéster) Comercializada como Alusign pela Projeto Alumínio, é uma série exclusiva para comunicação visual, indicada para revestimento interno, sem exposição à luz solar. Trata-se de um produto leve e flexível, fabricado com uma camada poliéster aplicada diretamente ao metal, que garante ótimo acabamento para revestir pilares, escadas rolantes, painéis decorativos, divisórias, forros, entre outros. Embora as séries mais conhecidas são as relacionadas acima, através da tabela de garantias da Projeto Alumínio (figura 6), observa-se que há diversas outras que conferem garantias e restrições de uso distintas. COMPARATIVO ENTRE RESINAS – DESEMPENHO Resinas à base de Poliéster são recomendadas para ambientes internos, longe da ação dos raios UV, e possuem durabilidade média. Se colocados em ambientes externos, desbotam com rapidez e passam pelo processo de branqueamento. Estes efeitos são comuns de serem observados, quando o ACM com este tipo de resina é instalado em fachadas, principalmente em pequenas obras, onde não há consultores técnicos e nem exigência de performance dos produtos adquiridos. As resinas à base de PVDF são duráveis e recomendadas para ambientes externos. O PVDF também possui marcas, uma das mais respeitadas no mercado é a Kynar, e a longevidade da cor em relação ao desbotamento depende diretamente da composição adicionada à tinta. Fabricantes como a Sherwin Williams utilizam 70% da resina Kynar na composição, o que garante ótima vida útil com garantia de performance de 20 anos ou mais. Alguns fabricantes ou produtos de menor performance poderão utilizar uma proporção menor desta resina, o que não garantirá o mesmo desempenho, principalmente a longo prazo. A verificação da tinta do ACM é composta por um procedimento que não é simples, a medida da espessura da camada de tinta é feita em laboratórios com equipamentos especializados, o simples ultrassom não garante a precisão requerida. No comparativo de desgaste natural das amostras (figura 7) observa-se que a resina Kynar manteve a uniformidade e houve pouca perda na intensidade da cor em 10 anos de exposição. Com 17 anos de exposição, a perda da intensidade da cor é uniforme e não há branqueamento, diferente do que ocorre com a resina Poliéster, com perda acentuada da cor, não uniformidade e branqueamento. Nos testes de resistência a intempéries, observa-se na figura 8, que as resinas Kynar e Poliéster possuíam desempenho similar apenas na resistência a umidade, nas demais condições avaliadas, a resina Kynar obteve desempenho superior. É importante ressaltar que as resinas Kynar e FEVE possuem qualidade equivalentes. A maior diferença entre elas é o acabamento relacionado ao brilho. As tintas com PVDF Kynar tem acabamento em baixo ou médio brilho (semi brilho), já as tintas com FEVE possuem performance para alto brilho e cores vibrantes, como amarelo, laranja, por exemplo. CONCLUSÃO O tipo de pintura (resina) é um dos principais elementos do ACM, entretanto não é um fator que pode ser conferido de modo simples pelo cliente. Geralmente, os problemas associados à qualidade/tipo de pintura tendem a aparecer após alguns anos de instalação. Adquirir produtos de fabricantes consolidados, estar atento aos valores praticados no mercado, em conformidade com o produto/exigência de performance da obra, além de exigir certificação de garantia do material comprado, são fatores que poderão resguardar o comprador no futuro e evitar grandes problemas. *Os artigos publicados com assinatura são de responsabilidade dos respectivos autores e podem não interpretar a opinião da revista. A publicação tem o objetivo de estimular o debate e de refletir as diversas tendências do mercado, com foco na evolução da indústria de esquadrias e vidro.

  • DESVENDANDO OS MISTÉRIOS DA QUEBRA ESPONTÂNEA DO VIDRO TEMPERADO

    *Por Fernanda Krentkowski, empresária Como estudiosa e curiosa que sou, com anos de experiência trabalhando com vidro temperado, sinto-me compelida a abordar o intrigante tópico da quebra aparentemente espontânea deste material resistente e versátil. Ao longo de minha jornada como empresária do ramo da serralheria de alumínio, deparei-me com diversos mitos e equívocos sobre o vidro temperado e a quebra supostamente "sem motivo" é um dos mais comuns e mal compreendidos. Neste artigo, compartilharei um pouco do que garimpei sobre esse fenômeno, desmistificando-o e fornecendo uma perspectiva fundamentada sobre o tema. A ARTE DO VIDRO TEMPERADO Antes de mergulharmos no enigma da quebra espontânea, é essencial entender o processo de fabricação do vidro temperado e as propriedades que o tornam uma escolha tão popular em diversas aplicações. O vidro temperado é criado através de um método de têmpera, que envolve um processo cuidadosamente controlado de aquecimento acima dos 600 ºC e resfriamento rápido. Esse tratamento térmico cria uma camada superficial comprimida e um núcleo tensionado, o que aumenta significativamente sua resistência mecânica em cinco vezes e, torna-o mais seguro em caso de quebra, fragmentando-o em pequenos pedaços arredondados com cerca de 1cm de diâmetro em vez de estilhaços perigosos. A QUEBRA ESPONTÂNEA: MITO OU REALIDADE? Alegações sobre a quebra espontânea do vidro temperado podem gerar apreensão e insegurança nos consumidores. É importante destacar que o termo "quebra espontânea" pode ser enganador e carece de uma análise completa do que está realmente acontecendo. Em suma, existem duas hipóteses para explicar a quebra espontânea do vidro temperado. 1. Contaminação com Sulfeto de Níquel: Os constituintes básicos do vidro moderno são 72% sílica, 13% soda Ash, 12% calcário e mais uma pequena quantidade de feldspato. Entretanto, no processo de fabricação do vidro pode ocorrer a contaminação com uma substância não desejada: o sulfeto de níquel. Um dos primeiros autores a estudar esse fenômeno foi o engenheiro elétrico especializado em processo de têmpera de vidro chamado Jonathan Barr. Ele publicou o livro “The Glass Tempering Handbook - Understanding the Glass Tempering Process” (“O Manual de Têmpera de Vidro - Entendendo o Processo de Vidro Temperado”) no qual explica que essa partícula de sulfeto de níquel pode contaminar a chapa de vidro ainda na sua fabricação durante o processo de flutuação no estanho, e que o sulfeto de níquel tem duas conformações moleculares. A fase Alfa, quando o vidro está quente, e a fase Beta, é quando o vidro está frio. Durante o processo de têmpera, quando o “vidro contaminado” é aquecido a mais de 600°C, o sulfeto de níquel entra na conformação Alfa e, quando resfriado, retorna a conformação Beta, sendo essa última até 4% menor em tamanho do que na fase Alfa. Esse retorno à fase Beta, ou seja, ao tamanho menor, pode ocorrer em horas, dias ou em anos. Por isso o termo “quebra espontânea”. Atualmente, as indústrias que produzem o vidro, possuem processos altamente controlados e padronizados para que não ocorra essa contaminação indesejada. Assim, essa “quebra espontânea” causada pela presença do sulfeto de níquel é raríssima. DANOS E TENSÕES EXTERNAS O vidro temperado é notável por sua capacidade de suportar choques e pressões consideráveis. No entanto, mesmo a resistência inerente do vidro tem seus limites. Qualquer dano anterior, como arranhões ou lascas, pode enfraquecer a integridade estrutural do vidro e, com o tempo, levar à quebra sob tensões adicionais. O vidro temperado é considerado autoportante podendo ser instalado somente com ferragens, como é o caso do box de banheiro tradicional, sem a necessidade de estruturas ou quadros em volta do vidro. Alguns dos principais benefícios desse tipo de instalação é o baixo custo do produto, a rapidez na instalação e o efeito visual arquitetônico limpo e minimalista. Entre as desvantagens encontram-se manutenções ou regulagens nas ferragens instaladas diretamente no vidro temperado. Essas devem ser realizadas por profissional vidraceiro com experiência a fim de evitar danos no vidro que podem levar a uma “quebra repentina”. Os danos causados por batidas, manutenções ou instalações incorretas normalmente não são percebidos de imediato, sendo evidenciados, somente quando ocorre a “quebra aparentemente sem causa” do vidro. Como esse processo não pode ser supervisionado e controlado, torna-se a causa mais comum de quebra espontânea dos vidros temperados. A IMPORTÂNCIA DA QUALIDADE E INSTALAÇÃO ADEQUADA Como mestre vidreiro, destaco que a qualidade do vidro temperado e sua instalação são cruciais para garantir sua durabilidade e segurança. A escolha de um fornecedor confiável e experiente é essencial para minimizar defeitos de fabricação e garantir que o vidro atenda a todas as normas de qualidade. Da mesma forma, uma instalação adequada é um fator determinante para a prevenção de quebras prematuras. Uma instalação mal executada pode criar tensões desnecessárias no vidro ou limitar sua capacidade de expansão e contração natural em resposta às mudanças térmicas. Em suma, o vidro temperado não quebra espontaneamente. O processo pode ser explicado por fatores como defeitos de fabricação, danos prévios e tensões externas. Os núcleos de níquel-sulfeto também podem desempenhar seu papel, embora sejam casos raros. O vidro temperado continua sendo uma escolha segura e confiável para várias aplicações, desde que seja devidamente fabricado, instalado e mantido. Para garantir a durabilidade e segurança do vidro temperado, é essencial que ele seja produzido por fabricantes confiáveis e que seja instalado e mantido adequadamente, evitando danos ou tensões excessivas que possam levar à quebra. Além disso, em caso de quebra, a limpeza e o reparo devem ser realizados por profissionais qualificados para garantir a substituição adequada do vidro. Com essas precauções, o vidro temperado continuará a ser uma excelente escolha para diversas aplicações em nossa vida cotidiana. *Os artigos publicados com assinatura são de responsabilidade dos respectivos autores e podem não interpretar a opinião da revista. A publicação tem o objetivo de estimular o debate e de refletir as diversas tendências do mercado, com foco na evolução da indústria de esquadrias e vidro.

  • SISTEMA PARA ESQUADRIAS DE ALTO DESEMPENHO DA DE TONI COMPONENTES E PERFIS

    “Uma solução versátil e eficiente”, de acordo com Ademir Althaus A fabricante de componentes para esquadrias de aço, PVC e alumínio, De Toni Componentes e Perfis, apresenta o sistema para esquadrias de alto padrão. “Um conjunto de componentes projetados para elevar a qualidade das suas portas e janelas de alumínio, oferecendo uma experiência superior tanto em estética quanto em funcionalidade”, afirma Ademir Althaus, gerente da marca. ROLDANAS PARA PORTAS E JANELAS DE ALUMÍNIO “Uma das características distintivas do projeto é a sua versatilidade. As roldanas incluídas são projetadas para atender tanto a linha de 25 mm quanto a linha de 32 mm, garantindo que suas esquadrias estejam sempre bem equipadas e prontas para desempenhar com perfeição”, detalha o gerente. “O diferencial do nosso sistema fica evidente no calço lateral inteligentemente projetado. Com ele, a regulagem das esquadrias se torna um processo simples e eficiente, proporcionando ajustes precisos sem complicações, para que você obtenha o encaixe perfeito a cada instalação”, completa. Reprodução: De Toni Componentes e Perfis CONTRA FECHOS EXCLUSIVOS Pensando na segurança e praticidade, o kit apresenta contra fechos exclusivos para a linha de alumínio. “Além de garantir um fechamento seguro, estes possuem um sistema de instalação de ajuste simplificado, tornando o processo rápido e eficaz”, afirma Althaus. Reprodução: De Toni Componentes e Perfis CREMONA DE INSTALAÇÃO RÁPIDA "A aplicação da cremona em suas esquadrias nunca foi tão rápida e econômica", relata o gerente. A cremona de 1 ponto é projetada para uma instalação direta, dispensando a necessidade de calços. “Isso significa mais agilidade na montagem, permitindo que você entregue um produto final de alta qualidade em um tempo reduzido”, acrescenta. MAÇANETA STANDARD EM TRÊS CORES ELEGANTES A maçaneta Standard está disponível em três cores: branca, prata e preto. “Com um design elegante e funcional, essas opções de cores proporcionam a flexibilidade de harmonizar perfeitamente com diferentes estilos de ambientes”, comenta Althaus. “Em resumo, o sistema para esquadrias de alto desempenho é a resposta definitiva para quem busca a combinação ideal entre qualidade, versatilidade, segurança e praticidade. Transforme suas esquadrias de alumínio em verdadeiras obras de arte funcional com o nosso kit, garantindo a satisfação de seus clientes e elevando o padrão de excelência das suas criações”, finaliza. Fonte: De Toni Componentes e Perfis

  • PROJETOAL COMPLETA 30 ANOS COM INOVAÇÃO NA IDENTIDADE VISUAL

    “Mantivemos as cores originais e alteramos a arquitetura da marca, deixando-a mais imponente, sofisticada e moderna”, diz Monique Staut Lousa, diretora de marketing Lançada no dia 01 de abril de 2023, data em que a Projetoal comemorou 30 anos, a nova identidade visual foi apresentada na festa de confraternização entre todos os colaboradores. “Até essa data somente a equipe do marketing e diretoria sabiam que estávamos realizando o rebranding , então foi uma surpresa para todos e as reações não poderiam ser melhores, super aprovada e elogiada, acredito que conseguimos alcançar nosso objetivo com sucesso”, afirma Monique Staut Lousa, diretora de marketing. A nova identidade visual foi um resultado da comemoração dos 30 anos da empresa, o objetivo era evoluir o design da marca. “Mantivemos as cores originais e a essência de forma aprimorada, pois já são consolidadas no mercado, e alteramos a arquitetura da marca, deixando-a mais imponente, sofisticada e moderna. Era necessário também distinguir a empresa Projetoal das marcas Projeto Alumínio, Dfix (produtos para fixação de ACM, vidros, metais, plásticos e outros), PolyClear (policarbonato alveolar e o policarbonato compacto) e Solcril (tecidos acrílicos), onde havia muita confusão pelo fato de as logomarcas serem as mesmas. Precisávamos passar que Projetoal é o nome da empresa e, a Projeto Alumínio, marca do nosso principal produto: o ACM”, explica a diretora de marketing. “As ‘ondinhas’ da logo se atualizaram em uma chapa de ACM tridimensional, deixando-a também mais moderna. Nossa ideia era transmitir o que o grupo representa: confiança, solidez e referência, buscando inovação com criatividade e durabilidade”, complementa Monique. O rebraning é um reflexo das mudanças que estão ocorrendo internamente na empresa, no quesito de inovação, postura e amadurecimento, conforme a profissional. “A Projetoal está em constante evolução e a logomarca precisa acompanhar esse crescimento e modernidade”. A PROJETOAL Os sócios trabalhavam na empresa Alcan e, em 1994, com a decisão da empresa de fechamento da unidade de São José do Rio Preto (SP), decidiram assumir como uma distribuidora, vendendo telhas de alumínio e perfis para esquadrias. Em 1997 iniciou com a importação do alumínio composto e após 20 anos se aventuram em uma fábrica de ACM. Hoje, a Projetoal possui uma operação completa: importação, exportação, logística e fabricação. Centros de distribuição em pontos estratégicos espalhados pelo Brasil: São José do Rio Preto (SP), matriz, São Paulo (SP), Bauru (SP), Vitória (ES), Curitiba (PR) e Recife (PE), além de representantes em outros estados do país. A fábrica conta com mais de 10.000m² de área construída, planos de ampliação e novos produtos, buscando sempre a excelência no que faz. Atualmente, a marca trabalha com painéis resistentes a chamas, que já são amplamente utilizados por arquitetos europeus e americanos, medidas, pinturas, texturas e espessuras exclusivas são diferenciais que a empresa coloca à disposição de seus clientes, conforme a Projetoal. Fonte: Projetoal

  • GRANDES USINAS SOLARES ATINGEM 10 GIGAWATTS E ULTRAPASSAM R$ 44 BILHÕES DE INVESTIMENTOS NO BRASIL

    Na última década, estes empreendimentos fotovoltaicos geraram mais de 304,1 mil empregos e proporcionaram cerca de R$ 16 bilhões em arrecadação aos cofres públicos O Brasil acaba de ultrapassar a marca histórica de 10 gigawatts (GW) de potência operacional nas grandes usinas solares, o equivalente à mais da metade da capacidade instalada da hidrelétrica de Itaipu, segunda maior do mundo. De acordo com a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), desde 2012, o segmento já trouxe mais de R$ 44 bilhões em novos investimentos e mais de 304,1 mil empregos acumulados, além de proporcionar cerca de R$ 16 bilhões em arrecadação aos cofres públicos. Rodrigo Sauaia, CEO da Absolar, ressalta que, além de ser uma fonte competitiva e limpa, a maior inserção da energia solar em grandes usinas é fundamental para o país reforçar a sua economia e impulsionar o processo de transição energética e reindustrialização. “A fonte solar é parte desta solução e um verdadeiro motor de geração de oportunidades, novos empregos e renda aos cidadãos”, aponta. Para Ronaldo Koloszuk, presidente do Conselho de Administração da Absolar, o crescimento acelerado da energia solar é tendência mundial. “O Brasil possui um dos melhores recursos solares do planeta, o que abre uma enorme possibilidade para a produção do hidrogênio verde (H2V) mais barato do mundo e o desenvolvimento de novas tecnologias sinérgicas, como o armazenamento de energia e os veículos elétricos”, diz. “Segundo estudo da consultoria Mckinsey, o Brasil poderá ter uma nova matriz elétrica inteira até 2040 destinada à produção do H2V. Para tanto, o País deverá receber cerca de R$ 1 trilhão em investimentos no período, como geração de eletricidade, linhas de transmissão, unidades fabris do combustível e estruturas associadas, incluindo terminais portuários, dutos e armazenagem”, acrescenta Koloszuk. Fonte: Absolar/Totum Comunicação

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