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  • MAIOR CONSUMO DE ENERGIA COM ONDA DE CALOR ELEVA EM 20% INTERESSE POR FINANCIAMENTO DE PAINÉIS SOLARES NO PAÍS

    Dados da plataforma Meu Financiamento Solar revelam que mês de novembro de 2023 teve pico de simulações de crédito em comparação com outubro O aumento no consumo de energia elétrica no Brasil, impulsionado sobretudo pela onda de calor que atingiu várias regiões nos últimos meses, tem elevado o interesse do consumidor pela instalação de painéis solares como alternativa de eficiência energética e redução de gastos. De acordo com levantamento na plataforma da fintech Meu Financiamento Solar, especializada em financiamento para projetos fotovoltaicos de geração própria de energia no Brasil, o volume de simulações de crédito cresceu 20% no mês de novembro do ano passado em comparação com outubro. Pela análise do Meu Financiamento Solar, a queda recente da taxa Selic, que saiu de 13,25% em agosto para os atuais 12,25%, é outro fator que impulsionou o crescimento da procura por energia solar tanto para residências quanto para empresas. “Embora nosso maior público seja consumidores residenciais, que são os mais impactados pelas altas tarifas de energia elétrica no país, notamos uma procura crescente no financiamento de energia solar para condomínios, que buscam reduzir a conta do consumo das áreas comuns dos prédios”, explica Carolina Reis, diretora do Meu Financiamento Solar.  “Devido ao crescimento dessa demanda de energia, também estamos com muitos projetos de clientes que solicitam expansão de sistemas que já foram instalados, a fim de conter esse aumento do consumo”, acrescenta. Outro ponto fator de crescimento da procura por painéis solares é a proteção contra a inflação energética, que blinda o consumidor das oscilações tarifárias que podem acontecer com escassez hídrica e aplicação de bandeiras vermelhas. Somente nos telhados das residências brasileiras, a energia solar já representa mais de R$ 60,5 bilhões de investimentos acumulados no país. A potência instalada nas casas dos brasileiros ultrapassa a marca de 12 gigawatts (GW), quase a capacidade da usina de Itaipu, a segunda maior do mundo e que possui 14 GW.    Pelo mapeamento do Meu Financiamento Solar, a tecnologia fotovoltaica está presente em mais de 1,6 milhão de residências espalhadas em cerca de 5,5 mil municípios, de todas as regiões brasileiras. SOBRE O MEU FINANCIAMENTO SOLAR O Meu Financiamento Solar é a maior fintech de financiamento para energia solar do Brasil, com aprovação 100% digital, rápida e segura. Solução do Banco BV, nasceu de forma independente em 2020 com o intuito de tornar o uso de sistemas fotovoltaicos mais acessível, e em 2021 atingiu mais de 40 mil propostas pagas.   meufinanciamentosolar.com.br Fonte: Meu Financiamento Solar/Totum Comunicação

  • EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL: VEJA AS REGRAS REGULAMENTADAS PELA NR 6

    O Brasil registrou 423.217 acidentes de trabalho em 2021, de acordo com Radar SIT, plataforma do Ministério do Trabalho. Desses, 50.125 acidentes aconteceram pelo impacto do trabalhador contra algum objeto, ou seja, são acidentes que poderiam ter sido evitados com o uso correto de equipamentos de proteção individual (EPI), algo regulamentado através da NR 6. De acordo com Marlon Pascoal Pinto, engenheiro de Segurança do Trabalho e gestor na Engehall, a NR 6 foi editada pelo Ministério do Trabalho em 1978 para regulamentar os artigos da CLT a respeito do uso adequado dos EPIs. “Da mesma forma, ela também determina as responsabilidades das empresas contratantes e os critérios para os fabricantes e importadores. Todo Equipamento de Proteção Individual só pode ser comercializado com a emissão de um Certificado de Aprovação (CA) pelo Ministério do Trabalho e do Emprego”, explica. De acordo com a NR 6, a empresa contratante é a responsável por selecionar os equipamentos de segurança conforme o risco de cada atividade. “A empresa também precisa fiscalizar e exigir o uso adequado dos equipamentos, comprar apenas EPIs com CA válido, registrar e controlar o fornecimento do EPI ao trabalhador, orientar os colaboradores quanto ao uso correto, higienizá-lo, armazená-lo e garantir manutenção periódica, substituindo imediatamente em caso de dano ou extravio”, afirma Marlon. O especialista alerta que a norma também determina as obrigações que o profissional tem no uso do EPI. Ou seja, além de usar o EPI apenas para a finalidade correta, ele deve se responsabilizar pela conservação e armazenamento, notificar quando houver perda, dano ou alteração no EPI, manter o equipamento em boas condições, obedecer às orientações da empresa a respeito do uso dos EPIs e manter o uso contínuo do EPI durante todo o expediente de trabalho. O engenheiro ressalta que o fabricante, por sua vez, deve seguir o que é regulamentado na NR 6, comercializando o EPI com instruções técnicas no idioma nacional e orientando como usar. “Também deve colocar no EPI o número do lote de fabricação, fornecer as informações referentes aos processos de limpeza e higienização dos EPI e adaptar o equipamento para pessoas com deficiência”. Confira a seguir alguns exemplos de EPIs: Cabeça: capacete e capuz; Olhos, face e ouvido: óculos, protetor facial, protetor auditivo; Respiratório: máscaras descartáveis, respirador purificador de ar, respirador de adução de ar; Tronco: vestimentas, colete a prova de balas; Mãos: luvas, creme protetor, manga, braçadeira; Pés: calçados (botas e sapatos), meia, perneira, calça; Corpo inteiro: vestimentas especiais, macacão, avental; Equipamentos contra quedas: cinturão de segurança com dispositivo; trava-queda ou talabarte, ancoragem. Fonte: Marlon Pascoal Pinto

  • CADEADO SEM CHAVE: PAPAIZ ASSA ABLOY TRAZ OPÇÃO ATIVADA POR BIOMETRIA

    O modelo permite o cadastro de até 15 usuários, sendo 2 administradores Divulgação: Papaiz Já perdeu a chave do cadeado do armário do trabalho ou academia? Buscando solucionar a questão com praticidade, a Papaiz Assa Abloy, fabricante de cadeados e fechaduras, desenvolveu o cadeado CF 30, primeiro da empresa ativado por biometria, que dispensa chave e permite o cadastro de até 15 usuários, sendo 2 administradores. Segundo a empresa, a solução, disponível na cor prata, é mais fácil para transportar e possui: bateria recarregável integrada ao cadeado, aviso de bateria fraca, entrada Micro USB para carregar a bateria e função reset  para o padrão de fábrica.  ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS Em seu site, a Papaiz Assa Abloy destaca as seguintes especificações: Sensor com reconhecimento preciso em 360º; Sensor com tempo de leitura de 0,2 segundos; Sensor de impressão digital semicondutor; Duração da bateria com carga completa estimada em 2 mil acionamentos; Duração da bateria em  standby aproximadamente 1 ano; Tempo de carregamento para carga completa da bateria de aproximadamente 40 minutos; Tensão elétrica de 5V; Temperatura de Trabalho: -10ºC a 45ºC; Certificação CE, in dicativo de conformidade obrigatória para diversos produtos comercializados no Espaço Econômico Europeu, e RoHS,  certificação de Restrição de Substâncias Perigosas . Fonte: Papaiz Assa Abloy

  • CARREGADORAS JUMBO ITALOTEC: MÁQUINA MOVIMENTA CHAPAS DE VIDRO DE ATÉ 600 KG

    Divulgação: Italotec A Italotec, desenvolvedora de peças, equipamentos e serviços no ramo do vidro plano, investe em equipamentos de alta tecnologia. Além disso, conta com software para desenvolvimento e simulação de máquinas e peças, entre elas a carregadora jumbo. A máquina movimenta chapas de vidro com medidas mínimas de 1.700 x 1.600 mm e máximas de 6.000 x 3.210 mm, dispondo de capacidade de carga de 600 kg. A altura da mesa de trabalho é de 960 mm com uma margem de cerca de 30 mm e o sistema é compatível com espessuras de vidro de 2 a 19 mm (inclusive vidros float e impresso), segundo a empresa. Conforme a Italotec, a capacidade de armazenamento dos cavaletes é de até 7 colares de (80 mm) ou 5 colares (110 mm), o sistema de vácuo conta com 12 ventosas em cada lado. Funciona em uma tensão de 380V e o comando e o sistema de seleção de chapas é através da Interface Homem Máquina (IHM), com toque na tela. Fonte: Italotec

  • PRÉDIO MAIS ALTO DE CURITIBA: CONHEÇA O PROJETO QUE SERÁ QUASE 5 VEZES MAIOR QUE O CRISTO REDENTOR

    O OÁS está com a fase de fundação concluída, atingindo 21 m de profundidade, o equivalente a um prédio de seis andares Para sustentar os 50 andares do arranha-céu, a fundação atingiu 21 m de profundidade, o que equivale a um edifício de seis andares/ Divulgação: GT Building Neste mês de dezembro, o OÁS, empreendimento da incorporadora GT Building e em construção pela Thá Engenharia, que será o mais alto de Curitiba (PR), com 179 m, atinge um marco significativo: a conclusão de sua fundação, base que sustentará todo o empreendimento. Para se ter uma ideia da grandiosidade, quando a obra for concluída (previsão para abril de 2027), o OÁS será 4,7 vezes maior que o Cristo Redentor. Se a construção fosse finalizada hoje, estaria no top 10 dos prédios mais altos do Brasil. Para sustentar os 50 andares do novo arranha-céu da capital paranaense, que pesará, aproximadamente, 70 mil t, a fundação atingiu 21 m de profundidade, o que equivale a um edifício de seis andares.  Essa base é composta por três elementos principais. O primeiro é cortina de contenção em parede de diafragma, com mais de 200 tirantes estrategicamente posicionados para garantir eficiência na contenção do solo. Em composição, vem as estacas com 35 pés de profundidade, ancorando o edifício com segurança nas características geológicas específicas da região. Por fim, estão os blocos estruturais, que atingiram o total de 23.300 m³ de concreto de alto desempenho e resistência e aproximadamente 2 t de aço. Em relação à altura do empreendimento, uma série de estudos foram realizados para projetar as possibilidades de construção. Um deles é relacionado ao túnel de vento, feito por uma empresa britânica que, por meio de dados coletados por institutos de meteorologia e da posição dos edifícios vizinhos à obra, simulou um ensaio climático para deduzir o vento que atingirá o edifício e seu entorno. O resultado apontou a velocidade média dos ventos e isso serviu para descobrir o limite aceitável de conforto dentro do prédio. Outros exemplos de estudos relacionados à altura do OÁS são o de verificação do terreno e estado do solo vinculado às normas do Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (Cindacta).  “Para construir um edifício dessa magnitude é essencial ter uma base bem estruturada, pois a fundação oferecerá o suporte necessário para erguer o prédio. Foram realizados todos os testes e avaliações para garantir a máxima segurança da edificação, afinal, estamos falando de uma obra que terá mais de 30 mil m² construídos. O OÁS não é apenas um marco em termos de altura, mas também destaca-se pela combinação única de arquitetura arrojada e eficiência estrutural”, explica Lineu Mário Demeterco, gestor de obras da Thá Engenharia. UM OÁSIS EM MEIO AO CENÁRIO URBANO Dos 50 andares do empreendimento, os últimos três se destacam como uma verdadeira área de lazer para os moradores. O 48º pavimento possui uma piscina que percorre todo o andar, juntamente com um lindo paisagismo, sauna e espelho d'água. No mesmo andar, uma área de balanço com piso de vidro permite uma vista panorâmica da cidade em 360º. Os pavimentos 49º e 50º contam com área gourmet , champanhe bar e uma luneta para observar as estrelas. Além desses espaços, os pavimentos 5º e 25º também serão ambientes compartilhados, repletos de facilidades para o dia a dia. Quem assina o projeto de interiores é Marcos Bertoldi, enquanto Rodrigo Oliveira é o responsável pelo paisagismo. No campo da sustentabilidade, o OÁS anunciou que será um empreendimento Carbono Zero. Será feita a medição anual das emissões de gás carbônico juntamente com uma empresa especializada do ramo. Após auferidas, o empreendimento comprará créditos de CO² oriundos de áreas de reflorestamento e projetos de energia limpa. Ou seja, para cada tonelada emitida, haverá uma contrapartida em créditos de carbono. Além dessas boas práticas, o OÁS conta com uma série de certificações de eficiência energética de bem-estar e de sustentabilidade, como a GBC Condomínio, a LEED, a PBE Edifica, a Fitwel e a Edge. A construção do OÁS em números: Peso de aço: 1.850 t Concreto: 23.300 m³ no total sendo 12.650 m³ de concreto 50 Mega Pascal (MPa) Área de vidro: 4.800,00 m² Altura do prédio: 179,00 m ( 4,7 vezes o Cristo Redentor) 30.851 m² construídos Aproximadamente 70 mil t Fonte: Thá Engenharia e GT Building/Assessoria Grupo Excom

  • COMPRA DE IMÓVEIS NA PLANTA IMPULSIONA RETORNOS DE INVESTIMENTO, MOSTRA PESQUISA

    Benefícios como facilidades de financiamento e escolha de unidades privilegiadas atraem compradores a adquirirem o imóvel ainda em construção O mercado de investimentos imobiliários envolve a estratégia de compra de imóveis na planta. Esta tática é adotada por investidores que buscam não apenas o crescimento do capital, mas também a oportunidade de personalizar a propriedade antes mesmo de ser construída. A compra antecipada pode resultar em valorização significativa do imóvel, planejamento financeiro sólido e descontos oferecidos por construtoras, e torna-se uma opção atrativa para aqueles que desejam otimizar retornos de investimento. Uma das principais vantagens desse método é a valorização potencial do imóvel. De acordo com dados do Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon), o imóvel comprado na planta pode valorizar entre 20% e 50% após a conclusão da construção. De acordo com Diego Tomé, coordenador regional da Perplan Urbanização e Empreendimentos, este fenômeno é impulsionado, em parte, pela personalização que os compradores têm à disposição. Antes mesmo de o apartamento estar finalizado, os investidores têm a oportunidade de adaptar o imóvel a fim de criar um espaço que atenda às necessidades e ao próprio estilo de vida: “Com o imóvel personalizado, você tem um acabamento diferente do padrão, com itens mais atrativos e que geram mais valor”, diz Tomé. Além disso, o especialista explica que, em um cenário econômico em constante mudança, investir em imóveis na planta oferece não apenas a perspectiva de ganhos, mas permite o estabelecimento de um planejamento financeiro sólido para o futuro, uma vez que os pagamentos podem ser planejados com antecedência. “O investidor tem facilidade de pagamento e consegue enxergar uma valorização quando entregue, além de ter o patrimônio à disposição”, afirma. Tomé também afirma que vários fatores desempenham um papel na valorização de um imóvel comprado na planta. A localização é um dos elementos fundamentais, o imóvel deve estar situado em uma região que ofereça facilidades e seja de fácil acesso, o que representa um dos fatores-chave que influenciam as decisões dos compradores. Conforme o coordenador da construtora diz, investidores e compradores devem avaliar a qualidade dos materiais e dos detalhes de acabamento, uma vez que isso influenciará diretamente o valor do imóvel no futuro: “Para a valorização do apartamento adquirido na planta, é fundamental considerar três fatores principais: a localização privilegiada, a qualidade do acabamento e um valor de metro quadrado atraente”. Outro ponto destacado por Diego Tomé é o conceito por trás do empreendimento. Imóveis que carregam a assinatura de arquitetos renomados ou apresentam um conceito inovador tendem a gerar mais valor ao longo do tempo: "O valor agregado de um imóvel está intrinsecamente ligado ao seu conceito e design; também a quantidade de unidades em um empreendimento também influencia na valorização, visto que empreendimentos de torre única tendem a valorizar mais, uma vez que a oferta limitada no futuro impulsiona o investimento”, explica o especialista. Além das vantagens mencionadas, a compra de imóveis na planta também pode oferecer benefícios adicionais, como a possibilidade de financiamento facilitado durante o período de construção, o que torna o investimento mais acessível, e a oportunidade de escolher unidades privilegiadas dentro do empreendimento. Reunindo todas as vantagens comentadas pelo coordenador regional da Perplan Urbanização e Empreendimentos, Diego Tomé, a Perplan Urbanização e Empreendimentos anuncia sua expansão na macrorregião de Campinas e inicia suas operações em Indaiatuba com o lançamento do primeiro condomínio vertical do bairro Park Meraki: o Hélade. O prédio conta com conceito de planta flexível, que se adapta ao estilo de vida do morador, e um Family Club, espaço de lazer e entretenimento projetado para atender às necessidades de diversão e convivência de familiares e convidados em uma área privativa, modelo de espaço inédito na cidade. O edifício Hélade será construído no bairro planejado Park Meraki, que está pronto para receber empreendimentos residenciais de médio e alto padrão, em uma das melhores cidades do interior para se viver e investir no país. O Park Meraki abrange 364 mil metros quadrados, incluindo 41 lotes comerciais e uma reserva ambiental com 83 mil metros quadrados de área verde. Fonte: Perplan/Agência ERA

  • CONSTRUÇÃO CIVIL DEVE APRESENTAR CRESCIMENTO DE 1,2% EM 2023 E 2,9% EM 2024

    O setor da construção civil deve apresentar um crescimento de 1,2% em 2023 e a expectativa básica para 2024 é de 2,9%. A estimativa foi apresentada pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP), durante coletiva de imprensa virtual em 6 de dezembro. Com a recente revisão, o IBGE divulgou os novos números para o crescimento do PIB da construção civil, que ficou em 12,62% em 2021 e 6,85% em 2022. O desempenho em 2023 representou uma frustração ante expectativas de crescimento mais expressivas. A retração do mercado de autoconstrução e pequenas obras e reformas contribuiu para o resultado aquém do esperado. Por outro lado, o mercado formal comandado pelas construtoras e incorporadoras mitigou esse desempenho ruim. Além disso, o emprego com carteira na construção cresceu refletindo o aquecimento do mercado, que teve que lidar com a falta de mão de obra qualificada. A despeito do cenário adverso, de altas de juros, vale destacar a resiliência do mercado imobiliário. “Para 2024, o setor conta com uma redução significativa de juros somada a uma menor volatilidade dos custos dos materiais e o apoio aos programas de habitação governamentais, como MCMV, PAC, Casa Paulista e Pode Entrar”, afirmou Yorki Estefan, presidente do SindusCon-SP. Para 2024 espera-se colher um resultado positivo com a continuidade da queda dos juros e um novo ciclo imobiliário comandado pelo Minha Casa Minha Vida. Além disso, os investimentos em infraestrutura devem crescer. MAIS INVESTIMENTOS Para Yorki Estefan, um crescimento de 1,2% projetado para 2024 é uma queda vigorosa na comparação com anos anteriores, parcialmente derivada da taxa de juros restritiva, afetando a economia como um todo e os investimentos na construção. “Para 2024, esperamos diminuições dos juros básicos e das taxas do financiamento imobiliário, possibilitando aumento dos investimentos no setor da construção.” O presidente do SindusCon-SP relatou que o setor incorporou 250 mil empregos em 2023, mão de obra que tem sido treinada, com reflexos positivos sobre a produtividade no ano que vem, reduzindo o impacto da escassez de pessoal qualificado. “Ameaça real ao setor é o fim da desoneração sobre a folha de pagamentos, que deverá onerar os imóveis já vendidos. Haverá um acréscimo de custos a ser repassado para as unidades imobiliárias, que poderá resultar em queda da demanda”, enfatizou. Estefan destacou que, em função da diminuição dos lançamentos, as vendas têm sido de imóveis em estoque, com preços atrativos. “É um ótimo momento para se adquirir um imóvel”, salientou. Para ele, a diminuição de juros bancários poderá elevar a maior velocidade de vendas, incentivando novos lançamentos. O presidente do SindusCon-SP também destacou que a reforma tributária, com um tratamento especial dado à construção, deverá favorecer o setor quando for implementada. Ele também destacou o esforço pela produtividade do setor. Comentando a queda do PIB da construção no terceiro trimestre, Eduardo Zaidan, vice-presidente de Economia, ressaltou a importância de se entender a separação, que nem sempre é bem compreendida, entre o que é a construção formal e a construção informal feita pelas famílias. “A perspectiva de uma renda maior para as famílias pode favorecer um maior consumo de materiais de construção”, comentou. Ambos consideraram que as mudanças no Plano Diretor e na Lei de Zoneamento do município de São Paulo não deverão trazer mudanças imediatas significativas aos projetos de novos empreendimentos. Os que já foram protocolizados ainda serão licenciados na regra atual. Confira a íntegra da apresentação da Ana Castelo, coordenadora de Projetos da Construção do FGV Ibre (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas). Fonte: SindusCon-SP

  • REVESTIMENTO RIPADO DE MADEIRA: CONHEÇA O NOVO QUERIDINHO DO DÉCOR

    O elemento chegou para ficar ao conferir contemporaneidade e aconchego a diferentes estilos de projetos A vida como conhecemos está em constante movimento, onde tudo que nela existe se transforma e evolui. É dessa forma, então, que as tendências nascem e são retomadas em diversas vertentes do cotidiano, principalmente no design de interiores. Nos últimos anos, incorporar madeira no projeto arquitetônico, por exemplo, ganhou diferentes formas e estratégias. Uma dessas novidades mais empolgantes, entretanto, ficou por conta do revestimento ripado, um estilo de decoração que utiliza ripas de madeira dispostas de maneira uniforme ou criativa nas paredes e tetos. Com o poder de transformar completamente ambientes, esse elemento é considerado uma verdadeira obra de arte, podendo se adaptar perfeitamente em variadas espécies de décor ao conferir elegância sutil e contemporaneidade. Criando sombras e texturas, as ripas ainda proporcionam sensação de profundidade e movimento às superfícies, trazendo também mais dinamismo para o espaço. Além de sua estética deslumbrante, o revestimento de madeira ripado também traz benefícios práticos. A madeira é conhecida por criar uma atmosfera acolhedora em qualquer cômodo, tornando-o a escolha perfeita para aqueles que buscam um toque natural em seus projetos. Como se não bastasse, a iluminação LED é um acessório interessante de ser integrado às ripas, já que ela não apenas cria uma atmosfera suave e agradável, mas também oferece uma solução inteligente de iluminação. Por ser possível encontrar uma grande variedade de opções de cores, tamanhos e padrões de ripas de madeira, a versatilidade do elemento só aumenta. Vale lembrar que o uso de madeira de origem sustentável e técnicas de produção conscientes estão, também, extremamente alinhados com a crescente preocupação com a sustentabilidade, assim como as principais tendências do morar contemporâneo. Fonte: Akafloor/Denise Delalamo Comunicação

  • BRASIL PRODUZ 48 MILHÕES DE TONELADAS DE RESÍDUOS DE CONSTRUÇÃO E DEMOLIÇÃO

    Edson Gandisoli, coordenador pedagógico do Movimento Circular lembra que boa parte desse material pode ser reciclada ou reaproveitada Em 2021, o Brasil produziu cerca de 48 milhões de toneladas de resíduos de construção e demolição, o que equivale a 227 kg de materiais de entulho por habitante, segundo o   Panorama  de Resíduos Sólidos no Brasil, publicado em 2022 pela Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe). A quantidade é 2,9% maior que no ano anterior. De acordo com o   Panorama  dos Resíduos Sólidos de 2020, cerca de 30% dos resíduos produzidos no país vêm da construção civil. O relatório também aponta que parte desse material é abandonada em áreas públicas. Edson Grandisoli, coordenador pedagógico do Movimento Circular, doutor em educação e sustentabilidade e pós-doutor pelo Programa Cidades Globais, comenta que as estimativas de geração de resíduos na construção civil variam de acordo com fatores como tipo de construção, fase da obra, tecnologias e práticas de gestão adotadas. Ele lembra que uma parcela significativa é composta por resíduos originados em reformas, mais que em construções em si, e que mais de 80% poderiam, de alguma forma, ser reciclados ou reaproveitados, como madeira, metais, concreto, tijolos, vidros, plásticos, entre outros. “Por isso, é fundamental que haja uma gestão adequada desses resíduos, tanto pelas empresas, construtoras e cidadãos, como pelo poder público", afirma. Segundo ele, estudos mostram que entre 10% e 30% dos materiais de construção adquiridos para a obra são descartados. "Isso significa que de 10% a 30% do investimento feito na construção é desperdiçado. Paga-se para adquirir, transportar, quebrar, recolher e remover. E paga-se também pelo excesso, materiais que são comprados e descartados sem uso”, afirma. O coordenador do Movimento Circular explica que adotar práticas sustentáveis e tecnologias avançadas na construção civil pode reduzir significativamente a geração de resíduos, como a pré-fabricação de componentes, a utilização de automação, robótica, a seleção de materiais duráveis e a gestão adequada dos resíduos gerados. Ele orienta que manter o canteiro de obras organizado, separar resíduos por tipo de material e encaminhá-los a empresas certificadas, que dão destinação correta a cada um deles, são medidas que ajudam a diminuir o volume de resíduos do setor. O   Relatório  de Status Global de 2022 para Edifícios e Construção, do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, aponta que as emissões de dióxido de carbono (CO2) do setor bateram o recorde de 10 bilhões de toneladas em 2021, 5% maior que no ano anterior. Já o Relatório   Global  Status Report 2019, da Agência Internacional de Energia (AIE), indica que a construção civil "foi responsável por 36% do uso final de energia e 39% das emissões de dióxido de carbono relacionadas à energia e processos em 2018". Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), a construção civil responde por cerca de 11% das emissões globais de dióxido de carbono (CO2) decorrentes de atividades humanas. Isso inclui as emissões associadas à produção de materiais de construção, à construção e demolição de edifícios e à operação e manutenção dos edifícios ao longo de sua vida útil. RECURSOS NATURAIS Segundo   p esquisa  da Associação Brasileira para Reciclagem de Resíduos de Construção Civil e Demolição (Abrecon), o setor da construção civil representa cerca de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro e, em 2019, gerou aproximadamente 15% do total dos empregos formais do país. Ainda conforme o estudo, o segmento é o que mais consome recursos naturais, em relação a outros setores industriais. De acordo com a Abrecon, entre outros benefícios, a reciclagem preserva o meio ambiente, gera empregos e renda, além de reduzir os custos municipais com a remoção e destinação dos entulhos. O descarte incorreto de materiais de construção pode causar problemas, afetando as redes de água fluviais, provocando enchentes e, em casos mais graves, poluindo o solo e as águas subterrâneas. A Abrecon aponta na pesquisa que foram reciclados cerca de 16% dos resíduos gerados pela construção civil em 2019/2020. Esse material é chamado de agregado reciclado e sua produção anual gira entre 16 milhões e 21 milhões de toneladas no Brasil. A capacidade instalada das usinas de agregados reciclados era de 50 milhões de toneladas em 2019, quando o país somava aproximadamente 300 usinas, em torno de 100 públicas e 200 privadas, conforme a associação. Materiais como tijolos, argamassa, concreto, pedras e cerâmicas podem ser triturados e transformados em brita, pedrisco ou areia, para a construção de pavimentos. Vidros, metais, madeiras e plásticos também podem ser reciclados.  Fonte: Movimento Circular/Betini Comunicação

  • CINCO CASAS DE VIDRO À BEIRA D'ÁGUA

    Como um dos quatro elementos essenciais que sustentam a vida neste planeta, a água é crucial para a sobrevivência de todas as espécies. Assim como os animais selvagens têm uma afinidade pelos corpos d'água, nós, humanos, também nos atraímos por eles. Embora nossos portos, lagos e vias navegáveis não desempenhem mais o papel de centros internacionais de transporte e áreas de alimentação como no passado, a melhoria na qualidade do ar, o clima mais ameno e o aumento no relaxamento e na atenção plena proporcionados pela presença de água fresca ou corrente significam que espaços como bares na orla de um rio, hotéis à beira-mar e casas diante de lagos estão entre os mais populares de suas categorias. As residências a seguir demonstram como corpos d'água próximos podem ser mais bem aproveitados com uma arquitetura e design excepcionais. CABANA 72H / JEANARCH Muitas pessoas anseiam por incluir mais natureza em suas vidas cotidianas, mas alguns desafios e considerações surgem. O tempo passado "escapando de tudo" na tranquilidade simples de um ambiente sem tomadas elétricas, calçadas e transporte público pode parecer idílico. No entanto, ficar muito tempo longe de confortos domésticos, como carregadores de celular e uma cadeira confortável, também pode ser desafiador. Da mesma forma, um espaço tranquilo e isolado à beira d'água já não é tão tranquilo ou isolado quando muitas pessoas descobrem sobre ele. A Cabana 72h, projetada pelos arquitetos JeanArch, foi utilizada como parte de um estudo conduzido pelo Karolinska Institutet para compreender a linha tênue entre a redução do estresse e o tédio resultante do confinamento. Com apenas cinco metros quadrados e espaço apenas para uma cama de casal, com alguns metros de cada lado para sentar, essas pequenas cabanas não são "lugares para atividades diurnas", explicam os arquitetos; são, em vez disso, "lugares para se enrolar à noite e começar a contar as estrelas". Reprodução: Arch Daily CABANA LUCIA SMART / PIRINEN SALO OY Com 24 metros quadrados e uma pequena sala de estar e jantar, além de uma cama em sua borda mais proeminente, junto com instalações sanitárias em uma seção mais privada e fechada, a Cabana Lucia Smart é capaz de sustentar visitantes por períodos mais longos. Elevada a alguns metros acima da borda do Fiorde Juutuanvuono, no norte da Finlândia, a cabana fica ao lado de uma trilha escalonada que leva a um terraço ao ar livre sobre a água, permitindo que os visitantes saiam e apreciem os arredores sem obstruções. No entanto, se mais isolamento e calor são necessários, a fachada de vidro refletivo ajuda a manter a visão unidirecional. Com "a paisagem circundante e o céu como o elemento mais importante do interior", explicam os arquitetos Pirinen Salo Oy, a "estrutura é orientada de acordo com o ponto de vista ótimo", maximizando a vista para o exterior. Ao integrar também o sistema de iluminação da cabana na estrutura de aço fina, até mesmo a visão de dentro sofre apenas obstrução mínima. Reprodução: Arch Daily A CASA DE BANHO / HANDEGÅRD ARKITEKTUR Fachadas de vidro são perfeitas para permitir a passagem de luz, calor e vistas para os interiores, mas o outro lado da moeda é que espaços pequenos têm dificuldade em controlar o calor e a privacidade. Enquanto a Cabana Lucia usa vidro refletivo e a Cabana 72h é construída apenas em áreas isoladas e mantém espaços entre suas tábuas de beiral para ventilação para resolver o problema, o Badehus na Noruega utiliza um método alternativo de controle climático e privacidade. Localizado na pitoresca área de Vikene, na costa oeste da Noruega, com vista para a ilha Hankøsundet, o Badehus parece à primeira vista como um tradicional galpão norueguês, mesclando-se com muitos outros na costa com seu revestimento vermelho e telhado de estanho. Ao examinar mais de perto, no entanto, a cabana "substitui a estrutura tradicional com um revestimento de madeira mais espesso inclinado a 45 graus", explicam seus arquitetos Handegård Arkitektur, usando a fachada de brise soleil para proteger o interior da visão dos lados e ao mesmo tempo controlar a quantidade de luz solar que entra e preservar a vista. Reprodução: Arch Daily HOUSE ON LAKE ZURICH / LUCIA CHRISTEN HORGEN Enquanto esta casa que se eleva acima do Lago Zurique não se estende completamente até a beira da água, o último andar da casa atinge altura suficiente para proporcionar uma excelente vista tanto do horizonte da cidade quanto da borda do lago que se estende até ela. Ao instalar janelas de correr inclinadas da especialista air-lux, o arquiteto foi capaz de manter o acesso da casa a um terraço em forma de L ao redor de seu lado e frente, oferecendo uma vista do lago de todos os cantos e garantindo que "o espaço de vida pareça luminoso e amplo", como explica a air-lux. Enquanto isso, as janelas de correr que se abrem diagonalmente ajudam a proporcionar a visão mais ampla e alta possível dos arredores naturais e do céu. GLASS BEACH HOUSE / JAN WENZEL Esta casa de praia, inserida nas dunas na costa oeste da Dinamarca, tira total proveito de sua localização, com um quarto e sala de estar separados em alas diferentes, permitindo que cada uma tenha três paredes de vidro do chão ao teto. As bordas das duas salas que se olham, assim como as paredes dianteira e traseira da cozinha conectada entre elas, são formadas respectivamente com janelas de correr cero III, ou portas dobráveis Highline, ambas do fabricante especializado Solarlux. Enquanto os quatro conjuntos de janelas e portas podem fechar para proteger o interior do frio e do vento, mas manter a bela vista para o mar, quando as condições permitem, suas molduras embutidas significam que todo o espaço pode se unir como um com o pátio no meio, criando uma grande cozinha e espaço de vida ao ar livre. Reprodução: Arch Daily Fonte: Arch Daily

  • COM APOIO DA ABRABE, EMPRESA TRANSFORMA GARRAFAS DE VIDRO EM MATERIAL PARA CONSTRUÇÃO CIVIL

    Parceria iniciada em 2022 já ampliou em 35% a produção na Eco Vidros Brasil e recuperou mais de 3 mil toneladas de vidro São vários os desafios que a logística reversa do vidro enfrenta, como o custo do frete e a distância entre a geração, operação de triagem e as fábricas de embalagens. Em contrapartida, reutilizar ou reciclar o insumo contribui de maneira fundamental para a preservação do meio ambiente ao diminuir a extração de recursos naturais e reduzir a emissão de CO2 e o consumo de energia, além de gerar emprego e renda na cadeia sustentável. Por isso, o Glass Is Good, programa de logística reversa coordenado pela Associação Brasileira de Bebidas (Abrabe) desde 2019 e que já recuperou mais de 162 mil toneladas de vidro, vem procurando formas alternativas para a destinação correta do material, que vão além da reciclagem e do reuso convencional. Foi assim que a entidade firmou cooperação com uma pequena empresa instalada em Dourados, no Mato Grosso do Sul, a Eco Vidros Brasil. A parceria já recuperou mais de 3 mil toneladas de vidro desde que iniciou, em 2022, com uma ampliação de 35% na produção no empreendimento sul-mato-grossense.  Criada há seis anos, a Eco Vidros oferece uma destinação sustentável diferente para o material, buscando superar os desafios do vidro no Mato Grosso do Sul. No estado, a viabilidade operacional possui limitações pelas distâncias geográficas, e, por isso, a empresa encontrou na transformação das embalagens pós-consumo em matéria-prima uma solução para reverter esse quadro. Assim, depois de separado por cor e triturado, o material coletado é transformado em revestimento de paredes, microesferas de vidro para demarcação viária, argamassa, enchimento de concreto para piso industrial de alta compactação e aplicação a produtos antiderrapantes. Dessa forma, todo o vidro recolhido pela Eco Vidros é transformado em produtos destinados à construção civil e acabam por contribuir com as questões ambientais do município, como a diminuição de emissão de gases de efeito estufa, já que o processo é realizado todo na empresa e não requer transporte de material, e de extração de matéria-prima da natureza. Para Vanesca Aparecida Pinha, sócia-administradora da Eco Vidros, alianças como a realizada com a Abrabe são importantes para encontrar maneiras a fim de oferecer descarte correto ao material. “A Abrabe nos auxiliou tanto no planejamento do nosso projeto quanto no processo de logística reversa. Com a parceria, houve a ampliação de 35% na produção de produtos que consideravam o vidro reciclado como base na matéria-prima”, diz. Já para a Associação Brasileira de Bebidas, o recurso encontrado em Dourados é um exemplo de como outras localidades que estão distantes das grandes fábricas podem fomentar a cadeia sustentável. “A logística reversa do vidro requer articulação e cooperação entre diversos atores, como a indústria, o governo e os próprios consumidores. Por isso, é importante que soluções como essa encontrada em Dourados sejam replicadas para outras regiões que enfrentam dificuldades nesta destinação apropriada”, explica Cristiane Foja, presidente-executiva da Abrabe. Fonte: Abrabe

  • MACKENZIE LANÇA LIVRO “PESQUISA EM URBANISMO”

    Pesquisa reúne antologia de textos de referência para a consulta de estudantes, professores e pesquisadores No dia 04 de dezembro, a Editora Mackenzie lançou o livro “Pesquisa em urbanismo: conceitos e contextos em perspectiva. Textos selecionados”. A obra foi apresentada durante o evento da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM), campus Higienópolis. O material trata de inter-relações socioculturais em suas múltiplas escalas no espaço e planejamento territorial; urbanidade, insurgências e crise na cidade contemporânea; sustentabilidade, vulnerabilidade socioespacial e meio ambiente; e métodos de pesquisa e interlocuções transatlânticas. Editado em português e espanhol, o livro tem o intuito de oferecer uma antologia de textos de referência para a consulta de estudantes, professores e pesquisadores, na expectativa de instigar novas ideias e pesquisas sobre o urbanismo e as cidades do século XXI. Sob organização das professoras mackenzistas Eunice Helena Abascal, Angélica Benatti Alvim e da professora da PUC-Campinas Maria Cristina Schicchi, esta edição inclui diversos autores, que não seguiram um delineamento único, pois não se estabeleceram temáticas ou eixos a priori. Pesquisadores de diferentes áreas do conhecimento apresentaram trabalhos em curso ou concluídos, com distintas abordagens; a expectativa não é, portanto, que o conjunto resulte em uma convergência de visão dos problemas. Entende-se que “o produto tem exatamente o mérito de expor dilemas e de iluminar nuances em diversos assuntos que são apontados como problemas nas agendas urbanísticas do século XXI”, conforme afirma a arquiteta Alicia Novick no prefácio. “Com essa visão, o denominador comum dos textos do livro com temas próprios da América Latina reside em esclarecer muitas das tensões e paradoxos que as cidades consolidadas enfrentam, bem como as periferias metropolitanas em sua imensidão regional”, acrescenta. O urbanismo contemporâneo, em especial, no contexto ibero-americano, é o tema de pesquisa que reúne, sob uma perspectiva crítica, os trabalhos apresentados nesta obra. Em um mundo de primazia do urbano, em que a instabilidade e a incerteza se expressam na forma de crises socioterritoriais e diante de emergências ambientais, climáticas, sanitárias e desequilíbrios socioculturais, é quase impossível não se deter em possíveis caminhos para a ação sobre os problemas urbanos. FICHA TÉCNICA Altura: 23 cm Largura: 16 cm Nº de páginas: 432 Peso: 0,731 g Encadernação: Brochura Editora: Editora Mackenzie Idioma: Português/Espanhol Edição: 1ª Ano: 2023 País de produção: Brasil Coleção: Academack ISBN: 978-65-264-0429-4 (papel) Fonte: Assessoria de Imprensa Instituto Presbiteriano Mackenzie

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