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- SAÚDE E BEM-ESTAR: A IMPORTÂNCIA DA ATENUAÇÃO ACÚSTICA EM ÁREAS URBANAS
CDA Metais investe em sistema de esquadrias minimalistas para locais com excesso de ruído externo Empreendimento Fasano Residences, na capital paulista, conta com sistemas CDA Metais/Divulgação Nos grandes centros urbanos, o barulho incessante do tráfego intenso de veículos, obras em construção, alarmes e a agitação das pessoas criam um ambiente sonoro que vai além do incômodo, chegando a ser prejudicial à saúde. Com estudos indicando que a exposição prolongada ao ruído excessivo pode resultar em estresse, perda auditiva, distúrbios do sono e aumento do risco de doenças cardiovasculares, a Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que, até 2050, quase 700 milhões de pessoas podem ter perda auditiva. Segundo a Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) de 2022, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 46,6% dos brasileiros com 18 anos ou mais relataram exposição a níveis de ruído excessivos, posicionando a poluição sonora como a segunda maior causa de poluição ambiental no Brasil, logo após a poluição do ar. Nesse contexto, soluções eficazes para o excesso de barulho externo são necessárias. O Sistema de Esquadrias Deslizantes Silent, da CDA Metais, por exemplo, se destaca pelo desempenho, superando os requisitos de acústica, permeabilidade e estanqueidade exigidos pelas normas ABNT NBR 15.575 — Edificações habitacionais; e NBR 10.821 — Esquadrias Externas para edificações, de acordo com a fabricante. Com designs retangulares e opções de bitola de 30 e 42 mm, os sistemas de esquadrias deslizantes Silent SL e Silent S disponibilizam diversas opções de montagem, incluindo persianas integradas, trilhos embutidos e portas com bandeiras fixas nas versões alçantes e slide. Contam com um apelo minimalista, proporcionado pelos montantes e mão de amigo que possui vista frontal de 25mm, segundo descrição da marca. Da esquerda para à direita: sistema Silent SL, sistema Silent S e modelo Silent SL em exposição “A eficácia desses sistemas é comprovada pelos resultados dos ensaios de conforto acústico, que demonstram a capacidade de atenuação sonora dos produtos. Por exemplo, tratando-se de Silent S, a porta de correr de 2 folhas, equipada com vidro laminado de 6 mm, alcançou um índice de redução sonora Rw (C; Ctr) de 33 (-1; -1) dB, enquanto a janela de correr de 2 folhas com persiana integrada e vidro laminado de 10 mm obteve um índice Rw (C; Ctr) de 41 (-1; -5) dB”, anuncia a CDA Metais. O Grupo CDA Metais, atento à demanda por soluções acústicas, investe em pesquisa e desenvolvimento, contando com um parque fabril capaz de produzir 3.500 toneladas mensais de extrusão de perfis de alumínio, informa a empresa. “O uso de sistemas de portas e janelas com atenuação acústica não apenas melhora a qualidade de vida, reduzindo o estresse causado pelo ruído excessivo, mas também aumenta o valor agregado do imóvel, representando um investimento no bem-estar dos moradores”, enfatiza Daniel Unten, gerente de projetos da CDA Metais. Fonte: CDA Metais
- PICHU INVESTE EM NOVOS EQUIPAMENTOS DE PRODUÇÃO
Fábrica da Pichu, na zona norte de São Paulo(SP)/Divulgação Neste mês de abril, a Pichu, fabricante de componentes para esquadrias, anunciou o investimento em novas tecnologias, com a incorporação de máquinas mais modernas na linha de produção da fábrica, localizada na capital paulista. Com estes investimentos, a promessa é de aumento no volume de produção e redução do tempo de entrega, que contribuirão para a melhoria de toda a parte logística da empresa. “Esta iniciativa impulsiona nossa capacidade de produção e eleva ainda mais os padrões de qualidade dos nossos produtos. As melhorias ajudam em nosso posicionamento no mercado, de forma ainda mais competitiva, permitindo-nos atender às demandas dos nossos clientes de maneira mais eficiente e com produtos de qualidade”, diz a empresa, que atua há 40 anos no mercado. LINHAS DE PRODUTOS O portfólio reúne componentes que atendem as principais linhas de esquadrias de alumínio: sistemas com bitolas de 16, 20, 25, 28, 30 e 32 mm, além de algumas linhas especiais. “Temos roldanas, guias, cantos, canoplas e tampas, entre outros itens, produzidos sempre com a melhor tecnologia e qualidade”, ressalta o diretor de produtos. A base de clientes da Pichu é caracterizada, predominantemente, por grandes distribuidoras e as principais revendas em todo o território nacional. “A região de São Paulo e interior responde por uma parcela expressiva do negócio da empresa, além de todos os demais estados do Brasil”, conclui o diretor comercial. Fonte: Pichu
- ACABAMENTOS PARA SUPERFÍCIES DE ALUMÍNIO E METAL: CONHEÇA A DECORAL SYSTEM
Exemplos de projetos de fachadas, decks, portas e janelas, tetos e divisórias que utilizaram a tecnologia Decoral System/Divulgação Especialistas em revestimento e decoração em pó de alumínio, sublimação e acabamentos certificados verdes, a marca de origem italiana Decoral System, há 50 anos no mercado, atua com acabamentos em superfícies de alumínio de metal. A empresa iniciou suas atividades com a anodização, tratamento que confere ao alumínio um aspecto atrativo e resistente à corrosão. Dez anos depois, montou uma linha de revestimento a pó para portas e janelas de alumínio, aço e outros metais. “Desde então, somos conhecidos por nossas cores exclusivas, tratamentos de alta qualidade e pela grande atenção que prestamos a cada etapa do processo”. Anos depois, a marca patenteou o processo de sublimação Decoral, uma tecnologia para reproduzir o Efeito Madeira em metal. Teve um forte impacto na indústria de portas e janelas e também no meio ambiente, pois ajuda a preservar as florestas. “Somos pioneiros, com foco na proteção do meio ambiente e da saúde humana”. Em 1998, a Decoral System ganhou o Prêmio de Inovação por seu sistema patenteado de decoração de alumínio. Em 2000, começou a testar os acabamentos na Flórida (EUA). Seis anos depois, fundou a Decoral America. Em 2018, lançou tintas em pó sem VOC (compostos orgânicos voláteis, em português) e tintas de sublimação, opções para preservar o meio ambiente e para a saúde humana, pois não emitem substâncias nocivas no ar. Esses produtos ajudam a obter créditos para os principais sistemas internacionais de classificação de edifícios verdes (Leed, Breeam e Well), de acordo com a empresa. “Uma nova era começa para superfícies decoradas. Em 2021, uma nova série de produtos foi desenvolvida combinando revestimentos em pó Classe 2.5 com filmes hiper-duráveis, formulados com as tecnologias mais recentes. Essa sinergia nos ajuda a obter durabilidade de produtos como nenhum outro”, conforme a Decoral System. Saiba mais em: www.decoral.com Fonte: Decoral System
- PAPAIZ ASSA ABLOY LANÇA FECHADURA ELÉTRICA DE SOBREPOR
A novidade garante eficiência e desempenho com alto fluxo de pessoas Há 70 anos no mercado, a Papaiz Assa Abloy é uma das referências na fabricação de cadeados e fechaduras do Brasil. Recentemente, a marca apresentou a fechadura elétrica de sobrepor, que chega ao mercado para completar o portfólio de soluções da empresa. O dispositivo, que possui design funcional e compatibilidade com outras fechaduras, leva apenas um segundo para ser acionado pelos moradores, de acordo com a marca. Compatível com controle de acesso e porteiro eletrônico, o modelo é de fácil instalação graças ao sistema de sobrepor e lingueta reversível, que significa que o equipamento pode ser aplicado em portas e portões com abertura interna ou externa e giro para a esquerda e direita. Na prática, isso significa que a solução se adapta a qualquer ambiente e é a escolha certa na hora de mudar a fechadura. “A instalação sobrepor com cilindro fixo de 50 mm é uma coringa na hora da aplicação. A Papaiz desenvolveu um modelo eficiente, com acabamento excelente, materiais de qualidade, como aço carbono, aço inox e latão, para maior durabilidade e segurança sempre em primeiro lugar”, detalha Paulo Brito, coordenador de produtos da Papaiz. A solução acompanha três chaves em latão e acabamento niquelado e consome apenas 12V de eletricidade. Para saber mais sobre o portfólio e novidades da marca, acesse o site: www.papaiz.com.br Fonte: Papaiz Assa Abloy
- SANTOS E PIRACICABA FORAM AS CIDADES PAULISTAS COM MAIOR VALORIZAÇÃO DO METRO QUADRADO NO ESTADO EM 2023
Levantamento analisou o valor médio de novos imóveis em diversos municípios de São Paulo O mercado imobiliário do interior de São Paulo está experimentando uma significativa valorização nos preços do metro quadrado de novos imóveis. É o que aponta uma pesquisa elaborada pela Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), com base em dados da GeoBrain. O levantamento analisou o valor médio em diversas cidades do Estado de São Paulo ao longo de 2023. De acordo com o estudo, Santos destaca-se como líder no ranking entre as cidades pesquisadas, apresentando uma valorização significativa de 13,3% no preço médio do metro quadrado, alcançando a marca de R$11.609. Vale ressaltar que, neste município, os imóveis dos segmentos MAP (Médio e Alto Padrão) e luxo foram os que mais se sobressaíram, registrando um expressivo aumento de 20% no preço médio por m². No cenário de produtos comercializados em 2023, os imóveis de luxo conquistaram 67% do mercado, representando um crescimento de 38% em relação ao ano anterior. Piracicaba aparece em segundo lugar nessa classificação, com uma valorização de 12,9% e um valor médio do metro quadrado de R$5.996. Esses números foram impulsionados, principalmente, pela comercialização de novos imóveis nos segmentos econômico e luxo. OUTRAS CIDADES Campinas e Araraquara experimentaram juntas uma alta de 12,6% no preço médio do m², agora avaliado em R$9.403. Esse aumento foi impulsionado principalmente pela valorização do padrão econômico, que experimentou um crescimento significativo de 15% e 12%, respectivamente, no preço médio do metro quadrado. Na sequência, aparecem Bauru, com valorização de 11,5% (R$6.857) e São José do Rio Preto com 9,8% (R$6.658). No caso de Bauru, o aumento foi impulsionado pela ascensão dos imóveis de padrão luxo, que alcançaram 21% de participação de mercado, alta de 19% em relação a 2022. Em Rio Preto, a valorização maior se deu nos imóveis de padrão MAP, que apresentaram um aumento de 16%, seguidos pelo padrão luxo. Em Ribeirão Preto-SP, a valorização em 2023 atingiu 6,3%, sendo conduzida principalmente pelos imóveis econômicos, que registraram um aumento de 8% em relação ao ano anterior, seguidos pelo segmento MAP. Para Luiz França, presidente da Abrainc, o padrão econômico, em média, destacou-se como o principal impulsionador da valorização nas cidades avaliadas, desempenhando um papel crucial nos aumentos de preços. No entanto, embora em uma magnitude menor, a alteração no mix de produtos para categorias mais elevadas foi um fator importante para o desempenho superior dos segmentos MAP e luxo em algumas cidades, com destaque especial para Santos, que registrou uma elevação de 20% no preço médio do m² nesta categoria. Na avaliação do executivo, os dados da pesquisa revelam que o investimento em imóveis no interior paulista segue altamente atrativo. França ressalta que esse fenômeno é impulsionado pelo crescimento econômico da região, resultando em uma significativa valorização nos preços dos novos empreendimentos. “A tendência é que, com o tempo, o preço dos imóveis no interior de São Paulo fique mais próximo ao da capital. Isso proporciona uma grande oportunidade de valorização para quem investir no setor em grandes cidades do interior paulista”, afirma o presidente da entidade. Fonte: Abrainc/Loures Consultoria
- USANDO VIDRO COLORIDO PARA REALÇAR PROJETOS DE ARQUITETURA
*Por Emanuelle Ormiga, sob supervisão da profissional habilitada Stephanie Fazio Com capacidade de provocar efeitos visuais fascinantes, os vidros coloridos são alternativas para a composição de projetos com assinaturas únicas. Devido à ampla oferta de cores disponíveis, a utilização do vidro colorido na arquitetura está cada vez mais presente, sendo aplicada para satisfazer necessidades diversas, sem deixar de prezar pela segurança dos usuários. Usado por artesãos em todo o mundo por milhares de anos, o vidro colorido é uma das formas de arte mais antigas. Suas origens datam do século VII, quando janelas coloridas começaram a adornar igrejas, catedrais e conventos – geralmente representando símbolos religiosos e histórias bíblicas. Eles se expandiram para mesquitas e palácios islâmicos durante o século VIII, e na Idade Média podiam ser encontrados em inúmeras igrejas em toda a Europa. Enredados trabalhos em vidro atingiram o esplendor máximo nos edifícios monumentais do período gótico, resultando em vitrais gigantes e elaboradas com figuras, padrões e geometrias extremamente complexas. No entanto, hoje em dia isso já não é exclusivamente reservado para locais de culto proeminentes ou estruturas antigas. De mãos dadas a métodos inovadores de produção e novas tecnologias, o vidro colorido retornou na arquitetura contemporânea, embelezando edifícios com seus toques ousados e animados. A EVOLUÇÃO NA FABRICAÇÃO DE VIDRO COLORIDO Ao longo dos anos, o vidro colorido evoluiu em sua aparência, mudando de formas detalhadas, tradicionais e um tanto antiquadas para desenhos simples, minimalistas e elegantes que se encaixam em uma estética moderna. Mas, além de qualquer alteração visual, também mudou em sua manufatura. Os primeiros a experimentar com vidro não tinham controle sobre sua cor, mas acabaram aprendendo que adicionar certas substâncias à mistura derretida resultaria em tons diferentes quando resfriada. Este foi o começo dos vitrais, mas certamente não é a única maneira de incorporar cores. Essencialmente, a tonalidade é alcançada com a introdução de óxidos metálicos ou pós de metal no vidro. Cada íon metálico absorve certos comprimentos de onda da luz, o que significa que o vidro assume um tom específico, dependendo do tipo de metal. Enquanto o óxido de cobalto cria um azul profundo, o cloreto de ouro resulta em um rubi vermelho e o óxido de urânio em um tom verde-amarelo fluorescente, e assim por diante. Ao contrário dos tempos antigos (e graças à química moderna), o processo é bastante preciso e calculado, tornando praticamente todas as cores atingíveis e facilitando a produção em massa. De fato, agora é possível criar efeitos especiais com cores. O vidro irisado e dicróico, por exemplo, é feito com camadas finas de óxidos, enquanto o primeiro cria um efeito de arco-íris, o segundo exibe tons diferentes, dependendo do ângulo de visualização ou das condições de iluminação. Outro método de coloração envolve o uso de um filme colorido. O material fino é geralmente feito de tereftalato de polietileno (PET), uma resina polimérica termoplástica da família de poliéster e pode ser instalada profissionalmente ao interior ou exterior de uma superfície de vidro. Quando se trata de vidro laminado – usado em muitas aplicações arquitetônicas por sua resistência –, é comum incorporar uma camada intermediária de polivinil butiral (PVB) entre os painéis de vidro. Isso não apenas serve como proteção mantendo vidro quebrado no lugar em caso de quebra, mas também oferece possibilidades estéticas e criativas diversas. Graças às modernas tecnologias entre camadas, os sistemas de PVB vêm em milhares de cores, espessuras e transparências, adicionando uma aparência animada a qualquer vidro laminado. COMO É FEITO O VIDRO COLORIDO É importante saber como são obtidos vidros coloridos, pois as técnicas utilizadas agregam vantagens distintas às estruturas onde são instalados. Atualmente o mercado fabrica e disponibiliza modelos de vidro colorido fabricados a partir de três técnicas principais. Veja abaixo: – Vidros serigrafados: A serigrafia é a técnica mais popular, tanto que o termo costuma ser utilizado para se referir à toda a categoria de vidros com cores disponíveis. O vidro serigrafado pode ser pintado a quente ou frio e receber desenhos, listas, detalhes, formas geométricas, etc. Nessa técnica o vidro recebe uma pigmentação especial deposta sobre uma de suas superfícies. Essa tinta cria uma película que dificulta arranhões e impede a passagem de luz e a visualização através de si – por esse motivo são utilizados em ambientes privativos. – Vidro laminado colorido: Ainda falando sobre como obter vidros coloridos, esse modelo é alcançado graças ao uso de PVB com cores em sua composição. Dessa forma, a fabricação do vidro colorido laminado segue a mesma técnica utilizada na fabricação dos laminados tradicionais, com a diferença da película interlayer, que pode receber diferentes cores e tonalidades. Esse tipo de vidro com cores vem sendo amplamente utilizado, pois junto da laminação é possível atribuir outros benefícios ao vidro, como bloqueio de parte da radiação e calor, utilização de elementos que barram ruídos, instalação de vidro duplo, etc. Além de tudo, o vidro com PVB colorido pode ser alternativa para enriquecimento da estética das estruturas que exigem vidros de segurança conforme as normas da ABNT. – Vidro colorido na massa: A técnica de colorir vidro na massa é tradicional e não poderia ficar de fora do nosso artigo sobre como produzir vidros coloridos. Os modelos mais populares – fumê ou bronze – costumam participar de projetos que desejam imprimir ares de seriedade e imponência – como salas de diretoria – ou precisam diminuir a oferta de luz nos locais – como quartos ou salas. Nesse método de fabricação o vidro recebe sua coloração diretamente em sua massa, a partir da adição de óxidos que exercem a função de pigmentos. Sendo assim, é válido destacar que além dos modelos populares (fumê e bronze), é possível alcançar vidros coloridos na massa diversos, como: amarelo, azul, branco, vermelho, violeta, dentre outros. VALOR FUNCIONAL E ESTÉTICO Independentemente do método de coloração, o vidro colorido oferece benefícios funcionais e estéticos, o que explica seu retorno como uma tendência de design contemporânea. Por um lado, permite mais privacidade do que o vidro transparente tradicional, reduz o brilho, absorve o calor e pode bloquear os raios ultravioleta prejudiciais – traduzindo-se em maior eficiência energética. PVB coloridos em vidro laminado, por exemplo, podem reduzir os raios UV em 99%, diminuindo as contas de aquecimento e resfriamento por uma quantidade significativa e protegendo os móveis contra danos. Tudo isso, mantendo as vantagens inerentes ao vidro, como sua transparência, reciclabilidade, resistência ao clima e capacidade de adotar formas complexas. Por outro lado, o valor estético do material é bastante evidente. Como uma forma de arte versátil e personalizável, o vidro colorido permite que a luz seja filtrada em um espaço através de tons impressionantes de cor, criando sombras e padrões atraentes que adicionam um toque único a qualquer espaço. Com uma quantidade equilibrada de cor (muito pode ser esmagadora), o vidro pode criar ambientes dinâmicos e divertidos que comprovadamente melhoram o humor dos usuários e evocam respostas emocionais, como sentimentos de alegria, otimismo, calma ou energia. Isso pode embelezar até os espaços mais simples, intensificando seu design e arquitetura com tons vívidos. As possibilidades criativas oferecidas pelo vidro colorido são muitas, de combinações simples e sutis para configurações minimalistas, a exibições impressionantes e intrincadas para declarações de design mais ousadas. Também pode ser usado em uma ampla gama de aplicações arquitetônicas, incluindo janelas, balaustradas, divisórias e fachadas que certamente causam uma impressão poderosa (e colorida). Fonte: Arch Daily e Arch Glass
- ADERE REÚNE MAIS DE 500 EMPRESÁRIOS EM EVENTO DE EXPANSÃO DA FÁBRICA EM SUMARÉ
A empresa atinge 30 mil m² de área construída, aumenta em 13% o número de funcionários, duplica produção e triplica capacidade de armazenamento A Adere, fabricante de fitas adesivas, inaugurou, no último dia 01 de abril, a expansão da sua fábrica, em Sumaré (SP), em um evento que reuniu mais de 500 empresários do mercado nacional e internacional do comércio e indústria, além de Jorge Lima, secretário de Desenvolvimento Econômico do Estado de São Paulo. A programação, das 10h30 às 15h30, foi permeada por emoção, homenagens, reconhecimentos e muita informação. O economista Ricardo Amorim, referência no segmento, palestrou animando empresários e investidores com perspectivas otimistas para a economia do país. O GRUPO CONTRAMARCO foi representado no evento por Tom Ceravolo, editor da Revista CONTRAMARCO, e Rubens Rodrigues, gerente operacional. Fundada em 1967, a marca nacional e de gestão familiar está atualmente na segunda geração e segue padrões de governança corporativa em sua organização. A governança é baseada em “Acordo de Sócios” e “Conselho”, dos quais emanam suas políticas internas com destaque para o seu “Código de Ética e Conduta”. Em seu discurso, Luis Gustavo Dias, presidente da marca, agradeceu a presença de todos e exaltou a participação dos 340 colaboradores da empresa, atribuindo-lhes a motivação para a ampliação. Na celebração houve ainda o descerramento da placa que marca a inauguração da expansão pelo anfitrião Luis Gustavo Dias e Jorge Lima, secretário. Em seguida houve a consagração do Padre José Cássio da Costa, da paróquia Nossa Senhora Aparecida, do Jd. Denadai, de Sumaré, que abençoou a obra da empresa e as pessoas que fazem parte do time. Luís Gonzaga Dias, fundador da Adere, foi bastante prestigiado pelo seu legado, tendo recebido de sua filha Silvia Helena Dias Quaresma, integrante do Conselho da Adere, uma obra de arte personalizada em resina feita pela premiada artista Plástica Stella Nanni. EXPANSÃO Com a expansão, a Adere aumenta em 13% o seu quadro de funcionários ao longo deste ano. De acordo com Luis Gustavo Dias, já de imediato a capacidade de armazenagem vai triplicar e, da produção, duplicar. A meta é de um crescimento maior do que 20%, em 2024. Há 57 anos no mercado, a Adere dispõe de mais de 43 famílias de produtos e mais de mil itens que abrangem diversos setores, sendo o seu alcance estendido para todo o país e para mais de dez países. Com a ampliação, o presidente tem a expectativa de dobrar a participação da marca no mercado. A expansão soma 10 mil m² de estrutura. O parque fabril passa a ter 30 mil m² construídos e inclui uma nova área para o laboratório próprio, ainda mais robusto e tecnológico, segundo a fabricante. Foram investidos R$ 25 milhões nas obras de ampliação, entre estrutura, aparelhagem e tecnologia, que levaram 10 meses. A construção empregou cerca de 200 colaboradores, diretos e indiretos. Ao todo, a Adere ocupa uma área de 150 mil m², em Sumaré. Além da sede, a empresa tem filiais em Recife-PE (polo logístico) e Novo Hamburgo-RS (setor calçadista). Fonte: Adere/AMZ Comunicação
- SETOR DE INSUMOS PARA CONSTRUÇÃO CIVIL DEVE CRESCER MAIS DE 20% ATÉ FINAL DE 2027
Retomada do crescimento da indústria da construção civil, fortalecimento de políticas públicas de moradia popular e redução na taxa de juros são os principais fatores que elevam projeção dos insumos para este mercado O setor de insumos para a construção civil deve crescer em média 6% ao ano e chegar ao final de 2027 com aumento de mais de 20% no faturamento, movimentando anualmente cerca de R$270 bilhões. É o que aponta um estudo de mercado realizado pela Redirection International, empresa especializada em assessoria de fusões e aquisições (M&A), realizado a partir de modelos econométricos e dados oficiais de investimento da construção civil previstos para o período. O faturamento do setor em 2023 foi de R$222,8 bilhões. O economista Gabriel Loest Cardoso, sócio da Redirection International e um dos responsáveis pelo estudo, ressalta que se essa taxa de crescimento se concretizar, será 50% maior do que a média global esperada para os próximos anos, que é de aproximadamente 4% ao ano. “Apesar de ter registrado uma redução real de 2,8% no faturamento no ano passado em relação a 2022, segundo informações da Anamaco, o mercado de insumos para a construção civil ainda segue otimista e 62% dos empresários pretendem investir ao longo de 2024, de acordo com a sondagem realizada pela Abramat no início do ano”, explica o economista. “Além disso, após dois anos consecutivos de queda na demanda, a indústria de cimento espera retomar o crescimento neste ano também”, complementa. Entre os fatores que devem impulsionar o segmento estão a redução na taxa de juros e menor volatilidade nos preços de produtos, a expectativa de crescimento da indústria de construção civil, crescimento do setor imobiliário com projeção de aumento no volume de crédito e o fortalecimento de políticas públicas de moradia popular como o Minha Casa Minha Vida, PAC, Casa Paulista, Pode Entrar e Casa Fácil Paraná, por exemplo. Além disso, tendências como construção ecológica, eficiência energética e reformas devem ajudar a fortalecer esta alta. O estudo aponta ainda que a retomada do setor pode impulsionar as atividades de fusões e aquisições que, de um modo geral, têm sido mais desafiadoras no setor nos últimos anos, em função das características da indústria como baixas margens e baixas barreiras à entrada e facilidade na substituição de produtos. Porém, alguns subsetores do ramo de insumos para a construção civil como a indústria intermediária, com produtos de maior valor agregado, apresentam um grande potencial com estrutura de consolidação verificada. Gabriel Loest Cardoso destaca que o mercado já tem observado uma atividade mais intensa de operações envolvendo a indústria de argamassas, tintas, adesivos, selantes e soluções químicas para a construção civil, inclusive com players globais buscando entrar no mercado brasileiro. “Enxergamos que grandes players estão diversificando para atuar tanto na indústria intermediária quanto em bens de consumo. Algumas transações já foram realizadas e eles continuam ativos à procura de incrementar suas participações em território nacional, como por exemplo a Sika, a Saint-Gobain e a Votorantim. Empresas com proximidade com grande mercado consumidor, sólida governança e novas tecnologias para formulação de produtos são bons alvos para as consolidadoras do mercado. O posicionamento geográfico possibilita trabalhar a competitividade por meio de fusões e aquisições, já que a regionalização é um fator importante na relação insumos-indústria e o que em geral incentiva esse tipo de operação”, afirma Gabriel Loest Cardoso. Fonte: Redirection International/NoAr Comunicação
- RETROFIT E SOFISTICAÇÃO CRIAM O CONTRASTE NA ARQUITETURA DE BAR DE CURITIBA
Inaugurado recentemente, o Miltes Bar, localizado em prédio datado de 1914, restaurou janelas de madeira para evidenciar a história Divulgação: P+G Comunicação Integrada Uma esquina no coração do bairro Mercês, em Curitiba (PR), abriga o recém-inaugurado Miltes Bar, espaço que vem chamando atenção também pela arquitetura intimista e “instagramável”. Instalado em um prédio datado de 1914, o projeto arquitetônico buscou preservar a história do local nos detalhes, resgatando e mantendo elementos e características originais da construção histórica. “Restauramos as janelas de madeira e descascamos a pintura das paredes até chegar na cor original, com o objetivo de evidenciar a história que vem sendo construída aqui há mais de 100 anos”, explica Rhaiza Vetter, sócia-fundadora do empreendimento. Em contrapartida, elementos mais modernos e elegantes criam contraste nos dois salões do bar: vasos com plantas naturais, obras de arte dispostas em locais estratégicos e louças em cerâmica feitas à mão quebram a “simplicidade” encontrada no chão de contrapiso e nas paredes rústicas de tijolo. “A ideia trazida pelos nossos arquitetos, Humberto Carta e Luisa Moraes, foi a de mesclar os elementos mais antigos e desgastados com peças mais refinadas, trazendo uma identidade única ao ambiente”, explica a empresária. A atmosfera se completa com a iluminação do bar, projetada com lâmpadas quentes e luz baixa, trazendo a sensação de aconchego. “Quisemos apresentar a sofisticação nos detalhes, transformando o local em um bar acolhedor para reunir a família e os amigos para tomar um drink, comer e conversar por boas horas”, completa Rhaiza. Fonte: P+G Comunicação Integrada
- PROJETO DE MACKENZISTAS TORNA-SE PATRIMÔNIO TOMBADO PELO IPHAN
Complexo da Estação Júlio Prestes conta com assinatura de Cristiano Stockler e Nelson Dupré, arquitetos mackenzistas Uma dupla de mackenzistas, que já estava na história de São Paulo por assinar projetos de diversos prédios famosos na capital paulista, conquistou mais uma honraria após o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) declarar o tombamento oficial do complexo da Estação Júlio Prestes, no centro da cidade, na região da Luz. O projeto arquitetônico do conjunto foi elaborado pelos antigos mackenzistas Christiano Stockler das Neves e Nelson Dupré. O complexo contempla as estações Júlio Prestes – que serve de sede da Sala São Paulo e da Secretaria de Cultura do Estado – e Luz, que atualmente é uma das principais estações do metrô paulistano. O monumento foi erguido em 1907, com a construção da Luz, que foi inspirada na Abadia de Westminster, de Londres. Em 1930, a Prestes foi inaugurada para ligar a capital paulista à cidade de Sorocaba. No passado, o complexo representava um importante polo do transporte do café, principal produto de exportação do Brasil no começo do século XX. O projeto arquitetônico da Estação foi feito por Christiano Stockler das Neves, que fundou a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) do Mackenzie. Já Nelson Dupré, graduado e professor da FAU Mackenzie, foi o arquiteto responsável pelo projeto da Sala São Paulo, que fica localizada dentro do edifício da estação. Ambas as construções são interligadas pelo boulevard, com nome do maestro João Carlos Martins. O tombamento do conjunto arquitetônico foi decidido por unanimidade. A Estação foi reconhecida como um símbolo da forma de pensar a questão econômica na década de 1920 no Brasil, refletindo um intervencionismo estatal que divergia dos padrões do liberalismo clássico. De acordo com a professora emérita da FAU, e responsável pelo parecer do tombamento, Nadia Somekh, essa decisão ressalta a importância do legado mackenzista na construção da história e da identidade cultural da cidade. "O pedido de tombamento da Júlio Prestes tem 25 anos. E agora, finalmente, é um patrimônio nacional. É um orgulho fazer esse parecer, e constatar que nós temos tradição com o Cristiano Stockler, e alta modernidade com o professor Nelson Dupré”, declarou. Com o tombamento, a preservação e manutenção da Estação Júlio Prestes agora serão realizadas de forma mais rigorosa, exigindo prévia autorização do Iphan para qualquer restauração ou modificação. A professora ressaltou a importância de um projeto urbano que equacione as questões sociais para efetivamente valorizar esse patrimônio cultural. O local passa a ter segurança a nível federal. A influência do Mackenzie no estilo projetual dos arquitetos é bastante clara, na opinião de Somekh. "Cristiano é um historicista, representante do ecletismo, das belas artes, do classicismo arquiteturista. Ele valorizava a arquitetura histórica. E o Nelson traz as possibilidades da valorização da história, com intervenções contemporâneas”, explicou. Para a professora, é fundamental que os alunos mackenzistas tenham compreensão da relevância desse reconhecimento. “Precisamos celebrar. Nossa Instituição transmite valores, e precisamos valorizar os nomes que nasceram aqui. É uma forma de preservação da história em meio a contemporaneidade dos nossos alunos", concluiu. Além da Sala São Paulo e da Estação Júlio Prestes, Cristiano Stockler e Nelson Dupré têm um legado significativo em projetos arquitetônicos e de restauração. Stockler deixou sua marca em diversos edifícios na cidade de São Paulo, incluindo o Museu de Zoologia da USP, o Edifício Sampaio Moreira e o imponente Palácio Duque de Caxias, no Rio de Janeiro. Por sua vez, Nelson Dupré se especializou em restaurações grandiosas, como a do Teatro Municipal de São Paulo, a Cinemateca, o Museu Biológico do Butantã e o Hospital A.C. Camargo, contribuindo para a preservação do patrimônio histórico e cultural. Fonte: Assessoria de Imprensa Instituto Presbiteriano Mackenzie
- ENCONTRO PRÉ-FESQUA! FÓRUM CONTRAMARCO SÃO PAULO ACONTECE EM 27 DE JUNHO
Além de palestras ministradas por especialistas, os participantes poderão conferir as ú ltimas novidades de produtos da indústria de esquadrias e vidro Melhores momentos FÓRUM CONTRAMARCO NORTE, realizado em Belém (PA), em 14 de março de 2024/Acervo (Abril, 2024) A 4ª edição do FÓRUM CONTRAMARCO , realizada pelo GRUPO CONTRAMARCO , vem para atualizar a região Sudeste do país. No dia 27 de junho, o Grand Mercure Vila Olímpia, em São Paulo (SP), recebe o evento. As inscrições já estão abertas e as vagas são limitadas. Além de adquirir conhecimentos através de palestras ministradas por especialistas, os participantes do FÓRUM CONTRAMARCO poderão conferir as ú ltimas novidades de produtos que impactam a indústria de esquadrias e vidro, visitando balcões de exposição de marcas reconhecidas e realizando conexões. A programação será divulgada em breve. Após os encontros de sucesso em Goiânia (GO), Fortaleza (CE) e Belém (PA), o evento, coligado à Feira Internacional da Indústria de Esquadrias (FESQUA) e à Feira Internacional de Esquadrias e Vidros para Construção Civil (FESQUA VETRO) , se consolidou, atraindo profissionais de diversas regiões do país . Os participantes podem reservar a hospedagem com desconto no Grand Mercure Vila Olímpia, utilizando o código: EVENTO CONTRAMARCO. As reservas podem ser efetuadas através dos contatos: reservas.grandmercurespvilaolimpia@accor.com ; reservas.pullmanvilaolimpia@accor.com e/ou (11) 98834-2129 SERVIÇO: Data: 27 de Junho de 2024 Horário do evento: a confirmar Local: Grand Mercure Vila Olímpia Endereço: R. Olimpíadas, 205 - Vila Olímpia, São Paulo 04551-000 Inscrições: https://www.forumcontramarco.com.br/f%C3%B3rums%C3%A3opaulo
- 9º CONGRESSO INTERNACIONAL DO ALUMÍNIO: IMPORTANTES AUTORIDADES MUNDIAIS DO ALUMÍNIO DESEMBARCAM NO BRASIL ESTE MÊS
Grupo composto por representantes do Fórum Econômico Mundial, Instituto Internacional do Alumínio (IAI) e Aluminium Stewardship Initiative (ASI) participará do evento promovido pela Associação Brasileira do Alumínio (Abal) Considerado uma das principais lideranças mundiais na transformação da indústria do alumínio rumo a o desenvolvimento e um futuro mais sustentável, Miles Prosser, secretário-geral do Instituto Internacional do Alumínio (IAI), será um dos palestrantes do 9º Congresso Internacional do Alumínio, promovido pela Associação Brasileira do Alumínio (Abal), nos dias 9 e 10 de abril, no Hotel Unique, em São Paulo. Durante o congresso, Miles Prosser vai integrar o painel sobre as perspectivas da indústria do alumínio no cenário global, tendências de crescimento, políticas regulatórias e de promoção de minerais críticos e materiais estratégicos. Outra presença confirmada é Jelena R. Aleksić, representante do Fórum Econômico Mundial, que irá compor as discussões sobre como o alumínio pode ser um aliado estratégico para descarbonização e a transição energética. Presença confirmada também de Fiona Solomon, CEO da Aluminium Stewardship Initiative (ASI), órgão dedicado à toda cadeia de valor do alumínio com foco em promover os mais altos padrões de gestão ambiental responsável. Fiona vai abordar como o alumínio pode contribuir com os esforços de transição para uma economia de baixo carbono e o cumprimento dos objetivos de descarbonização de seus principais mercados consumidores. Maior evento do segmento na América Latina, o Congresso Internacional do Alumínio estima reunir este ano cerca de 500 participantes, entre autoridades, lideranças empresariais e especialistas no tema. Ao longo de dois dias, os painéis serão divididos em quatro eixos temáticos: perspectivas, desafios e oportunidades para alavancar a competitividade; novas tecnologias e elementos da indústria 4.0; sustentabilidade e caminhos para descarbonização; competências e habilidades necessárias para a futura formação dos profissionais da área. O Brasil reúne uma série de ativos e vantagens competitivas para atender a demanda doméstica e reposicionar o país na cadeia global. Projeções de organismos internacionais apontam para uma tendência de aumento da escala mundial de produtos de alumínio na ordem de 40% até 2030. Para mais informações, acesse: https://s2404.imxsnd14.com/link.php?code=bDpodHRwcyUzQSUyRiUyRmNvbmdyZXNzb2FsdW1pbmlvLmNvbS5iciUyRjo5Mjk5MzA4OTQ6Y2FybG8uZ2lhbmVzZUBnYnIuY29tLmJyOjU2ZjExZjo3NQ== Fonte: Abal/GBR Comunicação














