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- DE ATÉ 8 MESES PARA CERCA DE 90 DIAS: AS TRANSFORMAÇÕES CONQUISTADAS PELA CONSTRUÇÃO MODULAR
Entenda as vantagens do modelo e o momento da instalação das esquadrias nos módulos Divulgação: Brasil Modular Imagine blocos de lego em tamanho real sendo montados para dar origem a escritórios, casas, hotéis, lojas e outros edifícios comerciais , este é o método utilizado na construção modular. C omposta por seções ou módulos pré-fabricados, que podem ser facilmente transportados e montados no local onde será o estabelecimento, as peças são feitas anteriormente, geralmente com materiais como plástico, aço, vidro, concreto ou madeira, e deslocadas para montagem (ou encaixe) final no local da obra. A tendência, que vem ganhando força em todo o mundo, não é uma novidade, mas vem se tornando popular no mercado devido às características como: flexibilidade, eficiência, baixo custo e agilidade. Módulos de construção também podem ser combinados para criar estruturas maiores e mais complexas. O modelo traz diversas vantagens quando comparado às construções tradicionais, pois são mais rápidas e fáceis de montar, reduzindo o tempo e o custo da obra. Além disso, elas são mais flexíveis e podem ser facilmente adaptadas às mudanças de layout do terreno. Uma casa, por exemplo, pode ser entregue pronta entre 60 a 90 dias, enquanto, de forma convencional, o prazo seria de 7 a 8 meses. “Desde espaços residenciais simples até complexos comerciais, sua adaptabilidade a uma variedade de necessidades e terrenos é verdadeiramente notável e cada vez mais essencial aos olhos dos consumidores modernos”, afirma Jaime Freitas, CEO da construtora Brasil Modular. INSTALAÇÃO DA ESQUADRIA NO MÓDULO De acordo com o profissional, as esquadrias são incluídas na fase final de acabamento, chegando já instaladas nos módulos para o cliente. A Brasil Modular utiliza esquadrias de alumínio, podendo ser basculante ou em trilhos de correr, nas medidas padrão do mercado ou especiais tipo janelões de 2m. “Também podemos aplicar o sistema Reiki, [marca especializada em envidraçamentos de projetos], onde se tem abertura total dos vidros”. O executivo relata uma experiência de dificuldade para encontrar uma estrutura que se ajustasse a um terreno irregular e ainda atendesse às necessidades. “No entanto, os módulos habitacionais provaram ser a resposta ideal para tal problema. Sua capacidade de serem construídos e adaptados de acordo com as características únicas do terreno nos permitiu criar um espaço residencial funcional e esteticamente agradável, sem comprometer a integridade de toda base”, conta. SUSTENTABILIDADE Os módulos oferecem uma infinidade de opções de design e personalização para atender a diversas necessidades e preferências dos clientes. “Desde layouts compactos para casas pequenas até espaços expansivos para edifícios comerciais, a flexibilidade dessas estruturas é verdadeiramente impressionante. Isso não apenas nos permitiu criar um espaço que refletisse nossa visão estética, mas também nos deu a liberdade de ajustar e expandir conforme nossas necessidades evoluíam ao longo do tempo”, relembra Freitas . A tendência também gera menos desperdício de materiais, uma vez que os módulos são construídos sob medida para o projeto solicitado. A sustentabilidade é outra vantagem, pois a concepção modular promove a reutilização de materiais e a redução do desperdício, já que os módulos podem ser desmontados e reutilizados. Além disso, requerem menos energia para serem fabricadas e transportadas, o que contribui para a redução das emissões de CO2. Segundo o executivo, muitas dessas estruturas são projetadas com materiais recicláveis e sistemas eficientes de energia, reduzindo seu impacto ambiental em comparação com as construções convencionais. Depois de finalizadas, as estruturas podem ser equipadas com painéis solares e outras tecnologias de energia renovável. Ao longo da sua vida útil, os módulos, geralmente construídos com materiais recicláveis ou reciclados, podem ser facilmente adaptados ou expandidos. “Desde a adaptação a terrenos desafiadores até a flexibilidade de design e a sustentabilidade ambiental, essas estruturas oferecem uma solução moderna para uma variedade de necessidades habitacionais. Estou ansioso com o futuro dessa tecnologia e animado para ver como ela continuará a transformar o mundo da arquitetura e construção nos próximos anos”, conclui Freitas. Fontes: Sebrae/Brasil Modular
- FMC SERIE SEI: O CENTRO DE USINAGEM COM 5 EIXOS CONTROLADOS, DA FOM INDUSTRIE
A fabricante italiana Fom Industrie destaca em seu site a máquina FMC Serie SEI, centro de usinagem com cinco eixos interpolados para a usinagem em cinco faces de perfis de alumínio de seção até 530x400 mm e perfis tubulares de aço de até 5 mm de espessura. O eletromandril HSK E63 de 22 kW de potência e 24 mil rpm resfriado a líquido permite produzir peças usinadas e com pontas fresadas sob medida. Em relação à configuração selecionada, é possível a usinagem em ilha simples, em ilha dupla ou pendular, multipeça (até 8 peças com XPAL). Estão disponíveis 6 versões em função do comprimento da base e da presença ou ausência da unidade de corte X. “O software FSTCam 4 é o único pacote CAM para a usinagem de produtos extrudados de alumínio que gerencia projeto, colocação na máquina, lista de trabalho e execução em um único aplicativo. O FSTCam 4 utiliza estratégias de usinagem avançadas para otimizar os tempos e garantir a qualidade das peças”, afirma a Fom Industrie. Saiba mais em: www.fomindustrie.com/pt/macchine/fmc-serie-sei-pt/ Fonte: Fom Industrie
- CNI PROJETA ALTA DE 2,4% DO PIB E 2,1% PARA INDÚSTRIA EM 2024
Estimativa é que o crescimento seja mais disseminado nos setores industriais do que em 2023 A Confederação Nacional da Indústria (CNI) prevê uma alta de 2,4% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2024. Para o PIB industrial, a instituição projeta alta de 2,1% para este ano, segundo o Informe Conjuntural do primeiro trimestre. A expectativa é que o crescimento seja mais equilibrado entre os setores, com aumento de 2,0% da Indústria da Construção e 1,7% da Transformação, diferentemente de 2023, quando ambos caíram. A Indústria Extrativa mantém um crescimento elevado (+3,1%), mas não será protagonista como no ano passado. “As quedas da inflação e dos juros, o aquecimento do mercado de trabalho e a possibilidade de mais acesso ao crédito são os principais fatores que vêm dando mais estímulos à economia desde o final de 2023. Apesar da projeção para o PIB ser menor que a do ano passado, a composição do crescimento esperado para 2024 é positiva e mais equilibrada”, destaca Ricardo Alban, presidente da CNI. Segundo o relatório trimestral da CNI, a inflação seguirá em desaceleração e encerrará 2024 com 3,6%. Outra projeção da instituição é que o Banco Central reduzirá a taxa básica de juros, Selic, para 9,0% ao ano (a.a.) até o fim deste ano. É relevante destacar que, mesmo que a Selic atinja esse nível, a política monetária seguirá contracionista em todo o ano de 2024, ainda que com menor intensidade que em 2023. Veja aqui a entrevista com o superintendente de Economia da CNI, Mário Sérgio Telles . PRINCIPAIS PROJEÇÕES PARA 2024 Indústria da Construção será beneficiada por programas do governo O PIB da Construção apresentou queda de 0,5% no ano passado. Neste ano, o setor reagirá positivamente, com alta de 2,0%. Além da queda de juros, a regulamentação do programa Minha Casa, Minha Vida e o avanço do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) são estímulos para o setor. Indústria da Transformação voltará a crescer depois de dois anos em queda A expectativa é de alta de 1,7% do PIB da Indústria de Transformação, depois da queda de 1,3% em 2023. Essa alta é esperada pelo aumento da demanda por produtos industriais, em decorrência do aumento da massa de rendimentos e da expansão do crédito. Apesar da melhora para o setor, vale ressaltar que os efeitos do aumento da demanda sobre a atividade do setor poderiam ser maiores, não fosse o direcionamento de parte dessa demanda para produtos importados. Indústria prevê aumento de 4,0% em rendimentos reais O aquecimento do mercado de trabalho, verificado ao longo de 2023, manteve-se no início de 2024 e deve contribuir com resultados positivos no primeiro trimestre do ano. É esperada uma contribuição maior do mercado de trabalho na atividade econômica em relação à prevista no final de 2023. A taxa de desemprego baixa tem levado a aumentos dos rendimentos reais e, em 2024, ainda é esperado um aumento do número de pessoas ocupadas. Com isso, a CNI prevê 4,0% de crescimento para a massa de rendimento real habitualmente recebida. Mercado de crédito estará favorável em 2024 As concessões de crédito devem aumentar 6,3% este ano devido às reduções da Selic e ao aumento da massa de rendimentos reais, que ajudam a reduzir a inadimplência e o comprometimento de renda das famílias. Agropecuária cai 4,0% por conta dos impactos climáticos Depois de um 2023 de crescimento excepcional, com alta de 15,1%, é prevista queda de 4,0% para o PIB da Agropecuária em 2024. O setor vem sendo impactado pela redução nas safras de culturas relevantes, como soja e milho, que apresentam projeções revistas para baixo por conta dos impactos climáticos negativos provocados pelo fenômeno El Niño . Consumo e investimentos ficarão equilibrados Os fatores de crescimento em 2024 (inflação e juros em queda, aumento da massa de rendimentos e aumento do crédito, principalmente) estimulam, sobretudo, o consumo das famílias. A expectativa é aumento de 2,5% em 2024. Diferentemente de 2023, o investimento também vai apresentar alta. A formação bruta de capital fixo deverá aumentar 2,8% em 2024, após um 2023 com queda de 3,0%. Além do cenário de crédito mais favorável, programas como o de Depreciação Acelerada, o novo Marco Legal das Garantias e a Nova Indústria Brasil, além da perspectiva de melhor desempenho da Indústria de Construção, deverão gerar impactos positivos sobre os investimentos em 2024. Fonte: CNI
- ABSOLAR REÚNE ESPECIALISTAS E EMPRESÁRIOS PARA DEBATER OPORTUNIDADES DA FONTE SOLAR NO AMBIENTE DE CONTRATAÇÃO LIVRE
Evento acontece em São Paulo, no dia 9 de maio, no Teatro Renaissance, a partir das 14h A Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) promove, no dia 9 de maio, um debate estratégico no Teatro Renaissance, na cidade de São Paulo, sobre a maior abertura do Ambiente de Contratação Livre (ACL), o chamado mercado livre de energia elétrica, e a participação e potencial da fonte solar para a transição energética no país. O encontro, que tem a PV Operation como anfitriã, vai reunir especialistas, empresários, autoridades e entidades do setor, incluindo as próprias lideranças da Absolar, consultores e representantes do setor privado. Entre os temas a serem tratados no evento, que acontece a partir das 14h, destacam-se os desdobramentos para consumidores industriais e comerciais da maior abertura do ACL, o papel e as perspectivas da autoprodução com empreendimentos fotovoltaicos no segmento e novos modelos de negócios que fortalecem as políticas de ESG nas empresas. Atualmente, o Brasil tem cerca de 38 mil consumidores no ACL, representando 37,4% do consumo total de energia elétrica do país, ou seja, mais de um terço de toda a eletricidade consumida no Brasil é negociada no mercado livre de energia. Segundo dados da Absolar, o país possui 13 gigawatts (GW) de potência operacional nas grandes usinas solares, que atendem, em boa parte, contratos do mercado livre de energia. Desde 2012, o segmento já trouxe mais de R$ 56 bilhões em novos investimentos e mais de 391 mil empregos verdes acumulados, além de proporcionar cerca de R$ 19,6 bilhões em arrecadação aos cofres públicos. O evento também será “zero carbono”, já que haverá compensação de créditos para neutralizar as emissões de CO2 das atividades realizadas ao longo do encontro. A iniciativa é fruto de uma parceria entre a Absolar e a Comerc Energia, que vai contabilizar e compensar os gases do efeito estufa de todo o itinerário. O encontro, intitulado “Mercado Livre: como a liberdade de escolha contribui para a transição energética”, conta também com o apoio das empresas Astronergy, Ecom, Enel X, Solis, Sungrow e WEG, entre outras. SERVIÇO Mercado Livre Absolar Data: 9 de maio de 2024 Horário: a partir das 14h Local: Teatro Renaissance Rua Haddock Lobo, 746 - Cerqueira César, São Paulo (SP) Mais informações: https://mercadolivreabsolar.org.br/ Fonte: Absolar/Assessoria Totum Comunicação
- ARQUITETURA PASSA A INCORPORAR A ENERGIA SOLAR EM SEUS PROJETOS
A energia solar pode ser utilizada em todas as áreas de atuação humana. E não é diferente na arquitetura e na construção civil. É cada vez mais urgente que o projetar e o construir sejam mais eficientes energeticamente, aproveitando a luz do Sol. Essa tecnologia, que integra os sistemas fotovoltaicos ao design e arquitetura das mais diversas construções, está sendo cada vez mais utilizada no mundo, mas ainda é embrionária no Brasil. Um produto para revestimento de fachadas que, além de gerar energia a partir de fonte solar com alta eficiência, proporciona um preenchimento estético e perfeitamente integrado às edificações. Essa é a solução BIPV ( Building Integrated Photovoltaics – Integração Fotovoltaica na Construção Civil). Neste contexto, a arquitetura solar, por meio dos BIPVs, vem se tornando uma tendência mundial por gerar eficiência energética nas edificações. Diferentemente das instalações tradicionais de energia solar que são limitadas aos telhados, o BIPV permite explorar diversas superfícies na integração dos painéis solares, incluindo fachadas, claraboias, grades do prédio, brises, marquises e muito mais, o que permite criar um efeito arquitetônico exclusivo. Isto significa que o BIPV possui dois benefícios em comparação aos sistemas fotovoltaicos comuns: efeito estético e melhor aproveitamento do espaço disponível. Além disso, o BIPV contribui – para as edificações onde está instalado – na proteção contra os raios do sol, no isolamento térmico, na proteção contra a chuva, no sombreamento parcial de áreas e em substituição às telhas. Por outro lado, um problema típico dos sistemas BIPV é a perda de energia devido ao aumento da temperatura, uma vez que os módulos geralmente operam perto do envelope do edifício com pouca ventilação. Pensando nisso, a SolarEdge desenvolveu o Sense Connect, que utiliza uma combinação de sensores de temperatura e algoritmos de previsão para detectar altas temperaturas nos conectores, minimizando riscos de incêndio e entregando maior desempenho para o sistema. Mesmo assim, aliar uma geração energética proveniente de uma fonte limpa e renovável a uma edificação que precisa se beneficiar das vantagens proporcionadas pelo uso da energia solar, é a combinação ideal para torná-la uma edificação de energia quase zero (NZEB – Nearly Zero Energy Building ), ou seja, autossuficiente em energia. De acordo com Silvana Silvestre, arquiteta e responsável pela gestão de relacionamento da Greener, empresa de assessoria e inteligência de mercado com foco no setor fotovoltaico, é relevante para o balanço de Net Zero que o projeto arquitetônico seja concebido contemplando a integração com o sistema fotovoltaico. “Nesse modelo, os elementos fotovoltaicos são integrados à edificação, tornando-se componentes multifuncionais da construção civil, não apenas gerando energia, mas apresentando funções de desempenho arquitetônico e estético”, afirma a arquiteta. Ainda segundo Silvana, no BIPV, podem ser integrados módulos convencionais, mas existe uma tendência para integração estética. “Já há o emprego de módulos diferenciados como os flexíveis, com texturas, personalizados e integrados a sistemas solares fotovoltaicos inteligentes, que ampliam a composição formal”, destaca a arquiteta. É importante ressaltar, no entanto, que painéis tradicionais também podem ser utilizados nessa integração. “Não é preciso recorrer apenas aos filmes finos ou outras tecnologias mais caras. Uma das aplicações mais frequentes de BIPV, inclusive, é na substituição de coberturas de garagem e de estacionamentos. Além de gerar energia limpa e renovável, os painéis produzem sombra e proteção para os veículos”, afirma Juliano Pereira, country manager da SolarEdge. UTILIZAÇÃO NA PRÁTICA O condomínio residencial Bosco Esposizione, previsto para ser inaugurado no primeiro trimestre de 2025 em Caxias do Sul, na Serra Gaúcha, será o primeiro edifício do Rio Grande do Sul a aplicar tecnologias de energia solar fotovoltaica em toda a fachada do prédio. Concebido para ser um projeto boutique com apenas 19 apartamentos, o empreendimento projetado pelo arquiteto Alberto Torres, terá painéis fotovoltaicos no contorno das sacadas da fachada frontal norte e na cobertura. Somados, os equipamentos suprirão o fornecimento de energia na área condominial, deixando de emitir cerca de 15 toneladas de CO² por ano, o equivalente ao plantio anual de 700 árvores adultas. A energia gerada no edifício vai abastecer as áreas comuns, como academia, salão de festas, sala de jogos, brinquedoteca, piscina coberta e aquecida, áreas de circulação, elevadores e toda a parte que compreende o ambiente de uso comum dos condôminos. De acordo com Ana Lúcia Sebben, diretora da Construesse Construtora e Incorporadora, os componentes fotovoltaicos utilizados no ambiente externo da fachada harmonizam perfeitamente com a estética do edifício. “Como a arquitetura do prédio é contemporânea, com estilo elegante, lançando mão do concreto aparente, os módulos fotovoltaicos possibilitam essa composição e integração como elementos estéticos, agregando beleza à economia de energia. O acabamento das placas fotovoltaicas combina com o padrão único e exclusivo do Bosco Esposizione”, afirma Ana. Ainda de acordo com a diretora da Construesse, o projeto do Bosco Esposizione foi concebido para ser uma construção sustentável, tendo como preocupação, minimizar os custos para quem estiver vivendo no prédio. “Um dos benefícios com a geração própria de energia é reduzir as despesas condominiais, considerando o tamanho da unidade e a localização do edifício que fica no icônico bairro Exposição, o mais nobre de Caxias do Sul”, destaca Ana. Fonte: SolarEdge/Race Comunicação
- ESTRATÉGIAS BIOCLIMÁTICAS APLICADAS NAS FACHADAS DA ARQUITETURA TROPICAL
Quando se fala a palavra “trópico”, a imagem que comumente vem à mente é a de um lugar exótico, sempre quente e úmido, sujeito a chuvas pesadas e constantes que lavam o solo e fazem com que a vegetação cresça descontroladamente. Alimentado por uma idealização, no decorrer da história, esse clima tropical já foi sinônimo de paraíso ao mesmo tempo em que era acusado de formar povos débeis por ser clemente demais. Felizmente, esses julgamentos e associações foram deixados no passado, dando lugar a projetos teóricos e práticos que listam os ônus e bônus de se viver em uma região de clima tropical, reconhecendo as diferentes estratégias aplicadas para favorecer a adaptabilidade humana em meio a essas características climáticas tão peculiares. Definitivamente, o clima é o componente mais importante do ambiente natural, pois é ele que afeta todos os processos geomorfológicos, desde a formação do solo ao desenvolvimento das plantas – e é justamente por este nível de interdependência que as mudanças climáticas são tão aterrorizantes. Nesse sentido, assim como ambiente natural responde ao clima, a arquitetura também deve respondê-lo. Enquanto em um clima temperado, a casa precisa se manter “fechada” para proteger seus ocupantes do tempo rigoroso, retendo o máximo de calor possível, em um clima tropical, ao contrário, é preciso “abrir” a casa para permitir que o calor e umidade se dissipem, protegendo-a do sol e das chuvas abundantes. Essa volúpia do clima e da vegetação tropical oferece tanto que a vida ao ar livre, ou com maior contato com a natureza, é constantemente induzida, sendo os maiores desafios da arquitetura tropical gerar proteção contra a chuva e radiação solar direta, focando em táticas para mitigar as temperaturas internas. Para isso, as estratégias bioclimáticas são crucias, fazendo com que as edificações respondam ao clima local, promovam a eficiência energética e aumentem o conforto dos ocupantes. Elas se referem aos princípios e técnicas de projeto que utilizam os elementos naturais para criar arquiteturas que sejam sustentáveis em diferentes aspectos, minimizando o impacto ambiental das edificações, ao mesmo tempo que maximizam o bem-estar dos ocupantes. Como muito delas são aplicadas na interface entre o interior e exterior das edificações, separamos a seguir 7 estratégias bioclimáticas e suas aplicações nas fachadas de projetos residenciais inseridos no clima tropical. ELEMENTOS DE SOMBREAMENTO A incorporação de dispositivos de sombreamento, como saliências, venezianas, beirais, brises, cobogós ou qualquer outro tramado vazado nas fachadas pode bloquear efetivamente a luz solar direta, permitindo ao mesmo tempo luz difusa e ventilação natural. Esses elementos ajudam a reduzir o ganho de calor solar, minimizar o brilho e manter temperaturas internas confortáveis. CASA KENZ / SRIJIT SRINIVAS ARCHITECTS CASA DELTA / BERNARDES ARQUITETURA VEGETAÇÃO A introdução de vegetação nas fachadas, por meio de jardins verticais, paredes vivas ou floreiras, pode fornecer isolamento natural, reduzir a absorção de calor e melhorar a qualidade do ar. As plantas também contribuem para o sombreamento e o resfriamento evaporativo por meio da transpiração, aumentando ainda mais o conforto térmico e reforçando a imagem do cenário tropical dentro da arquitetura. GALPÃO TROPICAL / LAURENT TROOST ARCHITECTURES RESIDÊNCIA ENTRE JARDINS / VTN ARCHITECTS ESTRATÉGIAS DE VENTILAÇÃO As fachadas das arquiteturas tropicais geralmente apresentam janelas operáveis ou outras aberturas estrategicamente posicionadas para facilitar a ventilação cruzada e promover o fluxo de ar natural. Isso ajuda a reduzir os níveis de umidade e melhorar a qualidade do ar interno. EXPANSÃO DO VALE / STUDIO HEYA CASA OF / STUDIO OTTO FELIX ORIENTAÇÃO SOLAR A orientação solar adequada das edificações pode otimizar a entrada da luz natural e minimizar o ganho de calor solar. Em climas tropicais, projetar edificações com orientação norte-sul reduz a exposição à luz solar direta, especialmente durante os períodos mais quentes do dia. A CASA DO SILÊNCIO / NATURA FUTURA ARQUITECTURA CASA DE CAMPO EM PUENTE IGLESIAS / OFICINA DE ARQUITECTURA Y PAISAJE OAP + MDE ESTUDIO MASSA TÉRMICA Incorporar materiais com alta massa térmica, como concreto, pedra ou adobe, na construção das fachadas ajuda a absorver e armazenar calor durante o dia e liberá-lo gradativamente à noite. Isto ajuda a estabilizar as temperaturas internas e a reduzir a dependência de sistemas de refrigeração mecânica. CASA DISCRETA / JIRAU ARQUITETURA EARTH FARMHOUSE / STUDIO VERGE SUPERFÍCIES REFLEXIVAS Materiais de cores claras ou reflexivos usados em fachadas podem minimizar a absorção de calor ao refletir a radiação solar, reduzindo assim a necessidade de resfriamento e atenuando o efeito de ilha de calor urbano. NAGATO HOUSE / RASA ARCHITEKTURA HOUSE COVE(R) / TOUCH ARCHITECT ADAPTABILIDADE A integração de sistemas de fachada responsivos, como persianas ajustáveis ou elementos de sombreamento dinâmico controlados por sensores, automação ou mesmo manualmente, permite a adaptação em tempo real às mudanças nas condições ambientais, otimizando o desempenho energético e o conforto dos ocupantes. CASA PÁTIO / CAIO PERSIGHINI ARQUITETURA CASA ABK / BERNARDES ARQUITETURA Fonte: Arch Daily
- 8 MÁQUINAS PARA TORNAR O TRABALHO NA INDÚSTRIA VIDREIRA MAIS PRÁTICO E SEGURO
A Italotec, desenvolvedora de equipamentos para manuseio do vidro, apresenta as soluções e suas vantagens Dados do INSS registraram 603.825 mil acidentes e 2.694 óbitos relacionados ao trabalho no Brasil em 2023. Na indústria vidreira também existem riscos, pois manusear chapas de vidros pode ser um trabalho demorado, difícil, arriscado e que requer vários colaboradores para a execução. Para ajudar este segmento, a Italotec desenvolve equipamentos para tornar o manuseio do vidro mais fácil e seguro, combatendo os riscos de acidentes com a utilização de tecnologia. A empresa também oferece assistência técnica própria. Conheça algumas opções que podem facilitar o dia a dia dos profissionais da indústria vidreira: VENTOSAS São máquinas capazes de manusear e transportar grandes chapas com facilidade. Na Italotec, há opções que requerem apenas um operador para fazer a movimentação. “Mais prático e seguro do que vários colaboradores se arriscarem juntos realizando esta tarefa manualmente”, afirma a marca. CLASSIFICADOR DE CHAPAS Nova forma de armazenar chapas de vidros, mármores, aço ou madeira. “É um otimizador de espaço, ideal para organizar chapas no local que a empresa tem disponível. Com ele, o operador escolhe a chapa que deseja pressionando poucos botões. CARREGADORAS A carregadora Traver, desenvolvida pela Italotec, faz o transporte da chapa para a mesa de corte de maneira automatizada, ou seja, sem a necessidade do operador ter contato com a chapa. Isto possibilita um aumento de produção e segurança para os funcionários. PINÇAS A solução realiza o trabalho de movimentação de vidros, içada por uma ponte rolante ou carro pórtico. “Temos opção de pinça que realiza o transporte de chapas com até 1.000 kg. Sem essas, o trabalho é manual, feito por colaboradores correndo alto risco ao carregarem chapas tão pesadas”, informa a marca. BALANCIM Mais uma das opções de máquinas para transportar e movimentar chapas de vidro. A chapa é anexada em colares que suportam até 3.000 kg cada. Na Italotec, existem opções para adaptar até seis colares por balancim. Além deste equipamento proporcionar maior segurança, permite mais eficiência à operação. PUXADOR PARA QUEDA LIVRE O item para queda livre “derruba” a chapa de vidro na mesa de corte, tornando o dia a dia do operador menos arriscado. GRABE JUMBO Realiza o trabalho de movimentação de colares de vidros jumbo, içado por pórtico ou ponte rolante, o grabe tem capacidade de carga 5.000 kg e pode movimentar colares de espessuras variadas de 50 até 100 mm. Sem o grabe jumbo, não é possível transportar chapas de vidro jumbo, devido ao dimensional dos produtos e o alto risco de acidentes. REBOCADOR DE CARGAS Com o equipamento, apenas um operador consegue transportar pesos de até 2.000 kg. Isto é possível graças à sua tecnologia que utiliza alimentação elétrica. Além da facilidade proporcionada por esta máquina, ela também propicia segurança, agilidade e maior ergonomia ao operador. Fonte: Italotec
- COMO AS CONEXÕES EM ALUMÍNIO FACILITAM A MONTAGEM DA ESQUADRIA?
Da esquerda para a direita: conexão allen e macho de pressão/Divulgação Com foco em entregar rapidez e qualidade na montagem de esquadrias de alumínio, a Nopla Metais atende a todas linhas de perfis do mercado, inclusive tubos, com conexões de alumínio para fechamento a 45 graus, segundo a empresa. “Nossas conexões têm o objetivo de substituir o tradicional (macho e cunha), tornando a montagem mais rápida, sem danificar o perfil. Além disso, tem um grande diferencial: desmonta, se precisar. Conheça as conexões da Nopla Metais, atendemos todo Brasil”, convida a empresa. A Nopla Metais atua com conexão allen e macho de pressão. Peça única, desenvolvida para atender vãos com alturas maiores que 8,5 mm que têm movimentação, as conexões allen possuem resistência no fechamento do grau e possibilidade de montagem e desmontagem com a mesma peça, segundo a fabricante. Já o macho de pressão é indicado para a utilização em peças que não tenham movimentação, como contramarco e batentes. As vantagens agregam custo menor em relação ao macho cunha, não necessita de usinagem na montagem, maior produtividade na montagem e ser uma peça única. Fonte: Nopla Metais
- CONSTRUÇÃO CIVIL GEROU MAIS DE 100 MIL NOVOS EMPREGOS NO 1º TRIMESTRE DE 2024
De acordo com os dados do novo Caged, divulgados, neste mês de abril, pelo Ministério do trabalho e Emprego, a construção civil, nos primeiros três meses de 2024, gerou 109.911 novos empregos com carteira assinada, o que representou uma alta de 16,85% em relação aos mesmos meses de 2023 (94.065). Com este resultado, o número de trabalhadores formais no setor cresceu 6,46% nos últimos 12 meses, passando de 2,685 milhões em março/23 para 2,858 milhões em março/24. O resultado positivo no mercado de trabalho na construção é justificado pelo bom desempenho observado em seus três segmentos. A construção de edifícios, de janeiro a março/24, foi responsável pela criação de 45.630 novas vagas, as obras de infraestrutura geraram 27.286 novos empregos e os serviços especializados 36.995. O país possui 46,236 milhões de trabalhadores com carteira assinada, sendo que a construção civil responde por 6,18% deste número (2,858 milhões). No 1º trimestre/23 foram gerados, no Brasil, 719.033 novos postos de trabalho com carteira assinada, sendo que 15,29% deles (109.911) foram no setor. Ou seja, apesar de responder por 6,18% do total de trabalhadores formais, a construção civil foi responsável, nos primeiros três meses do ano, por 15,29% do total das novas vagas geradas. Este resultado demonstra a força do mercado de trabalho do setor. As novas medidas do Programa Minha Casa, Minha Vida, anunciadas em agosto/23, o fato de 2024 ser um ano eleitoral, a redução das taxas de juros, a melhor expectativa para o crescimento da economia brasileira, a inflação sob controle são alguns fatores que ajudam a confirmar um melhor cenário para a construção civil. A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic) elevou para 2,3% a perspectiva de crescimento do setor em 2024. EMPREGOS POR ESTADO Os cinco estados que mais geraram novos empregos formais na construção no 1º trimestre de 2024 foram: São Paulo (37.643), Minas Gerais (13.357), Rio de Janeiro (9.623), Paraná (7.777) e Santa Catarina (7.450). Já as cidades de São Paulo (16.281), Rio de Janeiro (6.913), Belo Horizonte (2.886), Paulínia (2.874) e Goiânia (2.511) foram as cinco com maior criação de novas vagas no setor. Fonte: Cbic
- MARCA INTERNACIONAL DE RENOME COMEMORA SEU PRIMEIRO ANO DE ATUAÇÃO DIRETA NO BRASIL
Fabricante de linhas integradas e máquinas para o processamento de vidro, madeira, pedra, plástico e materiais compósitos, a Biesse foi fundada na Itália em 1969 e listada no segmento Euronext STAR da bolsa de valores italiana. A empresa atua com destaque nos setores de móveis, construção civil, automotivo e aeroespacial. “Hoje, 80% do nosso faturamento consolidado é obtido no exterior por uma rede global em constante crescimento, com quatro polos produtivos (Itália e Índia), mais de 30 showrooms pelo mundo e 4.000 colaboradores”, destaca Alessandro Agnoletti, diretor comercial da Biesse para América do Sul e Central. O amplo showroom do Brasil, localizado na cidade de Curitiba (PR), foi inaugurado em 26 de abril de 2023 para obter maior proximidade com os clientes da América do Sul e Central. O investimento totalizou 2 milhões de euros. “Antes os clientes precisavam entrar em contato com a Itália ou com um representante para realizar a manutenção dos equipamentos e a compra de peças de reposição”, lembra Agnoletti. Atualmente, a Biesse conta com equipe de assistência técnica local e um estoque com peças de reposição para pronta-entrega. A empresa informa que, entre técnicos locais e de campo no Brasil, o número chega a 13. HSD E DIAMUT A empresa integra um grupo que abrange as marcas HSD (empresa que projeta, fabrica e distribui eletrofusos, cabeçotes de fresagem de 3, 4 e 5 eixos e componentes tecnologicamente avançados para usinagem de metal, ligas, materiais compostos e madeira) e Diamut (que projeta, fabrica e distribui uma gama completa de ferramentas para o processamento de vidro, pedra natural e sintética, que podem ser utilizadas em máquinas CNC, automáticas e semiautomáticas). “Hoje, as tecnologias mais avançadas para o processamento de vidro da Intermac, Forvet e Movetro estão sob uma única marca: BiesseGlass”, informa o diretor comercial. DEMONSTRAÇÕES PERSONALIZADAS “A existência de um showroom é um ganho para o cliente que pode ver demonstrações e fazer testes personalizados nas máquinas para que tome a decisão de aquisição com mais segurança”, salienta Agnoletti. “Em um espaço de 1.300m², estão instaladas 11 máquinas para o processamento de madeira e vidro, incluindo CNC, seccionadora, coladeira de borda, furadeira, lixadeira e mesa de corte”, acrescenta o diretor. No decorrer de 2023 e, agora, em 2024, o espaço tem se transformado em um polo de conhecimento para a indústria. EVENTOS GRATUITOS “No total, o showroom recebeu mais de 600 visitas em 2023”, comenta o executivo. “Quase todos os meses realizamos eventos gratuitos onde, em parceria com empresas relevantes para o setor do vidro e da madeira, focamos em um tema ou uma tecnologia e nos aprofundamos no assunto buscando agregar conhecimento e ajudar na evolução e no desenvolvimento de nossos clientes”. A programação gratuita é sempre atualizada na plataforma de eventos, que pode ser acessada pela internet: www.live.biesse.com/events . “Para celebrar o primeiro ano da Biesse no país, vamos abrir nossas portas do dia 6 a 10 de maio no evento Inside. Convidamos todos para se juntar a nós e celebrar esta importante data. É a oportunidade de ver demonstrações ao vivo em nossas máquinas e softwares, assistir a palestras, conversar com especialistas e encontrar as melhores soluções para a sua produção”, diz Agnoletti. As inscrições para o evento Inside são limitadas. Os interessados em participar devem se inscrever previamente pela internet em www.live.biesse.com/event/inside-brasil . PRESENÇA NO BRASIL Apesar de já comercializar na região há quase 40 anos por meio de representantes, a presença física da empresa no país já apresentou resultados positivos como o aumento das vendas tanto no Brasil (70%) quanto no restante da América do Sul e Central (40%). “Os planos para o futuro são de ainda mais crescimento. Em um ano já aumentamos em 30% o número de funcionários e seguimos com contratações abertas, estamos em fase de estudos para aprimorar a logística, ampliar o estoque de peças, inclusive com a aquisição de magazine automático”, adianta o diretor comercial. *Conteúdo extraído da Revista Contramarco - edição 166 (março/abril-24).
- ROOFTOPS: LAZER E SEGURANÇA TEM VALORIZADO EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS
Áreas de lazer elevadas têm redefinido o conceito de bem-estar, com conforto, estilo e funcionalidades exclusivas *Por Emanuelle Ormiga Nos últimos anos, uma das tendências do mercado imobiliário que têm ganhado espaço nos prédios residenciais do Brasil é subir a área de lazer para o topo dos edifícios. Os rooftops , como também são chamados, é a área do empreendimento de uso coletivo dotada de infraestrutura pensado para funcionar como um refúgio aos moradores do condomínio e seus visitantes e que oferecem diversos benefícios como vista privilegiada, privacidade e tranquilidade. Esse conceito surgiu nos Estados Unidos, na década de 1980, e foi criado para promover qualidade de vida, lazer e bem-estar das pessoas que residem no local. E dentre os principais diferenciais mais valorizados pelos proprietários está a possibilidade de se desfrutar de um espaço aberto e seguro a poucos passos de casa. “Nós sabemos muito bem o quanto a rotina de trabalho pode ser cansativa e estressante. Por isso, é importante ter um lugar para relaxar e aproveitar momentos de lazer com privacidade e sofisticação”, comenta Paulo Lana, arquiteto do escritório Lana Dumont Arquitetura. Além dos benefícios que o espaço proporciona, do ponto de vista de investimento, a existência de um rooftop em um empreendimento agrega valor às unidades residenciais. “É um item muito importante e valorizado na hora da revenda, por exemplo. As pessoas têm buscado cada vez mais por esses espaços, principalmente aqueles que desejam adquirir um apartamento em um edifício de alto padrão”, comenta Paulo Muniz, diretor da Conbral. “Ter a ‘um elevador’ de distância uma infraestrutura completa, muitas vezes com piscina, academia e salão de festas, confere aos moradores a comodidade de se morar em uma casa, mas com a vantagem da segurança de um apartamento”. De acordo com Felipe Melazzo, presidente da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário de Goiás (Ademi-GO), os imóveis em Goiânia valorizaram em média 18%, em 2023 e, na percepção dele, os prédios com a presença dos rooftops , que já são mais de 30, tiveram valorização acima da média, com quase 25% a mais no valor do metro quadrado. “É um elemento de design que expande a experiência dos moradores, assim como demonstra uma evolução expressiva no mercado imobiliário de Goiânia em consonância às tendências contemporâneas de estilo de vida e arquitetura a nível global”, diz. Neste contexto, Fernando Razuk, CEO da Somos Desenvolvimento Imobiliário, destaca o sucesso de um empreendimento no setor Marista, lançado em 2019. “Com a incorporação de um rooftop sofisticado, o projeto não só elevou o nível de vida dos moradores, mas também resultou em uma valorização expressiva do imóvel, de modo que o preço do metro quadrado no Elev Marista mais do que dobrou, após a introdução do rooftop , saltando de aproximadamente R$5,3 mil para R$11 mil”, afirma o executivo. “Repetimos o conceito também no Parque Amazônia, em um empreendimento que lançamos no final de 2020. Lançamos o empreendimento com preço do metro quadrado de R$4,2 mil e entregamos o empreendimento este mês, com os apartamentos valendo, em média, R$7,3 mil o metro quadrado”, complementa Razuk. VISTA PRIVILEGIADA Antes, apenas os residentes dos andares mais altos tinham acessos às vistas mais belas, com o rooftop todos podem aproveitar e usufruir do espaço. Em Brasília, um dos empreendimentos que possui uma vista privilegiada é o Ennius Muniz Residencial, no Noroeste. O edifício está localizado em um dos últimos terrenos com vista livre para o Parque Burle Marx. Lana conta que o horizonte do parque foi a “espinha dorsal” do projeto. “Todos os ambientes foram projetados de forma linear e voltados para essa vista, que é privilégio de poucas projeções do setor Noroeste”, afirma. O diretor da Conbral aponta que a cobertura de alto padrão foi criada para quem busca morar com estilo, conforto, inovação e modernidade. “Estamos estabelecendo um novo modelo de excelência no panorama imobiliário de elite em Brasília”, afirma. No rooftop do residencial estão localizados os wine bar , academia, sauna, duas churrasqueiras e piscina aquecida. Ennius Muniz Residencial. Reprodução: Conbral INVESTIMENTO, INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE Marcelo Moreira, diretor comercial da CMO Construtora, salienta que fatores como inovação e sustentabilidade aplicados aos rooftops contribuem não só para a valorização imobiliária, como impulsionam a evolução do segmento. “Nossa estratégia de incluir rooftops nos projetos vai além de uma simples tendência, é uma iniciativa consciente para promover um uso mais eficiente do espaço urbano, elevando assim a qualidade de vida na cidade,” afirma. O executivo exemplifica a aplicação no projeto do Residencial Viverde Areião, onde foram instalados painéis de energia fotovoltaica no rooftop , o que garantiu uma significativa redução dos custos energéticos nas áreas comuns do edifício. Para Marcelo, tal evolução ressalta o crescente interesse do mercado por espaços únicos e multifuncionais. Outro exemplo de sucesso é o projeto Ritmo Bueno, que teve uma valorização de 100% em três anos. “O rooftop do Ritmo Bueno inclui um espaço livre para videoconferências e transmissões ao vivo, aliado a um coworking , com salão de festas e churrasqueira, além de uma academia. A possibilidade de fazer atividades com uma vista de 360º da cidade é um diferencial”, exemplifica. No mesmo caminho, Camila Inácio, diretora de empreendimentos da Consciente Construtora e Incorporadora, também destaca as iniciativas ecológicas implementadas. “Nosso foco é harmonizar estética, funcionalidade e responsabilidade ambiental. Iniciamos a incorporação de rooftops em Goiânia, em 2006, com o projeto Solar Universitário, inspirados pelo feedback de um cliente. Desde então, temos explorado diversas funcionalidades para estes espaços, incluindo áreas gourmet e academias”, explica. Para ela, com o passar do tempo, houve uma inversão na preferência por espaços abertos em relação aos cobertos, refletindo a valorização crescente dos ambientes externos. Fonte: Conbral/Profissionais do Texto e Kasane Comunicação
- PERFIS METÁLICOS E DE UPVC: VEJA AS CARACTERÍSTICAS DO CENTRO DE USINAGEM PICCOLO BRAVO
O centro de usinagem Piccolo Bravo, da fabricante Cortesa Máquinas, conta com três eixos monitorados por Controle Numérico Computadorizado ( CNC), possui barramento longo com quatro morsas pneumáticas e aberturas laterais na carenagem, permitindo assim a fixação de peças longas, segundo a empresa. A máquina foi projetada para usinagens em perfis metálicos e de uPVC, como os utilizados em esquadrias para aberturas e móveis. Entre as características, a Cortesa cita: potência do cabeçote = 3,8 kW/12000 RPM; troca automática de ferramentas com magazine de quatro posições; quatro morsas de posicionamento manual e fixação pneumática da peça; dois batentes para posicionamento da peça, possibilitando usinagem de peças de até 2880 mm; lubrificação da ferramenta por spray com regulagem de tempo de acionamento; software de programação de fácil aprendizagem com visualização gráfica das usinagens; e cabine de proteção com porta de acionamento pneumático. Saiba mais: https://cortesa.com.br/wp-content/uploads/2023/03/PICCOLO-BRAVO-Web-200907.pdf Fonte: Cortesa














