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- VENTILAÇÃO NATURAL VERSUS CONFORTO ACÚSTICO
*Por Fernando Simon Westphal, consultor técnico da Abividro, engenheiro civil e professor da UFSC Sempre que comento sobre o projeto das fachadas em pele de vidro dos edifícios corporativos que receberam certificação Leed (Leadership in Energy and Environmental Design) ouço críticas sobre o fato de suas janelas não abrirem. Isso causa muito espanto ao público que não é da área da construção e mesmo a arquitetos e engenheiros, mas que não atuam nesse tipo de projeto. Afinal, como pode um prédio sem ventilação natural recebe uma certificação ambiental? Bom, precisamos dividir esta análise em dois aspectos: a certificação e a viabilidade da ventilação natural nesses edifícios. A certificação Leed utiliza como norma de eficiência energética a Ashrae Standard 90.1 e como norma de qualidade do ar a Ahsrae Standard 62.1. Ambas são normas norte-americanas, mas adotadas no Brasil como referência na elaboração do método de etiquetagem de edificações, o PBE-Edifica do Procel/Inmetro e da norma ABNT NBR 16401 — Instalações de ar-condicionado - Sistemas centrais e unitários. Esses textos incentivam a ventilação natural como estratégia para conforto térmico, economia de energia e qualidade do ar. Não é um pré-requisito para a certificação que o prédio tenha ventilação natural. Ele pode ser suprido por ventilação mecânica, desde que com alta qualidade e eficiência energética. O mesmo vale para a ventilação natural. É necessário garantir a vazão de ar em quantidade e qualidade adequadas durante a ocupação do prédio. No caso de edifícios corporativos com grandes lajes, é tecnicamente inviável garantir bom suprimento de ar por ventilação natural em todo o pavimento. Nós temos maior tolerância a variação da ventilação em nossas residências e pequenos escritórios, onde é mais fácil agir sobre a abertura e fechamento das janelas. Mas em grandes ambientes e com alta taxa de ocupação, esse controle sobre as esquadrias é mais complexo. Talvez o maior problema ainda a ser contornado para promover a ventilação natural nos grandes centros urbanos é o controle do ruído. Onde passa ar, passa ruído. E esse tem sido um dos desafios da indústria de esquadrias nos últimos anos: como promover boa ventilação natural em climas quentes e boa atenuação sonora? Existem algumas estratégias, mas ainda não adotadas em larga escala, como os defletores acústicos, os ressonadores, as fachadas duplas e as janelas plenum . Dentre esses, a janela plenum me parece a solução de maior eficácia de ventilação e melhor custo-benefício. Trata-se de uma janela dupla, com 2 folhas de correr cada (a janela interna pode ser com folhas de giro de eixo vertical), em que as aberturas são feitas de forma que fiquem desalinhadas, desencontradas. Isso cria um caminho maior para o fluxo de ar percorrer e a atenuação sonora se dá pelo amortecimento ao longo desse caminho. Eu conduzi uma pesquisa de mestrado recentemente na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), onde monitoramos o desempenho da ventilação e atenuação sonora de um protótipo de janela plenum . Encontramos uma atenuação de até 8 dB na faixa de frequência dos 1000 Hz com a janela promovendo boa ventilação com 40 cm de abertura. Isso comparado à janela totalmente aberta. Foi um estudo preliminar, uma investigação inicial para identificar o potencial da solução. Mas identificamos que é uma estratégia promissora para promover o conforto térmico e acústico com baixo consumo de energia em ambientes de pouca profundidade. Mas ainda não consigo enxergar esse tipo de solução no edifício corporativo dos grandes centros urbanos. Para esses casos, a fachada dupla aparece como uma solução tecnicamente exequível, porém com o custo ainda injustificável, pois são necessárias duas fachadas. Nessa conta, fechar as janelas e ligar o ar-condicionado – de alta eficiência! – ainda é a solução mais viável. Para quem quiser saber mais sobre nossa pesquisa sobre a janela plenum, a dissertação é intitulada: “Estudo de isolamento sonoro e de ventilação de uma janela acústica ventilada”. Foi desenvolvida pela aluna Emiliana Rodrigues Costa, sob minha orientação, e pode ser acessada através do link: https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/236393 *Os artigos publicados com assinatura são de responsabilidade dos respectivos autores e podem não interpretar a opinião da revista. A publicação tem o objetivo de estimular o debate e de refletir as diversas tendências do mercado, com foco na evolução da indústria de esquadrias e vidro.
- A DESCOBERTA DO VIDRO: UMA JORNADA FASCINANTE
*Por Fernanda Krentkowski, empresária Há milhares de anos, quando a humanidade ainda estava aprendendo a dominar as habilidades básicas para sobreviver, uma descoberta revolucionária estava prestes a acontecer. Ela mudaria para sempre a maneira como viveríamos e nos relacionaríamos com o mundo ao nosso redor. Estou falando da descoberta do vidro. A história da descoberta do vidro remonta a tempos antigos, quando civilizações estavam começando a explorar os segredos da natureza. No início, o vidro era um mistério desconhecido, escondido nas profundezas da terra e nas areias quentes do deserto. Acredita-se que a primeira forma de vidro tenha sido acidentalmente descoberta por volta de 3500 a.C., no antigo Egito. Naquela época, os egípcios estavam experimentando a fundição de metais e descobriram que, ao colocar certos minerais junto com os metais no fogo, uma substância brilhante e translúcida era formada. No entanto, essa forma primitiva de vidro não era tão transparente e brilhante quanto o vidro que conhecemos hoje. Era opaco e tinha uma aparência mais próxima da cerâmica. Mesmo assim, os egípcios ficaram fascinados com essa nova substância e começaram a usá-la para criar pequenos objetos decorativos, como contas e amuletos. Com o tempo, a arte de fazer vidro se espalhou para outras civilizações, como os fenícios, os romanos e os gregos. Cada cultura adicionou suas próprias técnicas e aprimorou a produção de vidro. Os romanos, por exemplo, foram os primeiros a descobrirem a técnica de soprar o vidro, criando assim objetos de vidro mais complexos e delicados. No entanto, foi durante a Idade Média que o vidro começou a ser produzido em maior escala. Com o surgimento das primeiras fábricas de vidro, a produção em massa se foi possível e o vidro se tornou mais acessível e amplamente utilizado. A partir desse ponto, o vidro começou a desempenhar um papel fundamental em várias áreas da vida humana. Foi utilizado na construção de janelas, espelhos e lentes, o que levou a avanços significativos na área da óptica. O vidro também foi usado na fabricação de recipientes para armazenar alimentos e bebidas, revolucionando a maneira como a comida era preservada e consumida. Hoje, o vidro é um material indispensável em nossa sociedade moderna. É amplamente utilizado na na construção civil, indústria automotiva, na fabricação de eletrônicos e até mesmo na arte contemporânea. Sua versatilidade e durabilidade o tornam um material valioso em várias aplicações. A descoberta do vidro foi um marco na história. Ela nos permitiu enxergar o mundo de uma maneira completamente nova e nos deu a capacidade de criar e moldar objetos de beleza e utilidade. É uma história de curiosidade, experimentação e inovação que continua a nos inspirar até os dias de hoje. *Os artigos publicados com assinatura são de responsabilidade dos respectivos autores e podem não interpretar a opinião da revista. A publicação tem o objetivo de estimular o debate e de refletir as diversas tendências do mercado, com foco na evolução da indústria de esquadrias e vidro.
- OLGACOLOR E UNIMED: LINHA DE FACHADA EXCLUSIVA PARA OBRA
Essa nova missão representa uma oportunidade para a marca consolidar sua posição no mercado A expansão da unidade da empresa Olgacolor, localizada em Jacutinga (MG), tem causado grande impacto no setor industrial e de construção civil. Com um investimento significativo, a unidade ampliou sua área fabril para aproximadamente 30.000m² com um novo galpão de 7.900m². Esta expansão permitiu a ampliação de sua capacidade produtiva para 20 mil toneladas de extrusão anual, 10 mil toneladas de anodização e 18 mil de pintura, além da contratação de pessoal qualificado. Um dos resultados mais notáveis dessa expansão foi a capacidade de atender a um grande projeto da Unimed em Itajaí (SC). No início de 2024, como parte de seus investimentos estratégicos, a Olgacolor contratou Luiz Carlos Santos como seu novo diretor técnico. Pouco depois de assumir o cargo, Santos foi confrontado com um desafio intrigante apresentado por Luiz Felipe Lucena, diretor técnico do Consórcio CLN: desenvolver uma linha de fachada exclusiva para a obra da Unimed. Esta nova empreitada representaria não apenas um teste para Santos e sua nova equipe, mas também uma oportunidade para a Olgacolor consolidar sua posição no mercado. O objetivo era criar um sistema de fachada unitizado, incorporando a peculiaridade de embutir o maxim-ar sem marcos visíveis. Além do desafio conceitual, havia restrições de tempo, pois o Consórcio CLN estava contratualmente comprometido a iniciar a instalação dos painéis em abril de 2024. Isso exigiria que o produto fosse criado do zero, desenvolvendo o conceito, fabricando ferramentas, produzindo perfis e acessórios, tudo em menos de três meses. Foi destacado por Lucena que já possuíam um produto existente de um concorrente, mas este não atendia completamente suas necessidades, o que ofereceu à Olgacolor a oportunidade de apresentar uma solução mais adequada. Desenvolver um produto como esse e garantir a entrega dos perfis dentro do prazo exigido só seria possível por meio de uma colaboração estreita entre todos os participantes do processo, desde a equipe de projetistas até os departamentos de logística, ferramentaria e produção de ambas as empresas e seus parceiros. Essa abordagem integrada foi fundamental para garantir que cada etapa do processo ocorresse de forma eficiente e sem contratempos. O processo de desenvolvimento começou com uma análise baseada nas quatro regras do Método Cartesiano, proposto por René Descartes. Essas etapas são: Dúvida Metódica: Questionar e duvidar de todas as ideias e conceitos existentes, visando alcançar conhecimento verdadeiro e indiscutível; Análise: Dividir o problema em partes menores e mais gerenciáveis para examiná-las individualmente; Síntese: Reunir as conclusões da análise para formar uma compreensão global e solucionar o problema de forma abrangente; Verificação: Confirmar se as conclusões alcançadas são consistentes e lógicas, utilizando métodos como experimentação e observação. Essas etapas foram essenciais para garantir que o projeto fosse abordado de maneira sistemática e eficaz, permitindo a identificação e resolução de desafios de forma proativa. A obra apresentava desafios além dos aparentemente visíveis nos detalhes. Santa Catarina é conhecida pela incidência de altas velocidades de vento e até mesmo tornados. Além disso, a fachada receberia brises de alumínio fixados diretamente na infraestrutura principal dos painéis, adicionando complexidade ao projeto. A logística de fabricação e instalação também representava um desafio significativo. Durante o processo, várias reuniões foram realizadas, mas uma etapa crucial ainda estava pendente: a validação do produto desenvolvido. Para abordar essa fase, foi convocada uma reunião com toda a equipe de desenvolvimento, projeto, fábrica e instalação. Esse encontro tinha como objetivo seguir a quarta etapa sugerida por Descartes, que seria executada novamente mais adiante, quando os testes fossem realizados. Essa validação era fundamental para garantir que o produto atendesse aos requisitos de qualidade e desempenho estabelecidos. Luiz Carlos Santos, Luiz Felipe Lucena e Felipe Bidu, engenheiro da marca. Reprodução: Olgacolor Com o projeto validado, a equipe de fábrica e logística da Olgacolor foi convocada. Seriam necessárias inicialmente 25 novas ferramentas, com alta complexidade, a serem fabricadas em um prazo recorde de 15 dias. Apenas com esse cronograma seria possível atender à necessidade da CLN, que ainda precisava produzir a fachada na fábrica da Luxalum e enviá-la para Santa Catarina. Esse processo exigia máxima eficiência e coordenação entre as equipes envolvidas para cumprir o prazo estabelecido e garantir a qualidade do produto. Além de todos os desafios técnicos, foi enfrentada também a pressão do tempo, especialmente devido ao carnaval. No entanto, graças ao empenho da equipe de São Bernardo do Campo (SP) e Jacutinga (MG), em especial ao Engenheiro Vinicius Tomaz de Alencar e ao Sr. Luiz Andrade, juntamente com nossos fornecedores, foram recebidas as primeiras ferramentas já no mês de março. Assim nasceu o sistema Imponenza, o mais novo lançamento de esquadrias para o segmento de fachadas da Olgacolor, que alia tecnologia de ponta e design sofisticado para atender aos mais altos padrões de engenharia e arquitetura. Foi nesse momento que foram iniciados os primeiros testes de extrusão e ajuste de ferramental. Este é um processo conhecido por sua complexidade e importância. Sem profissionais capacitados e uma fábrica equipada com tecnologia de ponta, a Olgacolor não teria sido capaz de alcançar esse marco crucial no desenvolvimento do projeto. Ao chegar ao final de março, dentro do prazo estabelecido para a produção dos primeiros lotes de perfis, foram enviadas algumas barras à Luxalum para verificação, usinagem e testes, ainda seguindo a quarta etapa do método cartesiano. Enquanto isso, para resolver os desafios de fabricação e instalação, a CLN estava em processo de montar uma estrutura dedicada na obra, com engenheiros capacitados encarregados da instalação e montagem dos painéis. Eles estão realizando colagens em locais estratégicos e isolados de toda a obra, assegurando a qualidade do processo. Com os ajustes realizados e os perfis aprovados, chegou o momento da produção final e pintura dos perfis, também realizados na ampliação da fábrica de Jacutinga. Em uma semana, foi produzido e entregue o primeiro lote à Luxalum. Com o corte e usinagem dos perfis já feitos na Luxalum, os primeiros lotes foram enviados à Itajaí e, em tempo recorde, a equipe de obra montou os primeiros painéis e iniciou a instalação dentro do prazo contratual. O projeto da Unimed está em pleno andamento, e a participação da Olgacolor com 60 toneladas de alumínio do sistema Imponenza é um dos pontos-chave para a conclusão bem-sucedida da obra. Assim que a instalação se iniciou, a Olgacolor recebeu uma mensagem muito gratificante de Lucena e sua equipe: “Em nome do TIME CLN, quero agradecer o empenho de todos. Foi duro, doloroso. Firmamos o compromisso de iniciarmos a fachada em abril, e conseguimos!” A conclusão bem-sucedida deste projeto não apenas ilustra a importância de um método estruturado no desenvolvimento de produtos, mas também destaca a essencialidade de uma equipe coesa e dedicada. Além disso, a infraestrutura moderna e atualizada da Olgacolor, aliada aos investimentos contínuos em produção e qualidade, desempenharam um papel fundamental na capacidade de enfrentar esse desafio e atender aos prazos e padrões exigentes. O diretor técnico Luiz Carlos e sua equipe estão orgulhosos do trabalho realizado e confiantes no impacto positivo que a colaboração terá no projeto Unimed em Itajaí. A nova capacidade de produção representa um avanço significativo para a Olgacolor e destaca o potencial da empresa como parceiro confiável para projetos de grande porte em todo o Brasil. A empresa está comprometida com tecnologia e inovação para atender às demandas do mercado e impulsionar o setor da construção civil. Com esse objetivo, ela acaba de adquirir uma nova linha de pintura para a unidade de Jacutinga (MG), com capacidade anual de 16 mil toneladas. A instalação está prevista para começar em setembro deste ano. Para mais informações, acesse: www.olgacolor.com.br Fonte: Olgacolor
- CONSULTORIA ESPECÍFICA PARA ACM
Aumento na aplicação e diversidade de características justificam a nova atuação para empreendimentos de médio e grande portes que utilizam o material *Por Johnny Vieira de Souza – responsável pelo departamento de projetos da Projeto Alumínio, arquiteto, consultor ACM e professor universitário O Painel de Alumínio Composto (ACM ou ACP) deixou de ser um revestimento “genérico” há muito tempo. Devido a popularização do revestimento em empreendimentos de médio e grande portes, a solução vem sendo utilizada em larga escala, principalmente em fachadas e interiores. O crescimento no volume de aplicação do painel está associado à diversidade de fornecedores, fabricantes e tipologias de resinas (diversidade técnica de pinturas), além de fatores como o tempo de garantia, especificidades da obra (localização) e características físicas (espessuras das lâminas, tipo de núcleo e espessura total), entre outros aspectos, inclusive para requerimento de garantia, o ACM ganhou uma diversidade técnica que justifica uma consultoria específica. Nas edificações, o ACM tem notoriedade estética e geralmente é utilizado como protagonista nas fachadas. No material, existem especificidades técnicas que geram grandes impactos financeiros e estéticos à obra. Um consultor específico de ACM auxilia na diminuição de prejuízos que podem ocorrer na má elaboração do projeto ou divisão dos módulos (paginação que gera perdas), pela falta de contemplação de fatores técnicos de posicionamento, divisão, reforços de abas, bandejas e ou subestrutura, acessórios e métodos construtivos. O projeto específico visa englobar fatores técnicos do ACM e se torna um elemento extremamente importante para garantir exequibilidade da instalação do revestimento, de forma que conglomere todos os requisitos para fornecimento da garantia do fabricante (de até 20 anos) e do instalador (sobre o sistema de instalação). A concepção de detalhes que auxiliam a visão do arquiteto sobre o resultado estético da fachada é um papel fundamental para o consultor de ACM, inclusive, através de um diálogo direto com o arquiteto da edificação, para visualizar questões estéticas e técnicas no momento da elaboração do projeto de consultoria. A consultoria especializada para ACM deve, inclusive, se estender para a obra, como meio orientativo, para que sejam respeitados os procedimentos necessários e assim garantir a execução correta da instalação. Com o consultor de ACM acompanhando todo o processo, a fachada terá resultados estéticos e desempenho técnico de alta performance, ou seja, será traduzido para o período de vida útil do material, associado pelo desempenho estético, técnico e baixa manutenção. Vale destacar que o investimento para consultoria específica do ACM é muito ínfimo, diante do custo total por metro quadrado investido na obra (que inclui material, acessórios, subestrutura e mão de obra de instalação). O retorno deste tipo de consultoria, inclusive, pode ser totalmente absorvido somente através da paginação executiva. Uma paginação assertiva gera grande redução de perdas e a economia pode chegar a 20% do custo total da obra relacionado à aplicação do revestimento, sem considerar outros fatores aqui citados. *Os artigos publicados com assinatura são de responsabilidade dos respectivos autores e podem não interpretar a opinião da revista. A publicação tem o objetivo de estimular o debate e de refletir as diversas tendências do mercado, com foco na evolução da indústria de esquadrias e vidro.
- INSPEÇÃO PREDIAL: O CHECK-UP DAS EDIFICAÇÕES
* Por Felipe Lima Engenheiro civil, professor e consultor em patologia das construções e fundador da Adpat Brasil Assim como as pessoas, as edificações também necessitam de cuidados, denominados manutenções, que são processos essenciais para preservar o desempenho e prolongar sua vida útil. A norma técnica ABNT NBR 5674 aborda a manutenção das edificações e estabelece ações periódicas básicas com o objetivo de auxiliar os gestores na elaboração do plano de manutenção preventiva e preditiva. O intuito é evitar as manutenções corretivas, que causam maiores transtornos e aumentam significativamente os custos. Quando uma pessoa decide cuidar de sua saúde, o primeiro passo é consultar um médico clínico geral e realizar um check-up , no qual serão analisadas de maneira abrangente as condições físicas. Caso seja identificado algum sinal anômalo, o paciente será encaminhado a um especialista, que realizará exames e análises mais específicos, visando diagnósticos assertivos para prescrever terapias de restabelecimento da saúde ou para evitar doenças. De maneira similar, em uma edificação, a ferramenta adequada é a inspeção predial, prescrita na norma técnica ABNT NBR 16747, que estabelece que a inspeção predial desempenha a função de um exame “clínico geral”, avaliando as condições globais da edificação com o objetivo de detectar problemas de conservação ou funcionamento. A inspeção deve ser realizada por um profissional generalista, normalmente especializado em patologia das construções, pois requer conhecimentos técnicos relacionados à constatação e análise de anomalias, definindo prioridades e recomendando ações efetivas. A patologia é a especialidade que estuda as doenças (anomalias) e atua na prevenção (profilaxia) e no tratamento (terapia) de problemas que podem afetar nossas construções, visando manter edifícios saudáveis, preservando seu desempenho e prolongando sua vida útil. Em algumas cidades brasileiras, a inspeção predial é obrigatória, sendo também denominada autovistoria. Sua realização e protocolamento nos órgãos públicos são necessários. Ressalta-se que a inspeção predial não deve ser feita apenas para o cumprimento de uma obrigação legal, mas como uma ferramenta importante para o cuidado com as edificações. Cuidar das edificações é cuidar das pessoas, de seu patrimônio, conforto, saúde e segurança. É necessário evoluirmos na cultura de manutenção de nossos edifícios para evitar acidentes graves e melhorar a qualidade de vida dos usuários. Quando um gestor avalia seu edifício, pode encontrar inúmeros pontos que requerem melhorias e manutenções, porém identifica a falta de recursos financeiros para realizar todas as intervenções, ficando incerto sobre qual decisão tomar. É importante entender que a manutenção de um edifício começa com a inspeção predial, sendo essa a primeira atitude a ser tomada pelo gestor. Definida na NBR 16.747 como o “processo que visa avaliar as condições técnicas, de uso, operação, manutenção e funcionalidade da edificação e de seus sistemas e subsistemas construtivos, de forma sistêmica e predominantemente sensorial (na data da vistoria), considerando os requisitos dos usuários”, a inspeção predial é verdadeiramente o check-up da edificação, na qual o profissional especialista irá vistoriar e analisar documentações e histórico das fachadas, estruturas, instalações, revestimentos internos, impermeabilizações e demais sistemas e subsistemas. No relatório de inspeção predial, serão apresentados os resultados e análises, organizados por prioridades e recomendando ações efetivas, que podem incluir a necessidade de uma inspeção predial especializada, quando se constata problemas em algum sistema que requer maior atenção. Essa ação está considerada na própria NBR 16.747, que define a inspeção predial especializada como o “processo que visa avaliar as condições técnicas, de uso, operação, manutenção e funcionalidade de um sistema ou subsistema específico, normalmente desencadeado pela inspeção predial, de forma a complementar ou aprofundar o diagnóstico.” A periodicidade da inspeção predial é definida pela lei, quando presente no município, ou pelos profissionais responsáveis pela análise daquela edificação, com base no diagnóstico obtido das condições dos sistemas. Recomenda-se o planejamento para uma inspeção predial anual na edificação. Assim como nós, as edificações necessitam de cuidados, e a manutenção começa com a inspeção predial. *Os artigos publicados com assinatura são de responsabilidade dos respectivos autores e podem não interpretar a opinião da revista. A publicação tem o objetivo de estimular o debate e de refletir as diversas tendências do mercado, com foco na evolução da indústria de esquadrias e vidro.
- REGIÃO DA FARIA LIMA REGISTRA METRO QUADRADO RESIDENCIAL MAIS VALORIZADO DE SÃO PAULO
O entorno da Avenida Brigadeiro Faria Lima, centro financeiro de São Paulo, registrou o metro quadrado residencial mais valorizado da cidade em 2023, conforme dados do Índice de Preço Real (IPR), estudo da Loft que acompanha mensalmente o preço do metro quadrado de todos os apartamentos da cidade. O potencial de valorização é resultado de uma demanda crescente, sobretudo, de pessoas de 30 a 45 anos que trabalham em bancos, gestoras de investimentos ou startups com sede na própria Faria Lima ou arredores. O público da região busca residências de alto padrão com facilidade de acesso a restaurantes, bares descolados e outras avenidas relevantes, como a Berrini, além dos Shoppings JK Iguatemi, Vila Olímpia e Iguatemi, do Parque do Povo e do Esporte Clube Pinheiros. A localização também permite rápido acesso ao Aeroporto de Congonhas. Na paisagem dinâmica da região, destaca-se um edifício Float by Yoo, da SKR, que supera as expectativas mais exigentes. Em torre única com 14 andares, o empreendimento abriga 29 apartamentos, com paredes totalmente independentes. Os elevadores chegam a cada andar como se estivessem numa varanda, em um projeto pensado para refletir contemporaneidade através dos traços modernistas propostos por Ângelo Bucci, arquiteto do escritório SPBR. Como o nome sugere, o Float foi desenhado para dar a sensação de flutuar sobre a cidade aos moradores. Trata-se do primeiro projeto residencial totalmente desenhado por Ângelo Bucci na cidade e o segundo em parceria com a SKR, pois o arquiteto assina também o retrofit do Nomad, localizado em Moema, bairro da zona Sul da capital paulista. De acordo com Silvio Kozuchowicz, fundador e CEO da SKR, o Float eleva a arquitetura de São Paulo em todos os níveis. “A arquitetura capta um desejo e, a partir dele, transforma nossas vidas. Nesse processo de trabalho coletivo, através dos traços do arquiteto Ângelo Bucci, uma vida de interação, criatividade e convivência se faz possível. Alcançamos o lugar mais alto que poderíamos almejar com este projeto”, afirma. A fachada marcante traz à Vila Olímpia um projeto cosmopolita que poderia estar localizado nas mais interessantes cidades do mundo. Minimalista, a comunicação visual do edifício apresenta linguagem gráfica urbana e é assinada pelo escritório Nitsche Arquitetos. Os símbolos e pictogramas sobre concreto aparente, os números das unidades em aço inox e os painéis em madeira e chapa perfurada resultam na combinação perfeita entre luz, sombra e reflexo, que rendeu ao projeto o Ladawards (Prêmio internacional Latin American Design Awards), o mais relevante reconhecimento de design da região, na categoria Enviromental Design. Para proporcionar uma experiência singular de moradia, cada planta é única. As metragens variam entre 61 m² e 70m² nos apartamentos tipo. Há opções duplex de 113 m² a 123 m² e coberturas, que vão de 117 m² a 138 m². Todas as unidades do Float contam com 2 vagas de garagem. Nas áreas de convivência, há lounge estar e externo, solarium , espaço fitness, deck e uma piscina contornada por painéis verdes, canteiros ajardinados e áreas arborizadas, que trazem a natureza para dentro do projeto. RECONHECIMENTO O Float foi premiado pelo America Property Awards 2019/2020, um dos prêmios de arquitetura e design mais renomados do mundo, nas categorias “Melhor Residencial Vertical” e “Melhor Campanha de Marketing” e foi reconhecido pela Premiação IABsp 2022, do Instituto de Arquitetos do Brasil/SP, como Edificação Residencial. Conquistou também o Master Imobiliário 2023, na categoria Empreendimento Residencial, e foi selecionado para compor o Top 10 da GA, Global Architecture Document 2022, dentre os 129 homologados na categoria de edificações. Fonte: SKR/Temp7 Comunicação
- ARQUITETURA ADAPTATIVA: CONSTRUÇÕES VERDES RESIDENCIAIS CRESCEM 40%
Dentre as tendências para um futuro mais sustentável, a construção civil explora soluções inovadoras visando um mundo mais eficiente e harmonioso Em tempos cada vez mais urbanizados, a proximidade e a convivência com a natureza tornaram-se prioridades. Essa tendência não reflete apenas um desejo estético, mas também a busca por ambientes que promovam a sustentabilidade, o bem-estar e uma melhor qualidade de vida. Em sintonia com essa demanda, a integração da natureza em projetos arquitetônicos de luxo tem se destacado como uma abordagem inovadora e essencial, podendo contribuir significativamente para o bem viver. De acordo com dados do Green Building Council Brasil (GBCB), houve um aumento de 40% em construções verdes residenciais em 2023, saltando de 8 para 20 empreendimentos. Nesse contexto de expansão, grandes construtoras passaram a incluir esse conceito no segmento residencial de alto padrão. Comprometido em adotar essas tendências e inovações, o Grupo A.Yoshii projeta edifícios que se adaptam às necessidades em constante transformação da sociedade. “Os empreendimentos não são apenas mais sustentáveis, mas também se destacam por suas funcionalidades meticulosamente planejadas, visando aprimorar a experiência dos moradores. Esta abordagem não só favorece a preservação do meio ambiente, mas também eleva a qualidade de vida. A integração desses conceitos desempenha um papel crucial na concepção de espaços mais inteligentes, ecologicamente responsáveis e acolhedores, além de contribuir para a construção de uma consciência onde o bem viver é uma prioridade”, explica Gabriela Macedo, arquiteta da A.Yoshii em Curitiba. Diante desse cenário, é cada vez mais importante que os projetos arquitetônicos, sobretudo os imobiliários, sejam pensados para se adaptarem às necessidades de quem os utiliza. O movimento da arquitetura adaptativa surge para moldar a construção do futuro, unindo tecnologia, design e sustentabilidade. A preocupação com o meio ambiente é uma característica dessa arquitetura, com edifícios inteligentes incorporando sistemas para reduzir seu impacto ambiental e a integração crescente de materiais ecológicos, promovendo a saúde e o bem-estar dos ocupantes. SUSTENTABILIDADE A construção verde engloba uma série de práticas ambientalmente responsáveis e eficientes, desde a fase de construção até a operação, manutenção, renovação e eventual demolição. Uma das principais iniciativas na construção civil é a eficiência energética, que transcende simplesmente o uso racional das fontes de energia para abranger uma série de soluções construtivas inovadoras e o emprego de materiais avançados. Essas soluções incluem, por exemplo, o uso de isolamento térmico de alta performance para reduzir a perda de calor ou frio no interior dos edifícios, o aproveitamento de energias renováveis, como solar e eólica, o desenvolvimento de sistemas inteligentes de gestão de energia e o reaproveitamento da água que se destaca como uma estratégia comum em projetos de engenharia comprometidos com a sustentabilidade. Além disso, materiais avançados estão sendo cada vez mais utilizados na construção civil, proporcionando maior durabilidade, resistência e eficiência energética, como, por exemplo, os blocos de cimento tecnológico feitos de materiais alternativos, incluindo isopor e resíduos plásticos; o uso de madeira de reflorestamento; e blocos ecológicos, como os tijolos de terra comprimida. EFICIÊNCIA ENERGÉTICA Integrar fontes de energias renováveis, como a energia solar e eólica, para reduzir a dependência de fontes de energia não renováveis e diminuir as emissões de gases do efeito estufa é uma das formas para minimizar o impacto ambiental dos edifícios. Além disso, é importante implementar medidas para reduzir o consumo de energia, como o uso de isolamento térmico, janelas eficientes, sistemas de iluminação LED, eletrodomésticos com baixo consumo energético e sistemas de aquecimento e refrigeração eficientes. “Ao combinar técnicas construtivas avançadas com o aproveitamento de fontes de energia renovável, como o aquecimento solar de água e a geração de eletricidade solar, os edifícios podem alcançar níveis significativos de eficiência energética, contribuindo para a redução do consumo de energia e para a sustentabilidade ambiental”, destaca Gabriela. INTERNET DAS COISAS (IOT) A IoT desempenha um papel fundamental na arquitetura adaptativa, possibilitando a implementação de sensores inteligentes, sistemas de automação residencial e monitoramento ambiental. Essas tecnologias permitem edifícios que respondem em tempo real às necessidades dos moradores, ajustando automaticamente temperatura, iluminação e segurança, tornando os espaços mais eficientes, econômicos e sustentáveis. BIOPHILIC DESIGN O Biophilic Design , um dos conceitos mais presentes em projetos contemporâneos, baseia-se na conexão entre os seres humanos e a natureza. O termo “biofilia” significa “amor pelas coisas vivas” e visa incorporar elementos naturais à casa, criando ambientes mais acolhedores. A decoração biofílica garante uma casa fresca, viva e bem-iluminada. “Os projetos da A.Yoshii são concebidos de forma a integrar elementos naturais, como luz solar, vegetação e materiais orgânicos. Ao aproveitar a luz natural, cria-se ambientes mais iluminados e acolhedores, reduzindo a dependência de iluminação artificial e promovendo uma atmosfera mais saudável e produtiva. Além disso, a integração de vegetação não apenas embeleza os espaços, mas também contribui para melhorar a qualidade do ar, reduzindo o estresse e promovendo o contato com a natureza, fatores essenciais para o bem-estar físico e mental dos moradores. Já a escolha de materiais orgânicos não só confere uma sensação de conforto e autenticidade aos ambientes, mas também pode reduzir a exposição a produtos químicos nocivos e promove um estilo de vida mais saudável. Os espaços são cuidadosamente planejados para não apenas oferecer uma experiência estética excepcional, mas para criar espaços que promovam o bem-estar dos moradores”, explica a arquiteta. Gabriela destaca o Solaia Garden Home Resort, em Curitiba, como um exemplo prático. O empreendimento conta com um sistema de reaproveitamento de água da chuva e uma estratégia de contenção de enchentes, evidenciando seu compromisso com a sustentabilidade e responsabilidade ecológica. A incorporação de áreas verdes e a preservação da biodiversidade desempenham papéis essenciais na garantia da sustentabilidade dos edifícios. Além disso, o aproveitamento de recursos naturais, como a luz do sol, a ventilação natural e um isolamento térmico eficiente, não apenas resulta em economia de energia, mas também contribui significativamente para a criação de ambientes mais confortáveis e agradáveis para os moradores. Fonte: Grupo A.Yoshii/Central Press
- LINHA DE PERGOLADOS E FECHAMENTOS SUNEXT EXPALUM, A SOLUÇÃO PARA TODAS AS ÉPOCAS DO ANO
A combinação e integração das áreas internas com as externas é ideal para residências, condomínios, comércios, empresas, bares, entre outros locais Com o intuito de entregar soluções modernas e eficientes para os ambientes residenciais e comerciais, a fabricante de palhetas de alumínio Expalum apresenta os sistemas de pergolados e fechamento laterais, além dos lançamentos: Glass Smart, cortina de vidro dobrável; Sliding Clear View, vidros de correr deslizante; SunExt Sky Clear, pérgola em vidro retrátil; SunExt Pacific Zip, cortina em lona zip deslizante para teto; e SunExt pérgola Thermal Sandwich Carpot, lâminas em alumínio térmico retrátil. PERGOLADOS: SUNEXT BIOCLIMATIC PERGOLA ELEGANT É um sistema fixo de sombreamento com lâminas rotativas (giratórias), possibilitando o controle da luz solar de 0 a 120°. Com design moderno são fabricados em alumínio e oferecem proteção contra a luz solar em dias de sol e chuva. Suportam pressões de vento até 224kg/h, 120L/m²/h de água de chuva e 120kg/m² de neve. Possui um sistema hermético de drenagem especial que coleta água da chuva. Ideal para utilização em espaços exteriores e semi-exteriores: áreas de lazer, edifícios, casas, hotéis, indústrias, restaurantes, cafés, etc. Disponível nas cores: Branco 9016T, Marfim 1015, Cinza 7016T e Preto 9005T, e aliado a diversas possibilidades de montagem e opcionais. Medidas máximas: Largura: 4,00/4,50m; Altura: 3,00m; Profundidade: 5.50/6,00 e 7,00m. Reprodução: Expalum SUNEXT BIO PERGOLA SPACE É um sistema retrátil de sombreamento com lâminas de alumínio retráteis ou fixas, com sistema manual ou motorizada, que lhes conferem um elevado valor estético. Possui um sistema hermético de drenagem especial, que coleta água da chuva. Suportam pressões de vento até 224kg/h, 150L/m²/h de água de chuva e 100kg/m² de neve. Ideal para utilização em espaços exteriores e semi-exteriores: áreas de lazer, edifícios, casas, hotéis, indústrias, restaurantes, cafés, etc. Disponível nas cores: Branco 9016T, Marfim 1015, Cinza 7016T e Preto 9005T, e aliado a diversas possibilidades de montagem e opcionais. Medidas máximas: Largura: 4,00m; Altura: 3,00m; Profundidade: 7,00m. Reprodução: Expalum SUNEXT PÉRGOLA ATLANTIC AWNING É um sistema de toldo automático em lona, ideal para converter os espaços exteriores de cafés, restaurantes, esplanadas, jardins, num espaço interior, aliado a diversas possibilidades de montagem e opcionais. Suportam pressões de vento até 132kg/h , 56L/m²/h de água de chuva e 56kg/m² de neve. Disponível nas cores (perfis): Branco 9016T, Marfim 1015, Cinza 7016T, Cinza 7046T e Preto 9005T. Disponível nas cores (lona): Branco 9016, Marfim 1015, Verde 6006, Cinza 7016, Preto 9005 e Vinho 3004. Medidas máximas : Largura: 3,50m; Altura: 3,00m; Profundidade: 7,00m. Reprodução: Expalum OPCIONAIS PARA TODOS OS MODELOS: Motorização; Iluminação perimetral LED; Refletor LED perimetral; Sensor de chuva e ou vento; Aquecimento infravermelho; Sistema de controle de música e áudio via Bluetooth; Controle por smartphones; Opções sistemas de fechamento lateral em vidro: guilhotina, sliding glass (correr), vertiglass folding glass panels (painéis retráteis); Cortinas em lona: zip caribe; Tela mosquiteira: plissada; Diversas opções de instalação; Opções de fechamento em vidro para todos os modelos. FECHAMENTOS LATERAIS: GUILHOTINA MOTORIZADA WIND PROTECT É um sistema de envidraçamento de correr vertical, manual ou automático, que pode ser instalado nos sistemas de pérgolas permitindo o usuário fechar ou abrir as laterais dos pergolados. O sistema é composto por caixilhos de alumínio e molas alojadas no canal do caixilho. Folhas de vidro são compostas por painéis de 2 ou 3 folhas de vidro transparente fixadas apenas na parte superior e inferior, desta forma poderá desfrutar de um panorama claro e a sua linha de visão não será interrompida por perfis de alumínio. Podendo ser instalado vidros inteligentes laminado com tecnologia que altera sua cor, tipo smart glass. Essa tecnologia permite deixar o vidro opaco ou transparente com apenas um toque, trazendo privacidade ao ambiente e controle na entrada de luz. Reprodução: Expalum GUILHOTINA MOTORIZADA EASYCLEAN ( MOTORIZAD FOLDING GUILHOTINE ) Esse modelo é composto por três painéis verticais, dois vidros deslizantes e um vidro rebatível, o que oferece uma solução inovadora que permite uma fácil limpeza do módulo. Medidas máximas: Largura: 3,50m; Altura: 2,80m; Cores disponíveis: Branco 9016T e Cinza 7016T; Suporta ventos: até 373km/h. Reprodução: Expalum SLIDING EASY GLASS SISTEM Os sistemas de correr em vidro são compostos por lâminas de vidro temperado, tratadas termicamente para aumentar a sua durabilidade e durar mais tempo. As folhas deslizam sem dobrar horizontalmente através dos trilhos inferiores, puxando uma folha na outra. Opções com 4, 5 e 6 folhas. Reprodução: Expalum GLASS CURTAIN Os sistemas são compostos por uma guia superior e inferior de alumínio. Nas cortinas de vidro cada folha é independente e tem um movimento individual, permitindo uma abertura total ou parcial do espaço. Fácil manutenção e reposição dos vidros. Medidas máximas: Altura: 3,70m; Largura: sem limite; Largura de cada folha painel: entre 0,50m e 0,75mm; Vidro temperado: 10mm. Disponível nas cores: Prata e Bronze. Reprodução: Expalum SUNEXT ZIP CARIBE É um sistema de cortina vertical composto por um tecido especial (lona) versátil , resistente e durável, adaptado a posições horizontais ou verticais. Resistência e elegância, aliadas a uma excelente proteção solar, são as marcas deste sistema, capaz de resistir aos ventos fortes e aos climas mais extremos. É uma solução para proteção de excesso de calor em ambientes internos, bloqueia e impede a entrada direta da radiação solar, evitando que seja absorvida pelo vidro, reduzindo a entrada de calor nos espaços interiores. Outra vantagem é impedir vãos de luz pelas laterais, entrada de insetos e sujeira, graças à estabilidade do tecido e pelo sistema tipo zíper. Reprodução: Expalum LANÇAMENTOS: GLASS SMART Os sistemas SunExt Glass Smart são compostos por lâminas de vidro temperado, tratadas termicamente para aumentar sua durabilidade e durar mais. Caracterizam-se por não possuírem perfil inferior, o que facilita o fácil acesso aos ambientes, permitindo fechar e abrir completamente os espaços. Medidas máximas: Altura: 2,80m; Largura: sem limite; Largura de cada folha: 0,80m por painel; Vidro temperado: 10mm. Reprodução: Expalum SLIDING CLEAR VIEW Sistema de correr em vidro e alumínio hermético e estanque , pois possuem perfis de piso não contínuos em relação à guia inferior o que garante um rápido escoamento de águas. Ideal para grandes vãos e suportar altas pressões de vento. Possui múltiplas configurações em aberturas e possibilidades de bloqueio. Disponível nas cores: Prata e Bronze. Medidas máximas: Altura: 2,70m; Largura: 4,00m; Largura de cada folha: 1,00m por painel; Vidro temperado: 10mm; Peso máximo: 80kg. Reprodução: Expalum SUNEXT SKY CLEAR A cobertura de vidro móvel (retrátil) com folhas deslizantes que permitem ampliar os espaços habitacionais, criando ambientes protegidos, seguros e acolhedores. O desenho dos seus perfis robustos permite criar espaços abertos. Disponível nas cores: Branco 9016T e Cinza 7016T. Reprodução: Expalum SUNEXT PACIFIC ZIP Sistema de toldo horizontal para teto, composto por um tecido especial, para coberturas em vidro fabricado com materiais altamente resistentes e versáteis, bloqueiam a radição solar reduzindo a entrada de calor para os espaços interiores. Extrutura em alumínio e perfil de plástico extrudado (PVC). Disponível para eixos Ø70, Ø79 e Ø85mm.Possui um sistema de cremalera que tensiona o tecido evitando entrada de ventos que danifiquem a estrutura. Reprodução: Expalum SUNEXT PÉRGOLA THERMAL SANDWICH CARPOT Sistemas de cobertura com estrutura de alumínio e com painel tipo sanduíche composto por uma chapa de alumínio de 0,8mm e poliestireno extrudado de alta densidade. Indicado para qualquer situação meteorológica e pode ser colocado em terraços, bares, restaurantes, áreas gourmets, etc. Disponível nas cores: Branco 9016T , Marfim 1015, Cinza 7016T e Preto 9005. Medidas máximas: Largura: 7,00m; Altura: 3,00m; Profundidade: 7,00m. Reprodução: Expalum Para mais informações, acesse: www.expalum.com.br Fonte: Expalum
- 26 ANOS DE HISTÓRIA DA PKO VIDROS
"Essa trajetória nos transformou em referência no mercado de vidros”, afirma a marca A PKO foi fundada em 1995 como uma empresa de representação comercial, importando produtos à base de dendê. Logo a sigla PKO (Palm Kernel Oil, traduzindo, Extrato de Óleo de Palma) relaciona-se ao primeiro produto importado pela empresa. Na época, a PKO importava esse extrato da Ásia e comercializava para diversas empresas, dentre elas, a multinacional Colgate-Palmolive. Porém, foi em 1998 que a PKO iniciou os trabalhos com a distribuição de vidros planos, completando em 2024, 26 anos no mercado brasileiro de vidros, sempre prezando pela qualidade dos seus produtos e atendimento personalizado, fatores fundamentais para o reconhecimento da empresa como referência no mercado. Com uma infraestrutura de cerca de 20.000 m² em Mogi das Cruzes (SP), a localização privilegiada garante mais facilidade no escoamento dos produtos. Com expertise em obras residenciais e corporativas, a PKO do Brasil tem como missão oferecer ao mercado produtos inovadores, com qualidade e segurança, priorizando o comprometimento com o cliente. A marca conta também com suporte técnico que auxilia na escolha da melhor solução para cada projeto e aplicação, bem como as suas propriedades e performance. Orientações sobre cálculos de espessura, desempenho de vidros acústicos e de controle solar e sugestão da modulação ideal para o menor desperdício de material fazem parte dos serviços prestados pela empresa. Atualmente, a PKO Vidros conta com máquinas automatizadas e moderna tecnologia voltada para a fabricação dos mais diversos tipos de produtos, que podem ser fornecidos em chapas ou beneficiados. A excelência alcançada nos processos é garantida por certificações de qualidade que confirmam o atendimento às normas técnicas e sistemas de gestão. O certificado é concedido pelo Instituto Falcão Bauer da Qualidade (IFBQ), um organismo de certificação brasileiro, acreditado pela CGCRE do INMETRO na área de Produtos e Sistemas de Gestão e, em 2011, concedeu a PKO o selo que garante a qualidade dos vidros temperados nas espessuras 4, 6, 8 e 10 mm. Vale destacar ainda os certificados de desempenho concedidos pelos fornecedores da PKO que atestam a qualidade da empresa e aptidão para a comercialização dos produtos oferecidos. Para mais informações, acesse: www.pkodobrasil.com.br Fonte: PKO Vidros
- ENTENDA AS AÇÕES PARA A RECONSTRUÇÃO DAS CIDADES NO RIO GRANDE DO SUL
Desafio da engenharia será reconstruir em tempo recorde mais de 80 mil moradias definitivas No próximo dia 14 de maio, a partir das 9h, engenheiros e urbanistas se reunirão no evento organizado pelo Instituto de Engenharia, em São Paulo, para apresentar alternativas rápidas e eficientes na construção de unidades habitacionais para as famílias desabrigadas por conta da tragédia ocorrida no Rio Grande do Sul, desde 27 de abril, matou 136 pessoas e afetou 2,1 milhões . De acordo com a Defesa Civil, mais de 80 mil casas precisarão ser reconstruídas com urgência. O evento contará com a apresentação do engenheiro José Eduardo Frascá Poyares Jardim, presidente do instituto, que destacará como a engenharia poderá trabalhar na reconstrução destas moradias. “A engenharia terá o desafio de construir no menor espaço de tempo residências definitivas para abrigar esse enorme contingente de famílias”, destacou. Um dos exemplos apresentados será o trabalho realizado pela Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU), em apenas dez meses após a tragédia que atingiu o litoral norte de São Paulo, o Governo do Estado alcançou um recorde na execução de novas moradias definitivas, graças às técnicas empregadas. Uma delas é a tecnologia “ wood frame ” ( sistema construtivo executado com peças de madeira) , utilizada nas 518 moradias erguidas no bairro Baleia Verde. O sistema consiste em uma construção pré-fabricada em que os módulos são produzidos prontos na fábrica para montagem no local de instalação. Além de ser eficiente e rápida, o wood frame atende a certificações que garantem o isolamento térmico e acústico adequados, além de seguir às normas técnicas de desempenho (NBR), equivalendo às tradicionais casas de alvenaria. O evento estará disponível para acompanhamento presencial na sede do Instituto de Engenharia, situada em São Paulo, ou online através do canal YouTube do instituto. A participação presencial requer a contribuição com dois itens de doação, como alimentos não perecíveis, itens de higiene pessoal, material de limpeza, roupas, entre outros, que serão destinados às vítimas da tragédia no Rio Grande do Sul. Para mais informações e inscrições, acesse o site do Instituto de Engenharia: https://www.institutodeengenharia.org.br/site/events/sao-sebastiao-inovacao-na-producao-habitacional-pos-eventos-climaticos-extremos/ RECONSTRUÇÃO DAS CIDADES GAÚCHAS Na última quinta-feira (09), o governador Eduardo Leite anunciou, na sede do Corpo de Bombeiros Militar do Rio Grande do Sul, que serão necessários, ao menos, R$ 19 bilhões para executar o plano de reconstrução do Estado, de acordo com o portal do Governo do Estado Rio Grande do Sul. Do total, quase R$ 9 bilhões serão destinados à reconstrução. “Pelas necessidades que observamos até o momento, esse é o montante que será necessário para financiar as políticas públicas e restabelecer lugares e vidas que foram afetados. O Estado vai ser especialmente demandado em estradas, habitação, crédito subsidiário e ações sociais para atender as pessoas atingidas”, disse o governador, segundo a plataforma do governo. De acordo com o levantamento inicial, serão necessários mais de R$ 218,6 milhões para ações de resposta ao desastre; quase R$ 2,5 bilhões para ações de assistência; e mais de 7,2 bilhões para políticas de restabelecimento. Os esforços abrangem diversas frentes, como apoio à agropecuária e a empresas; recuperação ou reconstrução de escolas, hospitais, rodovias, estradas, pontes, edificações e equipamentos públicos, centros de assistência social e casas prisionais; e reforma e construção de unidades habitacionais, conforme o site do governo. O plano de reconstrução inclui, também, organização de abrigos e casas de passagem; restabelecimento de serviços essenciais (água, energia e comunicação); medidas de emprego e renda; reurbanização de locais atingidos; organização de novos loteamentos; apoio a negócios e à produção local com crédito subsidiado, linhas especiais e prorrogação de licenças; remoção de escombros e destinação de resíduos; e medidas ambientais para recuperação de ecossistemas degradados. O plano prevê, ainda, auxílios aos municípios e à população, por meio do aluguel social e do programa Volta por Cima – benefício extraordinário para a população em situação de pobreza e extrema pobreza, informa o portal do governo. Segundo o governador, entretanto, o valor poderá superar a marca de R$ 19 bilhões. “Nessa estimativa preliminar, estamos considerando itens de impacto sobre o orçamento do Estado para atender, especialmente, questões de infraestrutura e viabilizar programas de moradia para famílias atingidas. Então, outros itens podem ser acoplados, além dos relacionados à prevenção”, explicou. Fontes: Instituto de Engenharia / Comunique-se, Governo do Estado do Rio Grande do Sul e O Globo
- PERFIL ALUMÍNIO DO BRASIL COMPLETA 29 ANOS
A Perfil Alumínio está em constante evolução, investindo sempre em tecnologia, inovação e pessoas. Tudo isso pensando nos clientes parceiros, fornecedores, distribuidores e colaboradores. A história começou em 1995 na unidade de Vila Velha, a Matriz, onde hoje se localiza o complexo administrativo, showroom, vendas, expedição e estoque de perfis e componentes. Iniciaram a construção do complexo industrial em 2007, com instalações especialmente planejadas composta por pintura e distribuição. Em 2013, instalaram a Linha de Extrusão em uma área de 9 mil m² de um complexo industrial composto por uma prensa P18 de 7”, ponte rolante, fabricação de matrizes, infraestrutura fabril e um completo laboratório de ensaios químicos e físicos. Inauguraram em 2019 a planta italiana de pintura eletrostática vertical contínua sendo a maior planta em capacidade com a mais avançada tecnologia da América Latina. Em 2020, iniciaram a unidade de Distribuição de Metais com a importação e comercialização de tarugos e lingotes dos melhores players do mundo. Em 2023, realizaram diversas obras de melhorias na unidade de Vila Velha, gerando um ambiente mais acolhedor para os colaboradores e para os clientes. Por fim, para 2024, concluirão as obras de expansão da unidade de Viana (ES) com a modernização, ampliação e aumento da capacidade de produção do complexo industrial com um projeto arquitetônico arrojado e inovador. “Atualmente contamos com uma linha de Pintura Eletrostática Vertical com duas cabines e com a Expansão contaremos também com uma segunda Linha de Extrusão para atender nossos clientes com ainda mais eficiência em um espaço que permitirá uma experiência incrível para os visitantes que participarem do Programa de Visitas Perfil Tour, através de uma passarela fechada em vidro”, afirma a marca em seu Instagram. Além do novo galpão da extrusão, contarão também com novas áreas de produção, estoque e logística. Reprodução: Perfil Alumínio do Brasil Para mais informações, acesse: www.perfilaluminio.com.br Fonte: Perfil Alumínio do Brasil
- LANÇAMENTO DA LANDY KITS: CONHEÇA A LINHA DE FECHOS CONCHA FRAME
Seguindo a premissa de fortalecer o mix de produtos para esquadrias de alumínio, a Landy Kits, indústria de componentes e acessórios envidraçamentos, lançou no primeiro trimestre deste ano a linha de fechos concha Frame: o fecho com linhas retas. “Seu design clean e moderno caiu no gosto dos nossos clientes e está sendo um grande sucesso de vendas”, afirma Eduardo Yokota, diretor comercial Landy Group. Também em março deste ano receberam a chancela de parceiro homologado CDA nos componentes para esquadrias de alumínio Landy Kits. “O processo de homologação da CDA é rigoroso e reconhecidamente uma assinatura de qualidade em nossos produtos. É extremamente gratificante perceber que não só nossa equipe e nossos clientes, mas também nossos parceiros estratégicos reconhecem essa qualidade que tanto prezamos”, ressalta o diretor. Mas os lançamentos e novidades não param por aqui, segundo Sheila Brandão, coordenadora de marketing do grupo, muitas novidades serão apresentadas em primeira mão durante a Feira Internacional da Indústria de Esquadrias (FESQUA) em 2024, no estande da empresa. Para mais informações, acesse: www.landygroup.com.br FESQUA 2024 Nos dias 11 a 14 de setembro de 2024, no São Paulo Expo, na capital paulista, a FESQUA e a coligada FESQUA VETRO irão mostrar ao público a única feira especializada no setor que atende de forma abrangente — no mesmo local e data — as indústrias de vidro e esquadrias, apresentando claramente uma ampla variedade de soluções para os profissionais visitantes, provenientes de todas as regiões do Brasil e de mais 18 países. No total, estão previstas mais de 700 marcas expositoras nacionais e internacionais no evento, que deverá receber mais de 48.000 visitantes qualificados em uma área de 38.000m² de exposição. Fonte: Landy Kits














