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7 ERROS MAIS COMUNS NA ESCOLHA DAS ESQUADRIAS

Entenda os sete erros mais comuns na escolha das esquadrias e como solucioná-los


Reprodução: ITV Urbanismo

1. Planejamento


O planejamento muitas vezes inicia antes mesmo que o projeto e existem arquitetos experientes que auxiliam demais seus clientes. O erro indicado como planejamento diz respeito em prever o gasto correto das esquadrias para que o cliente faça seu cronograma financeiro, pois este só terá sucesso se você souber exatamente quanto irá gastar com as esquadrias e qual é o momento apropriado para a contratação do serviço.


Reprodução: Pinterest

2. Altura / piso / trilho


Você sabia que precisa ter um rebaixo entre pisos internos e externos? Isso deve ser pensado em projeto e no início da execução da obra, caso contrário, terão problemas na fase das esquadrias. O objetivo é gerar uma vedação e evitar a entrada de água de fora para dentro do imóvel, por exemplo. A grande maioria das pessoas não sabe disso e acaba não considerando essa etapa no planejamento da obra.


Para decidir o tipo e altura do trilho, os convencionais pedem um rebaixo de 4,5 cm, por exemplo. Para os pisos internos, as portas de divisão de ambientes têm uma opção de instalação, os trilhos são colocados em cima do piso ou do mármore, que deixa um acabamento mais fino.


3. Tipologia


Escolher o tipo de material que você vai ter dentro da sua residência ou do seu estabelecimento é uma etapa que exige atenção. Se a rotina da casa não é analisada, certamente a escolha será errada. Por isso, contrate um arquiteto que conheça toda a rotina de circulação ou tenha isso em mente na hora de orçar as esquadrias; saiba onde há pontos fixos, como móveis ou vasos, por exemplo; identifique se há incidência de insetos e vento; e leve tudo isso em consideração.


4. Acabamentos


A esquadria pode ser fixada de duas formas: com o contramarco, onde ele é arrebitado; ou sem o contramarco, quando ele é parafusado direto no vão. Se é colocado o contramarco, ele precisa, necessariamente, de uma guarnição interna, que serve para esconder a junção da parede com o alumínio.


5. Acessórios


Com menos de 5% do valor das esquadrias é possível agregar mais valor e trazer mais modernidade, segurança e beleza para as portas ou janelas, substituindo, por exemplo, o fecho concha (com sistema de trava para cima e para baixo) por uma cremona (tipo de maçaneta, com sistema de travamento de dois a quatro pontos).


6. Custos


Nem sempre o menor custo é o que pode ser mais adequado para a sua obra. Existem acessórios e componentes, que muitas vezes as pessoas não enxergam como conectivos, parafusos, borrachas, espumas, escovas e silicone, por exemplo, que não é vista na instalação, mas pode impactar a funcionalidade da esquadria. Uma roldana, que é fundamental para uma porta de correr, precisa ser de boa qualidade, e tem que suportar o peso da porta. Caso seja instalada uma roldana mais barata, que pode não ser a ideal para a porta, em pouco tempo de uso, precisará de manutenção ou da substituição da mesma. Outro exemplo é um silicone de má qualidade, que pode rachar e causar infiltração, entre outros problemas. Ao receber um orçamento, atente-se a essas variáveis, para que você não adquira um produto de qualidade inferior, mesmo que o descritivo seja igual ao de um orçamento mais caro.


7. Cronograma


Muitas vezes a instalação das esquadrias acontece quando ainda há a movimentação de muitos profissionais na construção, como pedreiros, pintores e gesseiros, podendo um atrapalhar o serviço do outro e, se a esquadria for instalada antes da hora, a massa ou pó podem entrar nas roldanas; ou ainda, quando esses outros profissionais estão executando seus serviços podem esbarrar, bater e amassar o alumínio ou causar riscos.


Fonte: Ideale


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