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Livro aborda a questão do silêncio em um mundo cada vez mais barulhento


O conhecido especialista em acústica Edison Claro de Moraes apresentou recentemente ao mercado seu livro “O silêncio é disputado: em um mundo barulhento, quem não planeja o som, colhe o incômodo” (164 páginas, editora Palavras dos Céus, 2025).

 

Dividido em oito capítulos com leitura fácil e repleta de informações técnicas, importantes e necessárias sobre o tema, o conteúdo inicia com uma indagação básica: “você já parou para ouvir o silêncio?” — e acrescenta que “a verdade é simples: barulho é tudo aquilo que incomoda”.

 

Convite à percepção

 

Logo na introdução do livro, o autor sintetiza seu propósito em relação ao tema: “mais do que apresentar conceitos técnicos, este livro é um convite à percepção.

Economista com especialização em Administração de Materiais e pós-graduação em Acústica, Edison Claro tem mais de 35 anos de experiência no mercado, e vem se destacando como profissional e empresário dedicado ao desenvolvimento de metodologias exclusivas para soluções eficazes nessa área.

 

É fundador da associação ProAcústica, da empresa Atenua Som e da Universidade do Som, além de participar da diretoria executiva da Afeal e de idealizar o evento Vidrosom, entre outras atividades.

 

Capítulos

 

Vale registrar aqui a sequência de títulos instigantes dos oito capítulos — que têm o propósito de estimular a leitura: “O silêncio está em extinção?” (capítulo 1); “Barulho que adoece (capítulo 2); “Da percepção ao conceito” (capítulo 3); “Isolamento acústico” (capítulo 4); “Soluções” (capítulo 5); “Acústica do Brasil” (capítulo 6); “Histórias” (capítulo 7); e “O futuro” (capítulo 8).

 

Vidro e esquadrias

 

Edison Claro, no capítulo 5 (“Soluções”), levanta a questão que envolve o desafio de criar esquadrias acústicas (também chamadas de antirruído), lembrando que janela acústica não é uma solução definitiva, e que “o mundo do vidro não conversa com o mundo das esquadrias”.

 

Nesse capítulo, o autor discorre sobre o papel do vidro na acústica e o papel das esquadrias (“não é o material que define o desempenho, mas a vedação”, observa o especialista).

 

No Brasil

 

A poluição sonora no país é regulamentada por uma série de normas e leis, lembra Edison Claro. Essas regulamentações variam no âmbito federal, estadual e municipal, além de apresentar diferenças de um estado para outro.

 

“O Brasil tem soluções que são, de fato, nossas. Tecnologias pensadas por e para quem vive aqui. E isso faz toda a diferença”, ressalta o autor, acrescentando uma pergunta importante: por que falta conforto acústico no Brasil? — e comenta que este aspecto é visto como luxo, quando deveria ser direito básico.

 

Um dos pontos básicos para se compreender a questão do som está nas frequências sonoras (graves e agudos). “A mesma janela que isola um caminhão, não isola um cachorrinho”, compara o autor, ao relembrar um episódio em que foi atender um cliente incomodado com os latidos agudos de cachorros na vizinhança da residência. “Esse epidódio me ensinou que o mundo da acústica é cheio de particularidades”.

 

Mais informações sobre este livro podem ser obtidas enviando e-mail para contato@atenuagroup.com.br ou mensagem via Instagram: @claro.edison

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