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Curiosidade: solução antiga, brise-soleil tornou-se símbolo da arquitetura moderna

Foto/Reprodução: Peter Bennetts
Foto/Reprodução: Peter Bennetts

O brise-soleil, expressão francesa que significa “quebra-sol”, é um recurso usado em fachadas para reduzir a entrada direta de sol nos ambientes. Apesar do nome moderno, a ideia é antiga: ao longo da história, diferentes culturas já criavam soluções para proteger janelas e melhorar o conforto térmico dentro das construções.


Consolidação na arquitetura moderna


O uso do brise como conhecemos hoje foi organizado e popularizado pelo arquiteto Le Corbusier, entre as décadas de 1930 e 1940. A partir de experiências com edifícios que enfrentavam problemas de calor excessivo, ele passou a adotar elementos externos para bloquear o sol, transformando o brise em um dos símbolos da arquitetura moderna.


Uso no Brasil


No Brasil, o recurso foi amplamente utilizado por arquitetos como Oscar Niemeyer e Lúcio Costa. Um dos exemplos mais conhecidos é o Edifício Gustavo Capanema, no centro do Rio de Janeiro (RJ), que ficou marcado pelo uso de brises móveis para controlar melhor a luz e a temperatura interna.


Como funciona na prática


De forma simples, o brise é formado por lâminas ou placas instaladas do lado de fora das janelas. Elas podem ser fixas ou móveis e ajudam a manter o ambiente mais fresco, sem bloquear a iluminação natural.


Colaborou: Júlia Rebouças (estagiária)

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