Cobertura de policarbonato ou vidro: onde aplicar?


A escolha entre policarbonato e vidro para coberturas está relacionada às características do projeto, às condições de instalação e ao resultado esperado para o ambiente. Embora os dois materiais possam ser utilizados em soluções que favorecem a entrada de luz natural, eles apresentam diferenças em aspectos como peso, resistência, transmissão luminosa, desempenho térmico e possibilidades de aplicação.
Policarbonato combina leveza e diferentes possibilidades de aplicação
Produzido a partir de um polímero termoplástico, o policarbonato é utilizado em coberturas, fechamentos e estruturas que demandam um material leve e com capacidade de permitir a passagem de luz. As chapas podem ser encontradas em diferentes formatos e configurações, incluindo modelos alveolares e compactos, com características distintas de transparência, isolamento e resistência.
A leveza do material pode facilitar o transporte, o manuseio e a instalação, além de possibilitar seu uso em estruturas que precisam reduzir o peso próprio da cobertura. Por isso, o policarbonato pode ser especificado em áreas como coberturas de corredores, passarelas, pergolados, garagens, áreas externas e espaços que necessitam de iluminação natural.
Vidro amplia a transparência e possibilidades

O vidro também é utilizado em coberturas quando o projeto busca maior transparência e integração visual entre os ambientes interno e externo. Dependendo da especificação, podem ser utilizados vidros com diferentes características de segurança, controle solar e desempenho térmico.
Em coberturas, a escolha do tipo de vidro deve considerar fatores como incidência de radiação solar, segurança dos usuários, dimensões dos painéis, sistema de sustentação e condições de exposição. Vidros de segurança, como os laminados, podem ser empregados em aplicações nas quais é necessário considerar o comportamento do material em caso de quebra.
O material pode ser encontrado em projetos residenciais e comerciais, além de espaços como varandas, áreas de convivência, átrios, marquises e coberturas de ambientes externos.
Colaborou: Júlia Rebouças (estagiária)






