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  • Equipe Contramarco

A ASCENSÃO DO MERCADO IMOBILIÁRIO



Quando casa e escritório passaram a ser sinônimos, muitos hábitos e comportamentos foram remodelados e possíveis tendências surgiram, marcando o crescimento do mercado imobiliário neste ano atípico.


Em 2020, o setor foi na contramão dos impactos causados pela pandemia — é o que indica a pesquisa divulgada em julho pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip). No mês de maio, os financiamentos para a compra e a construção de imóveis somaram R$ 7,13 bilhões no País, um crescimento de 6,5% na comparação com abril e de 8,2% frente a maio de 2019.


Entre os motivos para o aquecimento está a queda da taxa Selic para 2%, deixando as parcelas de imóveis praticamente 50% menores, segundo o portal Correio do Estado. Muitas pessoas, que já tinham feito as contas e buscado outro imóvel para morar, assim atendendo às novas necessidades descobertas nesse período em que muita gente ficou mais tempo em casa, também é um fator indicado pelo jornal Gazeta do Povo para a ascensão desse mercado.


“Em relação à compra e venda de imóveis até houve um certo adiamento por parte de alguns compradores, mas não uma desistência. A taxa Selic mais baixa da história ajudou a manter o mercado imobiliário aquecido. Estamos assistindo grandes lançamentos imobiliários, isso é um sinal de que esse momento de crise mundial também cria oportunidades para gerar ótimos negócios”, disse Yslanda Barros, especialista em mercado imobiliário e diretora da Ética Soluções Imobiliárias, em entrevista ao portal Casa Vogue.


TENDÊNCIAS


Conforme pesquisa realizada pela agência de inteligência imobiliária DataZAP, é possível esperar que, após a pandemia, os consumidores busquem imóveis com espaços para lazer e para animais domésticos, como um jardim ou uma varanda. E 32% dos entrevistados afirmaram que será muito importante ter um ambiente destinado exclusivamente para home office, o que também pode impactar na escolha do local do imóvel.


De acordo com a terceira versão da pesquisa “A influência do coronavírus no mercado imobiliário brasileiro", divulgada pelo Grupo ZAP, as pessoas podem não sentir mais a necessidade de morar perto dos locais de trabalho e comprar imóveis mais afastados dos centros urbanos, justamente por conta do home office.


OPORTUNIDADE


Somente no primeiro semestre de 2020, os financiamentos de imóveis feitos com recursos da poupança cresceram quase 30%. Com a queda nos juros, houve aumento em mais de 20% dos financiamentos imobiliários feitos pela Caixa Econômica Federal, conforme o portal G1.


Esse é o trabalho da startup paulista Sonho Casa, que nasceu para ajudar as pessoas a saírem do aluguel, através do crédito imobiliário, pelo programa Casa Verde Amarela, antigo Minha Casa Minha Vida.


Ao buscar uma nova moradia, as pessoas pensam em diversos fatores, no lazer, na localização, porém o mais relevante é que caiba no bolso, segundo Bruno Guedes, sócio e idealizador da Sonho Casa, que é correspondente da Caixa Econômica Federal. “No pós-pandemia o que a gente percebe é que as pessoas dão mais valor ao espaço, e se não cabe no espaço do apartamento tem que ter espaço no condomínio”, observa.



“A empresa é voltada para o cliente que tem ‘aquele medo’, não sabe que pode, não sabe como faz, vê uma burocracia assustadora pela frente. Então o que a gente faz é simplificar o processo todo”, explica Guedes. Ele também conta que a empresa resolve a burocracia e ensina a forma correta para o cliente sair do aluguel e conquistar a casa própria.


Fontes: Hoje em Dia, Sonho Casa, Gazeta do Povo, Casa Vogue e G1.

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