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APARTAMENTOS INTELIGENTES PARA A CLASSE MÉDIA


Reprodução: Jornal Folha de S.Paulo

Com a diminuição dos custos da tecnologia, os chamados prédios inteligentes, antes restritos ao alto padrão, ganham versões voltadas para a classe média.

Os fatores que tornaram a tecnologia mais barata são o aumento da oferta e da concorrência no setor e mudanças socioculturais (hoje muitos jovens optam por apartamentos compactos em regiões com boa infraestrutura ao invés de grandes espaços).

A construtora BP8 está incluindo em seus prédios tecnologias como fechaduras eletrônicas, tomadas com entrada USB e controle de luzes via celular.

Reprodução: Jornal Folha de S.Paulo

Para estimular a conexão entre as pessoas o arquiteto Guto Requena desenvolve uma plataforma que se conecta com aplicativos usados pelos moradores para identificar preferências, ainda sem previsão de lançamento. “Quando um morador entra no elevador, o sistema identifica quais são suas músicas favoritas, que começam a tocar. Quando outra pessoa entra, ele busca os cantores que elas têm em comum”, diz Requena.

Hoje, um locatário pode acessar uma residência sem ter, necessariamente, contato presencial com o proprietário. Por isso, cresce a procura por fechaduras eletrônicas, que permitem a liberação remota, e por dispositivos que desligam eletrodomésticos após programação, segundo Fábio Zeppelini, professor de arquitetura e urbanismo na Faap.

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