Edição nº144 jul/ago 2020

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Em um dia de trabalho em casa ou na empresa, você pode estar em um espaço tranquilo desenvolvendo suas demandas, atendendo algum cliente por telefone, colocando seus e-mails em dia, participando de uma reunião com a equipe, ajeitando o showroom, entre muitas outras atividades.  

De repente, um barulho alto invade o ambiente e começa a dificultar suas tarefas. Neste momento, fechar rapidamente portas e janelas é a sua primeira opção para se “livrar” do ruído incômodo, certo?

Pois bem, são nessas ocasiões de desconforto que percebemos a importância do desempenho acústico das esquadrias e fachadas — principalmente quando o fechamento não resolve o problema. 

Segundo o Portal Acústica, em casos assim os motivos podem ser os mais variados, como camadas duplas nas janelas antirruído com espaçamento insuficiente ou espessuras de vidro abaixo de 6mm (que não fornecem o desempenho esperado).

Além disso, a má instalação pode deixar frestas, inimigas de um bom isolamento acústico. E caso a especificação técnica e a escolha do vidro não corresponderem ao contexto do ambiente, o desempenho acústico também será prejudicado.  


Por ocupar boa parte da superfície da esquadria, o vidro é uma peça-chave no isolamento acústico. Os produtos que podem apresentar desempenho superior são os vidros laminados e os insulados. Para obter resultados mais eficientes é importante conhecer o tipo de ruído a ser isolado e, principalmente, a sua frequência em decibéis (dB).

Para que o sistema funcione de forma adequada, as esquadrias, vidros e componentes devem seguir as normas técnicas. 

Entre as mais abrangentes estão a ABNT NBR 15575-4:2013 – Edificações habitacionais – Desempenho Parte 4: Sistemas de vedações verticais internas e externas; ABNT NBR 10821-1:2017 – Esquadrias para edificações – Parte 1: Esquadrias externas e internas – Terminologia; ABNT NBR 15969-4:2017, Componentes para esquadrias – Parte 4: Articulação – Requisitos e métodos de ensaio. Outras normas são citadas pelos entrevistados ao longo desta matéria especial.

A QUESTÃO TÉRMICA

Quando o bloqueio de ruídos funciona bem, proporcionando conforto e saúde aos que estão em ambientes acusticamente protegidos, há outro recurso que merece ser mencionado: o desempenho térmico — que acompanha os sistemas antirruído. 

Nos países desenvolvidos o sistema termo-acústico é mais comum do que no Brasil, por conta do clima frio presente naqueles locais, onde a primeira função dos caixilhos de fachada é assegurar uma boa vedação entre o interior e o exterior do edifício para evitar a troca de calor.

Consequentemente, em países da Comunidade Europeia e Estado Unidos, por exemplo, os caixilhos com elevado desempenho termoacústico são mais comuns.

No mês de julho de 2020, a equipe Contramarco entrou em contato com os principais fabricantes de produtos acústicos, entidades relacionadas e especialistas para reunir informações atualizadas sobre o tema, a evolução e popularização do sistema acústico e o comportamento do consumidor, entre outros detalhes importantes. Conheça as respostas obtidas por e-mail e publicadas na edição impressa. 
 

DESEMPENHO ACÚSTICO DE ESQUADRIAS E FACHADAS

Colaborou: Stephanie Fazio

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