Edição nº139 set/out 2019

PERFIL: A bem-sucedida evolução do Grupo Vipel, Alump e Viplog

Vidraçaria Pérola. Este era o nome da empresa que surgiu em 15 de julho de 1980 na rua Rui Barbosa, região central de Tubarão (SC), com foco no comércio varejista de vidros, espelhos e molduras. “Usamos as letras iniciais para criar o nome Vipel, que foi ficando cada vez mais forte, até que paramos de usar Vidraçaria Pérola”, conta Rafael Nandi da Motta, diretor do grupo formado pelas empresas Vipel (atacadista e beneficiadora de vidros), Alump (extrusora de alumínio) e Viplog (transporte e logística), que tem também Bruna Nandi da Motta como diretora.

Com a ampliação dos negócios, a empresa passou a investir em um parque fabril moderno para também fornecer vidros temperados às vidraçarias da região. No início de 1998, a razão social mudou para Vipel Indústria e Comércio Ltda., e em 2001, um forno de têmpera horizontal foi adquirido, substituindo o forno vertical na linha de produção. “Assim, conseguimos contar com o que há de mais moderno em têmpera de vidros”, afirma o diretor. 

 

Atualmente, o Grupo ocupa um terreno de 50.000m² com 14.000m² de área construída, com showroom na fábrica. “Estamos equipados com máquinas de última geração, garantindo a agilidade dos processos industriais e a qualidade dos produtos que oferecemos”, ressalta Rafael.

Ele lembra que, entre os principais marcos na trajetória da Vipel, estão a aquisição e operação do primeiro forno de têmpera horizontal de Santa Catarina, a primeira linha de vidros laminados com autoclave disponível no estado, a primeira empresa a fazer entrega dos produtos com frota própria, e a operação de um dos primeiros fornos de vidro curvo-temperado do Brasil. 

 

“A Vipel sempre esteve na vanguarda da indústria vidreira no País”, destaca o diretor. “Quando Clairton Antonio da Motta, fundador da Vipel, decidiu investir no ramo da indústria, mesmo após ter uma vidraçaria de porte grande e estruturada, ficou claro para nós a inquietude e o empreendedorismo dele”, comenta Rafael. O salto aconteceu após o fundador visitar uma feira do ramo do vidro na Alemanha e observar as possibilidades de investimento e tecnologia, ainda pouco conhecidas no Brasil.

Com alguns anos atuando com a indústria, Clairton decidiu trocar o forno de têmpera de vidros vertical por um forno horizontal, da marca italiana Keraglass. “Este foi outro grande acerto, pois viramos ainda mais referência em qualidade nos vidros produzidos”, diz Rafael. “Um fato que muito orgulha o Clairton aconteceu durante visita a uma grande empresa beneficiadora de vidros na Alemanha; o diretor alemão chamou Clairton para conversar, pois queria saber mais sobre o forno instalado na Vipel, então Clairton ficou sabendo que a Vipel é referência em produção de vidros beneficiados, sendo indicada mundialmente como uma das melhores pelo próprio diretor da Keraglass”. 

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